Previsão de consumo de energia cai para 1%

Fonte: Valor Online

Por: Rodrigo Polito

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O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) reduziram a previsão de crescimento do consumo de energia em 2016, de 2,4% para 1%. A nova estimativa faz parte do Planejamento Anual da Operação Energética (PEN) para o próximo ano. O documento também revisa para baixo a previsão de crescimento econômico em 2016 – de alta de 1,1% para queda de 2%, em relação a 2015.

Os dois órgãos esperam que o consumo de energia em 2016 alcance 64.573 megawatts (MW) médios. O montante equivale a uma redução de 1.011 MW médios em relação à previsão anterior, de 65.585 MW médios.

As premissas que nortearam o planejamento do ONS e da EPE foram a redução da expectativa de crescimento; manutenção da taxa de juros elevada; reprogramação de projetos de investimento; elevação das tarifas de energia; campanhas para racionalização do uso de energia pelas distribuidoras; e adiamento da integração do sistema de Boa Vista (AP) ao Sistema Interligado Nacional (SIN), de outubro de 2017 para março de 2018.

O ONS e a EPE também elevaram em 0,1 ponto percentual a previsão de queda do consumo em 2015, totalizando agora retração de 1,9%, em comparação com o ano anterior.

Também foi revista a taxa média de crescimento do consumo de energia para o período de 2015-2019 -de 3,6% para 3,2% de aumento anual. Para 2015-2020, a estimativa é de crescimento anual de 3,6%. A elevação na previsão para o período 2015-2020 deve-se à uma estimativa de aumento do consumo de energia de 5,4% em 2020.

Com relação a dezembro deste ano, o ONS trabalha com consumo de energia de 64.132 MW médios, o equivalente a queda de 2,3% em relação a igual período de 2014.

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Abrava alerta sobre os perigos da Legionella e Qualidade do Ar

Fonte: INFRA

Por: ABRAVA

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Cerca de 5000 pessoas morrem por ano no Brasil vítimas da legionellose, e a falta de manutenção e limpeza de torres de resfriamentos estão entre as principais causas

A Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava) chama a atenção da sociedade para a Legionella, bactéria que afeta diretamente a saúde ocasionando um tipo de pneumonia que tem levado cerca de 5000 pessoas por ano no Brasil a óbito e o motivo tem sido ignorado pelos responsáveis. A falta de manutenção, do tratamento da água e limpeza das torres de resfriamento estão entre as principais causas da doença e a responsabilidade está nas mãos de gestores de áreas como de facilities, segurança, engenharia, RH, entre outras. O cumprimento das normas e decretos existentes permite que os riscos com a saúde e qualidade do ar que se respira sejam minimizados, reduzindo desta forma malefícios causados a população, entre eles o óbito.

Para Eng. Leonardo Cozac, associado do Qualindoor “o número de casos de doenças relacionadas à bactéria Legionella no Brasil é muito superior aos casos registrados de dengue e tuberculose. Como não é uma doença que exige notificação pelos hospitais, os médicos tratam a maioria dos casos como virose. Diante desta epidemia quero ressaltar a importância da manutenção das torres de resfriamento, que neste caso da bactéria pode salvar vidas. A sociedade tem que estar atenta as exigências necessárias para a garantia de uma qualidade do ar adequada ao conforto e a saúde”.

De acordo com dados obtidos no SUS – Sistema Único de Saúde do Ministério da Saúde estima-se que morrem por ano cerca de 5.000 pessoas de legionellose (pneumonia causada pela legionella) no Brasil. Quando se fala em Legionella no país o fato marcado na história foi em 1998, ano da morte do então Ministro Sérgio Motta que teria contraído a bactéria e vindo a óbito por pneumonia. Na época, a causa apontada foi relacionada à falta de manutenção no sistema de ar condicionado o que resultou na publicação da Portaria 3.523 de 28/08/1998, fato que regulamentou o assunto no país.

Desde então o tema Legionella não saiu da pauta nas comunidades técnicas especializadas, muito se evoluiu com as publicações da Resolução 09 da Anvisa, a NBR 16401 (projetos de ar condicionado), NBR 15.848 (qualidade do ar interno) entre outras, todas visando melhorias nos sistemas de ares-condicionados e consequentemente a qualidade do ar interno que as pessoas respiram no dia a dia. De acordo com o Qualindoor – Departamento de Qualidade do Ar de Interiores da Abrava, cada ser humano respira cerca de 10 mil litros de ar por dia.

Os problemas relacionados aos impactos da Legionella estão relacionados à falta de informação e pouca fiscalização dos órgãos competentes. Vale ressaltar que a Legionella não está relacionada apenas a sistemas de ares-condicionados, e sim, a qualquer sistema de água, pois a bactéria é um microrganismo que vive na água, aumentando o risco quando aspergida em forma de partícula como aerossol ou nuvem de água, fato presente no dia a dia em locais como fontes decorativas, umidificadores, chuveiros, máquinas de lava-jato, nebulizadores de ar, ventiladores com aspersão de água, torres de resfriamento e diversos outros casos que permeiam o dia a dia da sociedade moderna.

Quando respirada a bactéria vai direto para o sistema respiratório, podendo causar pneumonia ou febre Pontiac. As pessoas idosas ou com problemas respiratórios estão entre o maior grupo de risco. A principal preocupação dos especialistas é que muitos dos pacientes infectados são diagnosticados apenas com uma pneumonia grave, sem que exames mais detalhados sejam feitos e possam detectar que na realidade trata-se da bactéria Legionella, fato que poderia contribuir de forma a evitar que novas mortes por conta da localização do foco da bactéria e principalmente a forma de tratá-la.

E como evitar a Legionella?

Quando relacionada ao um sistema de ar-condicionado, a melhor forma de prevenção dessa doença é fazer avaliação de riscos de Legionella nas edificações existentes. Para tanto, o PMOC – Plano de Manutenção, Operação e Controle é uma exigência da portaria 3.523 do Ministério da Saúde de 28/08/1998 e da Resolução nº 9 da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) de 16/01/2003, e também é um mecanismos que auxilia no controle da qualidade do ar de interiores.

O PMOC se aplica a todo estabelecimento que possua sistema de climatização artificial, com o objetivo de assegurar a correta manutenção dos aparelhos. O Plano segue o formato de um diário de bordo de um sistema climatizado, demonstrando todas as etapas e ocorrências de sua manutenção. Entre os artigos, destaque para o 6º que diz que os proprietários, locatários e prepostos, responsáveis por sistemas de climatização com capacidade acima de 5 TR (15.000 kcal/h = 60.000 BTU/H), deverão manter um responsável técnico habilitado.

A aplicação do PMOC é de responsabilidade dos gestores das seguintes áreas: facilities, segurança, engenharia, RH, entre outros. A Abrava alerta sobre a contratação de empresas de manutenção e análises, pois é necessário que sejam reconhecidas por órgãos competentes como o INMETRO, e que tenham o conhecimento e a responsabilidade da correta aplicação do plano para que os riscos sejam minimizados.

A Abrava recomenda um passo a passo para uma avaliação de condições das torres de resfriamentos:

1 Efetuar a avaliação de risco da Legionella com empresa especializada, sendo o objetivo de identificar, gerenciar e proliferação da bactéria.

2 Executar periodicamente as análises de Legionella por empresa reconhecida pelos órgãos competentes e certificada pelo INMETRO.

3 Implantação e acompanhamento do PMOC.

4 Manutenção periódica dos sistemas de água através de tratamento preventivo.

5 Reduzir a exposição das pessoas a sistemas que geram água em aerossol.

A ABNT tem em andamento um grupo focado no risco da Legionella, que estará avaliando o tema tendo como base a nova norma da ASHRAE 188 que diz que Legionellosis: Risk Management for Building Water Systems.

Vale lembrar, que a Legionella não está ligada apenas aos sistemas de ares condicionados, e sim em qualquer sistema de água, para tanto a Organização Mundial da Saúde desenvolveu o conceito do Plano de Segurança da Água para Edificações.(PSA).

No Brasil existem dois livros importantes sobre o tema: “O mal dos legionários diálogo entre o Direito Ambiental e o Direito Sanitário” , autora Dra Mirian Gonçalves Dilguerian, e *Legionella na visão de especialistas” diversos autores – www.legionellaespecialistas.com.br

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O papel da manutenção em tempos de crise

Vejam este post do Blog Manutenção Eficaz

Avatar de manutencaoeficazManutenção eficaz

Depois de muito tempo sem publicar novidades no Blog, hoje escrevo sobre um tema que se arrasta há alguns meses e ainda poderá continuar por um bom tempo em pauta, que é o momento de incertezas que vivemos, principalmente na economia.

O objetivo do meu post não é entrar nas questões políticas atuais desse momento de crise e sim apresentar algumas possibilidades que se apresentam, pois podemos evoluir, mesmo diante de tempos de crises.

O cenário atual pode afetar consideravelmente os planos de investimentos das empresas e com isso afetar o crescimento econômico de uma maneira geral, o que freia o momento que o nosso pais vivia, que até então era considerado positivo, com atuação forte com outros países emergentes.

A Manutenção é uma grande aliada na redução dos custos operacionais e também para garantir a qualidade dos produtos e serviços. Nós profissionais de Manutenção podemos e devemos criar oportunidades…

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Comissionamento “para inglês ver”

Um acerta vez, procurei conhecer a origem desta expressão tão antiga…”para inglês ver”

De fato, ela é muito antiga, pois foi originada durante a fase em que finalmente se abolia uma das maiores marcas negativas na história da humanidade, que foi a escravidão.

Naquela época, sendo o Brasil um dos últimos países à aboli-la, os  ingleses aqui estiveram, mais especificamente no RJ, para constatar que tratava-mos de extingui-la.

No entanto, como isto ainda não era uma verdade consumada, os governantes locais trataram de mover os pobres escravos de seus locais tradicionais  (áreas que existiam perto da antiga zona portuária) para outras localidades, longe da vista dos nobres visitantes.

Assim, quando lá chegaram, viram as horrendas prisões vazias, sem escravos, aparentando que seguíamos o rumo de outros países.

Foi de fato, “para inglês ver”.

Agora, em pleno 2015 e quase 2016, ainda continuamos à fazer jus pelo uso de tal expressão…

Vejam que recentemente, me deparei com mais um empreendimento já encaminhado para a certificação LEED, “descobrindo” que o Agente de Comissionamento quase não esteve em campo, ou melhor, na obra ou construção, limitando-se então à solicitar documentos para a análise e arquivo.

Vejam à que ponto chegamos e como honramos a expressão “para inglês ver”!

Como é possível se tratar um comissionamento sem que este se inicie ainda na fase de concepção e projetos?

Como é possível tratar um comissionamento sem a análise de toda a documentação técnica e sem a compreensão a respeito das expectativas de seu proprietário (do empreendimento)?

Como é possível não especificar um plano de acompanhamento em campo durante as etapas de instalação, assim como não especificar um plano de testes funcionais, de desempenho e integrados para os diversos sistemas comissionados, SEM QUE ESTES SEJAM ACOMPANHADOS E VALIDADOS NO CAMPO…???

 

Por fim, como é possível se concluir o comissionamento sem que todos os requisitos e parâmetros tenham sido respeitados e que toda a documentação final respeite minimamente os requisitos ou pré-requisitos para a adequada e segura Operação & Manutenção, considerando ainda a necessidade de um processo de “passagem de bastão” entre a obra e a operação??

Não é a toa…que andamos (o Brasil) “sob Júdice” pelo USGBC e que talvez em breve, tenhamos auditorias sérias sendo executadas sobre os nossos projetos “certificáveis”!

É ou não é….”para inglês ver“?

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Rio de Janeiro recebe evento sobre gestão e sustentabilidade em edificações e projetos

Fonte: ABRAFAC

Data da Notícia: 09/11/15

Com o objetivo de promover discussões sobre gerenciamento de espaços e construção sustentável, a ABRAFAC promove no dia 25 de novembro de 2015, no Rio de Janeiro o Workshop ABRAFAC CREA 2015. O evento é destinado a engenheiros, construtores, arquitetos e profissionais envolvidos com construção sustentável e será realizado no auditório do CREA-RJ. “Estamos com muitas expectativas para este evento. A gestão do espaço, construção e gerenciamento de projetos em edificações são desafios na atividade atual dos facilities e, melhorar o desempenho desses serviços é de extrema importância”, conta o presidente da ABRAFAC, Luciano Brunherotto.

O evento contará com um ciclo de palestras ministradas pelos profissionais Wagner Oliveira, do Centro de Tecnologia em Edificações – CTE, Luiza Marinho, do Sindicato da Habitação do Rio de Janeiro – SECOVI, Manuel Lapa, do CREA-RJ, Antero Jorge Parahyba, do Instituto de Engenharia Legal, Ricardo Neves, consultor e Silvio Coelho, coordenador de fiscalização de manutenção predial da Prefeitura do Rio de Janeiro. “Será um dia repleto de conhecimento e troca de experiência entre grandes profissionais”, comenta Brunherotto.

O valor para participação é de R$ 200 e associados ABRAFAC possuem inscrição gratuita. Mais informações podem ser obtidas no site da entidade www.abrafac.org.br.

Serviço
Evento:
Workshop ABRAFAC CREA 2015 – Gestão & Sustentabilidade em Edificações e Projetos.
Dia:
25/11/2015 das 8h às 17h15
Local:
Auditório do CREA RJ
Rua Buenos Aires, 40 – Centro- Rio de Janeiro
Inscrições:
R$ 200 – Associados ABRAFAC possuem inscrição gratuita.

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ABRAFAC entregará o Premio de Melhores do Ano em 2015

Apesar de bastante comum em países como França, Alemanha, Inglaterra e EUA, ainda prestigiamos de forma bastante singela as premiações de trabalhos e de profissionais ou empresas que se destacam em nossos mercados…

A ABRAFAC criou pouco depois de sua fundação um modelo de reconhecimento e premiação dos profissionais e empresas que obtêm destaque no mercado de Facility Management (Gestão de Facilidades) e nas diversas modalidades abrangidas, premiação esta que se tornou uma tradição, juntamente com o Jantar de encerramento.

Esta falta de cultura não se restringe somente ao fato de não prestigiarmos a premiação, pois se inicia ainda na etapa de inscrições de interessados em obter tal reconhecimento.

Apesar de sempre contarmos com trabalhos extremamente interessantes e inovadores, seja por apresentar uma nova técnica, seja por complementar e/ou ajustar uma técnica existente, o fato é que poderíamos ter um número muito maior de trabalhos inscritos, seguindo exemplos de fora de nosso país.

Deixo aqui a minha “dica”…

Vamos prestigiar o jantar e a premiação de 2015, já pensando na inscrição de nossos trabalhos para o evento que ocorrerá em 2016.

Segue abaixo a chamada para a premiação, com o link (na figura) que o redirecionará ao site.

Premio ABRAFAC 15.png

 

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“mea culpa”

Após todos estes anos escrevendo para o blog e divulgando eventos para os mercados de facilities e manutenção (além de temas voltados à sustentabilidade), eis que permaneci por algumas semanas “fora do ar”…

Não se trata de um afastamento forçado (saúde, viagem, etc), mas de um simples descontrole frente às atividades que me absorveram neste período…

Vamos retomando aos poucos a partir de hoje.

Abraços e uma ótima semana!!

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ABRAFAC realizará o FM Debate em CURITIBA, neste próximo 17/11

Abrafac Curitiba

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Wireless controls in building systems

Fonte (Source): Consulting – Specifying Engineer

Por (By): Don Horkey, PE, LEED AP, DLR Group

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There is quite a bit of flux in the wireless building instrumentation and controls protocol market with numerous players jockeying for dominance. Though wireless systems are becoming the norm for product manufacturers in many cases, not all engineers fully understand the best way to specify these systems.

Learning objectives

  • Summarize the various types of wireless building controls available for nonresidential buildings.
  • Identify the correct wireless control for each building type and application.
  • Demonstrate network security concerns and how to mitigate them

Wired building automation systems (BAS) have been successfully installed in both new construction and renovation projects for many years, and are the standard way a BAS is installed. Recently, wireless technology has become more prominent in the marketplace. This trend will continue, as a significant portion of the construction market consists of renovation work, and these projects pose difficulties for wired networks. As more flexibility is required in the built environment, wireless technologies can be easily reconfigured to support new building layouts.

Most wireless installations today are classified as hybrid systems because they are a combination of wired and wireless systems.

BAS systems are primarily composed of three tiers:

Tier 1 is the primary bus, sometimes referred to as the management level, that is typically a wired solution and generally uses BACnet/IP protocol. This level is where operator interface with the system typically occurs, and devices such as operator workstations, Web servers, and other supervisory devices are networked together.

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Tier 2 is the secondary bus and is commonly referred to as the automation level. It is also typically a wired solution and generally uses BACnet/IP, BACnet/MSTP, or LonTalk protocols. This level generally connects field controllers, programmable logic controllers, application-specific controllers, and major mechanical, electrical, plumbing, and lighting equipment.

Tier 3, or field level, is where end-user devices like thermostats and other sensors reside. While wireless networks can be used at all levels, this level is the most common implementation for wireless technologies due to their ease of installation, flexibility, and ease of relocation.

The wireless technology that is most widely used is WiFi (IEEE 802.11 a/b/g/n). This technology is extensively used in information technology (IT) systems. WiFi operates in the industrial, scientific, and medical (ISM) frequency bands and is capable of data rates up to 300 MB/sec (revision n). The data rates of a WiFi network are easy enough to support a very large BAS. Because this technology is so widely used, it is easily managed and maintained by most IT personnel. The disadvantage of WiFi is that it is a more expensive technology to deploy and it consumes considerably more power than other systems.

Reducing power consumption

ZigBee is a widely accepted wireless protocol used in the building automation industry. This level of acceptance typically keeps development and deployment costs lower than other protocols. Zigbee is based on the IEEE 802.15.4  standard. The standard specifies a maximum data rate of 250 kB/sec across a self-forming meshed network. Since Zigbee uses low data rates, the corresponding power consumption is also low and results in a long battery life. ZigBee operates in the same frequency bands as WiFi but can co-exist with WiFi networks when properly configured.

Most wireless-enabled controllers, repeaters, and sensors require some sort of power. The power typically is wired for WiFi  with the use of batteries for  Zigbee. Most battery-operated wireless sensor devices have a battery life of up to 5 yr, though this might vary widely depending on use in the building.

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Battery life is primarily affected by how far the information needs to be communicated, how much information is being transmitted or received, and how often the communication can be performed or cycled. Battery replacement and labor cost need to be considered in the lifecycle cost of the wireless system.

As another example, EnOcean devices use self-powered sensors that transmit data at a rate of 120 kB/sec in a mesh network at a low-frequency range. EnOcean devices utilize very low data and frequency rates. This allows EnOcean devices to have extremely low power consumption.  This allows the sensors to harvest energy from the environment to power them;  where sensors capture measured values, the energy state constantly changes. When a switch is pressed, the temperature alters or the luminance level varies. All these operations generate enough energy to transmit wireless signals. Because no batteries are required, the lifecycle cost of these devices can potentially cost less than battery-operated systems due to the elimination of the battery cost and battery-deployment labor cost.

Design and reliability

Wireless systems are required to have the same level of reliability as wired systems. These networks need to send and receive data continuously with minimal communication error. Designing, specifying, and implementing a reliable wireless network requires an understanding of mesh networks and intelligent routing options to ensure system data packets are successfully transmitted.

With proper planning and implementation wireless networks can be as reliable and secure as a wired network. Using wireless mesh networks with “smart” routing techniques, challenges like ensuring data packets successfully reach their destination can be mitigated.

A mesh network is a scalable network architecture where any device in the network can communicate to other devices by “hopping” over multiple access points. This allows the system to provide coverage over a much larger area, avoid single points of failure, and deliver high capacity. The network can be considerably less susceptible to interference and environmental conditions than a single access point can provide.

The building’s construction characteristics must be considered during the design and layout of a wireless network. Construction materials and obstructions have a significant impact on wireless performance. These factors determine the allowable distances between transmitters, receivers, and the number of repeaters that will be required throughout the building. Depending on the building type and owners’ tolerance for downtime, these devices can be connected to an emergency power source as well.

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Drywall and wood are excellent media for wireless signal propagation. Signal loss through concrete is dependent on its thickness and rebar spacing. Signal loss also can be significantly impacted by the quantity and type of steel superstructure, elevator shafts, and other metals used in construction and building geometry. All of these factors need to be understood and accounted for in project design specifications and construction drawings. The drawings and specifications should outline coverage, bandwidth performance, device options and quantities, and antenna locations to ensure proper wireless system performance and reliability. However, because existing buildings and renovations are a prime application of wireless technologies, reduced battery life is of significant concern due to the inability to change existing construction materials.

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Building systems integration best practices

Fonte (Source): Consulting – Specifying Engineer

Por (By): Sanjyot V. Bhusari and Michael Watts, Affiliated Engineers Inc.

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Building automation systems (BAS) allow for state-of-the-art systems integration in nonresidential buildings.

Learning objectives

  • Measure the options available for building automation systems (BAS).
  • Compare the protocols for system integration.
  • Apply a BAS to improve energy efficiency.

hile 30 yr of advances in building automation have allowed owners to do more with less, the benefits remain accompanied by challenges. Open building automation system (BAS) communications protocols have made systems integration relatively easy, but in the absence of data and automation optimization, energy reduction, optimal maintenance, and greater staff productivity are being left on the table. Integrating otherwise disparate BAS into enterprise-level software platforms establishes a business case for state-of-the-art systems integration.

Systems should be integrated to solve business problems, and facilities owners are using systems integration to significantly improve key performance indicators ranging from energy and operational efficiencies to enhancing user experiences. A process-oriented approach to systems integration drives maximum benefit, beginning with the critical process of defining the problem. Developing detailed specifications and implementation strategies allows for the identification of best-value-based solutions. Incorporating requirements such as training for staff and vision for future systems will help sustain the benefits of the systems’ integration for the long term.

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The challenge, the breakthrough

Facilities owners historically have struggled with proprietary protocols that have hindered systems integration. Owners were often locked into one building automation vendor or had to deal with multiple stand-alone BAS, a circumstance that negatively affected their ability to negotiate cost and compromising their operational efficiency. Third-party equipment and disparate systems made proactive operation and maintenance difficult. Escalating energy and operational costs exacerbated shortcomings, and will continue to do so for the foreseeable future.

The evolution of BAS communication protocols from vendor-specific proprietary languages to more open industry-standard protocols has made systems integration relatively easy. Engineers are now routinely specifying third-party equipment such as chillers, boilers, and variable frequency drives to be integrated with the BAS. In many instances, owners already have multiple BAS integrated into an enterprise-level software platform, allowing them flexibility in selecting building controls based on value while simultaneously maintaining a consistent user interface for operational efficiency.

While open-communication protocols have largely solved one fundamental systems integration problem, facility managers face another challenge, namely, data deluge. Thinking beyond the immediate problem of communication between the systems and prioritizing management of building data in support of owner business goals is vital to effectively developing and specifying systems integration solutions. Successful use of data and the automation and optimization of facility-management work processes is where the real value of systems integration can be achieved.

A process-based approach

A process of four critical steps forms a basis for maximizing the benefits of integration:

1. Scope definition

Any systems integration scope discussion should start with the identification of myriad challenges that need to be addressed and a mechanism to measure success after the integration work has been completed. In this vein, solving a single problem may prove to have multiple benefits. Thinking through all the benefits and developing a detailed business case prior to finalizing systems integration scope establishes criteria for prioritization and selection. Too often, the full complement of benefits possible through systems integration is left unrealized. An ideation-type workshop that brings multiple stakeholders together in a structured manner can facilitate the discovery of all the possible opportunities, thus allowing the organization to act in the context of their business goals.

One large university in the Midwest implemented a series of ideation workshops to help reduce their rising energy cost. To address this challenge, a strategy to integrate class schedules with BAS was identified and developed. Linking class schedules with BAS would allow for energy savings when classrooms were not used. Further exploration revealed the need for class schedule information in resolving work orders as well. By passing the class schedule information into work-order management software, work orders could be scheduled around class times, thereby reducing the time wasted by maintenance staff waiting for classes to finish to gain access to that space.

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