Está chegando! Nesta quinta, dia 28 de maio aocntece em Belo Horizonte o Workshop de Comissionamento de Edificações! Um evento completo e imperdível para profissionais que querem aprofundar seus conhecimentos, trocar experiências e se atualizar sobre as melhores práticas do setor. Ainda dá tempo de garantir sua vaga!
Este ótimo artigo escrito pelo amigo Paulo Walter, um renomado consultor em gestão de ativos trás a tona a importância do profissional que está no topo da pirâmide da gestão em uma área de manutenção, no que diz respeito a eficiência na operação sob a sua responsabilidade.
Recomendo muito a sua leitura, razão pelo qual divulgarei o link acima neste blog.
Em nosso recente post “Visão sistêmica no Planejamento” tratamos sobre a importância em compreender previamente a função prevista para um determinado sistema (função a ser assegurada pela manutenção), assim como a necessidade de entendermos a importância e atuação de cada ativo / equipamento e demais componentes neste contexto.
A necessidade em se ter esta visão se pauta na garantia do cumprimento da função dos ativos (dentro do sistema), garantia esta que também assegurará a entrega desta instalação conforme previsto em projeto.
Neste aspecto, há também de se cuidar para que o cadastramento destes ativos e componentes de cada sistema atendam não só aos requisitos de PPCM (Planejamento, Programação e Controle da Manutenção), como também aos requisitos de gestão traçados para a sua área de manutenção.
Aliás, recomenda-se primeiramente o cuidado de se definir as diretrizes e políticas de sua manutenção antes mesmo de se realizar a aquisição de um sistema informatizado de gestão e, consequentemente, do inicio do processo de cadastramento.
Para que um cadastramento seja o mais adequado possível para a sua realidade e necessidade, deve-se observar e/ou providenciar:
O sistema de cadastramento de locais e ativos previamente e consistentemente definido dentro das diretrizes e políticas institucionais
A compreensão sobre quais sistemas e seus ativos / componentes existem na instalação
O mapeamento das funções a serem preservadas através de sua área de manutenção
A árvore de ativos, componentes e níveis de cadastramento do ativo aspirado para se atingir os objetivos traçados pela instituição
A árvore de localização atualizada e organizada
A classificação da criticidade funcional do ativo e demais definições em relação as estratégias de manutenção a serem utilizadas
A confirmação prévia quanto as entradas necessárias a serem inseridas no cadastro do ativo, as quais terão importante participação na análise futura de resultados (valor de aquisição, depreciação, vida útil de componentes, garantias, entre outros…)
Lembrem-se de que a customização de sua ferramenta informatizada de gestão (CMMS – Computerized Maintenance Management System) será de extrema importância para uma consistente medição ou acompanhamento de resultados (métricas definidas e níveis de serviço estabelecidos), assim como para a análise detalhada dentro do conceito de gestão de seus ativos.
Por fim, lembrem-se também de que a formatação e a implementação de seu sistema de cadastramento de ativos comporá o processo de customização de seu CMMS.
Terminados os trabalhos de complementação da Norma principal com os 5 anexos que detalham as atividades específicas de inspeção sobre os sistemas estruturais, as instalações hidráulicas, as instalações elétricas, os sistemas de AVAC-R (aquecimento, ventilação, ar condicionado e refrigeração), assim como as instalações de combate a incêndio, o IBAPE-SP (Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia no Estado de São Paulo) realizará nesta próxima terça-feira 14/04/2026, a partir das 19:30hs, uma palestra dentro de sua AGO para esclarecer sobre as alterações no corpo final da Norma.
Local da AGO:
Auditório do IBAPE-SP
Avenida Angélica, 2163 – Auditório / Dia 14/04/2026 às 17:30hs
Recentemente, tratamos aqui neste blog sobre a necessidade de se ajustar “FOCO” e o “OBJETIVO” dentro da atividade de PPCM, com vistas a preservar a função do ativo durante toda a vida útil projetada para o equipamento ou sistema. Como já dissemos, o foco deve considerar a FUNÇÃO do ativo ou sistema dentro da operação ou edificação, e o objetivo da manutenção em PRESERVAR A FUNÇÃO prevista em projeto.
Isto requererá com que o planejador conheça o “papel a ser desempenhado” e os “entregáveis” relativos ao sistema, assim como todos os demais equipamentos e componentes que o compõe, considerando-os como corresponsáveis por tal cumprimento da função. Portanto, tornar-se-á igualmente importante e necessário que o planejador da manutenção conheça o sistema para o qual desenvolverá o plano de trabalho (arquitetura do sistema e seus “personagens”, rol de entregáveis previstos em projeto e modos definidos para a sua operação) dentro do que se considera como uma VISÃO SISTÊMICA ao se planejar.
Vamos aqui ilustrar tal preocupação com dois exemplos a serem trabalhados pelo planejador de manutenção:
1_ Sistema central de água quente destinado a suprir uma planta industrial com a vazão necessária ao processo, dentro de uma condição determinada de temperatura (faixa aceitável):
Ilustração esquemática de um sistema
No caso acima, o desempenho do aquecimento exigirá com que o planejamento de manutenção monitore e atue sobre os ativos principais (bombas de água quente), assim como sobre outros equipamentos e componentes na instalação, incluindo:
O CCM – Centro de Comando de Motores e a distribuição elétrica
Sistema de abastecimento e reposição de água
Acumuladores de água quente
Conjuntos moto-bomba de água quente
Redes de circulação e distribuição, incluindo o seu isolamento térmico
Equipamentos de bloqueio e controle de vazão na instalação (válvulas manuais e automáticas)
Sensores de pressão, temperatura e vazão instalados, assim como os meios de sua integração e comunicação de dados (wireless, cabeado)
Sistema de monitoramento e concentração de dados
2_ Sistema de pressurização de uma escada de emergência em uma edificação:
Neste segundo exemplo, a efetiva proteção da rota vertical de fuga demandará não somente pelos cuidados sobre o quadro elétrico e sobre os ventiladores pressuriradores, como também sobre a lógica ou sequência funcional previstas, os níveis de integração com os demais sistemas prediais, a tomada de ar para a pressurização, os dutos e isolamentos térmicos, os sistemas de controle, a estanqueidade e proteção da casa de máquinas (sala técnica), as caixas de escadas em seu quesito integridade e vazamentos, esta última incluindo as portas corta-fogo como importantes componentes no sistema (nível de “vazamento” previsto em projeto).
Para ambos os exemplos, a análise ou a medição periódica da performance também será necessária para que se consiga aferir os entregáveis e, consequentemente, o cumprimento da função destes sistemas.
Uma vez compreendido o sistema objeto do planejamento dentro desta VISÃO SISTÊMICA, o planejador iniciará o seu trabalho de classificação do ativo e de sua criticidade funcional, de atribuição de estratégias de manutenção a serem adotadas, de elaboração dos planos de trabalho e meios de apuração dos resultados, embora este seja um tema para um outro post.
O fato é que muitos sistemas prediais deixam de atender ao cumprimento de sua função por esta falha inicial de planejamento, relacionada a não adoção de uma visão sistêmica por parte do planejador. Como consequência desta falha, constata-se com uma certa frequência a atuação de sistemas limitada ao cumprimento de lógicas funcionais e de integração, sem que estes produzam necessariamente os resultados esperados.
Clique aqui para acessar a matéria em seu local de origem.
A revista Elevador Brasil publicou recentemente o avanço do Estado do Paraná em relação a tornar obrigatória a inspeção anual de elevadores e escadas rolantes, a exemplo do que já fazem outros estados e/ou municípios como Rio de Janeiro e São Paulo.
Fonte: IA
Sem qualquer sombra de dúvida, este será um passo importante envolvendo contratantes e prestadores de serviço de manutenção em equipamentos de transporte vertical no que diz respeito a contratação de empresa responsável e a prestação periódica de contas, ou seja, com a entrega de um relatório anual de inspeção (RIA) e da anotação de responsabilidade técnica (ART) do profissional envolvido.
No entanto, longe de querer polemizar, o histórico de auditorias realizadas por consultores externos e independentes em localidades já “abraçadas” por legislação similar tem demonstrado a constante deficiência em trabalhos de manutenção, incluindo o apontamento de riscos operacionais, ou melhor, com a potencial interrupção de serviço do equipamento auditado, assim como o apontamento de riscos de acidentes, quando as falhas identificadas se originam em componentes relacionados a segurança.
E a grande questão é….., onde está a falha e como será possível mitigá-la?
Apesar de se tratar de um sistema específico e que requer a atuação de especialistas, a atividade de manutenção não deveria se diferenciar do conceito e conjunto de diretrizes definidas pela WCM (World Class Maintenance), incluindo:
A identificação da anatomia ou arquitetura do sistema e a classificação de ativos e componentes
A definição de planos de trabalho e estratégias de manutenção a serem aplicadas
A inclusão dos testes periódicos já previstos em normas como a ABNT NBR 16.858 e a ABNT NBR 16.083
O registro de evidências quanto ao cumprimento destas atividades
A emissão de relatórios ao cliente e contratante, demonstrando o cumprimento do trabalho de manutenção CONTRATADO e expondo os resultados que atestem a performance de seu trabalho (disponibilidade dos equipamentos, parâmetros operacionais ajustados, etc.)
Notem ainda que esta estruturação e organização quanto ao planejamento da manutenção também integra o corpo da norma técnica ABNT NBR 5674 – Manutenção de Edificações – Requisitos para a gestão da manutenção predial.
Ainda assim, a condição observada no mercado de manutenção em equipamentos de transporte vertical apresenta como resultados:
A falta de transparência perante o contratante e responsável pelo empreendimento, envolvendo:
O não detalhamento dos planos ou programas de manutenção praticados (ausência de um padrão)
O não detalhamento de testes periódicos, a frequência de sua realização e a compatibilização destas atividades em relação as normas técnicas específicas
A não entrega de relatórios DE MANUTENÇÃO, condição esta normalmente limitada a entrega de relatórios de chamados ou ocorrências, geralmente sem nenhuma análise técnica de engenharia de manutenção sobre a volumetria registrada
O não envolvimento do cliente na entrega de serviços prestados
A limitação de resposta ao que determina a legislação local, quando existente:
Entrega de um suscinto RIA, muitas vezes não acompanhado da ART do engenheiro responsável
Como resultado prático, tem-se um índice cada vez maior de reclamantes em relação a falhas ou panes RECORRENTES em seus equipamentos, atrapalhando a operação e aumentando a insatisfação de seus usuários.
Independentemente da obrigatoriedade expressa em nossas leis, a deficiência existente em contratos firmados no que diz respeito a ausência de escopos detalhados, seus entregáveis e indicadores de performance do equipamento e sua manutenção, assim como a deficiência quanto ao cumprimento dos padrões de manutenção estabelecidos e quanto a análise crítica (e a documentação) de resultados se traduz em uma “cortina de fumaça” adiante dos tomadores de serviço, impossibilitando a sua visão real sobre o processo e eventuais riscos.
Adiciona-se aqui um outro ofensor importante que é a ausência de fiscalização quanto ao cumprimento de leis em nosso pais, ainda que a ABNT esteja cumprindo um importantíssimo papel para tornar o nosso conjunto de normas técnicas cadas vez mais aderente às melhores práticas em vigor no mercado europeu e norte-americano.
Embora a contratação de auditorias externas seja uma importantíssima “ferramenta” para mitigar riscos e para impor ajustes de percurso nos trabalhos de manutenção praticados por empresas especialistas, entende-se como necessário a mudança desta cultura ou prática de mercado acima descrita, sob o forte risco de continuarmos a “esgotar a água em nossas canoas com o uso de canecas…”.
Por fim, não deixem de prestigiar o artigo da Revista Elevador Brasil no link acima ou clicando aqui.
Quando se fala em redesenhar ou ter um processo de manutenção mais eficaz, assegurando com que o ativo atinja uma longevidade dentro de uma edificação e cumpra o seu papel, deve-se compreender que existem inicialmente dois resultados a serem atingidos:
Uma maior vida útil do ativo
O cumprimento da função para a qual foi projetado, durante toda a sua vida útil produtiva
Isto significa que não bastará apenas manter um conjunto moto-bomba em um bom estado de conservação e lubrificação, operando “adequadamente” durante 15 anos, se este mesmo conjunto moto-bomba não “entregar” para o sistema ao qual trabalha a vazão de 234 m3/h para 20 m.c.a (metros de coluna d’água) que foram previstos no projeto e que serão necessários para que o sistema também cumpra o seu papel (abasteça reservatórios, circule água gelada ou quente em trocadores de calor, etc).
Para que um bom trabalho de PPCM (Planejamento, Programação e Controle da Manutenção) seja implementado, o planejador necessitará conhecer a função desenhada para cada ativo e seus sistemas, observando e inserindo no planejamento todo e qualquer cuidado requerido à preservação desta função, durante a vida útil projetada.
O FOCO da manutenção está necessariamente na FUNÇÃOdo ativo, assim como o objetivo do trabalho será preservar esta função ao longo de toda a existência do ativo, ou seja, até a sua desmobilização e/ou reposição futura.
Este conceito exigirá com que o time de manutenção, incluindo o planejador, conheça o projeto e o “modus operandi” definido para este ativo e para o sistema ao qual pertence, destrinchando pontos importantes a serem observados durante a etapa de planejamento, entre eles:
Funcionamento do ativo: como e quando este equipamento deverá ser solicitado e como atuará (sequência funcional, carregamento ou descarregamento, por exemplo);
Qual a entrega prevista para o ativo: qual a condição a ser “entregue” pelo ativo durante a sua operação (pressão, vazão, tensão, entre outros)
O planejador deverá determinar em conjunto com o time especialista de manutenção, quais as ações necessárias para a preservação destes pontos ou condições acima, convertendo estas ações em planos de trabalho que serão executados pelos manutencistas.
Adicionalmente, deve-se cuidar para o aculturamento do time de manutenção, no sentido de que compreendam a importância deste ajuste e cumpram o seu importante papel no processo. Por outro lado, o desconhecimento deste objetivo e foco poderá resultar na atuação inócua ou ineficaz do time de manutenção, ao se preservar apenas a conservação geral do ativo, perpetuarndo a sua operação aquém das condições previstas em projeto.
Como um exemplo simples desta falha, têm-se um grande número de sistemas de pressurização em escadas de emergência implantados e “em operação” em edifícios residenciais ou comerciais de todo o país que são adequadamente acionados ao se testar o SDAI (Sistema de Detecção e Alarme de Incêndio), porém, ainda não mantendo pressurizada a caixa de escadas dentro dos limites estabelecidos pela ABNT NBR 14.880, ou seja, entre 50 e 60 Pa, ou melhor, não entregando a condição estabelecida em seu projeto.
Neste exemplo acima, ainda que a manutenção tenha constatado o seu “funcionamento adequado” e de forma integrada com o SDAI, o sistema não assegurará o diferencial de pressão entre o interior da caixa de escada e os pavimentos que contém fumaça, permitindo a sua entrada para o interior da rota vertical de fuga e levando risco a vida humana.
Portanto, baseado no conceito acima, recomenda-se uma análise de sua área interna ou terceirizada de PCM ou PPCM, caso convivam com falhas recorrentes durante a operação de ativos e sistemas, ou mesmo com a ineficiência de sistemas instalados (perda de desempenho)prejudicando a operação de sua edificação e a produtividade de seus usuários.
Tenho a certeza de que vários de nós, engenheiros de instalações, engenheiros de manutenção ou gestores de grandes operações já se viram em um outro lado da mesa, se tornando “clientes” de instalações ou serviços dos quais são normalmente responsáveis em suas empresas.
Esta incrível história narrada pelo membro da ASHRAE Jeff Gatlin é extremamente interessante, pois narra a sua tomada de conhecimento sobre uma falha operacional no sistema de ar condicionado enquanto aguardava em seu leito para ser levado ao centro cirúrgico que não estava liberado.
Somente quando me decidi em criar um post comemorativo dos 25 anos de nossa empresa é que resgatei parte de nosso histórico e percebi tudo o que construímos ao longo deste 1/4 de século…
Há 25 anos tomávamos a decisão de criar uma empresa de engenharia consultiva para atuar principalmente nos dois segmentos de mercado para os quais atuamos em várias grandes empresas: Operação & Manutenção e Facility Management.
Como toda nova empresa em um mercado, caminhamos timidamente no primeiro ano, embora contássemos com uma grande e especial surpresa, haja vista que os nomes construídos no mercado por seus dois sócios, Alexandre M F Lara e Fabiana Kahn trouxeram em muito pouco tempo os nossos primeiros clientes.
Atingimos nestes 25 anos uma incrível marca de mais de 450 clientes nos mais diversos segmentos do mercado (corporativo, facility management, área assistencial da saúde, educacional, esporte, varejo, área financeira, áreas de tecnologia e datacenters e área industrial) para os quais trabalhamos, obtendo também uma taxa de retenção de 22% destes total. Vejam que ainda mantemos até hoje clientes com mais de 20 anos, assim como tivemos a oportunidade de atuar diretamente para alguns clientes norte-americanos em suas operações aqui no Brasil, também fazendo parte desta história.
No que tange ao nosso “leque” de serviços, mantivemos a nossa base original focada em Facility Management e em Operação e Manutenção, contemplando:
Em Operação & Manutenção e Facility Management:
Diagnósticos voltados a operação & manutenção e gestão de ativos
Diagnósticos em operações de FM
Auditorias Técnicas
Due Diligences
Technical Assessments
Levantamento de Ativos de Manutenção (para o PPCM)
Análise para a revisão de modelos e reestruturação da área
Suporte técnico na elaboração de editais e na homologação de fornecedores
Suporte técnico durante processos de concorrências
Em Engenharia de Instalações:
Análise Crítica de Projetos (Peer Review)
Estruturação de processos integrados de Comissionamento
Gestão de Comissionamento em instalações
Vistorias de recebimento técnico
No segmento de Perícias de Engenharia:
Laudos técnicos de instalações
Assistências Técnicas
Perícias de Engenharia
Formação Profissional:
Cursos para equipes de O&M ou FM moldados para a necessidade do cliente e aplicados “in company”
Cursos rápidos em parceria com grandes empresas de treinamento que atuam no mercado de FM
Em relação a nossa localização, também realizamos uma grande mudança durante estes 25 anos, movendo a nossa sede para dentro de uma outra empresa do grupo, a A&F Virtual Office, localizada no município de Atibaia – SP.
A&F Virtual Office – Atibaia
Lá, contamos com uma ótima estrutura com salas de reunião e videoconferência, sala de treinamento e estações de trabalho para a nossa equipe e parceiros, o que nos possibilita desenvolver nosso trabalho dentro do nível de qualidade que sempre aspiramos.
Por fim, e analisando esta história de 25 anos, arrecadamos algo ainda mais precioso como resultado de nosso esforço e profissionalismo, que é o respeito de clientes, de parceiros e fornecedores, razão esta que nos dá cada vez mais a certeza de que ainda temos muito a construir e entregar para os nossos clientes.
De antemão, agradecemos aos nossos clientes, colaboradores, parceiros e fornecedores por fazer parte desta história.
Deixamos aqui alguns links para aqueles que ainda não nos conheceram:
Por: JINKYUN CHO, PH.D, MEMBER ASHRAE; JONGWOON SONG
Considerando o aprendizado com a pandemia e os estudos realizados em várias partes do mundo para assegurar o controle de contaminação e a proteção humana, o ASHRAE JOURNAL Newsletter publicou recentemente a primeira parte de um artigo que aborda a preocupação com sistemas de ventilação em ambientes assistenciais de saúde em resposta a pandemias.