AEA confirma a realização de Curso de Comissionamento em Edificações para os dias 26 e 28/4

A AEA confirmou para os dias 26 e 28/4 a realização do Curso de Comissionamento em Edificações, o qual será apresentado apenas no formato “online”.

Trata-se de um curso de 8 horas, divididos nos dias acima, durante o qual será tratado o tema (comissionamento) e a sua aplicação em edificações existentes. A nossa principal expectativa com este curso será a de orientar o público presente / participante quanto aos conceitos, campos de aplicação e benefícios de sua implementação em operações ou edificações existentes.

Vejam a seguir os links de 2 recentes posts sobre o tema.

Blog AEA: https://www.aea.com.br/blog/o-que-e-comissionamento-em-edificacoes-e-qual-a-sua-importancia/

Blog Alexandre M F Lara: Recommendations for periodic testing, adjusting and balancing of existing buildings / Recomendações para o TAB (teste, ajuste e balanceamento) periódico em edificações existentes

O Curso será realizado pela AEA e ainda há tempo para a inscrição de interessados, através do link a seguir apresentado:

/https://www.aea.com.br/cursos-online/curso-de-comissionamento-em-edificacoes/

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Recommendations for periodic testing, adjusting and balancing of existing buildings / Recomendações para o TAB (teste, ajuste e balanceamento) periódico em edificações existentes

Já comentamos anteriormente neste blog sobre a importância do “comissionamento” como uma “ferramenta” de garantia da qualidade e desempenho em edificações na fase de uso; normalmente, esquecemos que as nossas instalações e sistemas prediais, de uma forma geral, perdem desempenho ao longo de sua vida útil, seja em virtude de alterações na edificação e ambientes por eles atendidos, seja por alterações em componentes da própria instalação, ou seja em função de sua obsolescência ou envelhecimento.

O fato é que temos hoje em nossos grandes centros vários edifícios comerciais e residenciais que apresentam falhas ou desvios em suas operações e na performance de sistemas prediais, sendo necessário a sua reavaliação, o seu comissionamento, ou melhor, o seu retrocomissionamento.

Um simples exemplo sobre este tipo de situação é o sistema de pressurização de escadas de emergência em edifícios, pois quantos de vocês leitores e responsáveis pela operação e manutenção em seus empreendimentos têm a certeza de que os seus sistemas funcionam e DESEMPENHAM conforme o previsto em projeto, assegurando com que as rotas de fuga estejam adequadamente preservadas e seguras?

Assim como o exemplo acima, temos muitos outros exemplos, como sistemas de exaustão, sistemas de captação, tratamento e distribuição do ar externo, sistemas de distribuição do ar condicionado, sistemas de distribuição hidráulica, sistemas de potência, entre outros.

Neste sentido, trata-se de uma necessidade a reavaliação periódica de seus sistemas prediais e riscos, normalmente adicionados pela própria operação e uso da edificação.

Vejam abaixo um interessante artigo em inglês sobre a recomendação para um dos tipos de atividade previstas em processos de comissionamento (o TAB) em edificações existentes, sendo importante que reflitam sobre as suas realidades e sintomas eventualmente já demonstrados por suas edificações….


Fonte (Source): Consulting – Specifying Engineers

Por (By): Gaylon Richardson

Acesse aqui a matéria diretamente em sua fonte / Read this article directly from its source, by clicking here.

Recommendations for periodic testing, adjusting and balancing of existing buildings

Existing, occupied buildings can benefit greatly from the TAB process as well by improving its performance and efficiency.

Courtesy: AABC/Engineered Air Balance Co., Inc.

Testing, adjusting & balancing (TAB) has, for many decades, been an accepted and crucial part of the new construction process for commercial buildings. From small retail stores to schools, large scale office buildings to hospitals and labs, TAB done by a qualified independent agency helps verify that systems are working properly according to the design when owners take occupancy.

But existing, occupied buildings can benefit greatly from the TAB process as well. Over time, changes in building occupancy and usage, equipment aging, repairs, and modifications made (or not made) by operations and maintenance personnel can slowly degrade the performance of a building’s systems. Targeted testing and adjustments where necessary can have a significant positive impact on a building’s performance and efficiency, or in some cases highlight when a complete rebalance may be the wisest course of action.

Courtesy: AABC/Engineered Air Balance Co., Inc.

Because of the many variables involved across so many different types and sizes of buildings, regions, systems, and scopes of work, AABC does not have a standing, published recommendation on whether and how often to do periodic TAB. However, to check on the building’s HVAC performance, AABC recommends the following approach and rationale for building owners interested in considering their options.

AABC recommended periodic TAB audit

To ensure proper and efficient operation of the HVAC and control systems in existing buildings, we offer the following recommendation to building owners and facility managers.

We note that ASHRAE Standard 62.1-2019, Ventilation for Acceptable Indoor Air Quality, Table 8-1, Task ae recommends the following task with a minimum frequency of 5 years:

Verify the total quantity of outdoor air delivered by air handlers set to minimum outdoor air mode. If measured minimum airflow rates are less than the design minimum rate documented in the O&M manual, a ±10 percent balancing tolerance, (1) confirm the measured rate does not conform with the provisions of this standard and (2) adjust or modify the air-handler components to correct the airflow deficiency. Ventilation systems shall be balanced in accordance with ASHRAE Standard 111 or its equivalent, at least to the extent necessary to verify conformance with the total outdoor airflow and space supply airflow requirements of this standard. Exception:Units under 2000 cubic feet per meter (1000 L/s) of supply air are exempt from this requirement.

Based in part on this guidance, we suggest that the list of items below be periodically investigated. If you have a good ongoing maintenance program in each building, we suggest doing so every three years. If you have little or no ongoing maintenance, then consider doing so every year.

Courtesy: AABC/Engineered Air Balance Co., Inc.

(All testing and reporting should follow the ANSI/AABC National Standards for Total System Balance, 7th Edition: https://www.aabc.com/publications):

1. Automatic dampers

  • Verify all move freely.
  • Verify all seals are intact and clean.
  • Verify the building automation system (BAS) controls each properly.

2. Filters

  • Inspect all filters for cleanliness and evaluate frequency of replacement.
  • Verify filters are the same minimum efficiency reporting value rating as designed.
  • Verify the filter racks do not allow air to bypass.

3. Air handler unit (AHU) & exhaust fan systems

  • Verify the control sequence for each AHU and exhaust system.
  • Verify start and stop sequences.
  • Verify interlocks.
  • Verify total airflow with pitot traverse.
  • Verify minimum and maximum outside airflows.
  • Verify relief.
  • Verify systemic pressure losses.
  • Has any system been changed since the original construction?

4. Cooling system

  • Verify start and stop sequences.
  • Verify control sequence for each chiller and pump.
  • Verify the system isolation valves are functional.
  • Verify pressure reducing valve (PRV) and system pressure control is operational.
  • Verify system air control is operational.
  • Verify system automatic air vents are operational.
  • Verify the pressure at the highest point in the system with the pumps off.

5. Cooling tower system

  • Verify start and stop sequences.
  • Verify control sequence for each condenser and pump.
  • Verify the system isolation valves are functional.
  • Verify system fill and pressure equalization control are operational.

6. Heating systems

  • Verify start and stop sequences.
  • Verify control sequence for each boiler and pump.
  • Verify the system isolation valves are functional.
  • Verify PRV and system pressure control is operational.
  • Verify system air control is operational.
  • Verify system automatic air vents are operational.
  • Verify the pressure at the highest point in the system with the pumps off.

7. With all exhaust and supply systems operating at both minimum and maximum setpoints, verify the building pressurization.

8. Verify the calibration of each BAS sensor (temperature, humidity, pressure, CO2and motor sensors).

9. Spot-check operation of variable air volume terminal boxes across design operating range.

10. Submit a report of all tests.

Courtesy: AABC/Engineered Air Balance Co., Inc.

This article originally appeared on the Associated Air Balance Council (AABC) TAB JournalAABC is a CFE Media content partner. 

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Empresa inglesa de arquitetura usa “cão robô” para escanear edifícios em construção ou espaços ocupados, mudando a forma como edifícios são projetados, construídos e até mesmo utilizados / This robot dog is changing the way buildings are designed, constructed an used

Esta incrível reportagem ilustra o uso de tecnologia no segmento de arquitetura, agilizando a elaboração de projetos, assim como a rápida percepção quanto a modificações ou falhas inseridas em construções.

Originalmente criado para a inspeção em ambientes de difícil acesso ou risco, o “cão robô” vem sendo utilizado como uma das mais “novas ferramentas” por uma empresa britânica de arquitetura, escaneando andares ocupados ou mesmo acompanhando a evolução de construções e instalações, conforme matéria abaixo, recentemente divulgada pela ASHRAE.

Considerando que a demora na percepção de falhas ou desvios em instalações e construções incorre em custos relacionados ao retrabalho, ou mesmo para a ineficiência de sistemas, vejo que tecnologias como esta podem reduzir em muito a identificação de tais falhas. Da mesma forma, o levantamento de condições em escritórios existentes poderá reduzir o tempo, além de trazer uma maior confiabilidade e precisão ao processo.

De qualquer forma, o artigo não nos dá mais detalhes sobre o produto gerado pelo sistema de escaneamento, assim como custos, etc, embora seja muito interessante de se observar.

Segue abaixo a matéria retirada diretamente de sua fonte, assim como o link para aqueles que desejem conhecer mais sobre o “cão robô”.


Fonte (Source): Fast Company

Por (By): Nate Berg

Divulgação: ASHRAE

Leia aqui a matéria diretamente em sua fonte / Read this article directly from its source, by clicking here.

This robot dog is changing the way buildings are designed, constructed, and used

Spot can scan and analyze buildings to find mistakes or determine how the space is being used.

[Photo: Aaron Hargreaves/courtesy Foster + Partners]

One of architecture’s newest and unlikeliest tools can now be found clomping through the dusty concrete floors of a half-built building. Just four legs and a torso, it could transform the way buildings get made.

The tool is the dog-like robot called Spot, which was created by Boston Dynamics and is now being used by the London-based global architecture firm Foster + Partners to scan and analyze buildings that are under construction. More commonly deployed in various industrial capacities, from monitoring dangerous oil and gas sites to inspecting areas with unsafe levels of radiation, Spot has become a part-time architect.

Demonstration video (Spot robot dog) can only be seen using this link or reading this article directly from its source / O vídeo de demonstração somente poderá ser visualizado a partir do link abaixo, ou realizando-se a leitura da matéria diretamente em sua fonte:

https://www.fastcompany.com/embed/eFsqahcn?playerID=G2hQKLvX

To test out the robot’s usefulness in the context of architecture, Foster + Partners’ Applied Research and Development group set it loose inside Battersea Power Station, a major redevelopment project under construction on the banks of the Thames in London. Spot is programmed to follow a pre-mapped route through the construction site, scanning the progress of the building and comparing it to the original design. This helps identify any mistakes and alterations that pop up as the digital design gets transformed into concrete and steel and ensures details such as plumbing and electrical conduits are correctly aligned. By monitoring the construction process every week, the architects can quickly see if and how the physical building is deviating from the plans, and then adjust them to account for variations.

[Photo: Aaron Hargreaves/courtesy Foster + Partners]

“Currently the workflows used can be quite linear, and any design or on-site changes can have a knock-on effect in the process,” says Martha Tsigkari, a partner at Foster + Partners, in an email. “Disruptive technologies like Spot allow for any changes to be picked up almost instantly, saving both time and money.”

The firm has also used the robot on a renovation of its own headquarters in London, taking the data collected during its regular scans not only to monitor construction but also to influence the building’s functionality, according to partner Adam Davis. “Our colleagues designing the environmental systems [heating, cooling, and lighting] benefited greatly from having quick, detailed feedback on the as-built conditions before, during, and after the renovation works,” he says.

[Image: courtesy Foster + Partners]

The robot can be used to monitor completed and occupied buildings, performing regular scans to understand how spaces are being used. But though there could come a time when a robot dog roving through a building is as innocuous as an escalator, for now it’s still a curiosity. “For Spot, or any robot, to be useful after occupancy, our entire perception of how we interact with them must change,” says Tsigkari, noting that humans sometimes try to obstruct or even hinder robots when they’re encountered. “We have witnessed nothing but excitement and admiration for Spot during our case studies, but it would be interesting to see what sort of behaviors emerge when robots like Spot become less of a novelty and more of a daily occurrence in our lives.”

[Photo: Aaron Hargreaves/courtesy Foster + Partners]

It’s more likely that Spot will be used to scan buildings after people have gone home. “At the moment, Spot turns heads wherever it goes. For use in occupied buildings, that presents a challenge because ideally you want to capture reality without altering it,” says Davis. Instead, he envisions Spot making the rounds after the office is closed and combining its scans with data from sensors to reconfigure internal building layouts and adjust lighting and temperature control.

[Image: courtesy Foster + Partners]

Down the line, Spot could even come to affect how buildings get designed. Tsigkari says just knowing a regular scan could catch issues later on may allow designers more flexibility in proposing design ideas that are far more experimental. “Disruptive technologies have an interesting way of affecting processes we do not anticipate” she says.

[Photo: Aaron Hargreaves/courtesy Foster + Partners]

For now, Spot’s potential is still being tested. Davis says the biggest innovation it can bring to architecture is an understanding of buildings in four dimensions: how space changes over time, and also how time changes the way spaces are used. “How do spatial arrangements—of furnishings and partitions, for instance—affect the amount of time that people spend in a space and their experience of that time? Is it buzzing with creative energy and social interaction, or does it promote contemplation and focus?” he says. “We can infer a lot of these qualities of space and inhabitation through data. And Spot’s ability to gather spatial data at regular intervals is a big piece of this puzzle.”

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Mitsidi Projetos realizará um simpósio sobre eficiência energética entre os dias 12/4 e 23/4, através de seu canal no Youtube

A MITSIDI divulgou em suas redes sociais a realização de um simpósio via internet, realizado no período noturno (das 19:30 às 21:00hs), entre os dias 12/04 e 23/04, sendo que temas diferentes serão abordados, conforme imagens abaixo.

O acesso se dará através do canal da MITSIDI no Youtube.

https://lnkd.in/gXMkYUK
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SP pós-pandemia terá de lidar com esvaziamento de escritórios e excluídos do home office

Especialistas dizem que é preciso converter prédios comerciais para evitar ‘mini-Detroits’

Fonte: UOL

Por: Artur Rodrigues

A pandemia de coronavírus deverá deixar marcas definitivas no desenho da cidade de São Paulo, com a expansão do home office e esvaziamento de escritórios.

Se a cidade não souber se planejar, a consequência pode ser a proliferação de mini Detroits, a cidade norte-americana que virou quase fantasma após a fuga de indústrias.

Na capital paulista, um dos desafios é como enfrentar a tendência de intensificação da vacância em regiões de escritórios devido à possível migração para o home office ou para um modelo híbrido por alguns setores —em alguns segmentos, um a cada cinco escritórios estão vazios hoje em SP.

Por outro lado, é preciso criar estímulos para democratizar e permitir que a população da periferia tenha condições dignas para realizar o home office ou trabalhe perto de casa.

Para se adaptar às mudanças, São Paulo precisa investir em políticas urbanas para conter o esvaziamento de áreas no centro expandido com oferta de infraestrutura e criar novas centralidades nas regiões periféricas.

Continue a leitura desta matéria diretamente na fonte, clicando aqui ou no link a seguir.

https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2021/03/sp-pos-pandemia-tera-de-lidar-com-esvaziamento-de-escritorios-e-excluidos-do-home-office.shtml

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ANPRAC divulga curso sobre CONFORTO TÉRMICO EM EDIFÍCIOS

Entre os dias 19 e 28 de abril de 2021 a Anprac realizará mais um curso que entendemos ser extremamente interessante para o aprimoramento profissional.

O professor doutor João Manoel Dias Pimenta é quem ministrará este curso

Clique aqui veja a programção completa – Faça a sua pré-inscrição

* Para aproveitar o desconto como estudante será necessário apresentar comprovante de que está matriculado.

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ABRAVA realizará no próximo 23/03 as 19:00hs o Webnar sobre “Tratamento de Águas em Sistemas de AVAC-R, com ênfase em contaminação microbiológica

Aos interessados, segue o link para a inscrição:

https://www.sympla.com.br/webinar-tratamento-de-aguas-em-sistemas-de-avac-r-com-enfase-em-contaminacao-microbiologica__1153938?utm_campaign=webinar_dnta_2306&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

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AEA divulga a nova turma do curso de AUDITORIAS EM OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO PREDIAL

Considerada como uma importante “ferramenta de avaliação” na prestação de serviços, as auditorias periódicas não somente devem ser aplicadas para identificar falhas no processo mas, principalmente, como forma de se antecipar eventos e orientar as nossas equipes ou prestadores em relação ao adequado direcionamento de suas atividades e em relação aos níveis de expectativa do Cliente.

A auditoria em operação e manutenção também deve ser objetiva e envolver os representantes de ambas as partes.

Segue abaixo o convite para aqueles que estiverem interessados em conhecer um pouco mais sobre esta importante ferramenta.

CURSOS AGILE – AUDITORIAS EM OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO PREDIAL – 6H – ”ONLINE – AO VIVO PELA INTERNET”.

  • Dias 05 e 07 de Abril de 2021, Segunda e Quarta, das 14h00 às 18h00Aulas de 4 horas por dia.

O que você vai aprender

Noções básicas de auditoria segundo as Normas Internacionais e sobre como convertê-las em um programa de auditoria periódica de forma prática e eficaz, mesmo em pequenas operações. Aprenderá também sobre a importância em se desenvolver um programa de avaliação contínua da performance de fornecedores, sendo este um dos pilares de qualquer modelo de contratação de prestação de serviços.

Como irá se beneficiar

O participante desenvolverá a sua compreensão sobre os requisitos e pilares fundamentais em uma contratação de serviços de manutenção, assim como os cuidados a serem adotados ao longo de sua gestão sobre estes mesmos contratos. Desenvolverá competências a respeito da análise de contratos e habilidades para o desenvolvimento de programas internos de auditoria em operação e manutenção, desde o seu planejamento até a análise de resultados apurados.

Mais informações, inscrição e pagamento acesse: https://www.aea.com.br/cursos-online/curso-de-auditorias-em-operacao-e-manutencao-predial/

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NFPA 101 e COVID-19: Engenheiros precisam considerar as questões envolvendo a saúde pública e a preservação da vida quando da reabertura de edifícios após o COVID-19

Recentemente, e apesar das orientações já fornecidas no Brasil pela ABRAVA, quanto aos cuidados necessários para se manter o sistema de ar condicionado em ambientes desocupados ou parcialmente desocupados, tenho me deparado com algumas edificações que não adotam ainda tais cuidados, mantendo de forma equivocada os seus sistemas desligados.

Como primeiro resultado mais aparente, observa-se o forte odor em salas e principalmente dentro de condicionadores, pois estes operavam até algum tempo atrás, com umidade em seu interior.

O site Consulting – Specifying Engineers divulgou recentemente um artigo sobre estes cuidados, recomendando a atenção de engenheiros responsáveis por estas operações.

O artigo diz que “em alguns casos, a reabertura de edifícios após um período de fechamento devido a questões emergenciais de saúde, será similar ao reuso de qualquer edificação que tenha sido mantida como desativada, durante um período. Dependendo do tempo no qual esta edificação esteve desativada, poderá ser recomendado a condução de algum nível de RECOMISSIONAMENTO sobre os sistemas prediais, assim como a verificação de suas características para a preservação da saúde, nestes edifícios”.

O texto está em inglês, mas recomendo a sua leitura abaixo:


NFPA 101 and COVID-19

Engineers need to consider the public health and life safety issues of reopening a building after COVID-19

From (de): Consulting – Specifying Engineer

By (por): WILLIAM E. KOFFEL, PE, FSFPE, KOFFEL ASSOCIATES, COLUMBIA, MD.

Courtesy: Koffel Associates

It is unlikely that many, if any, members of an NFPA Life Safety Technical Committee truly considered the impact of a global pandemic as they participated in the code development process. Engineers must consider life safety considerations as buildings reopen, and also look at applying the requirements of NFPA 101: Life Safety Code to those buildings that remained operational during COVID-19.

In some ways, reopening a building after closure for some period of time as the result of a public health emergency is similar to reusing any building that had been closed for a period of time. Depending on the duration that the building was closed, it may be appropriate to conduct some level of recommissioning of the building systems and the life safety features of the building.

The extent to which the building needs to be recommissioned can be determined considering a number of factors, including:

  • Did the fire protection systems remain in service? Presumably they did because fire codes generally require that fire protection systems remain in service even in vacant buildings. However, if the fire protection systems did not remain in service, additional evaluation may be needed. If water was removed from a wet pipe fire protection system, there is likely increased corrosion in the pipe. Studies have also shown that the introduction of new water into steel pipe will result in accelerated corrosion for a period of time shortly after the water enters the pipe.
  • Were other building systems maintained in service? Many of the fire protection systems required by NFPA 101 are impacted by environmental conditions: humidity, temperature, dust, etc. While building systems may not have been operating at the same level as when the building was occupied, if the systems are shutdown these environmental conditions are not being maintained in the building. For example, if a heating, ventilation and air conditioning system is not operating for a period of time there could be increased dust accumulating in the ducts, which could result in increased nuisance alarms from smoke detectors when the system is reactivated.
  • Environmental and climatic conditions can also impact the operation of other life safety features of the building. For example, the lack of use could result in situations in which egress doors may be more difficult to open. From an egress perspective, one way to address this issue is to simply walk every egress path and use each component that is encountered that would be used to egress the building (e.g., open every door along the path of egress).

Continue reading the full text from its source, by clicking here. / Continue a leitura do artigo completo, diretamente de sua fonte, clicando aqui.

Link da página do artigo: https://www.csemag.com/articles/nfpa-101-and-covid-19/?oly_enc_id=3803H7421378F9H

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CB055/ABNT INFORMA CONSULTA NACIONAL DA REVISSÃO DA NBR 7256 – TRATAMENTO DE AR EM ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE

CB 055 informa que foi inserido em Consulta Nacional pelo período de 30 dias, o 2º Projeto de Revisão ABNT NBR 7256 Tratamento de ar em estabelecimentos assistenciais de saúde (EAS) – Requisitos para projeto e execução das instalações. Confira e participe!

Em Consulta Nacional até 07/04/2021

Acesse o site e pesquise pelo Comitê aqui.

Eng. Oswaldo Bueno coordenador

Clara Lúcia – Secretária

ABNT/CB-055/ABRAVA

Fone: (11) 3361-7266

Skype: clucia04

cb-055@abnt.org.br

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