O que é gestão e governança em um condomínio?

Segundo a análise de economistas e a própria movimentação no mercado já neste início de 2018, estamos entrando em uma nova etapa da economia em nosso país, após a infelxão da curva descentente na qual mergulhamos em 2016…

Com isto e visando a capacitação de gestores que atuam na gestão de edifícações multiusárias, sejam condomínios verticais, horizontais ou logísticos, a A&F lançou para este próximo mês de abril o seu curso denominado GGC-01 (Gestão e Governança Condominial) com 16 horas de duração e realizado em 2 (dois) sábados consecutivos, evitando a retirada de seus participantes de suas respecivas operações.

O curso foi estruturado com a parceira VALEN, uma experiente consultoria em Condomínios e será ministrado apenas em duas turmas, sendo uma em abril e a segunda em setembro

Aos interessados, segue o link de acesso ao site de cursos, onde obterão mais informações: https://aftreinamentos.com

 

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ISO 41.001 – Iniciam-se os trabalhos no Brasil

Durante o último Congresso ABRAFAC, todos os presentes puderam conhecer um pouco sobre a Norma ISO 41.001 e o seu estágio de elaboração, envolvendo diversos países em vários continentes, apesar da sentida ausência do Brasil.

Esta “sentida e surpreendente ausência” acabou por motivar  um grupo brasileiro capitaneado pela USP e pela ABRAFAC, e contando com a participação da ABNT, à ingressar de vez neste seleto grupo de países que visam estabelecer as Normas que regerão as atividades de Facility Management no mundo.

A ISO já vem trabalhando há algum tempo sobre estes documentos, com a elaboração das seguintes normas até o momento:

  • ISO 41.011 – Norma concluída e em revisão final para a publicação no Brasil ainda em 2018
  • ISO 41.012 -Norma concluída e em revisão final para a publicação no Brasil ainda em 2018
  • ISO 41.013 -Norma concluída e em revisão final para a publicação no Brasil ainda em 2018
  • ISO 41.001 – Em processo de revisão final entre todos os paises participantes, sendo que já obteve a aprovação do Comitê de Estudos no Brasil

O comitê brasileiro foi oficialmente instalado em 30/11/2017, recebendo o nome de ABNT/CEE-267, sendo que a primeira reunião deste comitê foi realizada no último dia 07/02/2018, na sede da ABNT em SP, com transmissão e participação simultânea do grupo que integra o comitê no RJ.

ABNT 1a Reuniao

Fotos da primeira reunião realizada e, 07/02

O coordenador eleito foi o Prof. Moacyr da Graça (USP), tendo como secretário o Engº Luciano Brunherotto (ABRAFAC).

Enfim, foi dada a largada, sendo extremamente importante a participação e a acontribuição de todos os interessados, bastando entrar em contato com a ABNT para obter mais informações: novoitem@abnt.org.br

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Curso “Gestão de Energia com Foco em Redução de Custos Aplicada a Empresas”

Fonte: PROCEL Info

Acesse aqui a matéria em sua fonte.

O potencial de economia de energia em empresas, edifícios e indústrias no Brasil ainda é pouco explorado e corresponde a uma parte significativa no planejamento energético nacional – até 2030, espera-se que aproximadamente 100 TWh de energia elétrica sejam conservados (Plano Nacional de Energia 2050, EPE). A eficiência energética ainda é vista, muitas vezes, como a implantação pontual de ações de conservação, sendo a mais usual a troca de equipamentos por modelos mais eficientes, que por sua vez esbarra no desafio de ser um alto investimento com um tempo de retorno nem sempre atrativo.

Um Sistema de Gestão de Energia (SGE), quando bem implementado, permite que os potenciais de economia e de aumento de competitividade sejam continuamente identificados, monitorados e atingidos. Com um SGE, é possível criar planos de investimento e reduzir custos através da manutenção adequada dos equipamentos. No Japão, por exemplo, pode-se encontrar equipamentos industriais de até 50 anos operando eficientemente devido à constante manutenção – isto representa, a longo prazo, um menor consumo de recursos e maior investimento no patrimônio empresarial.

Com o propósito de apoiar gestores e apresentar as principais características e etapas necessárias para o desenvolvimento de um planejamento energético institucional, bem como apresentar as oportunidades de mercado disponíveis atualmente para as empresas e organizações pioneiras neste processo, a BCN Treinamentos em parceria com a Mitsidi Projetos oferece o curso “Gestão de Energia com Foco em Redução de Custos Aplicada a Empresas”.

A 9ª edição do curso ocorrerá no dia 27 de março de 2018, em São Paulo, e é direcionado a diferentes profissionais do setor, como gestores de contratos, engenheiros, administradores, arquitetos, profissionais das áreas de manutenção, profissionais das áreas de compras, e companhias de distribuição de energia.

Com carga horária de 8 (oito) horas, serão apresentados conceitos de sistemas de gestão de energia, diagnóstico energético, análise de viabilidade, implantação e monitoramento de medidas de redução de consumo, e oportunidades e tendências do mercado. Também serão apresentados estudos de caso e exemplos práticos de redução de consumo.

Mais informações e inscrições estão disponíveis em http://bcntreinamentos.com.br/gestao-de-energia-com-foco-em-reducao-de-custos/.

*Com informações de BCN Treinamentos

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2018 – Nova programação do blog…

A partir deste ano iniciaremos a postagem de alguns temas importantes voltados à área de operação e manutenção, auxiliando assim na orientação de alguns profissionais do mercado.

O lançamento destes posts se dará sempre as terças feiras e já temos definido na programação até junho deste ano:

Fevereiro

  • 20/02 – A importante diferença e interdependência entre operar e manter um sistema
  • 27/02 – Identificando as necessidades em um novo contrato de O&M

Março

  • 06/03 – O planejamento estratégico da O&M – Parte 1
  • 13/03 – O planejamento estratégico da O&M – Parte 2
  • 20/03 – A avaliação de performance em O&M, como e porque estrutura-la – Parte 1
  • 27/03 – A avaliação de performance em O&M, como e porque estrutura-la – Parte 2

Abril

  • 03/04 – Documentação Técnica em O&M
  • 10/04 – Planos de Operação – como elabora-los e como utilizá-los
  • 17/04 – A análise de estado e de riscos ao assumir uma nova operação
  • 24/04 – Planejamento e cuidados na implantação de um projeto de O&M

Maio

  • 02/05 – O CMMS como ferramenta de gestão
  • 08/05 – Auditorias de serviço e qualidade em O&M
  • 15/05 – A estruturação de planos de treinamento e reciclagem em O&M
  • 22/05 – O treinamento “On the job
  • 29/05 – A Inspeção Predial como ferramenta de gestão em O&M

Junho

  • 05/06 – O Comissionamento como ferramenta estratégica e de qualidade em O&M
  • 12/06 – Matriz de Responsabilidades
  • 19/06 – Matriz de Causa e Efeito
  • 26/06 – A Automação Predial como importante aliada para o desempenho e para a operação de sistemas

Julho

  • 03/07 – Sistemas de Medição & Verificação em O&M

Anotem em suas agendas!!

Esperamos vcs e suas contribuições aqui no blog!

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GRUPAS realizará a sua próxima reunião no dia 20/02, no Edifício Pátio Victor Malzoni

Segue o convite para o evento que tratará sobre tema relacionado a sustentabilidade e eficiência energética.


Prezados amigos!

Segue o convite da reunião GRUPAS & Pátio Victor Malzoni.

Data: 20 / 02 / 2018 (terça-feira)
Hora: 8h30 às 12h00
Local: Auditório do Bloco A (2º subsolo) do Condomínio Pátio Victor Malzoni
Av. Brg. Faria Lima, 3477 – Itaim Bibi, São Paulo – SP, 04538-133

Estacionamento: Pago no local ou opção Estapar na Av. Brigadeiro Faria Lima, 3825 (R$ 25/período)

Bicicleta: Seja sustentável na sua locomoção, o bicicletário do Condominio terá um preço especial de somente R$ 2,00 pelo período de até 06 horas. No dia a pessoa precisa somente identificar-se como participante do evento.

Importante:
O Condomínio Pátio Victor Malzoni oferecerá uma visita guiada ao seu empreendimento e suas iniciativas, ícone em sustentabiliade para Escritórios Corporativos AAA de São Paulo.

Tema: Energias Renováveis – Energia Fotovoltaica e o Futuro

Agenda do dia:

– 08:30h – Recepção dos convidados / Networking / Welcome coffee

– 09:30h – Abertura da reunião – GRUPAS

– 10:00h – Painel:

ENERGIAS RENOVÁVEIS – ENERGIA FOTOVOLTAICA E O FUTURO

Introdução/Mediação:
Ricardo Crepaldi, GRUPAS

Palestrantes/Debatedores:
Nilson Silva, Consultor em Eficiência Energética
Ricardo Fujji, WWF Brasil – Programa Mudanças Climáticas e Energia
Jacques Gonçalves Filho, Baterias TUDOR
Marcio Takata, Greener Tecnologias Sustentáveis
– 11:30h – Anfitrião: Condomínio Pátio Victor Malzoni
– 12:00h – Encerramento / Visitação

Com esta programação fantástica, teremos com certeza mais uma manhã excelente e de muito SUCESSO.

Para participar da reunião, basta inscrever-se no link abaixo e aguardar o recebimento do email de confirmação de sua presença, afinal “A RAZÃO DO GRUPAS É VOCÊ”.

PARA SUA PARTICIPAÇÃO NO EVENTO CLIQUE AQUI <<<

Atenciosamente,
Ricardo Crepaldi
Presidente Gestão 2018

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Lei 13.589 obriga proprietários e locatários de instalações existentes  a cumprirem, em 180 dias a partir da regulamentação, todos os seus dispositivos

Fonte: Nova Técnica Editorial

Por: Ana Paula Basile Pinheiro

Lei 13.589 obriga proprietários e locatários de instalações existentes  a cumprirem, em 180 dias a partir da regulamentação, todos os seus dispositivos

Todos os edifícios de uso público e coletivo serão obrigados a fazer a manutenção periódica de seus sistemas de ar condicionado. É o que determina a Lei 13.589/2018, sancionada em 4 de janeiro de 2018, em vigor para novas instalações de ar condicionado. Para sistemas já instalados, o prazo para cumprimento dos requisitos é de 180 dias depois da regulamentação da lei. Assim, os edifícios terão que implantar o PMOC – Plano de Manutenção, Operação e Controle, com o objetivo de prevenir ou minimizar riscos à saúde dos ocupantes e garantir a boa qualidade do ar interior, considerando padrões de temperatura, umidade, velocidade, taxa de renovação e grau de pureza. O PMOC deverá obedecer aos parâmetros regulamentados pela RE 9/2003 da Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, assim como às normas da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. A lei será aplicada a todos os edifícios, mas os ambientes climatizados de uso restrito, como laboratórios e hospitais, deverão obedecer regulamentos específicos.

Tramitando desde 2002, o então Projeto de Lei – PL 7.260, relativo ao PMOC, redigido pelo deputado federal Lincoln Portela, buscava uma forma que permitisse a fiscalização de sistemas de ar condicionado em operação. Em princípio, o texto continha embasamento legal respaldado pela Anvisa e Covisa. Em 2008, o departamento jurídico da Abrava teve o primeiro contato com o texto apresentado por Portela e acompanhava o andamento do PL 7.260; em 2009, Arnaldo Lopes Parra iniciou seus contatos com o deputado federal Arnaldo Faria de Sá, e passou desde então a dar suporte teórico para embasamento do PL, antecipando a necessidade de capacitação de profissionais qualificados; até que em 2011, a relatoria do PL solicitou sugestões da Abrava para revisão de seu texto.

“Percebemos que o texto do PL 7.260 era desprovido de procedimentos habituais e ligados a uma norma, pois, não adianta ter uma legislação que seja fraca e não dê um norte para a fiscalização. Assim, na época, fomos para Brasília, discutimos com os deputados. O Anthony Garotinho era o relator do projeto, e obtivemos a autorização para propor um novo texto. Com base nisso, formamos uma comissão, coordenada por Paulo Rosenthal, representante legal da Abrava, para dar uma formatação jurídica. Integraram a Comissão os presidentes dos Departamentos Nacionais da Abrava: Instalação e Manutenção, Wadi Tadeu Neaime, Projetistas e Consultores, Carlos Kayano, do Qualindoor, Leonardo Cozac, e o atual coordenador do CB 55 da ABNT, Oswaldo Bueno, para que as recomendações finais para o texto fossem redigidas, circulando em todas as comissões da Câmara e do Senado. Primeiramente, essa legislação dá ao fiscal, seja do Estado, da Anvisa ou Covisa, instrumentos para que possa fiscalizar; o segundo ponto chama a atenção do administrador do edifício que algo profissional deve ser feito. Embora essa consciência da manutenção já vem se cristalizando há oito anos de uma maneira mais densa”, comenta Wadi Tadeu Neaime.

“Em 2008, representando como advogado o departamento jurídico da Abrava, tracei um plano e coordenei a atual redação da Lei junto aos engenheiros destacados pela entidade. Acredito que a Lei Federal 13.589 na atividade de instalação e manutenção de sistemas de climatização irá gerar negócios sem precedentes para o setor, uma vez que a efetivação do cumprimento da lei irá promover a conscientização do setor cliente e da importância do engenheiro mecânico no processo”, disse Paulo Rosenthal, coordenador da Comissão e do departamento jurídico da Abrava.

Como consequência desse esforço, em 22 de junho de 2012, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados chegou a uma redação final do PL 7.260-C de 2002. As recomendações foram fruto de entendimentos descritos na Portaria 3523, Resolução Anvisa nº 09 e as Normas Técnicas 13971, 14679, 15848 e 16401, as quais seguiram vinculadas à nova Lei. Pelo texto final, todos os edifícios de uso público e coletivo que possuem ambientes de ar interior climatizado artificialmente devem dispor de um Plano de Manutenção, Operação e Controle – PMOC, dos respectivos sistemas de climatização, visando a eliminação ou minimização de riscos potenciais à saúde dos seus ocupantes.

“O DN Qualindoor estava acompanhando e eu fui designado pelo presidente à época, Henrique Cury, para participar da revisão do texto do PL. Depois da revisão do texto, em 2012, minha participação foi apenas acompanhar o andamento, sempre através do jurídico da Abrava. Recentemente, fui solicitado diversas vezes pelo Sindratar-SP a contribuir com textos e documentos técnicos para reforçar a importância do tema. Como membro da diretoria da Brasindoor, também nos manifestamos em apoio ao projeto ajudando no andamento. Acredito que precisamos estruturar o tema Qualidade do Ar Interno no Brasil, através de uma regulamentação federal, com apoio e definição das responsabilidades dos diversos players do setor. Uma espécie de Comitê Nacional de QAI, com participação da Anvisa, Ibama, Abrava, Sindratar, Brasindoor, USP, Cetesb, Fundacentro, e outros, definindo estruturas operacionais de fiscalização, treinamentos, eventos, guias, informações, para a correta informação do tema à sociedade brasileira”, acredita Leonardo Cozac.

“Depois de todo esse trabalho, graças ao esforço das equipes antigas e atuais, e do deputado Arnaldo Faria de Sá, conseguimos a aprovação da Lei do PMOC. Este fato deve ser muito comemorado por todos que tiveram a oportunidade de trabalhar por ele, pelo mercado e pela sociedade em geral, que será a grande beneficiada, com a melhoria da qualidade do ar condicionado produzido por nossos sistemas. O trabalho continua, mas o que conseguimos merece realmente uma boa divulgação, pois demonstra, sobretudo, que não basta apenas o trabalho de uma ou de meia dúzia de pessoas, mas sim da competência das entidades para encontrar uma equipe disposta a trabalhar e lutar por uma causa, para delegar, transferir a sucessores ao longo dos anos e ter, sobretudo, a perseverança para compreender os tempos das pessoas e das organizações do nosso país; então, doravante, caberá às entidades do setor de AVAC-R dar continuidade. A Lei está aí, mas precisa ser regulamentada e depois implantada no seio da sociedade; creio que de 2012 para cá, nosso país tenha evoluído muito e que estas novas etapas deverão demandar menos tempo para serem concluídas, mas o foco e a perseverança precisam ser mantidos, pois, os problemas são muitos e temos que incluir dentro da prioridade dos nossos legisladores e executivos em geral”, enfatiza Samoel Vieira de Souza.

De acordo com Arnaldo Basile, presidente da Abrava e do Comitê Nacional de Climatização e Refrigeração, uma outra vitória foi a inclusão dos ambientes climatizados de uso restrito, como aqueles dos processos produtivos, laboratoriais, hospitalares e outros, que deverão obedecer a regulamentos específicos.

“Entre outros aspectos, o texto diz que os ‘sistemas de climatização e seus Planos de Manutenção, Operação e Controle – PMOC deverão obedecer a parâmetros de qualidade do ar em ambientes climatizados artificialmente, em especial no que diz respeito a poluentes de natureza física, química e biológica, suas tolerâncias e métodos de controle, assim como obedecer aos requisitos estabelecidos nos projetos de sua instalação’. Quanto aos padrões, valores, parâmetros, normas e procedimentos necessários à garantia da boa qualidade do ar interior, inclusive de temperatura, umidade, velocidade, taxa de renovação e grau de pureza, são os regulamentados pela Resolução nº 9, de 16 de janeiro de 2003, da Anvisa, e posteriores alterações, assim como as normas técnicas da ABNT”, informa Basile.

O PMOC ficaria, até então, sob responsabilidade técnica do engenheiro mecânico. O PL 7.260 tramitou e passou sem alterações, por todas as comissões da Câmara. Tramitou posteriormente pelo Senado, quando o senador Tião Viana alterou o projeto para retirar a atribuição exclusiva do engenheiro mecânico, o que, segundo sua argumentação, caracterizaria como reserva de mercado para os engenheiros.

Após 15 anos tramitando na Câmara dos Deputados e Senado Federal, em 2015, já na Comissão de Seguridade Social e Família, o deputado federal Arnaldo Faria de Sá assumiu a relatoria do PL. Na mesma época, aconteceu a criação do Comitê Nacional de Climatização e Refrigeração, com o objetivo de apoiar o deputado Arnaldo Faria de Sá na aprovação do PL 7.260, formado pelas entidades do setor: Abrava, Anprac, Asbrav, Sindratar – BA, Sindratar – PE, Sindratar – RJ, Sindratar – SP, Sindratar – RS, Sindiar-CE e Simmmef – CE.

“O grande mérito e valor dessa Lei, é que sua redação e formatação nasceu na Abrava, através de profissionais especializados no assunto e com fundamentação técnica, objetivando atender os princípios das boas práticas de engenharia em prol do usuário. Estamos tratando da saúde e qualidade de vida dos usuários! A divulgação da sanção desta Lei pela mídia escrita e falada teve uma repercussão positiva como poucas outras Leis no Brasil. Permite que o usuário interprete intuitivamente sua importância e o grande benefício que lhe trará em qualquer ambiente climatizado em que se encontrar. O usuário que eventualmente ‘acreditava que percebia’ algum tipo qualquer de desconforto com o uso do ar condicionado, com o tempo assumirá uma postura fiscalizadora pró-ativa e exigente. As empresas e profissionais do setor AVAC-R que atendem às demandas de manutenções de sistemas e equipamentos deverão ser naturalmente beneficiadas pelo aumento da demanda de serviços de manutenção, operação e controle. Em contrapartida, serão responsabilizadas pela execução e pelos resultados desses serviços, o que sem dúvida nenhuma provocará melhora na qualificação técnica dos profissionais. As Prefeituras terão o dever e a obrigação de fiscalizarem o que determina a Lei. O procedimento legal é claro e objetivo, e não está sob nosso gerenciamento. O que está sob nossa responsabilidade e gestão é conscientizar os usuários de que essa Lei o beneficia e o protege. Da mesma maneira, a conscientização das empresas e profissionais do setor também é de nossa responsabilidade. Sabemos como fazê-lo; através de seminários workshops, palestras, treinamentos, congressos, mídias sociais etc., enfim, doravante este será o grande desafio do nosso setor”, disse o presidente da Abrava e do Comitê Nacional de Climatização e Refrigeração.

“A aprovação da Lei 13.589 para o setor AVAC-R trará enormes benefícios, principalmente, para a saúde da população. A efetivação da aplicação da lei, mostra à sociedade brasileira que ela tem o direito de frequentar ambientes climatizados com qualidade do ar interior, para preservar sua saúde e sua segurança. Já para os proprietários e usuários dos imóveis, a Lei possibilita reduções nos custos dos seguros e, fundamentalmente, melhor qualidade de vida, entre outros fatores”, informa Carlos Trombini, presidente do Sindratar-SP.

Trombini acrescenta que nos últimos seis meses, foram diversas as visitas à Brasília, ao relator do Projeto de Lei – Arnaldo Faria de Sá e ao autor do Projeto Lincoln Portela, e destaca todos aqueles que trabalharam inicialmente para a elaboração do projeto, como  Oswaldo Bueno, Wadi Tadeu Neaime, Leonardo Cozac, Carlos Kayano, que aprimoraram o texto inicial do PL; o engenheiro Arnaldo Parra e o infectologista Stefan Cunha Ujvari, que escreveram artigos importantes sobre o tema; e a ação conjunta das entidades que compõem o Comitê Nacional de Climatização e Refrigeração, operacionalizada por Viviane Nunes.

Ana Paula Basile Pinheiro – anapaula@nteditorial.com.br

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Se encerrará hoje o prazo para as inscrições no curso de formação de profissionais (HBC PRO)

A Sustentech vem divulgando ao longo desta semana o alerta para os interessados em participar do curso de formação de profissionais HBC PRO (Health Building Certificate), que se iniciará no próximo 27/02 e será ministrado online, das 20:00 às 21:00hs.

Aos interessados, segue o link divulgado: https://www.hbcschool.com/p/pro-br

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