Manutenção.net divulga Curso de Gestão de Serviços no RJ

Olá, bom dia
Estão abertas as inscrições para o Curso Gestão de Serviços – Melhores Práticas, que será realizado no Rio de Janeiro no mês de março próximo.

Desenvolvi o material do curso usando minha experiência de 40 anos na gestão de serviços, com forte enfoque em Manutenção Industrial e Predial e Gestão de Facilities.

O curso visa fornecer aos participantes uma visão sistêmica e abrangente das atividades de Gestão de Serviços, como fonte geradora de resultados, as expectativas e relações clientes e fornecedores, fornecedores e mercado, estratégias de seleção e contratação de serviços, gestão de contratos, auditorias, medição de resultados, indicadores.

Todo o conteúdo é voltado a fornecer um conjunto de conhecimentos e capacidades que permitam a qualificação de profissionais, coordenadores, gerentes e diretores de empresas que que desejam enfrentar os desafios da gestão de serviços, como tomadores ou prestadores de serviços. É um curso para quem lida com serviços como alimentação, limpeza, conservação, manutenção predial e industrial, segurança do trabalho, transporte, segurança patrimonial, recepção e portaria, produção de eventos, aluguel de equipamentos, etc.

Durante o curso são realizados exercícios de estruturação de áreas de serviços, seleção e estabelecimento de KPI (Indicadores de Performance), construção de ANS – Acordo de Nível de Serviços, relatórios de serviços.
Aos participantes são entregues modelos de contratos, modelos de quadros de controle de indicadores, modelos de ANS, planilhas de seleção de fornecedores, templates de relatórios mensais.

Há possibilidade de descontos para múltiplas inscrições de profissionais da mesma empresa.

Para mais informações sobre o curso acesse o site da Lima Walter Consultoria e Treinamentos Ltda.

Abraços e uma boa semana

Paulo Walter

www.manutencao.net

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Brasil e empreendedorismo

Fonte: Valor Online / SP

Por: Daniel Vargas

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Para sair da crise, não basta ao Brasil realizar o ajuste fiscal, enxugar o Estado e moralizar a política.

O desafio mais profundo do país é mudar a trajetória de crescimento que se impôs na última década. Já não avançaremos com exportação de commodities e redistribuição de renda. É hora de apostar no empreendedorismo de vanguarda como caminho do crescimento e da inclusão.

Nas principais economias do mundo, ao longo do século XX, assistimos ao surgimento, em torno das grandes empresas, de uma periferia de pequenas e médias empresas avançadas, responsáveis pela maior parte da inovação e da geração de renda e riqueza.

O país deveria criar modalidade de sociedade anônima flexível, escalonando direitos e responsabilidades 

No Brasil, esta periferia inovadora nunca se formou. Nossas grandes empresas investem pouco em conhecimento. Nossas pequenas empresas vivem afundadas no atraso. E praticamente não possuímos empresas médias, o espaço privilegiado para a tecnologia de ponta, gestão e trabalho qualificado.

Não podemos mudar toda a estrutura da economia do dia para a noite. Mas podemos superar barreiras institucionais básicas na organização do crédito, das empresas, da tecnologia e do Estado com conjunto de reformas que custam nada ou muito pouco.

Nossos investidores fogem do risco como o diabo foge da cruz. Parte da explicação está nos juros altos pagos pelos títulos do governo. Mas a outra parte, tão ou mais importante, é a penalização do risco no país.

A forma como isso ocorre é pela aplicação indiscriminada da desconsideração da personalidade jurídica contra o investidor. Ou restabelecemos a excepcionalidade original deste instituto para coibir casos de fraude dolosa, ou afastaremos qualquer apetite para o investimento de risco no Brasil.

Problema complementar está no regime da organização das empresas. Característica comum às empresas que mais inovam e mais geram empregos no Brasil é sua flexibilidade. Como avançam rapidamente, estão em contínua tensão com padrões de organização societária, criados para atender a negócios mais estáveis.

Para permitir seu crescimento sem ter de pagar várias vezes o pedágio das juntas comerciais, o Brasil deveria criar modalidade de sociedade anônima flexível. Basta escalonar direitos e responsabilidades dos gestores e investidores conforme faturamento.

O terceiro desafio é superar o apartheid entre conhecimento de ponta e empreendedorismo no Brasil. Para reconectar as duas pontas, falta organizar um canal de vazão comercial da tecnologia gerada por instituições de pesquisa avançada.

É o caso emblemático da Embrapa, hoje sentada em um tesouro de conhecimento, que não chega ao mercado, por restrições jurídicas à parceria privada e comercialização dos seus inventos. Problema similar afeta as melhores universidades públicas.

O Estado não tem conseguido coordenar suas inúmeras iniciativas. Quase todos os ministérios do governo desenvolvem políticas de inovação. Como água na areia, esses esforços se pulverizam sem nenhum impacto.

Falta ao país um foro para coordenar a execução das políticas e dar transparência às decisões. O Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) não faz isso: hoje não passa de um arquipélago de feudos acadêmicos, em que cada pesquisador faz o que quer.

Do mesmo modo que falta coordenação em cima, no governo, também falta coordenação em baixo, no território. Onde há crédito não há tecnologia, onde há tecnologia falta capacidade gerencial, e onde há capacidade gerencial não há mercado.

Para coordenar na base, o país precisa criar uma porta de entrada integrada aos instrumentos da produção. Esta tarefa poderia ser desempenhada por organizações da sociedade civil que já detêm legitimidade e experiência na orquestração de esforços para apoiar empreendedores, como já ocorre na Itália.

Outro problema decisivo do Estado é organizar novo regime de compras públicas, que abrace o empreendedorismo e a inovação. A Lei de Licitações foi criada no passado para organizar a escolha, pelo Estado, dos produtos e serviços já disponíveis na prateleira do mercado.

Cada vez mais, no entanto, os desafios que o Estado e o país enfrentam exigem soluções novas, que não foram produzidas por ninguém. Para comprar soluções tecnológicas e institucionais, o país precisa criar procedimentos de organização e de controle específicos.

Por fim, o Brasil deveria promover a desoneração maciça da importação de bens de capital. Jamais seremos competitivos enquanto o empresário brasileiro pagar duas ou três vezes o preço que a mesma máquina custa ao empresário alemão.

A solução exige enfrentar as restrições impostas pelo Tratado do Mercosul. Caminho “light” seria começar, desde já, a negociar a inclusão de tecnologias de uso multissetorial entre produtos isentos. Nossos parceiros deverão entender que todos perdemos muito mais em geração de riqueza do que ganhamos com os trocados que tomamos dos empreendedores.

Em resumo: ajuste fiscal, alteração na política de juros e Lava-Jato definem o fluxo do rio de nossa economia. Mas sozinhos são incapazes de redirecionar seu curso. Reformas institucionais certeiras criarão novo leito para a economia, liberarão água represada e começarão a irrigá-la.

Daniel Vargas é professor da FGV Direito Rio

Este artigo reflete as opiniões do autor, e não do jornal Valor Econômico. O jornal não se responsabiliza e nem pode ser responsabilizado pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso dessas informações

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AES Eletropaulo abre chamada pública para projetos de eficiência energética

Fonte: Procel Info

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A AES Eletropaulo abriu Chamada Pública de Projetos de Eficiência Energética (CPP/2015). O processo abrange clientes de todos os ramos de atividade que possuem unidades consumidoras na área atuação da companhia.

Os interessados têm até o dia 30 de janeiro, às 15h30, para solicitar esclarecimentos e as propostas serão recebidas entre os dias 5 e 29 de fevereiro. Os qualificados serão divulgados em 25 de março. Em seguida, será aberto o período para recursos e, no dia 5 de abril, serão anunciados os resultados finais. Os documentos exigidos e o edital estão disponíveis no site da AES Eletropaulo. Para acessar, clique aqui​​.

“Com a chamada pública, a escolha dos projetos de eficiência energética ganha transparência. O processo também possibilita a apresentação de propostas de clientes dos mais diversos ramos de atividade que compõem o mercado da AES Eletropaulo, como indústrias, comércios e serviços públicos, por exemplo. É mais uma oportunidade para a companhia exercer seu papel de gerar valor para a sociedade”, ressalta Rubens Leme, Coordenador de Usos Finais da AES Eletropaulo.

* Com informações da assessoria de imprensa da AES Eletropaulo

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SEBRAE/RS lança Programa Energia Mais

Fonte: O Sul Online

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Eficiência energética e geração de energia a partir de fontes renováveis são duas das mais importantes preocupações das sociedades modernas. Para estar presente nesse mercado, não apenas como consumidores, mas como protagonistas nos negócios, as micro e pequenas indústrias ou prestadores de serviços da cadeia de energia passam a contar com um programa específico desenvolvido pelo SEBRAE/RS. O lançamento ocorreu na semana passada, na Regional Metropolitana.

O novo programa chama-se Energia Mais e tem como objetivo ampliar as oportunidades para os pequenos negócios da cadeia de energias renováveis e soluções em eficiência energética da Região Metropolitana de Porto Alegre. Pretende buscar a diversificação de mercado e aproximação com os investimentos na cadeia de energia no Brasil. A ideia é qualificar 45 pequenas indústrias e prestadoras de serviços industriais do segmento. O gestor do projeto na Regional Metropolitana, Cleverton Paranhos da Rocha, antecipa que o Programa Energia Mais se estenderá, também, para as regiões da Serra Gaúcha e Zona Sul. “O Rio Grande do Sul é um dos estados com grande potencial para crescer nos dois segmentos, o de geração de energia a partir de fontes renováveis (como eólica, fotovoltaica, biomassa ou PCHs) e de soluções em eficiência energética”, afirma.

De acordo com Paranhos da Rocha, a realidade tecnológica para geração de energia elétrica está bastante avançada e possui enorme aceitação para projetos de pequeno porte. “As empresas gaúchas possuem excelentes soluções para atender com qualidade as necessidades energéticas urbanas e rurais em todas as regiões do Estado e do País. Existem muitos projetos nesse segmento e, portanto, todas as iniciativas possuem boas perspectivas de ótimos resultados”, argumenta.

No evento de lançamento foi apresentada a metodologia de aplicação do Programa, com duração de dois anos (2016 e 2017). “Após a seleção das empresas que vão compor o grupo do Programa, devemos realizar diagnósticos para identificar os principais gargalos e as carências de curto e médio prazo. Esses aspectos deverão ser trabalhados a fim de transformar as empresas e dar condições de torná-las mais competitivas”, esclarece o gestor do SEBRAE/RS. Com o andar do Programa, deverão ser realizadas ações de qualificação para atuação de mercado que vão desde cursos presenciais e consultorias até ações específicas de prospecção de mercado, participação em feiras e missões, rodadas de negócios, entre outros.

O biólogo Leonardo Matias, sócio fundador da Biometria Consultoria e Projetos, empresa especializada no licenciamento, implantação e desenvolvimento de projetos para geração de energia eólica, hídrica e fotovoltaica nas regiões Sul e Nordeste do Brasil, realizou palestra sobre “Cenários e Oportunidades para Energias Alternativas no Brasil”. Ele apresentou o setor com mais detalhes sobre as matrizes energéticas alternativas em desenvolvimento, os incentivos econômicos para o setor de energias alternativas, as perspectivas de negócios presentes e/ou futuros, como acessar e fornecer neste mercado e principais investimentos no País.

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Nova Lima / MG: Inscrições abertas: Curso de Especialicação em Eficiência energética

Fonte: ICEMG

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Estão abertas as inscrições para a 1ª Edição do curso de Especialização Lato Sensu (Reconhecido pelo MEC) em Eficiência Energética. A previsão é que as aulas comecem em fevereiro de 2016. As aulas serão ministradas nas dependências do Instituto de Competências Empresariais, em Nova Lima, região metropolitada de Belo Horizonte.

O curso tem como objetivo capacitar os participantes a atuarem em ações de Eficiência Energética e de inovação na área de mobilidade, a fim de atender às exigências globais.

As aulas serão presenciais, ministradas por doutores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), de segunda a quinta-feira das 18h30 às 22h30, em semanas alternadas, durante 18 meses letivos, havendo mais seis meses para elaboração do trabalho de conclusão do curso. Os alunos aprovados receberão certificação com título de Especialista pela UFSC. O curso se iniciará com um mínimo de 35 alunos inscritos.

Para mais informações os interessados podem entrar em contato pelos telefones (31) 2123 6379/ 5944 ou 3286 9797.

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Retrofit atinge Avenida Paulista de ponta a ponta

Fonte: Informativo Massa Cinzenta – Cimento Itambé

Por: Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330

Divulgação: Engenharia Compartilhada

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Em São Paulo, uma das ruas mais conhecidas do país passa por completa reforma. A revitalização vai do asfalto aos arranha-céus com mais de 50 anos

Uma das ruas mais conhecidas do país está passando por um completo retrofit. No chão, a prefeitura de São Paulo revitaliza calçadas e cria ciclovias em seu canteiro central. No alto, os prédios localizados na Avenida Paulista é que se submetem a revitalizações. Com muitos edifícios construídos entre os anos 1940 e 1970, as reformas atingem quase uma dezena de empreendimentos. A opção pelo retrofit se dá por três motivos: o alto custo para demolir e reconstruir obras novas, a burocracia para viabilizar novas edificações na região e a escassez de terrenos.
A Perkins + Will, escritório global de arquitetura e design interdisciplinar, lidera dois grandes projetos na Avenida Paulista, e que somam investimentos de mais de R$ 110 milhões. Um deles é o do Brazilian Financial Center (BFC), conhecido por ter abrigado por muitos anos a sede do Banco Real. A previsão de conclusão é em dezembro de 2016. Nos projetos em andamento, o processo de retrofit é utilizado para adicionar novas tecnologias às construções. “A estimativa de vida útil de uma edificação é de 50 anos. Com o processo de retrofit é possível proporcionar um novo ciclo de vida de mais 40 anos às construções”, afirma Douglas Tolaine, diretor de Design da Perkins + Will no Brasil.
O arquiteto explica que o universo de trabalho em retrofit é vastíssimo no Brasil. Além do aspecto cultural de preservação de patrimônio, também reforçam essa tendência a escassez de boas áreas disponíveis em locais estratégicos, aliado ao longo e burocrático tempo para as aprovações de projeto, a complexidade de demolição ou implosão de edificações em zonas consolidadas e o tempo de construção de um novo edifício. Além disso, as certificações para prédios verdes, voltadas para o retrofit, estimulam investir em reformas.
Economia energética de 30%
É o caso do edifício comercial Panorama Paulista. A reforma, concluída em 2014, esteve sob a responsabilidade do escritório Athié Wohnrath. A torre teve 80% de sua estrutura preexistente mantida por meio da conservação de lajes, vigas, pilares e elevadores. Já a fachada, totalmente reformulada, utilizou vidros de alta eficiência e brises de alumínio para atenuar a absorção de calor e o ofuscamento visual. Para adequar o edifício aospadrões de certificação LEED, o projeto ainda contou com a instalação de um sistema hidráulico para a redução em 30% no consumo de água.
Na Avenida Paulista, outro edifício que busca retrofit com certificação sustentável é o Paulista 2028. A reforma é viabilizada pela BNCORP – incorporadora especializada em empreendimentos comerciais -, cujo projeto inclui fachada com vidros de alto desempenho térmico, para minimizar o uso de ar-condicionado, além de dispositivos sanitários de baixo consumo para reduzir o uso da água em até 35%. “A adoção destas e outras medidas no Paulista 2028 devem gerar uma economia de aproximadamente 30% no custo de operação do edifício”, diz Nelson Mazzeo, gerente de marketing e incorporação da BNCORP. O plano prevê também a destinação do entulho e a reutilização de materiais.
Entrevistados 
Escritórios Perkins + Will, Athié Wohnrath e BNCORP (via assessoria de imprensa)
Contatos
media@perkinswill.com
contato@awnet.com.br
relacionamento@benx.com.br
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Aquecimento, refrigeração e ar-condicionado em destaque na Conferência de Inverno ASHRAE 2016

Fonte: Engenharia Civil

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A Sociedade Americana de Engenheiros de Aquecimento, Refrigeração e Ar-condicionado (ASHRAE) promove, entre 23 e 27 de janeiro, em Orlando, nos EUA, a Conferência de Inverno ASHRAE 2016. O evento decorrerá em simultâneo com a Exposição AHR 2016, juntando profissionais e acadêmicos de todo o mundo para a apresentação e debate das mais recentes inovações nas áreas do AVAC, eficiência energética e sustentabilidade na construção.

O programa técnico do evento incluirá temas como os sistemas avançados de recuperação de calor, modelação térmica de edifícios, atenuação de ruído em condutas, qualidade do ar interior, eficiência energética de edifícios, consumo de energia em edifícios de grande altura, performance energética, reabilitação térmica, avanços na área da refrigeração, sistemas de ar condicionado em países com temperaturas elevadas, sistemas de distribuição de ar, operações de manutenção para otimização do desempenho de sistemas AVAC, edifícios residenciais verdes, tratamento de água e filtros inteligentes.

Será igualmente abordada a acústica em edifícios residenciais, armazenamento de energia térmica, conforto e eficiência energética, estratégias de controle de gases de efeito de estufa, janelas inteligentes, conversão e transferência de energia, pegada ecológica nula em edifícios de datacenters, automação, sensores de AVAC, redes energéticas de elevada eficiência, bombas AVAC e sistemas de ventilação e arrefecimento solar.

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Dedicated outdoor air systems and code compliance

Fonte (Source): Consulting – Specifying Engineer

Por (By): J. Patrick Banse, PE, Smith Seckman Reid Inc., Houston

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Dedicated outdoor air systems (DOAS) deliver dehumidified air to buildings to improve the indoor air quality and thermal comfort.

Learning objectives:

  • Explain basic air system design techniques.
  • List codes and standards relevant to dedicated outdoor air systems (DOAS).
  • Apply these design techniques, with examples from two health care buildings.

There continues to be an increased demand for highly efficient HVAC system design and high-performance buildings that provide indoor air quality (IAQ) and thermal comfort that exceeds minimum code requirements and occupant expectations. Many jurisdictions are adopting the most recent ventilation standards and commissioning requirements to help achieve these design goals.

Air-handling units (AHUs) that provide pretreatment of outdoor air (OA; also referred to in some localities as pretreat units) have been standard in HVAC design for a long time. The unit takes in 100% OA and then filters, heats, cools, dehumidifies (or humidifies) the air, and introduces it into a mechanical room plenum where it is mixed with return air. With further filtration and treatment, the air is introduced into the space. It continues to be a good way to reduce the work of dehumidification of the air (moisture removal) a building air unit would need to perform and to achieve more effective energy use.

This approach also provides a positive introduction of required ventilation air, which results in positive building pressurization. This design approach is especially useful in humid coastal climates. One of the primary reasons for the air pretreatment is to decouple the latent and sensible cooling loads of the OA from the space’s cooling loads. This pretreated air is also an excellent method to supplement other devices such as active and passive-radiant and convective cooling technologies.

Ventilation standards such as ASHRAE Standard 62.1: Ventilation for Acceptable Indoor Air Quality have been in use since 1973 (originally as Standard 62) and are now updated regularly using ASHRAE’s continuous maintenance process. The introduction of pretreated OA and minimum ventilation requirements go hand in hand. The pretreat unit nomenclature has been used for a long time, but is now more commonly known as the dedicated outdoor air system (DOAS). Some of the functions and methods of air introduction include:

  • Direct introduction of treated OA to each occupied space (OA direct to space)
  • Introduction of treated OA to air-handling unit inlet (OA to AHU inlet)
  • Introduction of treated OA to mechanical room plenum (OA to mechanical room plenum)
  • Using treated OA for active chilled beams and other equipment needing primary air (OA to equipment).

Each of these air-delivery approaches requires air balancing, air measurement, and controlled delivery of the air. The OA quantity is dependent in each case upon the required ventilation air for each space, meeting the exhaust air requirements and for proper building pressurization.

Calculating required ventilation air 

ASHRAE 62.1-2010 allows for multiple ways to calculate and introduce the required ventilation air to the occupied zones. Two of the methods included in the ventilation-rate procedure are the 100% OA system and the multiple-zone recirculating system. The 100%-OA-system formula in paragraph 6.2.4 uses the ventilation required by each zone and sums all of the zones for the total air to be supplied by an air handler supplying only OA, which can be individually supplied as treated air to each zone or space.

The multiple-zone recirculating system uses one or more air handlers to supply a mixture of OA and recirculated air to more than one zone. The air formula noted in paragraph 6.2.5.1 calculates the primary OA fraction to be supplied based on the total ventilation air required divided by the total primary air required for proper treatment of the spaces. Further explanation and a ventilation system schematic are contained in Normative Appendix A of the standard.

OA direct to space

The first approach noted above (direct introduction of treated OA to each occupied space) requires a separate OA unit, separate supply duct system, air devices, and control strategy or sequence to maintain the correct air balance and air delivery. The air supply can be at space-neutral conditions or slightly cooler to assist in treatment of the space cooling requirements.

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The goal with this approach is to provide the correct amount of ventilation air to the space that meets ASHRAE 62.1 requirements and/or satisfies the space-exhaust requirements. The supply air ductwork would be smaller than ducts for the total supply air volume; several similar room types could be combined and the air distributed through an air-terminal unit (ATU) to ensure the correct amount of air was being delivered at all times.

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This approach is particularly suited to rooms that have individual recirculating units such as fan-coil units. Other spaces, such as conference rooms or libraries, that have fluctuating occupant loads and sometimes lengthy unoccupied periods may rely on occupancy sensors or demand-controlled ventilation (DCV) to meet the ventilation requirements for the space. DCV is defined by ASHRAE 62.1 as “any means by which the breathing-zone outdoor airflow can be varied to the occupied space or spaces based on the actual or estimated number of occupants and/or ventilation requirements of the occupied zone.” An ATU could be controlled to modulate closed in the unoccupied mode, and the central OA unit would then be able to decrease its air volume in response to the reduced space needs either from measured airflow or static pressure control.

A typical DOAS-unit configuration is shown in Figure 1. A DOAS-unit schematic diagram showing some potential control components is shown in Figure 2.

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Mercado de energia solar é aposta de pequenos empresários

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

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Mais um mercado que tem perspectiva de crescimento em 2016 é o de energia solar. A consultora de negócios Ana Vecchi explica que o mercado de energia solar tem forte tendência pra 2016, em função dos apagões e do aumento da conta de luz.

Ela diz que o consumidor está mais atento nas contas que tem que pagar, e cada vez mais consciente nos aspectos de sustentabilidade. Bruno Lima percebeu isso no ano passado. Com dois sócios investiu R$ 200 mil para montar a empresa, que instala sistemas de energia solar.

Numa casa de 200 metros quadrados, em Campinas, interior de São Paulo, por exemplo, ele instalou 12 painéis de 1,65m de altura. São placas fotovoltaicas.

O espaço tem 35 lâmpadas, duas geladeiras, dois aparelhos de ar-condicionado e ainda um estúdio de música, com dezenas de equipamentos ligados o dia inteiro.

A conta de energia é zero, isto é, o proprietário só paga a taxa mínima. O segredo: a luz do sol bate sobre as placas e gera eletricidade limpa e mais barata. O sistema todo custou R$ 27 mil.

Com ele, a casa economiza R$ 400 na conta de luz por mês. E o investimento é recuperado em menos de seis anos. A empresa já instalou mais de 50 sistemas de energia solar. Este ano, o faturamento deve fechar em R$ 1,5 milhão – quatro vezes mais que em 2014.

Veja aqui a reportagem do programa Pequenas Empresas Grandes Negócios sobre as perspectivas de crescimento do mercado de energia solar em 2016

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Inmetro autoriza laboratórios TÜV Rheinland no exterior para testar equipamentos de energia solar

Fonte: Procel Info

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O Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) acaba de autorizar outros cinco laboratórios no exterior da TÜV Rheinland, um dos maiores grupos mundiais de certificação, inspeção, treinamento e gerenciamento de projetos, para testar equipamentos voltados à geração de energia solar no Brasil, incluindo os módulos e inversores fotovoltaicos importados e fabricados no país.

Com a nova autorização, a TÜV passa a disponibilizar os modernos Centros de Ensaios instalados nos Estados Unidos, Japão, Índia, Itália e Taiwan para os testes, totalizando sete laboratórios aptos a atuarem para o mercado brasileiro. No início do segundo semestre de 2015 o Instituto já havia acreditado para os testes os laboratórios da empresa localizados na Alemanha e na China.

Os testes realizados pela TÜV Rheinland compreendem a verificação da eficiência energética de todos os aparelhos, de acordo com as portarias 004/2011 e 357/2014 do Instituto, bem como a medição de desempenho e segurança dos inversores fotovoltaicos, conforme a norma ABNT NBR 16150 e NBR IEC 62116. Os laboratórios também possuem escopo completo para padrão IEC.

A TÜV Rheinland é uma das principais organizações de todo o mundo responsável por verificar os aspectos relacionados aos projetos fotovoltaicos e atestar a qualidade e procedência dos equipamentos usados na geração de energia solar.

“Com mais de 12GW inspecionados em plantas fotovoltaicas, a TÜV Rheinland ainda atua desde a fase de desenvolvimento e planejamento das plantas, no funcionamento e na manutenção, bem como no fechamento ou venda das usinas de energia solar”, afirma o porta-voz da TÜV Rheinland Brasil, Daniel Vilhena.

Os serviços, que oferecem segurança aos investidores, englobam análises de viabilidade dos projetos; estimativas de rendimento e desempenho; inspeções e testes pré-embarque de equipamentos; e o monitoramento da construção das plantas.

* Com assessoria de imprensa

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