AEA define as datas para o curso de Planejamento da Manutenção de Ativos Imobiliários (Presencial e online ao vivo pela internet)

A AEA Educação Continuada, em parceria com as empresas A&F Partners Consulting, Preditiva Engenharia e ADITIVA – SISTEPLANT, estruturou e lançará o curso PLANEJAMENTO DA MANUTENÇÃO DE ATIVOS IMOBILIÁRIOS de 07/08 a 30/08, no modo presencial e online (ao vivo pela internet), o que permitirá a participação de profissionais em várias regiões do país.

Este curso tem como principal objetivo atualizar conceitos e capacitar os profissionais de manutenção para a elaboração de um adequado PLANEJAMENTO DA MANUTENÇÃO, em conjunto com a utilização de ferramentas informatizadas de gestão.

Além da abordagem de conceitos de planejamento, o curso também abordará requisitos e cuidados necessários durante esta etapa, a fim de que o processo de cadastramento de dados e futura customização da ferramenta de gestão atinjam o resultado esperado, ou seja, um adequado monitoramento e controle de resultados.

As inscrições já podem ser efetivadas, através do site do curso: https://www.aea.com.br/cursos/planejamento-da-manutencao-de-ativos-imobiliarios/

AEA Planejamento Manutenção

 Mais informações também poderão ser obtidas no endereço acima.

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Como a indústria 4.0 pode ajudar na eficiência energética?

Recentemente, o PROCEL divulgou um artigo divulgado em abril pelo Portal Totvs sobre os benefícios da Industria 4.0 em projetos e processos de eficiência energética.

Desde que a automação predial e a autumação industrial surgiram em seus respectivos ambientes ou “habitats”, vislumbraba-se não somente um ganho em produtividade, mas também outros benefícios como menores tempos de resposta em sistemas, o registro de comportamentos e de comandos de operadores, uso racional de recursos e infraestrutura, entre outros.

Ou seja, a entrada da modalidade de automatização e controle em processos se tornou o coração de edifícios ou indústrias, ao menos….. deveria ter se tornado na visão dos responsáveis envolvidos.

Como o advento da internet, ou melhor, com a evolução da internet e o surgimento de ambientes em nuvem e compartilhados, o acesso a estas informações tornou-se mais fácil, ágil e em tempo real, na maioria das vezes, ampliando tais ganhos e controles, esteja você onde estiver.

Vejam que alguns setores da indústria mantêm atualmente dois ou três operadores para que acompanhem a operação de toda a sua área de utilidades, mesclando o monitoramento indoor, a partir de salas de controle, com rondas no campo, para a visualização de equipamentos e processos e para o cumprimento de pequenas manuteções detectivas ou preventivas.

Estamos, de fato, em uma era de mais facilidades e não, de dificuldades.

Entretanto, temos de ainda adquirir uma cultura maior do que a que temos hoje…

Os cuidados para a obtenção de resultados satisfatórios devem se iniciar ainda na fase de PROJETO, envolvendo não somente profissionais de TI e automação, mas toda a equipe técnica envolvida e que será a responsável pela operação e gestão futura. Cuidados também precisam ser tomados durante a fase de obras e implantação, ao adequarem projetos e todos os registros / DOCUMENTOS AS BUILT.

O processo de COMISSIONAMENTO também deverá coexistir ao longo de todo o processo, assegurando com que todos os benefícios e funcionalidades idealizadas pelos proprietários e responsáveis sejam finalmente e completamente atingidas em seu término.

E por fim, deve-se entregar esta “ferramenta” aos técnicos capacitados, para que seja possível extrair todos os benefícios a partir dos investimentos realizados.

Não há dúvidas desta nova era e de seus benefícios, mas também é fato, de que precisamos evoluir com ela, no que se refere aos pontos de atenção acima.

Vejam na sequencia o artigo divulgado pela Totvs e PROCEL.

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Como a indústria 4.0 pode ajudar na eficiência energética?

Fonte: Portal Totvs (11.04.2019)

Acesse aqui o artigo em sua fonte.

Em tempos de um mercado tão acirrado, gerenciar o consumo energético representa um importante diferencial competitivo. Nesse sentido, a transformação digital fornece soluções cada vez mais produtivas para otimizar o desempenho operacional das organizações.

Com base na tecnologia e em ações inteligentes, é possível alcançar outro patamar de eficiência energética na indústria.

No entanto, o assunto costuma gerar algumas dúvidas. Afinal, quais são exatamente os objetivos de quem busca a eficiência no consumo de energia? Como a indústria 4.0 pode ajudar? Quais práticas devem ser adotadas? Reunimos aqui as respostas para essas e outras perguntas. Confira!

Os objetivos da eficiência energética na indústria

O custo do consumo energético é gigantesco em qualquer empresa, principalmente no setor industrial.

Ações que otimizam a gestão desse recurso tão valioso são sempre interessantes, já que permitem uma redução considerável dos gastos. Entretanto, esse não é o único objetivo que as empresas buscam ao elaborar um plano de eficiência energética.

O primeiro ponto é a otimização do uso dos recursos da empresa. Os impactos de um consumo mais adequado podem ser sentidos na produtividade, já que as práticas adotadas trazem consigo mudanças importantes na dinâmica operacional da organização.

Para consumir eletricidade e outros recursos energéticos de forma otimizada, a produção industrial deve evoluir a um outro patamar de qualidade.

Com isso, temos um segundo ponto de destaque: a inovação. O investimento feito para transformar a maneira de lidar com as fontes de energia resulta em avanços significativos.

Afinal, a tecnologia desempenha um papel essencial nesse processo, mas seus benefícios se estendem para outras atividades da indústria, principalmente as de gestão.

Vale destacar também a capacidade de controle de desperdício que essa mudança proporciona. Com maior controle sobre o consumo energético, a empresa promove uma cultura de sustentabilidade — algo que não só beneficia toda a comunidade ao redor, como gera um diferencial competitivo no mercado.

Não é à toa que o uso consciente de energia representa um dos pilares da jornada digital: seus impactos vão além da economia financeira, podendo remodelar toda a estrutura operacional da empresa.

A colaboração da Indústria 4.0

Uma indústria inteligente está diretamente relacionada ao conceito de eficiência energética. Estamos falando do setor que mais consome energia.

No Brasil, por exemplo, a parcela da indústria representa ao menos 41% do total consumido, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). As oportunidades para consumir com mais eficiência, no entanto, são muitas.

Um estudo da Comerc Esco mostra que o setor poderia economizar R$ 4 bilhões em 2020 com o uso de tecnologias de controle energético. Para começar, algumas empresas adotam soluções para coletar dados e proporcionar uma compreensão maior sobre o consumo interno.

A Internet das Coisas (IoT)

Dispositivos com a tecnologia IoT são capazes de se conectar a uma rede wireless e trocar dados via internet. Estamos falando de um dos maiores potenciais de inovação para a indústria de hoje, já que as possibilidades de aplicação são incontáveis. Ao lidar com o consumo de energia, o cenário não é diferente.

No chão de fábrica, a tecnologia pode ser implementada para coletar dados de desempenho das máquinas, reunindo-os em um sistema de Business Intelligence (BI). É possível armazenar um volume gigantesco desses dados (Big Data) e processá-los para identificar anomalias no desempenho do maquinário.

Sensores em um eixo, por exemplo, podem criar gráficos com dados de temperatura, vibração, velocidade etc. Se um desses indicadores sofre alterações inesperadas, o gestor solicita uma manutenção preventiva para evitar quebras e, ao mesmo tempo, recolocar o desempenho nos padrões adequados.

Com isso, a fuga de energia — um problema muito comum na indústria — pode ser combatida de forma sistemática.

Controle automatizado das instalações

A gestão de facilities também pode ser beneficiada pelas tecnologias da Indústria 4.0. Com a implantação de um sistema automatizado para gerenciar a iluminação e o ar-condicionado, por exemplo, o consumo energético pode ser alinhado às necessidades reais da empresa.

A iluminação pode ser reduzida em horários de almoço ou após o expediente nos escritórios. O ar-condicionado, por sua vez, pode ser ajustado automaticamente de acordo com a temperatura de cada setor.

Os primeiros passos rumo à eficiência energética

A Indústria 4.0 é formada por um ecossistema amplamente interconectado. Seu funcionamento depende de sistemas que conversem entre si, permitindo que as decisões tomadas reflitam em ações integradas em toda a empresa.

Para tanto, a abordagem deve ser mais abrangente: cada equipamento deve ser observado para que seu desempenho seja mantido sob controle, dentro das expectativas de consumo energético e de produção enxuta. Mas, afinal, por onde começar?

Planejamento e inovação tecnológica

O primeiro passo é investir em tecnologias que promovam o uso mais inteligente da informação. Internet das Coisas, Big Data, Computação em Nuvem, Analytics e Business Intelligence são alguns exemplos.

Uma produção enxuta é aquela que rende mais utilizando menos recursos, algo que deve estar entre os principais objetivos desse processo.

Um bom sistema de gestão (ERP) é de extrema importância para garantir o controle adequado sobre as operações. De nada adianta coletar dados nas máquinas e otimizar seu desempenho se essas ações não estão alinhadas à estratégia de negócios da empresa.

Um ERP eficiente permite registrar os dados e utilizá-los como base para tomadas de decisão mais eficazes, criando um diálogo entre as relações com o mercado e as internas (entre os setores).

O uso de fontes alternativas de energia também deve ser avaliado, já que pode trazer benefícios interessantes do ponto de vista financeiro. No entanto, tenha em vista que o ponto central dessa nova fase da indústria está na disponibilidade e eficiência das fontes de energia.

Por isso, alternativas devem ser sempre avaliadas com base nas demandas reais da empresa. Painéis solares estão entre os mais procurados atualmente.

Para ir além, faça uma análise dos ativos à disposição. No ambiente fabril brasileiro, é comum encontrar motores com mais de 20 ou 25 anos de atividade. São tecnologias que já não oferecem uma relação custo-benefício tão significativa, já que apresentam consumo energético mais alto.

Estima-se que os motores consumam cerca de 70% da energia elétrica na indústria, um índice que expõe a necessidade de reavaliar a forma como eles são utilizados.

Por fim, analise as características da sua empresa e veja quais alternativas podem ser viáveis. As possibilidades são muitas: da reforma estrutural para maior aproveitamento da luz natural até a terceirização de certas atividades para reduzir custo e consumo.

Em pouco tempo, é possível colocar a empresa em um bom ritmo de inovação, aproximando-a dos padrões de produção enxuta da Indústria 4.0.

Coloque a eficiência energética na indústria entre as pautas a serem discutidas na sua empresa e conquiste resultados cada vez melhores no mercado em que você atua!

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Eventos Facilities Café – Circuito de Palestras

Em 2018, tive a honra de ser convidado pelo amigo e profissional Edison Sanromã para palestrar em um evento sobre a importância da “onda mundial” Indústria 4.0 no segmento de Facility Management, dividindo o espaço da palestra com o amigo Adriano Silvestre da e-construmarket.

Considero o “Facilities Café” um dos eventos mais importantes em nosso segmento de FM, envolvendo desde a maravilhosa oportunidade de reunir profissionais e de promover o networking, até a condição de levar e difundir conhecimento ao mercado.

O “Facilities Café” realizará no próximo 28/03 a visita ao “Youtube Space” e no próximo 27/06 o evento “Estratégia de operações em aeroportos”, sendo estes dois eventos imperdíveis.

Segue abaixo o link de minha entrevista e também o link da página do Facilities Café, onde poderão conferir a agenda de eventos e realizar a sua inscrição.

Link entrevista Alexandre Lara: https://youtu.be/sHzlMfX3i-o

Link website Facilities Café: http://facilitiescafe.com.br

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Evento: Novas tecnologias e sustentabilidade em sistemas de ar condicionado e refrigeração (FIESP / SP)

Apenas para lembrá-los de que a ANPRAC promoverá neste próximo dia 28/03/2019 o evento acima, que será realizado nas dependências da FIESP em SP.

As inscrições pala internet se encerram hoje (25/03/2019) e podem ser registradas através do link: http://d-click.uhmailsrvc5.com/u/50669/176/1477/864_0/65d83/?url=http%3A%2F%2Fwww.anprac.org.br

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ANPRAC realizará seminário em SP sobre Novas Tecnologias e Sustentabilidade em sistemas de Ar Condicionado e Refrigeração

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No rumo da verticalização sustentável

Em novembro último, a revista Lumière Electric divulgou uma interessante matéria sobre o crescimento da quantidade de construções verdes no Brasil, o que, “em tese”, demonstra a evolução de nossa cultura, em prol de um mundo mais sustentável.

Em seu artigo, o autor enaltece, entretanto, fatores importantes e limitadores deste crescimento, mais especificamente no que se refere ao desconhecimento de conceitos que podem e devem ser adotados para um projeto e construção sustentável, assim como a carência de mão de obra especializada / capacitada.

Particularmente, tendo convivido com parte deste crescimento nos últimos 11 anos, acrescentaria alguns outros fatores limitantes ao sucesso, sendo estes:

  • A desinformação de investidores e proprietários quanto aos reais benefícios de tais projetos, além de aspectos de comercialização
  • A falta de cultura no Brasil sobre o quesito comissionamento, o que apesar de bastante difundido durante este crescimento sobre o tema, tem sido confundido com o acompanhamento e a fiscalização de obras e instalações, sem o viés técnico e extremamente necessário sobre a análise de projetos, de expectativas e desempenhos, desencadeando todo um processo de especificação e cumprimento de um programa de comissionamento, conforme preconizado pela ASHRAE em seu Guideline 0
  • A falta de conhecimento e cultura quanto ao OPEX (custos operacionais) em nossas operações prediais e industriais, que hoje representam em média 75% dos custos ao longo de todo o ciclo de vida útil de um empreendimento, sendo possível se observar:
    • Falta de cuidados e de responsabilidades em relação a documentação técnica (e sua atualização), assim como no processo de implantação da operação e manutenção
    • Falhas em especificações para a contratação deste serviço, cujo fator decisivo ainda se baliza em custos finais, sem necessariamente se avaliar os benefícios técnicos (para a gestão de ativos) no médio e longo prazo
    • Falta de visibilidade sobre as operações e seus resultados (gestão míope), impossibilitando, muitas vezes, o endereçamento de novos investimentos na infraestrutura, fator este inerente ao processo de conservação dos bens ativos e do prolongamento de sua vida útil produtiva e desempenho
    • Falta de investimentos adequados
    • Falhas na gestão de serviços, entre outros…

Falta-nos ainda muito a caminhar….

Temos, de fato, o início ou a ponta do iceberg para evoluirmos de forma sustentável em nossos projetos e construções, ao mesmo tempo em que temos um enorme trabalho pela frente para preparar os nossos jovens profissionais, para que adiquiram naturalmente esta cultura e visão.

Vejam a segui a interessante matéria e boa leitura!

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Fonte: Revista Lumière Electric

Divulgação: PROCEL Info

Clique aqui para ler a reportagem em sua fonte.

São Paulo – A quantidade de construções verdes cresceu substancialmente nos últimos anos, e as expectativas para o setor são promissoras. Contudo, ainda persistem alguns entraves, como o desconhecimento sobre o tema e a falta de profissionais capacitados

Iluminação eficiente, utilização racional e inteligente de água e energia, preservação do meio ambiente e iniciativas sustentáveis empregadas desde a concepção da obra até a edificação construída são alguns dos fatores avaliados em um empreendimento para a concessão de uma certificação energética ou ambiental. O número de empreendimentos “verdes” cresceu exponencialmente nos últimos anos no Brasil, e mesmo com alguns problemas a serem resolvidos, como o desconhecimento sobre o tema e a falta de profissionais qualificados, segundo especialistas, o futuro desse mercado pode ser promissor.

Atualmente, o País ocupa a quarta posição no ranking com o maior número de projetos registrados e certificados em Leadership in Energy and Environmental Design (LEED). O LEED está presente em 167 países e é organizado pelo Green Building Council (GBC). As certificações identificam e classificam os empreendimentos com melhor desempenho energético e de sustentabilidade. motivando as construtoras a investirem em sistemas eficientes.

Iniciativas sustentáveis, como a economia de água e energia elétrica e preservação da fauna e da flora, são essenciais para garantir à população um futuro com melhor qualidade de vida e bem-estar. Nos grandes centros urbanos. essa preocupação tende a ser ainda maior, pois estima-se que até 2050, 68% da população mundial viverá nas metrópoles. Essa previsão ressalta a importância de uma urbanização inteligente e planejada, minimizando, assim, os impactos nocivos à natureza e ao ser humano.

Segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA), hoje as duas certificações ambientais mais adotadas na construção civil brasileira são o LEED e o Processo Aqua (alta qualidade ambiental) — certificação brasileira com base na francesa Haute Qualité Environnemetale (HQE) e implantada pela Fundação Vanzolini. Ambas as certificações levam em consideração aspectos fundamentais da construção sustentável, atribuindo pontos a cada item de sustentabilidade conquistado pelo empreendimento.

O mercado conta também com o Selo Procel Edificações e com a Etiqueta PBE Edifica. O Selo Procel é outorgado pela Eletrobras e identifica as edificações que apresentam as melhores classificações de eficiência energética em uma dada categoria. Já a etiquetagem de edifícios (PBE Edifica) possibilita o conhecimento do nível de eficiência energética dos edifícios, mostrando-se como um retrato do potencial de economia de energia na etapa de projeto ou da obra construída.

Clique no link abaixo e leia a reportagem na íntegra
Revista Lumière Electric- Novembro 2018.pdf
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20º SANNAR – Salão Norte Nordeste de Ar Condicionado e Refrigeração acontecerá em Fortaleza – CE, durante os próximos dias 13 e 14/03/2019

20º SANNAR – Salão Norte Nordeste de Ar Condicionado e Refrigeração acontecerá em Fortaleza – CE, durante os próximos dias 13 e 14/03/2019

O local será a Fábrica de Negócios – Hotel Praia Centro, na Rua Monsenhor Tabosa, 740

As inscrições podem ser feitas através do endereço:

http://newsletter.engenhariaearquitetura.com.br/accounts/99209/messages/199/clicks/24034/546?envelope_id=213

 

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