Albert Einstein realizou nesta sexta 27/09 a aula magna do curso de Pós Graduação em Engenharia e Manutenção

Depois de um longo e detalhado período de estruturação do curso de Pós Graduação em Engenharia e Manutenção, o Albert Einstein realizou ontem a sua aula magna de abertura da primeira turma, em São Paulo.

Parabéns ao Albert Einstein e sucesso!

Anfilofio

 

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AEA divulga as novas datas para o curso de PCM em Edifícios – Presencial e Online

A AEA Educação Continuada divulgou recentemente as novas datas para o curso PCM – Planejamento e Controle da Manutenção em Edifícios (Presencial e Online ao vivo pela internet), programado para novembro próximo.

O curso terá por objetivo capacitar os alunos na atividade de organização de dados e informações, assim como na elaboração do planejamento da manutenção, incluindo a definição de níveis de serviços, indicadores e controles, através de ferramentas informatizadas de gestão.

Mais informações poderão ser obtidas diretamente no site da AEA (www.aea.com.br) ou através do link da imagem acima (https://www.aea.com.br/cursos/curso-de-planejamento-e-controle-da-manutencao-em-edificios).

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Relevância do custo da energia elétrica para o setor industrial

Fonte: FIEMG

Divulgação: PROCEL Info

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O Sistema FIEMG participou nesta quarta-feira, dia 7/08, da 35ª edição Circuito Nacional do Setor Elétrico (CINASE), realizado no Expominas, em Belo Horizonte. A assessora-executiva de energia, Tânia Mara Santos, e a gerente de economia da entidade, Daniela Britto, apresentaram o “Panorama Mineiro do Setor Elétrico e a Indústria”.

Daniela Britto mostrou a relevância do valor da energia para o setor industrial. “É muito relevante na competividade e produtividade industrial. O custo da energia representa de 30% a 42%, para alguns segmentos, do total da produção”, afirma.

A economista expôs alguns dados de Minas Gerais. O estado é o 3º maior PIB do Brasil, com R$598,3 bilhões (2018), o PIB Industrial é de R$135,2 bilhões (2018), sendo 10,7% na participação nacional e conta com mais de 1 milhão de trabalhadores na indústria. Atualmente o estado abriga cerca de 60 mil empresas industriais. O setor é o maior consumidor de energia no Brasil, com aproximadamente 36% do total, seguido do setor residencial, com cerca de 29%. Em Minas Gerais não é diferente. Em 2018, a indústria representou 40,6% da venda para consumidores finais da Cemig.

O Sistema FIEMG conta com uma estrutura especializada para auxiliar as indústrias mineiras em tudo relacionado à área de energia, em Minas Gerais e no Brasil. Tânia Mara apresentou as ações da Câmara de Energia da entidade e da assessoria executiva de energia para apoiar na identificação de oportunidades de investimentos em geração (hídrica, eólica, solar, biomassa), transmissão (leilões do governo) e de distribuição de energia, principalmente na área de inovação tecnológica, eficiência energética e de geração distribuída; modelagens de negócios em energia que visem à redução dos custos e aumento da competitividade da indústria e oportunidades de proposições de alterações regulatórias e legais em defesa da indústria.

“A FIEMG assessora, apoia e orienta os sindicatos empresariais e a indústria, propondo modelagens de negócios para redução de custos com energia, aumentando a competitividade, atraindo investimentos para o estado”, ressalta Tânia Mara. Ela ressalta que é possível um desconto de até 30% na conta de energia, sem nenhum investimento.

CINASE

Belo Horizonte recebeu, nos dias 7 e 8/08, o Circuito Nacional do Setor Elétrico (CINASE), evento itinerante organizado pela Editora Atitude Editorial e Revista O Setor Elétrico, que reuniu toda a cadeia de energia elétrica do estado, levando temas técnicos e novas tecnologias que estão modificando e revolucionando o mercado do setor. Com o lema “Uma viagem pelas instalações elétricas”, o evento acontece em diferentes estados brasileiros pelo menos quatro vezes ao ano, com o objetivo de disseminar informações técnicas agregadas ao conhecimento que cada estado pode oferecer. A etapa de Belo Horizonte, a 35ª edição do evento, contou com a presença de aproximadamente 10 especialistas do setor, profissionais locais e da indústria, ministrando cerca de 40 palestras nos dois dias do evento.

 

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Indústria 4.0: como ela está ligada à eficiência energética

Fonte: G1

Divulgação: Procel Info

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Engana-se quem pensa que a Indústria 4.0 é para poucos. Pelo contrário. É um movimento universal que se consolida na profunda transformação das empresas por meio de tecnologias como internet das coisas, big data e inteligência artificial.

Importantes entidades como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) afirmam que a quarta revolução industrial se apresenta como uma chance urgente de crescimento do Brasil e da redução da nossa distância em relação às nações desenvolvidas – especialmente após o período de recessão.

Mas qual é o segredo da indústria 4.0? O que existe por trás desse sistema e o que faz dele tão essencial à sobrevivência das companhias? É que o conjunto das tecnologias digitais desenvolvidos pela quarta revolução industrial busca a otimização dos processos, redução de energia despendida e a tomada de decisões mais assertivas. Ou seja, qualifica o trabalho final e reduz custos, um resultado que qualquer gestor almeja.

Para se ter uma ideia, segundo o levantamento da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), a estimativa anual de redução de custos industriais no Brasil, a partir da migração da indústria para o conceito 4.0, será de, no mínimo, R$73 bilhões por ano. Desse montante, R$34 bilhões se referem à redução de custos de manutenção de máquina e R$7 bilhões estão ligados à economia de energia.

O que se pode tirar disso? Que a eficiência energética é uma das grandes aliadas da indústria 4.0. Afinal seu objetivo também está baseado na transformação das plantas fabris através da economia de energia e da menor utilização dos recursos naturais.

Conforme Glycon Garcia, diretor executivo do Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre), as soluções técnicas da indústria 4.0 aprofundam sua maturidade ao conectar automação com monitoramento rotineiro e coleta de dados de interesse para diagnóstico de comportamento.

– Essas aplicações podem ser amplamente utilizadas na gestão de energia para determinar a capacidade produtiva e ociosa de um determinado equipamento ou sua necessidade de troca e manutenção, por exemplo – esclarece.

Fábricas inteligentes consomem menos energia

Especialmente no que se refere ao consumo de energia, a Indústria 4.0 tem no ganho de eficiência energética um de seus principais benefícios. Segundo informações apontadas no 7º Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria, 42% da energia consumida no setor é desperdiçada em problemas como perda de calor e iluminação insuficiente.

Sensores instalados em máquinas por meio da internet das coisas, por exemplo, permitem identificar desvios no consumo e, assim, evitam que a energia seja desperdiçada. Conforme o Senai, as fábricas inteligentes baseadas no conceito 4.0 também terão condições de diminuir o consumo de energia em até 20%.

O conceito da nova indústria, porém, vai além. Ela busca não somente aprimorar os processos de produção, mas também trazer soluções para problemas ambientais, melhorar a qualidade do ambiente de trabalho e, principalmente, diminuir o consumo de recursos.

Revolução 4.0: o que já pode ser feito

A Quarta Revolução Industrial exigirá das empresas – independentemente do porte e do meio de atuação – adaptações consistentes para não se tornarem obsoletas e se manterem ativas no mercado.

Dentre as ações que já podem ser adotadas pelos gestores para uma migração gradativa está o investimento em novas tecnologias.

A WEG Equipamentos Elétricos apresenta em seu o portfólio o WEG Motor Scan, equipamento que monitora a integridade de motores elétricos para garantir a eficiência e prevenir paradas súbitas de produção. Esse processo acontece por meio de um sensor que capta os dados do motor e envia as informações para o smartphone ou tablet por meio de um aplicativo.

Trata-se de uma tecnologia alinhada ao conceito 4.0, já que preserva a vida útil das máquinas e que permite maior controle e integração dos processos produtivos.

De acordo com o Senai, outra maneira de migrar para a indústria 4.0 é investir em uma produção mais limpa, ou seja, em processos que utilizem menos recursos naturais.

Adquirir produtos e sistemas que tenham o cobre como principal matéria prima, nesse contexto, se coloca como uma decisão acertada. Segundo dados do Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre), o metal é o segundo melhor condutor de energia (fica atrás apenas da prata) e é um dos únicos 100% recicláveis – ou seja, apresenta maior custo-benefício. É por isso que seu desempenho em um sistema de energia solar, por exemplo, chega a ser até seis vezes maior do que a dos combustíveis fósseis.

O investimento neste metal, portanto, está conectado a duas premissas básicas da indústria 4.0: mais eficiência e maior cuidado com o meio ambiente.

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New approach could make HVAC heat exchangers five times better

From: Brown.edu

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Turbulent heat exchangers are widely used in HVAC systems around the world, and a new study demonstrates a simple modification that can improve their capability by 500%.

 

 

 

PROVIDENCE, RI [Brown University] — Researchers from Tsinghua University and Brown University have discovered a simple way to give a major boost to turbulent heat exchange, a method of heat transport widely used in heating, ventilation and air conditioning (HVAC) systems.

In a paper published in Nature Communications, the researchers show that adding a readily available organic solvent to common water-based turbulent heat exchange systems can boost their capacity to move heat by 500%. That’s far better than other methods aimed at increasing heat transfer, the researchers say.

“Other methods for increasing heat flux — nanoparticle additives or other techniques — have achieved at best about 50% improvement,” said Varghese Mathai, a postdoctoral researcher at Brown and co-first author of the study, who worked with Chao Sun, a professor at Tsinghua who conceived of the idea. “What we achieve here is 10 times more improvement than other methods, which is really quite exciting.”

Turbulent heat exchangers are fairly simple devices that use the natural movements of liquid to move heat. They consist of a hot surface, a cold surface and tank of liquid in between. Near the hot surface, the liquid heats up, becomes less dense and forms warm plumes that rise toward the cold side. There, the liquid loses its heat, becomes denser and forms cold plumes that sink back down toward the hot side. The cycling of water serves to regulate the temperatures of each surface. This type of heat exchange is a staple of modern HVAC systems widely used in home heaters and air conditioning units, the researchers say.

In 2015, Sun had the idea to use an organic component known as hydrofluoroether or HFE to speed the cycling of heat inside this kind of exchanger. HFE is sometimes used as the sole fluid in heat exchangers, but Sun suspected that it might have more interesting properties as an additive in water-based systems. Working with the study’s co-first author Ziqi Wang, Mathai and Sun experimented with adding small amounts of HFE and, after three years of work, were able to maximize its effectiveness in speeding heat exchange. The team showed that concentrations of around 1% HFE created dramatic heat flux enhancements up to 500%.

Using high-speed imaging and laser diagnostic techniques, the researchers were able to show how the HFE enhancement works. When near the hot side of the exchanger, the globules of HFE quickly boil, forming biphasic bubbles of vapor and liquid that rise rapidly toward the cold plate above. At the cold plate, the bubbles lose their heat and descend as liquid. The bubbles affect the overall heat flux in two ways, the researchers showed. The bubbles themselves carry a significant amount of heat away from the hot side, but they also increase the speed of the surrounding water plumes rising and falling.

“This basically stirs up the system and makes the plumes move faster,” Sun said. “Combined with the heat that the bubbles themselves carry, we get a dramatic improvement in heat transfer.”

That stirring action could have other applications as well, the researchers say. It could be useful in systems designed to mix two or more liquids. The extra stir makes for faster and more complete mixing.

The researchers pointed out that the specific additive they used — HFE7000 — is non-corrosive, non-flammable and ozone friendly. One limitation is that the approach only works on vertical heat exchange systems — ones that move heat from a lower plate to an upper one. It doesn’t currently work on side-to-side systems, though the researchers are considering ways to adapt the technique. Still, vertical exchangers are widely used, and this study has shown a simple way to improve them dramatically.

“This biphasic approach generates a very large increase in heat flux with minimal modifications to existing heating and cooling systems,” Mathai said. “We think this has great promise to revolutionize heat exchange in HVAC and other large-scale applications.”

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Atualizar instalações elétricas pode diminuir conta de consumo de energia

Fonte: Jornal Dia Dia

Divulgação: Procel Info

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Com a temperatura em queda, a fatura de consumo de energia elétrica tende a aumentar. Além do hábito – posicionar a chave do chuveiro no quente, ficar mais tempo no banho, aumentar a frequência de uso do micro-ondas para aquecer bebidas, usar secadora de roupas –, instalações elétricas antigas podem ser o vilão do acréscimo. Isso porque havendo uma defasagem da carga ou bitola dos cabos das instalações elétricas em relação à potência necessária aos eletroeletrônicos ocorrerá desperdício de energia.

Essa falta de adequação das instalações elétricas, de acordo com o engenheiro eletricista Edson Martinho, consultor do Programa Casa Segura – uma iniciativa do Procobre (Instituto Brasileiro do Cobre), apoiada pela Steck, para conscientizar usuários da eletricidade sobre segurança e eficiência energética – pode aquecer os aparelhos e cabos das instalações elétricas, gerando além da perda de energia, risco de incêndio. “Tecnicamente, trata-se da perda Joule: uma corrente elétrica, ao atravessar um fio condutor, produz calor. Quando a bitola dos cabos é insuficiente para esse transporte ou o dimensionamento elétrico não prevê o uso da carga requerida pelos aparelhos conectados à tomada, há um aquecimento do eletrodoméstico e também dos fios da instalação elétrica. Esse calor perdido equivale a um desperdício de energia elétrica.”

Ampliar o uso e a quantidade de equipamentos sem avaliar as condições elétricas do imóvel pode, portanto, aumentar a conta de luz. Pode ainda, agravar o risco de curto-circuito. “Antigamente, era comum chuveiros com potência elétrica de 3.500 Watts. Hoje, os modelos à venda chegam a ter mais do que o dobro disso de potência Não se pode, simplesmente, fazer a substituição dos aparelhos ou aumentar o valor dos disjuntores sem saber se a rede suporta essa nova carga”, destaca o engenheiro.

A recomendação é de que a cada cinco anos as instalações elétricas dimensionadas em projeto sejam revisadas. Segundo Martinho, havendo a necessidade de aumento de carga em razão do consumo dos moradores ou da potência dos aparelhos existentes na casa, renovar a estrutura elétrica do imóvel é a garantia de segurança e de que não haverá desperdício de energia elétrica.

Outro item a ser observado para reduzir o consumo de energia e a conta de luz é a aquisição de produtos certificados. “É muito boa a estrutura brasileira de programas de eficiência energética. O país conta com programas nacionais de conservação e instrumentos como o da etiquetagem, a exemplo do Procel (geladeiras) e do Conpet (fogões, aquecedores, fornos, entre outros equipamentos a gás)”, ressalta o engenheiro.

Cabe ainda atenção especial a equipamentos que demandam grande potência de energia, como alguns modelos de aquecedores elétricos. Antes da instalação, é indispensável avaliar se a rede elétrica do imóvel está preparada e tem capacidade para receber o aparelho. “A potência do aquecedor pode exigir um circuito independente ou até mesmo determinar a necessidade de aumento de carga de energia elétrica junto à concessionária”, afirma o consultor do Programa Casa Segura.

De acordo com o engenheiro, a necessidade de atualização da infraestrutura elétrica é sempre mais frequente em prédios antigos, porque na época em que essas edificações foram construídas a demanda de energia necessária não previa o uso da quantidade de eletroeletrônicos usados hoje em dia, tampouco o uso de equipamentos de alta potência.

Diagnóstico virtual

O Programa Casa Segura propõe um teste on-line para que o usuário da eletricidade, de maneira interativa, possa facilmente realizar uma inspeção predial na residência e identificar pontos de fragilidade, inclusive se as instalações elétricas oferecem risco ao morador. O teste é inspirado em jogos de videogame e propõe a visita a um imóvel relacionando questões que devem ser respondidas pelo usuário.

Uma vez concluído, o sistema sugere um diagnóstico sobre a necessidade de atualizar ou não as instalações elétricas. “O teste é uma maneira de conscientizar o usuário sobre os perigos da eletricidade, muitas vezes negligenciado. Em hipótese alguma ele substitui a avaliação de um profissional eletricista”, alerta Martinho.

Caso a conta de energia tenha sofrido acréscimo repentino com a chegada do inverno, vale a pena observar as condições elétricas do imóvel. Mais do que isso, é crucial considerar a avaliação das instalações elétricas por parte de um profissional habilitado, para saber se é hora de atualizá-las.

Sobre o Programa Casa Segura

O Programa Casa Segura, criado em 2005, é uma iniciativa do Procobre (Instituto Brasileiro do Cobre), apoiada pela Steck, e tem como objetivo conscientizar e orientar usuários da eletricidade sobre os riscos de acidentes causados por instalações elétricas antigas e pela falta de manutenção. O projeto conta com um site interativo e permite ao visitante acessar informações de qualidade sobre a segurança dos sistemas elétricos, de forma didática para a fácil compreensão. Dado ao sucesso do Casa Segura, o Programa se espalhou por outros países como Argentina, Chile, México e Peru e, hoje, além do conteúdo textual, possui também vídeos e desenhos para alertar o público sobre os perigos da eletricidade e os profissionais do setor sobre as boas práticas para execução de serviços elétricos.

Site: www.programacasasegura.org

 

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Eficiência Energética – Congresso discute políticas públicas para o setor

Fonte: Portal Ecoa

Divulgação: PROCEL Info

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O 16° Congresso Brasileiro de Eficiência Energética (COBEE) acontece entre os dias 19 e 20 de agosto de 2019, em São Paulo – SP. Evento, promovido anualmente pela Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (ABESCO) é referência no setor, trazendo debates e negócios estratégicos em torno de melhores práticas, tecnologias e serviços que buscam promover o uso racional dos insumos energéticos.

Com o tema “Inteligência Aplicada ao Setor Elétrico e de Eficiência Energética”, o encontro deve reunir representantes da indústria, comércio e serviços, fabricantes de equipamentos, empresas públicas e órgãos do governo, entre outros atores, fomentando oportunidades de negócios e networking entre participantes, patrocinadores e colaboradores.

Acesse a programação, inscrições e maiores informações no site do evento: www.cobee.com.br.

 

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