Telhado verde: ecologia e economia acima de tudo

Fonte: Canal do Produtor

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Com benefícios que incluem melhor eficiência energética e retenção da água da chuva para reuso, a técnica sustentável que substitui telhados artificiais dos edifícios e casas por gramas, hortas e jardins é uma tendência mundial e ganha força inclusive no Brasil. Neste ano, foi sancionada em Recife, Pernambuco, uma lei desta natureza que obriga a instalação de telhados verdes sobre edificações residenciais acima de quatro pavimentos ou em espaços comerciais com mais de 400 m² de área coberta.

Segundo o secretário executivo da Secretaria de Planejamento Urbano da prefeitura de Recife, Fernando Alcântara, o objetivo é aumentar as áreas verdes e diminuir os efeitos do calor na cidade. O telhado verde começou no Canadá, o primeiro país a implementar legislação sobre o assunto e, recentemente, a França também aprovou lei que obriga novos edifícios comerciais a instalarem a cobertura ecológica. No Rio, a técnica é uma das ações exigidas para que o estabelecimento seja qualificado com o selo Qualiverde, criado pela Prefeitura em 2012, e que contempla projetos que adotam práticas sustentáveis. Tramita ainda na Câmara dos Vereadores a lei que prevê benefícios fiscais para estabelecimentos que conseguirem este selo.

Após quase três anos de criação, um dos primeiros a estar perto de conseguir o selo é o Restaurante Ibérico, no Jardim Botânico. Várias soluções sustentáveis foram introduzidas no local, como aproveitamento de água da chuva e utilização de luz solar. Um dos proprietários do espaço, o espanhol Antonio Alcaraz, optar por um telhado verde foi a melhor decisão:

-O restaurante tem três andares e no último estão os equipamentos que ficam sempre ligados. Sem o telhado verde, esse espaço normalmente seria muito mais quente do que é. O Rio tem altas temperaturas, mas como a cobertura verde ajuda a reduzir o calor interno, conseguimos minimizar os nossos gastos com energia, como usar menos o ar-condicionado. Agora vamos passar por modificações e no telhado, que hoje é de grama, vamos plantar hortas – conta o empresário.

Ainda que em passos tímidos, no Rio há moradores que buscam o telhado verde. O arquiteto Duda Porto percebe maior procura por espaços verdes em coberturas, apesar de o público ser mais específico – incluindo moradores que buscam qualidade de vida aliado à preocupação ambiental. Segundo Porto, a média de preço é de R$ 240 por metro quadrado, variando de acordo com os tipos de plantas que serão utilizadas e o número de caixas para adornar a natureza escolhida.

-O incentivo para o uso de telhado verde em nossos projetos vem do resultado de pesquisas que mostram o quanto esta técnica traz benefícios à cidade. Não somente para o edifício, mas também para o meio ambiente. Essa é a maior tendência – opina Porto.

Redução Térmica

Para o especialista do Instituto Cidade Jardim, Sérgio Rocha, este tipo de proteção verde está se consolidando. Além de entregar uma série de benefícios para a residência ou edifício onde é instalado, tem potencial de transformar positivamente bairros e regiões inteiras quando utilizado em escala. Uma laje diretamente exposta ao sol, diz, pode atingir temperaturas maiores que 70ºC, enquanto que à noite a temperatura pode baixar para menos de 15ºC. Já a laje verde, reduz a amplitude dessa variação térmica, passando a oscilar entre 25º e 30ºC.

– Além do conforto térmico, que garante uma melhor eficiência energética e reduz até a utilização de aparelhos como ar-condicionado, os telhados verdes ajudam na redução de enxurradas e enchentes, já que conseguem reter e até reutilizar a água da chuva. Neles é possível plantar alimentos ou usar o espaço como uma área de lazer. Em nossa residência, o utilizamos para eventos e até mesmo para acampar com as crianças – explica Rocha.

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Apertem os cintos……o treinamento sumiu!!!

Alguns afirmam tratar-se do momento econômico de nosso país (e que momento….)…. Outros também afirmam tratar-se da antiga (embora atual…) falta de visão e cultura em treinar seus colaboradores, com a tradicional “fobia” relacionada à perda desta mão de obra treinada para o mercado de trabalho.

Bom, independente de uma ou outra causa (ou justificativa…), o fato é que os promotores de cursos e treinamentos no mercado têm amargado um péssimo início de ano, “superando” ainda as dificuldades naturais que observávamos até o final de 2014.

Particularmente, chamo isto de “falta de visão”!

Falta de visão em enxergar a necessidade de trabalhar a equipe no sentido de reter o conhecimento e aprimorar os seus processos!

Falta de visão também no sentido de motivar o seu colaborador em um momento de recessão quase extrema em que vivemos!

Riscos de perda do colaborador?!?

Diria que o risco será tão maior quanto for a sua falta de cuidados em selecionar perfis e em demonstrar a sua intenção em investir no profissional, assegurando-lhe uma condição de crescimento.

Talvez tenhamos neste último parágrafo um dos grandes “X” da questão, pois as nossas empresas continuam à trabalhar com muito imediatismo, ou seja, na busca “rápida” por profissionais para preencher lacunas e não para, necessariamente, crescer com a empresas.

Daí também a eterna reclamação de vários profissionais que se vêem estagnados e injustiçados em suas posições, muitas das vezes “acorrentados” em alguns contratos da empresa devido ao apreço do Cliente, ou mesmo devido à “terrível e antiquíssima tese” de que “em time que está ganhando, não se mexe!”.

Ora, não existe sucesso eterno!!! Assim como não existe a “falta de necessidade” em aprimorar processos, em capacitar equipes e em inovar.

Em tempos de crise, temos que nos voltar ao principal material ou componente de sucesso em nossas empresas, que são as pessoas em suas diversas posições.

Ao contrário, estamos vendo ou vivendo neste momento a velha tônica do passado, onde observamos o “descarte” para o mercado de importantes profissionais e pilares de empresas de gerenciamento, de manutenção e instalações, meramente por questões de redução de custos, sem que se busque pela melhoria em processos e pela reengenharia interna.

Peço desculpas à aqueles que discordam, mas fazemos hoje, muitas vezes, o que criticamos em nosso governo, pois continua-se à se buscar a imediata redução de custos (síndrome da rainha de copas em Alice no país das maravilhas: Cortem as cabeças!!!), sem tratar de se obter uma visão de médio e longo prazo e sem que se tenha trabalhado com alguns princípios da confiabilidade, a qual requer a discussão de temas e problemas com a participação de profissionais experientes e capacitados.

Será que acordaremos um dia e enxergaremos que a “síndrome da rainha de copas” nos trás apenas resultados imediatos?

Será que, de fato, entenderemos a importância em reter valores,em aprimorar processos e em reter o conhecimento??

Será que entenderemos também a importância de um adequado e focado treinamento para os nossos colaboradores, com o objetivo de capacitá-los parta as mudanças??

Meus caros, a grande e verdadeira resposta está em vocês, ou melhor, na movimentação “cultural” que cada um de nós poderá promover nas respectivas empresas.

Pensem nisso e um bom final de semana!

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Austrália pode usar 100% de energia renovável até 2050

Fonte: Envolverde

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Uma matriz energética composta somente por energia alternativa renovável e de relativo baixo custo – tudo isso aliado a um grande crescimento na economia. O que para muitos pode parecer difícil de acontecer é algo que pode ser atingido até 2050 na Austrália, maior país da Oceania e de condições climáticas bastante semelhantes ao Brasil. As informações estão no estudo Australia can Cut Emissions Deeply and the Cost is Low, encomendado pelo WWF-Austrália em parceria com a Australian National University.

Publicado no dia 23 de abril, o relatório aponta que a queda no custo da redução das emissões permite que a Austrália seja ambiciosa em seus objetivos climáticos e de energias renováveis. O relatório aparece no momento em que o mundo está em processo de divulgação de seus compromissos de redução de emissões de carbono, com vistas à 21a Conferência- Quadro das Nações Unidas sobre a mudança do clima (COP-21), em Paris, no final do ano.

Um dos exemplos citados na publicação é a queda no custo das usinas de energia solar em grande escala. Segundo o estudo, o valor praticado hoje corresponde à metade do que o governo australiano estimava para o ano de 2030. Além disso, os principais cenários divulgados mostram que a economia do país vai crescer para cerca de duas vezes e meia o seu tamanho atual em 2050, enquanto as emissões são reduzidas drasticamente abaixo dos níveis atuais.

“A Austrália pode atingir zero emissões líquidas recorrendo à eficiência energética, à mudança para um sistema elétrico de zero emissões de carbono, à troca do uso direto de combustíveis fósseis para energia elétrica descarbonizada e à melhoria os processos industriais”, disse o autor do relatório, Professor Frank Jotzo, acrescentando que “a abundância de recursos renováveis” da Austrália significa que ela é “um dos países mais bem colocados no mundo para se mudar para um fornecimento de energia elétrica totalmente renovável.”

Assim como o Brasil, a Austrália é um país de grande extensão territorial, localizado na parte sul do hemisfério, com grande incidência solar e com área de alta presença de ventos, o que favorece a geração de energia por alternativas renováveis.

Além dos ganhos ambientais, o relatório elencou outros benefícios significativos para o corte de emissões, como a redução da poluição do ar, melhoria dos resultados na área da saúde e aumento da segurança energética em alguns casos.

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A equivalência entre a certificação LEED e o Selo Procel Edificações

Fonte: Revista Lumière Electric

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O alcance da certificação internacional LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), uma das certificações ambientais de edifícios mais utilizadas em todo o mundo, tornou-se mais fácil e rentável para projetos de edifícios no Brasil. Os projetos no Brasil reconhecidos pelo Selo Procel de Economia de Energia em Edificações (Selo Procel Edificações) da Eletrobras não precisam mais adquirir outro modelo de energia para atingir um dos pré-requisitos LEED.

Reportagem da revista Lumière Electric informa que desde novembro de 2014 o Comitê Diretivo do LEED aprovou um Alternative Compliance Path (ACP) para comprovação do segundo pré-requisito de Energia e Atmosfera do LEED – EAp2, que trata do desempenho energético mínimo no sistema de classificação LEED BD & C de 2009. O novo ACP permite que projetos no Brasil utilizem o Selo Procel Edificações para demonstrar a conformidade com as exigências do pré-requisito do LEED 2009.

O Selo Procel Edificações é concedido aos imóveis que têm demonstrado cumprir os mais altos níveis de eficiência energética (classificação AAA) em três categorias – Iluminação, Envoltória e HVAC. Para receber o selo, um edifício deve demonstrar uma redução significativa da energia de todas as três fontes, quando comparado a um edifício convencional.

A matéria destaca que a importância dessa conquista é resultado do trabalho desenvolvido em parceria pelo Green Building Council Brasil, o Centro Brasileiro de Eficiência Energética em Edificações e a Eletrobras, e pode ser medida pelo reconhecimento internacional do recém-lançado Selo Procel Edificações. “Essa interação entre as certificações é uma verdadeira situação de ganha-ganha para todos”, diz Fernando Perrone, do Departamento de Projetos de Eficiência Energética da Eletrobras.

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Revista Lumiere Eletric_MARÇO 2015.pdf
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Setor industrial só fica com 2,7% do investimento em eficiência energética

Fonte: Brasil Energia

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O setor industrial, que responde por cerca de 40% do consumo nacional de energia elétrica, somou apenas 46 projetos cadastrados pelo programa de eficiência energética da Aneel, entre 2008 e 2014. O volume de investimento nos projetos voltados para as indústrias chegou a R$ 107,3 milhões, o que representou apenas 2,7% dos R$ 4,045 bilhões aplicados no período.

O desenvolvimento desses projetos no setor industrial enviados à Aneel até dezembro do ano passado representou uma economia de 140,88 GWh/ano, com uma demanda retirada de ponta de somente 9,32 MW. Num momento de escassez energética, os números mostram que o foco do programa precisa mudar.

“A concentração dos recursos nos segmento de baixa renda e do poder público distorce um programa positivo para a eficiência energética”, comenta Rodrigo Aguiar, presidente da Abesco, defendendo um foco maior nos segmentos industrial e comercial.

Pelas regras atuais, 60% dos investimentos – que totalizam 0,5% da receita operacional líquida das distribuidoras – são direcionados para ações para o segmento de baixa renda, que responde por somente 5% do consumo do país.

Entre 2008 e 2014, a Aneel somou 391 projetos para baixa renda que receberam um investimento total de R$ 2,43 bilhões; ou seja, 60,2% dos recursos totais, pouco acima até do que estabelece a legislação. Resultado: um economia de 2.153,36 GWh/ano, com 802,77 MW de demanda retirada da ponta.

Na distribuição dos recursos do programa de eficiência energética, o setor industrial também perdeu de longe para outros segmentos. Entre eles o poder público, com 383 projetos, que ficou com 12,5% do volume investido; o residencial, com 9,7%, e 85 projetos; o educacional, com 3,5%, e 65 projetos; e o de serviços públicos, com 3,3%, e 129 projetos.

“O programa tem hoje um viés político muito pesado”, destaca Aguiar, acrescentando que o setor industrial tem um grande potencial para o desenvolvimento de projetos de eficiência energética. Alguns caminhos têm sido buscados para tentar distribuir melhor os recursos.

Uma regulamentação da Aneel de julho de 2013 tornou obrigatória a destinação de 50%, no mínimo, dos recursos não vinculados por lei para os setores industrial e comercial, os dois de maior consumo. Por ser ainda muito recente, a medida vai levar um pouco mais de tempo para mostrar seus reflexos.

Costurada já há algum tempo pelo setor industrial e de grandes consumidores, outra solução busca enquadrar os investimentos em eficiência energética na rubrica operação. A ideia, capitaneada pela CNI e Abrace, está na fase de modelação do negócio.

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Certificações no Brasil – Revista Construção e Mercado – Fevereiro 2015

Eu gostaria ainda de acrescentar um comentário meu à matéria divulgada pela Revista Construção e Mercado em Fevereiro deste ano, na qual aborda os impactos positivos trazidos pelo processo de certificação sustentável no Brasil.

De fato, não se pode deixar de enaltecer a introdução de novas técnicas de projeto em AVAC-R, em hidráulica e controles com o crescimento observado em processos de certificação sustentável no Brasil entre 2008 e início de 2014, haja vista a redução também observada em nosso mercado de construção nestes últimos 12 meses. O mesmo pode ser dito em relação a introdução de expressões e conceitos sobre comissionamento para edificações novas e em uso (neste caso o recomissionamento e o retro-comissionamento).

No entanto, deixo aqui duas questões que não devem ser ignoradas:

  • Ainda observamos sim uma visão mais comercial sobre os aspectos e objetivos de uma certificação, razão pela qual não se verifica a propagação desta visão inicial durante as fases de ocupação e uso destes novos edifícios ou de edifícios renovados (retrofits)
  • A falta de conscientização e de capacitação de nossas equipes de Operação e Manutenção em grandes edifícios, promovendo em muitos casos a perda de todo o viés de sustentabilidade vislumbrado ainda nas etapas de concepção e construção

Enfim, acho que mais do que comemorarmos a posição do Brasil entre os países com um maior número de projetos certificados ou em processo de certificação, precisaremos também nos preocupar com o futuro próximo destas edificações, apenas lembrando que algo em torno de 70 à 80% dos custos em um Ciclo de Vida de um empreendimento “residem” nas etapas de ocupação e uso da edificação.

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Fonte: Procel Info

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Apesar de críticas sobre uso de certificações como instrumento de marketing, adoção de conceitos ambientalmente amigáveis para construção e operação de edifícios tem aumentado

O crescimento do mercado de edifícios verdes tem crescido de forma constante no Brasil. No final de 2014, haviam no país 931 edificações com pedidos para obter a certificação Leadership in Energy and Environmental Design (Leed). Esses números colocam o Brasil na quarta colocação entre os 140 países que mais possuem edifícios com certificações Leed, ficando atrás somente dos Estados Unidos, Emirados Árabes e China. Entretanto, o que seria uma boa notícia, a preocupação com a sustentabilidade e a eficiência energética nas novas edificações, recebe críticas de alguns integrantes do mercado imobiliário. É o que mostra a reportagem “Foco Ambiental” publicada na edição de fevereiro da Revista Construção e Mercado.

O texto faz um questionamento se a estratégia das construtoras visa apenas a sustentabilidade ou o marketing. Para o professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP),Vanderley John, o pedido de certificação é um conhecido esquema de turbinar valor de prédio vendido na planta, já que a certificação fica apenas na propaganda.

O professor também aponta que a falta de capacitação técnica e os custos elevados para se obter a certificação são empecilhos para um crescimento ainda maior do mercado de construções sustentáveis. Porém, John vê com otimismo a forma com que empresas e pessoas têm incluído termos de sustentabilidade na agenda e no projeto dos edifícios, principalmente com a implementação da norma NBR 15.57 e a difusão de outras certificações como selo do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) Edificações.

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Revista Construção e Mercado _ FEVEREIRO 2015.pdf

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Filtros em dia asseguram a qualidade no ar

Além da importantíssima questão relacionada à Qualidade do Ar que respiramos em nossos escritórios / ambientes de trabalho e até mesmo em nossas residências, torna-se também importante destacar que a saturação dos filtros de ar em um condicionador poderá causar impacto direto sobre o seu desempenho, dependendo deste mesmo nível de saturação.

O adequado e eficaz condicionamento de um ambiente dependerá de alguns fatores relacionados ao projeto e instalação, entre eles:

  • A vazão do ar insuflado no ambiente (razão pela qual a saturação do filtro poderá causar impacto no desempenho do sistema)
  • A temperatura do ar insuflado
  • A distribuição do ar no ambiente
  • A inexistência de obstruções no fluxo do ar, tanto em seu insuflamento, quanto em seu retorno ao condicionador

Por esta razão, a adequada manutenção do equipamento e de sua instalação como um todo  auxiliará em assegurar o seu desempenho.

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Fonte: ASBRAV

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Conselheiro técnico da Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação (ASBRAV), César Augusto De Santi palestrou em Santa Catarina e explicou a importância dos filtros.

Manter os filtros do sistema de climatização em perfeito estado ajuda que a qualidade do ar ambiente permaneça saudável. Este foi um dos destaques dados pelo conselheiro técnico da Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação (ASBRAV), César Augusto De Santi, em palestra realizada em Santa Catarina na segunda-feira (16/03).

– Um usuário de sistemas de climatização deve solicitar o auxílio de uma empresa habilitada e de um fabricante de filtros confiável para verificar qual o filtro mais indicado. As principais informações que devem ser pedidas são referentes à marca dos fabricantes, o modelo do filtro, a classe e a vazão de ar de trabalho, entre outras – relata César Augusto De Santi.

O evento, promovido pela Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação (ASBRAV), contou com a presença de mais de 100 pessoas no SENAI de São José, SC. A capacitação falou também sobre os mecanismos de retenção de partículas sólidas e gasosas.

– Os filtros bactericidas têm, em média, uma vida útil de seis meses. Sua aplicação na manta filtrante não é uniforme, o que afeta a eficiência do filtro. Com isto, as partículas de sujeira vão se acumulando sobre a manta criando um bolo, que impede o contato de bactérias com o gel bactericida – salienta.

Segundo o especialista, a bactéria, em contato com o gel bactericida, sofre degradação gerando uma espécie de componente gasoso chamado endotoxina que é altamente nocivo. Ele afirma que o correto é utilizar filtros que tenham seus elementos filtrantes antimicrobianos, ou seja, não estimulam culturas de bactérias ou vírus, pois os materiais não apresentam meio favorável para tal.

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Energia Eficiente – Tema da Revista Arquitetura & Construção – Março 2015

Fonte: Procel Info

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Em tempos de contenção, usar a eletricidade de forma inteligente constitui o primeiro passo para evitar apagões. Reportagem da revista Arquitetura & Construção destaca os produtos, soluções e atitudes que fazem grande diferença na conta de luz

A edição de março da revista Arquitetura & Construção traz uma reportagem sobre medidas que devem ser adotadas para se conseguir uma utilização mais racional da energia elétrica. Atitudes como a substituição das instalações elétricas, adequando a rede à demanda, abrir e fechar rapidamente a geladeira para evitar a troca de calor com o ambiente, chuveiro elétrico com a seleção de temperatura correta estão entre as medidas que ajudam a economizar energia.

Outro ponto destacado pela reportagem é a substituição de equipamentos obsoletos, como lâmpadas e ar condicionado por outros mais modernos, eficientes e certificados pelo Selo Procel. Investimentos em automação residencial começam a ficar mais acessíveis e contribuem bastante para a redução do valor da conta de luz.

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Revista Arquitetura e Construção_Março 2015.pdf

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Sai falta de mão de obra, entra falta de demanda

Fonte: Engenharia Compartilhada

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Entre 2008 e 2013, construção civil procurou enfrentar o dilema da escassez de profissionais para atuar no canteiro de obra. Agora, cenário inverte

Massa Cinzenta

Induzido pelos números recentes da economia, o discurso dos empresários ligados à cadeia produtiva da construção civil brasileira mudou. Se antes pregava a busca de mão de obra qualificada para atender as vagas em aberto, atualmente a demanda é por obras. “Não podemos nos acomodar com o crescimento quase zero do PIB. A situação é grave, e se o governo não reagir, estimulando setores que impulsionam o desenvolvimento como o da construção, ela pode se agravar mais ainda”, afirma o presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto.

O dirigente reverbera opiniões de vários segmentos, além de cobrar o pagamento de obras atrasadas e o lançamento de empreendimentos prometidos – tanto no âmbito federal quanto estadual e municipal. “Os governos precisam acabar com os atrasos dos pagamentos das obras de infraestrutura e habitação popular, colocar em dia os cronogramas de execução que foram adiados e retomar a concessão de financiamentos. O mesmo vale para o programa Minha Casa Minha Vida, que ainda não iniciou a contratação das prometidas 350 mil unidades habitacionais da fase 2 nem iniciou a fase 3”, reitera.

O vice-presidente de economia do SindusCon-SP, Eduardo Zaidan, avalia que a retomada das obras passa por concessões de obras públicas e PPPs (Parcerias Público-Privadas) desde que ofereçam contratos atrativos e segurança jurídica, além de procedimentos que estimulem a economia. “Precisamos destravar tudo o que bloqueia o aumento da produtividade, como o excesso de burocracia em aprovações de empreendimentos imobiliários, dificuldades nos registros de imóveis e falta de flexibilidade na legislação trabalhista”, opina. 

Queda nos insumos

A constatação de que “mão de obra” foi substituída por “demanda por obras” se confirma nos dados recentemente apresentados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No estudo “Construção civil: desempenho e perspectivas” detecta-se queda de 5,73% no volume de insumos, como cimento, areia, pedra brita e blocos, impactados, obviamente, pela baixa contratação de fundações e de estruturas. Para 2015, estima a análise, essa queda tende a se acentuar. Porém, a FGV vê crescimento nos insumos que envolvem a etapa do acabamento, haja vista que existem muitos empreendimentos iniciados em 2013, e que deverão ser entregues no primeiro semestre de 2015.

Obviamente, os reflexos da menor contratação de obras impactam no emprego. De acordo com os números levantados pela FGV, somando todos os segmentos, a redução de vagas na construção civil será de 6,47%. A maior queda, aponta o estudo, ficará com a infraestrutura, que deverá contratar 14,09% a menos, seguido do setor imobiliário, que tende a cair 7%. “Os dados que apontam queda nos setores imobiliários e de infraestrutura deixam evidentes que a preocupação futura dos empresários passou a ser a falta de demanda, superando os problemas com falta de mão de obra”, atesta Ana Maria Castelo, coordenadora de projetos da construção da FGV.

Confira a íntegra do estudo da FGV

http://www.sindusconsp.com.br/envios/2015/docs/conjuntura_1002.pdf

Entrevistados

Presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto; vice-presidente de economia do SindusCon-SP, Eduardo Zaidan e coordenadora de projetos da construção da FGV, Ana Maria Castelo

Contato: sindusconsp@sindusconsp.com.br

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Consumo de energia elétrica diminui no 1º trimestre, afirma ministro

Fonte: Folha de S. Paulo Online

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O ministro Eduardo Braga (Minas e Energia) afirmou nesta quarta-feira (8) que foi registrada queda de 1,8% no consumo de energia eletrica no primeiro trimestre deste ano frente ao mesmo periodo do ano passado.

De acordo com o titular da pasta, esse indicador mostra empenho da populacao em reduzir excessos.

“A populacao esta compreendendo como fazer melhor uso da energia. A combater o desperdicio”, disse.

Durante sua explicacao, Braga nao comentou o peso do tarifaco sobre essa reducao no consumo.

Em fevereiro deste ano, a Aneel aprovou aumentos extraordinarios que, combinados com a aplicacao da bandeira tarifaria vermelha, chegaram a 48%.

A reducao da demanda por energia se faz necessaria no Brasil diante do baixo nivel de chuvas e dificuldade de recuperacao do nivel dos reservatorios das usinas hidreletricas.

A situacao levou o governo a ligar todas as usinas termeletricas. A medida ajuda a fortalecer a capacidade de geracao, mas tambem causa aumento de precos no setor.

Nesse sentido tambem, o governo federal, a Aneel (Agencia Nacional de Energia Eletrica) e as distribuidoras de energia acabaram por lancar campanhas pela conscientizacao do consumidor e pelo consumo consciente.

RISCO

O ministro, que participa nesta manha da Comissao de Servicos de Infraestrutura no Senado Federal, tambem antecipou a nova previsao para risco de desabastecimento no setor eletrico neste ano.

O numero e recalculado e divulgado mensalmente, apos reuniao do CMSE (Conselho de Monitoramento do Setor Eletrico), que ocorrera na tarde desta quarta-feira.

O novo dado indica que o rico de desabastecimento caiu para as regioes Sudeste/Centro-Oeste. Em marco a estimativa era de um risco de 6,1%. Refeitos os calculos neste mes de abril, o percentual baixou para 4,9%.

O valor esta agora dentro da margem de seguranca estabelecida, que preve manutencao desse risco em ate 5%.

Para a regiao Nordeste, por outro lado, o risco permaneceu inalterado entre os meses, em 1,2%.

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