Manutenção.Net divulga Curso de WCM – World Class Maintenance em SP, no mês de Junho

Caros colegas,

A EXCELLENCE está realizando o CURSO WCM – WORLD CLASS MAINTENANCE – BEST
PRACTICES – MANUTENÇÃO CLASSE MUNDIAL – MELHORES PRÁTICAS que será
realizado nos dias 09, 10 e 11 de Junho de 2015 no Mercure Hotel –
Campinas – SP.

Neste curso serão apresentadas as Melhores Práticas de Manutenção e o
benchmarking dos Indicadores de Performance e Processos da Manutenção.
Será realizado com os participantes o Planejamento Estratégico da
Manutenção, para definição de metas e ações para atingir o Nível de
Manutenção Classe Mundial – WCM. Este curso tem como base o trabalho de
mestrado do Eng. Sergio Kimimassa Nagao – Diretor da Excellence Consulting
na Escola de Engenharia Politécnica da Universidade de São Paulo
(POLI-USP).

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:

* CURSO WCM – GERÊNCIA DE MANUTENÇÃO CLASSE MUNDIAL – MELHORES PRÁTICAS

Data:  09, 10 e 11 de Junho de 2015
Local: Mercure Hotel – Av. Aquidaban, 400 – Campinas – SP
Instrutor: Eng. Sergio Kimimassa Nagao

Atenciosamente,

Eng. Sergio Kimimassa Nagao – ITA – MSc. Poli
EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES – Diretor
EXCELLENCE LUB – ROYAL PURPLE – High Performace Synthetic Lubricants
TERMOVISOR BRASIL – DISTRIBUIÇÃO FLIR SYSTEMS
Termovisores, Janelas de Inspeção Termográfica, Boroscópios Industriais e
Equipamentos de Testes e Medição

Tel/Fax: (0xx19) 3213 8100 – Cel: (019) 98171 5059

E-mail: sergionagao@uol.com.br /
sergionagao@excellenceconsult.com.br
www.excellenceconsult.com.br
www.excellencelub.com.br
www.termovisorbrasil.com.br

CURSO WCM* – WORLD CLASS MAINTENANCE – BEST PRACTICES
GERÊNCIA DE MANUTENÇÃO CLASSE MUNDIAL – MELHORES PRÁTICAS

Mercure Hotel – Campinas – SP – 09, 10 e 11 de Junho de 2015
Instrutor: Eng. Sergio Kimimassa Nagao – ITA – MSc. POLI-USP

APRESENTAÇÃO

A Função Manutenção nas empresas tem se tornado uma função estratégica
para a competitividade. Somos cobrados cada vez mais por resultados:
redução contínua de custos, aumento de disponibilidade e confiabilidade
das instalações, atendimento rápido das solicitações de serviço, melhoria
do planejamento dos serviços e diminuição das falhas e das quebras dos
equipamentos.Este curso tem como objetivo apresentar e discutir com os
participantes as melhores práticas de gestão da manutenção para se tornar
uma Manutenção Classe Mundial – WCM* – World Class Maintenance.

CONTEÚDO E METODOLOGIA

ANÁLISE E DIAGNÓSTICO MANUTENÇÃO: Antes do curso será encaminhado ao
participante o material de levantamento dos indicadores de performance e o
quadro de análise da manutenção para serem preenchidos junto à  equipe de
manutenção dos participantes.

WORLD CLASS MAINTENANCE: Apresentação e discussão com o grupo dos
conceitos WCM* – World Class Maintenance e das melhores práticas de gestão
da manutenção: Manutenção como Função Estratégica para a Competitividade,
Evolução da Manutenção, Manutenção no Contexto Industrial, Visão, Missão e
Políticas de Manutenção, Tipos de Intervenção e Considerações.

INDICADORES DE PERFORMANCE: Definindo os Indicadores de Performance da
Manutenção, Campos de Análise: Produtividade, Qualidade, Custo, Delivery,
Segurança e Moral. MTBF (Tempo Médio Entre Falhas), MTTR (Tempo Médio para
Reparos), Disponibilidade, OEE – Overall Equipamento Efficiency, OPE –
Overall Plant Effectiveness, Índice de Re-trabalho, Qualidade dos
Serviços, Custo de Manutenção/Valor de Reposição da Unidade,  Custo de
Manutenção/Faturamento, Tempo Médio de Atendimento Serviços, Back-Log,
Índices de Segurança: Taxa de Freqüência de Acidentes, Indicadores de
Moral.

5 S – HOUSEKEEPING: Seiri, Seiton, Seiso, Seiketsu e Shitsuke.

MPT* – MANUTENÇÃO PRODUTIVA TOTAL: Introdução  ao MPT, Evolução Manutenção
e MPT, 5 Pontos Chave MPT, World Class Manufacturing, MPT e Processos de
Mudança, Princípios Desenvolvimento MPT, MPT – Ferramentas, MPT – Fases 1
e 2, 10 Pilares MPT, Etapas de Implementação, Plano Mestre Implementação,
Processo de Organização e Coordenação,  As Grandes Perdas do Sistema
Produtivo, Perdas dos Equipamentos, OEE: Eficiência Global do Equipamento
(Overall Equipment Effectiveness), OPE: Eficiência Global da Planta
(Overall Plant Effectiveness), Melhoria dos Equipamentos: Kobetsu Kaizen,
Conceito de
Manutenção Autônoma, Importância da Limpeza e Inspeção, Passos da
Manutenção Autônoma, Lição Ponto a Ponto (One Point Lesson), Identificação
Não Conformidades (Etiquetagens), Painel de Atividades, Controles Visuais.

SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA MANUTENÇÃO: Necessidades Produção e
Manutenção, Gestão de Equipamentos, Gestão de Postos de Serviço, Gestão do
Pedido de Manutenção, Gestão de Vale de Trabalho, Gestão de Recursos: Mão
de Obra e Materiais, Estruturação do Banco de Dados: Custos,
Disponibilidade, Análise de Falhas em Equipamentos.

CONFIABILIDADE E RCM* – MCC* – MANUTENÇÃO CENTRADA EM CONFIABILIDADE:
Conceitos de Confiabilidade, Manutenibilidade, MTBF, MTTR, Taxa de Falhas,
Taxa de Reparos, Árvore de Falhas, FMEA – Failure Mode and Effects
Analysis, RCM* – MCC* – Manutenção Centrada em Confiabilidade, Histórico,
Tipos de Curva de Taxa de Falhas, Risco: Freqüência x Conseqüência, Novo
Diagrama de Decisão RCM, Planilha de Análise RCM, Estratégia
Confiabilidade, World Class Reliability Management – Nova Abordagem.

MANUTENÇÃO PREDITIVA: Conceitos, Análise de Vibração, Termografia, Análise
de Óleos em Transformadores, Preditiva em Motores Elétricos, Análise de
Óleos Lubrificantes.

LUBRIFICAÇÃO AVANÇADA: Características de um Bom Lubrificante, Paradigmas,
Causa Degradação Lubrificante e Falhas Lubrificação, Melhores Práticas
Lubrificação, Programa Controle Contaminação, Graxas de Ultra Performance,
Lubrificantes Sintéticos de Alta Performance.

BENCHMARKING INDICADORES E MELHORES PRÁTICAS MANUTENÇÃO: Trabalho em grupo
com preenchimento, benchmarking e discussão com os participantes do quadro
de análise e do questionário detalhado dos estágios de excelência em
manutenção.

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO MANUTENÇÃO: Conceitos, Visão, Missão, Análise do
Sistema Organizacional, Metas e Ações. Realização do Planejamento
Estratégico da Manutenção com os participantes.

INSTRUTOR: Eng. Sergio Kimimassa Nagao – ITA – MSc. Poli – USP

Engenheiro Mecânico pelo ITA – Instituto Tecnológico da Aeronáutica, foi
Certified Quality Engineer pela ASQ – American Society for Quality,
pós-graduação em Administração Industrial, Mestrado em Engenharia de
Produção pela Poli – USP, com a dissertação “Manutenção Industrial,
Análise, Diagnóstico e Propostas de Melhoria em Indústrias de Processo”,
formação como Instrutor Pleno TPM – Manutenção Produtiva Total pela JIPM –
Japan Institute of Plant Maintenance, com estágios e cursos no Japão, EUA,
França, Portugal. apresentados nos congressos e seminários. Foi Diretor
Nacional da ABRAMAN– Associação Brasileira de Manutenção. Atualmente é
Diretor da Excellence Consulting & Services e da Excellence Lub –
Representação Royal Purple-USA-Lubrificantes Sintéticos de Alta
Performance. Palestrante e autor de diversos trabalhos técnicos. TPM* é
marca registrada JIPM. MPT*, RCM*, MCC* e WCM* são marcas registradas
Excellence*.

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Fontes alternativas na mira do programa de etiquetagem

Fonte: Brasil Energia

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O Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) mira novos focos em busca de mais eficiência no uso da energia elétrica. Coordenado pelo Inmetro, o PBE trabalha, por exemplo, em ações para a certificação voluntária de geradores eólicos e a certificação de lâmpadas LED e luminárias para iluminação pública.

Na linha das fontes alternativas, o PBE também busca aperfeiçoar os programas existentes voltados para energia fotovoltaica e solar térmica. Ainda neste mês de maio, o Inmetro publicará portaria para realizar consulta pública a fim de analisar o pedido dos fabricantes para que seja prorrogado o prazo de adequação dos produtos à regulamentação, previsto na Portaria 357/2014, do Inmetro.

“As energias alternativas estão se tornando cada vez mais importantes para a segurança energética do país. Essas regulamentações funcionam como ferramentas de defesa da indústria e dos consumidores”, destaca Marcos Borges, responsável pelo PBE, que reúne hoje 32 programas, sendo a maioria compulsórios. Entre os poucos ainda voluntários estão o de etiquetagem de veículos e o de edificações devido à complexidade de suas regulamentações.

– Que produtos estão mira para entrar no PBE nos próximos anos?

– Como parte do esforço que temos feito para promover a gestão da segurança hídrica e energética no país, estamos trabalhando no desenvolvimento de uma série de ações. Entre elas estão o aperfeiçoamento dos programas de etiquetagem de chuveiros para informar o consumo de água na etiqueta; de máquina de lavar roupa; e de edificações, ambos para considerar o consumo de água como critério para classificação. Outras ações envolvem a publicação da certificação voluntária para geradores eólicos e certificação das lâmpadas LED e luminárias LED para iluminação pública, além de centrífugas de roupa.

– Como está a evolução da certificação para as lâmpadas LED?

– O programa de lâmpadas LED está publicado e a partir de agora os fornecedores entram em processo de adequação. Até o final do ano seus produtos devem estar adequados aos critérios de segurança e desempenho.

– Em que fase está o programa de painéis fotovoltaicos?

– O PBE Fotovoltaicos – etiquetagem de painéis, controladores, inversores e baterias – é compulsório desde 2011 e recentemente fizemos ajustes para incluir os inversores para sistemas conectados à rede com potência nominal de até 10 kW, atendendo à Resolução nº 482, da Aneel. Recentemente, o setor nos informou que estava com dificuldades de adequação e solicitou prorrogação de prazo. Estamos submetendo essa alteração à consulta pública, cuja portaria Inmetro será publicada ainda neste mês de maio.

– E o PBE de coletores solares?

– O PBE Solar – coletores para aquecimento de água e reservatórios – foi revisado em 2012, e também está em fase de adequação dos fornecedores. Igualmente, esse setor também enfrenta dificuldades de adequação e temos introduzido alterações para promover uma inclusão mais harmoniosa, principalmente das micro e pequenas empresas.

– Nestes casos, que papel o PBE pode ter para o desenvolvimento dessas tecnologias no país?

– Como as energias alternativas se tornam cada vez mais importantes para a segurança energética do país, essas regulamentações, na verdade, funcionam como ferramentas de defesa da indústria e dos consumidores, proporcionando adequado grau de confiança de que os produtos atendem aos requisitos normativos mínimos.

– Como tem sido a participação dos fabricantes no desenvolvimento dos programas?

– Historicamente, a indústria brasileira deu exemplo ao resto do mundo. Há 30 anos vem participando dos programas desde o início dos processos de regulamentação, mesmo quando eram programas voluntários. E eles têm melhorado seus produtos incessantemente, negociando os critérios e prazos, mas investindo significativamente nesse processo de melhoria contínua. Um exemplo é o refrigerador, que hoje é 70% mais econômico que há 10 anos. Cabe lembrar que a criação do próprio PBE foi uma iniciativa do governo com a indústria eletroeletrônica. Enquanto que em outros países há uma relação antagônica entre o regulamentador e os fabricantes, no Brasil há uma relação histórica de colaboração.

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Primeira ciclovia solar do mundo gera energia — e surpreende

Fonte: Exame.com

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Conhecida como o país dos moinhos de vento, dos sapatinhos de madeira e das tulipas, a Holanda também é reduto dos apaixonados por bicicletas. Não por acaso, é lá que se encontra a primeira ciclovia do mundo que capta luz solar e a transforma em energia elétrica.

Solar Road
Nos primeiros seis meses de teste, a ciclovia protótipo, inaugurada em novembro de 2014, apresenta resultados que já superam as expectativas de seus criadores.

“A estrada gerou mais de 3.000 kWh, o suficiente para um scooter elétrico dar 2,5 voltas ao redor do mundo ou para abastecer com eletricidade uma casa por um ano. Não esperávamos um rendimento elevado como esse tão rapidamente”, disse a empresa em nota.

Conhecido como SolaRoad, o projeto é fruto de uma parceria público-privada desenvolvida pela Organização Holandesa de Pesquisa Científica Aplicada (TNO) em parceria com a empresa de tecnologia Imtech.

Com sete quilômetros de extensão, a ciclovia é feita de uma base de concreto que varia de 2,5 a 3,5 metros de largura coberta por uma camada de células solares de silício.

O sistema gerador fica protegido por uma placa de vidro temperado resistente às pedalas dos ciclistas e, segundo os criadores, forte o suficiente para suportar até mesmo o peso de uma caminhão.

Ao lado da pista revestida, há outra faixa que é utilizada para referência e para testar vários revestimentos.

A expectativa dos desenvolvedores é que o SolaRoad gere 70kWh por metro quadrado ao longo do ano, valor que deve ser suficiente para abastecer a iluminação de ruas próximas à ciclovia e de semáforos.

Para o futuro, a ideia é replicar o modelo para ruas e estradas voltadas para outros transportes, além das bicicletas.

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União Energética: cidades querem fazer mais pela eficiência

Fonte: Edifícios e Energia

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Portugal – Em pleno início da União Energética, já com um plano de intenções e ações prioritárias por parte da Comissão, as cidades do Velho Continente querem ver uma maior ênfase nas políticas descentralizadas de energia. Até porque, como enfatiza um comunicado da Eurocities, divulgado na semana passada, apenas uma união energética de cidades inteligentes poderá garantir emprego, prosperidade e sustentabilidade à União Europeia (UE).

No documento, a Eurocities dá o seu parecer à proposta da Comissão Europeia sobre a União Energética, salientando a contribuição do poder local para a sua concretização, mas apela também a sinergias entre as várias políticas da UE. Um dos exemplos apontados foi o encontro de pontos em comum entre a União Energética com a Agenda Urbana.

“As cidades são indispensáveis para uma União Energética que tem os ‘cidadãos no seu núcleo, onde os cidadãos se apropriam da transição energética’”, pode ler-se no comunicado da Eurocities. Nesse âmbito, a entidade lembrou o efeito combinado das políticas públicas em nível local, referindo a integração de mobilidade elétrica, redes e abordagem multimodal; mas também a integração da eficiência dos edifícios e as redes distribuídas de calor e frio.

Com uma atenção especial dada à eficiência energética, a Eurocities afirma que “com o enquadramento certo, as cidades estão melhor colocadas para melhorar a eficiência energética a ambos os níveis [em cada edifício, mas também no nível dos bairros] e para integrar medidas para edifícios e bairros em estratégias energéticas à escala da cidade, que incluem vários setores relevantes”. A rede de cidades europeias reforça que a União Energética deve concentrar esforços no aquecimento e arrefecimento, com um foco claro na eficiência energética e energia renovável.

Abordando ainda a revisão da norma de Eficiência Energética, o comunicado argumenta que “a norma deve dar às cidades espaço para agir dentro do seu contexto local”, facilitando ações como reabilitações energéticas de edifícios ou implementação de redes de distribuição de calor e frio. Ainda na perspectiva da revisão, a Eurocities recomenda que sejam providenciados incentivos para o investimento em soluções sustentáveis e novos esquemas financeiros que facilitem o investimento coletivo.

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A prevenção de assaltos começa com um porteiro preparado

Fonte: Revista Infra

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Especialista comenta a polêmica diferença entre seguranças e porteiros

Quando falamos em segurança, nem sempre podemos relacioná-la apenas à força e equipamentos tecnológicos, mas temos também que buscar estratégias que impeçam invasões/assaltos a condomínios e estabelecimentos. Por isso, é extremamente relevante avaliar a postura da portaria e quais atitudes preventivas os profissionais da área estão treinados para executar. É bom lembrar que, apesar de muitos associarem a figura do porteiro a ações ostensivas, eles na prática, fazem a segurança preventiva e exercem função importantíssima de confiabilidade, mas não são exatamente seguranças, ou seja, não possuem e nem podem portar armas.

Recentemente, em Embu das Artes, um porteiro – que tinha registros na polícia – matou um cliente, de 19 anos, em uma Loja. Exercendo sua profissão, de porteiro, ele não poderia portar uma arma de fogo. Um porteiro treinado é essencial para segurança dos condomínios e dos estabelecimentos, pois apesar de não podem utilizar artefato de fogo, ele atua na prevenção de furtos e assaltos.

Na maioria dos assaltos a estes locais, a falha está justamente no momento da averiguação ou liberação de visitantes e prestadores de serviços. Em conjuntos habitacionais, principalmente, há maior incidência de contratação de pessoas despreparadas para a função, desatentas ao entra e sai de moradores, que deixam qualquer um entrar, sem confirmar se os moradores autorizaram ou sem checar as placas dos carros, indo apenas pela marca e cor do veículo, muitas vezes semelhantes a de algum condomínio. Outra falha comum é a entrada de portadores de serviços, como diaristas, pedreiros, encanadores, entre outros, e até entregadores de pizza e fast-food sem uma regra bem definida de controle de acesso, deixando a decisão para o porteiro.

“Os arrastões em condomínios tem se dado em grande parte pela desatenção de porteiros, pois a instrução do funcionário é, hoje, a maior arma de combate contra esses tipos de crimes.”, avalia Jorge T. Margueiro, da GS Terceirização. Todo condomínio possui regras e normas que precisam ser obedecidas por todos, pois um único deslize ou falta de comprometimento põe em risco a segurança do prédio. Um erro muito comum é o controle de acesso à garagem, onde muitos prédios não possuem em sua estrutura condições adequadas para visualização dos veículos devendo ser corrigido com equipamentos de identificação e CFTV.

Investir em treinamento e tecnologia é muito importante neste quesito de segurança e vale a pena investir neste caso. Em serviços terceirizados deve se optar por empresas que adotem estes treinamentos e mantenham funcionários sempre bem colocados e preparados para evitar situações desagradáveis ou até mesmo trágicas. De acordo com o síndico Adalmir Carvalho Monteiro, é interessante este tipo de serviço por dois motivos simples: tranquilidade e segurança.

“O prédio não precisa se preocupar com a ausência de funcionários. Com a terceirizada, outro deverá cobrir o plantão e com a mesma qualidade de serviço. O prédio não precisa fazer o processo de seleção e treinamento dos funcionários e deixa esses encargos ao cuidado e supervisão da empresa que vai aplicar rotinas próprias para tanto, contratando funcionário melhor capacitado, gerando mais segurança e trabalho de melhor qualidade.”, afirma ele.

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Estacionamento solar alcança 22MWh de geração de energia

Fonte: Revista Infra

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Projeto da Prátil, equipamento abastece sede da companhia em Niterói, no Rio de Janeiro

O maior estacionamento solar do Brasil em geração distribuída, instalado na sede das empresas do grupo Enel, em Niterói (RJ), alcançou a marca de 22 MWh de geração de energia solar em 4 meses de funcionamento. O volume é suficiente para abastecer simultaneamente cerca de 30 residências com consumo médio de 155 KWh/mês.

A geração solar evitou a emissão de 13 toneladas de CO2 na atmosfera – o que seria emitido por mês, em média, por 13 carros que percorrem 17 quilômetros por dia. Para produzir quantidade equivalente de CO2 na atmosfera, seria necessário plantar 76 árvores.

Além disso, a geração do estacionamento solar representou, até agora, uma economia de 26 milhões de litros de água, que deixariam de ser utilizados caso a energia fosse gerada por hidrelétricas.

O estacionamento solar é um projeto da Prátil, empresa de serviços da Enel, do qual também faz parte a distribuidora de energia Ampla. Ele é o maior do Brasil em geração distribuída, modalidade que permite a geração de energia para consumo próprio e o compartilhamento do excedente gerado com o sistema elétrico, de acordo com a Resolução 482 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

O estacionamento é formado por 175 painéis solares instalados em uma área de 260 m², que comporta 20 carros. A energia gerada pelas placas abastece o próprio prédio da companhia.

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Medição Global de Propriedades Comerciais

Fonte: Revista Infra

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Guia é lançado pelo RICS e Secovi-SP 

Claudio Bernardes, presidente do Secovi-SP, Márcia Ferrari, Gerente Nacional da RICS no Brasil e Neil Shah, Diretor RICS das Américas, apresentaram na noite de ontem (14/05) o guia em português do Padrão Internacional de Medição de Propriedades para imóveis comerciais.

O IPMS para imóveis comerciais (IPMS for Office Buildings), publicado em novembro passado, é o resultado de um esforço global para criar um método único, padronizado e uniforme de medição de propriedades comerciais.

“O lançamento da versão em português do Guia do IPMS para imóveis comerciais é um marco para o mercado brasileiro, que terá uma ferramenta valiosa capaz de garantir a transparência e eficiência das transações de imóveis comerciais, seja em negociações com o exterior ou no mercado local. A adoção das normas permite que avaliadores, clientes e empresas tenham em mãos informações consistentes para realizar negócios bem sucedidos”, diz Márcia Ferrari.

Para Claudio Bernardes FRICS, presidente do Secovi-SP, “é fundamental que haja padronização e que todos ‘falem a mesma língua’”. E acrescenta: “Um padrão de medida internacional comum irá impactar positivamente os mercados imobiliários em todo o mundo”.

Importante destacar que participaram da formatação das normas as mais de 60 associações membros da coalizão, entre elas a RICS, a Fiabci e o Secovi-SP e parceiros de grande importância para o mercado nacional e internacional como CBRE , Cushman & Wakefield e Colliers, que apoiam a padronização, além de vasta consulta pública, o que garante metodologia coerente para uso em todo o mundo.

Apesar de este ser um grande passo do mercado de real estate, já temos visões e posicionamentos distintos sobre os parâmetros adotados por alguns profissionais do setor. Porém, o mais importante é que agora o mercado possui uma ferramenta de base global, que permite promover a consistência dos padrões de medida. Na edição de junho da revista INFRA, detalharemos mais sobre a pauta.

O Guia está disponível em 5 idiomas, incluindo o Português, que no Brasil teve a tradução do executivo Guilherme Ribeiro, diretor da Inovação Imobiliária e professor em cursos da FAAP, Universidade Secovi, ESPM, FIA e FGV.

Para mais detalhaes sobre o IPMSC acesse www.ipmsc.org ou faça download direto do Guia no http://bit.ly/1FcGwMN

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Certificação é estratégica para a difusão das lâmpadas LED no Brasil

Fonte: Segs

Por: Rubens Rosado

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Com a retirada das lâmpadas incandescentes do mercado, o consumidor tem como opção as lâmpadas fluorescentes compactas ou as lâmpadas LED. As fluorescentes, já bem conhecidas da população, entraram no mercado com grande força na crise energética de 2001 e hoje contam com o selo de eficiência do Inmetro, que garante um produto de baixo consumo de energia, seguro e de baixo custo de aquisição.

Na mesma esteira vêm as lâmpadas LED, cujo programa de certificação, que dará as mesmas garantias ao consumidor, ainda está por vir. Contudo, as lâmpadas Led possuem uma tecnologia inteiramente diferente das demais e, por isto, o processo de certificação é um pouco mais complexo.

A Abilumi (Associação Brasileira dos Importadores de Produtos de Iluminação) tem insistido na necessidade de certificação para esses produtos, pois entende que é a única forma de tirar do mercado as lâmpadas importadas e contrabandeadas de baixa qualidade que, além de promoverem uma concorrência injusta no mercado, colocam em risco os usuários e suas instalações.

Fora estes aspectos, são produtos sem garantia e tecnicamente costumam não corresponder às características que vêm estampadas em suas embalagens, ou seja: ao comprar uma lâmpada LED de 9W, o consumidor pode estar levando para casa uma lâmpada de 5W ou uma lâmpada cujo consumo é bem superior ao divulgado, levando-o a uma maior despesa com energia elétrica.

Mas, para que haja um programa de certificação eficiente, é necessário um estudo aprofundado do produto, não só sob o aspecto técnico, como de mercado. Daí a importância da participação de todos os envolvidos no processo, desde o agente certificador, passando pelos importadores e fabricantes, até os laboratórios.

Outra necessidade é que o processo seja justo com aqueles que produzem em nosso País e com aqueles que importam, pois todos empregam brasileiros, engordam o PIB e fazem da concorrência uma porta de entrada para novas tecnologias.

Ao longo deste processo, sem sombra de dúvidas trabalhoso, devemos deixar de lado certos “vícios”: não adianta querermos que todos no Brasil tenham a melhor lâmpada do mundo, pois elas são muito, muito caras. Temos que compreender que existe uma fatia do mercado, bem inflada, constituída por brasileiros de baixa renda, que estão migrando da lâmpada incandescente, que até pouco tempo era comprada por menos de R$ 2,00.

Não podemos “elitizar” o mercado de lâmpadas LED. Temos que oferecer a todos os brasileiros uma lâmpada Led com relação custo-benefício boa, uma lâmpada eficiente, de baixo consumo de energia, que não coloque em risco o cidadão e suas instalações, que dure e ilumine exatamente o que está informado na embalagem.

O Brasil passa por um momento em que a energia elétrica é escassa e, portanto, cara. A certificação de uma lâmpada Led, que traz evidentes benefícios energéticos, para o cidadão e para o País, não pode ser uma barreira limitante do uso desta tecnologia por todos.

Infelizmente, no momento não há no Brasil instituições desenvolvendo trabalhos sobre o comportamento dos Leds, o que seria ideal. Resta-nos, então, absorver os conhecimentos adquiridos em outros países, não só em pesquisas, como em programas voltados a qualidade e uso eficiente de energia, tal como o Energy Star, nos Estados Unidos, reforçando a ideia de se ter um produto globalizado, pois isto significa maior escala de produção e, consequentemente, menor custo para o consumidor.

Se quisermos um produto com características próprias, que só o Brasil consome, o usuário vai ter de pagar caro por isto.

Fundamentado neste conceito, de ter um produto com qualidade global, é que a Abilumi vem insistindo junto ao Inmetro pela adoção de critérios para avaliação de lâmpadas LED seguindo os parâmetros do Energy Star. Estamos falando de um dos programas de qualificação de produto mais respeitados no mundo, pioneiro nesta área, rígido em suas regras, cujos critérios ali descritos foram produzidos pelos maiores centros de pesquisas, testados por laboratórios reconhecidos e aprovados pelo EPA (Enviromental Protect Agency).

Estamos nesta batalha há mais de dois anos. Nosso corpo técnico vem estudando detalhes destes documentos, ensaiando em laboratórios próprios e do fabricante, discutindo com técnicos do mundo inteiro. Tudo isto porque entendemos que se não garantirmos a qualidade de nossos produtos correremos o risco de nos tornarmos um país de lixo tecnológico, com esta enxurrada de produtos de má qualidade que a cada dia inunda nosso mercado.

Temos que observar que a tecnologia de LED está em rápido crescimento e que não somos detentores desta tecnologia. Qualquer atitude que se tome fora do contexto técnico mundial pode nos levar a um “engessamento tecnológico”, já visto em passado recente em outros produtos.

Não é desejável que um processo de certificação leve a um mercado lâmpadas LED desnecessariamente sofisticadas e consequentemente caras.

É importante que haja transparência nas ações e objetivos do processo de Certificação, não abrindo mão das discussões técnicas que deverão ser levadas à exaustão.

Se quisermos ter uma lâmpada LED no Brasil com qualidade, eficiência e com boa relação custo-benefício em um curto espaço de tempo não há como abrir mão do uso de metodologias de ensaios comprovadamente reconhecidas no meio técnico internacional.

A incorporação no processo de certificação de metodologias que ainda estão em estudo, que não foram testadas e, portanto, não são reconhecidas pelo meio técnico, juntamente com prazos extremamente curtos para realização dos ensaios, uso de laboratórios não acreditados e exigências de incorporações de componentes que não são utilizados em outros países podem colocar em risco um programa de certificação que todos desejamos. Além disso, pode acarretar, em um curto espaço de tempo, o desabastecimento do mercado com consequências indesejáveis, justo no momento em que o brasileiro tem pressa e necessidade de economizar energia.

* Rubens Rosado é formado em Engenharia Elétrica e especializado em Iluminação. Atualmente é assessor técnico da Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação (Abilumi) e atua nas áreas de consultoria empresarial e perícia técnica judicial.

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Senado aprova isenção de impostos para painéis de energia solar

Fonte: Agência Senado

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Para reduzir o custo dos sistemas de conversão de energia solar em energia elétrica, a Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) aprovou projeto que isenta do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), de PIS/Pasep e da Cofins painéis fotovoltaicos e outros componentes dessa modalidade de energia renovável, fabricados no país.

O autor da proposta (PLS 167/2013), senador Wilder Morais (DEM-GO), também prevê isenção do Imposto de Importação para componentes fabricados em outros países, até que haja similar nacional equivalente ao importado, em padrão de qualidade, conteúdo técnico, preço e capacidade produtiva.

Conforme observa o autor, o alto preço dos painéis solares no Brasil representa um obstáculo ao maior aproveitamento da energia solar no país. Ele afirma que a disseminação de células fotovoltaicas em telhados de casas e fachadas de edifícios na Europa decorre de incentivos tributários inseridos na legislação dos países da União Europeia.

O relator da matéria na CI, senador Blairo Maggi (PR-MT), também avalia que o potencial brasileiro de uso de energia solar está subaproveitado e acredita que a redução de custos, a partir da desoneração proposta, dinamizará a produção alternativa de energia no país.

Ele informa que o setor estima um aumento do consumo de energia elétrica em torno de 46% até 2023, especialmente na indústria, sendo urgente a necessidade de incentivo a novas fontes.

A renúncia de receita estimada pelo Ministério da Fazenda, disse, caso as desonerações previstas no projeto sejam adotadas, ficará entre R$ 15 milhões e R$ 18 milhões anuais, o que torna a proposta exequível, na opinião de Blairo.

— É de se comemorar, porque a Fazenda aceitou fazer uma redução de carga tributária — disse o senador.

No debate na CI, o senador Walter Pinheiro (PT-BA) considerou o projeto uma importante alavanca às indústrias de componentes para aproveitamento da energia solar no Brasil.

— Não há como achar que vamos entrar nessa área e não vamos retirar parte expressiva, inclusive, de uma cobrança que é excessiva — opinou.

Também o senador Hélio José (PSD-DF) destacou a relevância da matéria, que segue agora para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

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Benchmarking: Desempenho Energético Operacional em Edificações

Fonte: PROCEL Info

Por: Lara Martinho

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Os benchmarks são indicadores que permitem comparar o desempenho energético de um edifício com a média do setor, e são essenciais para o desenvolvimento de instrumentos para redução de consumo de energia, como etiquetas prediais de eficiência energética. Ou seja, eles definem o nível de eficiência que representa um edifício típico do mercado. Para que isso ocorra, as contas de energia elétrica do prédio são comparadas com benchmarks para a mesma tipologia e assim tornar possível a avaliação.

Para as edificações existem três tipos de etiqueta de nível de eficiência: a etiqueta de projeto, a etiqueta de edifício construído e a etiqueta de consumo em uso. As duas primeiras já estão operacionais via PBE Edifica.

O processo de etiquetagem de consumo em uso consiste na composição de um indicador típico de mercado com base em dados reais de consumo e área das edificações para identificação do nível de eficiência do edifício de forma transparente por meio de uma etiqueta pública.

Em vários países do mundo o benchmark é uma estratégia chave em políticas de eficiência energética com grande potencial para direcionar programas de redução de consumo.

“Benchmarks e etiquetagem predial em operação já são aplicados em todos os edifícios grandes de Nova York, nos Estados Unidos, todos os edifícios públicos do Reino Unido e mais de 60% do mercado de imóveis comerciais na Austrália, entre outros exemplos que já existem em outros países”, comenta o professor e coordenador do Comitê Temático de Energia do CBCS(Conselho Brasileiro de Construção Sustentável), Roberto Lamberts.

No Brasil, um programa de etiquetagem de edificações em uso deverá atender uma necessidade para indicadores simples e confiáveis de desempenho e sustentabilidade no ambiente construído. O maior trabalho no Brasil envolve o desenvolvimento técnico de benchmarks e metodologias de auditoria, coleta de dados e garantia de qualidade.

Os benchmarks a serem implantados terão que ser resistentes, relevantes, evolutivos e flexíveis, permitindo adaptação futura. Ao mesmo tempo, haverá a capacitação e o credenciamento dos profissionais que irão formar a base necessária para a implementação adequada desta etiquetagem no país.

O CBCS começou a trabalhar com benchmarking em 2013 ao perceber a carência de informações no setor e a urgência na publicação de referências e indicadores. Roberto Lamberts revela, que a Eletrobras, por meio do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), tem desenvolvido bons trabalhos em parceria com a Embaixada Britânica, que dá apoio ao Brasil no setor de energia, compartilhando a experiência e o conhecimento que o Reino Unido já possui nesta área, permitindo uma ampla troca de experiência entre os países.

Segundo Lamberts, no Brasil os benchmarks já foram publicados para agências bancárias e escritórios corporativos. Em ambas as tipologias, alguns edifícios ou empresas já estão aplicando os benchmarks para controle interno de eficiência.

Porém, a aplicação dos benchmarks enfrenta uma certa dificuldade de coletar dados confiáveis, principalmente com relação à área útil da edificação e contas de energia, tanto nas edificações públicas como nas privadas. Para Lamberts, essa e a maior barreira para o crescimento dos benchmarks no país, já que essas informações são importantes para o estudo e precisam mostrar uma redução efetiva dos custos energéticos.

“No Brasil, existe uma certa resistência para a disponibilização de informações sobre a edificação. Seria mais simples a implementação de benchmarks se houvesse uma parceria com a aplicação de programas incentivadores da transparência para a divulgação de informações pertinentes ao consumo energético de edificações”.

A CBCS em parceria com a PNUD- Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento tem feito um trabalho voltado para o poder público que fornecerá benchmarks para edifícios públicos. O conselho acredita, que essa parceria ajudará bastante na redução do consumo de energia.

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