Comissionamento e Manutenção Predial são temas de palestras e eventos na próxima semana!!

Dois importantes eventos ocorrerão na próxima semana (19 à 21/10) envolvendo estes dois importantes temas e trazendo palestrantes renomados para a Capital Paulista no evento organizado pela INFRA FM, assim como para um evento 100% onlide, organizado pela ABRAVA e o seu DN Comissionamento, com a participação da instituição BCA norte americana, em seu Chapter brasileiro.

O primeiro evento na sequência será o 6º Workshop de Comissionamento em Instalações, realizado 100% Online e com inscrições GRATUITAS.

O evento tem como principal objetivo fomentar o tema COMISSIONAMENTO em edificações / instalações em nosso mercado, demonstrando aos profissionais e tomadores de decisão a enorme importância deste processo de controle e garantia da qualidade em instalações prediais / industriais, resultando na melhor performance destes sistemas.

O evento contará ainda com a participação do ex-presidente da BCA, DAN FORINO, abordando sobre as perspecivas de proprietários para a operação e comissionamento.

A minha palestra ocorrerá as 10:30hs (houve uma alteração na grade em virtude da tradução simultânea) do dia 20/10, quando o tema abordará também o recebimento de instalações após o comissionamento.

Aos interessados, segue a página do evento para que possam consultá-lo e também efetivar a sua inscrição: https://abrava.com.br/compromissos/6o-workshop-de-comissionamento-de-instalacoes-2/

O segundo evento da semana será o 1º Fórum Infra FM de Manutenção Predial, organizado pela INFRA FM e previsto para o dia 21/10 em São Paulo, no Milenium Centro de Convenções – SECOVI/ SP, localizado à Rua Doutor Bacelar 1403.

Importante ressaltar que este evento ocorrerá simultaneamente no formato presencial e ONLINE, sendo possível que o interessado opte pela melhor forma de inscrever-se, diretamente no site do evento.

A minha palestra ocorrerá logo no primeiro painel, às 08:45hs, sendo que abordarei a importância da escolha de modelos de planejamento e gestão da operação e manutenção como meio de se obter resultados.

Aos interessados, segue a página do evento para que possam consultá-lo, conhecer a grade e os palestrantes, além de também efetivar a sua inscrição: https://www.eventosinfra.com.br/manutencao-predial

Enfim, será uma semana de importantes palestras e eventos e aguardamos vocês!!

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Ministério divulga estudo prevendo “revolução” no setor energético

Fonte: Agência Brasil

Divulgação: PROCEL Info

Clique aqui para acessar a notícia em seu veículo oficial.

O setor de energia poderá passar por adaptações tecnológicas que representarão uma revolução similar à ocorrida com as telecomunicações. Em termos práticos, significa, entre um número ainda inimaginável de possibilidades, transformar medidores de energia e demais equipamentos em unidades de inteligência artificial e, a partir da digitalização de dados e procedimentos, ampliar como nunca a qualidade e os serviços prestados pelas empresas do setor.

O potencial da digitalização do setor energético vai muito além do que se pode imaginar nos dias atuais, conforme sugere um estudo divulgado nesta sexta-feira (26), em Brasília, pelo Ministério de Minas e Energia (MME). Foi o que disse à Agência Brasil o diretor do Departamento de Desenvolvimento Energético do MME e coordenador do projeto Sistemas de Energia do Futuro, Carlos Alexandre Príncipe Pires.

O estudo Uso de Novas Tecnologias Digitais para Medição de Consumo de Energia e Níveis de Eficiência Energética no Brasil é, segundo ele, “uma ideia lançada no ar” para mostrar à comunidade e, em especial, às empresas do setor energético, “um horizonte inicial” sobre o impacto que a digitalização de equipamentos e serviços pode ter para o Brasil.

Elaborado por meio da Parceria Energética Brasil-Alemanha, o trabalho é produto de uma cooperação entre o Ministério de Economia e Energia (BMWi) da Alemanha e o MME, que tem por base experiências europeias no uso da Inteligência Artificial, Internet das Coisas (IoT), Big Data e tecnologias digitais de ponta.

Ele traz insumos sobre como utilizar essas tecnologias para coletar, processar e analisar dados relacionados ao consumo de energia e medição da eficiência energética no contexto brasileiro.

Processo veloz e sem volta

“Minha percepção é de que a digitalização é um processo sem volta para todos os setores em algum momento, já que se trata de uma ferramenta que permite maior eficiência no uso dos recursos. Caso contrário, ela não se justificaria. Isso é muito perceptível. Todos os setores em que há digitalização ficam mais competitivos e eficientes, e isso não será diferente no setor energético”, argumentou.

Pires acrescentou que os efeitos da digitalização deste setor ocorrerão em uma velocidade ainda maior do que a das telecomunicações, uma vez que têm como ponto de partida ferramentas já disponibilizadas pelas telecomunicações, tanto no âmbito residencial como comercial e industrial.

“A tendência é que esse processo se dê mais rápido do que o ocorrido nas telecomunicações, até porque as telecomunicações proporcionaram a outros setores ganho de tempo. Mas tudo vai depender de um passo ainda a ser dado na modernização do setor elétrico. Acredito que, no mercado livre de energia, esse passo seja dado muito mais rapidamente porque é intrínseco à liberdade de mercado. Já no cativo, que são as distribuidoras de energia, o passo será mais lento, mas tão ou mais rápido do que a legislação permitir”, complementa o diretor do MME.

Diante de tantas possibilidades, não há, segundo Pires, como deixar de se fazer um “paralelo” entre o processo de digitalização e o ocorrido no setor de comunicações. “Antes, havia telefones fixos e orelhões. Quando apareceram os celulares, não se tinha a exata noção de onde poderíamos chegar. Ninguém imaginava que, em pouco mais de dez anos, até operações bancárias complexas seriam feitas por meio deles”, observou.

Inteligência artificial e “prossumidor”

Ele acrescenta que a digitalização do setor abrange não apenas consumo e oferta, mas “possibilidades quase infinitas do uso de inteligência artificial para a melhoria de processos”. 

“O consumidor passa a ser o que chamamos de prossumidor: um consumidor mais proativo que, por exemplo, pode se tornar produtor ao gerar, consumir e distribuir energia a partir da própria casa”, disse ao apontar um exemplo básico do que visualiza como uma das possíveis “revoluções” que devem ocorrer no setor, a partir da adoção de tecnologias envolvendo a digitalização da relação de consumo.

As possibilidades não param por aí. “O consumidor será mais ativo na sua relação com as empresas, sabendo quanto consome em tempo real e adotando ajustes que podem ou não ser automatizados residencial, comercial e industrialmente”. Nesse sentido, ainda no campo dos exemplos, um ar-condicionado poderia ser ligado pouco antes de uma pessoa chegar em casa, a partir de um geolocalizador que, via internet, repasse essa informação à central de energia da casa. Poderá também ser desligado automaticamente, fazendo uso dessa mesma tecnologia, quando a pessoa sair de casa. 

Distribuição de energia

A digitalização terá funcionalidades também na área de distribuição de energia. “Ela dispensará a ida de uma pessoa para fazer a medição do consumo de energia ou mesmo para fazer ligações ou religações. Tudo poderá ser feito de forma remota. Uma outra possibilidade é a de automatizar, com ajuda de inteligência artificial, a reconexão, de forma alternativa, do fornecimento de energia no caso de o transformador de um bairro apresentar problema” explicou Pires.

Energia elétrica, luz, interruptor

No campo industrial, sensores podem proporcionar, a qualquer processo produtivo, mais eficiência. Por exemplo, ao interromper, de forma imediata, a produção quando uma falha for detectada. “E, logo em seguida, retomar o quanto antes o processo produtivo de outras formas, com máquinas ligando e desligando a partir de decisões tomadas por inteligência artificial”, argumenta o diretor do MME ao detalhar situações em que a digitalização pode ser muito mais ampla do que propriamente uma relação entre consumidor e distribuidora.

Há também a expectativa de que, na medida em que uma frota de automóveis for se digitalizando e eletrificando, as baterias dos carros sirvam também de backup em situações de falta de energia nas residências, evitando que equipamentos vitais como respiradores ou mesmo geladeiras e freezers deixem de funcionar.

O que diz o estudo

O estudo divulgado pelo Ministério de Minas e Energia indica alguns desafios básicos, técnicos e de infraestrutura de rede, para que o Brasil avance na digitalização dos serviços oferecidos pelas companhias elétricas. 

Um deles está relacionado à “necessidade de efetividade da comunicação entre o ponto de medição e a distribuidora [necessidade de um sistema bidirecional de comunicação, o gerenciamento deste sistema dentro do negócio de energia], e seus custos associados [quem pagará o investimento e como ele deve ser articulado entre as diversas possibilidades e players]”.

Outro desafio é o país promover uma “modernização regulatória e legal da concessão de distribuição de energia, para exigir, incentivar e monitorar a digitalização em toda a cadeia de negócios de energia”, de forma a evoluir o “status quo atual das condicionantes operacionais” das distribuidoras de energia, e oferecer “mais serviços e soluções energéticas, com modelos participativos e reconhecendo as interferências de novos mecanismos de comercialização da energia possivelmente infiltrados e competindo em sua cadeia de fornecimento”.

Segurança cibernética

O estudo apresenta, ainda, alguns riscos que devem ser levados em conta, de forma a evitar problemas como o mau uso dos dados obtidos dos clientes. A questão da confidencialidade de dados é algo a ser considerado, uma vez que “todo processo que se digitaliza se torna também alvo”. “Precisamos ter cuidados com relação a isso. Trata-se de uma discussão pertinente que precisa ser trabalhada”, segundo o diretor, destacado pelo ministério para explicar o estudo que aborda o tema.

“Alguns exemplos e questões dessa mudança ficam como resultado desta análise: quanto da informação (e qual) deve ser armazenado em tempo real ou em tempos determinados, sobre o consumo e a qualidade da energia entregue para o cliente? O que fazer com essa informação para promover o relacionamento efetivo? Como garantir o uso dessa informação e a privacidade do cliente sobre o seu consumo – quais as restrições de uso das informações do cliente para ampliação de serviços pela concessionária? Como ampliar o relacionamento e garantir uma parceria efetiva entre o cliente e a concessionária, bem como a percepção do valor desse novo relacionamento? As respostas serão dadas pelos diversos agentes do processo, com parcimônia, pois dependem das estratégias assumidas por cada negócio, são regionalizadas e também precisam ser reguladas”, indicou.

Segundo a pesquisa, “o tratamento desses dados, em tempo real, o armazenamento em formato útil para agilidade de seu processamento e utilidade, a manutenção da informação para estratégias e tomada de decisões pelo cliente, pela concessionária de distribuição, pela sociedade, pelo regulador representam um grande desafio. A privacidade de dados individuais e coletivos deve ser exercitada e garantida, uma questão ainda em aberto no Brasil para o grande big data [conjunto de dados maior e mais complexo, especialmente de novas fontes de dados] gerado”. 

“Se o consumidor for o eleito e respeitado como promotor do processo, novos horizontes serão conquistados em decorrência do arranjo inteligente da rede e dos novos negócios que podem ser gerados”, complementou.

Transição planejada e sistemática

Ainda segundo a pesquisa do MME, as mudanças propostas com rede elétrica inteligente, IoT e digitalização das redes são “culturalmente profundas para os players e para a sociedade”, demandando, portanto, repensar, testar e reorganizar os processos existentes e as situações de décadas de operação das redes de energia, das normas regulatórias e das leis.

“Espera-se que as concessionárias brasileiras de energia possam realizar a transição de forma planejada e sistemática, ampliando de forma gradual o conhecimento de seus clientes e de sua rede. Espera-se que o cliente seja também aculturado em suas responsabilidades e direitos e possa contribuir de forma inteligente para o negócio, como decisor da compra e efetivo estruturador da demanda”, conclui o estudo.

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Risco climático acelera aposta de investidores em edifícios cada vez mais ‘verdes’

Já abordamos por algumas vezes a importância de construções sustentáveis para o nosso planeta, assim como também já abordamos a necessidade de evouluirmos qualitativamente no quesito operação e manutenção, em nosso país.

Não são poucos os edifícios “sustentáveis” construídos nos últimos anos e extremamente mal operados e mantidos, tornando-os tão deficientes e ineficientes como qualquer outra edificação sem este viés.

Os nossos stake holders ainda olham prioritariamente para o custo da manutenção, sem avaliar com critérios a qualidade do trabalho; confesso que ainda me incomoda ouvir nos dias atuais alguns bons fornecedores dizendo que “o mercado ainda não reconhece e não paga por um serviço de qualidade“….

Ainda assim, a matéria a seguir reforça a tendência mundial e espero que possamos evoluir por aqui…


Fonte: O Estado de São Paulo

Divulgação: PROCEL Info

Novas tecnologias permitem rastrear a capacidade de um empreendimento de reduzir a sua pegada de carbono

Quando a incorporadora Lendlease inaugurar seu complexo residencial e de escritórios de US$ 600 milhões em Los Angeles, previsto para 2025, o local terá as características típicas do desenvolvimento sustentável: proximidade a uma parada de metrô, uma torre residencial totalmente elétrica, painéis solares e uma praça para pedestres. 

Mas esses recursos são considerados comuns hoje em dia. O que torna este projeto mais impressionante é como a sustentabilidade não é simplesmente um item de bem-estar ou uma lembrança da responsabilidade corporativa, mas uma característica fundamental de seu plano de financiamento. 

“Já estávamos fazendo desenvolvimento sustentável antes que houvesse pressão dos investidores, mas agora essa pressão é real”, disse Sara Neff, chefe de sustentabilidade para a região das Américas na Lendlease. 

O parceiro investidor da empresa para este projeto, a Aware Super, acompanhará o desempenho ambiental e as métricas, incluindo eliminação das emissões dos moradores através da aquisição de energia 100% renovável. 

O projeto faz parte de um maior movimento de investidores direcionando dinheiro para imóveis sustentáveis, graças a novas tecnologias e padrões mais rígidos que permitem um melhor rastreamento da capacidade de um empreendimento de reduzir sua pegada de carbono. 

Clique no link abaixo para ler a matéria na íntegra e diretamente em sua fonte: O Estado de SP – Matéria

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Metrópoles Verdes

Fonte: Revista Verde

Divulgação: PROCEL Info

Clique aqui para acessar a divulgação do PROCEL.

Clique aqui para acessar a reportagem diretamente em sua fonte.

Mundo afora, estima-se que existam hoje cerca de 150 centros urbanos inteligentes e sustentáveis em diferentes estágios de planejamento e construção

Houve um tempo em que levar uma vida em harmonia com a natureza significava fugir das cidades em busca de um idílio no campo. Nada mais anacrônico. Hoje se sabe que a pegada de carbono das pessoas em centros urbanos pode ser muito menor do que nas áreas rurais, por motivos que vão do maior uso de transporte público e bicicletas a infraestrutura de gás, luz e esgoto mais eficiente. Desde que, claro, seu desenvolvimento seja ordenado e seguindo princípios de sustentabilidade. Em 2008, o emirado de Abu Dhabi anunciou com pompa um megaprojeto para criar a primeira cidade planejada verde do planeta: Masdar (“origem”, em árabe). A ideia é provar que os Emirados Árabes, cuja riquíssima economia é baseada na extração do sujíssimo petróleo, podem ensinar ao mundo como estabelecer comunidades com emissão neutra de carbono. 

A cidade, que ocupa uma área de cerca de 6 quilômetros quadrados (o tamanho do bairro carioca de Copacabana), é um laboratório de soluções limpas. Toda ela foi construída em cima de uma plataforma, de modo que há acesso fácil e barato a toda infraestrutura de eletricidade, encanamento e telecomunicações. A elevação protege o lugar do calor tórrido e ainda dá espaço a um sistema de transportes subterrâneo — veículos elétricos individuais e autônomos. A energia vem principalmente de duas fazendas de energia solar e, em breve, de uma usina de processamento de lixo. Ambicioso, o projeto ainda está em estágio inicial e abriga apenas 1 300 moradores e 4 000 trabalhadores, contra os 50 000 previstos.

Clique no link abaixo e leia a reportagem na íntegra
Revista Veja 27.10.2021.pdf
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ABRAVA e ABNT realizarão nesta próxima semana um Webinar para a apresentação da ABNT NBR 7256 – Tratamento de ar em estabelecimentos assistenciais de saúde

A ABRAVA e a ABNT realizarão no próximo dia 19/10 às 17:00hs um Webinar com o objetivo de apresentar / divulgar a ABNT NBR 7256 Tratamento de ar em estabelecimentos assistenciais de saúde (EAS) – Requisitos para projeto e execução das Instalações.

Aos interessados, segue o link para a inscrição: https://us02web.zoom.us/webinar/register/WN_cfJCPuK-RyOqFsT7qOMGEg

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IBAPE SP realizará o WEBINAR “Perícias de Engenharia na Construção Civil e Inspeção Predial: Entenda a diferença

O IBAPE SP realizará no próximo dia 6 de outubro, das 17hs as 19hs o Webinar “Perícias de Engenharia na Construção Civil e Inspeção Predial: Entenda a Diferença

O evento será gratuito e as inscrições devem ser feitas diretamente na página do evento:

https://ibape-sp.org.br/noticia-detalhes.php?id=256

https://ibape-sp.org.br/noticia-detalhes.php?id=256
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Os motores elétricos e a eficiência energética – tendências e desafios

Fonte: Revista O Setor Elétrico – Julho 2021

Divulgação: PROCEL Info

Acesse aqui a reportagem na íntegra, em sua fonte (Revista O Setor Elétrico).

Comentários preliminares do blogueiro:

Há vários anos, entidades do setor elétrico têm buscado pelo estabelecimento de novas metas de eficiência energética para o projeto e fabricação de motores elétricos, de forma a assegurar o alinhamento de nossa indústria nacional em relação as melhores práticas em outros grandes centros.

Por outro lado, também temos observado o fantástico avanço do setor de automação (industrial, comercial e também residencial), o que nos permite estabelecer, com inteligência, uma atuação otimizada de sistemas e, consequentemente, de motores elétricos.

Observamos, no entanto, “a perda desta mão….”, ao observarmos a constante / recorrente presença em desvios na operação, em relação aos cuidados e orientações eventualmente adotadas nos projetos e especificações iniciais. Observamos com frequência a perda gradual desta “otimização” e o uso até mesmo exagerado / desnecessário, em algumas situações, de motores elétricos em processos.

Enfim, quero lançar aqui a necessidade de nos preocuparmos com o uso destes equipamentos / sistemas, além dos cuidados com o projeto e fabricação de motores elétricos mais eficientes.

Segue abaixo o artigo:


Os motores elétricos e a eficiência energética – tendências e desafios

Em artigo, especialistas destacam que, no panorama do desenvolvimento sustentável, os sistemas motrizes se destacam como um importante instrumento na busca pela redução de demanda energética

O setor de energia em geral impacta significativamente o meio ambiente. O uso final energético não é diferente, no caso do setor de energia elétrica, os motores elétricos são responsáveis por cerca de 70% da eletricidade consumida em nível mundial na indústria. Assim, com as atuais preocupações com o desenvolvimento sustentável, os sistemas motrizes se destacam como um importante instrumento para atuar no sentido da busca pela redução dessa demanda energética. 

Neste contexto, existem regulamentos que indicam a eficiência energética mínima de equipamentos, sendo intitulados “Minimum Energy Perfomance Standards (MEPS)”, os quais especificam níveis mínimos de atendimento energético para fins comerciais. Os MEPS têm como objetivo principal dar uma orientação de eficiência para o consumidor, além de estabelecer um requisito mínimo para a eficiência de equipamentos comercializados. 

As políticas de MEPS são atribuições de políticas de estado. No caso de motores elétricos são baseados em classes de eficiência, possibilitando diferentes níveis, que vão aumentando conforme os avanços tecnológicos e a aceitação do mercado.

O início da implantação dos MEPS para motores elétricos se deu nos EUA e Canadá em 1997, sendo posteriormente gradualmente aplicados em outros países com pequenas modificações implementadas por cada governo, conforme. No Brasil, a preocupação com o uso final dos recursos da natureza na matriz energética foi retomada fortemente em 2001 – quando o país enfrentou o racionamento de energia elétrica, conhecido como “apagão”. O cenário do racionamento de energia elétrica foi grande impulsionador do Decreto nº 4.508/2001, que criou duas categorias de motores separadas pelo rendimento. Os motores standard e os motores de alto rendimento. Os motores standard equivalem à categoria IE1 e os motores de alto rendimento equivalem internacionalmente à categoria IE2.

Clique no link abaixo e leia a reportagem na íntegra
Revista O Setor Elétrico Julho 2021.pdf
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AEA realizará o curso “IMPLANTAÇÃO DE CONTRATOS EM FACILITY MANAGEMENT” no próximo dia 1º de setembro, no modo 100% online

Em turma já confirmada e com duração de 4hs (100% online), participarei em mais esta turma do curso de implantação de contratos em FM, transferindo aos presentes a minha experiência na condução e estruturação de novos contratos de prestação de serviços, assim como a sugestão de ferramentas e formas de gestão e controle.

Para aqueles que tenham interesse em conhecer o dia a dia de uma implantação, recomendo a consulta ao site da AEA para que obtenham mais informações, através do link abaixo:

https://www.aea.com.br/cursos-online/curso-de-implantacao-de-contratos-em-facility-management/

https://www.aea.com.br/cursos-online/curso-de-implantacao-de-contratos-em-facility-management/
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PCM em edifícios tem a sua turma confirmada

O curso promovido pela AEA terá início nesta próxima segunda 05/07, mas ainda existem vagas para aqueles que estiverem interessados.

As inscrições poderão ser efetuadas até esta sexta-feira 02/07, através da página do curso reproduzida no post abaixo.

Veja a seguir o meu convite para a sua participação:

Clique na imagem para ser direcionado ao vídeo no LinkedIn ou no link abaixo

https://www.linkedin.com/posts/aeacursos_convite-do-prof-alexandre-lara-activity-6815423872855240704-tIXB

Aguardo por vc nesta segunda!


Curso PCM – Planejamento e Controle da Manutenção em Edifícios a ser iniciado em 05/07 no modo online

A AEA Educação Continuada iniciará no próximo dia 05/07 a nova turma do curso PCM – Planejamento e Controle da Manutenção em Edifícios, que terá 32 horas de duração e será realizada no modelo 100% online.

Como objetivo, este curso visa orientar profissionais que atuem em operação e manutenção, gerenciamento e facility management quanto aos conceitos de operação e manutenção, formas e estratégias de planejamento e controle, etapas de planejamento e implantação, além de metodologias para a gestão de resultados.

Eu ministrarei parte deste curso, juntamente com o colega Haroldo Nogueira e espero poder encontrá-lo lá, a partir do dia 05/07.

O prazo para o fechamento das inscrições se esgotará nesta semana e, para aqueles interessados, segue abaixo o link para a página do curso.

Link da página do curso: https://www.aea.com.br/cursos/curso-de-planejamento-e-controle-da-manutencao-em-edificios

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Novos critérios de avaliação de eficiência energética em equipamentos ajudam na escolha do consumidor

Fonte: Procel Info

Acesse aqui o link para ler a matéria em sua fonte: http://www.procelinfo.com.br/main.asp?ViewID=%7B8D1AC2E8%2DF790%2D4B7E%2D8DDD%2DCAF4CDD2BC34%7D&params=itemID=%7B8C43FD96%2D7453%2D4A76%2DB6E2%2DE75F1761231D%7D;&UIPartUID=%7BD90F22DB%2D05D4%2D4644%2DA8F2%2DFAD4803C8898%7D

Novos critérios de aferição facilitam escolha do consumidor

Entre as mudanças, destaca-se a adoção do Índice de Desempenho de Resfriamento Sazonal

No ano passado, foram publicadas atualizações nos critérios de avaliação de eficiência energética de equipamentos de ar-condicionado, com o objetivo de elevar os níveis de eficiência energética para a concessão da Ence (Etiqueta Nacional de Consumo de Energia) nível A àqueles com menor consumo de energia, como requisito para o Selo Procel de Economia de Energia. A mesma portaria apresenta um cronograma de adequação para as novas regras. 

Visando esclarecer a nova realidade, a revista Abrava + Climatização & Refrigeração encaminhou algumas perguntas a especialistas de algumas das principais empresas do setor. Pela Daikin, respondeu o Gerente de Engenharia de Produtos, Leandro Lourenço; Gustavo Martins de Melo, Gerente de Produtos, falou pela Midea Carrier; a Trane foi representada pelo seu Coordenador de Aplicação, Rafael Dutra. 

“Tanto o Inmetro quanto o Procel são órgãos governamentais que regulamentam os condicionadores de ar domésticos vendidos no Brasil, e utilizam etiquetas para classificar e identificar os produtos com o objetivo de facilitar a tomada de decisão do consumidor. O Inmetro, através do PBE (Programa Brasileiro de Etiquetagem), fixa os requisitos de avaliação de conformidade em termos de eficiência energética e segurança. Já o Procel utiliza-se do Selo Procel para diferenciar um grupo menor de produtos que mais se destacam positivamente, dentro dos mesmos critérios de avaliação utilizados pelo Inmetro. Ambos os órgãos atualizaram recentemente seus critérios de avaliação, sendo o Inmetro através da Portaria nº 234 de 29 de junho de 2020 e o Procel através da revisão dos Critérios para a Concessão do Selo Procel de Economia de Energia a Condicionadores de Ar, publicado em outubro de 2020”, esclarece Lourenço, da Daikin. 

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