Comissionamento e Manutenção Predial são temas de palestras e eventos na próxima semana!!

Dois importantes eventos ocorrerão na próxima semana (19 à 21/10) envolvendo estes dois importantes temas e trazendo palestrantes renomados para a Capital Paulista no evento organizado pela INFRA FM, assim como para um evento 100% onlide, organizado pela ABRAVA e o seu DN Comissionamento, com a participação da instituição BCA norte americana, em seu Chapter brasileiro.

O primeiro evento na sequência será o 6º Workshop de Comissionamento em Instalações, realizado 100% Online e com inscrições GRATUITAS.

O evento tem como principal objetivo fomentar o tema COMISSIONAMENTO em edificações / instalações em nosso mercado, demonstrando aos profissionais e tomadores de decisão a enorme importância deste processo de controle e garantia da qualidade em instalações prediais / industriais, resultando na melhor performance destes sistemas.

O evento contará ainda com a participação do ex-presidente da BCA, DAN FORINO, abordando sobre as perspecivas de proprietários para a operação e comissionamento.

A minha palestra ocorrerá as 10:30hs (houve uma alteração na grade em virtude da tradução simultânea) do dia 20/10, quando o tema abordará também o recebimento de instalações após o comissionamento.

Aos interessados, segue a página do evento para que possam consultá-lo e também efetivar a sua inscrição: https://abrava.com.br/compromissos/6o-workshop-de-comissionamento-de-instalacoes-2/

O segundo evento da semana será o 1º Fórum Infra FM de Manutenção Predial, organizado pela INFRA FM e previsto para o dia 21/10 em São Paulo, no Milenium Centro de Convenções – SECOVI/ SP, localizado à Rua Doutor Bacelar 1403.

Importante ressaltar que este evento ocorrerá simultaneamente no formato presencial e ONLINE, sendo possível que o interessado opte pela melhor forma de inscrever-se, diretamente no site do evento.

A minha palestra ocorrerá logo no primeiro painel, às 08:45hs, sendo que abordarei a importância da escolha de modelos de planejamento e gestão da operação e manutenção como meio de se obter resultados.

Aos interessados, segue a página do evento para que possam consultá-lo, conhecer a grade e os palestrantes, além de também efetivar a sua inscrição: https://www.eventosinfra.com.br/manutencao-predial

Enfim, será uma semana de importantes palestras e eventos e aguardamos vocês!!

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Lançamento do estudo sobre digitalização e eficiência energética no setor de edificações ocorrerá no dia 19

Fonte: PROCEL

Acesse aqui o artigo diretamente em sua fonte.

O Ministério de Minas e Energia (MME), em parceria com o Ministério Federal da Economia e Ação Climática da Alemanha (BMWK) e o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), realiza no dia 19 de maio, às 9h, no canal do MME no YouTube, o lançamento do estudo Digitalização e eficiência energética no setor de edificações no Brasil.

O evento tem como objetivo estimular a discussão sobre o uso de novas tecnologias digitais nas etapas do ciclo de vida inerentes às diferentes tipologias de edificações.

O estudo é resultado da Parceria Energética Brasil-Alemanha, um projeto de cooperação entre o MME e o BMWK, pelo projeto Eficiência Energética para o Desenvolvimento Urbano Sustentável: Foco Habitação Social (EEDUS), fruto da parceria entre a Secretaria Nacional de Habitação (SNH) do MDR e o Ministério Federal para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico da Alemanha (BMZ) – ambos implementados por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH.

O estudo sobre digitalização e eficiência energética no setor de edificações pode ser acessado neste link.

O evento será transmitido no canal do MME no YouTube.

* Com informações da GIZ e Ministério do Desenvolvimento Regional

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Reunião mensal do GRUPAS – Maio 2022

Grupas divulga e faz a útima chamada para aqueles que desejam participar em sua reunião mensal, cujo tema será “Workplace Conceitos e Tendências”.

Vejam abaixo a chamada:

Prezados Membros do Grupas,

Conforme informado anteriormente a reunião do mês de maio acontecerá no dia 18 a partir das 09h30 e será presencial.

Nosso anfitrião será a Nöra, uma casa de design internacional, e estamos preparando uma programação muito especial para recebê-los no evento desse mês.

A Nöra abordará o tema:

Workplace Conceitos e Tendências

Contaremos também com a participação do nosso patrocinador WIIMOVE que abordará outro tema muito importante relacionado com a ocupação eficiente dos escritórios:

Tecnologia auxiliando na otimização da ocupação dos espaços físicos alinhada com os conceitos e tendências de Mobilidade e Sustentabilidade.

Faça sua inscrição no link abaixo e será um prazer tê-los conosco.

Inscrição reunião mensal do GRUPAS – Maio 2022

Para aqueles que desejem participar no modo presencial, segue o endereço: R. Bogaert, 107 – Sacomã

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Produtividade “estável” na manutenção…

Temos visto ultimamente algumas discussões sobre a produtividade de profissionais da manutenção, principalmente (e infelizmente….) quando o tema principal envolve o atraso no atendimento de ordens de serviço, sejam estas de cunho preventivo ou corretivo.

Digo infelizmente porque o foco de nossa preocupação ainda se mantem no cumprimento de atendimentos ou ordens de serviço, sem que nos atentemos, de fato, sobre o desempenho de nossas equipes de manutenção e sobre os fatores muitas vezes “externos” ao profissional, que provoquem tal ineficiência.

A AGROFOLHA publicou no dia de hoje uma matéria intitulada “Produtividade do trabalhador brasileiro só cresce na agropecuária, tratando principalmente sobre a queda deste indicador e sua estagnação no setor de serviços (veja a matéria na íntegra clicando aqui).

Imagem de propriedade da AGROFOLHA, referente ao artigo Produtividade do trabalhador brasileiro só cresce na agropecuária (https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/05/produtividade-do-trabalhador-so-cresce-na-agropecuaria.shtml)

Será que já nos perguntamos alguma vez em nossas operações sobre como anda a produtividade de nossas equipes e colaboradores? Será que sabemos como mensurar ou até mesmo tratar este tema e importantíssimo fator para o sucesso de nosso planejamento e manutenção?

Primeiramente precisamos entender que a baixa produtividade possui não somente fatores culturais e regionais que contribuem para a performance do trabalhador da manutenção, como também outros vetores que se originam em processos de gestão e capacitação destes mesmos trabalhadores.

  • Habilitação do profissional
  • Conhecimento mínimo em relação a equipamentos, sistemas e técnicas de trabalho (capacitação)
  • Turn-over ( e a necessidade de um trabalho contínuo de capacitação)
  • Infraestrutura requerida para o desempenho das funções
  • Acessibilidade e condição segura durante a execução das atividades de manutenção
  • Organização da manutenção
  • Agilidade e atuação de suprimentos em manutenção
  • Entre outros…

A diversidade destes fatores e a sua importante influência potencialmente negativa sobre o desempenho de nossas equipes requer a sua ágil identificação e tratamento por parte do gestor da área de manutenção, razão pela qual deve-se tomar cuidado na adequada customização de sua ferramenta informatizada de gestão, além do processo de treinamento e capacitação de seus colaboradores.

Importante também lembrarmos de que a produtividade de um profissional de manutenção deve ser apurada / mensurada apenas durante a execução efetiva das tarefas, ou seja, “com a ferramenta na mão” (ou “wrench time”), reforçando ainda mais os cuidados para uma adequada visualização deste indicador através de nosso sistema computadorizado de gestão da manutenção (CMMS).

Lamentavelmente, nós brasileiros estamos ainda defasados em relação a nossos vizinhos próximos (Argentina e Chile), além de muito mais defasados em relação aos principais exemplos de produtividade (EUA, Alemanha, Japão, …).

Gráfico demonstrando a comparação da produtividade do profissional brasileiro até 2011

Assim como em outros processos de análise e implementação de melhorias na qualidade da manutenção, o respeito e o bom desempenho das funções estratégicas dentro da área ou departamento de manutenção será vital para que obtenhamos resultados adequados.

Vivemos hoje um momento de retomada do mercado (pós-pandemia), com a aceleração em taxas de rotatividade de pessoal e uma contínua falha em nossa atividade de supervisão, haja vista o acúmulo de responsabilidades e atividades também observado dentro das empresas.

Enfim, como dizia um antigo gerente, a manutenção é uma área dentro da cadeira de engenharia e não existem vitórias sem um adequado estudo e planejamento, seguidos de uma atuação estratégica de gestão. Pensem nisto…..

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CNN – Um maior número de empresas busca pelo uso de sistemas de ventilação para controlar (e evitar) a contaminação por COVID-19 e outros virus

A CNN divulgou no dia 22/04 a matéria com o título acima, escrita por Liz Szabo (Kaiser Health News), através da qual informam sobre o movimento de empresas em busca de sistemas de ventilação e renovação de ar, ao mesmo tempo em que as pessoas abandonam gradativamente o uso de máscaras.

A pandemia pela qual passamos (e esperamos não retornar…) foi sem sombra de dúvida um aprendizado para todos nós, no sentido de que existem meios ou formas extremamente “eficazes” e rápidas para a contaminação de grandes massas, assim como também nos mostrou a fragilidade no uso de medidas básicas de higiene individual.

Digo aqui “aprendizado”, pois não podemos deixar de lado tais lições aprendidas e não imaginar que isto poderá novamente ocorrer se não nos cuidarmos melhor. Com isto, é verdade que algumas empresas (também brasileiras) têm buscado por soluções de AVAC-R para o controle da qualidade do ar interior, ao mesmo tempo em que os seus colaboradores retomam a atividade no modo presencial.

Aqui no Brasil, algumas destas medidas têm visado corrigir falhas na captação, tratamento e reposição de ar externo em instalações e em ambientes anteriormente não atendidos (com o ar externo), assim como também a revisão em processos e procedimentos que também incluem as atividades de operação e manutenção. O “engraçado” nesta história, se é que podemos dizer assim, é que o Brasil já possui há vários anos um conjunto de boas normas e leis que versam sobre o tema, tornando obrigatório tais cuidados com as instalações, com a operação e manutenção destes sistemas.

A ABRAVA realizou nesta última quarta-feira (27/04) um seminário sobre a qualidade do ar interno, reforçando medidas neste sentido e trazendo a opinião de palestrantes brasileiros e de outros países.

Apesar dos baixos números de internação ( e não necessariamente de contaminação), não podemos baixar a guarda e deixar de aproveitar as nossas lições aprendidas com tudo o que passamos. Será de extrema importância que as empresas e profissionais do mercado questionem a eficácia de suas instalações e medidas de controle para se evitar uma nova contaminação, ao mesmo tempo em que deve-se incentivar (e relembrar) a manutenção dos cuidados básicos de higiene pessoal, entre os seus visitantes e colaboradores.

Embora em inglês, a matéria abaixo retrata esta preocupação entre as empresas.


More companies look to ventilation systems to control the spread of Covid-19 and other viruses

Por (by): By Liz Szabo, Kaiser Health News

Fonte (source): CNN Health

Acesse aqui a reportagem diretamente em sua fonte.

Ventilation is a powerful tool against Covid-19

Americans are abandoning their masks. They’re done with physical distancing. And, let’s face it, some people are just never going to get vaccinated.

Yet a lot can still be done to prevent covid infections and curb the pandemic.

A growing coalition of epidemiologists and aerosol scientists say that improved ventilation could be a powerful tool against the coronavirus — if businesses are willing to invest the money.

“The science is airtight,” said Joseph Allen, director of the Healthy Buildings program at Harvard University’s T.H. Chan School of Public Health. “The evidence is overwhelming.”

Although scientists have known for years that good ventilation can reduce the spread of respiratory diseases such as influenza and measles, the notion of improved ventilation as a front-line weapon in stemming the spread of covid-19 received little attention until March. That’s when the White House launched a voluntary initiative encouraging schools and work sites to assess and improve their ventilation.

The federal American Rescue Plan Act provides $122 billion for ventilation inspections and upgrades in schools, as well as $350 billion to state and local governments for a range of community-level pandemic recovery efforts, including ventilation and filtration. The White House is also encouraging private employers to voluntarily improve their indoor air quality and has provided guidelines on best practices.

The White House initiative comes as many employees are returning to the office after two years of remote work and while the highly contagious BA.2 omicron subvariant gains ground. If broadly embraced, experts say, the attention to indoor air quality will provide gains against covid and beyond, quelling the spread of other diseases and cutting incidents of asthma and allergy attacks.

The pandemic has revealed the dangerous consequences of poor ventilation, as well as the potential for improvement. Dutch researchers, for example, linked a 2020 covid outbreak at a nursing home to inadequate ventilation. A choir rehearsal in Skagit Valley, Washington, early in the pandemic became a superspreader event after a sick person infected 52 of the 60 other singers.

Ventilation upgrades have been associated with lower infection rates in Georgia elementary schools, among other sites. A simulation by the Centers for Disease Control and Prevention found that combining mask-wearing and the use of portable air cleaners with high-efficiency particulate air filters, or HEPA filters, could reduce coronavirus transmission by 90%.

Scientists stress that ventilation should be viewed as one strategy in a three-pronged assault on covid, along with vaccination, which provides the best protection against infection, and high-quality, well-fitted masks, which can reduce a person’s exposure to viral particles by 95%. Improved airflow provides an additional layer of protection — and can be a vital tool for people who have not been fully vaccinated, people with weakened immune systems, and children too young to be immunized.

One of the most effective ways to curb disease transmission indoors is to swap out most of the air in a room — replacing the stale, potentially germy air with fresh air from outside or running it through high-efficiency filters — as often as possible. Without that exchange, “if you have someone in the room who’s sick, the viral particles are going to build up,” said Linsey Marr, a professor of civil and environmental engineering at Virginia Tech.

Exchanging the air five times an hour cuts the risk of coronavirus transmission in half, according to research cited by the White House Office of Science and Technology Policy. Yet most buildings today exchange the air only once or twice an hour.

That’s partly because industry ventilation standards, written by a professional group called the American Society of Heating, Refrigerating and Air-Conditioning Engineers, or ASHRAE, are voluntary. Ventilation standards have generally been written to limit odors and dust, not control viruses, though the society in 2020 released new ventilation guidelines for reducing exposure to the coronavirus.

But that doesn’t mean building managers will adopt them. ASHRAE has no power to enforce its standards. And although many cities and states incorporate them into local building codes for new construction, older structures are usually not held to the same standards.

Federal agencies have little authority over indoor ventilation. The Environmental Protection Agency regulates standards for outdoor air quality, while the Occupational Safety and Health Administration enforces indoor-air-quality requirements only in health care facilities.

David Michaels, an epidemiologist and a professor at the George Washington University Milken Institute School of Public Health, said that he’d like to see a strong federal standard for indoor air quality but that such calls inevitably raise objections from the business community.

Two years into the pandemic, it’s unclear how many office buildings, warehouses, and other places of work have been retooled to meet ASHRAE’s recommended upgrades. No official body has conducted a national survey. But as facilities managers grapple with ways to bring employees back safely, advocates say ventilation is increasingly part of the conversation.

“In the first year of the pandemic, it felt like we were the only ones talking about ventilation, and it was falling on deaf ears,” said Allen, with Harvard’s Healthy Buildings program. “But there are definitely, without a doubt, many companies that have taken airborne spread seriously. It’s no longer just a handful of people.”

A group of Head Start centers in Vancouver, Washington, offers an example of the kinds of upgrades that can have impact. Ventilation systems now pump only outdoor air into buildings, rather than mixing fresh and recirculated air together, said R. Brent Ward, the facilities and maintenance operations manager for 33 of the federally funded early childhood education programs. Ward said the upgrades cost $30,000, which he funded using the centers’ regular federal Head Start operating grant.

Circulating fresh air helps flush viruses out of vents so they don’t build up indoors. But there’s a downside: higher cost and energy use, which increases the greenhouse gases fueling climate change. “You spend more because your heat is coming on more often in order to warm up the outdoor air,” Ward said.

Ward said his program can afford the higher heating bills, at least for now, because of past savings from reduced energy use. Still, cost is an impediment to a more extensive revamp: Ward would like to install more efficient air filters, but the buildings — some of which are 30 years old — would have to be retrofitted to accommodate them.

Simply hiring a consultant to assess a building’s ventilation needs can cost from hundreds to thousands of dollars. And high-efficiency air filters can cost twice as much as standard ones.

Businesses also must be wary of companies that market pricey but unproven cleaning systems. A 2021 KHN investigation found that more than 2,000 schools across the country had used pandemic relief funds to purchase air-purifying devices that use technology that’s been shown to be ineffective or a potential source of dangerous byproducts.

Meghan McNulty, an Atlanta mechanical engineer focused on indoor air quality, said building managers often can provide cleaner air without expensive renovations. For example, they should ensure they are piping in as much outdoor air as required by local codes and should program their daytime ventilation systems to run continuously, rather than only when heating or cooling the air. She also recommends that building managers leave ventilation systems running into the evening if people are using the building, rather than routinely turning them down.

Some local governments have given businesses and residents a boost. Agencies in Montana and the San Francisco Bay area last year gave away free portable air cleaners to vulnerable residents, including people living in homeless shelters. All the devices use HEPA filters, which have been shown to remove coronavirus particles from the air.

In Washington state, the public health department for Seattle and King County has drawn on $3.9 million in federal pandemic funding to create an indoor air program. The agency hired staff members to provide free ventilation assessments to businesses and community organizations and has distributed nearly 7,800 portable air cleaners. Recipients included homeless shelters, child care centers, churches, restaurants, and other businesses.

Although the department has run out of filters, staff members still provide free technical assistance, and the agency’s website offers extensive guidance on improving indoor air quality, including instructions for turning box fans into low-cost air cleaners.

“We did not have an indoor air program before covid began,” said Shirlee Tan, a toxicologist for Public Health-Seattle & King County. “It’s been a huge gap, but we didn’t have any funding or capacity.”

Allen, who has long championed “healthy buildings,” said he welcomes the new emphasis on indoor air, even as he and others are frustrated it took a pandemic to jolt the conversation. Well before covid brought the issue to the fore, he said, research was clear that improved ventilation correlated with myriad benefits, including higher test scores for kids, fewer missed school days, and better productivity among office workers.

“This is a massive shift that is, quite honestly, 30 years overdue,” Allen said. “It is an incredible moment to hear the White House say that the indoor environment matters for your health.”

KHN (Kaiser Health News) is a national newsroom that produces in-depth journalism about health issues. Together with Policy Analysis and Polling, KHN is one of the three major operating programs at KFF (Kaiser Family Foundation). KFF is an endowed nonprofit organization providing information on health issues to the nation.

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Guia gratuito apresenta os benefícios da Eficiência Energética para pequenas e médias indústrias

Fonte: PROCEL Info

Conforme artigo abaixo extraído de uma das divulgações do PROCEL, já foi disponibilizado um documento intitulado ” Guia Múltiplos Benefícios de Eficiência Energética na Indústria “, com o objetivo de auxiliar as pequenas e médias indústrias na eleboração e implementação de medidas de eficiência energética, pois temos um parque instalado e em operação com uma idade média estimada de 20 anos.

Importante ressaltar que, dependendo das condições operacionais e de manutenção, tais ativos podem apresentar um desempenho energético ainda abaixo do esperado, levando-se também em conta a defasagem tecnológica embarcada.

Importante também lembrar que a definição de medidas de EE demandará por um estudo detalhado de suas instalações e processos, assim como do acompanhamento de consumos durante a sua utilização. O material elaborado é muito bom e poderá ajudá-los na compreensão sobre as medidas de EE e também sobre a estruturação necessária para a sua definição.

Uma boa leitura!


O Programa PotencializEE acaba de lançar o ‘Guia Múltiplos Benefícios de Eficiência Energética na Indústria’, que tem como objetivo apresentar as vantagens da implementação de medidas de eficiência energética (EE) para as pequenas e médias indústrias. A publicação é gratuita e está disponível para download no site www.programa-potencializee.com.br.

Dados da Associação Brasileira de Manutenção (Abraman) indicam que a idade média das instalações das PMEs nacionais é de 20 anos e elas respondem por 68% da energia utilizada na indústria. E um terço dessa energia poderia ser economizada nas PMEs industriais através de implementações de projetos de EE. De acordo com levantamento da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), os números indicam ainda que a indústria gasta anualmente R$ 5 bilhões e R$ 16 bilhões, respectivamente, com eletricidade e combustíveis.

“Devido ao grande potencial de redução no consumo de energia pela indústria brasileira, quando se fala em Eficiência Energética, muitas vezes, as empresas adaptam uma perspectiva estritamente orçamentária focando na diminuição de custos e deixam de levar em conta outros impactos positivos oriundos de projetos de EE; muito além dos ganhos financeiros”, afirma Marco Schiewe, diretor do Programa PotencializEE, uma iniciativa de Cooperação Brasil-Alemanha para o Desenvolvimento Sustentável, liderado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e coordenado por meio da GIZ (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit), Agência Alemã de Cooperação Internacional.

As vantagens obtidas com a adoção de práticas de EE estão no âmbito das melhorias de desempenho corporativo, produtividade e competitividade no mercado, do gerenciamento socioambiental, da saúde e segurança dos colaboradores de uma empresa, além da qualidade dos produtos e até da motivação e satisfação dos colaboradores. “O guia visa justamente apoiar a identificação e a quantificação destes múltiplos benefícios. Afinal, como os projetos de eficiência energética têm uma importância que vai muito além de economia de energia, o ponto de vista estratégico acaba sendo o principal motivador na tomada de decisão”, explica Schiewe.

O Guia oferecido pelo PotencializEE é um manual de como uma pequena ou média indústria pode manter vantagem competitiva sustentável a partir da adoção de uma operação voltada para a prática da eficiência energética. Trata-se da primeira de uma série de publicações que estão sendo desenvolvidas pela equipe do programa para disseminar e sensibilizar os diversos segmentos industriais em relação aos benefícios da EE, as especificidades das tecnologias e contribuir para a redução da emissão de gases de efeito estufa no Brasil.

*Com informações do Programa PotencializEE

Segue novamente o link do material: https://www.programa-potencializee.com.br/acervo/multiplos-beneficios-da-eficiencia-energetica-na-industria/

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ABRAVA divulga curso básico de VRF / VRV

A ABRAVA divulgou recentemente a realização de um curso de capacitação de profissionais do mercado em relação as noções básicas de projeto, instalação e manutenção destes sistemas que operam por expansão direta, sendo que a nova data de sua realização foi postergada para maio próximo.

Aos interessados, sugerimos acessar diretamente o site da ABRAVA ou clicar no link abaixo: https://abrava.com.br/cursos/diagnosticos-e-falhas-vrf-vrv-online-2/?utm_campaign=curso_basico_de_vrf_-_inicio_adiado&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

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CREA-RS se mobiliza em defesa da Lei Kiss e em relação a responsabilidade técnica por projetos acima de mil metros quadrados

É realmente incrível como continuamos a não aprender com as tragédias em nosso país, esquecendo-as rapidamente e deixando com que outros interesses nos tragam novamente riscos de novas ocorrências…

O Rio Grande do Sul passa neste momento por uma batalha não só para a preservação da chamada “Lei Kiss” que passa por um processo envolvendo uma nova votação na Assembleia gaúcha, podendo “flexibilizar” a atuação de profissionais sem a devida qualificação e habilitação em projetos de Planos de Prevenção e Combate contra Incêndios (PPCI), similar ao que conhecemos como AVCB em São Paulo.

Independentemente da região de nosso país, precisamos entender a importância e a experiência necessária no desenvolvimento de projetos / estratégias de proteção e combate a incêndio, matéria esta que tem por finalidade a preservação da vida em um primeiro momento, mitigando também riscos ao patrimônio em um segundo plano.

Trata-se de uma matéria que demanda não apenas pela “habilitação” concedida por Conselhos Regionais, mas também, pelo conhecimento técnico e legal dos profissionais envolvidos.

Trata-se também da importante participação de proprietários e /ou administradores de empreendimentos que já obtenham ou busquem pela obtenção de tais licenças, assegurando com que as estratégias definidas em projeto para a preservação de vidas sejam continuadas / mantidas de forma adequada e com desempenho satisfatório durante a vida útil do empreendimento.

Foto de autoria do CREA-RS

Cientes da fragilidade de nosso sistema de fiscalização, todos devemos ter a consciência quanto a sua importância para a segurança dos ocupantes, seja através dos sistemas e estratégias para a detecção e combate ao incêndio, seja para a preservação de rotas de fuga para assegurar as vidas.

Tais cuidados permeam pela atuação e responsabilidade das áreas de manutenção e operação, envolvendo:

  • O conhecimento do projeto, funcionalidades dos sistemas instalados e parâmetros de ajuste que precisam ser preservados
  • O cumprimento obrigatório das rotinas de manutenção adequadas aos sistemas, evidenciando a sua realização através de registros apropriados
  • A condução periódica de testes de rotina e preventivos, que busquem não só pela verificação e constatação da “funcionalidade” do sistema, mas também, por certificar-se quanto ao seu desempenho / performance
  • O treinamento contínuo de todos os envolvidos, constituindo uma equipe de fiscalização interna, haja vista a conhecida “fragilidade” na manutenção de medidas especificadas em projeto durante a fase de ocupação e uso de uma edificação
  • A aplicação periódica do “comissionamento” em sistemas de ventilação, exaustão e combate a incêndio, atestando a PERFORMANCE do sistema em relação ao que fora previsto em projeto
  • A atualização do projeto e obtenção de novos alvarás, sempre que a edificação sofrer alterações em seu uso ou ocupação, o que poderá demandar pela atualização em relação a novas legislações em vigor

Enfim, ainda que muitos ainda enxergem tal responsabilidade limitada apenas à obtenção de alvarás e licenças de funcionamento, tragédias como a ocorrida em Santa Maria deveriam sensibilizar todos os envolvidos e, principalmente, os profissionais que atuam neste segmento do mercado e dos quais se espera uma condução técnica e legal durante todo o processo e sua participação.

Vamos aprender com as tristes tragédias não evitadas, para que não choremos futuramente pela perda de novas vidas!

Seguem abaixo as chamadas para os artigos divulgados pelo CREA-RS.

ARTs de PPCI emitidas por técnicos de nível médio serão objeto de análise nas Câmaras Especializadas

Nota à sociedade: Fragilização da Lei Kiss

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11º QAI – Seminário Internacional de Qualidade do Ar de Interiores: terminará amanhã (26/04) o prazo para inscrições (presencial e online)

A POLI-USP receberá nesta próxima quarta-feira 27/04 um importante evento voltado aos cuidados necessários à manutenção da qualidade do ar interno em ambientes ocupados, o qual contará com a participação de profissionais brasileiros e internacionais.

Como a própria divulgação cita em seu convite, trata-se da discussão do “novo paradigma” para a gestão de ambientes e da qualidade do ar, em um período pós pandemia.

O evento ocorrerá nos modos presencial e online, sendo que as inscrições ocorrem através do Sympla, considerando também se tratar de um evento ABRAVA. Aos interessados, bastará clicar sobre a imagem acima ou no link abaixo.

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Novas tecnologias para baterias contribuirão para a descarbonização

Fonte: Além da Energia

Divulgação: PROCEL INFO

Clique aqui para ler a matéria em sua fonte.

Veículos elétricos não emitem gases de efeito estufa e, em todo o mundo, já há várias iniciativas para reduzir a combustão nos próximos anos e apostar na eletromobilidade. Mas as tecnologias de armazenamento de energia em baterias devem permitir, no futuro, várias outras soluções para tornar o consumo de energia mais eficiente e, dessa forma, contribuir para que a descarbonização seja possível.

Exemplo disso seria a criação de baterias leves e eficientes que pudessem carregar diversos equipamentos e eletrodomésticos – até mesmo uma geladeira -, ou baterias de carregamento automático, revolucionando a inteligência artificial. Uma das aplicações poderia ser a viabilização de redes inteligentes (smart grids), simplificando a medição de demanda, eficiência energética e viabilização de fontes renováveis.

Todas essas alternativas serão possibilitadas pelo uso de nanotecnologia, nióbio, grafeno e até lixo atômico, que normalmente é enterrado para minimizar riscos de vazamento e contaminação, destaca uma matéria do MIT Technology Review.

Baterias automotivas mais baratas e eficientes

Uma das barreiras à eletrificação veicular no Brasil é o preço dos veículos – os quais, por sua vez, são mais caros em função do custo das baterias. Mas um estudo da BloombergNEF, encomendado pela Transport & Environment, aponta que a partir de 2026 a produção de veículos sedãs elétricos (segmentos C e D) e SUVs será tão econômica quanto a de veículos à gasolina.

No segmento de veículos pesados, a Volkswagen Caminhões e Ônibus e a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) se uniram para criar uma bateria de óxidos de nióbio e grafeno. A tecnologia permitirá o carregamento ultrarrápido, em menos de 10 minutos, além de maior durabilidade e vida útil.

Vale destacar que grande parte das baterias atuais são de lítio, mas já há pesquisas que indicam que a vida útil utilizando o grafeno aumenta em 50%. Além disso, os dispositivos garantem o mesmo armazenamento de energia, com metade do peso.

Baterias de nanodiamante prometem vida útil gigantesca

Para além do grafeno e nióbio, estão sendo desenvolvidas também baterias nucleares, que usam lixo atômico. A responsável pelo projeto é uma startup da Califórnia, a NDB Technology, que utilizou uma tecnologia muito semelhante à usada para produzir eletricidade com energia solar. Mas, ao invés de utilizar as células que captam a luz solar, utiliza a radiação retirada de resíduos nucleares.

O resultado, chamado de bateria de nanodiamante (daí o nome NDC), é a produção de uma bateria de carregamento automática com vida útil de incríveis 28 mil anos. Segundo a startup, o NDB pode alimentar dispositivos e máquinas de qualquer tamanho, desde aeronaves e foguetes a veículos elétricos, aparelhos auditivos, smartphones, sensores e muito mais, tudo sem emissões de carbono. Seus dois primeiros clientes beta são uma empresa líder em produtos e serviços de ciclo de combustível nuclear e uma organização líder global em manufatura aeroespacial, defesa e segurança.

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Quais serão os desafios para a manutenção predial em 2022?

É verdade que muitos afirmam que 2021, assim como 2022, não deixará saudades….

De fato, eu acredito que apenas alguns sintam saudades por fatos que os tenham marcado de alguma forma, mas entendo que este foi mais um ano de aprendizado para todos os seres humanos e em quase todas as regiões do planeta.

Aliás, diria até que foi um ano de reforço (para aqueles que passaram por isto em períodos escolares, em sua infância), pois ratificou o que todos nós deveríamos ter aprendido em 2020……: o valor de nossas vidas, amigos e familiares

Espero sinseramente que a humanidade tenha aprendido a lição!

Mas e em relação a nossa área de manutenção predial? O que estes dois anos nos trouxeram de aprendizado e o que esperar de 2022, ano de eleições em nosso país e “aparentemente” um pouco mais promissor…

Lembremos que a grande maioria de nossos investidores e proprietários retiraram literalmente “o pé do acelerador”, postergando investimentos e até mesmo ações corretivas de menor criticidade, assim como reduzindo equipes e contratos de manutenção ao mínimo necessário para operar nossas edificações que mantiveram uma baixíssima taxa de ocupação neste período (de 10 à 25%, em média).

Com as esperanças que se renovam para 2022, e considerando que a nossa economia venha novamente a sobrer uma aceleração positiva, teremos de nos organizar, avaliando e classificando todo o passivo, a fim de que consigamos traçar um plano de ação no curto, médio e longo prazo.

Trata-se, portanto, de um grande e bom desafio para as nossas áreas de Planejamento, Programação e Controle da Manutenção, sendo que estas áreas já possuem know-how e ferramentas para solucionar tal desafio.

Imagem adquirida pela A&F Partners Consulting junto a Canstockphoto

Devemos, portanto, nos prepararmos para uma maior carga de trabalho visando recolocar as nossas edificações novamente em ordem, identificando gaps e prejuízos, classificando riscos e prioridades (criticidade funcional), estimando valores para reparos ou reposições, avaliando as nossas estruturas e infraestruturas e, finalmente estruturando planos de ações, ou seja, planejando.

Teremos sim um belo desafio para 2022 e próximos anos que virão!

E é com este prenuncio de bons desafios que desejo à todos um Feliz Natal e um fantástico Ano Novo, lembrando do nosso aprendizado nestes últimos 2 anos….: saúde, consiência humana, fraternidade, amor e vida….

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