Dedicated outdoor air systems and code compliance

Fonte (Source): Consulting – Specifying Engineer

Por (By): J. Patrick Banse, PE, Smith Seckman Reid Inc., Houston

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Dedicated outdoor air systems (DOAS) deliver dehumidified air to buildings to improve the indoor air quality and thermal comfort.

Learning objectives:

  • Explain basic air system design techniques.
  • List codes and standards relevant to dedicated outdoor air systems (DOAS).
  • Apply these design techniques, with examples from two health care buildings.

There continues to be an increased demand for highly efficient HVAC system design and high-performance buildings that provide indoor air quality (IAQ) and thermal comfort that exceeds minimum code requirements and occupant expectations. Many jurisdictions are adopting the most recent ventilation standards and commissioning requirements to help achieve these design goals.

Air-handling units (AHUs) that provide pretreatment of outdoor air (OA; also referred to in some localities as pretreat units) have been standard in HVAC design for a long time. The unit takes in 100% OA and then filters, heats, cools, dehumidifies (or humidifies) the air, and introduces it into a mechanical room plenum where it is mixed with return air. With further filtration and treatment, the air is introduced into the space. It continues to be a good way to reduce the work of dehumidification of the air (moisture removal) a building air unit would need to perform and to achieve more effective energy use.

This approach also provides a positive introduction of required ventilation air, which results in positive building pressurization. This design approach is especially useful in humid coastal climates. One of the primary reasons for the air pretreatment is to decouple the latent and sensible cooling loads of the OA from the space’s cooling loads. This pretreated air is also an excellent method to supplement other devices such as active and passive-radiant and convective cooling technologies.

Ventilation standards such as ASHRAE Standard 62.1: Ventilation for Acceptable Indoor Air Quality have been in use since 1973 (originally as Standard 62) and are now updated regularly using ASHRAE’s continuous maintenance process. The introduction of pretreated OA and minimum ventilation requirements go hand in hand. The pretreat unit nomenclature has been used for a long time, but is now more commonly known as the dedicated outdoor air system (DOAS). Some of the functions and methods of air introduction include:

  • Direct introduction of treated OA to each occupied space (OA direct to space)
  • Introduction of treated OA to air-handling unit inlet (OA to AHU inlet)
  • Introduction of treated OA to mechanical room plenum (OA to mechanical room plenum)
  • Using treated OA for active chilled beams and other equipment needing primary air (OA to equipment).

Each of these air-delivery approaches requires air balancing, air measurement, and controlled delivery of the air. The OA quantity is dependent in each case upon the required ventilation air for each space, meeting the exhaust air requirements and for proper building pressurization.

Calculating required ventilation air 

ASHRAE 62.1-2010 allows for multiple ways to calculate and introduce the required ventilation air to the occupied zones. Two of the methods included in the ventilation-rate procedure are the 100% OA system and the multiple-zone recirculating system. The 100%-OA-system formula in paragraph 6.2.4 uses the ventilation required by each zone and sums all of the zones for the total air to be supplied by an air handler supplying only OA, which can be individually supplied as treated air to each zone or space.

The multiple-zone recirculating system uses one or more air handlers to supply a mixture of OA and recirculated air to more than one zone. The air formula noted in paragraph 6.2.5.1 calculates the primary OA fraction to be supplied based on the total ventilation air required divided by the total primary air required for proper treatment of the spaces. Further explanation and a ventilation system schematic are contained in Normative Appendix A of the standard.

OA direct to space

The first approach noted above (direct introduction of treated OA to each occupied space) requires a separate OA unit, separate supply duct system, air devices, and control strategy or sequence to maintain the correct air balance and air delivery. The air supply can be at space-neutral conditions or slightly cooler to assist in treatment of the space cooling requirements.

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The goal with this approach is to provide the correct amount of ventilation air to the space that meets ASHRAE 62.1 requirements and/or satisfies the space-exhaust requirements. The supply air ductwork would be smaller than ducts for the total supply air volume; several similar room types could be combined and the air distributed through an air-terminal unit (ATU) to ensure the correct amount of air was being delivered at all times.

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This approach is particularly suited to rooms that have individual recirculating units such as fan-coil units. Other spaces, such as conference rooms or libraries, that have fluctuating occupant loads and sometimes lengthy unoccupied periods may rely on occupancy sensors or demand-controlled ventilation (DCV) to meet the ventilation requirements for the space. DCV is defined by ASHRAE 62.1 as “any means by which the breathing-zone outdoor airflow can be varied to the occupied space or spaces based on the actual or estimated number of occupants and/or ventilation requirements of the occupied zone.” An ATU could be controlled to modulate closed in the unoccupied mode, and the central OA unit would then be able to decrease its air volume in response to the reduced space needs either from measured airflow or static pressure control.

A typical DOAS-unit configuration is shown in Figure 1. A DOAS-unit schematic diagram showing some potential control components is shown in Figure 2.

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Mercado de energia solar é aposta de pequenos empresários

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

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Mais um mercado que tem perspectiva de crescimento em 2016 é o de energia solar. A consultora de negócios Ana Vecchi explica que o mercado de energia solar tem forte tendência pra 2016, em função dos apagões e do aumento da conta de luz.

Ela diz que o consumidor está mais atento nas contas que tem que pagar, e cada vez mais consciente nos aspectos de sustentabilidade. Bruno Lima percebeu isso no ano passado. Com dois sócios investiu R$ 200 mil para montar a empresa, que instala sistemas de energia solar.

Numa casa de 200 metros quadrados, em Campinas, interior de São Paulo, por exemplo, ele instalou 12 painéis de 1,65m de altura. São placas fotovoltaicas.

O espaço tem 35 lâmpadas, duas geladeiras, dois aparelhos de ar-condicionado e ainda um estúdio de música, com dezenas de equipamentos ligados o dia inteiro.

A conta de energia é zero, isto é, o proprietário só paga a taxa mínima. O segredo: a luz do sol bate sobre as placas e gera eletricidade limpa e mais barata. O sistema todo custou R$ 27 mil.

Com ele, a casa economiza R$ 400 na conta de luz por mês. E o investimento é recuperado em menos de seis anos. A empresa já instalou mais de 50 sistemas de energia solar. Este ano, o faturamento deve fechar em R$ 1,5 milhão – quatro vezes mais que em 2014.

Veja aqui a reportagem do programa Pequenas Empresas Grandes Negócios sobre as perspectivas de crescimento do mercado de energia solar em 2016

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Inmetro autoriza laboratórios TÜV Rheinland no exterior para testar equipamentos de energia solar

Fonte: Procel Info

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O Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) acaba de autorizar outros cinco laboratórios no exterior da TÜV Rheinland, um dos maiores grupos mundiais de certificação, inspeção, treinamento e gerenciamento de projetos, para testar equipamentos voltados à geração de energia solar no Brasil, incluindo os módulos e inversores fotovoltaicos importados e fabricados no país.

Com a nova autorização, a TÜV passa a disponibilizar os modernos Centros de Ensaios instalados nos Estados Unidos, Japão, Índia, Itália e Taiwan para os testes, totalizando sete laboratórios aptos a atuarem para o mercado brasileiro. No início do segundo semestre de 2015 o Instituto já havia acreditado para os testes os laboratórios da empresa localizados na Alemanha e na China.

Os testes realizados pela TÜV Rheinland compreendem a verificação da eficiência energética de todos os aparelhos, de acordo com as portarias 004/2011 e 357/2014 do Instituto, bem como a medição de desempenho e segurança dos inversores fotovoltaicos, conforme a norma ABNT NBR 16150 e NBR IEC 62116. Os laboratórios também possuem escopo completo para padrão IEC.

A TÜV Rheinland é uma das principais organizações de todo o mundo responsável por verificar os aspectos relacionados aos projetos fotovoltaicos e atestar a qualidade e procedência dos equipamentos usados na geração de energia solar.

“Com mais de 12GW inspecionados em plantas fotovoltaicas, a TÜV Rheinland ainda atua desde a fase de desenvolvimento e planejamento das plantas, no funcionamento e na manutenção, bem como no fechamento ou venda das usinas de energia solar”, afirma o porta-voz da TÜV Rheinland Brasil, Daniel Vilhena.

Os serviços, que oferecem segurança aos investidores, englobam análises de viabilidade dos projetos; estimativas de rendimento e desempenho; inspeções e testes pré-embarque de equipamentos; e o monitoramento da construção das plantas.

* Com assessoria de imprensa

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Lighting system design

Fonte (Source): Consulting – Specifying Engineer

Por (By): Michael Chow, PE, CEM, CxA, LEED AP BD+C, Metro CD Engineering, Columbus, Ohio

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Lighting designers must consider eight key factors when specifying lighting systems for nonresidential buildings. In addition to considering the type of lighting fixture (LED, fluorescent, etc.), they must also take into account daylighting, lighting controls, codes and standards, and other factors.

Learning objectives:

  • Analyze eight key factors that must be considered when specifying lighting systems.
  • Recall that codes, standards, siting, controls, and many other factors must be taken into account in each design.
  • Create a lighting design that meets the owner’s needs and adheres to required code.

Designing lighting for a building may seem simple at first, but there are several items a lighting designer must consider. Where should someone new to lighting design start? The eight key factors in lighting design include:

  1. The owner’s project requirements (OPR) that include project costs and schedule
  2. The basis of design (BOD)
  3. Codes and standards, including energy guidelines
  4. Sustainability certifications (U.S. Green Building Council’s LEED, Energy Star, etc.)
  5. Recommended lighting levels
  6. Lifecycle costs
  7. Safety and security
  8. Maintenance and warranty.

Factor 1: OPR

The first step in a successful lighting design is to obtain the OPR. This is a document prepared by the owner of the building. This can also be the tenant if the space being designed is a tenant space that is rented. The OPR explains how the owner would like the space to be used and operated. The OPR should include:

  • The goal for the design of the project
  • How the building/space will be used
  • The budget cost of the project (construction and soft costs)
  • The schedule for construction completion
  • Energy efficiency goals (e.g., Energy Star)
  • Standards and codes including energy codes
  • Sustainability goals
  • Types of materials to be used
  • Return on investment (ROI) and lifecycle costs requirements
  • Safety and security requirements
  • Training requirements
  • Warranty requirements.

Most projects do not incorporate an OPR. This can lead to an owner receiving a building/tenant space after construction is completed that does not meet what the owner had envisioned. This can lead to costly redesigns, increased costs, and construction delays. An OPR that is provided prior to design is critical to the success of a project.

The majority of projects have an OPR only when the project is pursuing LEED certification. LEED’s Fundamental Commissioning prerequisite requires that an OPR be completed. The commissioning authority (CxA) is required to have the OPR so that the commissioning team can validate that what is being designed and built meets the owner’s vision through the OPR.

The OPR is essential to a successful project, yet few projects use this important document. In fact, some LEED projects develop the OPR after the design has already started. In many of these cases, the energy consultant or CxA is contracted and brought onto the team after the design has already started.

The CxA’s role is to represent the owner. Many times the CxA’s contract lies with the architectural and/or engineering firm, and occasionally with the contractor. Regardless of with whom the contract lies, the CxA needs to ensure that the design does not begin until the OPR is completed.

Here is a sample preliminary OPR’s lighting goals for the lighting system for a commercial office building:

  • Lighting design including energy efficiency and controls shall conform to ASHRAE Standard 90.1-2010.
  • Maximize daylighting to all employees. Use daylighting controls and light switches for all private offices.
  • Use LED lighting.
  • Meet or exceed the recommended lighting levels in the Illuminating Engineering Society (IES) Lighting Handbook based upon people 25 to 65 yr old.
  • Use 3,500 K color temperature for all lighting.
  • Minimum of 80 color rendering index (CRI) for all lamps and light sources.
  • Provide night lighting at all entrance doors to the building.
  • Project is targeting LEED-NC v3 Silver certification at a minimum.

Factor 2: BOD

The BOD is a document developed by the architectural and engineering firms and before the schematic design phase. It is based on the OPR and describes the technical approach planned to meet the OPR. The BOD contains the design parameters to be used and identifies the parties involved. It lists who is responsible for each component of the design. For example, the BOD may state the lighting designer is responsible for the coordination and design of the lighting system.

LEED also requires the BOD as part of the Fundamental Commissioning prerequisite. This allows the CxA to determine how the design team plans to meet the OPR.The BOD should list applicable codes and standards if they are not found in the OPR. For example, an OPR may state, “provide an energy-efficient building.” The BOD may state the design intent is to exceed ASHRAE Standard 90.1-2013 by 10%. It also should describe how the design intent will be met. A BOD for the above example may state the design will use high-performance lighting such as LEDs with efficacies with daylighting controls and occupancy/vacancy sensors.

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Sustentabilidade será destaque no Museu do Amanhã

Fonte: Portal G1

Divulgação: Engenharia Compartilhada

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O Museu do Amanhã faz parte do projeto de requalificação da Região Portuária do Rio de Janeiro.São cerca de 30 mil metros quadrados de área externa, com jardins, espelho d’água, ciclovia e área de lazer, o prédio em si tem 15 mil metros quadrados de área construída e está quase pronto para a inauguração, que acontecerá dia 19 de dezembro de 2015. O projeto foi concebido pelo renomado arquiteto espanhol Santiago Calatrava, gerenciado pelo escritório Ruy Resende, e teve consultoria de sustentabilidade da empresa carioca, Casa do Futuro, com vistas à obtenção da certificação LEED (Liderança em Energia e Projeto Ambiental) – nível ouro, que deve ser chancelada no primeiro trimestre de 2016. Em um museu onde se busca entender as possibilidades de futuro, a questão ambiental torna-se protagonista. O Museu do Amanhã, desde suas fases iniciais de projeto, tem a sustentabilidade como uma de suas prioridades. A complexidade das formas arquitetônicas e a alta tecnologia empregada no edifício não criaram barreiras à sustentabilidade – ao contrário, tornaram-se aliadas. A movimentação da cobertura permite maximizar a eficiência da produção energética nos painéis solares, além de produzir mais sombras e reduzir seu aquecimento. Segundo os consultores da Casa do Futuro, foi difícil conseguir fazer com que a modelagem energética computacional “entendesse” tamanha inteligência. Mas o Brasil tem profissionais capacitados para resolver questões técnicas de alta complexidade, as equipes de projeto do Museu do Amanhã são todas locais, com raras exceções. Outro desafio foi encontrar espaço para tantas áreas técnicas, necessárias para que todos estes recursos funcionassem, mas acabou sendo tudo resolvido no subsolo do museu. Um lugar não menos fascinante do que as áreas de exposição! Pelo menos na opinião daqueles que apreciam a arquitetura e engenharia. Foram tratadas questões relacionadas ao transporte; gerenciamento das águas (enchentes); tratamento e colaboração com a limpeza das águas da Baía de Guanabara; utilização de materiais ambientalmente amigáveis e renováveis; gestão energética extremamente eficiente; redução do consumo de água; entre outras. Difícil descrever todos os itens e soluções trabalhadas, o trabalho foi extremamente longo e minucioso. Na área da sustentabilidade ambiental, tudo foi levantado e o que foi possível realizar foi feito.
ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DE SUSTENTABILIDADE ADOTADAS NO MUSEU DO AMANHÃ:
Impactos locais e transporte: Nesta categoria, buscamos reduzir os impactos que o museu traz para a sua área de implantação, seu entorno. Foram tratados itens como: * o efeito “ilha de calor”: redução do aquecimento que o museu causa em seu microclima; * transportes: incentivo à redução do uso de veículos, utilização de veículos não poluentes, uso de transporte público e de bicicletas; * enchentes: foram adotados recursos para que o museu contribua positivamente para a redução do problema das enchentes na região; * redução da poluição luminosa; * promoção da biodiversidade nos espaços revegetados: utilização de vegetação nativa, adequada ao local e que promova a recuperação da biodiversidade. O Museu do Amanhã está localizado em uma área altamente urbanizada, que oferece escolhas inteligentes de transporte. Moradores e visitantes da região terão mais oportunidades de evitar o uso de carro particular e, assim, de contribuir para a redução de emissões de gás carbônico na atmosfera. No perímetro do museu, poderão ser utilizados ônibus (Zona Sul, Zona Norte, Zona Oeste e Baixada Fluminense estão nos itinerários de dezenas de linhas urbanas e intermunicipais que integram a rede rodoviária da Praça Mauá); bicicletas (a ciclovia da cidade estará integrada com a ciclovia do museu, o que permitirá aos visitantes e funcionários um acesso fácil e seguro até o edifício); e VLT (o Veículo Leve sobre Trilhos integrará o Centro da cidade e terá uma estação na Praça Mauá).   Uso racional da água: – Uso inteligente da água, interna e externamente: A economia de água é obtida por meio de equipamentos, instalações e acessórios instalados no interior da edificação, além de paisagismo consciente no exterior. -As águas pluviais precipitadas na cobertura são captadas para serem reutilizadas para fins não potáveis dentro do museu. – Águas cinzas provenientes dos chuveiros e lavatórios seguem para a estação de tratamento localizada no subsolo e serão reutilizadas no paisagismo e na lavagem de pisos. Os resultados são ainda maximizados devido ao sistema de troca de calor com a Baía. Somente com esta ação, são economizados até 4 mil litros de água por hora! – O grande diferencial é o sistema que “libera” para as águas da Baía de Guanabara, o calor retirado dos ambientes. O nome técnico do recurso é hidrotermia, e já é utilizado em diversos projetos pelo mundo, mas é novo para o Brasil. As águas são retiradas da Baía, recebem o calor do sistema de ar condicionado e são devolvidas novamente ao mar. Todo este processo acontece de maneira a não agredir o meio ambiente. Para respeitar limitações de variação da temperatura das águas, uma nova mistura acontece para resfriar a água antes esta que volte para a Baía no lado nordeste do píer. A utilização da hidrotermia faz com que o museu não precise de torres de arrefecimento no sistema de climatização. Isso quer dizer que são economizados até 4 mil litros de água por hora!   Energia: -Energia solar como fonte de energia alternativa e renovável: Na cobertura do museu serão instaladas lamelas móveis que acompanharão o movimento do sol e captarão a energia solar para que esta, convertida em energia elétrica, possa ser utilizada instantaneamente dentro do museu. A produção de energia a partir das células fotovoltaicas suprirá até 9% de toda a energia necessária para a operação do museu. – Sistema de ar condicionado altamente eficiente: economizará energia durante seu funcionamento, devido à utilização das águas da Baía de Guanabara como fonte de rejeição de calor. Essa característica proporciona a eliminação de equipamentos que exerceriam esta função e agrega benefícios econômicos e ambientais, como a redução do consumo de energia e a eliminação do uso de água potável em torres de resfriamento.   Materiais: –  Materiais reciclados e produtos extraídos, manufaturados e transportados de forma sustentável foram utilizados na cadeia de suprimentos do museu. Os materiais reciclados, por exemplo, reduzem o uso de matéria-prima virgem e o volume de resíduos sólidos gerados. -Materiais regionais: minimizam a emissão de poluentes na atmosfera, pois são adquiridos de regiões próximas à obra. Já a certificação FSC (Forest Stewardship Council) da madeira utilizada no museu garante o manejo florestal responsável, promovendo uma mudança positiva e duradoura nas florestas e nos povos que nela habitam.   Ambiente Interno: Ao tratar de sustentabilidade, tratamos também das pessoas, da nossa qualidade de vida. Ambientes mais saudáveis, limpos e agradáveis contam com uma boa ventilação, temperatura adequada, iluminação natural e vistas livres sempre que possível. Também fez parte de nossa preocupação a toxidade dos materiais da obra. Uma vez instalados nos ambientes, alguns materiais podem emitir toxinas durantes muitos meses, prejudicando a saúde dos ocupantes. Os materiais empregados respeitam limites seguros de toxinas. Um plano de limpeza “verde” foi elaborado para que, após sua inauguração, sejam utilizados produtos atóxicos e biodegradáveis.   Sobre a redução e correta destinação de resíduos (reciclagem), destaca-se o reaproveitamento de sobras das estacas das fundações para a construção dos barracões da obra. Foram poupadas toneladas de aço com esta ação.
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Grupo de Trabalho de Energia Eólica é lançado no RS

Fonte: TN Sustentável

Divulgação: Procel Info

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A Associação Brasileira de Energia Eólica, representada pela presidente executiva, Elbia Gannoum, participou, semana passada, da primeira reunião do Grupo de Trabalho de Energia Eólica (GT Eólica). O GT foi criado pela Secretaria de Minas e Energia do Rio Grande do Sul e tem como objetivo promover o desenvolvimento energético do Rio Grande do Sul.

Dentre os assuntos de interesse, o GT elaborará um Plano Energético para o período 2016-2025, que oferecerá um conjunto de diretrizes e propostas de políticas públicas na área da energia. O Plano possibilitará melhor entendimento no que se refere aos insumos renováveis e não renováveis, a conservação de energia, a eficiência energética e a incorporação de novas tecnologias.

Para a presidente executiva da ABEEólica, “o Rio Grande do Sul apresenta um grande potencial eólico e portanto um grande potencial de investimentos para a indústria eólica nacional, sendo essencial ações por parte do Governo Estadual para alavancar os investimentos.”

O Rio Grande do Sul tem atualmente 52 parques eólicos instalados, com capacidade de geração de 1.342,9 MW. O crescimento mundial de energia eólica e o potencial brasileiro têm mostrado um cenário de grandes perspectivas para a indústria.

“A indústria eólica tem se desenvolvido de maneira virtuosa em termos de geração efetiva e a justificativa para isso se dá pelo desempenho dos parques eólicos. O Brasil ocupa o primeiro lugar desse ranking, apresentado fatores médios de capacidade superiores a 50% em alguns meses do ano”, destaca Elbia.

Com isso, conclui-se que a indústria eólica possui grandes perspectivas de desenvolvimento dentro do Rio Grande do Sul, propiciando oportunidades para a instalação de parques eólicos e desenvolvimento da cadeia produtiva.

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Projeto de lei propõe etiqueta de eficiência energética em prédio público

Fonte: Câmara de Vereadores de Piracicaba

Divulgação: Procel Info

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O vereador Luiz Arruda (PV) protocolou nesta semana o projeto de lei complementar 29/2015 na Câmara de Vereadores de Piracicaba que dispõe sobre a obrigatoriedade do uso da Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE) nos projetos de edificações públicas municipais novas ou que recebam reforma.

“A propositura atende a demanda atual que estamos enfrentando em que o país vive novo cenário de crise energética. É hora de colocar em pauta novas soluções no campo da eficiência no uso da energia aliando técnica, gestão e mudança de comportamento”, aponta o vereador no texto da propositura que será votada em 2016.

No texto, ele aponta ainda que o caminho da eficiência deve ser construído na forma de incentivos e apoios institucionais de práticas, onde o poder público apresenta potencial enorme, “podendo reduzir de forma significativa o consumo de energia e também os custos do setor a longo prazo, sendo também exemplo e referência dessas ações”.

A obrigatoriedade da eficiência energética está em consonância com a implementação, no território municipal, da Política Nacional de Meio Ambiente e tem o objetivo de incentivar a conservação e o uso eficiente dos recursos naturais (água, luz, ventilação etc.) nas edificações, reduzindo desperdícios e os impactos sobre o meio ambiente.

Na justificativa do PLC 29/105, Luiz Arruda lembra que calcula-se que quase 50% da energia elétrica produzida no país seja consumida não só na operação e manutenção das edificações, como também nos sistemas artificiais, que proporcionam conforto ambiental aos usuários, como iluminação, climatização e aquecimento de água.

“O que podemos fazer para reduzir este impacto? Existe alguma metodologia que consiga identificar se uma edificação é ou não eficiente energeticamente?”, questiona. A metodologia de avaliação consiste na etiquetagem da edificação analisando-se primeiramente o projeto e o produto final construído. Existem cinco níveis nesta Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE) e pode ser geral ou parcial.

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What engineering firms can expect in 2016

Fonte (Source): Consulting – Specifying Engineer

Por (By): Mick Morrissey, Morrissey Goodale, Newton, Mass

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Looking back at 2015 offers many opportunities for engineering firms in 2016. Here are eight trends we think you should be keeping an eye on and the messages to take away for your business.

 

If you’re like most mechanical, electrical, plumbing (MEP), and fire protection engineering firm leaders or managers in the United States, this was a great year for your firm. What’s 2016 going to look like?

Here are eight trends we think you should be keeping an eye on and the messages to take away for your business.

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1. 2015 was a record year for many MEP and architecture/engineering (AE) firms; 2016 will be even better. The public sector is spending again, the private sector is hopping like it’s 2007, and health care and educational institutions are seeing their endowments at record levels.

Message: Demand for your services will be off the charts-plan accordingly and choose your opportunities wisely.

2. It looks like the most recent federal budget will extend the tax credits for wind and solar energy projects and development. Both can be very attractive markets for MEP firms to diversify beyond the traditional vertical or buildings markets. As an added bonus these markets often pay faster than traditional MEP firm clients.

Message: Fortune favors the brave-this is your year to diversify.

3. The one big down market will continue to be upstream oil and gas. This is going to come back a lot slower than was anticipated last year.

Message: Don’t make an unhedged bet on the energy market. You always need to be in a sector that moves counter-cycle to the price of a barrel of oil.

4. The war for talent is back to pre-recession levels-and talent is winning! The labor market is as tight as it has ever been. The biggest challenge for your firm this year will be finding the right talent to allow you to take advantage of the market demands.

Message No. 1: You will be tempted to hire quickly-don’t. Remember: hire slowly, fire quickly.

Message No. 2: You’re going to have to pay a lot more for talent than you did last year.

5. The 2015 merger of KJWW Engineering Consultants (Rock Island, Ill., 2015 MEP Giants No. 24) and TTG Engineers (Pasadena, Calif., 2015 MEP Giants No. 31) sent shock waves through the MEP sector, creating a huge unified MEP capability from the West Coast through the Midwest. Expect to see at least one more mega-merger this year as the sector continues to shake out.

Message: Your competitive environment can and will change overnight. Scan your environment. Match it up with your strengths and weaknesses. Then figure out if you would be better off buying, selling, merging, or staying the course in 2016.

6. The MEP sector will consolidate at record pace next year as more firms decide to sell because they will be unable to engage millennials in their ownership transition programs. 2015 saw a record number of AE deals and we expect 2016 to see an increase of about 10%.

Message: The merger or sale of a competitor could provide an excellent opportunity for you to recruit key talent that is disaffected with the deal.

7. The rise in mergers and acquisitions (M&A) in this sector will result in more and more talent spinning off from the merged entities to start their own firms-either because they are forced out or because they see this as their once-in-a-lifetime opportunity to start their own firm. The problem? These smaller start-ups typically have low overhead and win work by charging lower fees, putting downward pressure on multipliers for the rest of the market.

Message: Build your competitive advantage around tough-to-replicate competencies, a powerful brand for expertise, and flawless execution. This will make you “sticky” with your clients. They will be reluctant to drop you for a low-cost, risky provider.

8. Speaking of flawless execution, this is the year that you will embrace lean design processes. Why? Because there will be so much work to do and you will have so many production constraints, that you will be forced to think outside the box on how to get the work done. And when you look at the most successful MEP Giants, they either are all using lean or are about to.

Message: Don’t wait for another job to blow up in your face due to 1950s project management philosophies. Figure out how to get lean.

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Proteção e combate a incêndio

Vejam no último post a triste história do Museu da Língua Portuguesa em SP, praticamente destruído por um incêndio ainda sob a análise de peritos…

Mais uma tragédia entre tantas outras já ocorridas no Brasil e no mundo…

Este tipo de situação trás à tona a questão envolvendo a “confiabilidade” de sistemas de detecção e combate a incêndio em empreendimentos que se encontram ocupados e em plena operação, ainda que tenham sido adequadamente projetados e instalados. Confiabilidade esta que se obrem a partir de alguns fatores, tais como:

  • O conhecimento do projeto e instalações e, principalmente, do desempenho e condições operacionais previstas para o sistema (como foram idealizados para operar)
  • A operação dos sistemas conforme previsto em projeto, mantendo a equipe local constantemente treinada
  • A adequada manutenção de todo o sistema, conforme Plano estabelecido
  • A programação periódica de testes funcionais e simulação de ocorrências (manutenção detectiva)
  • A avaliação periódica de desempenho dos sistemas

Ou seja, não bastará termos os sistemas de combate instalados e aprovados “lá atrás” pelo corpo de bombeiros, durante o processo de obtenção do AVCB….

O desempenho de um sistema dependerá sim das atividades acima e da atuação do gestor e equipe local ao longo de TODA A VIDA ÚTIL DO SISTEMA.

A grande questão é….será que estamos cuidando de nossos sistemas da forma adequada?

 

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Proteção e combate a incêndio

Fonte: Revista Infra

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Proteção e combate a incêndio – Legislação é ineficaz

O incêndio que atingiu o Museu da Língua Portuguesa, no prédio histórico da Estação da Luz, nesta segunda-feira (21), no centro da cidade de São Paulo, poderia ter sido evitado se a legislação brasileira fosse mais efetiva no que diz respeito à proteção contra incêndio de edifícios tombados pelo patrimônio histórico e considerados patrimônio cultural. A constatação é feita por especialistas a partir da análise das melhores práticas adotadas em outros países, como Estados Unidos, Reino Unido e Canadá.

Tradicionalmente, a regulamentação de incêndios no Brasil tem como objetivo fundamental permitir a saída segura dos ocupantes da edificação durante o incêndio, sendo que a proteção da estrutura e do conteúdo da edificação são tratados como objetivos secundários. No caso de museus e outras edificações do patrimônio histórico, a proteção da edificação e do conteúdo deveriam ser também consideradas fundamentais por tratar-se de acervo, muitas vezes, insubstituível ou edificações únicas que não podem ser reconstruídas.

Em todo o mundo, um número cada vez maior de museus está instalando sistemas de sprinklers ou chuveiros automáticos. Eles são considerados o meio mais eficiente de proteger coleções de obras de arte do fogo por algumas das principais organizações culturais do mundo, como o Instituto Smithsonian em Washington, nos EUA; o Conselho para Museus, Arquivos Históricos e Bibliotecas do Reino Unido; e o Instituto Canadense de Conservação do Patrimônio.

“O incêndio não é uma fatalidade. Quase todos os incêndios podem ser evitados, desde que sejam instalados sistemas de proteção adequados, e que estes sejam mantidos e inspecionados periodicamente”, explica Marcelo Lima, diretor geral do Instituto Sprinkler Brasil (ISB), organização sem fins lucrativos que trabalha no Brasil pela melhoria do ambiente regulatório, com o objetivo de promover a prevenção eficaz contra incêndio em prédios comerciais, industriais e históricos, por meio de sistemas de sprinklers.

No caso dos museus, os sistemas de sprinklers são os equipamentos de segurança mais eficientes para proteger estes locais, na medida em que são acionados individualmente pelo calor do fogo para combater o foco do incêndio e porque utilizam baixa pressão de água, o que reduz o dano às obras de arte.

De acordo com documento publicado pelo Instituto Canadense de Conservação do Patrimônio em 1998, os mitos que fazem com que os responsáveis por museus temam os potenciais danos provocados pela água dos sistemas de sprinklers estão gradualmente caindo por terra. Contrariamente à noção de que os chuveiros automáticos são ativados todos de única vez, eles são abertos um a um e, geralmente, entre um a três chuveiros são suficientes para acabar com o fogo. Eles são ativados pelo calor e não pela fumaça, exigindo uma temperatura entre 57º e 77ºC para começar a funcionar.

Além disso, o documento explica que a água dos sprinklers causa menos dano do que a água das mangueiras do Corpo de Bombeiros. Isso porque os chuveiros automáticos liberam água a uma vazão de 110 litros por minuto no local do início do incêndio, enquanto as mangueiras do Corpo de Bombeiros despejam uma quantidade dez vezes maior, com alta pressão em toda a região do incêndio, muitas vezes danificando mais obras de arte.

“Temos acompanhado uma sequência de incêndios em prédios históricos no Brasil, como o Teatro Cultura Artística, o Memorial da América Latina e agora o Museu da Língua Portuguesa. Na ocasião do incêndio, os responsáveis por estes lugares afirmam estar cumprindo com o que está previsto na legislação, mas, se o prédio pega fogo é porque o nível de proteção adotado não é suficiente para impedir que eles queimem”, constata Lima.

Há casos como o do Memorial da América Latina, que tinha sprinklers, mas que não funcionaram no momento do incêndio porque não havia água disponível no sistema. “Além de ter sprinklers instalados, é preciso adotar uma fiscalização regular dos sistemas de proteção contra incêndio para que eles estejam funcionando corretamente em caso de necessidade”, complementa o diretor do ISB.

 

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