Adding More Fan Power Can Be a Good Thing

Fonte (Source): ASHRAE

Por (By): Ronnie Moffitt – ASHRAE Member

According to the author, a building’s heating and cooling load can be lowered by recovering energy to and from the building exhaust air with an energy recovery exchanger. This energy exchange comes with an energy cost, static pressure loss across the exchanger that can add to the power required both by the fans supplying conditioned air to the space and the fans exhausting air. The added fan power can be significant and may lead one to ponder: is the cooling or heating recovered really worth it? This article explores the issue by covering topics such as energy recovery placement and performance.

This article originally was published in May 2014.

After June 2, access to the article from this eNewsletter will no longer be available. It will remain available for free download by members through the link provided with ASHRAE’s News and for purchase by nonmembers in the ashrae.org online store.

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Eficiência energética

Fonte: Revista Conhecimento Prático em Geografia

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“País não precisa diminuir consumo, mas consumir energia de forma mais eficiente”, afirma especialista em regulação da Aneel

Segundo especialista em regulação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Daniel Vieira, que participou do último dia de congresso na Latin Américan Utility Week – evento voltado para o setor de utilities que aconteceu em São Paulo, conscientizar a população brasileira a consumir menos energia elétrica não deve ser prioridade do governo nem das concessionárias de energia elétrica. Para ele, o prioritário para o pais é concentrar esforços e investimentos no ganho de eficiência na geração e no consumo inteligente, para resolver a lacuna existente na demanda energética dos estados brasileiros.

Na visão de Vieira, o Brasil precisa de mais qualidade de serviço, redução de perdas e diminuição dos picos de consumo para atingir um nível aceitável e mais inteligente. “Necessitamos ampliar as fontes de energia. Sair do lugar comum em termos de geração de energia eólica, biomassa, solar, hidráulica e termo-elétrica. Temos que regulamentar novas formas de produção, como a de força motriz humana, ou a geração distribuída em um condomínio, por exemplo”, destacou.

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Oficina “Eficiência Energética: a importância da etiquetagem de edifícios” será realizada em Brasília

Fonte: Procel Info

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A promoção da Eficiência Energética de Edificações é uma estratégia de relevância cada vez maior para a mitigação da mudança global do clima, considerando o crescimento do setor energético inerente ao processo de desenvolvimento nacional e o fato de que o setor de edificações responde atualmente por mais de 40% do total da eletricidade consumida no Brasil.

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Buscando ampliar o conhecimento sobre as iniciativas que visam ampliar a eficiência energética, o Ministério do Meio Ambiente promove no dia 31 de maio a oficina “Eficiência Energética: a importância da etiquetagem de edifícios”.

A capacitação, que é gratuita, tem como objetivo contextualizar a formulação, execução e gerenciamento de projetos de eficiência energética em edifícios, com foco na etiquetagem PBE Edifica, abrangendo o setor público e o setor privado.

O treinamento será realizado na Escola de Administração Fazendária (ESAF), das 14h30 às 18h30. Para mais informações e inscrições, os interessados podem entrar em contato pelo e-mail cursos@quali-a.com

Serviço

Oficina Eficiência Energética: a importância da etiquetagem de edifícios

Data: 31 de Maio de 2016

Horário: das 14h30 às 18h30

Local: ESAF – SAS – Quadra 6 – Bloco O, Edifício Órgãos Centrais – 10º Andar, Sala 1005

Informações e inscrições: cursos@quali-a.com

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Energia eólica está cada vez mais presente em projetos

Fonte: Valor Online – Internacional

Por:  Jacilio Saraiva | De Foz do Iguaçu

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A energia eólica estará cada vez mais presente nos projetos de construção, como alternativa à força elétrica tradicional. Segundo Sandro Yamamoto, diretor técnico da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), entre 2013 e 2015 o Brasil passou da nona para a 13ª. posição entre os países que exploram a energia dos ventos, com 9,1 gigawatts (GW) de capacidade instalada, em 375 parques.

“Em 2015, fomos o mercado que mais montou parques eólicos no mundo, com a marca de mil torres ao ano”, diz. Até 2019, a previsão é que a capacidade nacional alcance 18,5 GW. Segundo o especialista, residências e grandes empreendimentos imobiliários poderão reduzir o risco de apagões e diminuir o valor das contas de luz com a evolução da microgeração no setor.

Estudo da consultoria DNV Kema, encomendado pelo Instituto Abrade de Energia, indica que a microgeração tem potencial para atrair investimentos de R$ 48,9 bilhões e representar 8% da matriz energética brasileira, até 2030. Os microgeradores eólicos são turbinas de pequeno porte que geram energia em residências, prédios comerciais, escolas ou fazendas.

Uma resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para a microgeração, anunciada em 2012, determinou as condições para se operar o modelo, conectado aos sistemas de distribuição do país. Segundo a norma, quem gerar energia com aerogeradores pode injetar na rede de distribuição o excedente não consumido. Em contrapartida, a distribuidora concede um desconto na conta de luz do usuário.

Mas, segundo Yamamoto, apesar dos benefícios da geração distribuída, como a menor dependência do sistema nacional das usinas térmicas e a diminuição de gastos com tarifas, a microgeração eólica tem um longo caminho a percorrer. Ele estima que o país tenha mil unidades instaladas, um número pequeno diante do potencial energético nacional. “Uma das dificuldades para a adesão é o preço do equipamento usado pelo consumidor final, que começa a partir de R$ 30 mil”. Para aquecer o setor, o especialista sugere alternativas como novas opções de financiamento para interessados em adotar o modelo residencial e a isenção de IPTU nas moradias que instalam os geradores.

No mercado imobiliário, a adesão ao modelo de microgeração pode ser usada pelas construtoras para valorizar novos imóveis. “A energia eólica gerada em prédios pode ser repartida entre os condôminos.” A Abeeólica e a Associação Brasileira de Geração de Energia Limpa (Abragel) lançaram um certificado para empreendimentos e consumidores que usam energia renovável. Em quase três anos, já foram emitidos 50 mil diplomas.

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Brasil alcança terceira posição internacional no setor de aquecimento solar

Fonte: Brasil Energia

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O segmento nacional de aquecimento solar alcançou a terceira posição no ranking internacional em 2015, segundo dados da agência alemã Sol Rico. Entre o volume de produção de 18 países analisados, o Brasil ficou atrás apenas da China e Turquia. No ano, o país produziu 7.968 GWh, com 12,4 milhões de m² acumulados de área instalada.

Apesar do bom resultado, houve redução de 2,7% na produção de coletores solares em 2015, na comparação com o ano anterior, como apontou estudo do Departamento Nacional de Energia Solar Térmica (Dasol), da Abrava, divulgado recentemente. A retração é atribuída, especialmente, à descontinuidade do programa federal Minha Casa Minha Vida e ao cenário econômico desfavorecido.

A pesquisa do departamento contemplou a produção de coletores solares aberto, fechado e a vácuo. Os abertos, normalmente utilizados para piscina, representam hoje 43,5% dos coletores instalados, decréscimo de 5,3% na base anual. Os fechados representam 54,7%, queda de 1,8%, enquanto os coletores de tubo a vácuo cresceram 57,9%, para uma participação de 1,8%.

Vendas

A expectativa de vendas para 2016 é de crescimento em relação ao ano passado. “Considerando o planejamento das vendas de coletores solares para o ano, a expectativa para grande parte dos fabricantes é crescer entre 16% e 20%”, comentou o Dasol, em comunicado.

Em 2015, o segmento mais atendido foi o residencial, com 54% das vendas no mercado de aquecedores, seguido pelos programas habitacionais e pelo segmento de comércio e serviços, que registraram igualmente 20%. A indústria ficou com 6% de participação nas vendas do ano.

Entre as regiões, o Sudeste teve a maior demanda por aquecedores, com 61% das vendas, crescimento de 1 p.p em relação a 2014. O Sul teve 15,7% de participação e caiu 5 p.p na mesma comparação. O Centro-Oeste e Norte, ficaram com 13,5% e 5,9%, respectivamente, aumentos de 4 p.p e 2 p.p, enquanto Nordeste ficou em 3,6%, evolução de 1 p.p.

Eficiência energética

O departamento informou que está em fase de desenvolvimento de estudo sobre o segmento de aquecedores solares com foco em eficiência energética. O documento será publicado neste primeiro semestre do ano.

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Instituto de Engenharia transmitirá hoje (18/05) às 10hs palestra sobre a aplicação de energia elétrica solar no sertão nordestino

O Instituto de Engenharia de SP transmitirá agora pela manhã uma palestra técnica proferida pelo Eng. Fabio Leopoldo Giannini, abordando a aplicação da energia solar no processo de resgate do sertão nordestino.

IE TV

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Como tornar cidades mais eficientes energeticamente

Fonte: Blog GBC Brasil

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Muitos programas incentivam proprietários de residências e outros tipos de edifício a realizar melhorias para tornar os edifícios mais eficientes energeticamente, por vezes até oferecendo subsídios ou incentivos fiscais. Agora, urbanistas talvez tenham uma maneira de determinar onde estes programas podem obter o melhor retorno para o investimento: Uma nova pesquisa mostra como identificar edifícios que, “retrofitados” para maior eficiência energética, terão o maior impacto no total de emissões de gás carbono de uma cidade.

A nova descoberta, que requer somente o mínimo de informações sobre edifícios e seu consumo de energia, desenvolvido por Marta González e Franz-Josef Ulm, professores do MIT de Engenharia Civil e Ambiental. Os resultados foram publicados no periódico Interface, publicado pela Royal Society, no Reino Unido.

Os autores apontam que 44% de toda energia usada em edifícios dos Estados Unidos são destinadas à aquecimento e refrigeração, contabilizando por 20% do total de emissão de dióxido de carbono do país. Então, reduzir consideravelmente a emissão do gás neste setor poderia auxiliar o país atingir sua meta de emissão de gases estufa.

Porém, nem toda habitação é criada da mesma forma, e fazer um retrofit nos edifícios menos eficientes pode causar um impacto muito maior nas emissões do que em um que tem uma performance aceitável. Descobrir como identificar os edifícios mais carentes de melhorias, contudo, em uma escala útil para prefeituras e companhias de fornecimento de energia elétrica não é uma tarefa simples.

González explica que existem 82 parâmetros diferentes que podem afetar na eficiência térmica de um edifício, mas a maior parte destas informações requerem medições detalhadas e presenciais, em alguns casos necessitando ainda de equipamentos específicos, tornando impraticável uma análise em escala de cidade. Mas após estudos cuidadosos de áreas amostrais de Boston e Cambridge, em Massachusetts, a equipe descobriu que é possível usar apenas oito destes parâmetros para chegar a conclusões que são quase tão precisas quanto, tornando a tarefa muito mais praticável.

“Meu trabalho é reduzir o número de variáveis que você precisa saber”, diz González. “Existe alguma maneira de fazer planejamento urbano sem saber de todos os detalhes?” E neste caso, ela e a equipe descobriram que existe. Os parâmetros isolados, diz, “são as variáveis que importam. Você realmente pode focar nestes oito.”

Por sinal, Ulm diz, apenas três parâmetros podem ser responsáveis por 85 a 90 porcento da variável entre edifícios, tornando muito mais fácil executar uma primeira avaliação do estoque residencial de uma cidade.

A chave para realizar análises úteis se relaciona diretamente com a medição do uso de energia durante os meses frios: as contas de gás. Comparando contas anônimas providas pela companhia fornecedora de gás com informação dada pela prefeitura sobre o tamanho e volume de edifícios, e com dados climáticos mostrando temperaturas externas durante o período de estudo, a equipe descobriu que poderiam fazer previsões detalhadas sobre quais edifícios se beneficiariam mais se fossem “retrofitados”, incluindo ações como adição de isolamento, selar janelas e portas, trocar janelas de vidro único antigas por janelas duplas mais novas.

A análise mostra que selecionar apenas 16 porcento dos edifícios em Cambridge para tal retrofit, seria o suficiente para eliminar 40 porcento do uso da cidade de gás natural. “Não tínhamos ideia que ajudar alguns poderia fazer tanta diferença”, diz Ulm.

“A cidade conta com incentivos para reduzir sua pegada de carbono”, diz, já que Cambridge, como muitas cidades, se comprometeu a se tornar carbono-neutro. Esta pesquisa, diz, é uma forma do MIT “devolver para a comunidade e a cidade”, oferecendo uma forma de maximizar o impacto do dinheiro gasto na redução de consumo energético. “Devem existir políticas que vão alem do preço”, diz, para incluir um critério de seleção, e a formula derivada desta pesquisa poderia gerar uma base racional muito solida para tais políticas.

Talvez de forma surpreendente, a equipe descobriu que as escolhas dos residentes sobre a temperatura individual através dos termostatos não era o maior parâmetro na seleção, e que informações úteis poderiam ser extraídas sem detalhes tão específicos. “A variabilidade é relativamente baixa” baseado na escolha individual de temperatura, diz Ulm.

A equipe confirmou suas descobertas analisando informações detalhadas de um leque de mais de 6.000 edifícios em Cambridge. Um próximo passo, dizem, seria comparar os resultados se e quanto os edifícios sofressem estes retrofits.

Em simulações, pesquisadores mostram que adotar uma estratégia baseada nesta fórmula teriam maior impacto do que em programas que, assim como a maioria dos incentivos para melhorias visando eficiência energética, são essencialmente aleatórias, como incentivos fiscais que são oferecidos para qualquer um que atinja um critério básico, independente de condições especificas de seu edifício.

Esta nova análise, diz Ulm, poderia tornar possível cidades adotarem “estratégias muito focadas” para reduzir o consumo de energia para aquecimento e refrigeração. A metodologia da equipe, diz, pode possibilitar prefeituras “a desenvolverem o caminho mais rápido para a eficiência energética, em uma escala de cidade.”

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Is a modular data center the right option?

Fonte (Source): Consulting-Specifying Engineer

Por (By): Bill Kosik, PE, CEM, LEED AP BD+C, BEMP, Hewlett-Packard Co., Chicago

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Learning objectives:

  • Compare advantages and disadvantages of modular data centers.
  • Inspect the energy costs and other efficiencies that can be found in flexible data centers.

The data center market has expanded dramatically in the past few years, and it doesn’t show signs of slowing down. Many clients and building owners are requesting modular data centers, which can be placed anywhere data capacity is needed. Modular data centers can help cash-strapped building owners add a new data center (or more capacity) to their site, and can assist facilities with unplanned outages, such as disruptions due to storms. Owners look to modular data centers to accelerate the “floor ready” date as compared with a traditional brick-and-mortar facility. Modular data centers are not for everyone; however, this Q&A will explore whether it’s appropriate for your next project.

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Question: What are some of the primary advantages of modular data centers?

Kosik: The use of standardized designs and techniques, industrialized precast assemblies for construction, and prefabricated power and cooling components are important advantages in keeping quality, cost, and operating expenses to a minimum. In addition, with the benefits of lower expenses and reduced time to commissioning, modular design makes it easier to offer mixed levels of capacity within the same facility and allows expansion in phases as requirements change over time. Modular design is also a perfect complement to the modern trend toward infrastructure convergence and cloud computing.

Kosik: The use of standardized designs and techniques, industrialized precast assemblies for construction, and prefabricated power and cooling components are important advantages in keeping quality, cost, and operating expenses to a minimum. In addition, with the benefits of lower expenses and reduced time to commissioning, modular design makes it easier to offer mixed levels of capacity within the same facility and allows expansion in phases as requirements change over time. Modular design is also a perfect complement to the modern trend toward infrastructure convergence and cloud computing.

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What are some of the features and characteristics of the industrialized data center approach?

Modular design: Including a choice of options that allow meeting today’s requirements, then building out in phases as IT needs grow.

Future scalability: With the capability of adding capacity as necessary.

Efficient tilt-up, precast, or prefabricated construction: Based on standardized materials and processes that minimize bidding time and complexity and reduce field-labor requirements; you can even include traditional brick-and-mortar construction, if desired.

Menu-driven selection: Using a standardized set of construction materials and prefabricated components for easier, more straightforward planning and reduced onsite installation time.

Variable density: Allowing future flexibility and growth within an IT space that’s configured to load variable-density requirements.

Broad turnkey options: Full IT infrastructure (hardware, storage, networking, and software) can be integrated into the data center solution.

How does the cost of an industrialized data center compare to traditional, brick-and-mortar solutions?

The modular design and construction of this type of data center can significantly improve time-to-commissioning. In fact, from concept and commissioning, you can occupy the data center within a year. Cost is another advantage. Because of a number of factors, generating meaningful comparisons of actual construction costs for data centers is difficult. However, based on a midlevel estimate of capital costs for a traditional data center at about $15 million per megawatt, building a 6-MW data center appropriate for enterprise use would require an outlay of $90 million with a median estimate of around $9 million/MW for a modular design (see Figure 1).

What about ongoing energy costs?

It’s clear that on an annual basis the flexible data center will use less power than the conventional data center. Moreover, power-usage effectiveness (PUE) for the modular data center is also lower (1.19 versus 1.34), indicating its superior efficiency as compared with the monolithic structure (see Figure 2).

Much of the savings is the result of the use of indirect evaporation, air-to-air heat-exchanger cooling systems. When you figure in both the significantly lower first cost of a flexible data center, plus its lower ongoing energy and maintenance costs, the evaporatively cooled flexible data center can have 5-yr costs that are $24 million less than a traditional data center relying on water-cooled chillers with water economizers.

How does the “industrialization” part fit into the big picture?

Underpinning a flexible data center concept is a foundation of innovative supply-chain management techniques that cut time-to-commissioning and reduce capital expenditures. The reduced speed to deployment and lower construction costs stem from many factors, including standardization of components, the menu-driven selection process for choosing those components, and using a turnkey methodology with one point of contact for all aspects of the project.

The supply chain approach has other advantages, too. For instance, using standardized assemblies augmented by leveraged purchasing agreements and volume purchasing is a very effective method in keeping the project duration and costs to a minimum.

 

Bill Kosik is a distinguished technologist, data center facilities consulting, at Hewlett-Packard Co. He is a member of the Consulting-Specifying Engineer editorial advisory board.

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Um bom contrato de O&M – Por onde começar?

Dentre as várias perguntas que normalmente me são direcionadas durante os nossos trabalhos, existem algumas que sempre acabam gerando uma sensação de “calças justas” ou de insegurança…

Curiosamente, um destes casos é quando nos perguntam sobre quais as boas empresas de manutenção existem hoje no mercado…

Por mais que esta pergunta nos pareça extremamente senseta (e o é, de fato), torna-se normalmente difícil de respondê-la diretamente, sem que exploremos um pouco mais o contexto deste cliente e sem que efetuamos algumas ponderações.

Não é difícil de se explicar esta situação acima, pois acredito que todos ou quase todos que estejam lendo este post já tenham se deparado com alguns paradoxos ou contradições, quando se verifica uma mesma empresa prestando serviços tão diferentes (em qualidade, atendimento, etc) em dois clientes distintos.

Muitos se perguntam do por quê, uma vez que falamos de uma mesma empresa….

O fato é que poderíamos escrever quase um “livro” neste blog tentando esclarecer um pouco melhor este “fenômeno” que acontece não somente na manutenção, mas também em várias outras áreas englobadas pelo que se determina “hard falicities management”.

Se fôssemos condensar esta resposta em poucas frases, diríamos que, apesar de se tratar de um mesmo fornecedor:

  1. Temos contratos e formas de contratação distintas muitas vezes, distinção esta refletida pelas expectativas e necessidades de diferentes clientes, ou mesmo de diferentes sites e atividades em um mesmo cliente;
  2. Temos gestores com perfis, experiências e formas de conduta diferenciadas em ambos os lados (Cliente e Tomador);
  3. Temos mais ou menos investimentos (e não me refiro somente ao fator verba, mas também ao fator tempo e dedicação) em capacitação / treinamento para as equipes de O&M.

Enfim, uma contratação, ou melhor, o resultado de uma contratação, dependerá de vários fatores, à se inciciar pela definição de expectativas e demandas e pela seleção do potencial fornecedor, com “motor e combustível” suficientes à desenvolver o trabalho contratado.

Aspectos de Gestao de OM

Existem alguns aspecto importantes quando trabalhamos em um processo de contratação de um fornecedor, dentre eles:

  • A tradução do que se espera realmente deste processo (alinhamento obrigatório entre as partes envolvidas)
  • A definição clara de responsabilidades e dos limites de atuação
  • A especificação das formas e ferramentas de gestão à serem utilizadas

É claro que estes 3 (três) fatores deverão ainda se desdobrar em vários sub-itens, mas em linhas gerais, constituem-se em uma base para o desenvolvimento e para a condução do processo.

Uma atuação segura e técnica por parte de ambos, permitirá uma colheita mais rica no futuro, diretamente apoiada na Qualidade, na maior Disponibilidade e Confiabilidade em sistemas e equipamentos e no maior e confiável Controle de Custos.

*  Figura elaborada pela A&F Partners Consulting como figura didática em aulas ministradas.
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BCA Oficializa o seu CHAPTER no Brasil

Atuante desde 2014 no Brasil, com a participação de vários dos principais profissionais que atuam no mercado de comissionamento, o Brasil CHAPTER  do BCA – Building Commissioning Association (USA) tornou-se neste ano um dos Chapters Oficiais da BCA fora dos Estados Unidos.

Além da atual discussão ao redor da necessidade de aculturamento de nosso mercado e da capacitação de profissionais que nele atual, o BCA Chapter Brasil já possui uma agenda de reuniões para o primeiro semestre de 2015, assim como o planejamentod e Webnairs sobre o tema Comissionamento, que serão compartilhados em 2016.

Vejam a seguir o comunicado ao mercado e cliquem na figura para serem automaticamente direcionados ao site.

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