ABRAVA divulga Workshop gratuito sobre Refrigeração Industrial e Comercial – SP

A ABRAVA (Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento) divulgou nesta semana a realização de um Workshop gratuito sobre Refrigeração Industrial e Comercial, nos próximos dias 08 e 09/06, em São Paulo.

Aos interessados, basta clicar aqui ou na figura abaixo, para que sejam direcionados ao site do evento.

Workshop ABRAVA.png

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07/06 – Faltam poucos dias para o evento sobre COMISSIONAMENTO em SP

A BCA (Building Commissioning Association – USA), uma associação norte-americana formada por profissionais e empresas oriundas dos mais diversos setores de engenharia e comissionamento encontra-se também em atividade no Brasil, através de um Chapter local, o BCABrasil Chapter.

Apesar de também promover reuniões internas de planejamento e desenvolvimento do setor e de participar com o apoio de alguns de seus profissionais em outros eventos do setor de engenharia, o Chapter Brasil iniciará neste mês de junho, um processo de maior divulgação sobre o processo de Comissionamento e sua importância, ao mercado brasileiro.

Neste sentido, serão agendados webinars (BCA-USA) sobre diversos assuntos / temas, que serão abertos à todos os interessados em participar, de forma gratuita, pois o processo de difusão deste conhecimento é uma das diversas missões da associação.

Estes eventos contarão com três momentos distintos, sendo estes:

  • Webinar sobre assuntos específicos, apresentados por profissionais norte-americanos (em inglês)
  • Um coffee brake com o intuito de promover a integração dos presentes (networking)
  • Uma pequena apresentação de cases por empresas e profissionais brasileiros sobre a aplicação prática e resultados, no que se refere ao tema apresentado no webinar. Esta pequena apresentação realizada por até 3 profissionais, será seguida de um debate aberto ao público presente, antes de seu encerramento.

Teremos neste próximo dia 07/06 (terça-feira próxima) o primeiro evento neste formato, o qual reunirá algumas das mais importantes empresas e profissionais em atividade no Brasil, no segmento do Comissionamento (AVAC, elétrico, hidráulico, ..).

Trata-se de uma grande oportunidade à todos os que puderem participar.

Entretanto, será importante que todos os interessados confirmem a sua participação até esta próxima sexta-feira, a fim de que se tomem todos os devidos cuidados com a preparação do local.

O evento será gratuito e realizado na sede da ANTHARES, localizada na região do Brooklin, em SP.

O tema deste webinar abordará o uso de coletores de dados (temperatura, umidade, energia, etc) em projetos de comissionamento, sendo esta (uso de data loggers) uma importantíssima ferramenta para o monitoramento e análise de comportamentos da infraestrutura de condicionamento de ar e energia, em nossas instalações.

Os interessados deverão confirmar a presença através do e-mail contato@bcxa.com.br.

Segue abaixo o convite à todos os interessados.

Nos veremos lá!!

Webinar BCA Brasil Jun 16

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Investimentos no Brasil despencam

Fonte: O Estado de Minas – Economia

Por: Autor não informado

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Queda na produção de minério de ferro leva indústria extrativa a recuar 9,6% de janeiro a março (foto: Ivson Miranda/Divulgação Gerdau – 18/2/13) Brasília – A taxa de investimento nunca foi tão baixa no país. O desempenho da construção civil e a queda na produção e na importação de máquinas e equipamentos foram os principais responsáveis por uma Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) 17,5% menor no primeiro trimestre de 2016 em relação a igual período do ano passado. Com isso, a taxa de investimentos ficou em 16,9% do Produto Interno Bruto (PIB), a mais baixa para o período de toda a série histórica, iniciada em 1992. “Para o país crescer razoavelmente bem, a taxa de investimento deveria ficar em 25% do PIB”, destacou Rodrigo Ventura, economista do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo ele, a construção civil tem um peso de 55,5% no indicador de investimentos, enquanto máquinas e equipamentos representam 30,5% da FBCF.

A construção civil está parada, com queda de 6,2% no primeiro trimestre de 2016 ante igual período do ano passado. Resultado puxado tanto pelo segmento de infraestrutura quanto o imobiliário. Desde o início de 2014, quando registrou 9% de alta, já são oito períodos seguidos de retração na construção civil. “Isso acaba impactando a formação bruta de capital fixo (FBCF)”, explicou Ventura.

Para o professor de economia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Fernando Ferrari, vários fatores provocaram o desmoronamento da economia brasileira. “A conjuntura política vem inviabilizando a economia. Não há um arranjo mínimo para medidas de reformas estruturais no governo, o que impede a retomada dos investimentos”, argumentou. Segundo Ferrari, as taxas de juros são muito altas, o que se torna uma dificuldade para o investidor, que precisa tomar crédito para investir. “Os setores mais afetados são os de investimentos públicos e de logística”, listou.

Para ele, a volatilidade da taxa de câmbio também afetou o investimento. “Houve um salto muito grande e o investimento foi totalmente postergado”, disse. “Os empresários veem a queda do PIB diminuir as perspectivas de vendas para as famílias”, afirmou. Sem consumo, não há porque pegar crédito caro no mercado para investir em aumento da produção. “São afetados por isso os setores de bens de capital, máquinas e automotivo. Os mais prejudicados, certamente, são os de consumo durável”, detalhou.

Freio na indústria

Reflexo desse quadro de desconfiança, a indústria nacional continua encolhendo e no primeiro trimestre de 2016 registrou uma queda de 7,3% em relação aos três primeiros meses de 2015. Segundo o IBGE, a retração ocorreu por conta do recuo na produção de petróleo e minério de ferro no país, o que fez o PIB da indústria extrativa encolher 9,6%. “A indústria extrativa mais que dobrou o ritmo de queda. O minério de ferro caiu mais do que petróleo, mas o petróleo pesa mais. Houve parada programada de algumas plataformas para manutenção”, justificou a gerente das Contas Nacionais Trimestrais do IBGE, Claudia Dionísio. O tombo da indústria da transformação também foi grande, de 10,5% em relação a igual período do ano passado, influenciado pela contração na produção de quase todos os segmentos.

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ASBRAV (RS) divulga a realização de Palestraem Porto Alegre

ASBRAV Palestra.png

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07/06 – Importante evento sobre Comissionamento em SP, aberto ao público interessado

A BCA (Building Commissioning Association – USA), uma associação norte-americana formada por profissionais e empresas oriundas dos mais diversos setores de engenharia e comissionamento encontra-se também em atividade no Brasil, através de um Chapter local, o BCABrasil Chapter.

Apesar de também promover reuniões internas de planejamento e desenvolvimento do setor e de participar com o apoio de alguns de seus profissionais em outros eventos do setor de engenharia, o Chapter Brasil iniciará neste mês de junho, um processo de maior divulgação sobre o processo de Comissionamento e sua importância, ao mercado brasileiro.

Neste sentido, serão agendados webinars (BCA-USA) sobre diversos assuntos / temas, que serão abertos à todos os interessados em participar, de forma gratuita, pois o processo de difusão deste conhecimento é uma das diversas missões da associação.

Estes eventos contarão com três momentos distintos, sendo estes:

  • Webinar sobre assuntos específicos, apresentados por profissionais norte-americanos (em inglês)
  • Um coffee brake com o intuito de promover a integração dos presentes (networking)
  • Uma pequena apresentação de cases por empresas e profissionais brasileiros sobre a aplicação prática e resultados, no que se refere ao tema apresentado no webinar. Esta pequena apresentação realizada por até 3 profissionais, será seguida de um debate aberto ao público presente, antes de seu encerramento.

Teremos neste próximo dia 07/06 (terça-feira próxima) o primeiro evento neste formato, o qual reunirá algumas das mais importantes empresas e profissionais em atividade no Brasil, no segmento do Comissionamento (AVAC, elétrico, hidráulico, ..).

Trata-se de uma grande oportunidade à todos os que puderem participar.

Entretanto, será importante que todos os interessados confirmem a sua participação até esta próxima sexta-feira, a fim de que se tomem todos os devidos cuidados com a preparação do local.

O evento será gratuito e realizado na sede da ANTHARES, localizada na região do Brooklin, em SP.

O tema deste webinar abordará o uso de coletores de dados (temperatura, umidade, energia, etc) em projetos de comissionamento, sendo esta (uso de data loggers) uma importantíssima ferramenta para o monitoramento e análise de comportamentos da infraestrutura de condicionamento de ar e energia, em nossas instalações.

Os interessados deverão confirmar a presença através do e-mail contato@bcxa.com.br.

Segue abaixo o convite à todos os interessados.

Nos veremos lá!!

Webinar BCA Brasil Jun 16

 

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SP, 22/06/2016 – Workshop: Gestão Estratégicade Facilities

Work FM

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Brasil desenha contrato para vender sobra de energia para Argentina por dois anos

Fonte: Valor Online / Internacional

Por: Rodrigo Polito – Do Rio

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O governo brasileiro planeja negociar contratos firmes de fornecimento de energia elétrica para a Argentina pelo período de dois anos. A ideia é aproveitar o excedente elétrico no sistema brasileiro, estimado hoje em 12 mil megawatts (MW) médios, e a necessidade energética do país vizinho.

“Neste momento, a Argentina está precisando de energia e nós temos sobra no Brasil. Estamos dispostos e já fizemos contatos com o governo argentino no sentido de não fornecer energia em bases emergenciais, mas em bases mercantis”, disse o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Luiz Eduardo Barata, em seminário do Centro de Estudos em Regulação e Infraestrutura (Ceri), da FGV, no Rio.

“Na nossa avaliação, temos sobras contratuais para um, dois anos”, completou Barata, que atuava como secretário-executivo do ministério de Minas e Energia antes de assumir o cargo de diretor-geral do ONS, na última semana.

Hoje, o Brasil possui acordo de intercâmbio energético com a Argentina de caráter emergencial. Na prática, a operação funciona com uma espécie de “escambo”. O volume de energia que é exportado em um determinado momento é devolvido posteriormente, quando há sobra no país vizinho, e vice-versa.

Barata também defendeu a revisão integral do modelo regulatório do setor elétrico “O modelo tem base sólida, mas já requer uma revisão. Nesses últimos 12 anos, fizemos uma série de alterações, mas foram feitas sem que olhássemos como um todo. Falta verificar o modelo de forma integral”.

Presente ao evento, Tiago Correia, diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), disse que a autarquia vai manter o cronograma de leilões previsto para este ano, mesmo com o contigenciamento de recursos para despesas descricionárias, de R$ 120 milhões para R$ 40 milhões. “Os pagamentos [custos de realização] de leilões são feitos pelos próprios agentes do leilão. Então, a gente vai manter o cronograma. Mas, de certa maneira, [o contingenciamento] atrapalha, porque depende de software, de treinamento de servidor”, disse.

O próximo leilão previsto pela autarquia é a segunda etapa da licitação de linhas de transmissão de 2016, marcada para 1º de julho. Correia, porém, disse que a situação orçamentária da agência é gravíssima. “No caso da Aneel, do ponto de vista que está, nós não fechamos o ano, teríamos que interromper o serviço. Daqui a dois meses não tem dinheiro para pagar a conta de luz. O grau de desespero é esse”, desabafou. Segundo o diretor, o objetivo da agência é que seja emitida uma portaria que possa eliminar os efeitos do último decreto de contingenciamento de recursos para a autarquia. Do orçamento de gastos previsto pela Aneel para este ano, de R$ 285 milhões, R$ 165 milhões estão destinados para os salários dos servidores, recursos que estão mantidos. Outros R$ 120 milhões são previstos para despesas discricionárias. Desse total foram contingenciados R$ 30 milhões, pelo decreto número 8.760/2016, e, depois, outros R$ 46 milhões, por meio do decreto número 8.700/2016.

Segundo Correia, se for revisto o segundo contingenciamento, permitindo que as despesas discricionárias fiquem em R$ 90 milhões, é possível manter a operação da Aneel, mesmo com algumas atividades cortadas, como o serviço de teleatendimento ao consumidor.

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RJ – Congresso ABRAFAC se aproxima…

Grande foco das atenções nos últimos anos (Copa do Mundo e Jogos Olímpicos), além de se tratar da Cidade Maravilhosa, o Rio de Janeiro receberá neste mês de junho o Congresso & Expo ABRAFAC 2016.

Congresso ABRAFAC

Promovido em parceria com o CREA-RJ, o Congresso reunirá palestrantes e temas de extrema relevância para os segmentos de engenharia e facilities.

Clique na figura acima para ser automaticamente direcionado ao site oficial do evento, caso deseje obter mais informações.

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A comprehensive look at the intelligent building

Fonte (Source): Consulting – Specifying Engineer

Por (By): Steve Brown, CAP; Kurt Karnatz, PE, CEM, LEED AP, HBDP, HFDP; Rob Knight, CCS,CD

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Technology is changing what’s possible for buildings. With the advent of smart building technology, heating, cooling, electrical, lighting, fire/life safety, and other systems need monitoring and intercommunication for optimized efficiency and operation.

Learning objectives:

  • Distinguish the differences between smart buildings and their counterparts.
  • Demonstrate the benefits of system integration as they relate to smart buildings.
  • Apply smart building techniques in various commercial buildings in a general building example.

Most infrastructure systems deployed in today’s buildings are inherently “smart,” with self-contained logical control that includes embedded performance optimization and self-diagnostic algorithmic features. While it is understood that intercommunication of these systems provides tremendous opportunity in optimizing building operation efficiency, it is necessary for the engineer to think beyond the building automation system (BAS) as the link to systems interoperability. With sophistication comes the need for a BAS and building controls that allow for nearly seamless operation of this interrelated equipment. Smart buildings and smart cities integrate the design of the infrastructure, building and facility systems, communications, business systems, and technology solutions that contribute to sustainability and operational efficiency.

Today’s truly intelligent buildings interoperate on a common converged network where data is shared through an open-source platform. Middleware collects, analyzes, and communicates in a two-way fashion with the smart systems to best optimize the building response and enhance the occupant experience. To do this effectively and efficiently, the engineer must bring together and align more stakeholders than in the past.

The BAS, with control over the building’s HVAC systems, has long been viewed as the core smart system in a commercial building. However, modern construction contains many more inherently smart devices and subsystems. Electromechanical timers for irrigation and lighting control have given way to microprocessors with real-time clocks and the ability to network together. Racks of clicking elevator-control relays have been replaced by robust and reliable programmable logic controllers. Multiple networks crisscross the building, each one connecting its specific group of devices, such as surveillance cameras, card readers, or fire alarm initiating and notification devices. Audio/video systems have grown from stand-alone racks of analog-source electronics to buildingwide distribution of digital content. Ever more stringent building energy codes essentially mandate that networked microprocessor lighting control systems be installed instead of an array of interconnected sensors and power packs.

Smart features—such as microprocessor control, the ability to network together, and some form of user interface and configuration software—can now be found in irrigation systems, plumbing equipment, all sorts of submeters (including electricity, natural gas, domestic water, and hydronic energy), and even fire extinguishers and exit signs. The next generation of smart devices, coming to market under the Internet of Things (IoT) banner, promises the next stage in the evolution of building performance monitoring with wireless communication, low-power or completely battery-free operation, low cost, small form factor, and a wide range of esoteric applications.

These IoT devices frequently report to the vendor’s cloud-based application for processing, analysis, reporting, and user interface. Google’s $3.2 billion purchase of Nest is a clear indication of the bullish outlook tech firms have for future investment in building technology and the convergence of building systems and the information technology (IT) department.

Benefits of integration

Smart devices and IoT technologies are the conduits to capture better and more relevant building data; however, if that data remains solely contained within the boundary of the original smart building system—BAS, lighting control system, electrical power monitoring system, vertical transport system, etc.—the power of the collected data cannot be fully realized. These independent “silos” of smart devices are, at best, inefficient to install, manage, and maintain. Each is typically sold and installed by a separate contractor, each is operated or monitored by a unique software system, and the massive collection of disparate specialty devices makes it all but impossible for the average facility operator to become adequately trained to maintain most of it properly.

However, if these specialty devices become enabled to share their data through an open-source data platform, smart building systems become collectively intelligent and their effectiveness increases exponentially. When elevators, HVAC systems, lighting controls, and other systems are integrated with intelligent building platforms, they move beyond the collection of data to allowing communication across the systems to foster efficiency. Strong building data is the foundation of the intelligent building platform, which turns the collected data into building intelligence that can be applied to foster smarter use of the built environment.

Two generic examples take advantage of common scheduling and occupancy/vacancy programming across these systems, as well as provide occupants with more control over their space.

  • Example No. 1: HVAC zones within the building can be reset to a “standby” condition during normal working hours either by time schedule or when unoccupied as sensed by a zone occupancy/vacancy sensor. During this “standby” mode, the associated HVAC equipment serving the respective zone will revert to an intermediate, relaxed temperature setpoint and the lighting can be reduced or turned off completely—all reducing energy consumption.
  • Example No. 2: During off-hours, should an occupant (or occupants) enter the space, the elevator controls can signal the respective zone for which the occupant is destined and the associated HVAC and lighting controls—just in that zone—can be automatically activated to temporary occupancy. Once the occupant is in the zone, the occupancy/vacancy controls will adjust the HVAC and lighting controls as the occupant moves through or changes zones.

The real power of each smart device gets unlocked when incorporated into an intelligent building software platform. The traditional approach to integrating systems has been to expand the HVAC-centric BAS, but there are practical limits to what a building management system can achieve. Due to the wide variety of devices and applications for integration in a modern building, it is becoming more common to forgo the traditional approach and to, instead, provide a dedicated intelligent building platform separate from the building management system. In this approach, the intelligent building platform acts as a master to the various specialty devices and subsystems.

The traditional building management system (i.e., temperature control system) remains an integral part of the mechanical systems. The building management system is specified within the mechanical division of project specifications (MasterSpec Division 23) and is typically provided by a subcontractor to the mechanical contractor.

In similar ways, lighting controls are specified within the electrical division and provided by the electrical subcontractor, and plumbing controls are specified within the plumbing division and provided by the plumbing contractor, etc. The intelligent building platform is elevated into a dedicated specification division known as MasterSpec Division 25 and is provided by a specialist system integrator or integrated automation contractor.

Key features of an intelligent building software platform are:

  • Multiple protocol capability to allow flexibility in procurement of the various subsystems and devices
  • A common object/data model to encourage the normalization of the assortment of protocols and subsystems into a consistent framework
  • Open-source software to enable software development to extend the core features 
  • Open distribution to ensure that the owner/end user will have maximum future flexibility when expanding or maintaining the system
  • A suite of software features that match up with owner requirements, which could include advanced visualization/user interface, dashboards targeting managers and occupants, fault detection and diagnostics, energy analytics, advanced reporting capabilities, and performance optimization capabilities.
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O&M “versus”Eficiência

Como todos puderam observar nos posts de hoje, o nosso tema é Eficiência Energética, sendo literalmente impossível de se tratar este assunto sem considerarmos a eficiência ou eficácia de nossas operações prediais.

Já falamos por aqui (várias vezes) sobre aspectos importantes em uma O&M (Operação & Manutenção) que causam impactos diretos ou indiretos em seus resultados e, consequentemente, em seus custos operacionais:

  • Documentação Técnica atualizada
  • Programas de capacitação, treinamento e reciclagem de equipes
  • Planejamento adequado de Manutenção
  • Planejamento adequado da Operação
  • Ferramentas de Gestão e Controle para a O&M
  • Indicadores de Performance
  • Sistema / processo de M&V (Medificação & Verificação)
  • Entre outros…

Todos estes aspectos possuem algo em comum, embora também se constate a presença de falhas ou mesmo a sua inexistência em nossas operações…..(Gestão Eficaz).

Mesmo em edificações onde se verifique a previsão de acompanhamento e tratamento sobre as questões acima (aspectos), observa-se ainda a falta de uma estrutura de gestão adequada para fazê-lo.

Além disto, soma-se também o fator “pressa” ou “imediatismo”, que será sempre ou quase sempre o “inimigo da perfeição”…

Inclui-se também a falha na preparação de novos profissionais que chegam ao mercado e que demandarão por um certo tempo até o seu amadurecimento (dependendo é claro, das oportunidades que terão em sua vida profissional):

  • A falta de conhecimento do projeto e dos limites de atuação de sua infraestrutura
  • A falta de conhecimentos em manutenção
  • A perseguição incessante e as vezes até “doentia” de alguns gestores em simplesmente atender aos Clientes, passando por cima de conceitos e limitações técnicas
  • A falta ou perda da curiosidade em saber sobre “como funciona” ou “como poderia funcionar de forma mais adequada”
  • O medo de se experimentar o novo
  • A vergonha de se admitir o desconhecimento, o que jamais será um crime (estamos sempre aprendendo)

Como costumo dizer aos meus alunos, não existe mágica na Engenharia…

Alguem sempre precisará, em algum momento, levantar a sua mão e pedir um tempo para pensar, para conhecer melhor, para aprender e para se estruturar.

Vivemos hoje um período bastante intenso (velocidade em que as coisas acontecem) e ao mesmo tempo perigoso, se não prestarmos a atenção em riscos iminentes ou possíveis.

Neste aspecto, ou seja, falando especificamente sobre a capacitação de profissionais para este nosso mercado de Operação, Manutenção e Facility Management, vejo ainda um enorme atraso em nossas instituições de ensino, pois ainda não se verifica a preparação destes jovens e futuros profissionais para este mercado.

Não se observa:

  • A modernização de algumas cadeiras importantes como instalações elétricas ou instalações de ar condicionado
  • O aprendizado de conceitos de Operação e Manutenção em cursos de engenharia
  • O ensino de conceitos de Gestão Operacional e de Gestão Energética sobre edificações e sistemas prediais / industriais
  • O ensino sobre Segurança no Trabalho e Meio Ambiente voltados às Operações

Enfim, não basta operar, se não se sabe manter e gerir resultados, entre eles a eficiência de nossas edificações e sistemas.

Deixo aqui também uma sugestão para que as nossas instituições de ensino observem as “demandas” de nosso mercado, com vistas à adaptar os cursos de graduação.

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