Processo de Benchmarking

Fonte: Revista Infra – Mundo Facility

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Profissionais de facilities desenvolvem pesquisa para analisar indicadores de desempenho

Um grupo de profissionais de uma grande empresa está conduzindo um processo de benchmarking com o objetivo de descobrir quais os melhores indicadores de facilities do mercado. As empresas poderão participar de forma anônima, em um formulário via web, e ao final, após os dados compilados, os participantes poderão usufruir dos resultados onde será possível analisar indicadores de desempenho, comparativo no mercado e quaisquer informações quantitativas e qualitativas que desejem.

O formulário estará disponível até o dia 20.

Para ter acesso a pesquisa, acesse o link abaixo e participe desta iniciativa.

https://docs.google.com/forms/d/1Ije89u-HcCB91mHSp6vRTZ50oxOGjEuk7hC6YTnUOcM/viewform

 

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Reunião GRUPAS E ABRALIMP

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Reunião GRUPAS E ABRALIMP
Data: 24 / 05 / 2016
Hora: 08:30hs às 12:00hs

Tema:  A IMPORTÂNCIA DA GOVERNANÇA EM FACILITIES NO PÓS CRISE”
Venha conhecer mais e debater sobre esse assunto

Local:

ABRALIMPAvenida Angélica 321 – Santa Cecília – (link do

mapa)

Dica: Próximo a Estação Metro Marechal Deodoro – Linha 3-Vermelha

Estacionamento(PAGO) no local – R$10,00 – Período

Painel de debates / Painelistas
A IMPORTÂNCIA DA GOVERNANÇA EM FACILITIES NO PÓS CRISE

1º  Sandro Haim, Presidente da ABRALIMP e atual diretor geral da Alfa Tennant para a América Latina.

2º   Prof. José Turíbio de Oliveira, Consultor da 02 Educação Corporativa, Doutor em Administração com Trabalhos e pesquisas na área gerencial.

3º  Ricardo Crepaldi, Sócio Diretor da Crepaldi Representações e Assessoria (MAMANTI), com 30 anos de atuação no mercado.

Mediador:  Bernardino Costa – Presidente do Conselho do GRUPAS

Venha participar dessa imperdível reunião do GRUPAS e tomar conhecimento de importantes assuntos que podem contribuir para excelência da Gestão de Facilities.

Nossa anfitriã: www.abralimp.org.br, efetuará sorteio de produtos, equipamentos de limpeza doados pela empresas associadas da Abralimp.

Ah, não se esqueça: “A RAZÃO DO GRUPAS É VOCÊ“.

Antonio Gentil
Presidente

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Design de iluminação natural: Um ato de equilíbrio

Fonte: Arquitetura.com

Por: Pedro Polo (Brasil)

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Mesmo que a iluminação seja a principal fonte de consumo de qualquer edifício comercial em qualquer lugar do mundo, respondendo por algo entre 35% e 65% do total consumido, em muitos locais, até mesmo os mais modernos e que se autoproclamam “sustentáveis”, até 100% da luz natural é desperdiçada todos os dias. Isso acontece até mesmo no Brasil, quando a luz do Sol pode estar disponível por várias horas mesmo no inverno e o seu aproveitamento poderia significar não apenas redução de custos, mas também algo mais confortável e ambientalmente correto.

Isto é especialmente antieconômico nos horários de pico, quando a demanda de energia elétrica e os encargos são elevados em uma fase em que o Brasil voltou para a “bandeira amarela” em suas contas no final do mês após um longo período de “bandeira vermelha”, resultado da necessidade de um uso expressivo das usinas termelétricas com os reservatórios das hidrelétricas em baixa.

No entanto, administradores de edifícios ou projetistas de residências muitas vezes agem como se não houvesse luz natural ao nosso redor.

Ao trazer a luz do dia, natural, para o interior de um edifício, nós nos tornamos capazes de reduzir a necessidade de emissão de luz elétrica e, portanto, economizar energia e reduzir custos operacionais. O Design de iluminação natural não apenas aproveita a luz natural disponível, levando-a para dentro de um prédio, mas também atua na gestão dos níveis proporcionais de saída de luz elétrica e regulação de calor e brilho. Isso acontece por meio do uso de tratamentos nas janelas, o que pode maximizar a eficiência, a funcionalidade e garantir mais conforto ao ambiente. Se bem tratada, a luz natural é muito mais agradável aos olhos do que diversas opções de luz artificial – isso sem falar nos custos.

À medida que mais sistemas avançados de gestão de edifícios continuam a surgir, integrando o controle de HVAC (heating, ventilating, air conditioning), garantindo um melhor controle de energia elétrica, calor e segurança para as operações mais eficazes, o design de iluminação natural ganha mais espaço e proporciona a oportunidade para uma eficiência ainda maior.

Agradável, produtivo, positivo

A motivação para a utilização do design de iluminação natural não deve ser exclusivamente a recompensa financeira. Muito além disso, ele deve ser visto como um meio para a criação de uma força de trabalho saudável e produtiva, bem como edifícios sustentáveis que atendam códigos e orientações, incluindo a certificação LEED, que tem se tornado cada vez mais uma meta para empresas ambientalmente responsáveis.

Dezenas de estudos mostram, por exemplo, que o aprendizado em salas de aula é muito mais fácil para os alunos que ali estão quando a luz natural se sobrepõe à artificial. Da mesma forma, é fácil encontrar estudos que relatam melhorias significativas na produtividade de funcionários em escritórios, assim como vendas em varejistas e até mesmo a melhoria da saúde geral dos ocupantes de um ambiente como um resultado direto de luz natural em espaços comerciais.

Tendências arquitetônicas recentes, como janelas proporcionalmente grandes em relação à parede e mais baixas e mais claraboias em edifícios comerciais, aumentam a penetração da luz do dia sem grandes mudanças nos projetos ou grande aumento nos custos durante a construção ou reforma do local.

Por exemplo: a Califórnia, estado mais rico dos Estados Unidos e com uma grande oferta de luz natural, tornou obrigatório em 2005 o uso de claraboias e sistemas de controle de iluminação em edifícios comerciais com pé direito superior a 15 pés. Assim, a iluminação natural evoluiu a partir da prática de trazer mais luz natural para dentro para um sistema mais abrangente e integrado para equilibrar a eficiência de todo o edifício.

A prática, como sempre, levou à perfeição.

Cuidado: quente!

Aumentar o tamanho das janelas e incluir claraboias, no entanto, tem que ser uma medida bastante estudada e planejada: o sombreamento correto é tão necessário que um cálculo incorreto de direcionamento de luz e temperatura pode colocar tudo a perder, já que o interior do edifício pode se tornar quente demais e o brilho do sol pode causar um grande desconforto, levando a produtividade por água abaixo.

Por essa razão, o design de luz natural amadureceu e se tornou em um sistema de construção controlável abrangente que traz e regula a luz do dia dentro do edifício. Uma verdadeira e efetiva integração acontece quando um sistema de controle de iluminação elétrica é integrado com outros sistemas, como janelas com cortinas ou persianas controláveis para controlar o brilho, reduzir a carga de refrigeração e proteger superfícies interiores dos raios UV.

Os sistemas de controle de iluminação natural integrados consistem em equipamentos de iluminação controláveis, como sistemas de escurecimento, cortinas automáticas, sensores capazes de medir a luz natural disponível e um controlador de iluminação capaz de executar o controle dos níveis de luz elétrica e a posição das coberturas nas janelas – em um dia de muito sol sem nuvens, por exemplo, apenas uma parte das persianas pode ficar fechada. Se uma grande nuvem aparece, automaticamente essa cortina pode se abrir completamente, garantindo o nível de luz adequado ao local de maneira rápida e sem transtornos.

Estes sistemas também podem – e devem – ser integrados a um sistema de gestão de edifícios, já que essa união permite que o proprietário ou administrador do local um único ponto de controle para todas as principais funções do edifício, proporcionando uma melhor capacidade de controlar o uso da energia no local com uma única central de controle.

Em resumo: um edifício integrado agrega muito mais valor ao seu dono.

Projetar a luz natural

Edifícios não respondem de maneira uniforme a sistemas de iluminação natural: o sucesso ou a necessidade de melhorias dependem das características arquitetônicas do edifício, do design interior, das obstruções exteriores e até mesmo das condições meteorológicas, entre outros fatores.

Além disso, é aconselhável observar também a posição da construção em relação ao sol – isso irá determinar toda a estratégia do sistema de iluminação natural. Os empreendimentos “Face Norte” frequentemente garantem a melhor fonte de luz durante o dia, porque toda a iluminação é difundida e é relativamente livre do brilho incômodo aos olhos. Por outro lado, uma exposição pelo sul pode necessitar uma maior blindagem por conta do sol do meio-dia, enquanto as janelas voltadas para leste ou oeste apresentam um maior risco para o brilho do sol direto, o que, no entanto, pode ser facilmente controlado com cortinas e persianas motorizadas, guiadas por controle remoto.

É importante compreender o impacto que estas variáveis podem ter sobre o sucesso do sistema nas fases iniciais de concepção para a iluminação natural, pois ao planejar estrategicamente levando-se em conta estes fatores é possível chegar a um sistema ideal para um determinado empreendimento.

Determine o foco

O objetivo do sistema de controle é manter a iluminação incidente, ou o nível de iluminação em uma posição constante e ao mesmo tempo agradável. O foco da luz, por sua vez, pode ser não apenas um local como um todo, mas também uma única superfície, um objeto, uma obra de arte, ou qualquer outra coisa.

A escolha da localização do sensor é algo crítico, já que ela precisa estar exposta a uma luz incidente que se correlacione com a iluminação a ser controlada e, além disso, a intensidade do sinal deste sensor deve ser, no mínimo, razoável. Além disso, na maioria dos casos queremos eliminar a luz direta do sol, devido ao seu desconforto por conta da luz forte e do calor.

No caso da luz natural, o grande desafio está em orientar o sensor de tal maneira que ele seja capaz de medir também a luz refletida – nas nuvens, por exemplo. Essa iluminação é bastante variável, já que ela depende inclusive da superfície em que ela está projetada.

Em aplicações de luz natural, o desafio está em colocar o sensor em um local onde se possa não apenas medir a luz refletida, mas também analisar como ela varia em uma determinada superfície. Desta forma, é fácil concluir que normalmente o sensor está no localizado no teto de um ambiente de trabalho e, geralmente, acima das mesas.

Sensores de luz não devem jamais ser apontados diretamente para uma fonte de luz, seja ela o sol ou uma lâmpada elétrica. Também é importante que este sensor não fique totalmente voltado para o exterior do prédio, para evitar a influência de fatores como luzes de veículos, raios e trovões, entre outros fatores não-permanentes.

Entregando um sistema que funciona

Enquanto os sistemas de iluminação natural exigem responsabilidade após a instalação, o processo de comissionamento foi simplificado nos últimos anos, e os fabricantes usualmente têm técnicos treinados para realizar este trabalho com alta qualidade.

A instalação inicial de um sistema de controle de iluminação natural envolve um procedimento de medição. É importante “avisar” o sistema quando o nível de iluminação chega ao nível desejado, para que seja definida a contribuição da luz elétrica necessária para que se atinja o nível de luz pretendido.

Além disso, é preciso estar atento ao período da noite, visto que a contribuição da luz elétrica obviamente se torna muito maior que a luz natural. Outro fator a ser levado em conta é que, para regular o uso da luz elétrica, também é preciso definir os limites de iluminação das janelas com persianas em níveis aceitáveis.

Isso é importante porque irá determinar quantas vezes e em que grau as persianas devem se mover, além da quantidade de brilho externo que a janela levará para dentro do ambiente.

Quando o sistema de controle incorpora persianas e luz elétrica, a iluminação pode variar dentro de uma faixa pré-definida. Quando ela se move fora desta faixa, as cortinas são movidas para trazê-la de volta para dentro do que foi anteriormente planejado. Esta operação garante que as cortinas não se movem de forma contínua ou com demasiada frequência, o que seria perturbador e incômodo para os ocupantes.

Muitos projetos de construções comerciais estão passando a utilizar sistemas de controle de iluminação com luzes fluorescentes com reatores digitais reguláveis que incorporam a iluminação natural. O uso da tecnologia de reatores digitais, que cresce exponencialmente, oferece benefícios exclusivos para um sistema de controle de iluminação natural. Um exemplo: diversos locais com os mais diferentes requisitos de luz podem ser controlados com a utilização de um único sensor. O resultado é uma performance superior e um alto nível de flexibilidade.

Sistemas automáticos que são capazes de desligar ou diminuir as luzes em resposta à luz do dia são extremamente eficazes em ambientes de trabalho. E com a adição de cortinas nas janelas que podem ser controladas tanto pelos ocupantes quanto por um controle remoto ou outro sistema automático, a economia de energia pode chegar a surpreendentes 70%.

Assim como acontece com qualquer sistema de controle, é muito importante dar aos ocupantes do local algum nível de poder sobre ele. Isto pode ser tanto controles individuais para cada ocupante quanto um controle manual com localização central, capaz de operar as cortinas e persianas e as luzes de uma forma independente.

Isto pode variar de controles individuais para cada ocupante a um controle manual com localização central, que opera as sombras e as luzes de forma independente. Em todo caso, vários estudos mostraram que a utilização de controles individuais tem um efeito positivo sobre a satisfação e a motivação dos funcionários, e, consequentemente, sobre o desempenho.

Existe uma série de fatores que afetam o sucesso de um sistema de iluminação natural que precisam ser consideradas no início do projeto. Mas os sistemas integrados são uma tecnologia real e econômica por conta dos diversos benefícios ambientais, de custos e de produtividade.

Com a instalação e o comissionamento de sistemas de iluminação natural, controles de iluminação mais avançados e sistemas de gestão de edifícios menos complicados à disposição, projetos de edifícios comerciais podem cada vez mais a abraçar a luz natural que está ao nosso redor.

* Pedro Polo é diretor-geral da Lutron Electronics Brasil.

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Schlieberg: o bairro alemão que produz quatro vezes mais energia que consome

Divulgação: GBC Brasil

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Publicada em: 06/05/2016

Friburgo é considerada a capital ecológica da Alemanha desde 1992 quando recebeu um prêmio com esta denominação após a aprovação em 1986 de medidas que exigiam requisitos de sustentabilidade em seus projetos de energia e transporte com o objetivo de melhorar a qualidade de vida de seus habitantes. 

Resultado disso, hoje em dia há centenas de painéis solares instalados nas coberturas de seus edifícios que aproveitam o potencial energético das 1.800 horas de luz do sol anuais que banham a cidade localizada no “cinturão solar” da Alemanha. Além disso, a cidade conta com uma rede cicloviária de 400km de extensão que faz dela o epicentro do ciclismo urbano do país.  

Além disso, a cidade desenvolveu diversos planos para aumentar a quantidade de áreas verdes, diminuir a poluição acústica e ter espaços públicos mais atrativos que fomentem as caminhas e o uso da bicicleta.

No entanto, existe um projeto  concebido pelo escritório do arquiteto alemão Rolf Disch que se destaca por ter feito o bairro de Schlierberg produzir quatro vezes mais energia que a necessária para seu funcionamento através do emprego de painéis solares. 

O projeto foi desenvolvido como parte de um plano de regeneração urbana para o distrito de Vauban que desde o início dos anos 1990 era usado como base militar. Ali foram construídas 60 habitações e em cada uma foi instalado um painel  solar que está ligado à rede urbana e pode produzir até 445 kWh. 

Deste modo, a produção anual de energia elétrica proveniente do sol é de 420.000 kWh, isto é, quatro vezes mais que o consumido anualmente pelo conjunto de habitações. Com essa produção, somada ao projeto de eficiência energética das unidades, evita-se o consumo de até 200 mil litros de petróleo e a emissão de até 500 toneladas de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera a cada ano. 

Fonte: Archdaily

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O desconhecimento de Normas Técnicas

Considerando o meu post anterior, onde apenas divulgo uma das notícias veiculadas recentemente na mídia, no que se refere aos atrasos na entrega do parque olímpico no RJ, eu gostaria de resgatar um pouco a preocupação quanto ao conhecimento e a aplicação de normas técnicas e itens de lei (municipais, estaduais ou federais) nas atividades de engenharia.

Independentemente da grandeza do evento e da magnitude destas construções, parece-me inconsebível imaginar a ocorrência de 11 mortes neste processo, ou seja, a perda de 11 vidas, seja lá quais forem as causas ou justificativas.

Isto me remete de forma imediata ao que se também observa em pequenas obras e no dia a dia da Operação e Manutenção, no que se refere ao descumprimento de Normas e Leis…

Na realidade, o que se observa é:

  • O desconhecimento destas ferramentas (Normas e Leis) que podem nos ajudar no processo de gestão
  • A permissividade e muitas vezes, o excesso de tolerância quanto aos trabalho sem a devida segurança

Estes fatos são verificados desde uma atividade de troca de lâmpadas com o uso de escadas ou andâimes, até o simples transporte manual de uma carga excessiva.

É muito importante que os jovens profissionais tenham conhecimento do leque de ferramentas legais existentes e que poderão ajudá-los à cobrar / exigir e zelar pela segunça de seus colaboradores, de terceiros e dos demais ocupantes de um empreendimento.

Não se pode em hipótese alguma ignorar a gravidade de um acidente, ainda que não se trate de um acidente com perdas mais significativas.

Não se permitam ouvir ao longo de suas carreiras ditados dos “antigos”, tais como:

Agora Inês é morta…

Pensem nisto!

 

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Obras olímpicas são parcialmente interditadas no Rio

Fonte: MSN – Tecnologia / Notícias

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A menos de três meses dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) interditou e embargou obras no Parque Olímpico e na Vila dos Atletas, na Barra da Tijuca, zona oeste da capital fluminense, nesta segunda-feira (09/05).

Segundo a superintendência regional do Trabalho e Emprego do Rio, órgão vinculado ao ministério, a decisão foi tomada depois que vistorias técnicas foram realizadas nas construções nesta segunda-feira, detectando problemas de segurança para os trabalhadores.

“Encontramos uma série de irregularidades, como falta de equipamentos de proteção individual, trabalhadores em condições de extremo perigo ou sem contrato”, esclareceu o superintendente regional do MTE, Robson Leite, em pronunciamento à imprensa.

Entre as obras estão parte de uma torre de TV no Parque Olímpico e uma escavação feita na Vila dos Atletas, que hospedará os esportistas durante os Jogos, a partir do dia 5 de agosto. Ao todo, quatro obras foram interditadas após a fiscalização, e uma foi embargada.

Recentemente, o órgão já havia divulgado um estudo alertando para a segurança dos operários que trabalham nas obras olímpicas que ficarão de legado para a cidade do Rio de Janeiro. De acordo com a pesquisa, já foram registradas ao menos 11 mortes.

Para Leite, “esse é um número que assusta”. “A título de comparação, durante as obras da Copa do Mundo de 2014, tivemos oito mortes, incluindo as registradas em obras de infraestrutura. Agora são 11 apenas nos edifícios olímpicos”, disse.

“Quero que a população entenda que não temos a pretensão de atrapalhar o evento. Só queremos a segurança da população, dos trabalhadores e daqueles que virão ao Rio”, completou o superintendente.

O Comitê Rio 2016, organizador dos Jogos, e a Fundação Instituto de Geotécnica (Geo-Rio) informaram que já estão tomando todas as providências necessárias para atender às determinações e exigências da superintendência regional.

“A Geo-Rio informa que fiscaliza a execução de áreas comuns da Vila dos Atletas, a cargo da empresa Erwil, que já orientou que a construtora acate imediatamente as providências solicitadas pelo Ministério do Trabalho”, disse a fundação em nota.

O órgão municipal comunicou ainda que dois pontos de escavação do terreno embargado foram isolados, e uma reunião vai definir em breve os ajustes necessários para a continuidade da obra. “Nas demais frentes de trabalho, as obras seguem normalmente, sem alteração”, concluiu o comunicado.

EK/efe/rtr

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São Paulo: Conferência sobre Qualidade do Ambiente e Eficiência Energética em Edificações

A ASHRAE, através de seu Chapter no Brasil, divulgou nesta semana a realizaçnao da 1a Conferência sobre Qualidade do Ar Ambiente e Eficiência Energética em Edificações, à ser realizada em São Paulo, entre os dias 10 e 11/05, das 08:00 às 18:30 no Hotel Pestana São Paulo – Rua Tutóia, 77 – Jardim Paulista.

Clique na imagem a segui para que seja direcionado ao site oficial do evento.

ASHRAE IAQ 2016

ASHRAE IAQ 2016-1

ASHRAE IAQ 2016-2

ASHRAE IAQ 2016-3

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ABRALIMP divulga a sua agenda de Maio/2016 para a capacitação em limpeza profissional

Uniabralimp

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Tecnólogo em Manutenção Industrial

É importante destacar que a maior busca pelas faculdades e universidades de engenharia nos últimos anos, gerou uma escassez no mercado de profissionais como tecnólogos e técnicos de nível médio, extremamente importantes devido a sua formação.

Avatar de manutencaoeficazManutenção eficaz

Olá pessoal, boa tarde!

Estava visualizando alguns vídeos da nossa área de atuação e achei um vídeo muito interessante da Faculdade SENAI sobre a área de Manutenção Industrial e a formação de Tecnólogos para essa função.

Segue abaixo o vídeo e ele mostra alguns detalhes da atuação de um profissional de Manutenção.

Ver o post original

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Supermercados buscam soluções para reduzir consumo de energia

Fonte: PROCEL Info

Por: Tiago Reis

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Após um ano em que as despesas com energia elétrica perderam apenas para os custos com folha de pagamento, o setor de supermercados do Brasil tem intensificado a busca por soluções na área de eficiência energética. Desde as grandes redes até os pequenos estabelecimentos o foco é um só: reduzir os gastos com energia elétrica.

Segundo dados da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), no ano de 2014, o segmento consumiu 8,6 GWh, o equivalente a 2,5% do consumo de energia em todo o país. O consumo médio por loja ficou em 103 MWh, o que resultou num gasto de cerca de R$ 3,5 bilhões somente com a conta de energia. Mesmo com a redução do valor das Bandeiras Tarifárias, o setor ainda não absorveu totalmente os reajustes ocorridos em 2015. Principalmente nos pequenos estabelecimentos e em lojas de cidades do interior, o valor gasto com energia elétrica, em muitos casos, se equiparou com as despesas com folha de pagamento.

Num cenário de retração econômica, a gestão eficiente de energia tornou-se fundamental, já que este segmento possui grande demanda de utilização de equipamentos de refrigeração e aquecimento de alimentos, sistemas de climatização e iluminação, além de computadores. Ao reduzir a conta de energia, os supermercados ganham em competitividade e essa despesa menor pode refletir na política de preços de cada estabelecimento, resultando em descontos para o consumidor, aumento das vendas e lucros.

Segundo a Abras, desde 2012 as lojas têm intensificado as ações para tornar o setor mais “verde”. De acordo com levantamento da entidade, no triênio 2012-2014 houve uma redução de 5,4% no consumo de energia pelos supermercados brasileiros.

“As lojas mais modernas já contam com painéis solares, água de chuva armazenada para as descargas dos banheiros, estruturas que maximizam o uso de luz natural e substituição de equipamentos, que são mais modernos, econômicos e menos poluentes”, informou a associação por meio de comunicado.

De acordo com Fábio Cuberos, gerente de Regulação do Grupo Safira Energia, empresa que presta consultoria no setor, a demanda por projetos de eficiência energética teve um aumento considerável nos últimos dois anos. No segmento de supermercados, a principal demanda é por tornar mais eficiente o setor de refrigeração, que é o principal consumidor de energia desse tipo de estabelecimento.

“Se for feito um trabalho visando tornar mais eficiente os sistemas de refrigeração, substituindo equipamentos antigos por mais modernos, a empresa vai conseguir ter um melhor retorno. Iluminação também faz parte disso e reduz os custos, mas o que representa os maiores ganhos, certamente é a refrigeração”, afirma Cuberos.

Entretanto, ele revela que devido a situação econômica do país, alguns empresários estão optando, num primeiro momento, pelo mercado livre de energia, para, com a economia gerada pela tarifa mais baixa, investir posteriormente na substituição de equipamentos.

“A redução de custos com a mudança do mercado cativo para o mercado livre é muito maior e mais rápido do que projetos de eficientização. Projetos de eficiência energética demandam investimentos, dão resultados no longo prazo. No mercado livre, a redução imediata é de no mínimo 30% nos custos”, ressalta Cuberos.

O gerente do Grupo Safira aponta que outra tendência do setor é investir em geração própria de energia. Com a atualização da resolução 482, da Aneel, a micro e mini-geração distribuída ficou bastante viável, principalmente para os consumidores conectados na baixa tensão, o que tem aumentado a procura por soluções nessa área.

Grandes redes modernizam suas lojas

Uma das principais redes do setor, a multinacional francesa Carrefour, por meio da sua Plataforma de Sustentabilidade, intensificou nos últimos anos a adoção de medidas para ampliar a eficiência energética em suas instalações. No Brasil, 80% da energia consumida pelas lojas do Carrefour são provenientes de fontes de baixo carbono, como: eólica, biomassa e de pequenas centrais hidroelétricas. Além disso, foram providenciadas a substituição de balcões frigoríficos abertos por modelos fechados e a troca das lâmpadas comuns por modelos de LED.

Buscando um modelo para tornar ainda mais eficiente e sustentável a operação de suas lojas, o Carrefour selecionou em 2015 dois hipermercados para testar um novo sistema de iluminação. O projeto, implementado nas lojas de Jundiaí (SP) e Vila Velha (ES), teve como objetivo reduzir as perdas de iluminação por meio da distribuição de luminárias apenas nos pontos necessários. “Como resultado, a nova tecnologia ocasionou redução de cerca de 30% no consumo de energia”, disse a rede varejista por meio de nota.

A loja de Vila Velha, inaugurada em setembro, é a primeira da rede a contar com a iluminação 100% de LED. Além disso, todo o calor gerado pelo sistema de refrigeração é utilizado para o aquecimento de água da unidade, o que proporciona uma significativa redução no consumo de energia.

“Parte do conceito da nova geração de hipermercados e supermercados da rede, o novo sistema de iluminação está contemplado no calendário de revitalizações das lojas espalhadas pelo Brasil. Eles reduzem significativamente consumo de energia e o impacto na emissão de gases de efeito estufa. Associado a esses projetos, o Carrefour conta também com diversas iniciativas de conscientização dos seus colaboradores voltadas ao consumo consciente dos recursos naturais”, completa a multinacional.

O Grupo Pão de Açúcar (GPA), proprietário das marcas Extra, Pão de Açúcar e Assaí, também intensificou a adoção de medidas para reduzir o consumo de energia. Desde 2014, funciona um grupo de trabalho para implementar ações de eficiência energética nas lojas, centrais de abastecimento e unidades administrativas do GPA.

Entre as iniciativas adotadas pelo grupo, estão, para a área administrativa, a criação de regras para uso do ar condicionado e da iluminação nos horários com menor fluxo de colaboradores nos escritórios, uso inteligente dos elevadores, considerando os horários de baixo fluxo e substituição de lâmpadas por modelos mais eficientes.

Já nas lojas e centrais de abastecimento do Extra e Pão de Açúcar foi efetuada a instalação de lâmpadas de LED, fechamento dos balcões de refrigeração e automação do sistema de climatização. Além disso, 80% das lojas já possuem geradores para utilização nos horários de píco e foi implementado, em cada loja, uma rotina de análise e mensuração do consumo de energia para identificar possíveis falhas e assim tomar medidas imediatas de correção.

Nas lojas recém-inauguradas do atacadista Assaí, o projeto contempla a utilização maior da iluminação natural, por meio de cobertura zenital e fachadas de vidro. Também nessas lojas foram implementados sistemas de condicionamento de ar de acumulação, que armazena água gelada e utiliza na refrigeração da loja em períodos nos quais a tarifa é mais alta. Esse sistema se autocontrola, racionalizando o consumo de energia.

“Essas medidas, quando concluídas devem atingir, por exemplo, a redução de até 25% no consumo de energia de uma loja de hipermercado. No caso do Assaí, por ser uma rede de operação de baixo custo, a redução média será de 10%”, conclui o GPA.

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