Aneel quer agilizar licença ambiental para PCHs

Fonte: DCI São Paulo

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) trabalha para unificar os procedimentos de licenciamento ambiental das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs). A intenção é agilizar o processo para diminuir os atrasos em obras desse tipo de usina.

Segundo o diretor da Aneel, André Pepitone, o licenciamento ambiental das PCHs é feito em âmbito estadual o que atrasa a obtenção dos certificados necessários para a construção das usinas.

“Atualmente, o processo de licenciamento ambiental das PCHs entra na fila junto com qualquer outro empreendimento que esteja solicitando licença para entrar em operação. Isso atrasou demais as liberações das PCHs”, afirmou o diretor da Aneel na última quinta-feira após a realização do Leilão de energia A-5.

A situação das PCHs é preocupante. Conforme levantamento da Aneel, 81,1% das obras das novas usinas previstas para entrar em operação até 2020 ainda não foram iniciadas ou estão paralisadas.

Para o presidente da Trade Energy, Walfrido Ávila, as PCHs são muito importantes para a matriz brasileira porque geram energia próximo a fonte de consumo o que diminui o custo de transmissão. Além disso, elas estimulam a indústria.

“As usinas de pequeno porte são feitas 100% com material produzido no Brasil, com 100% de mão de obra brasileira. Construir PCHs é vantajoso do ponto de vista ambiental, energético e estimula a economia nacional”, afirmou o presidente da Trade Energy.

No leilão A-5 foram contratados 8 novos projetos PCHs com potência total somada de 509 megawatts (MW). Além das PCHs também foi contratada no leilão a Usina Hidrelétrica de Itaocara com potência de 150 MW e a expansão de outra usina no Paraná. O preço médio da energia para fonte hídrica foi de R$ 183,66, ante um preço teto de R$ 201,00.

Além das hídricas também foi negociado uma térmica de base a gás no Sergipe com capacidade de geração de 1,5 mil MW e outras três térmicas com capacidade de 111 MW.

Racionamento

O presidente da Empresa de Pesquisas Energéticas (EPE), Mauricio Tolmasquim afirmou após o leilão que não existe chance de racionamento para esse ano. “A entrada de novas usinas de outras fontes será suficiente para suprir a menor geração hídrica”, afirmou.

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Supermercado estima economizar 12% de energia

Fonte: Revista Infra

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Unidade da rede Coop adota ADAP-KOOL®, solução de controladores exclusiva da Danfoss

Fundada em 1954, a Coop é a maior cooperativa de consumo da América Latina e atualmente figura na 13ª posição do ranking nacional de supermercados da ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados). Com faturamento bruto de R$ 1,967 bilhão registrado em 2013, a Cooperativa emprega mais de 5,8 mil colaboradores diretos e possui 21 unidades no Grande ABC, três em São José dos Campos, duas em Sorocaba, uma em Piracicaba e uma em Tatuí, além de três postos de combustíveis e cinco drogarias.

No ano em que completa 60 anos, a Coop dá um grande salto visando atender à crescente demanda de consumo nas próximas décadas ao investir R$ 6 milhões em um projeto de revitalização de sua unidade em Diadema, uma das mais lucrativas e com maior potencial de crescimento da rede.

A reforma, que inclui tanto retrofit quanto ampliação de área de vendas, contempla prioritariamente as áreas de câmaras frias e preparação de perecíveis, ampliada em 300 m², para receber modernos equipamentos de refrigeração, transporte e conservação dos produtos. Iniciada em agosto e com previsão de entrega no começo de 2015, a obra de melhorias incorporou também a substituição da iluminação por lâmpadas de LED.

A Danfoss foi responsável pelo fornecimento e instalação de um conjunto de controladores para automatização dos sistemas de refrigeração e ar condicionado da loja, entre os quais os racks de refrigeração, os condensadores, as câmaras frias, os balcões refrigerados e as áreas de preparo, além do sistema de climatização.

Essa linha de controladores é chamada de ADAP-KOOL®, desenvolvida especificamente para o setor de supermercados, padarias e conveniências, que busca atingir a eficiência máxima do sistema de refrigeração, ar condicionado e iluminação e, com isso, reduzir o consumo de energia, diminuir custos de manutenção e mitigar perdas.

De acordo com Marco Antonio Feresin, Gerente de Manutenção da Coop, a expectativa é de que a economia de energia chegue a 12% com a introdução dos componentes. “Interligamos todas as áreas de refrigeração num sistema central, que nos permite ter o controle absoluto da temperatura de todas as estações de frio individualmente”, destaca Feresin.

Foram instaladas na unidade Diadema da Coop as seguintes soluções: AK-SM 880, um gerenciador que fornece informações de forma remota via PC ou APP da planta; AK-XM, que são módulos de entradas e saídas que podem controlar uma variedade de pontos em uma loja, entre eles iluminação, ar-condicionado e abertura de portas das câmaras frias; e AK-CC, responsáveis por controlar balcões frigoríficos, câmaras frias e geladeiras.

O engenheiro da Coop acrescenta que a meta é manter o volume de despesa e controlar o consumo de energia, mesmo triplicando as áreas de câmaras frias e preparos e com um acréscimo de 17% na área de vendas. “Passaremos de 73m para 98m lineares de gabinetes refrigerados, de 113m2 para 165m2 nas áreas de câmara de refrigeradas, de 70m para 88m lineares de ilhas congeladas, de 32m2 para 88m2 nas áreas de câmaras congeladas além de inserirmos 210m2 de áreas climatizadas de preparos. Com um incremento deste tamanho, o controle torna-se necessário, sobretudo uma vez que a energia representa algo em torno de 8,5% do custo de funcionamento de uma loja, excluindo o “custo de pessoal”.

Se por um lado a tecnologia implementada pela Danfoss ajudará a Cooperativa a otimizar e maximizar recursos, por outro ela garante melhor qualidade de frio e melhor sensação térmica para clientes e funcionários da loja. “Não temos um estudo preciso de payback, mas certamente trata-se de um investimento cujo retorno se dará em pouco tempo. Basta mencionar que a loja de Diadema passa a ser um modelo para as próximas reformas que iremos fazer nas demais unidades da rede”, finaliza Feresin.

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Ministério do Meio Ambiente e Abesco oferecem curso gratuito sobre etiquetagem energética de edificações

Fonte: PROCEL Info

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A partir de 2020 todos os edifícios públicos federais, inclusive os alugados, deverão ter o selo do Procel, a etiqueta PBE Edifica. Segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA), ao todo são 28 mil empreendimentos que deverão ter no mínimo classificação B (ranking de consumo de energia, sendo a etiqueta A mais eficiente e a E menos eficiente). Justamente por isso, o MMA, em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco) e com o Programa das Nações Unidas para o desenvolvimento (PNUD), promove o curso gratuito sobre etiquetagem de eficiência energética. A oficina é voltada aos especialistas do setor privado e será realizada no dia 12 de maio das 14h30 às 18h30 no Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Rua Dona Veridiana, 55 – Santa Cecília São Paulo/SP).

“Esse é um mercado muito amplo e precisa estar preparado para o aumento da demanda, por isso esse curso de capacitação é tão importante. Os participantes terão a oportunidade de conhecer todos os requisitos necessários para solicitar e obter a PBE Edifica. Sem contar que esse é mais um passo em direção à segurança energética do nosso País, hoje as edificações são responsáveis por consumir 50% da energia disponível no Brasil”, explica o presidente da Abesco, Rodrigo Aguiar.

O curso tem duração de quatro horas e tem como conteúdo programático o histórico do processo; a introdução e contextualização da etiquetagem e eficiência energética; a legislação e os impactos da etiquetagem nos processos licitatórios de projetos e obras; os cálculos das etiquetas com o uso da ferramenta webprescritivo; exemplos de análise de custo benefício, além de exercício prático para o cálculo da etiqueta.

Serviço:

Curso sobre Etiquetagem Energética de Edificações segundo o PBE Edifica

Data: 12 de maio

Horário: 14h30 às 18h30

Local: Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo

Endereço: Rua Dona Veridiana, 55 – Santa Cecília São Paulo/SP

Inscrições: eemudancadoclima@mma.gov.br ou (61) 2028-2280/ 2245/ 2598

*Os participantes deverão levar notebook

*Com informações da assessoria de imprensa da Abesco

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Alckmin diz que aumento na conta da água é “correto”

Fonte: Estado de Minas

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Sao Paulo, 07 – O governador Geraldo Alckmin (PSDB) considerou “correta” a decisao da Agencia Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de Sao Paulo (Arsesp) de autorizar o reajuste de 15,2% na conta de agua. “Nos achamos que e o correto”, disse durante evento no Palacio dos Bandeirantes. “A agencia verificou todos os indicadores, como aumento do custo, especialmente a energia eletrica, e queda da producao, e estabeleceu o valor.”

Alckmin afirmou que os principais investimentos para combater a crise nao serao afetados. Um dia antes, o presidente da Sabesp, Jerson Kelman, disse que atrasos serao consequencia do reajuste abaixo do esperado, que era de 22,7%.

As informacoes sao do jornal

O Estado de S. Paulo.

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Conheça alguns dos rios que foram enterrados com a urbanização de SP

Fonte: Folha de SP Online

Por: Guilherme Magalhães

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Na cidade de Sao Paulo, nao importa o local, ninguem esta a mais de 300 metros de distancia de um curso dagua, afirma o geografo Luiz de Campos Junior. A frase pode soar estranha em uma metropole acostumada com a selva de asfalto e concreto que deixa pouco espaco para seus rios, corregos e riachos correrem a ceu aberto.

Mas eles estao la, no subterraneo, correndo em galerias apos serem tamponados.

A Prefeitura de Sao Paulo tem, mapeados e nomeados, 280 cursos dagua. Esse numero, porem, e muito maior, diz Campos, um dos fundadores da iniciativa Rios e Ruas, que desde 2010 mapeia os rios e corregos subterraneos da capital paulista.

O grupo trabalha com uma estimativa de 300 a 500 cursos dagua escondidos sob ruas e avenidas. Juntos, eles somariam cerca de 3.000 quilometros de extensao, outro numero que tambem pode ser maior que a estimativa.

Editoria de Arte/Folhapress

DEDO DO HOMEM

Intervencoes humanas na natureza dos rios da capital existem desde pelo menos o seculo 19, quando ja se poluia o rio Tamanduatei, que nasce na serra do Mar e percorre a zona leste de Sao Paulo.

Em 1894, teve inicio a discussao do projeto de retificacao do curso do rio, cuja obra seria concluida em 1916. Foi o primeiro dos grandes rios da capital paulista a ser canalizado para escoar o esgoto dos bairros localizados proximos a ele.

A partir dos anos 1920, ganham forca os projetos de canalizacao e retificacao dos rios paulistanos. As obras no rio Pinheiros tem inicio em 1928, seguindo ate meados dos anos 1950. Dez anos mais tarde, e a vez do rio Tiete, que so na decada de 1970 ganharia a “cara” que tem hoje.

O momento coincide com a popularizacao do automovel como meio de transporte da classe media paulistana, que precisava de vias para melhorar o acesso as partes mais remotas da cidade. A capital paulista estava em franca expansao e “engolia” municipios vizinhos, como Santo Amaro.

TRATAMENTO

“Tem que pensar em como nao sujar a agua. A gente teve uma politica que enterrou completamente os rios. Em vez de cuidar, enterrou tudo para o povo nao poder usar”, afirma o geografo Campos Junior. “Mesmo com os visiveis as pessoas nao tem contato, nao chegam perto.”

O ideal, segundo ele, seria um tratamento que preserve o curso dagua a ceu aberto e que mantenha alguma sinuosidade do rio. “A pior maneira de canalizar um rio e o tamponamento.” Esse processo cria uma galeria ou tubulacao enterrada que recebe, junto com a agua da chuva, toda a sujeita das ruas e ate ligacoes de esgoto. “Tudo isso ocorre sem que possamos ver ou ter contato com a condicao do rio”, diz Campos.

Em tempos de crise hidrica, esse contato e fundamental. Pensando nisso, o Rios e Ruas montou, em parceria com outros grupos ligados a defesa dos rios, um programa piloto que vai analisar a agua de dez nascentes nas zonas norte e oeste da capital paulista.

Dois criterios serao observados: a nascente precisa manter um fluxo constante de agua e ser acessivel a populacao.

Apos o teste, os locais serao sinalizados para que os moradores conhecam os possiveis usos para a agua daquela nascente. Se a iniciativa der certo, a ideia e expandir o programa para outras nascentes da cidade.

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Norma para reformas em prédios completa 1 ano

Fonte: Revista Infra

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CAU/SP celebra avanços e considera presença de arquiteto fundamental em projeto de reforma

O desabamento de um prédio comercial no centro do Rio de Janeiro, em 2012, provocado por uma reforma irregular em um dos andares do edifício, fazendo 11 vítimas entre mortos e feridos, impulsionou a criação de uma Norma estabelecendo responsabilidades e determinações que devem ser seguidas para a execução de obras e reformas em condomínios comerciais e residenciais. Publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), a NBR 16.280 completou um ano este mês (18 de abril). Uma das diretrizes é que toda obra que envolva alterações e comprometimento da edificação ou do entorno esteja sujeita à análise da construtora ou incorporadora e do projetista.

“A presença de um arquiteto é fundamental para se elaborar um projeto de reforma, pois ele está habilitado para analisar o comportamento da estrutura, das vedações, das instalações prediais e diagnosticar as alterações a serem feitas, de modo a não interferir na estabilidade e na segurança da edificação. O acidente do Rio é o melhor exemplo do que a falta de um profissional capacitado pode ocasionar, tirando a vida de pessoas, além do prejuízo material. Por isso a importância de alguém realmente habilitado para gerenciar e conduzir obras em condomínios”, explica Gilberto Belleza, presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo (CAU/SP).

Fora o reconhecimento à atividade profissional, Belleza comemora especialmente o fato de essa ter sido uma norma que “pegou”. “No Brasil existem leis que pegam e leis que não pegam. Da mesma maneira, existem normas que pegam e as que não pegam. Essa norma pegou”, diz o presidente do CAU/SP. Reflexo disso é o aumento considerável no recolhimento de RRTs (Registro de Responsabilidade Técnica) neste primeiro ano. “A sociedade não quer assumir essa responsabilidade sem um profissional capacitado. Os síndicos dos condomínios reconheceram a importância de ter um profissional e cobram de qualquer obra o devido recolhimento do RRT ou da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica)”, conclui Belleza.​

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Comentário deste blogueiro

Mais do que a euforia inicial quanto às “leis que pegam”, há de se prestar a atenção para a forma com a qual “elas pegam”…

Infelizmente, ainda nos deparamos muito com profissionais, sejam eles arquitetos ou engenheiros, que recolhem RRTs ou ARTs “para o inglês ver“, ou seja, sem que estejam efetivamente acompanhando as etapas de projeto e obra ou instalação.

Este “velho e ainda muuiiito atual jeitinho brasileiro” continua à pautar o dia à dia em busca de aprovações, em busca do atendimento às exigências legais e normativas…

Não podemos lançar um “olhar míope” sobre estas situações, pois em “tempo de saneamento no país” (refiro-me ao momento em que vivemos com os escândalos), precisamos também promover a eliminação deste termo “jeitinho brasileiro” em todos os campos de atuação profissional.

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Integration: Lighting and HVAC systems

Fonte: Consulting – Specifying Engineer

Autor: Chris Rush, Arup, New York City

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By considering the first principles of radiative energy, engineers can determine how to balance daylight, electric light, and HVAC systems, particularly considering various options for daylight control and the advent of LEDs.

Learning objectives:

  • Understand key principles that affect the integration of lighting and HVAC systems.
  • Understand the effects of and design strategies for daylighting with regard to lighting and HVAC considerations.
  • Understand the ways in which electric lighting impacts interior HVAC internal heat gains,and the impacts of LED lighting.

What is the most fundamental connection between lighting and HVAC? Daylight and the sun both impact lighting and HVAC. Both require the support of electrical systems for power. But the physics of radiation could be considered the most fundamental link between lighting and HVAC,and of intrinsic importance for building integration possibilities.

Most building occupants probably would link lighting (vision) and sound (hearing), rather than making an obvious connection between lighting and HVAC-where temperature and humidity would be linked to our skin’s sense of touch. Most people do not easily connect lighting and HVAC, partly because temperature and humidity are more intuitive concepts to us than are sound and light, which seem more abstract.

It’s when balancing or coordinating both the lighting and thermal environments of a building design that the importance of radiative energy transfer is more obvious. Both the lighting designer and the mechanical engineer for any building project are accounting for radiative energy transfer in their designs, but the importance of the synergies between the two are not always apparent.

Figure 1: At Abu Dhabi Investment Council Headquarters, the triangulated panels are motorized, retracting to allow larger openings when daylight conditions become appropriate, or flattening to lessen apertures and shade from both glare and heat gain in th

With visible light, radiation is essentially the only method of energy transfer in light generation,reflection, absorption, and our perception. Visible light and infrared radiation operate on relatively similar scales of wavelength and frequency compared to sound or other radiated energy categories. It’s somewhat incidental that our eyes perceive wavelengths near 550 nanometers as visible light, but not ultraviolet (UV) wavelengths shorter than 400 nm or infrared wavelengths longer than 700 nm. But in considering design integration and synergies of lighting and HVAC,radiation at multiple wavelengths must be a paramount consideration. Thermodynamics and the thermal environment involve more than just radiative considerations; they also involve convection and conduction. However, those have very little to do with lighting in basic principle and are outside the scope of this article.

The sun’s radiation is clearly important to us on Earth-providing the light that we see arriving on the ground, and the heat that we sense on our skin (as well as UV radiation, which we recognize when we’re exposed for too long). So whatever you call it-natural light, daylight, or solar heat gain-solar radiation is a clear priority for both lighting and HVAC design.

Also, electrically energized light sources (or artificial light sources, electric light sources, or simply”lights”) emit light by radiative transfer, and have historically emitted most of their waste heat by radiative transfer in the same manner and direction as their light output.

Daylight

Before electric lighting or control systems, daylight was the chief integration opportunity for the design process and a successful outcome of HVAC and lighting. Consider that daylight includes directional sunlight, diffused sky and cloud illumination, and at the same time the visible, infrared,and UV components from these sun and sky sources. For the best potential results, daylighting must be considered very early in the design process for any building.

The direct sun primarily impacts glare and thermal comfort, while the diffuse sky primarily impacts useful natural illumination and some additional infrared radiation. The windows and glazing systems that are so important to occupant enjoyment, and provide daylight inside to offset electric light source use, also admit solar heat into buildings. With more attention paid to well-insulated and airtight building envelopes, the heat of the sun radiating onto a building has a greater chance to accumulate and overheat a building-or to cause notable loads that the building cooling system must offset, with resulting energy use.

So maximum possible daylight is not a win-win solution. Daylight within the limits of useful interior quantities is a partial “win,” allowing us to turn off or dim electric lights and reduce some internal heat gains from those lights. But every hour of the year that indoor daylight exceeds occupant lighting needs, there is a risk for solar heat gain greater than needed, and HVAC energy spent in cooling the building more than needed.

So how do we maximize the daylight for the sake of electric light savings (and occupant appreciation, happiness, enhanced productivity, sleep-wake cycles, property value, merchandise sales rate, etc.), while also minimizing the problematic side effects? In addition to solar heat gain associated with daylight and glazing, there’s a fine line between allowing appropriate amounts of daylight and minimizing hours that occupants close blinds for glare. At first, one may begin to think that shading from glare is probably simultaneously shading from excess heat gain, but this is not necessarily the case.

For glare sources, people are most sensitive to brightness directly in the center of their line of sight, as indicated by the use of the Guth position index in many glare analysis metrics (such as CIE 117). Additionally, research ongoing since 2006 related to a relatively new metric called daylight glare probability shows that the illuminance received at one’s eye particularly affects a person’s perception of glare. And the light sources most significantly impacting illuminance atone’s eye are those sources central to one’s line of sight. So for glare, the sun at the horizon is often the most problematic.

Considering solar heat gain instead of glare, the sun at the horizon is typically not a problem during morning and evening hours. Correlating solar heat gain to external temperature, the most important times to shade a building from the sun are most likely the times that outdoor temperature is high-also the same midday hours that the sun is high in the sky. People are much less sensitive to glare from sources high above their line of sight. Also, sun high in the sky is less likely to reach more than a few workstations that might be intentionally close to the façade.

So the higher the sun gets in the sky, the more important it is to shade the building from solar heat gain. The lower the sun is in the sky, the more important it is to shade the windows from potential glare-to give a chance that window blinds stay open and useful light can get through.

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Usina solar do Estádio de Pituaçu faz governo economizar R$ 400 mil

Fonte: Tribuna da Bahia

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Desde a instalação do sistema fotovoltaico para geração de eletricidade no Estádio Governador Roberto Santos, no bairro de Pituaçu, em Salvador, o Governo do Estado reduziu em mais R$ 400 mil o gasto com energia.


O sistema garante a autossuficiência elétrica do estádio e ainda gera excedente, que abastece parte do prédio onde funcionam as secretarias do Trabalho, Emprego Renda e Esporte (Setre) e da Administração do Estado (Saeb), no Centro Administrativo da Bahia (CAB).

A economia foi registrada entre abril de 2012, quando foi iniciado o projeto Pituaçu Solar, e o fim de 2014. O equipamento esportivo foi o primeiro da América Latina a utilizar o sistema de iluminação solar e já gerou um total de 1,7 gigawatt-hora (GWh) – o suficiente para abastecer 17 mil residências durante um mês.

Com os 633 megawatts-hora (MWh) anuais, gerados a partir de painéis instalados na cobertura e nos estacionamentos do estádio, o projeto resultou na redução de R$ 13 mil para R$ 850 na conta média mensal.

De acordo com o secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Álvaro Gomes, a experiência bem sucedida em Pituaçu deve ser ampliada em breve para outros espaços, como o Centro Pan-Americano de Judô, em Lauro de Freitas. “Entre os locais onde podemos desenvolver projetos semelhantes está o Centro de Judô, onde já estão sendo realizados estudos de viabilidade de uma usina fotovoltaica”.

O investimento total foi de R$ 5,5 milhões, com recursos da Companhia de Eletricidade da Bahia (Coelba), Governo do Estado e participação do Fundo Nacional de Eficiência Energética, gerido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Aberto para visitação, o Pituaçu Solar já recebeu mais de três mil pessoas, entre estudantes e público em geral.

Outra iniciativa voltada para a economia de recursos é o Programa de Racionalização do Consumo de Água e Energia do Governo. Promovida pela Saeb, em parceria com a Universidade Federal da Bahia (Ufba), a ação proporcionou uma economia de R$ 20,4 milhões, desde o lançamento, em 2008.

O resultado foi possível graças aos ecotimes, grupos de funcionários responsáveis pela mobilização de outros servidores em 38 órgãos estaduais e pelo monitoramento periódico do consumo nos prédios públicos.

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20 Soluções de Eficiência – Tema da Revista Brasil Energia

Fonte: PROCEL Info

Autor: Revista Brasil Energia

Acesse aqui a reportagem na íntegra (Brasil Energia_ABRIL 2015.pdf).

Brasil – Com o risco de falta de energia e aumento da conta de luz a eficiência energética voltou a ser prioridade no Brasil. Reportagem mostra 20 casos de sucesso envolvendo a eficiência energética e suas aplicações práticas

Após ficar praticamente esquecida por mais de uma década, a eficiência energética volta a ser prioridade no Brasil. A ameaça de outro racionamento é o que impulsiona novamente o setor, que viu suas verbas e interesse minguarem desde que a redução compulsória do consumo em 2001 foi alcançada com relativo sucesso.

Agora, no entanto, além de o risco de faltar energia, os consumidores devem lidar com outro problema: o alto custo. Os reajustes nas tarifas acumulados desde o ano passado devem superar em média os 60% e os preços no mercado livre seguem pressionados pela falta de chuvas e de oferta.

Mais do que nunca, é importante conhecer as opções disponíveis para reduzir o consumo de energia, reduzir os custos e enfrentar a tempestade com o menor prejuízo possível.

Reportagem da Brasil Energia do mês de abril selecionou 20 soluções de eficiência energética, acompanhadas de exemplos em que foram aplicadas com sucesso. Um pequeno guia para orientar o consumidor nesses tempos de crise.

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GRUPAS divulga sua próxima reunião que abordará o tema sobre Eficiência Energética

“Excelência na Gestão de Facilities: Soluções Inteligentes para Eficiência Energética”

Da série: “Excelência na Gestão de Facilities”.

A próxima reunião do GRUPAS sobre o assunto em referência será realizada dia 25/05 no Showrrom da Legrand, onde, serão apresentados CASES DE SUCESSO voltados à eficiência energética em ambientes corporativos. Utilizando soluções modernas e tecnologia já disponível no mercado.

@@@ Venha se atualizar!!! @@@

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IMPORTANTE: Se você ainda não se cadastrou como Membro do GRUPAS, faça isso o mais breve possível entrando em nosso site: www.grupas.com.br em [Cadastre-se]. Não há custo, mensalidade, anualidade ou qualquer outra contrapartida pecuniária.

Será um prazer nos encontrarmos dia 25.

Ah, não se esqueça: “A razão do GRUPAS é você”.

Bernardino Costa
Presidente do GRUPAS – Gestão 2015
presidente@grupas.com.br
(11)5671-2801 ou (11)99232-0006

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