ANPRAC realizará seminário em SP sobre Novas Tecnologias e Sustentabilidade em sistemas de Ar Condicionado e Refrigeração

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No rumo da verticalização sustentável

Em novembro último, a revista Lumière Electric divulgou uma interessante matéria sobre o crescimento da quantidade de construções verdes no Brasil, o que, “em tese”, demonstra a evolução de nossa cultura, em prol de um mundo mais sustentável.

Em seu artigo, o autor enaltece, entretanto, fatores importantes e limitadores deste crescimento, mais especificamente no que se refere ao desconhecimento de conceitos que podem e devem ser adotados para um projeto e construção sustentável, assim como a carência de mão de obra especializada / capacitada.

Particularmente, tendo convivido com parte deste crescimento nos últimos 11 anos, acrescentaria alguns outros fatores limitantes ao sucesso, sendo estes:

  • A desinformação de investidores e proprietários quanto aos reais benefícios de tais projetos, além de aspectos de comercialização
  • A falta de cultura no Brasil sobre o quesito comissionamento, o que apesar de bastante difundido durante este crescimento sobre o tema, tem sido confundido com o acompanhamento e a fiscalização de obras e instalações, sem o viés técnico e extremamente necessário sobre a análise de projetos, de expectativas e desempenhos, desencadeando todo um processo de especificação e cumprimento de um programa de comissionamento, conforme preconizado pela ASHRAE em seu Guideline 0
  • A falta de conhecimento e cultura quanto ao OPEX (custos operacionais) em nossas operações prediais e industriais, que hoje representam em média 75% dos custos ao longo de todo o ciclo de vida útil de um empreendimento, sendo possível se observar:
    • Falta de cuidados e de responsabilidades em relação a documentação técnica (e sua atualização), assim como no processo de implantação da operação e manutenção
    • Falhas em especificações para a contratação deste serviço, cujo fator decisivo ainda se baliza em custos finais, sem necessariamente se avaliar os benefícios técnicos (para a gestão de ativos) no médio e longo prazo
    • Falta de visibilidade sobre as operações e seus resultados (gestão míope), impossibilitando, muitas vezes, o endereçamento de novos investimentos na infraestrutura, fator este inerente ao processo de conservação dos bens ativos e do prolongamento de sua vida útil produtiva e desempenho
    • Falta de investimentos adequados
    • Falhas na gestão de serviços, entre outros…

Falta-nos ainda muito a caminhar….

Temos, de fato, o início ou a ponta do iceberg para evoluirmos de forma sustentável em nossos projetos e construções, ao mesmo tempo em que temos um enorme trabalho pela frente para preparar os nossos jovens profissionais, para que adiquiram naturalmente esta cultura e visão.

Vejam a segui a interessante matéria e boa leitura!

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Fonte: Revista Lumière Electric

Divulgação: PROCEL Info

Clique aqui para ler a reportagem em sua fonte.

São Paulo – A quantidade de construções verdes cresceu substancialmente nos últimos anos, e as expectativas para o setor são promissoras. Contudo, ainda persistem alguns entraves, como o desconhecimento sobre o tema e a falta de profissionais capacitados

Iluminação eficiente, utilização racional e inteligente de água e energia, preservação do meio ambiente e iniciativas sustentáveis empregadas desde a concepção da obra até a edificação construída são alguns dos fatores avaliados em um empreendimento para a concessão de uma certificação energética ou ambiental. O número de empreendimentos “verdes” cresceu exponencialmente nos últimos anos no Brasil, e mesmo com alguns problemas a serem resolvidos, como o desconhecimento sobre o tema e a falta de profissionais qualificados, segundo especialistas, o futuro desse mercado pode ser promissor.

Atualmente, o País ocupa a quarta posição no ranking com o maior número de projetos registrados e certificados em Leadership in Energy and Environmental Design (LEED). O LEED está presente em 167 países e é organizado pelo Green Building Council (GBC). As certificações identificam e classificam os empreendimentos com melhor desempenho energético e de sustentabilidade. motivando as construtoras a investirem em sistemas eficientes.

Iniciativas sustentáveis, como a economia de água e energia elétrica e preservação da fauna e da flora, são essenciais para garantir à população um futuro com melhor qualidade de vida e bem-estar. Nos grandes centros urbanos. essa preocupação tende a ser ainda maior, pois estima-se que até 2050, 68% da população mundial viverá nas metrópoles. Essa previsão ressalta a importância de uma urbanização inteligente e planejada, minimizando, assim, os impactos nocivos à natureza e ao ser humano.

Segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA), hoje as duas certificações ambientais mais adotadas na construção civil brasileira são o LEED e o Processo Aqua (alta qualidade ambiental) — certificação brasileira com base na francesa Haute Qualité Environnemetale (HQE) e implantada pela Fundação Vanzolini. Ambas as certificações levam em consideração aspectos fundamentais da construção sustentável, atribuindo pontos a cada item de sustentabilidade conquistado pelo empreendimento.

O mercado conta também com o Selo Procel Edificações e com a Etiqueta PBE Edifica. O Selo Procel é outorgado pela Eletrobras e identifica as edificações que apresentam as melhores classificações de eficiência energética em uma dada categoria. Já a etiquetagem de edifícios (PBE Edifica) possibilita o conhecimento do nível de eficiência energética dos edifícios, mostrando-se como um retrato do potencial de economia de energia na etapa de projeto ou da obra construída.

Clique no link abaixo e leia a reportagem na íntegra
Revista Lumière Electric- Novembro 2018.pdf
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20º SANNAR – Salão Norte Nordeste de Ar Condicionado e Refrigeração acontecerá em Fortaleza – CE, durante os próximos dias 13 e 14/03/2019

20º SANNAR – Salão Norte Nordeste de Ar Condicionado e Refrigeração acontecerá em Fortaleza – CE, durante os próximos dias 13 e 14/03/2019

O local será a Fábrica de Negócios – Hotel Praia Centro, na Rua Monsenhor Tabosa, 740

As inscrições podem ser feitas através do endereço:

http://newsletter.engenhariaearquitetura.com.br/accounts/99209/messages/199/clicks/24034/546?envelope_id=213

 

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A&F e AEA estabelecem parceria na estruturação de curso sobre o Planejamento da Manutenção de Ativos Imoliários

A&F e AEA são parceiras no desenvolvimento de um curso voltado ao Planejamento da Manutenção de Ativos Imobiliários, a ser realizado a distância, no mês de maio / 2019.

Este curso tem por principal objetivo suprir a demanda por conhecimentos práticos na estruturação de planos de manutenção, aliado ao uso de ferramentas informatizadas de gestão.

Segue abaixo o link para aqueles que desejarem obter mais informações, ou mesmo já efetuarem a sua inscrição.

https://www.aea.com.br/cursos/planejamento-da-manutencao-de-ativos-imobiliarios/#resumo

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Power-generation systems in high-performance buildings

Fonte: Consulting – Specifying Engineers

Por: TOM DIVINE IS, PE, LEED AP SEPTEMBER 28, 2018

Acesse aqui a matéria em sua fonte.

Electrical engineers must consider many factors when designing power-generation systems. Safety, maintainability, efficiency, code compliance, and economics play crucial roles in determining the topology of a power-generation system. Specific requirements for power vary based on building occupancy type, facility use, and critical function.

 

Learning objectives

  • Understand the limited overall impact of generating system design decisions on the environment, sustainability, and energy conservation, due largely to limited run time.
  • Learn about characteristics of high-performance buildings that are affected by generator system designs.
  • Become familiar with elementary noise-management concepts.

The term “high-performance buildings” has generated a great deal of interest over roughly the past decade. That interest is primarily focused on conservation measures, specifically with regard to energy and water, and their impact on the environment.

Standby generating systems have received little attention as components of high-performance buildings. This general dearth of attention isn’t particularly unexpected, as generation systems often support the welfare of human beings under adverse conditions and are, by their nature, high-performance systems. Their unyielding operational and reliability requirements often preclude design decisions that might favor energy conservation and environmental impacts, and the limited run time of standby generators limits opportunities for generator characteristics to have a substantial impact on energy conservation or environmental concerns.

History and definition

The term high-performance buildings entered the legal lexicon in the Energy Policy Act of 2005, commonly called the EPAct. The concept was expanded in the Energy Independence and Security Act of 2007 (EISA), which provides this definition for a high-performance building:

“… a building that integrates and optimizes on a lifecycle basis all major high-performance attributes, including energy conservation, environment, safety, security, durability, accessibility, cost-benefit, productivity, sustainability, functionality, and operational considerations.”

This can be called a “soft” definition: It describes the focus in general terms, but it doesn’t provide enough information to determine whether a particular building can be classified as high-performance.

EISA also provided for the creation of an Office of Federal High-Performance Buildings, under the General Services Administration, to establish and promulgate more detailed standards for federal buildings. A number of states have followed with high-performance building programs of their own. The aggregate market for facilities that can qualify as high-performance buildings, therefore, is quite large, leading to a great deal of interest and discussion in the building design and construction industries.

Of the 10 characteristics of high-performance buildings listed in EISA, the greatest industry interest is focused on energy conservation, environment, and sustainability.

Standby generation systems

The U.S. Environmental Protection Agency (EPA) rules classify standby generation systems as either emergency systems or as nonemergency systems. The regulations are complex, but they are presented in a simplified form: Emergency systems, as defined by EPA rules, are those that operate only when the electric utility service is either unavailable or unacceptable, and otherwise for certain specific purposes for limited periods of time. Nonemergency systems are those that run under any other conditions. Peak-shaving is an example of an application that would be impermissible for an emergency system, but it is allowed for a nonemergency system.

The EPA promulgates different emissions regulations for emergency systems and nonemergency systems. Because they may run at any time, the rules for nonemergency systems are very restrictive. Rules for emergency systems are, by comparison, relaxed due to the limited conditions under which they are permitted to operate. Most generating systems installed at facilities primarily intended for occupancy by human beings are classed as emergency systems. This article will focus on systems classified as emergency systems under EPA regulations.

Environment

The design decision that might be expected to have the greatest environmental impact is the selection of the fuel source for the generating system. NFPA 110-2016: Standard for Emergency and Standby Power Systems declares that three fuel sources shall be permitted for standby power systems: liquid petroleum products, liquefied petroleum gases, and natural gas. In practice, these fuels are diesel fuel, propane, and methane. Propane units are available only in limited sizes, typically 150 kW and below, and have limited application as standby units for all but the smallest building loads.

Natural gas has a reputation as a clean-burning fuel, and in fact, it does have lower emissions of almost every type at the point of use, with the exception of water vapor. In terms of carbon dioxide, the greenhouse gas that currently gets most of the press, natural gas generates about 30% less than diesel fuel to produce equal amounts of heat. It would seem, then, that natural gas would be the preferred fuel for generator applications from an environmental standpoint.

The overall emissions picture, though, is less clear. A small portion of natural gas produced and transported will escape, appearing as atmospheric methane. Methane is a very effective greenhouse gas, capturing the Earth’s radiated heat about 25 times as effectively as carbon dioxide over a 100-year period, as reported by the EPA. So, a small amount of methane released during production, transportation, and delivery can entirely negate the reduced greenhouse effect of reduced carbon dioxide emissions.

On the other hand, atmospheric methane persists for a few decades at most, with the bulk converted to other, more benign substances in the first 10 or so years, while carbon dioxide appears to persist for centuries or longer.

Natural gas engines are somewhat less efficient than diesel engines, though that gap appears to be closing. In terms of carbon dioxide emissions, the advantage of natural gas over diesel is therefore less pronounced when comparing equal amounts of energy delivered at the generator terminals, as opposed to equal heat content.

Trade-offs between the estimated climate effects of these two gases are difficult to estimate, and it appears that general agreement on the equivalence has not been reached among climate scientists. It’s not entirely clear which of the two options has a lower impact on climate change, but the balance currently appears to tip slightly in favor of natural gas. Decisions regarding fuel source will, therefore, be based on other considerations.

Diesel generators command roughly 80% of the standby generator market, due primarily to operational advantages and industry familiarity. Diesel generators have a better ability to track sudden large changes in load than similarly sized natural gas units, making them better able to meet the 10-second starting requirements of NFPA 110 for Level 1 installations-generators whose failure could have a serious impact on the safety of human beings.

One of the primary advantages of natural gas as a generator fuel is the fact that it’s provided by an offsite supplier and doesn’t require onsite storage. For Level 1 installations where the probability of interruption of the offsite fuel supply is high, however, NFPA 110 requires onsite storage of sufficient fuel for the entire required run time of the standby system. This requirement will often negate a significant advantage of natural gas as a generator fuel. The code doesn’t provide guidance on the level of likelihood of failure that triggers the onsite storage requirement. For Level 1 installations, the acceptable level of risk could be expected to be quite low, particularly where the risk of interruption of utility power and natural gas service are correlated.

Energy conservation

Emergency standby generators run infrequently and usually for short periods of time. They are permitted by EPA regulations to run for as much as 100 hours/year for testing and maintenance while the utility is available, and for an unlimited period when the utility has failed. In practice, their testing and maintenance run time will be much lower than the allowed maximum, and periods when utility power is unavailable will be limited.

The electric utility industry takes service reliability quite seriously, and will take measures to improve it-sometimes under pressure from regulators and customers-should outage frequencies or durations begin to rise. The limited run time of standby systems makes the efficiency of the engines less interesting from the standpoint of energy conservation.

Standby generators generally operate in a relatively narrow band of roughly 70 to 75 gal/MWh in their most efficient range-usually 75% to 80% of nameplate capacity-and exhibit the familiar bathtub curve over their operating range. Larger units are typically a bit more efficient than smaller units. This narrow range of efficiencies is due to the fact that diesel engine technology is driven largely by the transportation industry, where fuel efficiency is a primary driver of purchasing decisions. Modern designs have wrung out about as much efficiency as the medium can deliver. In general, attempting to select diesel generators for operating efficiency will yield only marginal benefit, if any.

Paralleling

Paralleling generators can yield meaningful increases in overall fuel efficiency, particularly for systems whose total load shows a high degree of variability. Generating systems must be sized to serve the largest loads that they will be required to serve, and they are often sized to accommodate expansion that may be delayed, or may never occur. In practice, though, they will normally see a load considerably below their projected peak demand, resulting in them operating well below their optimal efficiency.

Most modern paralleling systems are capable of adjusting the number of generators online in response to changing loads. This feature is sometimes called “load demand.” In a load-demand system, all available generators will start in response to a power outage. After the system stabilizes, the system compares the load to the online capacity, and if adequate headroom exists, it will de-energize generators until the load and capacity are well-matched, maintaining an adequate online reserve capacity of typically 20%. The benefit of this feature, in terms of system fuel efficiency, is that the control system can keep the generators running as close to their maximum efficiency as the system load and generating-unit sizes will allow.

From the viewpoint of fuel efficiency, the benefit of paralleling is reduced due to the limited run time of emergency standby systems. As a simple example, a 2-MW generator running at 40% would burn about 7 gal more of diesel fuel per megawatt-hour than two paralleled 500-kW units at 80%. For 100 hours of run time, the difference amounts to 700 gal-about what a single good-sized diesel pickup truck might burn in a single year. The environmental impact of improved efficiency by paralleling is limited.

Parallel systems provide a number of operational advantages in addition to fuel efficiency. An N+1 system can tolerate the failure of a single generator, improving reliability and maintainability. A system can be designed to be expandable, allowing the postponement of expenditures for additional units until they are actually needed. Full-load testing can be simplified by testing one unit at a time, requiring a load bank the size of a single unit rather than the entire system.

Those advantages come at a considerable cost, in terms of the cost of the paralleling system itself and the additional complexity of the system. There are many good reasons to parallel, but energy efficiency and environmental concerns normally will not drive that decision.

Productivity

Productivity is influenced by the quality of the indoor environment. A variety of studies have concluded that environments that don’t intrude on the perceptions of building occupants lead to higher productivity. Generating systems affect indoor environmental quality in terms of acoustical and visual comfort: noise and views. If a generator is visible at all from the occupied space, it will have a negative impact on view quality. Such aesthetic concerns are the province of the project architect. The engineer, though, can have a substantial impact on the system’s noise level.

Generator noise will be an important consideration for facilities that are intended to maintain a level of normal operation during a power outage. Even in facilities that don’t continue operating through a power outage, some level of noise management may still be necessary to ensure that emergency instructions and communications among emergency responders can be understood. Many municipalities have noise ordinances that limit the sound-pressure level at the property line from all sources.

The impact of generator noise on occupant productivity will have a limited impact on overall economic performance, due again to the limited run time of emergency standby generators.

For outdoor installations, noise-management strategies are based primarily on barriers and distance. An outdoor generator will require some form of enclosure. The manufacturer’s standard offering will typically provide minimal sound attenuation. Where there’s adequate distance from the generator to the occupied space, or to the property line, no further sound reduction may be required. Otherwise, a sound-attenuating enclosure will be necessary.

Sound-attenuating enclosures are normally rated for a specific generator, with a specific sound-pressure level at approximately 23 ft from the enclosure. The resulting sound-pressure levels are usually specified in decibels, a logarithmic measure of sound energy per unit area, and are usually frequency-weighted.

Generator sound pressure levels are typically described in “dBa.” The nomenclature dBa means that measurements are in decibels, and that the frequency components of the sound have been weighted using an industry standard scale, arbitrarily named “A,” giving the greatest weight to frequencies between 1 and 6.5 kHz. Sound-attenuating enclosures are typically rated to limit generator noise at 23 ft to 85 dBa, 75 dBa, or 65 dBa, and will depend on the municipality or jurisdiction. A 65-dBa enclosure is quieter, larger, and more expensive than a 75-dBa enclosure.

Distance from the source provides sound attenuation. As sound radiates from its source, its power is spread of the surface sphere of increasing radius, and the sound power per unit area decreases with the square of distance from the source. For an uncomplicated arrangement, without large reflective surfaces near the generators, the sound-pressure level will decrease to a quarter of its initial intensity when the distance to the source is doubled.

That decrease corresponds to an attenuation of approximately 6 dB. Looking at a 75-dBa enclosure, with a sound-pressure level of 75 dBa at a distance of 23 ft, the sound-pressure level would be decreased to 69 dB at a distance of about 46 ft. Distance provides effective sound attenuation on multibuilding campuses, where generators can be placed far from principal occupied spaces.

Generators installed inside the structure they serve, as may be the case in tight urban sites, present a much more complex set of conditions for noise management. In these installations, generators are surrounded by close reflective surfaces, complicating the analysis, and the building structure itself will participate in transmitting sound through the building. In these cases, the project team is well-advised to engage an acoustical consultant to analyze the installation and recommend attenuation measures.

More resources

Codes and standards


Tom Divine is, PE, LEED AP
Author Bio: Tom Divine is a senior electrical engineer and project manager at  Smith Seckman Reid Inc.  He is a member of the  Consulting-Specifying Engineer editorial advisory board.
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Albert Einstein lança o curso “Gestão da Infraestrutura Hospitalar” em São Paulo

Conhecido pela qualidade, tecnologia e excelência, o Hospital Israelita Albert Einstein lançou para este primeiro semestre o curso “Gestão da Infraestrutura Hospitalar” voltados a gestores da infraestrutura (facilities, segurança, operação e manutenção em ambientes hospitalares), a ser realizado através do Centro de Educação em Saúde ABRAM SZAJMAN, em SP.

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As inscrições para esta primeira turma se encerrarão no próximo dia 04/02, sendo que os interessados devem procurar por mais informações através do site do curso ou clicando sobre a imagem acima.

Outras informações também podem ser vistas no canal de youtube: https://youtu.be/5rH0IxvFq5c

 

 

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Por que uma matriz energética diversificada e verde é importante?

Fonte: Engenharia Compartilhada

Acesse aqui a matéria em sua fonte.

Ambientalistas, cientistas e a Organização das Nações Unidas (ONU) afirmam uníssono: as mudanças climáticas são um grande risco para a manutenção da vida humana na Terra e que a queima de combustíveis de origem fóssil é a maior de suas causas.
Em uma conferência sobre a ação climática realizada em maio de 2018, o secretário-geral da ONU, António Guterres, ressaltou que o aquecimento global é a maior “ameaça existencial” para a humanidade. Não é à toa que a entidade estabelece a energia como um de suas maiores áreas de ação. O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número 7 (ODS 7), cujo objetivo é “assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todos”, serve de base para o fomento de alternativas energéticas sustentáveis ambiental, social e economicamente.
De acordo com o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), a queima de combustíveis de origem fóssil é responsável por aproximadamente 80% das 40 bilhões de toneladas de dióxido de carbono que a ação humana emite para a atmosfera anualmente. E além disso, relata a Organização Mundial da Saúde (OMS), a poluição gerada afeta a saúde de mais de 80% dos habitantes das regiões urbanas do planeta.
“Investimentos em infraestrutura limpa e verde precisam ser feitos em escala maior em todo o mundo”, afirmou Guterres. “Para tanto, precisamos de lideranças do ramo das finanças e investimentos, e que governos locais, regionais e nacionais decidam por grandes planos de infraestrutura nos próximos anos.”
E uma das nações que lidera esse movimento é exatamente aquela que mais polui: a China.
CHINA: DE VILÃ A ATIVISTA AMBIENTAL
Segundo levantamento da McKinsey Global Institute, a demanda mundial por energia está em lenta curva de queda. No entanto, na China, a necessidade de abastecer suas indústrias que fornecem produtos para todo o mundo só faz este índice crescer. Hoje, 23% de toda energia global é consumida pelos chineses – os Estados Unidos, em segundo lugar, consomem 16%. Se a tendência atual se mantiver, em 2035, a China será responsável por 28% do consumo mundial de energia, ou seja, mais de um quarto do total.
Com a matriz energética baseada principalmente em queima de carvão mineral, a China é quem mais sofre com as consequências da poluição. Um estudo produzido por pesquisadores dos Estados Unidos, Canadá, China e Índia mostrou que, só em 2013, 5,5 milhões de pessoas morreram em todo o mundo em decorrência dos problemas de saúde causados pela poluição – 1,6 milhões deles, chineses. “Globalmente, a poluição do ar é o quarto maior fator de mortalidade mundial, e é de longe a principal causa ambiental de doenças”, disse Michael Brauer, professor da Universidade da Colúmbia Britânica, em conferência.
O país mais populoso do mundo – hoje com 1,3 bilhão de habitantes – então iniciou uma revolução verde em sua matriz energética. Em 2017, o governo federal chinês anunciou o investimento de US$ 360 bilhões em energia renovável até 2020 e desistiram de construir 85 novas usinas de carvão. Apenas no primeiro ano do programa, o aporte financeiro foi de US$ 126,6 bilhões e a própria ONU reconheceu o esforço chinês na produção de energia solar: dois anos antes do prazo, o país já ultrapassou seu objetivo de gerar 105 gigawatts a partir de módulos fotovoltaicos – suficiente para alimentar 30 milhões de residências.
Esse conjunto de ações, além de oferecer contrapartida ambiental, aumenta o interesse do mercado de energia no país. De acordo com a consultoria EY, o mercado de energia chinês é o mais atrativo do mundo.
ENERGIAS ALTERNATIVAS FAZEM CRESCER A ECONOMIA E O MERCADO DE TRABALHO
A ONU Meio Ambiente afirma que hoje, 20% da energia consumida globalmente é proveniente de fontes renováveis – e este índice cresce rapidamente. A entidade prevê que em dez anos as matrizes energéticas limpas podem se apresentar já mais baratas do que os combustíveis fósseis e que, até 2050, 100% da energia mundial seja origem limpa.
O relatório produzido pela entidade aponta que os interesses da indústria de energia convencional, baseada em queima de combustível fóssil, é um dos principais entraves para que as fontes renováveis alcancem os 100%, sobretudo nos EUA, Japão e África. No entanto, o relatório indica também que, durante três anos seguidos, a economia global cresceu 3%, mas as emissões de gases nocivos relacionadas ao setor energético diminuíram.
De acordo com o relatório, How technology is reshaping supply and demand for natural resources, produzido pelo McKinsey Global Institute, essa é uma tendência para o futuro. O uso menos intensivo da energia e o aumento da eficiência energética podem ter um impacto de 40% a 70% na produtividade global durante os próximos 20 anos.
Energias renováveis podem turbinar também o mercado de trabalho. Para a Organização Internacional do Trabalho (OIT), ao menos 24 milhões de novos postos de trabalho serão criados no mundo até 2030 se as políticas certas para promover uma economia verde forem implementadas – sendo 2,5 milhões deles somente em setores de geração de energia.
Segundo o relatório Perspectivas Sociais e de Emprego no Mundo 2018: Greening with Jobs, produzido pela mesma entidade, atividades sustentáveis já empregam 1,2 bilhão de trabalhadores. “A economia verde pode permitir que milhões de pessoas superem a pobreza, além de proporcionar condições de vida melhores para a atual geração e também para futuras. Esta é uma mensagem de oportunidade muito positiva em um mundo de escolhas complexas”, disse a diretora-geral adjunta da OIT, Deborah Greenfield, em comunicado.
ENERGIAS ALTERNATIVAS NO BRASIL
O mesmo documento produzido pela OIT aponta que a América Latina será uma das maiores beneficiárias das políticas voltadas à energia verde. “Na América Latina e no Caribe, pelo menos 1 milhão de empregos serão gerados como resultado do uso de energias renováveis, maior eficiência energética em imóveis e maior demanda por carros elétricos, e outras tecnologias de mudança no padrão de consumo para combater as mudanças climáticas”, afirmou Guillermo Montt, da OIT, em comunicado.
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