Usina solar do Estádio de Pituaçu faz governo economizar R$ 400 mil

Fonte: Tribuna da Bahia

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Desde a instalação do sistema fotovoltaico para geração de eletricidade no Estádio Governador Roberto Santos, no bairro de Pituaçu, em Salvador, o Governo do Estado reduziu em mais R$ 400 mil o gasto com energia.


O sistema garante a autossuficiência elétrica do estádio e ainda gera excedente, que abastece parte do prédio onde funcionam as secretarias do Trabalho, Emprego Renda e Esporte (Setre) e da Administração do Estado (Saeb), no Centro Administrativo da Bahia (CAB).

A economia foi registrada entre abril de 2012, quando foi iniciado o projeto Pituaçu Solar, e o fim de 2014. O equipamento esportivo foi o primeiro da América Latina a utilizar o sistema de iluminação solar e já gerou um total de 1,7 gigawatt-hora (GWh) – o suficiente para abastecer 17 mil residências durante um mês.

Com os 633 megawatts-hora (MWh) anuais, gerados a partir de painéis instalados na cobertura e nos estacionamentos do estádio, o projeto resultou na redução de R$ 13 mil para R$ 850 na conta média mensal.

De acordo com o secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Álvaro Gomes, a experiência bem sucedida em Pituaçu deve ser ampliada em breve para outros espaços, como o Centro Pan-Americano de Judô, em Lauro de Freitas. “Entre os locais onde podemos desenvolver projetos semelhantes está o Centro de Judô, onde já estão sendo realizados estudos de viabilidade de uma usina fotovoltaica”.

O investimento total foi de R$ 5,5 milhões, com recursos da Companhia de Eletricidade da Bahia (Coelba), Governo do Estado e participação do Fundo Nacional de Eficiência Energética, gerido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Aberto para visitação, o Pituaçu Solar já recebeu mais de três mil pessoas, entre estudantes e público em geral.

Outra iniciativa voltada para a economia de recursos é o Programa de Racionalização do Consumo de Água e Energia do Governo. Promovida pela Saeb, em parceria com a Universidade Federal da Bahia (Ufba), a ação proporcionou uma economia de R$ 20,4 milhões, desde o lançamento, em 2008.

O resultado foi possível graças aos ecotimes, grupos de funcionários responsáveis pela mobilização de outros servidores em 38 órgãos estaduais e pelo monitoramento periódico do consumo nos prédios públicos.

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Sobre Alexandre Fontes

Alexandre Fontes é formado em Engenharia Mecânica e Engenharia de Produção pela Faculdade de Engenharia Industrial FEI, além de pós-graduado em Refrigeração & Ar Condicionado pela mesma entidade. Desde 1987, atua na implantação, na gestão e na auditoria técnica de contratos e processos de manutenção. É professor da cadeira "Comissionamento, Medição & Verificação" no MBA - Construções Sustentáveis (UNICID / INBEC), professor na cadeira "Gestão da Operação & Manutenção" pela FDTE (USP) / CORENET e professor da cadeira "Operação & Manutenção Predial" no curso de Pós Graduação em Avaliação e Perícias de Engenharia pelo IBAPE / MACKENZIE. Desde 2001, atua como consultor em engenharia de operação e manutenção.
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