Comissionamento e Manutenção Predial são temas de palestras e eventos na próxima semana!!

Dois importantes eventos ocorrerão na próxima semana (19 à 21/10) envolvendo estes dois importantes temas e trazendo palestrantes renomados para a Capital Paulista no evento organizado pela INFRA FM, assim como para um evento 100% onlide, organizado pela ABRAVA e o seu DN Comissionamento, com a participação da instituição BCA norte americana, em seu Chapter brasileiro.

O primeiro evento na sequência será o 6º Workshop de Comissionamento em Instalações, realizado 100% Online e com inscrições GRATUITAS.

O evento tem como principal objetivo fomentar o tema COMISSIONAMENTO em edificações / instalações em nosso mercado, demonstrando aos profissionais e tomadores de decisão a enorme importância deste processo de controle e garantia da qualidade em instalações prediais / industriais, resultando na melhor performance destes sistemas.

O evento contará ainda com a participação do ex-presidente da BCA, DAN FORINO, abordando sobre as perspecivas de proprietários para a operação e comissionamento.

A minha palestra ocorrerá as 10:30hs (houve uma alteração na grade em virtude da tradução simultânea) do dia 20/10, quando o tema abordará também o recebimento de instalações após o comissionamento.

Aos interessados, segue a página do evento para que possam consultá-lo e também efetivar a sua inscrição: https://abrava.com.br/compromissos/6o-workshop-de-comissionamento-de-instalacoes-2/

O segundo evento da semana será o 1º Fórum Infra FM de Manutenção Predial, organizado pela INFRA FM e previsto para o dia 21/10 em São Paulo, no Milenium Centro de Convenções – SECOVI/ SP, localizado à Rua Doutor Bacelar 1403.

Importante ressaltar que este evento ocorrerá simultaneamente no formato presencial e ONLINE, sendo possível que o interessado opte pela melhor forma de inscrever-se, diretamente no site do evento.

A minha palestra ocorrerá logo no primeiro painel, às 08:45hs, sendo que abordarei a importância da escolha de modelos de planejamento e gestão da operação e manutenção como meio de se obter resultados.

Aos interessados, segue a página do evento para que possam consultá-lo, conhecer a grade e os palestrantes, além de também efetivar a sua inscrição: https://www.eventosinfra.com.br/manutencao-predial

Enfim, será uma semana de importantes palestras e eventos e aguardamos vocês!!

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Novas tecnologias para baterias contribuirão para a descarbonização

Fonte: Além da Energia

Divulgação: PROCEL INFO

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Veículos elétricos não emitem gases de efeito estufa e, em todo o mundo, já há várias iniciativas para reduzir a combustão nos próximos anos e apostar na eletromobilidade. Mas as tecnologias de armazenamento de energia em baterias devem permitir, no futuro, várias outras soluções para tornar o consumo de energia mais eficiente e, dessa forma, contribuir para que a descarbonização seja possível.

Exemplo disso seria a criação de baterias leves e eficientes que pudessem carregar diversos equipamentos e eletrodomésticos – até mesmo uma geladeira -, ou baterias de carregamento automático, revolucionando a inteligência artificial. Uma das aplicações poderia ser a viabilização de redes inteligentes (smart grids), simplificando a medição de demanda, eficiência energética e viabilização de fontes renováveis.

Todas essas alternativas serão possibilitadas pelo uso de nanotecnologia, nióbio, grafeno e até lixo atômico, que normalmente é enterrado para minimizar riscos de vazamento e contaminação, destaca uma matéria do MIT Technology Review.

Baterias automotivas mais baratas e eficientes

Uma das barreiras à eletrificação veicular no Brasil é o preço dos veículos – os quais, por sua vez, são mais caros em função do custo das baterias. Mas um estudo da BloombergNEF, encomendado pela Transport & Environment, aponta que a partir de 2026 a produção de veículos sedãs elétricos (segmentos C e D) e SUVs será tão econômica quanto a de veículos à gasolina.

No segmento de veículos pesados, a Volkswagen Caminhões e Ônibus e a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) se uniram para criar uma bateria de óxidos de nióbio e grafeno. A tecnologia permitirá o carregamento ultrarrápido, em menos de 10 minutos, além de maior durabilidade e vida útil.

Vale destacar que grande parte das baterias atuais são de lítio, mas já há pesquisas que indicam que a vida útil utilizando o grafeno aumenta em 50%. Além disso, os dispositivos garantem o mesmo armazenamento de energia, com metade do peso.

Baterias de nanodiamante prometem vida útil gigantesca

Para além do grafeno e nióbio, estão sendo desenvolvidas também baterias nucleares, que usam lixo atômico. A responsável pelo projeto é uma startup da Califórnia, a NDB Technology, que utilizou uma tecnologia muito semelhante à usada para produzir eletricidade com energia solar. Mas, ao invés de utilizar as células que captam a luz solar, utiliza a radiação retirada de resíduos nucleares.

O resultado, chamado de bateria de nanodiamante (daí o nome NDC), é a produção de uma bateria de carregamento automática com vida útil de incríveis 28 mil anos. Segundo a startup, o NDB pode alimentar dispositivos e máquinas de qualquer tamanho, desde aeronaves e foguetes a veículos elétricos, aparelhos auditivos, smartphones, sensores e muito mais, tudo sem emissões de carbono. Seus dois primeiros clientes beta são uma empresa líder em produtos e serviços de ciclo de combustível nuclear e uma organização líder global em manufatura aeroespacial, defesa e segurança.

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Quais serão os desafios para a manutenção predial em 2022?

É verdade que muitos afirmam que 2021, assim como 2022, não deixará saudades….

De fato, eu acredito que apenas alguns sintam saudades por fatos que os tenham marcado de alguma forma, mas entendo que este foi mais um ano de aprendizado para todos os seres humanos e em quase todas as regiões do planeta.

Aliás, diria até que foi um ano de reforço (para aqueles que passaram por isto em períodos escolares, em sua infância), pois ratificou o que todos nós deveríamos ter aprendido em 2020……: o valor de nossas vidas, amigos e familiares

Espero sinseramente que a humanidade tenha aprendido a lição!

Mas e em relação a nossa área de manutenção predial? O que estes dois anos nos trouxeram de aprendizado e o que esperar de 2022, ano de eleições em nosso país e “aparentemente” um pouco mais promissor…

Lembremos que a grande maioria de nossos investidores e proprietários retiraram literalmente “o pé do acelerador”, postergando investimentos e até mesmo ações corretivas de menor criticidade, assim como reduzindo equipes e contratos de manutenção ao mínimo necessário para operar nossas edificações que mantiveram uma baixíssima taxa de ocupação neste período (de 10 à 25%, em média).

Com as esperanças que se renovam para 2022, e considerando que a nossa economia venha novamente a sobrer uma aceleração positiva, teremos de nos organizar, avaliando e classificando todo o passivo, a fim de que consigamos traçar um plano de ação no curto, médio e longo prazo.

Trata-se, portanto, de um grande e bom desafio para as nossas áreas de Planejamento, Programação e Controle da Manutenção, sendo que estas áreas já possuem know-how e ferramentas para solucionar tal desafio.

Imagem adquirida pela A&F Partners Consulting junto a Canstockphoto

Devemos, portanto, nos prepararmos para uma maior carga de trabalho visando recolocar as nossas edificações novamente em ordem, identificando gaps e prejuízos, classificando riscos e prioridades (criticidade funcional), estimando valores para reparos ou reposições, avaliando as nossas estruturas e infraestruturas e, finalmente estruturando planos de ações, ou seja, planejando.

Teremos sim um belo desafio para 2022 e próximos anos que virão!

E é com este prenuncio de bons desafios que desejo à todos um Feliz Natal e um fantástico Ano Novo, lembrando do nosso aprendizado nestes últimos 2 anos….: saúde, consiência humana, fraternidade, amor e vida….

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Como a qualidade do ambiente interno pode afetar a nossa saúde, a produtividade e o futuro do ambiente que conhecemos?

Esta pergunta vem sendo repetidamente apresentada em palestras, seminários, estudos e cursos, seja por aqui em nosso país, seja em outros grandes centros.

Não se tratar de um tema novo, mas sim, de um tema importante e ainda sem uma devida atenção.

É bem verdade que aprendemos um pouco sobre a importância de “rever valores” e prestar mais atenção na “qualidade de nossas vidas”, através destes 2 últimos anos, embora ainda veja um nível de atenção bem inferior ao que deveríamos oferecer.

A ASHRAE divulgou recentemente um artigo com a pergunta acima, sendo que decidi compartilhá-lo com vocês neste final de ano.

O artigo está em inglês mas recomendo a leitura.


HOW IEQ COULD AFFECT HEALTH, PRODUCTIVITY AND TOMORROW’S BUILT ENVIRONMENT

Fonte (source): ASHRAE

Clique aqui para ler o artigo em sua fonte.

Vision 2030

An expectation exists that indoor environments should provide a “wellness” lifestyle—a way of living that involves an environment free of harmful chemicals and is conducive to enhanced physical and mental well-being, said Lan Chi Nguyen Weekes, P.Eng., Member ASHRAE. It’s also a lifestyle that involves a daily work environment free of air contaminants with optimally designed acoustics and lighting, easy access to fresh and reasonably priced food, plenty of paths for walking and cycling and access to the natural world that can nurture improved worker productivity, she said.

ASHRAE Journal spoke with Weekes to discuss how indoor environmental quality (IEQ) impacts wellness, what IEQ parameters can be measured and where there is a need for further research.

What do engineers and other building professionals need to know about IEQ as it relates to ASHRAE’s Vision 2030 initiative, and how can the initiative accelerate IEQ innovation and research?

As we spend more and more time indoors, we expect a better and healthier life supported by our indoor environment. It is then especially important to balance these expectations with our desire to save energy and to decarbonize buildings and systems. Members of ASHRAE who are mechanical engineers and building scientists will be leaders in this effort, and the Vision 2030 initiative supports these members and their goals for indoor environments.

Vision 2030 accelerates IEQ by pointing out where the information is still sparse and needs additional research. This research includes projects that focus on how to quantify the relationships between the measured IEQ parameters, such as air contaminants, acoustics and lighting and the thresholds between “good” and “bad” indoor environment quality. This type of research can then lead to innovations that enhance IEQ in many types of buildings.

Within the Vision 2030 framework, what are some trends you’re seeing within the industry that might serve as examples for those interested in improving IEQ?

Our indoor space becomes more than just a place to shelter us from the elements and dangers. We expect the indoor environment will also provide us with a “wellness” lifestyle where contaminants—such as airborne chemicals from daily activities—are removed rapidly from where they are produced within the dwelling, so we can achieve greater work productivity as well as a better life.

Resiliency of buildings and building materials is also a new trend that, if appropriately managed by engineers and scientists, can lead to improved IEQ. For example, hard materials, such as ceramic tiles or concrete, should be used instead of drywall or carpet in areas where recurrent flooding is anticipated, reducing the need for constant replacement as well as mold growth that might impact the health of the occupants.

How is IEQ related to work productivity?

Research conducted throughout the world has shown improved IEQ leads to higher levels of work productivity in commercial buildings, schools, colleges and offices.

In addition, we know clear associations exist between IEQ and productivity, particularly the relationship between poor IEQ and worker productivity. For example, if the office air suddenly smells like popcorn, we know it may be harder to focus on the task at hand. The odor can interrupt your work when you are trying to figure out the source of the smell—unless, of course, you like or expect the smell of microwaved popcorn. Even then, the poor IEQ due to a smell may reduce the productivity of other office workers and may lead to absenteeism and sick days.

In what areas might there be a need for further research regarding how IEQ affects human health?

One area that needs additional research, as mentioned earlier, is the correlation between measured indoor parameters and, subsequently, the threshold between what is perceived as “good” and “bad” environmental quality.

Also, additional research should focus on the correlations between the IEQ parameters that contribute to a building’s performance and the degree of wellness experienced by the building occupants, particularly in nonindustrial settings. For example, determining what is an acceptable noise level in an office or what noise level may cause headaches or make communication with peers difficult is a wellness concern.

Are there currently any methods used to monitor, validate and record the links between building systems performances and the wellness of building occupants?

There are some methods, such as building certifications, that target the conception, operation and maintenance of buildings as well as the wellness of building occupants. However, we have few comparison data from before and after IEQ improvements are made in existing buildings.

What IEQ-related Vision 2030 resources can help engineers create better indoor environments?

The list of references to ASHRAE documents and research projects on ASHRAE’s Vision 2030 website as well as the continuous addition of information to the site can be useful tools.

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NYC avança para o uso de drones na inspeção em edifícios

Considerando que o tema vem sendo há algum tempo analisado por algumas instituições, o Departamento de Edifícios de NYC (DOB – Departament Of Buildings) divulgou nesta semana um relatório que aponta o significativo potencial e importância no uso de drones para a inspeção em fachadas, em seus cinco distritos.

A matéria também compartilhada pela ASHRAE está em inglês, mas vale a pena a leitura!


Fonte (source): Real Estate Weekly

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DOB a step closer to using drones to inspect city buildings

The Department of Buildings announced today the release of a new report on the potential use of unmanned aircraft systems in New York City to aid in safety inspections of our City’s built environment. 

The report provides a deep dive into the regulatory landscape affecting drone use in New York City, the use of drones in other jurisdictions, and how drones could potentially be used for building façade inspections within the five boroughs. 

The report ​primarily looks at the capabilities of drones in the context of mandatory façade inspections under the City’s existing Façade Inspection & Safety Program (FISP).

“It is imperative that we continue to embrace the latest technologies and innovations in support of our mission to protect our fellow New Yorkers,” said Buildings Commissioner Melanie E. La Rocca. “Our report is the product of intensive research by DOB experts, and finds that when combined with traditional hands-on examinations, the effective use of drones could potentially result in more comprehensive building inspections, resulting in reduced inefficiencies and a safer New York City.”

COMMISSIONER MELANIE LA ROCCA

Read the Department’s Drone Report

Currently, legal drone use in New York City is restricted only to approved government agencies in response to specific emergency response situations. Changes to these restrictions allowing for commercial use of drones, such as during a FISP inspection of the exterior walls of a building, would require new legislation from the City Council to amend the New York City Administrative Code.  

The Department’s report found that when used in conjunction with up-close, hands-on examinations, the use of unmanned aircraft systems could potentially have application for façade inspections, by providing additional information to the Qualified Exterior Wall Inspector. Specifically, drones could potentially be used for collecting significant amounts of visual data such as photographs, videos, and thermal imaging. Drone pilots might also be capable of capturing images of building angles that are more difficult to access using current methods of visual inspection, which is important for the inspection of larger buildings.

By studying these issues further and gathering concrete data, the City could have a clearer understanding on the extent to which emerging unmanned aircraft technologies can be utilized to improve the efficiency and safety of required building inspections. Looking further into the future, additional study could also offer a glimpse into how drones can be safely operated for broader commercial use in a dense city environment. Finally, the City will want to investigate what additional rules and specific guidelines would need to be implemented if drones were used to help maintain public safety in the future.

“This thorough report highlights how the City can take steps to enhance its situational awareness and improve emergency responses through innovation and technology,” said NYC Emergency Management Acting Commissioner Andrew D’Amora.

“Ever since Erica Tishman was killed by falling debris two years ago, I have pushed to find a way to use drones to inspect buildings. We must use all the tools at our disposal to prevent such unnecessary injuries and death. I am deeply gratified that today we are moving forward with one of my top priorities,” said Council Member Robert E. Cornegy, Jr.

“As Chair of the New York City Council’s Committee on Technology, I know that we must always be moving forward with using the best technology to promote the safety and durability of our buildings. The use of drones to inspect buildings could yield more detailed results and greater safety, as well as greater efficiency and documentation. It’s well worth pursuing.” said Council Member Robert Holden.

“I commend the Department of Buildings for exploring new technologies to make building inspections safer, cheaper, and more efficient,” said Council Member Carlina Rivera. “Façade inspections should not be so costly that scaffolding stays up for decades and our historic landmarks are impossible to maintain. I look forward to working with DOB to modernize façade inspections and other building maintenance to make our city safer for all New Yorkers,” said Council Member Carlina Rivera.

“Building technology is developing faster than it has in a century,” said Carlo A. Scissura, President and CEO of the New York Building Congress. “We’re seeing drones, artificial intelligence and other innovations make design and construction more efficient, stronger and safer. New York City was always been innovative, but our outdated codes and rules have left us behind while other cities benefit from cutting-edge technologies. With this report, the Department of Buildings has taken a major step forward for New York to catch up. Our hope is that the incoming City Council will act swiftly to enable the use of drones for façade inspections, making the process safer and more efficient.”

“The consulting engineering community applauds DOB for its continual work in assessing ways to increase efficiencies, new technologies, and innovative approaches. Today is an important step towards the potential deployment of this new tool by professional engineers to increase public safety. We look forward to working with DOB to make sure drone technology is used appropriately and effectively,” said John Evers, President & CEO, American Council of Engineering Companies of New York (ACEC New York).

“CSACNY commends commissioner La Rocca and DOB for their continued efforts to improve public and worker safety,” said James Bifulco, President of the Construction Safety Advisory Committee of New York. “Embracing drone technology could greatly enhance the safety to the public during the facade inspection process, make facade repair and emergency response operations safer, and significantly reduce the time needed to have sidewalk sheds in place. We applaud the Department’s effort to continue to investigate new ways, and new technologies to improve public safety.”

“Thank you for your diligent inquiry and report. We look forward to a time when judicious drone deployment is available to the city’s QEWIs to further our efforts to assure the safety of the city’s buildings,” said Paul Millman, PE, RA, Principal at SUPERSTRUCTURES Engineers + Architects.

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A energia solar cada vez mais presente em nosso mercado…

A Agência Estado (Broadcast) divulgou neste início de dezembro um interessante levantamento conduzido pela Quintessa, empresa que atua em soluções voltadas para as áreas sociais e ambientais, no qual se apontou a existência de 192 startups (em aproximadamente 5.000 analisadas) direcionadas para ajudar na melhor utilização de recursos energéticos e na oferta de energias renováveis.

Vejam ainda que mais de 50% destas startups abordam o tema energia solar, cujo campo para a aplicação e importância, já vem sendo abordada há muito em nosso país.

Não vamos aqui discutir a “indiscutível” importância para a disseminação desta solucão em nosso país, mas sim, a importância em se assegurar o desempenho destes sistemas ao longo de sua vida útil. Tenho observado em algumas poucas situações, a visão limitada de alguns investidores no que se refere apenas a preocupação primária, que trata da implementação.

Confesso que ainda vejo com preocupação a falta de uma visão no médio e longo prazo, no que tange a:

  • Uma adequada operação e manutenção destes sistemas;
  • A previsão para novos investimentos que promovam a constante atuação tecnológica destes sistemas;
  • A real preocupação com o desempenho do projeto.

É verdade também que o mercado aponta para investidores interessados em desenvolver e implementar o projeto, participando de resultados, embora o seu sucesso também dependa da atuação do clinete que recebe a instalação.

Vejam abaixo a matéria divulgada pela Agência Estado e boa leitura!


Fonte: Agência Estado (Broadcast)

Acesse aqui a matéria diretamente em sua fonte.

Um levantamento feito pela Quintessa, que atua em soluções voltadas para as áreas sociais e ambientais, mostra que 192 startups, de um universo de 5 mil mapeadas pela empresa, podem ajudar a indústria privada e setores públicos na melhor utilização de recursos energéticos e na oferta de energias renováveis.

Pelo estudo, 100 startups, ou 52% do total de 192, estão voltadas para a energia solar, o que demonstra a crescente demanda por essa fonte e a necessidade de diversificação da matriz brasileira, ainda muito dependente da fonte hidrelétrica.

Além disso, 39 startups, ou 20% delas, estão focadas em eficiência energética, ou seja, em otimizar a geração de energia utilizando menos recursos naturais. Já 21 empresas, que representam 11% do total, conseguem atender as necessidades e apresentar as melhores soluções em energia limpa. Outros 10%, que correspondem a 19 startups, estão segmentadas para geração de energia por meio de resíduos sólidos, e cinco empresas, que representam 3%, voltadas para energia limpa por assinatura.

Na sequência, aparecem outras fontes de energia, nas quais três startups estão inseridas, com 2%, assim como aquelas focadas em energia hídrica, com 2% e três empresas, e o 1% restante corresponde a duas startups, sendo uma de energia eólica e outra de acesso à energia.

Segundo a diretora da Quintessa, Anna de Souza Aranha, milhares de pessoas estão envolvidas em projetos que buscam soluções para muitos problemas da sociedade e do meio ambiente, e com a eficiência energética não é diferente.

“Essas 192 startups podem oferecer oportunidades de melhora em gargalos que algumas empresas possuem, como áreas sustentáveis, muito de encontro ao ESG [ambiental, social e governança], tão importante nos últimos anos e, ainda por cima, obter melhores desempenhos financeiros”, diz Aranha.

Por região, o levantamento aponta que a maioria das startups está concentrada no Sudeste, especificamente em São Paulo (40%), grande centro financeiro do País, com 78 empresas, seguido por Minas Gerais (15%), que concentra 20% da produção da energia solar do País, com 28 startups, enquanto o Rio de Janeiro (10%) tem 19 startups, Santa Catarina (7%), com 14 empresas, e o Paraná (6%), 12 startups, fechando o top cinco dos estados.

As soluções energéticas apresentadas por essas startups corroboram com o relatório da Agência Internacional de Energia (AIE), publicado em outubro, afirmando que os investimentos em projetos energéticos descarbonizados devem triplicar em dez anos para alcançar a neutralidade de carbono em 2050. 

“Mais do que aumentar a capacidade produtiva e resolver os problemas de energia de suas companhias, os empresários precisam entender a importância disso tudo perante a sociedade. Buscar alternativas aos combustíveis fósseis e hidrelétrico não é uma opção, é uma obrigação de todos”, afirma a diretora da Quintessa.

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Ministério divulga estudo prevendo “revolução” no setor energético

Fonte: Agência Brasil

Divulgação: PROCEL Info

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O setor de energia poderá passar por adaptações tecnológicas que representarão uma revolução similar à ocorrida com as telecomunicações. Em termos práticos, significa, entre um número ainda inimaginável de possibilidades, transformar medidores de energia e demais equipamentos em unidades de inteligência artificial e, a partir da digitalização de dados e procedimentos, ampliar como nunca a qualidade e os serviços prestados pelas empresas do setor.

O potencial da digitalização do setor energético vai muito além do que se pode imaginar nos dias atuais, conforme sugere um estudo divulgado nesta sexta-feira (26), em Brasília, pelo Ministério de Minas e Energia (MME). Foi o que disse à Agência Brasil o diretor do Departamento de Desenvolvimento Energético do MME e coordenador do projeto Sistemas de Energia do Futuro, Carlos Alexandre Príncipe Pires.

O estudo Uso de Novas Tecnologias Digitais para Medição de Consumo de Energia e Níveis de Eficiência Energética no Brasil é, segundo ele, “uma ideia lançada no ar” para mostrar à comunidade e, em especial, às empresas do setor energético, “um horizonte inicial” sobre o impacto que a digitalização de equipamentos e serviços pode ter para o Brasil.

Elaborado por meio da Parceria Energética Brasil-Alemanha, o trabalho é produto de uma cooperação entre o Ministério de Economia e Energia (BMWi) da Alemanha e o MME, que tem por base experiências europeias no uso da Inteligência Artificial, Internet das Coisas (IoT), Big Data e tecnologias digitais de ponta.

Ele traz insumos sobre como utilizar essas tecnologias para coletar, processar e analisar dados relacionados ao consumo de energia e medição da eficiência energética no contexto brasileiro.

Processo veloz e sem volta

“Minha percepção é de que a digitalização é um processo sem volta para todos os setores em algum momento, já que se trata de uma ferramenta que permite maior eficiência no uso dos recursos. Caso contrário, ela não se justificaria. Isso é muito perceptível. Todos os setores em que há digitalização ficam mais competitivos e eficientes, e isso não será diferente no setor energético”, argumentou.

Pires acrescentou que os efeitos da digitalização deste setor ocorrerão em uma velocidade ainda maior do que a das telecomunicações, uma vez que têm como ponto de partida ferramentas já disponibilizadas pelas telecomunicações, tanto no âmbito residencial como comercial e industrial.

“A tendência é que esse processo se dê mais rápido do que o ocorrido nas telecomunicações, até porque as telecomunicações proporcionaram a outros setores ganho de tempo. Mas tudo vai depender de um passo ainda a ser dado na modernização do setor elétrico. Acredito que, no mercado livre de energia, esse passo seja dado muito mais rapidamente porque é intrínseco à liberdade de mercado. Já no cativo, que são as distribuidoras de energia, o passo será mais lento, mas tão ou mais rápido do que a legislação permitir”, complementa o diretor do MME.

Diante de tantas possibilidades, não há, segundo Pires, como deixar de se fazer um “paralelo” entre o processo de digitalização e o ocorrido no setor de comunicações. “Antes, havia telefones fixos e orelhões. Quando apareceram os celulares, não se tinha a exata noção de onde poderíamos chegar. Ninguém imaginava que, em pouco mais de dez anos, até operações bancárias complexas seriam feitas por meio deles”, observou.

Inteligência artificial e “prossumidor”

Ele acrescenta que a digitalização do setor abrange não apenas consumo e oferta, mas “possibilidades quase infinitas do uso de inteligência artificial para a melhoria de processos”. 

“O consumidor passa a ser o que chamamos de prossumidor: um consumidor mais proativo que, por exemplo, pode se tornar produtor ao gerar, consumir e distribuir energia a partir da própria casa”, disse ao apontar um exemplo básico do que visualiza como uma das possíveis “revoluções” que devem ocorrer no setor, a partir da adoção de tecnologias envolvendo a digitalização da relação de consumo.

As possibilidades não param por aí. “O consumidor será mais ativo na sua relação com as empresas, sabendo quanto consome em tempo real e adotando ajustes que podem ou não ser automatizados residencial, comercial e industrialmente”. Nesse sentido, ainda no campo dos exemplos, um ar-condicionado poderia ser ligado pouco antes de uma pessoa chegar em casa, a partir de um geolocalizador que, via internet, repasse essa informação à central de energia da casa. Poderá também ser desligado automaticamente, fazendo uso dessa mesma tecnologia, quando a pessoa sair de casa. 

Distribuição de energia

A digitalização terá funcionalidades também na área de distribuição de energia. “Ela dispensará a ida de uma pessoa para fazer a medição do consumo de energia ou mesmo para fazer ligações ou religações. Tudo poderá ser feito de forma remota. Uma outra possibilidade é a de automatizar, com ajuda de inteligência artificial, a reconexão, de forma alternativa, do fornecimento de energia no caso de o transformador de um bairro apresentar problema” explicou Pires.

Energia elétrica, luz, interruptor

No campo industrial, sensores podem proporcionar, a qualquer processo produtivo, mais eficiência. Por exemplo, ao interromper, de forma imediata, a produção quando uma falha for detectada. “E, logo em seguida, retomar o quanto antes o processo produtivo de outras formas, com máquinas ligando e desligando a partir de decisões tomadas por inteligência artificial”, argumenta o diretor do MME ao detalhar situações em que a digitalização pode ser muito mais ampla do que propriamente uma relação entre consumidor e distribuidora.

Há também a expectativa de que, na medida em que uma frota de automóveis for se digitalizando e eletrificando, as baterias dos carros sirvam também de backup em situações de falta de energia nas residências, evitando que equipamentos vitais como respiradores ou mesmo geladeiras e freezers deixem de funcionar.

O que diz o estudo

O estudo divulgado pelo Ministério de Minas e Energia indica alguns desafios básicos, técnicos e de infraestrutura de rede, para que o Brasil avance na digitalização dos serviços oferecidos pelas companhias elétricas. 

Um deles está relacionado à “necessidade de efetividade da comunicação entre o ponto de medição e a distribuidora [necessidade de um sistema bidirecional de comunicação, o gerenciamento deste sistema dentro do negócio de energia], e seus custos associados [quem pagará o investimento e como ele deve ser articulado entre as diversas possibilidades e players]”.

Outro desafio é o país promover uma “modernização regulatória e legal da concessão de distribuição de energia, para exigir, incentivar e monitorar a digitalização em toda a cadeia de negócios de energia”, de forma a evoluir o “status quo atual das condicionantes operacionais” das distribuidoras de energia, e oferecer “mais serviços e soluções energéticas, com modelos participativos e reconhecendo as interferências de novos mecanismos de comercialização da energia possivelmente infiltrados e competindo em sua cadeia de fornecimento”.

Segurança cibernética

O estudo apresenta, ainda, alguns riscos que devem ser levados em conta, de forma a evitar problemas como o mau uso dos dados obtidos dos clientes. A questão da confidencialidade de dados é algo a ser considerado, uma vez que “todo processo que se digitaliza se torna também alvo”. “Precisamos ter cuidados com relação a isso. Trata-se de uma discussão pertinente que precisa ser trabalhada”, segundo o diretor, destacado pelo ministério para explicar o estudo que aborda o tema.

“Alguns exemplos e questões dessa mudança ficam como resultado desta análise: quanto da informação (e qual) deve ser armazenado em tempo real ou em tempos determinados, sobre o consumo e a qualidade da energia entregue para o cliente? O que fazer com essa informação para promover o relacionamento efetivo? Como garantir o uso dessa informação e a privacidade do cliente sobre o seu consumo – quais as restrições de uso das informações do cliente para ampliação de serviços pela concessionária? Como ampliar o relacionamento e garantir uma parceria efetiva entre o cliente e a concessionária, bem como a percepção do valor desse novo relacionamento? As respostas serão dadas pelos diversos agentes do processo, com parcimônia, pois dependem das estratégias assumidas por cada negócio, são regionalizadas e também precisam ser reguladas”, indicou.

Segundo a pesquisa, “o tratamento desses dados, em tempo real, o armazenamento em formato útil para agilidade de seu processamento e utilidade, a manutenção da informação para estratégias e tomada de decisões pelo cliente, pela concessionária de distribuição, pela sociedade, pelo regulador representam um grande desafio. A privacidade de dados individuais e coletivos deve ser exercitada e garantida, uma questão ainda em aberto no Brasil para o grande big data [conjunto de dados maior e mais complexo, especialmente de novas fontes de dados] gerado”. 

“Se o consumidor for o eleito e respeitado como promotor do processo, novos horizontes serão conquistados em decorrência do arranjo inteligente da rede e dos novos negócios que podem ser gerados”, complementou.

Transição planejada e sistemática

Ainda segundo a pesquisa do MME, as mudanças propostas com rede elétrica inteligente, IoT e digitalização das redes são “culturalmente profundas para os players e para a sociedade”, demandando, portanto, repensar, testar e reorganizar os processos existentes e as situações de décadas de operação das redes de energia, das normas regulatórias e das leis.

“Espera-se que as concessionárias brasileiras de energia possam realizar a transição de forma planejada e sistemática, ampliando de forma gradual o conhecimento de seus clientes e de sua rede. Espera-se que o cliente seja também aculturado em suas responsabilidades e direitos e possa contribuir de forma inteligente para o negócio, como decisor da compra e efetivo estruturador da demanda”, conclui o estudo.

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Risco climático acelera aposta de investidores em edifícios cada vez mais ‘verdes’

Já abordamos por algumas vezes a importância de construções sustentáveis para o nosso planeta, assim como também já abordamos a necessidade de evouluirmos qualitativamente no quesito operação e manutenção, em nosso país.

Não são poucos os edifícios “sustentáveis” construídos nos últimos anos e extremamente mal operados e mantidos, tornando-os tão deficientes e ineficientes como qualquer outra edificação sem este viés.

Os nossos stake holders ainda olham prioritariamente para o custo da manutenção, sem avaliar com critérios a qualidade do trabalho; confesso que ainda me incomoda ouvir nos dias atuais alguns bons fornecedores dizendo que “o mercado ainda não reconhece e não paga por um serviço de qualidade“….

Ainda assim, a matéria a seguir reforça a tendência mundial e espero que possamos evoluir por aqui…


Fonte: O Estado de São Paulo

Divulgação: PROCEL Info

Novas tecnologias permitem rastrear a capacidade de um empreendimento de reduzir a sua pegada de carbono

Quando a incorporadora Lendlease inaugurar seu complexo residencial e de escritórios de US$ 600 milhões em Los Angeles, previsto para 2025, o local terá as características típicas do desenvolvimento sustentável: proximidade a uma parada de metrô, uma torre residencial totalmente elétrica, painéis solares e uma praça para pedestres. 

Mas esses recursos são considerados comuns hoje em dia. O que torna este projeto mais impressionante é como a sustentabilidade não é simplesmente um item de bem-estar ou uma lembrança da responsabilidade corporativa, mas uma característica fundamental de seu plano de financiamento. 

“Já estávamos fazendo desenvolvimento sustentável antes que houvesse pressão dos investidores, mas agora essa pressão é real”, disse Sara Neff, chefe de sustentabilidade para a região das Américas na Lendlease. 

O parceiro investidor da empresa para este projeto, a Aware Super, acompanhará o desempenho ambiental e as métricas, incluindo eliminação das emissões dos moradores através da aquisição de energia 100% renovável. 

O projeto faz parte de um maior movimento de investidores direcionando dinheiro para imóveis sustentáveis, graças a novas tecnologias e padrões mais rígidos que permitem um melhor rastreamento da capacidade de um empreendimento de reduzir sua pegada de carbono. 

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Metrópoles Verdes

Fonte: Revista Verde

Divulgação: PROCEL Info

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Mundo afora, estima-se que existam hoje cerca de 150 centros urbanos inteligentes e sustentáveis em diferentes estágios de planejamento e construção

Houve um tempo em que levar uma vida em harmonia com a natureza significava fugir das cidades em busca de um idílio no campo. Nada mais anacrônico. Hoje se sabe que a pegada de carbono das pessoas em centros urbanos pode ser muito menor do que nas áreas rurais, por motivos que vão do maior uso de transporte público e bicicletas a infraestrutura de gás, luz e esgoto mais eficiente. Desde que, claro, seu desenvolvimento seja ordenado e seguindo princípios de sustentabilidade. Em 2008, o emirado de Abu Dhabi anunciou com pompa um megaprojeto para criar a primeira cidade planejada verde do planeta: Masdar (“origem”, em árabe). A ideia é provar que os Emirados Árabes, cuja riquíssima economia é baseada na extração do sujíssimo petróleo, podem ensinar ao mundo como estabelecer comunidades com emissão neutra de carbono. 

A cidade, que ocupa uma área de cerca de 6 quilômetros quadrados (o tamanho do bairro carioca de Copacabana), é um laboratório de soluções limpas. Toda ela foi construída em cima de uma plataforma, de modo que há acesso fácil e barato a toda infraestrutura de eletricidade, encanamento e telecomunicações. A elevação protege o lugar do calor tórrido e ainda dá espaço a um sistema de transportes subterrâneo — veículos elétricos individuais e autônomos. A energia vem principalmente de duas fazendas de energia solar e, em breve, de uma usina de processamento de lixo. Ambicioso, o projeto ainda está em estágio inicial e abriga apenas 1 300 moradores e 4 000 trabalhadores, contra os 50 000 previstos.

Clique no link abaixo e leia a reportagem na íntegra
Revista Veja 27.10.2021.pdf
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ABRAVA e ABNT realizarão nesta próxima semana um Webinar para a apresentação da ABNT NBR 7256 – Tratamento de ar em estabelecimentos assistenciais de saúde

A ABRAVA e a ABNT realizarão no próximo dia 19/10 às 17:00hs um Webinar com o objetivo de apresentar / divulgar a ABNT NBR 7256 Tratamento de ar em estabelecimentos assistenciais de saúde (EAS) – Requisitos para projeto e execução das Instalações.

Aos interessados, segue o link para a inscrição: https://us02web.zoom.us/webinar/register/WN_cfJCPuK-RyOqFsT7qOMGEg

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