Organismos internacionais debatem matriz energética e geração renovável da América Latina na Aneel

Fonte: PROCEL Info

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A Aneel sediou nesta quinta-feira (8/3) reunião da Comissão Econômica para América Latina e Caribe das Nações Unidas (Cepal). O encontro contou com a participação de dirigentes governamentais do setor energético das dez principais economias da América Latina para discutir a adoção de políticas de promoção do uso eficiente de recursos energéticos na região e apresentar os resultados do programa Ecosud (Energy Complementarity and Sustentainable Development).

Na abertura da reunião, o diretor da Aneel, André Pepitone da Nóbrega, falou sobre a matriz energética do Brasil, de característica totalmente renovável. “Temos uma grande quantidade de inciativas que promovem o desenvolvimento das fontes renováveis de energia. Ontem, por exemplo, a geração hidráulica somada às fontes eólica e solar responderam por mais de 85% do atendimento da carga de energia no País”, citou o diretor. “A Aneel está muito entusiasmada com o projeto Ecosud, que irá caminhar e desenvolver as melhores práticas das energias renováveis na América Latina”, completou.

O diretor do escritório da Cepal no Brasil, Carlos Mussi, ressaltou que o Brasil é exemplo de alcance do objetivo de uma matriz energética composta por energias renováveis, especialmente com o crescimento da energia solar e eólica.

Segundo o chefe da unidade de Recursos Naturais da Cepal, Manlio Coviello, o desenvolvimento das fontes renováveis deve observar não apenas os aspectos ambientais. “Recentemente lançamos um documento sobre estilos de desenvolvimento do qual destacamos, entre três aspectos da eficiência, a eficiência da sustentabilidade, que engloba os aspectos social, econômico e ambiental”.

Em sua apresentação, o especialista em energia do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Juan Roberto Paredes, falou sobre “a rede do futuro”, que associa geração de fontes renováveis com conectividade sistêmica.

Os resultados do programa Ecosud, que incentiva a adoção de políticas de eficiência energética associadas à ampliação da matriz sustentável, foram apresentados pelo pesquisador Frank Leañez (Cepal/BID), pelo professor Glauco Taranto, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pelos professores William Wills (UFRJ) e Antoine Teixeira (Cired/França). Pelo conjunto de ações implementadas, Brasil e Chile são referências para os demais países da região e a complementariedade entre a geração hidráulica e as fontes não-hídricas (eólica, solar, biomassa) configuram uma positiva relação ganha-ganha.

O evento também contou com a presença do secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Eduardo Azevedo Rodrigues, e do Diretor de Estudos de Energia Elétrica da Empresa de Pesquisa Energética – EPE, Amilcar Guerreiro.

* Com assessoria de imprensa da Aneel

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Energia feminina para o mercado de engenharia

Fonte: PROCEL INFO

Por: Carla Mendes

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O mercado de Engenharia, historicamente, sempre apresentou uma maioria masculina bastante significativa. Dados do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) mostram que, ainda hoje, dos 1.389.254 profissionais ativos na área, apenas 196.044 são mulheres: um total de 14%. O órgão conquistou, em 2015, o selo Pró-Equidade de Gênero e Raça, conferido a entidades públicas e privadas que se comprometem a promover a igualdade de gênero e de raça no mundo do trabalho formal.

Em agosto de 2017, o estado do Pará recebeu o Fórum de Equidade de Gênero e Raça, que reafirmou o compromisso das lideranças com a causa e divulgou a participação feminina no Sistema. Entre suas palestrantes, esteve a engenheira eletricista Ana Constantina Sarmento, primeira vice-presidente do Confea do sexo feminino.

No que se refere à ascensão de mulheres a posições de liderança dentro das companhias, em 2016, 62,2% dos cargos gerenciais (públicos ou privados) no Brasil eram ocupados por homens enquanto que apenas 37,8% pelas mulheres. Segundo levantamento feito com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), a presença feminina em cargos de gerência diminuiu nos últimos anos. Em 2011, elas respondiam por 39,5% destes cargos – uma queda de 1,7 pontos percentuais em cinco anos.

De acordo com a economista do IBGE, Cristiane Soares, em 2015, eram 4,7 milhões de profissionais em cargo de chefia, dentre os quais 63% eram homens. “A desigualdade de rendimentos entre homens e mulheres nesta categoria é maior que no mercado de trabalho como um todo”. Na média, a mulher ganha 76% do salário dos homens. Nos cargos de gerência e direção, essa proporção vai para 68%.

Em meio a este cenário, trajetórias de sucesso de executivas que conquistaram sucesso através de muito trabalho, coragem e determinação inspiram jovens mulheres que escolhem a Engenharia como profissão.

Na Eletrobras a equidade de gênero ocorre de forma natural

A superintendente de Gestão, Participações em SPE e Programas de Governo da Eletrobras, Renata Falcão, é um exemplo de que garra e trabalho duro são combustíveis para se alcançar o sucesso na profissão. Natural de Pernambuco, ela começou sua carreira na Chesf, em 1984 e, desde 1992 está na Eletrobras, tendo começado como engenheira e conquistado seu primeiro cargo gerencial na companhia em 2001. Em 2012, tornou-se superintendente de Eficiência Energética.

Renata conta que a maior dificuldade por que passou na carreira foi ter que deixar a família e amigos em seu estado natal e se mudar para o Rio de Janeiro com o marido, carioca. Ela afirma que tem um tripé que norteia sua vida: família-amigos-trabalho. Na área profissional, a executiva atribui o sucesso que conquistou à sua motivação por desafios, gosto pelo trabalho que faz e à sua coragem. “Acredito que as coisas vão dar certo, com proatividade e muito trabalho. Só otimismo não adianta”, diz.

A executiva afirma que o fato de ser mulher não representou uma dificuldade em sua caminhada e que desde a época da faculdade se acostumou com a convivência com muitos homens e sempre se relacionou bem com eles. “Quando eu passei na escola de Engenharia [universidade], a minha turma era composta por 45 homens e cinco mulheres, então foi uma escola para mim”, afirma. Para ela existem trabalhadoras, trabalhadores e meritocracia. Não existem diferenças de gênero.

Ela conta que a Eletrobras aplica o conceito em suas práticas de gestão de forma natural. Segundo ela, todos são tratados da mesma forma independentemente de ser homem ou mulher e nunca percebeu qualquer obstáculo ou preconceito no decorrer de sua carreira. “Se determinada situação te desrespeita ou te faz mal, você tem que demonstrar que não gostou e não ficar no papel de vítima. Eu nunca fiquei em um papel de vítima. Sempre fui mais ativa do que passiva, então acho que por isso nunca me atrapalhou”, completa.

Renata Falcão afirma que não se considera exatamente uma inspiração para outras mulheres, mas sim um exemplo de que com trabalho sério e consistente e muita coragem para enfrentar os desafios, é possível ter sucesso profissional. “Eu prezo por ser justa, transparente, responder a todos com rapidez”, diz a executiva. Ela complementa dizendo que se puder dar um conselho para outras mulheres que entram no mercado de Engenharia, diria para trabalhar muito, com qualidade e ter bom-humor no dia a dia. “Isso faz a diferença”, finaliza.

Para a Schneider Electric, homens e mulheres são iguais

A presidente da Schneider Electric para América do Sul, Tânia Cosentino, é outro exemplo de mulher que, com determinação e muito trabalho, alcançou sucesso em sua companhia, que divulgou, no dia 1º de março, que irá promover, até o fim de 2018, a equidade salarial entre homens e mulheres em cargos semelhantes nas unidades da América do Sul. A executiva se orgulha em dizer que, inspirada e apoiada pelo CEO global, Jean-Pascal Tricoire, lidera essa grande transformação, que ainda está em curso.

“Para a Schneider Electric, homens e mulheres são iguais – têm as mesmas oportunidades, os mesmos direitos e os mesmos deveres. Pretendemos zerar, até o fim deste ano, a diferença salarial entre eles e elas em cargos semelhantes na América do Sul”, afirma Tânia. Em sua região de atuação, as mulheres respondem por 33,5% do quadro de colaboradores e ocupam 24% dos cargos de liderança. Ela destaca que, em 2017, a empresa alcançou a meta global de 42% de mulheres nas novas contratações e de 85% de colaboradores atuando em países cobertos por processo de equidade salarial. Globalmente, a meta é que a diferença salarial seja reduzida a zero em 2020.

A companhia deu início, em 2012, à sua estratégia global pela diversidade e inclusão, através de um curso online que já foi feito por quase 2 mil pessoas desde então. Em 2015, foi implantado um treinamento de viés inconsciente. Por atividades interativas e simulações, a empresa ajuda as pessoas a identificar preconceitos ocultos e, ainda, a detectar situações em que o viés influencia a tomada de decisão. Até o momento, cerca de 100 altos executivos atuantes na América do Sul passaram por essa experiência. Entre 2018 e 2019, todos os colaboradores serão treinados presencialmente, além de terem a versão digital disponível.

Particularmente, Tânia diz nunca ter considerado o fato de ser mulher uma barreira. “Simplesmente ignorava piadinhas e entregava meu trabalho. A área de exatas sempre foi minha preferida. Ainda criança, participava de Olimpíadas de Matemática e, no colegial, optei por uma escola técnica, em elétrica. A sala tinha 35 homens e 5 mulheres. Mais tarde, fiz faculdade de Engenharia Elétrica. Na formatura, eram 300 homens e 5 ou 7 mulheres. Vivi e vivo num mundo masculino, mas sempre fui respeitada e apoiada pelos meus colegas. Se houve barreiras e preconceitos, não dei importância e segui em busca do meu objetivo”, relata.

A executiva considera a palavra “inspiração” muito forte, mas concorda que faltam modelos de mulheres bem-sucedidas em diferentes segmentos. “Quanto mais mulheres bem-sucedidas tivermos, mais fácil ficará para as garotas se convencerem de que sim, é possível; sim, vale a pena sonhar; sim, é importante ter ambição. Fico muito feliz de poder ser essa pessoa que mostra que é possível. Eu cheguei lá, assim como outras mulheres. O grande objetivo da minha ação como embaixadora ou ativista da equidade de gêneros é ajudar as meninas mais jovens a perceber que são capazes de atingir o sucesso profissional e que, para isso, não é necessário abrir mão de outros sonhos”, completa.

Clique aqui para ser direcionado ao site do PROCEL e assistir o album de fotos que acompanha a reportagem.

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Tarifa binômia pode deixar ainda mais barata conta de luz

Fonte: PROCEL INFO

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estuda a possibilidade de trazer ao consumidor em 2019 uma nova proposta de modalidade tarifária: a tarifa binômia, que estabelece faixas de cobrança pelo serviço de distribuição. A Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco) explica que atualmente, esse custo representa cerca de 30% do total nas contas de luz. Dessa forma, residências ou comércios que consomem quantidades diferentes de energia acabam pagando o mesmo valor pelo serviço.

“Essas formas de tarifar pela potência e consumo, como a tarifa branca e a tarifa binômia, promovem uma consciência dos usuários para que eles utilizem e planejem o seu gasto de energia de maneira inteligente. Dessa forma, a infraestrutura do sistema elétrico é melhorada e o brasileiro não terá que gastar com ampliação desse sistema, o que causa uma redução de custo em sua conta de luz”, explica o presidente da Abesco, Alexandre Moana.

Para Moana, a lógica dessa nova modalidade tarifária é que os consumidores que utilizam menos energia e, portanto, exigem um menor investimento das distribuidoras, passem a pagar menos pelo serviço do que aqueles que exigem mais. “Ou seja, o consumidor terá o poder de planejar seu consumo e gastar menos por isso. Com a tarifa branca, por exemplo, é possível modular a utilização da energia por faixa de horário e gastar menos ao evitar o período de pico em que a tarifa é mais cara. Já a tarifa binômia balanceará ainda mais essa conta ao cobrar menos de quem exige menos potência da rede elétrica”, explica.

Para isso o consumidor deverá medir e declarar a potência utilizada em sua casa observando quais produtos costuma ligar ao mesmo tempo e fazer uma estimativa. “Outra vantagem é que caso o consumidor erre o cálculo, as distribuidoras, geralmente, oferecem um prazo de readaptação para fazer o ajuste. Além de ser mais barato monitorar. Para saber se o consumidor ultrapassou o limite declarado, a distribuidora pode, por meios simples como utilizar um disjuntor ou medidor de potência por certo período, apontar a fraude. Já a tarifa branca exige investimento na compra e instalação de um novo relógio”, conclui o presidente da Abesco.

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Automação diminui 30% em despesa de Torres Empresariais do Ibirapuera

Vejam a seguir a reportagem divulgada nesta semana pelo PROCEL e elaborada pela Inforchannel, tratando sobre a importância da automação predial em uma edificação comercial ou residencial.

Como já citamos algumas vezes neste blog, não existem dúvidas sobre a necessidade e contribuição de sistemas automatizados e de sua integração com os demais sistemas e equipamentos, para um adequado desempenho do edifício, incluindo entre estes quesitos o controle no consumo de energia e água.

No entanto, observam-se no mercado algumas falhas e/ou pontos preocupantes, que demandam por uma séria atenção, por parte do investidor:

  1. Projetos de automação: Lamentavelmente, os projetos de automação nem sempre recebem a mesma atenção dada aos demais projetos de infraestrutura predial (elétrica, ar condicionado e hidráulica), sendo, no entanto, importante a participação de um profissional de automação durante o desenvolvimento de todos os demais projetos, para que os devidos cuidados com as especificações de integração / comunicação e lógicas funcionais estejam alinhadas.
  2. Contratação da Obra: Da mesma forma, a contratação da obra de automação é geralmente a última na fila…, o que normalmente promove uma defasagem entre o projeto orçado (por ocasião da concorriencia) e o projeto ajustado em obra, ou seja, já contendo reduções e/ou alterações inseridas pelo proprietário ou seu interveniente
  3. A falta ou falha em se ter um comissionamento integrado: Um outro ponto igualmente importante refere-se a realização de alinhamentos e compatibilizações entre os projetos de infraestrutura e o projeto de automação ao longo de toda a obra, o que definirá inclusive, a relação de testes operacionais necessários à se avaliar a adequada INTEGRAÇÃO entre os diferentes sistemas e o seu desempenho (funcional e de monitoramento, através de sensores e medidores). Ocorre, no entanto, que as demais instaladoras “encerram) as suas atividades antes mesmo do fechamento final com a automação, dependendo exclusivamente do gestor da obra e de sua experiência no assunto para que os cuidados acima não se percam.
  4. A falta de cuidados na operação e manutenção de um BMS: Além de normalmente se entregar a operação de uma infraestrutura predial para o setor de supervisão de segurança, em função de uma otimização de recursos e de custos envolvidos, verifica-se comumente o conceito de que sensores, medidores e atuadores JAMAIS precisarão de aferições / calibrações, o que certamente culminará em algum tempo, em leituras de temperatura de conforto em 79º C, ou coisas do tipo…
  5. Atualização tecnológica: Há alguns anos atrás, ouvi de um colega norte americano sobre o seu orçamento anual (O&M) que contemplava a previsão de um valor a cada 3 anos, para a atualização tecnologica da “alma” de seu edifício – a automação predial… , algo que certamente (com raríssimas exceções!!!) não estamos acostumados a ver por aqui…

O fato é que não se dá a devida importância ao processo de automação em uma edificação, perdendo-se rapidamente (entre o primeiro e o terceiro ano de operação) o controle de sua instalação e incorrendo em falhas sistêmicas, que causam impacto direto no desempenho destes sistemas.

Façam uma boa leitura da matéria a seguir, mas procurem não esquecer de tomar os cuidados acima. Boa leitura!!

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Fonte: Inforchannel

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Redução no consumo de gás e energia elétrica nas contas do condomínio e alta eficiência operacional através da automação foram fatores que influenciaram o projeto de retrofit da automação para proporcionar uma operação avançada de um empreendimento comercial. Pensando neste cenário, o Condomínio Torres Empresariais do Ibirapuera, empreendimento comercial que abriga duas torres com 56 conjuntos comerciais cada, área total de 50 mil m², localizado no bairro de Moema na capital paulista, contou com a E-vertical para o projeto de retrofit de automação e ajudá-lo neste desafio.

O empreendimento, que possuía um sistema de automação parcialmente funcional, viabilizou o projeto de modernização e inclusão de equipamentos de automação, sensores, válvulas e uma nova lógica para aprimoramento da rotina de operação da automação, com ênfase no ar-condicionado.

Após a conclusão, em abril de 2017, o empreendimento obteve uma redução nas contas de gás natural e de energia elétrica de mais de R$ 31 mil mensais, uma economia de cerca de 30% no valor total das despesas com insumos de energia elétrica e gás natural. A economia média de consumo foi de cerca de 17 mil kW de energia e 17 mil m³ de gás natural mensais com payback simples.

“Atingimos um excelente resultado por meio da inclusão de recursos de automação mais eficientes e modernos, aliada à operação remota de utilidades, tivemos condições de entregar o máximo de eficiência na rotina do condomínio, trazendo uma expressiva redução do consumo de energia e gás natural.”, afirma Brunno Freitas, gerente de produtos da E-vertical.

O Condomínio Torres Empresariais do Ibirapuera possui certificação internacional LEED EB O&M (Operação e Manutenção para Prédios Existentes) de Nível Silver. A certificação foi concedida pelo USGBC (United States Green Building Council), que audita e certifica o desempenho em sustentabilidade e, a fim de alcançar o desempenho necessário, soluções e tecnologias sustentáveis são adotadas na operação e manutenção de um empreendimento existente. Desta forma, são minimizados os impactos causados no meio ambiente durante toda a vida útil da edificação.

“O condomínio, em linha com os conceitos da certificação LEED EB-O&M recém obtida, busca constantemente investir em novas tecnologias para aumentar a eficiência da operação. Uma das alternativas era o projeto de retrofit da automação, e, por meio dele, pudemos gerar economia nos insumos e reduzir os desperdícios, aumentando de forma expressiva o nosso desempenho.”, explica Marcelo Junqueira, síndico profissional do Condomínio Torres Empresariais do Ibirapuera.

Os sistemas de utilidades prediais tais como iluminação, ar-condicionado, geradores, água potável, ventilação, entre outros, são operados remotamente pela E-vertical 24 horas por sete dias da semana, ininterruptamente. “Com a solução de automação predial da E-vertical, o Torres Empresariais do Ibirapuera reafirmou sua posição de destaque em eficiência e hoje é um dos principais empreendimentos comerciais corporativos do Brasil”, conclui Junqueira.

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O SEU CONDOMÍNIO SOFRE COM INADIMPLÊNCIA?

Fonte: VALENBR

Essa é uma situação corriqueira nos condomínios. Por outro lado, existe a leniência do condomínio, que por sua vez retardam a adoções de medidas judiciais para cobrar o devedor, por acreditar na…

Leia a matéria completa clicando aqui (redirecionamento para o site da VALENBR).

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Curso sobre a implementação do PMOC e atendimento a Lei Federal 13.589

Faltam apenas 12 dias para a realização do curso PMOC-01 oferecido pela A&F Partners Consulting em sua sede.

Ao contrário de qualquer abordagem simples sobre as Portarias e textos da Lei que definem pela sua aplicação em estabelecimentos ou edificações comerciais, públicas e de uso restrito, o curso trará uma abordagem prática, aliando a experiência de mais de 30 anos de seu docente, ao real significado em se elaborar, executar e controlar a atividade de manutenção em sistemas de condicionamento de ar, seja em um pequeno site, seja em uma grande instalação central.

O curso será realizado em um único sábado, com a duração de 8 hs.

Para aqueles que desejarem conhecer mais sobre este curso que se aproxima, bastará clicar sobre a reprodução da chamada abaixo.

Curso PMOC Mailchimp

 

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Parabéns as profissionais de manutenção e de Facility Management. Parabéns as mulheres neste dia internacional da mulher!!

Há aproximadamente 33 anos, quando iniciava a minha caminhada ainda como estagiário, conheci uma profissional de manutenção industrial chamada Monica (não me recordo o sobrenome), que permaneceu na empresa onde eu estagiava por mais algum tempo, até ser convidada à assumir uma nova oportunidade em sua carreira.

Era uma profissional fantástica, de colocar muitos homens e profissionais de manutenção literalmente “no bolso”, sendo que espero que a vida profissional a tenha reconhecido por sua capacidade e profissionalismo.

Alguns anos mais tarde, tive a imensa oportunidade não só de trabalhar, mas, de aprender muito com uma profissional que me ensinou a ser um líder de pessoas em minha profissão, respeitando-as e respeitando as diferenças, sem perder o foco é a busca pela qualidade e pelos resultados. Aprendi a planejar melhor e a trabalhar com prioridades, a partir de um maior entendimento sobre as necessidades e expectativas do cliente.

Por fim, há pouco mais de 17 anos compartilho a sociedade de minha empresa com um profissional fantástica, uma Gestora nata e sem a qual a A&F talvez não teria completado o seu 17o ano de vida em dezembro último; como ela mesmo me diz, somos uma somatória de competências.

Por tudo isso que a vida me ensinou e que certamente ensina diariamente à muitos colegas e profissionais, acho um enorme absurdo a ocorrência de discriminação em relação às mulheres em suas profissões, em pleno século XXI!

Aliás, uma vergonha de um mesmo tamanho e porte, em relação a um outro absurdo que é o racismo.

Espero realmente que as novas gerações, que tiveram, têm e ainda terão a oportunidade de nascer em períodos da história onde se conquistam quebras de paradigmas e situações dogmáticas, se dispam destes ransos da humanidade e, finalmente, reconheçam a inexistência de diferenças, sejam em relação às pessoas, a cor, ao sexo, ao profissionalismo, aos salários, etc…

Parabéns às mulheres em seu dia internacional!

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Os 10 edifícios mais altos do mundo jamais concluídos

Fonte: Engenharia Compartilhada

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Blog da Arquitetura
Todos nós já ouvimos falar sobre os edifícios mais altos do
mundo – estes feitos da engenharia moderna que definem cidades e transformam-se em façanhas da humanidade -, mas e aqueles projetos de arranha-céus mirabolantes que nunca chegaram a ser construídos? Em 2014, o Conselho sobre Edifícios em Altura e Habitat Urbano (CTBUH) divulgou um relatório listando aqueles que seriam os 20 edifícios mais altos do mundo se tivessem sido construídos (a lista é mantida atualizada no site). Constam nesta lista apenas edifícios considerados “incompletos”, ou seja, quando a obras chegaram a ser iniciadas mas foram posteriormente interrompidas, sem nenhuma previsão de continuidade. Saiba mais sobre aqueles que possivelmente seriam os 10 edifícios mais altos do mundo em 2018.
Diagrama do relatório de 2014 do CTBUH. A partir de 2018, a Lighthouse Tower e a Fairwell International Center foram substituídas na lista pela Sky City Changsha e pelo 2WTC. Imagem via CTBUH
10. 2 World Trade Center; Cidade de Nova Iorque, Nova Iorque / BIG (411 metros)
Aquele que seria um dos projetos mais marcantes do BIG, substituindo a primeira versão do 2 World Trade Center projetado por Foster + Partners, e planejado para alcançar até 400 metros de altura, o edifício presta homenagem a sua localização única no encontro do skyline de Manhattan com a paisagem marcante de TriBeCa. O projeto foi interrompido no início de 2016, quando os dois principais inquilinos voltaram atrás na decisão de ocupar o edifício depois de pronto, mas de acordo com um relatório publicado pelo New York Post, o Silverstein e o BIG estão perto de encontrar um novo inquilino, o que excluiria o projeto desta fatídica lista.
9. Lam Tara Tower 1; Dubai, EAU / Dimensions Engineering Consultants (454 metros)
Projetado para fazer parte do complexo Bin Manana Twin Towers, a primeira torre  residencial do conjunto foi concebida para se erguer ao longo de 88 pavimentos, atingindo uma altura máxima de 454 metros. A construção foi iniciada em 2008 e interrompida dois anos depois, em dezembro de 2010.
8. Palace of the Soviets; Moscou, Rússia / Boris Iofan, Vladimir Shchuko (495 metros)
A sua construção começou de fato em 1937 e acabou sendo interrompida ainda durante a fase de locação da obra devido ao iminente início da Segunda Guerra Mundial. O edifício estava projetado para ser coroado com uma estátua de Vladimir Lênin, chefe do governo da União Soviética entre 1917-1924, naquela que se tornaria a maior estrutura já construída pela homem.
7. Burj Al Alam; Dubai, EAU / Engineering Consultants Group, Arup (510 metros)
O projeto da “World Tower” contava com um shopping center no térreo, 74 pavimentos para escritórios além de outros 27 andares destinados a um hotel e espaços rentáveis. A pedra fundamental foi lançada em 2006 com uma previsão de entrega da obra para 2009, mas acabou sendo abortada devido a atrasos nos pagamentos durante a crise econômica de 2008. Os trabalhos no local nunca foram retomados desde então.
6. Doha Convention Center Tower; Doha, Qatar / JAHN (551 metros)
Parada desde 2007 devido à possível interferência na operação do Aeroporto Internacional de Doha, a construção da torre já havia sido adiada até que a obra do novo Aeroporto Internacional Hamed de Doha tivesse sido concluída. Entretanto, assim que o novo aeroporto foi inaugurado, o centro de convenções teve de ser  concluído sem a sua principal torre, sem nenhuma probabilidade de que um dia ela venha a se concretizar.
5. Chicago Spire; Chicago, Illinois / Santiago Calatrava (609.6 metros)
O projeto de Calatrava para aquele que seria o edifício mais alto dos Estados Unidos foi finalmente interrompido em 2014, após uma série de problemas de ordem financeira, recorrentes em obras do arquiteto e engenheiro espanhol. Desde então, somente foram vistas especulações sobre o que fazer com o imenso terreno na cidade de Chicago.
4. Russia Tower; Moscou, Rússia / Foster + Partners (612 metros)
A construção da torre projetada por Foster + Partners em Moscou foi finalmente iniciada ainda em 2006, depois de quase 12 anos de uma interminável negociação. A obra parece ter sofrido dos mesmos problemas, interrompida em 2008 e completamente abandonada em 2009 como resultado da crise econômica mundial.
3. India Tower; Mumbai, Índia / Foster + Partners (699.7 metros)
Este é mais um projeto incompleto da Foster + Partners. A India Tower teve sua obra  iniciada em 2010 e interrompida em 2012 após uma grande polêmica entre os promotores do projetos e as autoridades locais de Mumbai. O projeto foi cancelado em 2015.
2. Sky City; Changsha, China / Broad Group (838 metros)
Este projeto foi mais uma das vítimas das intermináveis burocracias estatais. A proposta da Sky City – ambiciosamente projetada para ser construída em apenas 90 dias, graças a um sistema de pré-fabricação hiper-eficiente desenvolvido pela construtora Broad Sustainable Building – foi interrompida em 2013 durante os trabalhos de pré-construção. A intenção de seguir adiante com a obra foi completamente abandonada em 2016. As fundações do edifício estão sendo utilizadas desde então para a criação de peixes.
1. Nakheel Tower; Dubai, EAU / Woods Bagot (1.000 metros)
Os problemas financeiros foram, em última instância, o principal motivo da falência desta proposta que contaria com 200 pavimentos, iniciada em 2009. O Nakheel Financial Group esteve envolvido na crise que assolou Dubai naquele ano e, finalmente, teve que cancelar o projeto ainda durante os trabalhos de fundação.
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O Planejamento estratégico da O&M – Parte 1

Por: Alexandre M F Lara

Há muito se fala sobre a posição e a função estratégica da área de manutenção em uma empresa, independentemente de seu segmento de mercado, uma vez que:

  1. Dentro do Facility Management, somos considerados como uma das principais atividades (hard facility management) responsáveis por assegurar o conforto, a segurança e a produtividade de usuários em uma edificação;
  2. A área de manutenção é responsável por um dos maiores custos operacionais (OPEX) durante todo o CICLO DE VIDA de uma edificação, lembrando que o OPEX na área de Operação & Manutenção representa aproximadamente entre 72% e 80% de seus custos operacionais
  3. Dentro da GESTÃO DE ATIVOS, somos os responsáveis por assegurar a longevidade e o desempenho de sistemas, assim como a valorização do bem imóvel
  4. No que se refere a preservação do meio ambiente e ao uso racional de recursos naturais, a área de operação e manutenção poderá fazer a diferença, o que requer a análise contínua de métodos, processos e da tecnologia aplicada
  5. Devemos sempre customizar soluções, considerando as diferenças (necessidades, expectativas, riscos, etc) em cada cliente e em cada instalação / edificação

Por estas razões, deve-se ter um enorme cuidado ao planejar, implantar e monitorar resultados em uma área de manutenção durante toda a VUP – Vida Útil Projetada em um sistema, em uma instalação ou edificação.

No entanto, antes de se dar início a programação e ao dimensionamento de recursos, o planejador precisará compreender os objetivos e metas de seu trabalho, para que possa traçar de forma EFICAZ o seu plano de trabalho; neste momento, será importante que se faça algumas perguntas…..

  • O QUE precisa ser feito ou realizado pela área de O&M – esta primeira pergunta o auxiliará a definir o objeto de seu escopo e contrato, estabelecendo melhor o foco de seu trabalho e planejamento. Apesar de aparentemente simples, não é incomum se perder o objetivo, despendendo mais recursos (tempo, mão de obra e dinheiro) para a execução de tarefas nem sempre necessárias e desejadas pelo Cliente (interno ou externo)
  • PORQUE precisamos executar determinadas tarefas ou atividades – em “tempos modernos”, onde os fatores tempo e dinheiro se tornam algumas das principais preocupações, embora não se tenha, muitas vezes, um conhecimento ou embasamento técnico sobre as atividades requeridas, torna-se importante questionar os motivos e a real necessidade em executarmos uma determinada atividade. O excesso de velocidade em qualquer processo poderá ocasionar a perda de acuracidade em nossa visão…., em nossa percepção…, fazendo com que não questionemos medidas ou ações, muitas vezes históricas (sempre fizemos isto…)
  • QUEM poderá executar a atividade – Muitas vezes, poderemos não deter conhecimentos e mão de obra especializada para a execução de determinadas tarefas, o que demandará pela busca de especialistas. É importante relembrar que a qualidade e o resultado final da área de manutenção dependerá também da qualidade de nossa mão de obra, envolvendo o adequado perfil profissional, sua formação e capacitação, suas experiências e sua qualificação, para que possamos atingir os nossos objetivos
  • COMO devemos executar a tarefa – Podem existir meios diferentes para executarmos uma mesma atividade, o que nos levará ao uso de recursos (mão de obra, tempo, dinheiro…) também de uma forma diferenciada e ineficaz. Além de definir o que precisará ser cumprido como escopo, o planejador precisará analisar acessos para o trabalho, a logística para a sua execução e a forma de execução, em si
  • QUANDO podemos executar a tarefa – Definirá o momento no qual deveremos mobilizar os nossos esforços para cumprir o objetivo do trabalho; é importante que se identifique previamente qualquer restrição, seja ela de ordem técnica ou estratégica (melhor momento de parada de um sistema ou equipamento), seja ela de ordem operacional (janela de manutenção disponibilizada pelo cliente ou processo)
  • COM QUANTO poderemos executar a nossa atividade programada – Nunca poderemos deixar de ponderar a questão envolvendo os custos aprovados / previstos ou nosso orçamento, dentro da atividade de planejamento, embora, em algumas vezes,  precisemos renegocia-lo junto à direção. Embora não se deva considerar o fator CUSTO como um limitador da qualidade do serviço, ele poderá definir por uma alteração no escopo ou na forma de se executar (como e quando, por exemplo)

Uma vez bem respondidas as perguntas acima, o planejador terá a sua frente as informações que nortearão o seu trabalho.

Na próxima semana, exploraremos o passo a passo em um processo de planejamento, destacando alguns cuidados ao faze-lo.

Leiam também as matérias:

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UE prevê energia verde mais barata e meta pode subir

Quem nos acompanha há anos neste blog, sabe que não temos o costume de misturar política com informativos ou opiniões técnicas…

Entretanto, considerando a prática de nossos governantes, no sentido de que taxar ou sobretaxar impostos tornou-se mais fácil e mais rápido do que exercitar análise e a redução de seus enorme gastos (me refiro ao peso da máquina pública), é realmente difícil imaginar que tenhamos incentivos à tecnologia e a sua difusão em nosso mercado, a exemplo do que países europeus têm feito.

Vejam, por exemplo, esta matéria sobre um projeto em curso pela União Europeia (UE).

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Fonte: Bloomberg (texto extraído da UOL e também divulgado pelo PROCEL)

Acesse aqui a matéria em sua fonte.

Após a queda dos custos das energias eólica e solar, a União Europeia pode mirar um aumento da meta para as energias renováveis para 30 por cento até o fim da próxima década sem ampliar os gastos necessários para cumpri-la, segundo uma nova análise do órgão regulador da UE.

O bloco formado por 28 países atualmente debate regras para ampliar a participação das energias renováveis e aumentar a economia de energia, e o Parlamento Europeu defende metas mais ambiciosas que as propostas pela Comissão Europeia, com base na determinação dos líderes nacionais. A iniciativa agora pode ser acelerada porque a estimativa atualizada da UE mostra que os custos mais baixos da energia limpa tornam mais barato o cumprimento da meta de 27 por cento proposta para as energias renováveis, em 2,9 bilhões de euros por ano no período 2021-2030.

A tecnologia mais barata “e o caminho de implantação diferente das tecnologias renováveis permitem atingir uma parcela de energia renovável de 30 por cento e uma meta de eficiência energética de 30 por cento com custos de sistema comparáveis aos estimados na avaliação de impacto de 2016 para uma meta de 27 por cento, gerando benefícios adicionais em termos de emissões de gases causadores do efeito estufa e de segurança do abastecimento”, afirmou a comissão no documento obtido pela Bloomberg News.

A UE quer liderar a batalha global contra as mudanças climáticas, com o objetivo de reduzir as emissões em pelo menos 40 por cento até 2030 em comparação com os níveis de 1990. O aumento de 3 pontos percentuais da meta para as energias renováveis, para 30 por cento, se traduziria na redução de 43 por cento da poluição total da Europa. Significaria também uma diminuição mais rápida das emissões de carbono do Sistema de Comércio de Emissões da UE (ETS, na sigla em inglês), segundo a estimativa da comissão.

O programa de limite e comércio da UE para as emissões é o pilar do plano da região para reduzir os gases causadores do efeito estufa, que os cientistas culpam pelo aquecimento global. O programa impõe uma redução anual dos limites de poluição em cerca de 12.000 instalações de propriedade de produtoras de energia e empresas aéreas e industriais, desde siderúrgicas até fabricantes de cimento.

Uma meta mais ambiciosa para as energias renováveis significaria um ritmo mais lento de crescimento do preço do carbono no ETS, segundo a comissão. Com uma meta de 30 por cento para a energia verde, as licenças de carbono subiriam para 24 euros por tonelada até 2030, contra 27 euros segundo a meta de 27 por cento e quase 10 euros atualmente. Se a UE adotasse metas de 33 por cento, tanto para as energias renováveis quanto para a eficiência energética, o aumento dos preços desaceleraria para 23 euros por tonelada, segundo a estimativa atualizada.

O comissário europeu de Ação pelo Clima e Energia, Miguel Arias Cañete, sinalizou que aprova uma meta mais rígida para a energia verde. Segundo a Agência Internacional para as Energias Renováveis, a UE poderá ampliar a participação das energias renováveis para 34 por cento de sua matriz energética até 2030, gerando centenas de bilhões de euros em investimentos e acelerando a redução dos gases causadores do efeito estufa.

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