Comissionamento e Manutenção Predial são temas de palestras e eventos na próxima semana!!

Dois importantes eventos ocorrerão na próxima semana (19 à 21/10) envolvendo estes dois importantes temas e trazendo palestrantes renomados para a Capital Paulista no evento organizado pela INFRA FM, assim como para um evento 100% onlide, organizado pela ABRAVA e o seu DN Comissionamento, com a participação da instituição BCA norte americana, em seu Chapter brasileiro.

O primeiro evento na sequência será o 6º Workshop de Comissionamento em Instalações, realizado 100% Online e com inscrições GRATUITAS.

O evento tem como principal objetivo fomentar o tema COMISSIONAMENTO em edificações / instalações em nosso mercado, demonstrando aos profissionais e tomadores de decisão a enorme importância deste processo de controle e garantia da qualidade em instalações prediais / industriais, resultando na melhor performance destes sistemas.

O evento contará ainda com a participação do ex-presidente da BCA, DAN FORINO, abordando sobre as perspecivas de proprietários para a operação e comissionamento.

A minha palestra ocorrerá as 10:30hs (houve uma alteração na grade em virtude da tradução simultânea) do dia 20/10, quando o tema abordará também o recebimento de instalações após o comissionamento.

Aos interessados, segue a página do evento para que possam consultá-lo e também efetivar a sua inscrição: https://abrava.com.br/compromissos/6o-workshop-de-comissionamento-de-instalacoes-2/

O segundo evento da semana será o 1º Fórum Infra FM de Manutenção Predial, organizado pela INFRA FM e previsto para o dia 21/10 em São Paulo, no Milenium Centro de Convenções – SECOVI/ SP, localizado à Rua Doutor Bacelar 1403.

Importante ressaltar que este evento ocorrerá simultaneamente no formato presencial e ONLINE, sendo possível que o interessado opte pela melhor forma de inscrever-se, diretamente no site do evento.

A minha palestra ocorrerá logo no primeiro painel, às 08:45hs, sendo que abordarei a importância da escolha de modelos de planejamento e gestão da operação e manutenção como meio de se obter resultados.

Aos interessados, segue a página do evento para que possam consultá-lo, conhecer a grade e os palestrantes, além de também efetivar a sua inscrição: https://www.eventosinfra.com.br/manutencao-predial

Enfim, será uma semana de importantes palestras e eventos e aguardamos vocês!!

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O ressurgimento da energia geotérmica

Embora não se trate de um conceito novo (era utilizada, por exemplo, no aquecimento de banhos na antiguidade), a energia geotérmica baseia-se na utilização das condições do solo (temperatura), através de processos de engenharia, para a geração de energia, assim como frio / calor em ambientes climatizados, sendo considerada uma energia limpa e renovável.

Apesar de ainda pouco explorada no Brasil, o tema voltou a ganhar espaço não somente no Brasil, como em várias regiões do mundo, pois trata-se de um sistema renovável e sustentável, no momento em que o mundo persegue por soluções mais adequadas ao nosso meio ambiente.

Como exemplo deste ressurgimento e fonte de leitura para aqueles que desejem conhecer melhor o tema, o ASHRAE JOURNAL de hoje (09/08/2022) trouxe 3 artigos relacionados ao tema, sendo estes:

Apesar de apresentado em inglês, recomenda-se a leitura dos artigos acima, diretamente do site da ASHRAE.

Boa leitura!

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A importância em conhecer os seus ativos de manutenção

Por Alexandre M F Lara

Embora tenhamos programado este post para o mês de julho, algumas viagens de trabalho acabaram por atrasar a sua publicação, o que estamos corrigindo / ajustando a partir deste momento.

Acredito que muitos já tiveram a oportunidade de ter acesso a série da norma ABNT NBR ISO 55.000, que trata não somente sobre o tema “Gestão de Ativos”, como, de fato, sobre uma mudança cultural e de postura pela qual as nossas empresas devem passar.

A implementação de um sistemas de gestão de ativos certamente implicará em uma reflexão dentro de nossas organizações, conhecendo e compreendendo a sua posição no mercado onde atua e revendo os seus objetivos no médio e longo prazos, mantendo sempre o olhar para o negócio ou core da empresa.

Para as empresas cujo sucesso em seu negócio esteja fundamentado na operação (e consequentemente manutenção) de ativos físicos, a ISO 55.000 trouxe inovações quanto ao conceito de vida do ativo, assim como sobre a importância em se definir claramente uma política de renovação destes ativos quando:

  • Os custos operacionais e/ou de manutenção durante a vida remanescente deste ativo excederem o custo para a sua substituição / reposição
  • Houver risco iminente de falha do ativo;
  • O impacto de uma provável falha supere o custo de sua substituição;
  • Uma provável ou potencial falha venha a comprometer a confiabilidade e/ou a segurança do sistema e de pessoas;
  • O ativo se torne obsoleto e ineficiente (baixo e não recuperável desempenho) para a sua operação e negócio;
  • Os ganhos com a sua eventual substituição / reposição resultem em uma melhoria nos indicadores de performance relacionados a segurança de pessoas, do meio ambiente e desempenho operacional da empresa.

Vejam ainda que várias das condições acima estão quase que diretamente relacionadas a importância do ativo para a sua organização, ou seja, relacionadas a criticidade funcional deste ativo.

Observem também que qualquer tomada de decisão requererá não somente a IDENTIFICAÇÃO destes ativos, o seu CADASTRAMENTO, uma CLASSIFICAÇÃO de sua criticidade funcional e dos riscos envolvidos, assim como requererá o estabelecimento de INDICADORES e FORMAS DE MONITORAMENTO e CONTROLE ao longo do ciclo de vida do ativo em sua organização.

Inicia-se neste momento a abordagem deste post, no qual trataremos do proccesso de levantamento e cadastramento dos ativos em suas organizações. Mesmo quando tratamos separadamente o tema “LEVANTAMENTO” deveremos compreender e planejar previamente como isto será executado, ou seja:

  • Quais os tipos de ativos serão abrangidos?
  • Quais os dados a serem obtidos durante o levantamento?
  • Qual a importância a ser dada para a sua função e seu estado ou condição operativa durante o levantamento?
  • Como estes dados e informações deverão ser organizados?

A resposta para estas perguntas acima os auxiliará no “desenho” deste formato de levantamento e da forma como estas informações serão organizadas e classificadas. O levantamento, ou melhor, a estratégia de levantamento adotada lhes possibilitará classificar posteriormente a criticidade funcional destes ativos, definindo assim a estratégia de manutenção a ser também adotada.

Esta classificação da criticidade funcional será obtida a partir da aplicação de uma metodologia customizada para a sua empresa (matriz de criticidade) e determinará o quão importante ou vital aquele ativo será para a sua organização, demandando por mais e/ou melhors “cuidados” dentro da política de operação e manutenção a ser implantada.

Embora não se tenha atualmente uma norma que trate especificamente do cadastramento de ativos (existem instruções ou normas técnicas dentro de algumas grandes empresas, além de recomendações de instituições ou associações profissionais em manutenção), entende-se que a classificação pode ser realizada em até 7 (sete) níveis:

Níveis de classificação de um ativo segundo a ABRAMAN

Notem que quanto mais níveis forem cadastrados, maior e melhor será a referencia do ativo em sua organização. No entanto, teremos sempre de manter os “nossos pés no chão”, ou seja, adequando o nível de rigor ao nosso negócio e fazendo com que o nível final de cadastramento escolhido atenda plenamente a nossa necessidade de monitoramento e controle dos ativos.

A partir de um bem executado cadastramento, deveremos compor o código de identificação de todos os ativos na organização, incluindo os níveis necessários à nossa estratégia definida.

Exemplo simplificado de construção do código de identificação do ativo

No exemplo acima, a organização atuará comum sistema mais simples de identificação, atuando basicamente com os níveis 1º, 2º e 5º. Como lhes dissemos acima, ainda que o sistema demonstrado pelo exemplo acima seja muito simplificado (por questões mais didáticas), ele poderá atender a algumas organizações, haja vista a análise resultante do processo de levantamento e classificação.

Não se trata aqui de um “monstro” que devemos criar e cuidar, mas sim, de uma metodologia customizada (tailored) para atender as nossas necessidades e expectativas inerentes a gestão de nossos ativos.

Importante apenas lembrá-los de que toda a estratégia definida por vocês deverá estar alinhada com o sistema informatizado de gestão ou CMMS (Computerized Maintenance Management System) escolhido e implantado em sua organização.

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“Cinco” razões pelas quais geradores de emergência falham quando solicitados

Fonte / Source: Consulting – Specifying Engineer

Por / By: John Yoon

Acesse aqui a matéria diretamente em sua fonte.

Recentemente, este site norte americano publicou uma interessante matéria sobre as possíveis ou mais comuns causas de falha em gurpos moto-geradores, durante o exato momento no qual precisamos de sua atuação.

Entre as cinco razões citadas pelo autor estão:

  • Falha no envio do sinal e atuação das chaves automáticas de transferência
  • O gerador possui ventilação ou resfriamento inadequado (sistema de arrefecimento do motor)
  • Pressão inadequada de combustível (gás natural)
  • Acionamento de proteções de sobrecorrente em sistemas de geração de energia de emergência
  • Incompatibilidade de cargas em relação ao grupo moto-gerador dimensionado

Se observarmos com detalhe as 5 opções acima, veremos que algumas demandam por cuidados de manutenção preventiva periódica, como por exemplo a verificação e teste em ajustes de proteções e as periódicas manutenções preventivas em sistemas de alimentação de combustível e em sistemas de arrefecimento do motor diesel (fluido de arrefecimento, ventiladores, filtros / atenuadores de ruído, torres de resfriamento, etc).

Somam-se aos problemas acima questões envolvendo as baterias e seus terminais, falhas em sistemas de lubrificação interna do motor, seja pelo baixo nível de óleo lubrificante, seja pela saturação do filtro ou mal funcionamento do sistema de aquecimento do cárter (óleo mais viscoso na partida), entre outras.

Mas se também observarmos a mesma relação acima, notaremos que várias destas falhas podem ser previamente identificadas (e consequentemente corrigidas antes de uma falha) durante a manutenção detectiva em grupos moto-geradores, no momento em que conduzimos testes funcionais periódicos no equipamento, com e sem carga.

Tais riscos podem e devem ser mitigados durante o cumprimento de protocolos bem definidos para os testes, sendo estes parte integrante de nossas manutenções. O mais interessante nisto tudo é que várias empresas que demandam pela instalação de sistemas de geração de emergência em suas instalações, não permitem a realização de testes COM CARGA, o que os leva a perder a oportunidade de evitar perdas maiores.

Enfim, segue abaixo o artigo cujo link da fonte se encontra acima.

Boa leitura!


Five reasons emergency generators fail when you need them

Here are five common reasons why generators fail

BY JOHN YOON

Courtesy: McGuire Engineers

Engineers tend to focus on prescriptive design solutions for mission critical and life safety generator applications. Often the guiding concept is that adding capacity and complexity to the design helps ensure reliability. However, the devil is in the details. Real-world generator system reliability is often dictated by seemingly simple, mundane items that are often overlooked.

It’s reasonable to expect that a properly installed generator will function perfectly on Day One, but it should also be noted that its useful service life will often extend well beyond 25 years. In addition, that generator is only one component of a larger emergency power supply system. Failure of any individual part of that system could compromise the overall performance and reliability of that system. Given that extended service life, the logical question for any engineer is, what parts of that system will become vulnerable as the system ages and how can the associated risks be mitigated?

NFPA 110: Standard for Emergency and Standby Power Systems is the most applicable standard in this regard. NFPA 110 addresses installation, testing and (most importantly) ongoing maintenance requirements for the EPSS. The issues that are examined in this article echo those identified within NFPA 110 and consist mostly of simple items that have outsized consequences if not properly addressed.

Figure 1: Interior of a more than 30-year-old automatic transfer switch. Proper maintenance and testing of automatic transfer switches is often neglected and can lead to a generator system failure. Courtesy: McGuire Engineers

Here are five common reasons why generators fail, with additional information available in the next issue:

1. Automatic transfer switch failed to properly transfer or signal the generator to start

UL 1008 “Standard for Safety Transfer Switch Equipment” details rigorous testing requirements to ensure that automatic transfer switches are reliable during normal operation. The UL 1008 tests include verification of the ability of an ATS to operate under abnormal conditions (withstand fault current, close into a faulted circuit, survive overvoltage events, etc.)

The UL standard also includes an endurance test requirement. This test has two different sets of criteria depending on if the ATS is rated for “total system load” or a less stringent “optional loads” rating. Only total system load rated ATSs are suitable for life safety and legal required loads. As such, the vast majority of ATSs used in commercial construction projects are rated for total system load.

The more stringent total system load test is performed both with and without current for anywhere from 3,000 to 6,000 transfer cycles. The quantity of cycles performed under each condition is dictated by the rated ampacity of the ATS. Where tested under current, half of those cycles must be performed at 100% rated load and the other half at 200% rated load. Real-world operating conditions never approach this ULsevere testing criteria.

The severity of UL testing requirements compared to normal operating conditions would suggest that ATS longevity shouldn’t be a problem. NFPA 110 ATS monthly functional testing and annual maintenance recommendations are also extensive (see 8.4.6 and Appendix section A.8.3.4). Those recommendations include one major maintenance and three quarterly inspections per year. This testing in combination with the UL listing requirements should ensure a reliable system.

However, ATS related issues still cause genset starting issues. The reason isn’t that the NFPA 110 ATS maintenance requirements aren’t tough enough. The reason is that the recommended maintenance and testing is frequently skipped.

There is a well-founded fear that if there is a problem during functional testing and maintenance that it could potentially cause the downstream critical load to be dropped. However, this logic is flawed in that if ATS maintenance is not performed, any potential issues with the ATS will not show up until there is a critical need for generator power. These issues could be any number of items: the transfer mechanism seizing due to lack of lubrication/contamination, loose conductor terminals causing arcing, faults in generator start circuit wiring, etc.

The temptation is to specify complex devices such as an isolation bypass type ATS to allow for maintenance while the system is energized. However, what if the project cannot bear the associated cost and complexity? For most clients, other solutions are required. While risks associated with testing cannot be fully eliminated, they can be mitigated with proper planning.

This lesson can be learned from the data center industry, where methods of procedure (known as MOP) are commonly used to help identify and manage risk associated with maintenance on mission critical systems. A MOP is a highly choreographed step-by-step sequences of actions to be performed by maintenance personnel. By clearly defining actions and expected outcomes from each action, critical interdependences are more likely to be identified and the appropriate emergency procedures documented ahead of time rather than trying to make them up in the heat of the moment if something goes wrong during testing.

2. Generator has inadequate ventilation/cooling

The thermal efficiency of a typical diesel generator is around 40%. As such, a significant amount of energy from the fuel is rejected as waste heat without being converted into electricity. Proper management of that waste heat is a critical consideration in any generator system design. The generator’s capacity could be derated or it could fail entirely if adequate cooling isn’t provided.

The amount of airflow required for properly dissipating heat from the generator’s radiator is typically on the order of 15 to 20 times that required for combustion. And in most cases, the radiator mounted fan is typically only capable of 0.5 inches of static pressure. Those fans are generally incapable of pushing air through anything other than a shallow exhaust plenum and louvers. Correspondingly, NFPA 110 section 7.7.4.1 requires that the discharge duct at the radiator outlet have a maximum static restriction of 125 Pa (0.5 inches of water column). This can come as a shock to engineers designing their first generator room.

Even with this requirement, many generator room ventilation designs are often marginal. Unfortunately, ventilation/cooling problems typically don’t crop up until the generator is run under heavy load. Monthly exercising that runs the generator without load typically doesn’t stress the generator’s cooling system nearly enough to uncover these issues.

Regular load bank testing at 100% of generator nameplate rating is recommended for identifying cooling system problems. Problems that crop up as the EPSS ages, like loose or corroded ventilation damper linkages that keep the damper from fully opening, should become obvious when load bank testing is performed. NFPA 110 section 7.13.4.5.3 requires that the coolant temperature during load bank testing stabilize at a constant value relative to ambient outdoor temperature at least 30 minutes before the completion of a two-hour full load test. Unstable coolant temperature is a clear indicator that something is wrong with the generator’s cooling system.

Figure 2: This 1,500-kilowatt diesel generator is located within an unconditioned underground vault with limited access. Proper clearance and access are important in facilitating maintenance activities. Courtesy: McGuire Engineers

3. Inadequate fuel pressure (natural gas)

In many areas of the country, the natural gas utility service is much more reliable than electrical utility service. As such, natural gas is often used as fuel for the emergency power supply where a reliable diesel fuel supply cannot be ensured for the duration of an outage.

However, there are some important considerations when selecting natural gas as a fuel source. Historically, buildings were designed around low-pressure gas distribution operating at 6 to 8 inches w.c. This pressure typically cannot accommodate anything other than the smallest generators.

With larger generator capacities, the pressure requirements increase as well. For example, a 1,000 ekW generator — the actual generator output after efficiency losses — may require a minimum of 72 inches w.c. Fortunately, medium pressure gas utility services operating at 2 to 5 pounds per square inch are becoming more common. But even with these higher pressures, sufficient headroom must be provided to account for fluctuations in pressure.

Operation of other gas-fired equipment sharing the same gas distribution or even the demands associated with generator starting can cause unacceptable pressure droop. Natural gas generators are unusually sensitive to fuel pressure changes — for smaller generators, as little as 2 inches w.c. difference between no-load and full-load running conditions can impact generator performance. Inadequate pressure could result in unstable engine speed, sluggishness when responding to large step loads, inability to start and accept load within 10 seconds or general derating of generator capacity.

It should be noted that the generator system typically isn’t the only appliance using natural gas within a building. Over the course of time, it is expected that the other gas appliances (boilers, water heaters, air handlers with gas heat, etc.) will either be replaced or added to a building. When that happen, their potential impact on the generator is often ignored or forgotten about. Unfortunately, because of the intermittent nature of gas appliance usage, gas pressure issues are difficult to identify after the fact. Consequently, any associated changes in a building’s natural gas use caused by the replacement or addition of appliances should be evaluated before installation.

4. EPSS overcurrent protection devices tripped or malfunctioned

Like automatic transfer switches, the overcurrent protection devices within an EPSS often go for long periods of time without proper maintenance. Simple maintenance procedures, such as regularly exercising circuit breakers and switches, are often avoided due to an inability to properly schedule associated outages. It’s not unusual for OCPDs within an EPSS to go for years without being exercised.

Any number of unexpected transient events can cause unexpected tripping of OCPDs within the EPSS. Given the critical nature of the load connected to the generator, a common reaction from the operations and maintenance staff in this situation is to attempt to reclose the affected OCPD and restore power as quickly as possible. That is not the time to find out if the lack of maintenance has caused issues with the proper operation of that OCPD.

Regularly exercising switches and circuit breakers is critical for ensuring that the mechanisms within them can move freely.

NFPA 70B: Recommended Practice for Electrical Equipment Maintenance recommends mechanical testing for molded case circuit breakers at no more than two-year intervals. NETA MTS: Standard for Maintenance Testing Specifications for Electrical Power Equipment and Systems, recommends shorter intervals of one year between mechanical testing, which is the more commonly accepted industry practice.

5. Load incompatibility/improper generator sizing

As a building ages, inevitably the various mechanical, electrical and plumbing systems within that building will be replaced as they become obsolete or wear out. However, since they are seldom used, generators have an unusually long service life compared to other equipment. As such, much of the equipment that is supported by the EPSS will be replaced long before the generator is replaced.

While most engineers will use the generator manufacturer’s sizing program when determining a proper selection for a new generator, this design step is often skipped when replacing loads connected to an existing generator. A common misconception is that if the replacement load used the same or fewer kilowatts than the original, then it is a less of a concern because it is a like-for-like replacement. The question is whether it really is a like-for-like replacement?

The most problematic load types for a generator are nonlinear/high harmonic loads. The distorted waveform associated with these types of loads can impact the generator’s voltage regulation and excitation system ability to provide stable output voltage. Unfortunately, most building loads (LED lighting drivers, variable frequency drives, computers, etc.) fall into this nonlinear load category.

To emphasize the issue, it was a once a common design practice to limit uninterruptible power supply loads to no more than 50% of a generator nameplate rating due to the harmonic distortion associated with older UPS 6-pulse silicon controlled rectifier frontends. While insulated gate bipolar transistor-based frontend rectifiers with their dramatically reduced total harmonic distortion levels have largely replaced 6-pulse SCR rectifiers in double conversion UPS equipment, 6-pulse designs are still relatively common in variable frequency drives due to their reduced cost. As such, introduction of large nonlinear loads on an existing generator, such as swapping a VFD for a across-the-line motor starter, has the potential for disaster if not properly evaluated.

Figure 3: A 60-horsepower variable frequency drive is equipped with 5% line reactors for harmonic mitigation. Where nonlinear loads such as VFDs are used, their impact on the generator’s voltage regulation system needs to be considered. Specification of harmonic mitigating equipment may be required. Courtesy: McGuire Engineers

A functional understanding of how a generator works is usefully when illustrating the importance of voltage regulation and excitation systems when supporting nonlinear loads. Generators create output voltage and current by passing a rotating magnetic field (rotor) across a stationary winding (stator). A generator’s voltage regulation and excitation systems are responsible for generating and regulating the direct current that creates the magnetic field within the rotor.

The strength of this magnetic field directly impacts the output voltage for the generator. The automatic voltage regulator senses the generator output voltage and adjusts that rotor magnetic field strength to maintain constant output voltage. If the AVR cannot input sufficient DC excitation current, the generator voltage output will be become unstable. As such, the primary goal of any excitation system is to provide a strong source of power to the AVR so that it can provide sufficient current to maintain the magnetic field under any operating condition.

There are three primary types of excitation systems: self-excited/shunt (SE), auxiliary winding (AUX or AREP) and permanent magnet generator (PMG). SE is the most basic and cheapest type of excitation, but not recommended where nonlinear loads are presents. For SE, the output of the stator provides both power and a sensing source for the AVR. The simplicity of a SE system is also its downfall. If the stator output power is unstable or distorted (such as during a fault condition, motor starting or where high harmonic loads are present) the input power to the AVR also becomes unstable.

Both PMG and AUX don’t use the stator output for the AVR power source. AUX excitation uses a separate set of windings inserted into the main stator windings. While physically distinct from the stator winding, the AUX windings are not magnetically isolated the stator windings. This can impact the stability of voltage delivered to the AVR. PMG uses a discrete permanent magnetic generator that is mechanically coupled directly to the rotor and isolated from an electrical distortion in the stator output. As such, it can provide a strong source of power for the AVR as long as the engine is turning the rotor. Use of PMG is recommended whenever nonlinear loads are expected.

Self-excitation is common in older generators. It typically isn’t feasible to retrofit a PMG excitation system. Where older generators must be used to support new nonlinear loads, the manufacturer should be consulted to determine if use of harmonic mitigating equipment such as line reactors or passive harmonic filters will allow it to support nonlinear loads.

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VI SINAEH – Simpósio Internacional Albert Einstein de Hotelaria

Faltam poucos dias para o término das inscrições para o VI SINAEH – Simpósio Internacional Albert Einstein de Hotelaria, sendo este um dos mais importantes eventos no segmento de hotelaria em hospitais.

A consulta em relação a grade e inscrições podem ser realizadas através do endereço: http://ensino.einstein.br/eventos/sinaeh

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ABRAVA e SINDRATAR SP chamam atenção do setor AVAC-R para os impactos das revisões das NRs que entraram em vigor no dia 03 de janeiro

Fonte: ABRAVA

Leia aqui o artigo diretamente em sua fonte.

O Comitê de Normas Regulatórias da ABRAVA – Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-Condicionado, Ventilação e o SINDRATAR SP – Sindicato da Indústria da Refrigeração, Aquecimento e Tratamento de Ar do Estado de São Paulo chamam atenção de empresas e profissionais que atuam nos segmentos representados para as novas Normas Regulamentadoras- NR´s e o eSocial, que entraram em vigor no dia 03 de janeiro de 2022, e que deixam em evidência alguns quesitos ligados a saúde e segurança do trabalho. Vale destacar em especial a NR-01 que engloba todas as demais NR’s, principalmente as NR’s 07 e 09 em quesitos do GRO (Gerenciamento de Riscos Operacionais) e do PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos).

Para o Eng° Paulo Reis, gestor do Comitê das NR´s da ABRAVA e diretor do Sindratar SP, “O dia 03 de janeiro de 2022 tornou-se uma data importante, sem direito à esquecimentos. A partir de agora, todas as empresas constituídas no Brasil de pequeno, médio ou principalmente grande porte podem receber a fiscalização dos órgãos governamentais nos três níveis, municipal, estadual e federal, além do Ministério Público do Trabalho”.

Paulo Reis explica ainda que, para o setor AVAC-R isso representa a solidarização em processos judiciais, pois de acordo com a conclusão de uma perícia, expressa em laudo técnico, todos os envolvidos no tema direta ou indiretamente serão arrolados no processo, desde o projetista, fabricantes e instaladores, em especial se comprovada a chamada reengenharia. Vale destacar ainda que, a ABRAVA e o SINDRATAR SP estão trabalhando e à disposição de seus associados para esclarecer e orientar dúvidas que impliquem no cumprimento das Normas Regulamentadoras do MTeP”.

Vale destacar a atuação de cada uma das entidades citadas:

  • ABRAVA conta com o Comitê de NR que discute e estuda todas as implicações e impactos técnicos-legais de um Projeto de Climatização ou Refrigeração no Brasil. A forma de harmonização entre as boas práticas técnicas e de engenharia de Climatização e as novas diretrizes das Normas Regulamentadoras do MTePrevidência.
  • SINDRATAR conta com o Comitê de RH, as NR’s e o e-Social – que tem como uma das atividades prestar orientação de cunho Sindical Patronal para seus filiados sobre todos os impactos das novas NR’s e o e-Social no dia a dia das empresas do setor, devidamente separadas por atividade fim, sejam projetistas, fabricantes, e os mais impactados, os Instaladores. Cada um destes segmentos de empresas possui um perfil diferenciado, e são afetados de maneira diferente às exigências das novas NR’s, e todas as consequências e penalizações de aspectos Judiciais Trabalhistas para cada uma das empresas (de acordo com seu perfil).

As Normas Regulamentadoras

As Normas Regulatórias – NRs consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho.

A revisão das 37 NRs é um dos assuntos que tem movimentado o setor empresarial e trabalhista desde meados de 2019, quando foram iniciados os trabalhos. Sob responsabilidade da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, para as revisões das NRs foi adotado o sistema tripartite paritário, recomendado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), por meio de grupos e comissões compostas por representantes do governo, de empregadores e de trabalhadores.

Paulo Reis ressalta que “Conforme Nota Técnica SEI n. 51363/2021/ME (esclarecimentos sobre o PGR da NR-01), está claro e evidente que, no dia 03/01/2022 foi encerrado o prazo para migração do PPRA para o PGR. Assim, desde a publicação da nova NR 01, as organizações já deveriam ter iniciado a preparação para a futura aplicação do PGR, sendo que, a partir de 3 de janeiro de 2022, todas as organizações deverão estar com o seu processo de gerenciamento de riscos implementado e seu respectivo PGR elaborado. Então, como temos informado ao setor há mais de 1 ano, agora é adeus PPRA, e seja bem-vindo PGR.

As novas diretrizes do PGR envolvem também a AAT – Análise de Acidentes de Trabalho: Fato ou acontecimento não programado durante a atividade profissional e que acarreta lesões corporais, doenças, mortes ou a perda da capacidade de atuação de um colaborador — de forma definitiva ou provisória e o PRE ( Plano de Resposta a Emergências) também conhecido como Plano de Atendimento a Emergência (PAE), o PRE é um documento que contém todos os procedimentos a serem tomados caso ocorram situações de risco iminente para a segurança dos trabalhadores.

No dia 3 de janeiro de 2022 começaram a valer as alterações promovidas pelas redações das seguintes Normas Regulamentadoras (NRs): o (PGR), contido na NR 01, NR 05 (CIPA), NR 07 (PCMSO), NR 09 (GRO – Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos), NR 17 (ergonomia), NR 18 (Condições de Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção), NR 19 (explosivos), NR 20 (Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis), NR 30 (Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário) e NR 37 (Segurança e Saúde em Plataformas de Petróleo).

Neste contexto, o Comitê de Normas Regulatórias da ABRAVA chama atenção para as NRs que impactam diretamente no setor AVAC-R, são elas:

NR’s Administrativas – Impactam o setor “intra-corpus” (área de Instalação):

NRs 01; 02 cancelada; 05; 06; 07; 09; 17; 18; 24; 28; 33; e, 35.

NR’S Técnicas – Impactam o setor nas áreas de Projeto, Operação e manutenção:

NRs 10; 12; 13; 15; 16; 17; 24; 32; e, 36.

Vale destacar ainda que, para o setor AVAC-R se faz necessária adequação dos equipamentos fabricados de acordo com as novas determinações das NR’s, especificamente da seguinte forma:

Sistemas Elétricos – NRs 10, 12 e 16 anexo IV;

Sistemas Frigoríficos (Gases) – NRs 13, 16 anexo II , NR15 Agentes Químicos e NR 20 Inflamáveis ;

Sistemas hidráulicos (águas) – NRs 13 e 15;

Equipamentos e máquinas – NRs 12, 13 e 17; e

Sistemas de Climatização e Refrigeração – NRs 15, 17, 24, 32, 36 e 37.

O status atual de revisão das normas aponta:

Alterações promovidas na redação das seguintes Normas Regulamentadoras (NRs): o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), contido na NR 01,

NR 05 (CIPA),

NR 07 (PCMSO),

NR 09 (GRO – Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos),

NR 17 (ergonomia),

NR 18 (Condições de Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção),

NR 19 (explosivos),

NR 20 (Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis),

NR 30 (Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário) e

NR 37 (Segurança e Saúde em Plataformas de Petróleo).

09 NRs em fase de promulgação 03, 04, 06, 08, 24, 28, 33, 35 e 36

18 NRs em fase de revisão ainda 10, 11, 12, 13, 14,15,16, 21, 22,23, 25, 26, 27, 29, 30,31, 32 e 34

01 NR cancelada 02

Vale destacar que, das 18 Normas ainda em revisão permanece em vigência a atual até a nova versão. Portanto, a título de adequação e cumprimento das diretrizes atende-se a NR na última revisão em vigência que impacta a empresa e as atividades dos colaboradores.

O andamento das normas regulatórias pode ser acompanhado no https://www.gov.br/trabalho/pt-br/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs

Para mais informações a respeito das revisões das NRs e trabalho do Comitê de Normas Regulatórias, entre em contato por meio do e-mail comitenormas@abrava.com.br .

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Um bom contrato de operação e manutenção II

Publiquei aqui neste mesmo blog em 2016 um pequeno post intitulado “Um bom contrato de operação e manutenção“, que curiosamente ainda é um dos posts mais consultados ao longo destes 10 anos do blog “Operação e Manutenção Sustentável“, celebrados neste mês de junho.

É verdadeira a afirmação de que todos caminhamos sempre na busca por melhores resultados em nossas operações, mas também é verdadeira a “máxima” de que não nos basta ter exemplos e orientações se não as adaptarmos para a nossa realidade e não cumprirmos severamente as nossas funções requeridas.

Além de se definir em contratos importantes questões como objetos, escopos detalhados, entregáveis, prazos e indicadores que nos permitam acompanhar o seu resultado, também se torna extremamente necessário que exerçamos as nossas funções no processo, falando aqui de ambas as partes nesta relação comercial.

E falando em “função”, temos como uma primeira demanda a visualização clara sobre as etapas a serem percorridas em nosso rumo para uma gestão considerada como eficaz.

Fig. #1 – Visão macro de etapas

Vejam que existe a necessidade de se visualizar cada passo a ser dado em nossa estruturação, pois além de interdependentes, estes requerem não somente a participação e a cumplicidade de todos os lados envolvidos, como também poderão demandar para contratação de especialistas ao longo do processo ou projeto.

Não há como definir equipes, especialidades, experiências e a quantidade de nossa mão de obra (dimensionamento) se não tivermos previamente estabelecido as nossas premissas, políticas e estratégias de manutenção, considerando a relação de nossos ativos, a análise de seu estado e condição, a identificação de demandas e a especificação de rotinas (atividades, frequências, especificidades, entre outros), que correspondam às nossas estratégias.

Não haverá também como monitorarmos nossos contratos sem o uso de indicadores alinhados com as nossas estratégias e expectativas, indicadores estes extraídos a partir de uma ferramenta de gestão e continuamente submetido a análise de nossas áreas de planejamento e controle, além da própria supervisão.

Fig. #2 – Funções macro do PPCM

Mais do que ilustrar um fluxo ou processo, a figura acima detalha algumas das principais funções dentro de nossas áreas de operação e manutenção, sendo estas funções também responsáveis pelo sucesso em nossos contratos.

E será justamente sobre estas questões, políticas, estratégias e principais funções que abordaremos em nossos próximos posts a forma de orientá-los para a construção de um modelo mais assertivo de gestão em sua operação e manutenção.

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Edifícios em operação ganham ferramenta de avaliação energética gratuita

Fonte: PROCEL Info

Por: Débora Anibolete

Leia aqui o artigo em sua fonte.

Produto dos resultados de um convênio entre a Eletrobras/Procel e o CBCS, plataforma Desempenho Energético Operacional (DEO) contempla 17 tipologias de edifícios e já está disponível para o público

Gestores de diversos tipos de edificações em operação terão, a partir de agora, um auxílio para realizar a avaliação de consumo de energia. A plataforma Desempenho Energético Operacional (DEO) (plataformadeo.cbcs.org.br/), que contempla 17 tipologias de edifícios, foi disponibilizada gratuitamente para o público. A ferramenta permite avaliar o nível de eficiência energética das unidades, auxiliando na tomada de decisão para a implementação de medidas de adequação do gasto de energia. O instrumento foi desenvolvido a partir dos resultados de um convênio entre a Eletrobras, no âmbito do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) e o Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS).

A plataforma DEO abrange tipologias de edificações de usos típicos, cujas equações de benchmark foram desenvolvidas através do convênio: agências bancárias, hotel do tipo resort, hotel vertical de médio e grande porte, hotel de pequeno porte e pousada, shopping center, supermercado, comércio de varejo de grande porte, comércio de pequeno porte, restaurante e preparação de alimentos, escola de ensino infantil, escola de ensino fundamental e médio, universidade e instituição de ensino técnico, hospital, posto de saúde e assistência social, data center e CPD. Além dessas 15, outras duas tipologias, desenvolvidas anteriormente, também têm acesso pela plataforma: edifícios corporativos e edifícios públicos.

A ferramenta conta com equações de benchmark para cada tipo de edificação, que funcionam como referências de consumo de energia. Dessa forma, é possível fazer a comparação entre edifícios da mesma tipologia a nível nacional, levando em consideração ainda características específicas, como localização geográfica, sistemas instalados, envoltória e entorno da construção. A avaliação é feita a partir da inserção dos dados do edifício na plataforma. Além disso, os gestores de edificações também podem utilizar as equações disponíveis para formar seu próprio banco de dados de consumo.

“A plataforma DEO é uma ferramenta que otimiza a utilização das equações de benchmark. Os dados da edificação que se deseja comparar são inseridos na plataforma e ela calcula uma estimativa de consumo para o edifício e as faixas de consumo (típico, eficiente e ineficiente). Assim, o usuário da plataforma consegue comparar seu consumo real com estas referências calculadas pela plataforma”, explica a coordenadora executiva do CBCS, Clarice Degani.

Fonte: PROCEL Info

Assim, o instrumento funciona como a primeira etapa de análise de desempenho energético de uma edificação em operação. Através do resultado da avaliação, é possível entender se o uso da energia está adequado em comparação com outras edificações de mesma tipologia e, se necessário, planejar a realização de medidas para a otimização do consumo.

“A partir do momento em que o consumo de energia real é confrontado com referências de eficiência e ineficiência, os gestores prediais poderão identificar onde estão os desvios, quais são as oportunidades de melhoria e, assim, programar auditorias energéticas ou investigações simples que os ajudem na escolha de medidas de eficiência energética mais adequadas ou nas mudanças de comportamento no uso da energia”, destaca a representante do CBCS.

Plataforma pode contribuir para a criação de política pública
O estabelecimento do convênio entre a Eletrobras/Procel e o CBCS foi baseado na necessidade de promover uma ação para auxiliar na redução do consumo das edificações em operação e, assim, contribuir com a redução da demanda energética do setor de Edificações, um dos principais consumidores do sistema elétrico nacional. Contemplado no 1º Plano de Aplicação de Recursos do Procel (PAR Procel/2017), o convênio foi firmado em 2018 e encerrado em 2021. Ao longo desse período, foram elaborados os cálculos de benchmark e os indicadores de desempenho energético disponíveis na plataforma DEO. O trabalho contou com a colaboração de empresas e instituições parceiras que contribuíram com informações de consumo energético de suas instalações.

“As edificações são responsáveis por aproximadamente 50% do consumo de energia elétrica do país. A quantidade que temos hoje de edificações existentes nos grandes centros urbanos supera qualquer produção de novas edificações. Portanto, nas grandes cidades já temos um número maior de edifícios existentes do que novos que venham a ser construídos. É por isso que devemos ter total atenção, não apenas às novas edificações, mas também para as existentes, que se encontram em operação. Cerca de 80% do consumo de energia de um edifício, em sua vida útil, ocorre justamente na fase de operação e, por isso, segundo a EPE, benchmarks e Desempenho Energético Operacional são apontados entre as três medidas de maior potencial de economia de energia do setor de Edificações”, contextualiza a arquiteta da Eletrobras, Elisete Cunha.

O trabalho do convênio resultou, ainda, na produção de 45 relatórios que estão disponíveis para download gratuito. Para cada uma das tipologias de edificações, foram elaborados três documentos, contendo a metodologia utilizada, as auditorias energéticas realizadas, o desenvolvimento do arquétipo de cada categoria de edifício, modelos de simulação, as equações de benchmark e a ficha técnica. Os materiais podem ser acessados no portal Procel Info (clique aqui) ou na página da plataforma DEO (plataformadeo.cbcs.org.br/).

De acordo com a arquiteta da Eletrobras, além do uso prático dos dados, o levantamento de informações, realizado por meio do convênio, poderá ser utilizado para o desenvolvimento de políticas públicas de eficiência energética para edificações em uso.

“Adicionalmente, a partir do banco de dados que poderá ser gerado através da plataforma, políticas públicas específicas para cada tipologia poderão ser desenvolvidas, promovendo mais assertividade à eficiência energética de edificações em operação. Está no radar do Procel promover políticas públicas para edificações em operação e este trabalho foi o ponto de partida para isso”, ressalta Elisete Cunha, sobre a relevância do projeto.

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O blog Operação & Manutenção Sustentável completa 10 anos!!!!

Há 10 anos eu migrava o blog de uma outra plataforma, para a ferramenta WordPress, na qual permanecemos compartilhando notícias e experiências de forma periódica, com aqueles que nos acompanham.

Foram mais de 100.000 visualizações ao longo destes anos, número este que poderia ser ainda maior, caso tivéssemos a condição de compartilhar informações com uma maior frequência e fôlego. Apesar de adorar compartilhar conhecimentos, seja através de minhas aulas, cursos e deste próprio blog, não é fácil manter a atividade com regularidade, uma vez que temos de dividir o nosso tempo com as demais atividades profissionais e pessoais.

Mas é justamente com este espírito de dividir, que gostaria de compartilhar com vocês a alegria de termo atingido a marca de 10 anos nesta plataforma!

Mas antes de divulgar o nosso planejamento para este segundo semestre que se aproxima, eu gostaria de esclarecer o porque no nome escolhido “Operação & Manutenção Sustentável”…

  • Operação & Manutenção em virtude de minha vida dedicada a esta apaixonante área, sendo que agora já se somam 36 anos
  • Sustentável para que sempre trabalhássemos sobre uma condição de perpetuidade, continuidade…., assegurando o sucesso de nossa área de manutenção por um longo período

Pois bem, divulgaremos ao longo destes próximos meses alguns artigos para auxiliá-los neste percurso, destacando e atualizando alguns posts de maior sucesso e incluindo novos posts:

  • Julho: Trazendo alguns posts de maior sucesso e inserido posts sobre o levantamento e a classificação de ativos, além de abordarmos a identificação de demandas
  • Agosto: Políticas e estratégias em operação e manutenção
  • Setembro: Indicadores de performance em contratos de operação e manutenção
  • Outubro: Funções planejamento, programação e controle / supervisão na área de operação e manutenção
  • Novembro: Dimensionamento de equipes e estruturação de nossas operações
  • Dezembro: A implementação de ferramentas informatizadas de gestão

Mesclaremos sempre os nossos posts internos com notícias do mercado, a exemplo da divulgação de cursos, treinamentos, seminários e palestras.

Enfim, espero contar com todos ao longo desta longa caminhada e agradeço antecipadamente pelo interesse e apoio.

Aos que ainda não acessaram ou se cadastraram no blog, eis o nosso endereço:

https://alexandremflara.com

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ASHRAE divulga documento com o posionamento a respeito do CO2 am ambientes internos

Fonte: ASHRAE Journal Newsletter

Por: Andrew Persily, Ph.D., Fellow/Life Member ASHRAE; William P. Bahnfleth, Ph.D., P.E., Presidential/Fellow Member ASHRAE; Howard Kipen, M.D.; Josephine Lau, Ph.D., Member ASHRAE; Corinne Mandin, Ph.D.; Chandra Sekhar, Ph.D., Fellow ASHRAE; Pawel Wargocki, Ph.D., Member ASHRAE; Lan Chi Nguyen Weekes, P.E., Member ASHRAE

A ASHRAE divulgou neste último mês de maio um documento com o seu posicionamento e recomendações a respeito da preocupação, do monitoramento e da utilização de métricas envolvendo a taxa de CO2 em ambientes internos no contexto dos sistemas de ventilação e controle da qualidade do ar interno (QAI).

O documento expõe algumas preocupações quanto a interpretações e mau entendimentos a respeito do uso da concentração de CO2 como métrica para controles em ventilação no AVAC-R, incluindo as mais recentes condições vivenciadas com a pandemia e a saúde dos ocupantes nestes ambientes.

Embora redigido em inglês, recomenda-se a leitura do documento cujo link se encontra abaixo, pois independentemente do momento pelo qual passamos (pandemia de COVID-19), se observou no Brasil uma sequência de implantações de sistemas de controle da taxa de renovação de ar externo através do monitoramento das concentrações internas de CO2, sendo necessário que se compreenda melhor a sua aplicação, assim como a importância quanto aos modos de medição, a calibração de sensores e o seu adequado posicionamento no ambiente.

Em termos de operação e manutenção, o que se tem observado no mercado é o desconhecimento quanto ao posicionamento e demais cuidados com os sensores (calibração, aferição, etc), o desconhecimento quanto ao uso de parâmetros de controle (para a operação da lógica de automação), além de falhas no cumprimento não só de rotinas de manutenção em sistemas (de automação), como também em rotinas de verificação e manutenção mecânica em dampers e em seus moto-atuadores.

O documento é muito interessante e esclarecedor, apesar de objetivo, razão pela qual recomendo a sua leitura.

Segue abaixo a chamada da ASHRAE e o link para o download e leitura do documento.

ASHRAE Position Document on Indoor CO2

By Andrew Persily, Ph.D., Fellow/Life Member ASHRAE; William P. Bahnfleth, Ph.D., P.E., Presidential/Fellow Member ASHRAE; Howard Kipen, M.D.; Josephine Lau, Ph.D., Member ASHRAE; Corinne Mandin, Ph.D.; Chandra Sekhar, Ph.D., Fellow ASHRAE; Pawel Wargocki, Ph.D., Member ASHRAE; Lan Chi Nguyen Weekes, P.E., Member ASHRAE

This column discusses ASHRAE’s recently issued Position Document on Indoor CO2 on the role of indoor CO2 in the context of building ventilation and IAQ. The column presents the positions and recommendations in the document, which also contains a thorough discussion of the supporting background and extensive references for the interested reader.

Link para o artigo e download do documento.

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II Semana Nacional da Engenharia Contra Incêndios e Emergência

O INBEC reeditará nesta semana a II SEMANA NACIONAL DA ENGIENHARIA CONTRA INCÊNDIOS E EMERGÊNCIA após o sucesso em participação registrado em 2021.

Trata-se de um ciclo de palestras ministradas por especialistas na área abordando temas que envolverão desde a etapa de projetos até os processos de investigação.

Vejam abaixo a chamada para o evento e o link para aqueles que desejarem efetivar a sua inscrição.

A Semana Nacional da Engenharia de Segurança contra Incêndio e Emergências discutirá temas relevantes e de grande importância para o desenvolvimento de Projetos e instalações de Proteção Contra Incêndio, abordando assuntos sobre principais falhas em projetose instalações de sistemas de proteção contra incêndio, prevenção de incêndio e explosões em unidades armazenadoras de cerais, medidas de proteção passiva para a compartimentação vertical e horizontal de edificações, método cientifico na atividade de investigação de incêndio e sua importância para o ciclo operacional de segurança contra incêndio, aspectos arquitetônicos relacionados à proteção contra incêndio, incêndio em Parques de tanques de líquidos combustíveis e inflamáveis, Medidas de Segurança Contra incêndio para gases combustíveis. Este evento coincide com a semana da Prevenção e comemoração ao dia nacional dos Corpos de Bombeiros, instituição que além de salvar vidas atua no desenvolvimento da Engenharia de Incêndio no Brasil.

O evento organizado pelo INBEC promete ser um sucesso a exemplo do que foi o ano passado,todos que estão de uma maneira ou outra ligados a este tema devem se inscrever clicando aqui.

Para conhecer os temas que serão trataos e o curriculo dos palestrantes, clique aqui.

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