Escritórios classe A passam para a classe B em SP

Fonte: Revista Infra – Mundo Facility

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Foi o que aconteceu com mais de 200 mil m² de escritórios, segundo pesquisa da Newmark Brasil

Com base em critérios globais de análise do mercado de escritórios, adaptados ao cenário local, a Newmark Brasil, subsidiária da anglo-americana Newmark Grubb Knight Frank, concluiu um processo de reavaliação do estoque de edifícios comerciais de alto padrão da cidade de São Paulo. A pesquisa apontou que a área ocupada por empreendimentos de classe A e A+ é agora de aproximadamente 4 milhões de m², distribuída, sobretudo, nas regiões Berrini, Marginal Pinheiros, Vila Olímpia/Itaim Bibi, Paulista e Faria Lima.

Um dado relevante apontado pelo levantamento é que 8,5% do estoque avaliado, correspondentes a 210 mil m², caíram da classe A para a classe B.

Segundo a empresa, a pontuação atribuída aos empreendimentos no estudo levou em conta, principalmente, os seguintes quesitos: localização e idade dos empreendimentos, qualidade de elevadores, número de vagas de garagem, tamanho de lajes, disponibilidade de piso elevado, tamanho do pé-direito, recursos de dados, voz, imagem, certificações recebidas e infraestrutura de energia.

De acordo com o executivo responsável pela área de escritórios da Newmark Brasil, Eduardo Cardinali, o investimento na pesquisa teve como objetivo fortalecer o banco de dados da empresa e está atrelado à sua estratégia de negócios nos mercados local e global. Nos próximos meses, diz Cardinali, a Newmark deverá promover um estudo idêntico no mercado do Rio de Janeiro.

A Newmark Grubb Knight Frank é uma das líderes globais do mercado de consultoria de imóveis comerciais. Oferece soluções imobiliárias para empresas multinacionais, investidores institucionais, proprietários e usuários. Sediada em Nova York e Londres, a empresa fatura em torno de US$ 1,5 bilhão, com 320 escritórios no mundo, 12 mil colaboradores e 600 milhões de metros quadrados transacionados.

No Brasil, a Newmark movimentou R$ 800 milhões em transações ao final de 2015. A expectativa para este ano é atingir a cifra de R$ 1,5 bilhão em negócios. 

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Espaços de coworking em shoppings

Fonte: Revista Infra

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A Sonae Sierra Brasil, empresa especialista em shopping centers, percebendo as novas formas de trabalho e interação, acaba de lançar espaços de coworking em seus empreendimentos para facilitar ainda mais o dia a dia de seus visitantes.

O Shopping Metrópole, em São Bernardo do Campo, SP, e o Uberlândia Shopping, na cidade mineira, oferecem espaços colaborativos gratuitos que contam com estações de trabalho com acesso à Internet e pontos de energia, além de oferecerem todo o conforto aos usuários, com mobiliário e decoração propícios a um ambiente inspirador.

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Espaço do Coworking – Uberlândia Shopping

Os coworkings oferecem um ambiente prático e acessível para profissionais independentes trabalharem. Atualmente, de acordo com o Projeto Coworking Brasil, estima-se que já existam mais de 4.000 coworkings em funcionamento no mundo, mais de 100 deles no Brasil. Nos espaços montados pela Sonae Sierra Brasil, os usuários poderão aproveitar o espaço colaborativo para trabalhar, realizar pequenas reuniões, entrevistar candidatos a vagas de emprego, checar e-mails e estudar, por exemplo, sem nenhum custo. 

“O coworking é uma oportunidade de aliar as tendências do uso de espaços compartilhados aos nossos empreendimentos. O shopping center por ser um ambiente controlado, que oferece grande variedade de lojas de alimentação e restaurantes, fácil acesso, estacionamento, além de outros serviços, é ideal para abrigar esse novo modelo de trabalho”, comenta Waldir Chao, COO da Sonae Sierra Brasil.

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Espaço Conexão Metrópole

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Novo Código de Obras para a cidade de São Paulo

Fonte: Revista Infra – Mundo Facility

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Arquitetos esperam por aprovação do projeto de lei do novo código para ainda este ano

Iniciada em dezembro de 2013, a proposta de revisão do Código de Obras e Edificações (COE) para a cidade de São Paulo foi finalmente aprovada pela Câmara em julho deste ano. No entanto, ao invés de seguir para a sanção do prefeito Fernando Haddad, o projeto foi parar novamente na gaveta, suspenso pelo Tribunal de Justiça do Estado de SP. De acordo com alguns vereadores, não houve quórum qualificado para sua aprovação, e eles entraram com um mandado de segurança, paralisando todo o processo de tramitação do projeto.

Gilberto Belleza, presidente do CAU/SP – Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo, diz que a nova proposta do COE é uma aspiração antiga dos arquitetos e lamenta toda essa lentidão. “Trata-se de um avanço na sistemática de aprovação de projetos de construções e reformas na prefeitura de São Paulo, simplificando os procedimentos e reduzindo em muito o prazo de liberação, o que agiliza o início das obras”, diz o presidente. A meta de prefeitura é de que a aprovação saia em até 90 dias. Hoje, há casos de anos ou décadas de espera.

Porém, Belleza alerta que para a proposta ser implantada na sua totalidade, é preciso que os responsáveis na prefeitura tenham uma informação atualizada e padronizada para adotar esses procedimentos. “Para não acontecer justamente o que ocorreu com o último Código, de 1992, que trazia uma série de simplificações, mas que não era atendido em toda sua amplitude pelos responsáveis”, critica o presidente do CAU/SP, apontando que uma das principais alterações na revisão do COE é a definição clara da responsabilidade do poder público e de profissionais privados.

Mas, mesmo não havendo qualquer perspectiva do que deve ocorrer com a proposta a curto prazo, o presidente do CAU/SP espera que o projeto seja aprovado pelo prefeito ainda esse ano, antes que todo o início da discussão para elaboração da nova proposta complete três anos. “Espero que interesses políticos não se sobreponham aos interesses da população, da cidade”, conclui Belleza. 

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Pesquisa Nacional – Orçamento da Manutenção para 2017

Segue abaixo a chamada para a pesquisa nacional conduzida pela REDE BRASILEIRA DE MANUTENÇÃO para que todos possam contribuir.

Olá,

Convido você a participar da Pesquisa Nacional “Orçamento da Manutenção para 2017”.

Em plena crise de mercado fazer o planejamento para o ano que vem é mesmo um exercício muito difícil.

Ao responder a pesquisa em curso você terá em mãos um relatório comparativo, com a opinião média do mercado e vai saber como as empresas estão se preparando para um 2017 de muitos desafios.

Lembrando que só recebe o relatório gratuito quem responde o questionário até o fim, o tempo estimado para completar a pesquisa não é mais do que 5 minutos. Clique no link e participe.

Iniciar a pesquisa

Antecipadamente agradecemos por sua colaboração, informando que todos os dados são mantidos em confidencialidade absoluta,

Abraços

Paulo Walter

RBM – Rede Brasileira de Manutenção

Departamento de Pesquisas e BI – Business Inteligence

Qualquer dúvida faça contato pelo e.mail paulo.walter@manutencao.net.

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Integrating renewable power systems into a net zero energy building

Fonte (Source): Consulting – Specifying Engineer

Por (By): Sara Lappano, PE, LC, LEED AP BD+C, SmithGroupJJR, Washington, D.C.

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Engineers should consider several factors to integrate renewable technologies into electrical systems. Key codes/standards drive the design of renewable power systems. Best practices for achieving net zero energy are illustrated.

Learning objectives:

  • Understand the design strategies to achieve net zero energy.
  • Outline the available renewable technologies that can be utilized to achieve net zero energy.
  • Illustrate the integration of renewable power into the design of a net zero energy building through the use of a case study.

As more owners want to build facilities that have a minimal or even positive impact on the environment, engineers will encounter the challenge of designing net zero energy buildings (NZEB) with increasing frequency.

There are numerous definitions and meanings of the term “net zero energy,” which has led to some confusion on what qualifies as a NZEB. For example, some owners purchase renewable energy credits to offset their own electricity usage. Other owners aim to generate enough on-site electricity to cover all their energy usage, include energy provided by combustibles like natural gas. The International Living Future Institute (ILFI) offers a Net Zero Energy Building Certification, which provides its own definition of net zero energy (NZE). Because the ILFI certification is currently the primary method of certifying NZEBs, their definition will be used throughout.

ILFI requires 100% of a building’s energy needs on a net annual basis to be supplied by on-site renewable energy. Under this system, combustible energy sources are not allowed. The term “net annual basis” is an important distinction. This means that the building must produce more electricity than it consumes over a 12-month period, which allows a building to be tied to an electric utility grid rather than requiring on-site battery storage. It’s acceptable for the building to sometimes consume more electricity than it produces provided that it demonstrates at the end of a 12-month period that the “net” result is a positive flow of energy back to the grid.

Strategies for reaching NZE

While some people immediately think of the selection and design of on-site renewables when they think of NZEB, the reality is that a number of steps need to be taken before reaching the point of designing a renewable power system. Most projects have limited roof and site areas for renewables. In addition, on-site renewables can be one of the most expensive systems in the building. Therefore, design teams should start the design process by analyzing strategies to reduce the electrical demand in the building.

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Successful NZEBs typically have very low energy-use intensities (EUIs), which then makes it possible to design on-site renewables that are capable of offsetting that EUI. Figure 2 shows the overall energy strategy for the Chesapeake Bay Foundation Brock Environmental Center in Hampton Roads, Va. The SmithGroupJJR design team first focused on lowering the building’s energy consumption as much as possible before designing renewable energy systems to offset that consumption.

These energy-reduction strategies can be organized into passive and active strategies. Passive strategies include optimizing the building’s thermal envelope, building shape and orientation, daylighting, natural ventilation, and exterior shading.

Active strategies focus more on the engineering systems in the building and include high-efficiency mechanical systems, energy-efficient lighting, and controls. Because every kilowatt-hour of electricity consumed translates into additional on-site renewables, design teams should make every effort to reduce the electrical demand of the building.

An area that has gotten more attention recently, partly due to new energy-code requirements, is plug loads. The computer equipment an owner chooses to purchase for their employees can have a substantial impact on the power consumption in a building. Engineers modeled the relative power consumption of different computer workstation setups to help the owner understand the implications of these decisions —from desktop to laptops, with and without Energy Star ratings.

Another plug load concern is a “vampire load,” which is equipment that consumes energy even when the device is not in use. Computers and cell phone chargers are common examples of this. In an NZEB, these incremental loads can require a substantial amount of money to be allocated to additional on-site renewables to offset their consumption. Cutting electricity to vampire loads after hours can reduce or eliminate this wasted energy.

Energy modeling plays a critical role in selecting the active and passive strategies that work best for the project and should be an iterative process.

Only after all of these energy-reducing steps are taken should the engineer proceed with the design of an on-site renewable power system. At this point in the process, the energy modeling should have produced an estimate of the annual electricity consumption for the building. This is the target kilowatt-hours that the on-site renewables should be designed to provide.

Selection of on-site renewables

The selection of the on-site renewables used to achieve NZE is dependent on the local climate as well as the building and site characteristics. Some technologies are more suited to large, utility-scale power generation while others are better suited to smaller-scale buildings. Keep in mind that under the ILFI definition of NZEB, no combustibles are permitted, so some renewable technologies such as biomass are not an option. The most common types of technologies used for on-site renewable power are photovoltaics (PV) and wind turbines. Other technologies such as tidal- and hydropower are better suited to utility-scale generation.

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The wind turbines used for commercial buildings would be considered small-scale wind turbines. These turbines are categorized by the orientation of the axis of their turbine—horizontal-axis turbines look like “propellers” while vertical-axis turbines have more of an “eggbeater” appearance. Each of these technologies has its pros and cons; horizontal-axis turbines are generally more efficient at converting wind power into electricity. Wind speed can be affected by local terrain and obstructions, making it difficult to predict wind speed at a specific site.

Because it is important to be fairly accurate in predicting the output of renewables for an NZEB design, wind turbines can be somewhat of a risk unless there is accurate wind-speed data specific to the building site. For small-scale turbines to be feasible, the American Wind Energy Association (AWEA) recommends an average annual wind speed of at least 12 mph at the site, which may preclude the use of turbines at many sites. There also are regulatory hurdles to overcome in some areas due to air rights (i.e., possible aircraft interference). While the wind turbines do generate ac power, it is “wild” ac power where the frequency and voltage fluctuate as the turbine speed changes. To convert this into usable power for the building, the wild ac power is converted to dc power and then converted back to stable ac power.

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Solar PV modules are more commonly used in NZEBs. With a range of efficiencies and module types, there are many choices available when selecting a PV system. The output of a PV system can be predicted more easily than a system that uses wind turbines through the use of solar-insolation data for the area where the site is located. While the wind speed can vary greatly from site to site, solar insolation is much more consistent. PV modules generate dc power and because most buildings operate on ac power (particularly if they are grid-tied), the dc output from the modules must be converted to ac power through inverters.

With both types of technologies, it is important to factor in the overall system efficiency when calculating the anticipated power output of renewable technologies. The conversion between dc and ac power results in efficiency losses, as well as wiring losses and degradation over time. While the NZEB certification only requires a single 12-mo period of metering, if an owner wants to remain net zero over the lifespan of the building, the renewable system should be designed to factor in the decrease in output as the system ages over time.

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Aliança rentável

Fonte: Revista Infra

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Inaugurado em 2012, o Pátio Victor Malzoni se destacou à época de sua finalização pela arrojada arquitetura, em uma das vias comerciais mais importantes da capital paulista, a avenida Brigadeiro Faria Lima. O moderno conceito arquitetônico, projetado pelo escritório Botti Rubin, resultou em duas torres de 20 andares, sobre por um vão central de 45 m de largura x 30 m de altura.

O triple A se distinguiu, também, pela união entre sustentabilidade e tecnologia dos sistemas prediais. A aliança rendeu ao empreendimento a certificação Leed Core & Shell Prata.

“O Pátio Victor Malzoni foi projetado para ser um prédio sustentável. Da sua inauguração até hoje, foram-se aperfeiçoando os controles, em busca de uma melhor gestão dos equipamentos instalados. Neste caso, também foi importante aumentar a capacidade de automação predial e controle visual do empreendimento”, explica Flavio Engel, Gerente de Operações Prediais da CBRE, administradora do condomínio.

O gerenciamento patrimonial é realizado por uma central e um operador local BMS, que monitoram mais de quatro mil pontos de iluminação, além dos equipamentos de infraestrutura predial. O objetivo, segundo Engel, é o de buscar uma economia real para condôminos e um maior conforto aos usuários, por meio da supervisão dos sistemas que demandam maior consumo de energia e água.

“A rotina de checklist e o registro de histórico e ocorrências permitem a análise de dados e gráficos de tendências, que antecipam problemas e manutenções”, afirma o Gerente de Operações do empreendimento. “O condomínio possui um sistema de gestão que permite o controle de manutenções preventivas e corretivas via ordens de serviço pelo fornecedor contratado.”

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Revista Infra Abril 2016.pdf

 

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Is a modular data center the right option?

Fonte (Source): Consulting – Specifying Engineer

Por (By): Bill Kosik, PE, CEM, LEED AP BD+C, BEMP, Hewlett-Packard Co., Chicago

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Modular data centers can meet the needs of building owners that need a flexible data center quickly and with less upfront cost.

Learning objectives:

  • Compare advantages and disadvantages of modular data centers.
  • Inspect the energy costs and other efficiencies that can be found in flexible data centers.

The data center market has expanded dramatically in the past few years, and it doesn’t show signs of slowing down. Many clients and building owners are requesting modular data centers, which can be placed anywhere data capacity is needed. Modular data centers can help cash-strapped building owners add a new data center (or more capacity) to their site, and can assist facilities with unplanned outages, such as disruptions due to storms. Owners look to modular data centers to accelerate the “floor ready” date as compared with a traditional brick-and-mortar facility. Modular data centers are not for everyone; however, this Q&A will explore whether it’s appropriate for your next project.

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Question: What are some of the primary advantages of modular data centers?

Kosik: The use of standardized designs and techniques, industrialized precast assemblies for construction, and prefabricated power and cooling components are important advantages in keeping quality, cost, and operating expenses to a minimum. In addition, with the benefits of lower expenses and reduced time to commissioning, modular design makes it easier to offer mixed levels of capacity within the same facility and allows expansion in phases as requirements change over time. Modular design is also a perfect complement to the modern trend toward infrastructure convergence and cloud computing.

 

What is the range of modular data center design approaches?

At one extreme you’ll find the typical monolithic “brick-and-mortar” data center. This type of data center is usually custom-built on-site. It can be costly and not very scalable. It often requires a long deployment time. Its design has one goal in mind: build it now for all future eventualities.

At the other end of the spectrum are containerized data centers that can vary greatly in information technology (IT) capacity and type of power/cooling systems. This solution takes a minimalist approach, with racks of servers preinstalled in an industrial-type container. An excellent choice when the speed of deployment is important, the containerized data center works best for small-scale data center environments or emergency situations. The container solution enables very rapid deployment of IT assets when the capabilities of a more permanent facility aren’t required.

Is there a modular data center approach that is somewhere in the middle of these two extremes?

There is another option: an industrialized, comprehensive, turnkey solution with a modular architecture, and built using tilt-up, precast, or prefabricated construction techniques. Typical characteristics of this data center type include a menu-driven selection of mechanical and electrical components, and cooling systems that take advantage of local climate to significantly reduce energy costs. These data centers offer scalability to meet changing demands for critical IT power. It also can be constructed in much less time and at a lower cost than would be possible using traditional, onsite brick-and-mortar construction methods—but without compromising quality. In other words, this solution offers the best of both worlds: the large capacity and creature comforts of the traditional data center along with some of the flexibility and efficiency found in a container. Because it’s modular, flexibility is achieved without the initial cost of trying to design and provision for an uncertain future.

What are some of the features and characteristics of the industrialized data center approach?

Modular design: Including a choice of options that allow meeting today’s requirements, then building out in phases as IT needs grow.

Future scalability: With the capability of adding capacity as necessary.

Efficient tilt-up, precast, or prefabricated construction: Based on standardized materials and processes that minimize bidding time and complexity and reduce field-labor requirements; you can even include traditional brick-and-mortar construction, if desired.

Menu-driven selection: Using a standardized set of construction materials and prefabricated components for easier, more straightforward planning and reduced onsite installation time.

Variable density: Allowing future flexibility and growth within an IT space that’s configured to load variable-density requirements.

Broad turnkey options: Full IT infrastructure (hardware, storage, networking, and software) can be integrated into the data center solution.

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How does the cost of an industrialized data center compare to traditional, brick-and-mortar solutions?

The modular design and construction of this type of data center can significantly improve time-to-commissioning. In fact, from concept and commissioning, you can occupy the data center within a year. Cost is another advantage. Because of a number of factors, generating meaningful comparisons of actual construction costs for data centers is difficult. However, based on a midlevel estimate of capital costs for a traditional data center at about $15 million per megawatt, building a 6-MW data center appropriate for enterprise use would require an outlay of $90 million with a median estimate of around $9 million/MW for a modular design (see Figure 1).

What about ongoing energy costs?

It’s clear that on an annual basis the flexible data center will use less power than the conventional data center. Moreover, power-usage effectiveness (PUE) for the modular data center is also lower (1.19 versus 1.34), indicating its superior efficiency as compared with the monolithic structure (see Figure 2).

Much of the savings is the result of the use of indirect evaporation, air-to-air heat-exchanger cooling systems. When you figure in both the significantly lower first cost of a flexible data center, plus its lower ongoing energy and maintenance costs, the evaporatively cooled flexible data center can have 5-yr costs that are $24 million less than a traditional data center relying on water-cooled chillers with water economizers.

How does the “industrialization” part fit into the big picture?

Underpinning a flexible data center concept is a foundation of innovative supply-chain management techniques that cut time-to-commissioning and reduce capital expenditures. The reduced speed to deployment and lower construction costs stem from many factors, including standardization of components, the menu-driven selection process for choosing those components, and using a turnkey methodology with one point of contact for all aspects of the project.

The supply chain approach has other advantages, too. For instance, using standardized assemblies augmented by leveraged purchasing agreements and volume purchasing is a very effective method in keeping the project duration and costs to a minimum.


Bill Kosik is a distinguished technologist, data center facilities consulting, at Hewlett-Packard Co. He is a member of the Consulting-Specifying Engineer editorial advisory board.

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Retrofit, um bom negócio para quem? – Comentário do Blogueiro

É evidente que, dependendo da edificação, de seu uso, de sua localização e mercado ao qual serve, de sua instalação e estado, assim como de seus custos operacionais, o retrofit poderá ser um fantástico negócio aos seus proprietários e também aos usuários da edificação.

No entanto, toda e qualquer análise deverá se pautar não somente sobre o estado (status atual), mas principalmente sobre as necessidades atuais e expectativas do proprietário para o uso de seu negócio.

Isto demandará uma entrevista com os seus proprietários e responsáveis, antes de uma criteriosa análise sobre a edificação e sua infraestrutura.

Porém, um outro ponto igualmente importante e referente ao retrofit será a condição de se prorrogar a vida útil e de se manter o desempenho de seus sistemas, durante o maior período possível após a realização e conclusão do retrofit.

Neste caso, esbarraremos em outras questões que já vêm sendo debatidas neste blog desde seu primeiro post em 2012:

  • O planejamento e controle da operação e manutenção
  • O retrocomissionamento de sistemas e instalações
  • O treinamento e a capacitação de profissionais de O&M
  • A gestão da O&M
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Retrofit, um bom negócio para quem?

Fonte: Revista Infra – Mundo Facility

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Três exemplos mostram os benefícios da modernização predial

Em uma tradução livre, o termo “retrofit” pode ser entendido como “colocar o antigo em boa forma”. Quando diz respeito ao mercado imobiliário, significa renovar um edifício já existente (modificando ou não o seu uso), modernizando-o e implantando tecnologias mais atuais. Trata-se de uma tendência urbana mundial, estratégica e promissora, que além de promover o bem-estar dos usuários e a produtividade, otimiza o uso de recursos, reduzindo custos de operação, manutenção e consumo energético, com consequente valorização imobiliária. Leia matéria completa aqui.

 

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Confira como funciona os bastidores de um edifício

Fonte: Revista Infra – Mundo Facility

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E perceba que um prédio corporativo tem sistemas semelhantes aos do nosso corpo

Você pode observar: um edifício corporativo pode ser comparado ao corpo humano. Existe uma série de sistemas organizados que funcionam harmonicamente para mantê-lo “vivo e saudável”. Esses sistemas ajudam os usuários e visitantes a terem segurança, conforto e bem-estar nas dependências do edifício todos os dias. Cada sistema, vamos dizer assim, exerce uma função importante. E, se um deles parar, prejudica o funcionamento dos demais.

A Central de Segurança e Operação, por exemplo, é como se fosse o “coração” do empreendimento. Todos os sistemas dessa Central monitoram, controlam e operam remotamente os equipamentos por meio de softwares específicos, sem a necessidade da presença de pessoas no local.

Alguns são gerenciados e operados pelo que chamamos de Building Management System (BMS). Esse sistema permite monitorar e controlar várias utilidades automaticamente através de informações previamente cadastradas, recebendo intervenção apenas quando necessário, por exemplo, para alterar a temperatura do ar-condicionado de determinado ambiente ou para ligar ou desligar um equipamento, não previsto na programação habitual.

A Central de Segurança e Operação toma conta de tudo o que acontece. Podemos destacar os seguintes sistemas: central de água gelada (chillers, bombas e torres de condensação); controle de acesso (catracas e cancelas); circuito fechado de TV (CFTV); detecção e alarme de incêndio (SDAI); bombeamento de água potável, pluvial e esgoto; pressurização de escada; exaustão das garagens; monitoramento do nível de água das caixas d’água; iluminação das áreas comuns e elevadores.

E por falar em elevadores, um dos sistemas mais utilizados é o Transporte Vertical, que comanda o transporte dos elevadores. O desafio desse sistema é atender as chamadas e transportar os usuários no menor tempo possível. Um sistema computadorizado mapeia os andares constantemente e indica qual elevador atenderá a cada chamada, otimizando o tempo e reduzindo o gasto com energia elétrica. Atualmente, existem elevadores que possuem o sistema de regeneração de energia, o que reduz o seu consumo de energia. O Sistema de Transporte Vertical é monitorado pela Central de Operação, que pode controlar os elevadores e intervir quando necessário.

O “sistema respiratório” do prédio seria aquele que compreende os chillers, bombas e torres de condensação. Sem ele, as pessoas não conseguiriam trabalhar em ambientes fechados. Também pode ser operado remotamente, ligando e desligando chillers, bombas de água gelada e de condensação e as torres de resfriamento. A gestão é feita pelo BMS, que, por meio de sensores de temperatura instalados nos ambientes de trabalho, identifica, por exemplo, a necessidade de insuflar ar para atender a uma determinada carga térmica. Esse sistema também comanda a abertura de válvulas denominadas VAVs, que climatizam o ambiente.

Já o Sistema de Energia Elétrica, que inclui, por exemplo, a cabine primária e o gerador, pode ser comparado ao “sistema circulatório”, responsável por levar oxigênio e nutrientes ao corpo.

Outros sistemas importantes são o Sistema de Dados e Voz, responsável por plugar seus usuários em contato com o mundo, seja pelo telefone ou pela internet; o Controle de Acesso, que monitora a entrada e saída de pessoas e veículos e também armazena as informações de todos os usuários; o CFTV (circuito fechado de TV), que monitora 24 horas por dia todas as áreas comuns do empreendimento, armazenando imagens; o sistema de detecção e alarme de incêndio (comandado através de um painel digital, monitorando as áreas comuns e privativas por meio de detectores de fumaça e botoeiras); o sistema de bombeamento de água potável, pluvial e de esgoto; os sistemas de pressurização e exaustão e os sistemas de iluminação, que também evitam o desperdício de energia.

Já a administração predial, exercida pela equipe da JLL, é o equivalente ao sistema nervoso central. Como nosso cérebro, essa área gerencia todos os sistemas do prédio, estabelece melhorias e define prazos, executa um plano de ação – consistente e efetivo – em parceria com o síndico e proprietário para que o empreendimento esteja sempre moderno, atual e valorizado no mercado.

É a administração do empreendimento que cuida – dentro das normas brasileiras e das melhores práticas – da qualidade de vida do proprietário, do ocupante e de todos os visitantes todos os dias, da hora em que chegam à hora em que voltam para casa, encerrando mais um dia de trabalho. Assim como o corpo, o prédio continua noite adentro funcionando, trabalhando com seus sistemas em harmonia.

Assista ao vídeo “Bastidores de um edifício” e conheça um pouco mais sobre esses sistemas que permitem a esse organismo continuar “vivo e sadio” por muito tempo.

Assista aqui ao vídeo que acompanha a matéria:

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