Alckmin diz que aumento na conta da água é “correto”

Fonte: Estado de Minas

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Sao Paulo, 07 – O governador Geraldo Alckmin (PSDB) considerou “correta” a decisao da Agencia Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de Sao Paulo (Arsesp) de autorizar o reajuste de 15,2% na conta de agua. “Nos achamos que e o correto”, disse durante evento no Palacio dos Bandeirantes. “A agencia verificou todos os indicadores, como aumento do custo, especialmente a energia eletrica, e queda da producao, e estabeleceu o valor.”

Alckmin afirmou que os principais investimentos para combater a crise nao serao afetados. Um dia antes, o presidente da Sabesp, Jerson Kelman, disse que atrasos serao consequencia do reajuste abaixo do esperado, que era de 22,7%.

As informacoes sao do jornal

O Estado de S. Paulo.

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Conheça alguns dos rios que foram enterrados com a urbanização de SP

Fonte: Folha de SP Online

Por: Guilherme Magalhães

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Na cidade de Sao Paulo, nao importa o local, ninguem esta a mais de 300 metros de distancia de um curso dagua, afirma o geografo Luiz de Campos Junior. A frase pode soar estranha em uma metropole acostumada com a selva de asfalto e concreto que deixa pouco espaco para seus rios, corregos e riachos correrem a ceu aberto.

Mas eles estao la, no subterraneo, correndo em galerias apos serem tamponados.

A Prefeitura de Sao Paulo tem, mapeados e nomeados, 280 cursos dagua. Esse numero, porem, e muito maior, diz Campos, um dos fundadores da iniciativa Rios e Ruas, que desde 2010 mapeia os rios e corregos subterraneos da capital paulista.

O grupo trabalha com uma estimativa de 300 a 500 cursos dagua escondidos sob ruas e avenidas. Juntos, eles somariam cerca de 3.000 quilometros de extensao, outro numero que tambem pode ser maior que a estimativa.

Editoria de Arte/Folhapress

DEDO DO HOMEM

Intervencoes humanas na natureza dos rios da capital existem desde pelo menos o seculo 19, quando ja se poluia o rio Tamanduatei, que nasce na serra do Mar e percorre a zona leste de Sao Paulo.

Em 1894, teve inicio a discussao do projeto de retificacao do curso do rio, cuja obra seria concluida em 1916. Foi o primeiro dos grandes rios da capital paulista a ser canalizado para escoar o esgoto dos bairros localizados proximos a ele.

A partir dos anos 1920, ganham forca os projetos de canalizacao e retificacao dos rios paulistanos. As obras no rio Pinheiros tem inicio em 1928, seguindo ate meados dos anos 1950. Dez anos mais tarde, e a vez do rio Tiete, que so na decada de 1970 ganharia a “cara” que tem hoje.

O momento coincide com a popularizacao do automovel como meio de transporte da classe media paulistana, que precisava de vias para melhorar o acesso as partes mais remotas da cidade. A capital paulista estava em franca expansao e “engolia” municipios vizinhos, como Santo Amaro.

TRATAMENTO

“Tem que pensar em como nao sujar a agua. A gente teve uma politica que enterrou completamente os rios. Em vez de cuidar, enterrou tudo para o povo nao poder usar”, afirma o geografo Campos Junior. “Mesmo com os visiveis as pessoas nao tem contato, nao chegam perto.”

O ideal, segundo ele, seria um tratamento que preserve o curso dagua a ceu aberto e que mantenha alguma sinuosidade do rio. “A pior maneira de canalizar um rio e o tamponamento.” Esse processo cria uma galeria ou tubulacao enterrada que recebe, junto com a agua da chuva, toda a sujeita das ruas e ate ligacoes de esgoto. “Tudo isso ocorre sem que possamos ver ou ter contato com a condicao do rio”, diz Campos.

Em tempos de crise hidrica, esse contato e fundamental. Pensando nisso, o Rios e Ruas montou, em parceria com outros grupos ligados a defesa dos rios, um programa piloto que vai analisar a agua de dez nascentes nas zonas norte e oeste da capital paulista.

Dois criterios serao observados: a nascente precisa manter um fluxo constante de agua e ser acessivel a populacao.

Apos o teste, os locais serao sinalizados para que os moradores conhecam os possiveis usos para a agua daquela nascente. Se a iniciativa der certo, a ideia e expandir o programa para outras nascentes da cidade.

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Norma para reformas em prédios completa 1 ano

Fonte: Revista Infra

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CAU/SP celebra avanços e considera presença de arquiteto fundamental em projeto de reforma

O desabamento de um prédio comercial no centro do Rio de Janeiro, em 2012, provocado por uma reforma irregular em um dos andares do edifício, fazendo 11 vítimas entre mortos e feridos, impulsionou a criação de uma Norma estabelecendo responsabilidades e determinações que devem ser seguidas para a execução de obras e reformas em condomínios comerciais e residenciais. Publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), a NBR 16.280 completou um ano este mês (18 de abril). Uma das diretrizes é que toda obra que envolva alterações e comprometimento da edificação ou do entorno esteja sujeita à análise da construtora ou incorporadora e do projetista.

“A presença de um arquiteto é fundamental para se elaborar um projeto de reforma, pois ele está habilitado para analisar o comportamento da estrutura, das vedações, das instalações prediais e diagnosticar as alterações a serem feitas, de modo a não interferir na estabilidade e na segurança da edificação. O acidente do Rio é o melhor exemplo do que a falta de um profissional capacitado pode ocasionar, tirando a vida de pessoas, além do prejuízo material. Por isso a importância de alguém realmente habilitado para gerenciar e conduzir obras em condomínios”, explica Gilberto Belleza, presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo (CAU/SP).

Fora o reconhecimento à atividade profissional, Belleza comemora especialmente o fato de essa ter sido uma norma que “pegou”. “No Brasil existem leis que pegam e leis que não pegam. Da mesma maneira, existem normas que pegam e as que não pegam. Essa norma pegou”, diz o presidente do CAU/SP. Reflexo disso é o aumento considerável no recolhimento de RRTs (Registro de Responsabilidade Técnica) neste primeiro ano. “A sociedade não quer assumir essa responsabilidade sem um profissional capacitado. Os síndicos dos condomínios reconheceram a importância de ter um profissional e cobram de qualquer obra o devido recolhimento do RRT ou da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica)”, conclui Belleza.​

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Comentário deste blogueiro

Mais do que a euforia inicial quanto às “leis que pegam”, há de se prestar a atenção para a forma com a qual “elas pegam”…

Infelizmente, ainda nos deparamos muito com profissionais, sejam eles arquitetos ou engenheiros, que recolhem RRTs ou ARTs “para o inglês ver“, ou seja, sem que estejam efetivamente acompanhando as etapas de projeto e obra ou instalação.

Este “velho e ainda muuiiito atual jeitinho brasileiro” continua à pautar o dia à dia em busca de aprovações, em busca do atendimento às exigências legais e normativas…

Não podemos lançar um “olhar míope” sobre estas situações, pois em “tempo de saneamento no país” (refiro-me ao momento em que vivemos com os escândalos), precisamos também promover a eliminação deste termo “jeitinho brasileiro” em todos os campos de atuação profissional.

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Integration: Lighting and HVAC systems

Fonte: Consulting – Specifying Engineer

Autor: Chris Rush, Arup, New York City

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By considering the first principles of radiative energy, engineers can determine how to balance daylight, electric light, and HVAC systems, particularly considering various options for daylight control and the advent of LEDs.

Learning objectives:

  • Understand key principles that affect the integration of lighting and HVAC systems.
  • Understand the effects of and design strategies for daylighting with regard to lighting and HVAC considerations.
  • Understand the ways in which electric lighting impacts interior HVAC internal heat gains,and the impacts of LED lighting.

What is the most fundamental connection between lighting and HVAC? Daylight and the sun both impact lighting and HVAC. Both require the support of electrical systems for power. But the physics of radiation could be considered the most fundamental link between lighting and HVAC,and of intrinsic importance for building integration possibilities.

Most building occupants probably would link lighting (vision) and sound (hearing), rather than making an obvious connection between lighting and HVAC-where temperature and humidity would be linked to our skin’s sense of touch. Most people do not easily connect lighting and HVAC, partly because temperature and humidity are more intuitive concepts to us than are sound and light, which seem more abstract.

It’s when balancing or coordinating both the lighting and thermal environments of a building design that the importance of radiative energy transfer is more obvious. Both the lighting designer and the mechanical engineer for any building project are accounting for radiative energy transfer in their designs, but the importance of the synergies between the two are not always apparent.

Figure 1: At Abu Dhabi Investment Council Headquarters, the triangulated panels are motorized, retracting to allow larger openings when daylight conditions become appropriate, or flattening to lessen apertures and shade from both glare and heat gain in th

With visible light, radiation is essentially the only method of energy transfer in light generation,reflection, absorption, and our perception. Visible light and infrared radiation operate on relatively similar scales of wavelength and frequency compared to sound or other radiated energy categories. It’s somewhat incidental that our eyes perceive wavelengths near 550 nanometers as visible light, but not ultraviolet (UV) wavelengths shorter than 400 nm or infrared wavelengths longer than 700 nm. But in considering design integration and synergies of lighting and HVAC,radiation at multiple wavelengths must be a paramount consideration. Thermodynamics and the thermal environment involve more than just radiative considerations; they also involve convection and conduction. However, those have very little to do with lighting in basic principle and are outside the scope of this article.

The sun’s radiation is clearly important to us on Earth-providing the light that we see arriving on the ground, and the heat that we sense on our skin (as well as UV radiation, which we recognize when we’re exposed for too long). So whatever you call it-natural light, daylight, or solar heat gain-solar radiation is a clear priority for both lighting and HVAC design.

Also, electrically energized light sources (or artificial light sources, electric light sources, or simply”lights”) emit light by radiative transfer, and have historically emitted most of their waste heat by radiative transfer in the same manner and direction as their light output.

Daylight

Before electric lighting or control systems, daylight was the chief integration opportunity for the design process and a successful outcome of HVAC and lighting. Consider that daylight includes directional sunlight, diffused sky and cloud illumination, and at the same time the visible, infrared,and UV components from these sun and sky sources. For the best potential results, daylighting must be considered very early in the design process for any building.

The direct sun primarily impacts glare and thermal comfort, while the diffuse sky primarily impacts useful natural illumination and some additional infrared radiation. The windows and glazing systems that are so important to occupant enjoyment, and provide daylight inside to offset electric light source use, also admit solar heat into buildings. With more attention paid to well-insulated and airtight building envelopes, the heat of the sun radiating onto a building has a greater chance to accumulate and overheat a building-or to cause notable loads that the building cooling system must offset, with resulting energy use.

So maximum possible daylight is not a win-win solution. Daylight within the limits of useful interior quantities is a partial “win,” allowing us to turn off or dim electric lights and reduce some internal heat gains from those lights. But every hour of the year that indoor daylight exceeds occupant lighting needs, there is a risk for solar heat gain greater than needed, and HVAC energy spent in cooling the building more than needed.

So how do we maximize the daylight for the sake of electric light savings (and occupant appreciation, happiness, enhanced productivity, sleep-wake cycles, property value, merchandise sales rate, etc.), while also minimizing the problematic side effects? In addition to solar heat gain associated with daylight and glazing, there’s a fine line between allowing appropriate amounts of daylight and minimizing hours that occupants close blinds for glare. At first, one may begin to think that shading from glare is probably simultaneously shading from excess heat gain, but this is not necessarily the case.

For glare sources, people are most sensitive to brightness directly in the center of their line of sight, as indicated by the use of the Guth position index in many glare analysis metrics (such as CIE 117). Additionally, research ongoing since 2006 related to a relatively new metric called daylight glare probability shows that the illuminance received at one’s eye particularly affects a person’s perception of glare. And the light sources most significantly impacting illuminance atone’s eye are those sources central to one’s line of sight. So for glare, the sun at the horizon is often the most problematic.

Considering solar heat gain instead of glare, the sun at the horizon is typically not a problem during morning and evening hours. Correlating solar heat gain to external temperature, the most important times to shade a building from the sun are most likely the times that outdoor temperature is high-also the same midday hours that the sun is high in the sky. People are much less sensitive to glare from sources high above their line of sight. Also, sun high in the sky is less likely to reach more than a few workstations that might be intentionally close to the façade.

So the higher the sun gets in the sky, the more important it is to shade the building from solar heat gain. The lower the sun is in the sky, the more important it is to shade the windows from potential glare-to give a chance that window blinds stay open and useful light can get through.

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Usina solar do Estádio de Pituaçu faz governo economizar R$ 400 mil

Fonte: Tribuna da Bahia

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Desde a instalação do sistema fotovoltaico para geração de eletricidade no Estádio Governador Roberto Santos, no bairro de Pituaçu, em Salvador, o Governo do Estado reduziu em mais R$ 400 mil o gasto com energia.


O sistema garante a autossuficiência elétrica do estádio e ainda gera excedente, que abastece parte do prédio onde funcionam as secretarias do Trabalho, Emprego Renda e Esporte (Setre) e da Administração do Estado (Saeb), no Centro Administrativo da Bahia (CAB).

A economia foi registrada entre abril de 2012, quando foi iniciado o projeto Pituaçu Solar, e o fim de 2014. O equipamento esportivo foi o primeiro da América Latina a utilizar o sistema de iluminação solar e já gerou um total de 1,7 gigawatt-hora (GWh) – o suficiente para abastecer 17 mil residências durante um mês.

Com os 633 megawatts-hora (MWh) anuais, gerados a partir de painéis instalados na cobertura e nos estacionamentos do estádio, o projeto resultou na redução de R$ 13 mil para R$ 850 na conta média mensal.

De acordo com o secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Álvaro Gomes, a experiência bem sucedida em Pituaçu deve ser ampliada em breve para outros espaços, como o Centro Pan-Americano de Judô, em Lauro de Freitas. “Entre os locais onde podemos desenvolver projetos semelhantes está o Centro de Judô, onde já estão sendo realizados estudos de viabilidade de uma usina fotovoltaica”.

O investimento total foi de R$ 5,5 milhões, com recursos da Companhia de Eletricidade da Bahia (Coelba), Governo do Estado e participação do Fundo Nacional de Eficiência Energética, gerido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Aberto para visitação, o Pituaçu Solar já recebeu mais de três mil pessoas, entre estudantes e público em geral.

Outra iniciativa voltada para a economia de recursos é o Programa de Racionalização do Consumo de Água e Energia do Governo. Promovida pela Saeb, em parceria com a Universidade Federal da Bahia (Ufba), a ação proporcionou uma economia de R$ 20,4 milhões, desde o lançamento, em 2008.

O resultado foi possível graças aos ecotimes, grupos de funcionários responsáveis pela mobilização de outros servidores em 38 órgãos estaduais e pelo monitoramento periódico do consumo nos prédios públicos.

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20 Soluções de Eficiência – Tema da Revista Brasil Energia

Fonte: PROCEL Info

Autor: Revista Brasil Energia

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Brasil – Com o risco de falta de energia e aumento da conta de luz a eficiência energética voltou a ser prioridade no Brasil. Reportagem mostra 20 casos de sucesso envolvendo a eficiência energética e suas aplicações práticas

Após ficar praticamente esquecida por mais de uma década, a eficiência energética volta a ser prioridade no Brasil. A ameaça de outro racionamento é o que impulsiona novamente o setor, que viu suas verbas e interesse minguarem desde que a redução compulsória do consumo em 2001 foi alcançada com relativo sucesso.

Agora, no entanto, além de o risco de faltar energia, os consumidores devem lidar com outro problema: o alto custo. Os reajustes nas tarifas acumulados desde o ano passado devem superar em média os 60% e os preços no mercado livre seguem pressionados pela falta de chuvas e de oferta.

Mais do que nunca, é importante conhecer as opções disponíveis para reduzir o consumo de energia, reduzir os custos e enfrentar a tempestade com o menor prejuízo possível.

Reportagem da Brasil Energia do mês de abril selecionou 20 soluções de eficiência energética, acompanhadas de exemplos em que foram aplicadas com sucesso. Um pequeno guia para orientar o consumidor nesses tempos de crise.

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GRUPAS divulga sua próxima reunião que abordará o tema sobre Eficiência Energética

“Excelência na Gestão de Facilities: Soluções Inteligentes para Eficiência Energética”

Da série: “Excelência na Gestão de Facilities”.

A próxima reunião do GRUPAS sobre o assunto em referência será realizada dia 25/05 no Showrrom da Legrand, onde, serão apresentados CASES DE SUCESSO voltados à eficiência energética em ambientes corporativos. Utilizando soluções modernas e tecnologia já disponível no mercado.

@@@ Venha se atualizar!!! @@@

CONFIRME SUA PRESENÇA, conforme orientação contida no e-mail marketing já enviado para todos os nossos Membros.

IMPORTANTE: Se você ainda não se cadastrou como Membro do GRUPAS, faça isso o mais breve possível entrando em nosso site: www.grupas.com.br em [Cadastre-se]. Não há custo, mensalidade, anualidade ou qualquer outra contrapartida pecuniária.

Será um prazer nos encontrarmos dia 25.

Ah, não se esqueça: “A razão do GRUPAS é você”.

Bernardino Costa
Presidente do GRUPAS – Gestão 2015
presidente@grupas.com.br
(11)5671-2801 ou (11)99232-0006

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Telhado verde: ecologia e economia acima de tudo

Fonte: Canal do Produtor

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Com benefícios que incluem melhor eficiência energética e retenção da água da chuva para reuso, a técnica sustentável que substitui telhados artificiais dos edifícios e casas por gramas, hortas e jardins é uma tendência mundial e ganha força inclusive no Brasil. Neste ano, foi sancionada em Recife, Pernambuco, uma lei desta natureza que obriga a instalação de telhados verdes sobre edificações residenciais acima de quatro pavimentos ou em espaços comerciais com mais de 400 m² de área coberta.

Segundo o secretário executivo da Secretaria de Planejamento Urbano da prefeitura de Recife, Fernando Alcântara, o objetivo é aumentar as áreas verdes e diminuir os efeitos do calor na cidade. O telhado verde começou no Canadá, o primeiro país a implementar legislação sobre o assunto e, recentemente, a França também aprovou lei que obriga novos edifícios comerciais a instalarem a cobertura ecológica. No Rio, a técnica é uma das ações exigidas para que o estabelecimento seja qualificado com o selo Qualiverde, criado pela Prefeitura em 2012, e que contempla projetos que adotam práticas sustentáveis. Tramita ainda na Câmara dos Vereadores a lei que prevê benefícios fiscais para estabelecimentos que conseguirem este selo.

Após quase três anos de criação, um dos primeiros a estar perto de conseguir o selo é o Restaurante Ibérico, no Jardim Botânico. Várias soluções sustentáveis foram introduzidas no local, como aproveitamento de água da chuva e utilização de luz solar. Um dos proprietários do espaço, o espanhol Antonio Alcaraz, optar por um telhado verde foi a melhor decisão:

-O restaurante tem três andares e no último estão os equipamentos que ficam sempre ligados. Sem o telhado verde, esse espaço normalmente seria muito mais quente do que é. O Rio tem altas temperaturas, mas como a cobertura verde ajuda a reduzir o calor interno, conseguimos minimizar os nossos gastos com energia, como usar menos o ar-condicionado. Agora vamos passar por modificações e no telhado, que hoje é de grama, vamos plantar hortas – conta o empresário.

Ainda que em passos tímidos, no Rio há moradores que buscam o telhado verde. O arquiteto Duda Porto percebe maior procura por espaços verdes em coberturas, apesar de o público ser mais específico – incluindo moradores que buscam qualidade de vida aliado à preocupação ambiental. Segundo Porto, a média de preço é de R$ 240 por metro quadrado, variando de acordo com os tipos de plantas que serão utilizadas e o número de caixas para adornar a natureza escolhida.

-O incentivo para o uso de telhado verde em nossos projetos vem do resultado de pesquisas que mostram o quanto esta técnica traz benefícios à cidade. Não somente para o edifício, mas também para o meio ambiente. Essa é a maior tendência – opina Porto.

Redução Térmica

Para o especialista do Instituto Cidade Jardim, Sérgio Rocha, este tipo de proteção verde está se consolidando. Além de entregar uma série de benefícios para a residência ou edifício onde é instalado, tem potencial de transformar positivamente bairros e regiões inteiras quando utilizado em escala. Uma laje diretamente exposta ao sol, diz, pode atingir temperaturas maiores que 70ºC, enquanto que à noite a temperatura pode baixar para menos de 15ºC. Já a laje verde, reduz a amplitude dessa variação térmica, passando a oscilar entre 25º e 30ºC.

– Além do conforto térmico, que garante uma melhor eficiência energética e reduz até a utilização de aparelhos como ar-condicionado, os telhados verdes ajudam na redução de enxurradas e enchentes, já que conseguem reter e até reutilizar a água da chuva. Neles é possível plantar alimentos ou usar o espaço como uma área de lazer. Em nossa residência, o utilizamos para eventos e até mesmo para acampar com as crianças – explica Rocha.

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Apertem os cintos……o treinamento sumiu!!!

Alguns afirmam tratar-se do momento econômico de nosso país (e que momento….)…. Outros também afirmam tratar-se da antiga (embora atual…) falta de visão e cultura em treinar seus colaboradores, com a tradicional “fobia” relacionada à perda desta mão de obra treinada para o mercado de trabalho.

Bom, independente de uma ou outra causa (ou justificativa…), o fato é que os promotores de cursos e treinamentos no mercado têm amargado um péssimo início de ano, “superando” ainda as dificuldades naturais que observávamos até o final de 2014.

Particularmente, chamo isto de “falta de visão”!

Falta de visão em enxergar a necessidade de trabalhar a equipe no sentido de reter o conhecimento e aprimorar os seus processos!

Falta de visão também no sentido de motivar o seu colaborador em um momento de recessão quase extrema em que vivemos!

Riscos de perda do colaborador?!?

Diria que o risco será tão maior quanto for a sua falta de cuidados em selecionar perfis e em demonstrar a sua intenção em investir no profissional, assegurando-lhe uma condição de crescimento.

Talvez tenhamos neste último parágrafo um dos grandes “X” da questão, pois as nossas empresas continuam à trabalhar com muito imediatismo, ou seja, na busca “rápida” por profissionais para preencher lacunas e não para, necessariamente, crescer com a empresas.

Daí também a eterna reclamação de vários profissionais que se vêem estagnados e injustiçados em suas posições, muitas das vezes “acorrentados” em alguns contratos da empresa devido ao apreço do Cliente, ou mesmo devido à “terrível e antiquíssima tese” de que “em time que está ganhando, não se mexe!”.

Ora, não existe sucesso eterno!!! Assim como não existe a “falta de necessidade” em aprimorar processos, em capacitar equipes e em inovar.

Em tempos de crise, temos que nos voltar ao principal material ou componente de sucesso em nossas empresas, que são as pessoas em suas diversas posições.

Ao contrário, estamos vendo ou vivendo neste momento a velha tônica do passado, onde observamos o “descarte” para o mercado de importantes profissionais e pilares de empresas de gerenciamento, de manutenção e instalações, meramente por questões de redução de custos, sem que se busque pela melhoria em processos e pela reengenharia interna.

Peço desculpas à aqueles que discordam, mas fazemos hoje, muitas vezes, o que criticamos em nosso governo, pois continua-se à se buscar a imediata redução de custos (síndrome da rainha de copas em Alice no país das maravilhas: Cortem as cabeças!!!), sem tratar de se obter uma visão de médio e longo prazo e sem que se tenha trabalhado com alguns princípios da confiabilidade, a qual requer a discussão de temas e problemas com a participação de profissionais experientes e capacitados.

Será que acordaremos um dia e enxergaremos que a “síndrome da rainha de copas” nos trás apenas resultados imediatos?

Será que, de fato, entenderemos a importância em reter valores,em aprimorar processos e em reter o conhecimento??

Será que entenderemos também a importância de um adequado e focado treinamento para os nossos colaboradores, com o objetivo de capacitá-los parta as mudanças??

Meus caros, a grande e verdadeira resposta está em vocês, ou melhor, na movimentação “cultural” que cada um de nós poderá promover nas respectivas empresas.

Pensem nisso e um bom final de semana!

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Austrália pode usar 100% de energia renovável até 2050

Fonte: Envolverde

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Uma matriz energética composta somente por energia alternativa renovável e de relativo baixo custo – tudo isso aliado a um grande crescimento na economia. O que para muitos pode parecer difícil de acontecer é algo que pode ser atingido até 2050 na Austrália, maior país da Oceania e de condições climáticas bastante semelhantes ao Brasil. As informações estão no estudo Australia can Cut Emissions Deeply and the Cost is Low, encomendado pelo WWF-Austrália em parceria com a Australian National University.

Publicado no dia 23 de abril, o relatório aponta que a queda no custo da redução das emissões permite que a Austrália seja ambiciosa em seus objetivos climáticos e de energias renováveis. O relatório aparece no momento em que o mundo está em processo de divulgação de seus compromissos de redução de emissões de carbono, com vistas à 21a Conferência- Quadro das Nações Unidas sobre a mudança do clima (COP-21), em Paris, no final do ano.

Um dos exemplos citados na publicação é a queda no custo das usinas de energia solar em grande escala. Segundo o estudo, o valor praticado hoje corresponde à metade do que o governo australiano estimava para o ano de 2030. Além disso, os principais cenários divulgados mostram que a economia do país vai crescer para cerca de duas vezes e meia o seu tamanho atual em 2050, enquanto as emissões são reduzidas drasticamente abaixo dos níveis atuais.

“A Austrália pode atingir zero emissões líquidas recorrendo à eficiência energética, à mudança para um sistema elétrico de zero emissões de carbono, à troca do uso direto de combustíveis fósseis para energia elétrica descarbonizada e à melhoria os processos industriais”, disse o autor do relatório, Professor Frank Jotzo, acrescentando que “a abundância de recursos renováveis” da Austrália significa que ela é “um dos países mais bem colocados no mundo para se mudar para um fornecimento de energia elétrica totalmente renovável.”

Assim como o Brasil, a Austrália é um país de grande extensão territorial, localizado na parte sul do hemisfério, com grande incidência solar e com área de alta presença de ventos, o que favorece a geração de energia por alternativas renováveis.

Além dos ganhos ambientais, o relatório elencou outros benefícios significativos para o corte de emissões, como a redução da poluição do ar, melhoria dos resultados na área da saúde e aumento da segurança energética em alguns casos.

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