Fonte: Portal G1
Divulgação: Engenharia Compartilhada
Acesse aqui a matéria no site de divulgação.
Fonte: Portal G1
Divulgação: Engenharia Compartilhada
Acesse aqui a matéria no site de divulgação.
Fonte: TN Sustentável
Divulgação: Procel Info
Acesse aqui a matéria em sua fonte.
A Associação Brasileira de Energia Eólica, representada pela presidente executiva, Elbia Gannoum, participou, semana passada, da primeira reunião do Grupo de Trabalho de Energia Eólica (GT Eólica). O GT foi criado pela Secretaria de Minas e Energia do Rio Grande do Sul e tem como objetivo promover o desenvolvimento energético do Rio Grande do Sul.
Dentre os assuntos de interesse, o GT elaborará um Plano Energético para o período 2016-2025, que oferecerá um conjunto de diretrizes e propostas de políticas públicas na área da energia. O Plano possibilitará melhor entendimento no que se refere aos insumos renováveis e não renováveis, a conservação de energia, a eficiência energética e a incorporação de novas tecnologias.
Para a presidente executiva da ABEEólica, “o Rio Grande do Sul apresenta um grande potencial eólico e portanto um grande potencial de investimentos para a indústria eólica nacional, sendo essencial ações por parte do Governo Estadual para alavancar os investimentos.”
O Rio Grande do Sul tem atualmente 52 parques eólicos instalados, com capacidade de geração de 1.342,9 MW. O crescimento mundial de energia eólica e o potencial brasileiro têm mostrado um cenário de grandes perspectivas para a indústria.
“A indústria eólica tem se desenvolvido de maneira virtuosa em termos de geração efetiva e a justificativa para isso se dá pelo desempenho dos parques eólicos. O Brasil ocupa o primeiro lugar desse ranking, apresentado fatores médios de capacidade superiores a 50% em alguns meses do ano”, destaca Elbia.
Com isso, conclui-se que a indústria eólica possui grandes perspectivas de desenvolvimento dentro do Rio Grande do Sul, propiciando oportunidades para a instalação de parques eólicos e desenvolvimento da cadeia produtiva.
Fonte: Câmara de Vereadores de Piracicaba
Divulgação: Procel Info
Acesse aqui a matéria em sua fonte.
O vereador Luiz Arruda (PV) protocolou nesta semana o projeto de lei complementar 29/2015 na Câmara de Vereadores de Piracicaba que dispõe sobre a obrigatoriedade do uso da Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE) nos projetos de edificações públicas municipais novas ou que recebam reforma.
“A propositura atende a demanda atual que estamos enfrentando em que o país vive novo cenário de crise energética. É hora de colocar em pauta novas soluções no campo da eficiência no uso da energia aliando técnica, gestão e mudança de comportamento”, aponta o vereador no texto da propositura que será votada em 2016.
No texto, ele aponta ainda que o caminho da eficiência deve ser construído na forma de incentivos e apoios institucionais de práticas, onde o poder público apresenta potencial enorme, “podendo reduzir de forma significativa o consumo de energia e também os custos do setor a longo prazo, sendo também exemplo e referência dessas ações”.
A obrigatoriedade da eficiência energética está em consonância com a implementação, no território municipal, da Política Nacional de Meio Ambiente e tem o objetivo de incentivar a conservação e o uso eficiente dos recursos naturais (água, luz, ventilação etc.) nas edificações, reduzindo desperdícios e os impactos sobre o meio ambiente.
Na justificativa do PLC 29/105, Luiz Arruda lembra que calcula-se que quase 50% da energia elétrica produzida no país seja consumida não só na operação e manutenção das edificações, como também nos sistemas artificiais, que proporcionam conforto ambiental aos usuários, como iluminação, climatização e aquecimento de água.
“O que podemos fazer para reduzir este impacto? Existe alguma metodologia que consiga identificar se uma edificação é ou não eficiente energeticamente?”, questiona. A metodologia de avaliação consiste na etiquetagem da edificação analisando-se primeiramente o projeto e o produto final construído. Existem cinco níveis nesta Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE) e pode ser geral ou parcial.
Vejam no último post a triste história do Museu da Língua Portuguesa em SP, praticamente destruído por um incêndio ainda sob a análise de peritos…
Mais uma tragédia entre tantas outras já ocorridas no Brasil e no mundo…
Este tipo de situação trás à tona a questão envolvendo a “confiabilidade” de sistemas de detecção e combate a incêndio em empreendimentos que se encontram ocupados e em plena operação, ainda que tenham sido adequadamente projetados e instalados. Confiabilidade esta que se obrem a partir de alguns fatores, tais como:
Ou seja, não bastará termos os sistemas de combate instalados e aprovados “lá atrás” pelo corpo de bombeiros, durante o processo de obtenção do AVCB….
O desempenho de um sistema dependerá sim das atividades acima e da atuação do gestor e equipe local ao longo de TODA A VIDA ÚTIL DO SISTEMA.
A grande questão é….será que estamos cuidando de nossos sistemas da forma adequada?
Fonte: Revista Infra
Acesse aqui a matéria em sua fonte.
Proteção e combate a incêndio – Legislação é ineficaz
O incêndio que atingiu o Museu da Língua Portuguesa, no prédio histórico da Estação da Luz, nesta segunda-feira (21), no centro da cidade de São Paulo, poderia ter sido evitado se a legislação brasileira fosse mais efetiva no que diz respeito à proteção contra incêndio de edifícios tombados pelo patrimônio histórico e considerados patrimônio cultural. A constatação é feita por especialistas a partir da análise das melhores práticas adotadas em outros países, como Estados Unidos, Reino Unido e Canadá.
Tradicionalmente, a regulamentação de incêndios no Brasil tem como objetivo fundamental permitir a saída segura dos ocupantes da edificação durante o incêndio, sendo que a proteção da estrutura e do conteúdo da edificação são tratados como objetivos secundários. No caso de museus e outras edificações do patrimônio histórico, a proteção da edificação e do conteúdo deveriam ser também consideradas fundamentais por tratar-se de acervo, muitas vezes, insubstituível ou edificações únicas que não podem ser reconstruídas.
Em todo o mundo, um número cada vez maior de museus está instalando sistemas de sprinklers ou chuveiros automáticos. Eles são considerados o meio mais eficiente de proteger coleções de obras de arte do fogo por algumas das principais organizações culturais do mundo, como o Instituto Smithsonian em Washington, nos EUA; o Conselho para Museus, Arquivos Históricos e Bibliotecas do Reino Unido; e o Instituto Canadense de Conservação do Patrimônio.
“O incêndio não é uma fatalidade. Quase todos os incêndios podem ser evitados, desde que sejam instalados sistemas de proteção adequados, e que estes sejam mantidos e inspecionados periodicamente”, explica Marcelo Lima, diretor geral do Instituto Sprinkler Brasil (ISB), organização sem fins lucrativos que trabalha no Brasil pela melhoria do ambiente regulatório, com o objetivo de promover a prevenção eficaz contra incêndio em prédios comerciais, industriais e históricos, por meio de sistemas de sprinklers.
No caso dos museus, os sistemas de sprinklers são os equipamentos de segurança mais eficientes para proteger estes locais, na medida em que são acionados individualmente pelo calor do fogo para combater o foco do incêndio e porque utilizam baixa pressão de água, o que reduz o dano às obras de arte.
De acordo com documento publicado pelo Instituto Canadense de Conservação do Patrimônio em 1998, os mitos que fazem com que os responsáveis por museus temam os potenciais danos provocados pela água dos sistemas de sprinklers estão gradualmente caindo por terra. Contrariamente à noção de que os chuveiros automáticos são ativados todos de única vez, eles são abertos um a um e, geralmente, entre um a três chuveiros são suficientes para acabar com o fogo. Eles são ativados pelo calor e não pela fumaça, exigindo uma temperatura entre 57º e 77ºC para começar a funcionar.
Além disso, o documento explica que a água dos sprinklers causa menos dano do que a água das mangueiras do Corpo de Bombeiros. Isso porque os chuveiros automáticos liberam água a uma vazão de 110 litros por minuto no local do início do incêndio, enquanto as mangueiras do Corpo de Bombeiros despejam uma quantidade dez vezes maior, com alta pressão em toda a região do incêndio, muitas vezes danificando mais obras de arte.
“Temos acompanhado uma sequência de incêndios em prédios históricos no Brasil, como o Teatro Cultura Artística, o Memorial da América Latina e agora o Museu da Língua Portuguesa. Na ocasião do incêndio, os responsáveis por estes lugares afirmam estar cumprindo com o que está previsto na legislação, mas, se o prédio pega fogo é porque o nível de proteção adotado não é suficiente para impedir que eles queimem”, constata Lima.
Há casos como o do Memorial da América Latina, que tinha sprinklers, mas que não funcionaram no momento do incêndio porque não havia água disponível no sistema. “Além de ter sprinklers instalados, é preciso adotar uma fiscalização regular dos sistemas de proteção contra incêndio para que eles estejam funcionando corretamente em caso de necessidade”, complementa o diretor do ISB.
Fonte: Revista Infra
Acesse aqui a matéria em sua fonte.
No mês de dezembro, foi eleito o novo comitê diretivo do Grupo de Administradores de Serviços (GAS), que será responsável pela gestão do Grupo em 2016. O GAS é composto por grandes empresas tomadoras de serviços (+ de 30) e funciona de forma Informal e sem fins lucrativos. Há mais de 30 anos o grupo faz benchmark sobre a atividade de facility em suas reuniões mensais.
Gestão 2016:
Presidente – COND. PANAMERICA PARK – José Pedro
Vice Presidente – DIAGEO – Wilson Martini
Comitê Diretivo 2016:
DUPONT – Daniel Barbosa
Facilities-Insight – Celso T. Saito (R.I.)
FMU – Andreia Vaine
KANTAR IBOPE MIDIA – Carlos Gomes
SOLVEY – Luiz Conegiro
UP – Clara Barreiros
Secretariado 2016:
Hospital do CORAÇÃO – Katia de Assis
Historicamente, crises e catástrofes sempre tiveram papéis importantes e decisivos na economia em seus respectivos países, assim como eventualmente na economia mundial.
É evidente que a globalização encurtou distâncias e amplificou o impacto destas “oscilações” em localidades as vezes muito distantes dos pontos efetivamente abalados.
Voltando-nos para o Brasil e “navegando” diariamente em nossos jornais, ouvimos previsões quase que catastróficas para 2016 e parte de 2017, previsões estas “imersas” em um tamanho “lamaçal” de corrupção, má gestão administrativa e tropeços…
Todos os aspectos corroboram a instalação de mais uma crise econômica, após um período relativamente extenso de prosperidade e crescimento, sem nos adentrarmos em questões políticas e méritos de nossos governantes anteriores ou atuais.
O desemprego cresce à cada mês e épocas específicas do ano, como o recente período natalino, acabam por expor esta fragilidade econômica e as previsões catastróficas.
No entanto, caros amigos e colegas, retomando novamente o início deste texto, precisaremos também olhar a história….., e me refiro não somente a história mundial, mas o passado nem tão distante em nosso país, no qual vivenciamos tantas outras crises e momentos marcantes, dos quais nos recuperamos e sobrevivemos.
Tenho a certeza de que não será diferente desta vez e que, seja em 2016 ou 2017, veremos que os ventos soprarão novamente em direção ao novo rumo e ao crescimento.
Entretanto, para que isto ocorra e para que possamos superar as adversidades, será necessário não deixar que o pânico e o pessimismo se instalem e, principalmente, deixar com que toda a criatividade, perseverança e generalidade do provo brasileiro aflorem e ganhe “corpo”. Será necessário que olhemos para as nossas operações com vistas para o futuro, buscando por oportunidades de negócio, seja para sobrevivermos neste momento (com a melhoria de processos e redução dos custos operacionais), seja para crescermos em meio a crise (com novos negócios).
Isto me remete ao congresso do GBC Brasil realizado em 2014, quando algumas das palestras com maior público tiveram como pauta justamente a operação e manutenção em edificações e instalações prediais; na época, as palestras abordaram justamente a ineficiência em várias operações, normalmente gerada pelo desconhecimento de processos, pelo despreparo das equipes e pela má operação (operar erradamente) em si.
So olharmos atentamente para as nossas operações, certamente veremos e identificaremos falhas, evidentemente que dispondo de dados e históricos; mas isto, por sua vez, demandará tempo e dedicação para análises críticas destas operações, requerendo a experiência, o foco e a objetividade de nossos profissionais.
Aí está a oportunidade!!!! Principalmente quando objetivarmos a melhoria de processos, a melhoria da qualidade em nossos ambientes corporativos, condominiais, hospitalares, do varejo e de todos os demais segmentos de nosso mercado.
Não deixemos que o pessimismo tome conta….. Ao contrário, que aproveitemos esta “crise” para sairmos mais uma vez vencedores e fortalecidos para o crescimento que nos espera.
Um Feliz 2016 à todos!!
Boa noite à todos e antes de mais nada, um Feliz Natal e um fantástico 2016, repleto de muita saúde, muita paz, felicidade e sucesso à todos os que nos acompanham desde 2012, quando iniciamos o blog neste novo espaço!
Aproveito também para informá-los de que tiraremos um importante, porém breve, período de férias do blog, apesar de que apareceremos por aqui de vez em quando.
Boas Festas!!!

Fonte: Jornal da Instalação
Acesse aqui a matéria em sua fonte.
Os LEDs são a última palavra em eficiência energética, e avanços contínuos e quedas nos preços ao longo dos últimos anos finalmente os trouxeram para o campo da iluminação doméstica e automotiva.
Em princípio, são uma boa notícia à substituição das lâmpadas fluorescentes compactas, que desbancaram as antigas incandescentes, que gastavam muita energia, mas ao custo de “democratizarem o mercúrio” por todo o planeta.
Mas já começam as preocupações com a reciclagem dos LEDs, porque simplesmente não existe ainda tecnologia para lidar com eles ao final de sua vida útil. “Neste momento, os recicladores estão começando a receber produtos de LED, mas atualmente eles são simplesmente armazenados, já que não há nenhum processo de reciclagem adequado disponível ainda. O principal objetivo é recuperar os materiais valiosos,” relata o professor Jorg Zimmermann, do Instituto Fraunhofer, na Alemanha.
Componentes das lâmpadas LED
As chamadas lâmpadas LED são construídas com uma variedade de materiais. O invólucro externo é de vidro ou plástico, o dissipador de calor é de cerâmica ou de alumínio, e os resistores e cabos contêm cobre – até aí, não há problemas de reciclagem.
Contudo, os materiais mais valiosos são encontrados dentro dos LEDs propriamente ditos, as pequenas seções emissoras de luz. Os diodos emissores de luz são feitos de semicondutores, sobretudo, índio e gálio, e uma série de elementos de terras raras, como európio ou térbio, misturados ao fósforo. Todos materiais muito caros, mas é justamente aí onde faltam tecnologias de reciclagem.
Dada essa mistura de materiais, os pesquisadores estão se dedicando inicialmente a desenvolver técnicas para separar os diversos componentes.
Reduzir as lâmpadas LED ao nível de componentes individuais também torna mais fácil recuperar grandes quantidades de materiais, o que é essencial para viabilizar economicamente a reciclagem, que só será rentável se envolver grandes quantidades de material. “Para separar e reciclar de forma eficiente todos os componentes de uma lâmpada LED é necessária uma abordagem completamente diferente – uma abordagem que produza grandes quantidades de semicondutores e materiais de fósforo”, diz Zimmermann.
Eletrocominuição
A equipe de Zimmermann anunciou os primeiros passos nessa nova abordagem, testando a separação dos componentes com a ajuda de ondas de choque, um processo que eles chamam de “eletrocominuição”, que permite desmontar as lâmpadas LED nas suas partes constituintes sem destruir os próprios LEDs.
As ondas de choque são criadas por pulsos elétricos em um meio líquido onde as lâmpadas são mergulhadas. A eletrocominuição separa os componentes individuais conforme eles vão se quebrando, cada um em seu ponto de ruptura específico – uma espécie de “destilação mecânica”. Os componentes podem então ser reciclados individualmente. “Ainda estamos testando se o processo de trituração pode ser repetido até que os materiais desejados sejam separados”, diz Zimmerman. “Em particular, é o número de pulsos que determina como os componentes irão se separar.”
Depois disso, começará a luta em busca de um processo que permita separar as quantidades-traço dos materiais ativos do LED, os mais valiosos.