Turbinas eólicas abastecem Torre Eiffel

Fonte: Brasil Energia

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O mais famoso símbolo de Paris está sendo abastecido por energia eólica. A UGE International instalou no dia 24 de fevereiro, dois aerogeradores, com 3,2 kW de potência cada, na Torre Eiffel.

Os aerogeradores (foto) fazem parte de um plano de eficiência energética e restauração da Torre Eiffel, que inclui a instalação de um painel solar, lâmpadas LED em todo o monumento, além de outras melhorias arquitetônicas. A Société d’Exploitation de la Tour Eiffel (SETE), responsável pela administração, está investindo US$ 38,4 milhões nas obras.

Aerogeradores

As turbinas modelo UGE VisionAIR5 vão produzir em média 10.000 kWh por ano, o suficiente para suprir o consumo das instalações comerciais do primeiro andar. Ambas ficam no segundo piso da torre, a 122 metros de altura, e receberam pintura especial para não destoar da tradicional estrutura de ferro.

Cada equipamento tem 5,2 metros de altura e pesa 756 kg, o que tornou desafiadora a instalação. As turbinas operam com velocidades entre 3,5 m/s e 20 m/s.

O mais famoso símbolo de Paris está sendo abastecido por energia eólica. A UGE International instalou no dia 24 de fevereiro, dois aerogeradores, com 3,2 kW de potência cada, na Torre Eiffel.

Os aerogeradores (foto) fazem parte de um plano de eficiência energética e restauração da Torre Eiffel, que inclui a instalação de um painel solar, lâmpadas LED em todo o monumento, além de outras melhorias arquitetônicas. A Société d’Exploitation de la Tour Eiffel (SETE), responsável pela administração, está investindo US$ 38,4 milhões nas obras.

Aerogeradores

As turbinas modelo UGE VisionAIR5 vão produzir em média 10.000 kWh por ano, o suficiente para suprir o consumo das instalações comerciais do primeiro andar. Ambas ficam no segundo piso da torre, a 122 metros de altura, e receberam pintura especial para não destoar da tradicional estrutura de ferro.

Cada equipamento tem 5,2 metros de altura e pesa 756 kg, o que tornou desafiadora a instalação. As turbinas operam com velocidades entre 3,5 m/s e 20 m/s.

Aerogeradores de eixo vertical como esses costumam ser indicadas para ambientes urbanos, pois são mais silenciosos, fáceis de instalar e captam melhor ventos irregulares quando comparados aos de eixo horizontal. Regimes turbulentos são característicos das cidades, onde prédios e outras construções funcionam como barreiras e anteparos.

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É muito importante haver a crise de energia para repensarmos o futuro, afirma o professor Claudio Lima

Fonte: Diário do Sudoeste

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Doutor em engenharia eletrônica pela Universidade de Kent, Inglaterra, Claudio Ribeiro Lima coordena o Programa Brasileiro de Redes Elétricas Inteligentes, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), conhecido como “smart grid brasileiro”, e é coordenador de um projeto da Agência Nacional de Desenvolvimento Industrial (ABDI) que ajuda o governo a desenvolver projetos de energias renováveis, linhas inteligentes, entre outros.

Ele foi vice-presidente e um dos autores do primeiro padrão internacional de smart grid (redes elétricas inteligentes), implantado em 2010, colaborou na idealização do smart grid europeu, e orientou o plano estratégico do smart grid do governo Barack Obama, nos Estados Unidos, onde fez parte de comitês de gestão e arquitetura de sistemas avançados.

O foco da sua palestra são as oportunidades abertas pela crise energética. Por que esse enfoque?

É uma palestra que visa informar aos empresários, municípios e poder público, o momento pelo qual estamos passando no Brasil, das crises hídricas e energéticas. E ao invés de olhar pelo sentido negativo, pelo sentido da oportunidade. Hoje o Brasil passa por essa revisão de conceitos, e é muito importante que haja essas crises para a gente repensar o futuro.

Eu tenho falado com várias pessoas aqui no Brasil, e eu vejo isso de forma positiva, porque as pessoas, inclusive nós como cidadãos, têm que repensar o uso da energia e da parte hídrica.

As pessoas já estão pensando em fazer melhorias nas residências, para coletar água, melhorar o processo energético. Esse é um ponto de vista muito positivo, porque, mesmo que volte o nível das reservas, e tudo volte ao normal, o importante é que haja essa mudança de hábito. Porque os recursos são limitados, e precisamos preservá-los.

Eu não falaria em economizar, mas otimizar de forma inteligente o que nós temos. Otimizar é a palavra.

E quando se fala em otimizar o uso de energia, quais são as tendências hoje?

Hoje temos duas tendências. Primeiro, o modelo que nós temos hoje não vai vingar mais: é o modelo centralizado de distribuição energética. Tanto o hídrico quanto o energético. A ideia hoje é descentralizar. Distribuir e atuar no centro de consumo. Ou seja, se eu consumo no local, eu gero no local. Porque hoje nós temos geração centralizada, e tem as linhas de distribuição ligando aos centros de consumo. Hoje podemos abordar redução de custos e inclusive melhorias para que a população e o industrial possam gerar sua energia no próprio local de consumo, próximo das cidades.

Exemplos disso são os aterros sanitários, que têm um passivo ambiental incrível. Mas se olhados por outro lado, são uma oportunidade muito boa para as prefeituras capitalizarem um recurso energético que está à sua disposição.

Basta apenas saber o que fazer, e fazer bem feito. E mesmo uma indústria de processamento, uma cooperativa, um laticínio, uma fecularia, um frigorífico, um aviário. Tudo o que hoje tem dejetos e passivos ambientais, que são lixos orgânicos e afluentes, isso pode se tornar um potencial ativo energético, através da geração de biogás, que pode ser usado no processo térmico.

O biogás pode retirar um pouco do custo da lenha, que vai nos fornos das usinas térmicas, e pode também, através de motores acoplados, gerar energia elétrica e suprir parte da necessidade da indústria. Então todos esses aspectos precisam ser repensados e planejados na nossa economia.

E qual é a segunda tendência?

Também muito importante é [o controle da] eficiência energética. Ou seja, o gasto, a demanda do consumidor. A eficiência energética tem se mostrado muito interessante para as indústrias, que hoje recebem a conta no final do mês e não sabem o que gastaram. Importante estar ativamente monitorando. E só ao olhar esse consumo, existe uma estatística que fala que o consumo de energia diminui entre 10% e 15%, só de monitorar o gasto de ligar um ar-condicionado, o ciclo de descongelamento da geladeira, mudar esse ciclo para um horário mais barato. Vamos ter bandeiras tarifárias – vamos ser penalizados se usarmos muita energia em determinadas horas do dia. Então as bandeiras tarifárias vão mudar o hábito de uso da energia.

Por isso, o processo que controla e monitora isso é muito importante, pelo fato de a crise energética ser um dos temas mais vistos. Não só a geração, mas a eficiência. Os dois são motivos de políticas públicas.

Aqui no Sudoeste do Paraná, existem outras nuances que podem ser exploradas, dentro do nosso tipo de produção, da nossa matriz energética?

Sim. O que a gente comenta é que algumas regiões são ricas em energia. Por exemplo, têm um potencial hídrico imenso. Só que infelizmente a energia não fica na região. Ela entra no leão [o Sistema Elétrico Nacional], e vai para os centros de consumo.

Então você é rico em energia, mas pobre na recepção de parte dessa energia, e você termina tendo deficiências na parte de investimento, na questão de quedas de rede quando a demanda é muito alta, tem perdas industriais – morrem frangos, por exemplo. E tudo isso pode ser resolvido com a geração local. Uma parte da energia pode ser gerada localmente, o que não é feito hoje.

Hoje, o Ministério de Minas e Energia e a Aneel já se preocupam com isso, e já tem regulações indo nesse sentido, para facilitar que qualquer um de nós consumidores, quer seja residencial ou industrial, gere sua própria energia de forma regulada pela lei, pelo marco regulatório da Aneel. Isso já é possível.

Como eu posso trabalhar isso? O que eu posso fazer em casa, no cotidiano, para otimizar o uso de energia, e até gerando alguma coisa no meu local de moradia?

São dois lados nesse sentido. Do lado da geração, podemos gerar a própria energia através de placas fotovoltaicas. Ou em uma pequena indústria ou comércio, eu posso gerar energia térmica, que move um motor gerando energia elétrica, ou uma pequena turbina eólica, ou usando biogás. Mas, lógico, cada uma dessas tecnologias tem um custo, e um tempo para entrar no mercado. Eu diria que o grande ‘bum’ esse ano vai ser na célula fotovoltaica, porque os preços estão caindo, e o preço energético na nossa conta tem aumento entre 30% a 40%. Pode chegar num modelo interessante de paridade tarifária, a que os países desenvolvidos, como a Alemanha, chegaram. Então isso é um potencial.

E em grande escala? O que é possível fazer para aperfeiçoar o uso de energia nas indústrias, por exemplo?

Aqui nós somos ricos em PCHs [Pequenas Centrais Hidrelétricas] e UHEs [Usinas Hidrelétricas] pelo potencial hídrico. Temos também a questão das eólicas aqui em Palmas. Então em grande escala essas usinas seriam a melhor resposta. A usina solar, também. Mas do ponto de vista das indústrias eu diria que, ao fazer essas pequenas medidas de otimização, como a eficiência energética, você vai ver que vai afetar significativamente o custo final.

Então, é importante iniciar. Já tem alguns modelos econômicos, e a tendência é que sejam mais e mais implementados. A Califórnia, que implantou um belo programa de eficiência energética, tem hoje um dos melhores resultados no mundo de redução de consumo de energia. É um programa muito bem sucedido. Na Europa também já tem. E o Brasil precisa logo iniciar. Acho que temos que perder aquela noção de que temos que só gastar, e não pensar em otimizar.

Eu não gosto da palavra economizar. A melhor palavra é otimizar, usar de forma inteligente. E hoje não temos isso. Temos ainda muitos gastos, porque não temos essa consciência. E essa consciência vem através de crises, que são muito boas para a gente repensar o nosso modelo.

A crise pode nos levar a uma nova direção em relação à geração e consumo?

Certamente. Toda crise tem seu lado bom. Então temos que ver o lado bom: não só os que usam, mas os investidores, as pessoas que querem novos modelos de negócio, abraçar novos mercados abertos nessa linha.

É possível que, com essa crise, o Brasil mude sua matriz energética e seu modelo de distribuição?

Eu diria que haverá uma quebra de paradigma. O modelo brasileiro foi pensado nos anos 1970, na época em que foram construídas as grandes usinas. Então agora isso começa a ser repensado nos ministérios, no próprio Ministério de Minas e Energia e Aneel. Não vamos substituir 100% [da matriz energética], lógico. Esse não é o caso.

Mas vamos repor por outras fontes não atrites. Então temos o eólico, que é uma fonte já madura, mas que ainda é uma matriz muito pequena em relação ao todo. O biogás está iniciando, assim como a energia solar e a fotovoltaica. Então eu diria que sim. Certamente essas outras fontes vão fazer parte do mix, como acontece em outras nações. E o Brasil vai aumentar o número de fontes de energia.

Qual é a importância desse tipo de debate, como o seu workshop, com empresários e entidades?

Eu classifico esse tipo de evento com uma evangelização, ou seja, disseminar a informação que temos. As pessoas têm interesse, conhecimento, mas não têm os detalhes do que precisa ser feito. Então, como eu tenho inserções nacionais e internacionais, sei o que está acontecendo, e posso então passar algumas mensagens do que pode ser feito, e está sendo bem-sucedido.

Assim os empresários da região podem ficar cientes do que existe e do que pode ser feito. Tem muita coisa a ser feita.

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Resolver a questão? Para que?

Amigos,

Nos vemos a cada dia mais “atolados” em escândalos que envolvem políticos, empresas, além do próprio governo…; estamos em meio à uma crise econômica e política que vem depredando, pouco a pouco, o nosso mercado de construção civil, assim como o mercado de manutenção, de instalações, entre outros…

O efeito em cascata originado pelo escândalo Petrobrás já tem gerado inúmeras vítimas no mercado, em empresas outrora prósperas e não ameaçadas.

Isto seria uma novidade se não estivéssemos acostumados ao “jeitinho brasileiro” de se fazer coisas, de que muitos ainda se orgulham…

Mas será que tudo isto é novidade?….ou será que todos nós nos permitimos fechar os olhos durante anos enquanto se obtinha algum resultado na outra ponta?

Enfim, se existe crise, estamos chegando cada vez mais perto de seu centro; e agora?

Agora vemos partidos e políticos “brincando” de ver o circo pegar fogo (cada vez mais), pois assim será melhor…

Li ainda ontem em um artigo de um grande jornal a frase que traduzia o desinteresse da “mudança no atual governo”, pois não seria isto o mais interessante para os partidos de oposição, neste momento…

É totalmente verdadeiro afirmar que que tivemos no PSDB o governo que ajustou economicamente este país, trazendo-lhe uma estabilidade em sua moeda e favorecendo o crescimento.

Também é verdadeiro afirmar que o PT assumiu este país há várias gestões (vamos chamar assim) gerando muita expectativa em parte do povo, que esperava não só por mudanças na política econômica, mas principalmente por mudanças na redistribuição de rendas e no acesso aos serviços públicos, fator este ainda muito, mas muito precário.

No entanto, em um pais com tamanha arrecadação de impostos e com a tradicional falta de direcionamento e transparência quanto a estes recursos, viu-se o crescimento da ganância e do aproveitamento desta falha antiga da máquina pública, proporcionando um histórico de desvios e escândalos já conhecidos.

Por fim, é verdade quando alguns incriminados pelo escândalo da Petrobrás afirmam que tais falcatruas não são recentes, e que, ao contrário do que alguns pensem, são tão antigas como o militarismo no Brasil.

A diferença, certamente está no oportunismo e na ganância dos mais recentes governos…

Quem paga a conta?… Ora…., somos nós, é claro!

Mas o que fazer então para fazer com a máquina continue à andar e não perca a sua aceleração enquanto as investigações seguem o seu curso?

Este deveria ser o pensamento, ou melhor, a pergunta que nossos políticos (não envolvidos, é claro) deveriam fazer à si mesmos e aos seus partidos.

Precisamos de GESTÃO neste país!

Gestão esta que se inicia com a apuração dos fatos e extensão desta crise, mas como a bateria de canhões voltada à resolução e novo crescimento.

Vejam os exemplos de países destruídos por guerras e por acidentes naturais e a sua volta por cima!!

Precisamos de GESTÃO!

  • de uma auditoria em contas
  • do saneamento em nossa estrutura, reduzindo a conta interna
  • da análise séria de riscos em infraestrutura e riscos na infraestrutura pública
  • de um planejamento para os próximos anos de governo que visem o saneamento destes riscos
  • da instituição de compromissos públicos que envolvam os demais governos
  • da instituição de uma SÉRIA política de fiscalização não só sobre o governo federal mas também, sobre os governos estaduais e municípios
  • da perda de proteções sobre parlamentares e demais políticos pois, não são especiais e não podem ser imunes ou impunes

Precisamos de EXEMPLOS neste país!!

Como disse uma vez o grande Pitágoras: “Eduquem as crianças e não será necessário castigar os homens.

Apenas lembrando que as crianças precisam de exemplos e limites, o que nos falta hoje no que se refere à República e aos seus três poderes, com uma pequena exceção ao Judiciário.

Mas para que tudo isto aconteça, não se poderá ou deverá  “sentar na janelinha e ver o trem passar”….

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Economia e escândalos afetam empregos na construção civil

Fonte: DCI – São Paulo

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Em 2014, trechos da transposição do rio São Francisco reduziram a velocidade

Em 2014, trechos da transposição do rio São Francisco reduziram a velocidade
Foto: Fotos: Agência Brasil / PAC / Fotos Públicas

A indústria da construção registrou a redução de 167 mil trabalhadores empregados nos últimos 12 meses, segundo dados do Caged. Entidades e empresários apontam que o alto número de obras de infraestrutura paradas, redução dos lançamentos de imóveis e mudanças nas gestões estaduais resultaram no dado.

Só em Mato Grosso, mais de 15 obras de infraestrutura – a maioria delas em trechos rodoviários – foram paralisadas no começo do ano. Em Minas Gerais, a construção de dois hospitais públicos também foi interrompida por problemas em repasse de orçamento entre os governos estadual e federal.

A Operação Lava Jato, da Polícia Federal, também tem impactado profundamente as obras de infraestrutura. De acordo o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplenagem em Geral no Estado de Pernambuco (Sintepav-PE), a construtora Mendes Júnior, uma das empresas citadas da acusação de irregularidades em contratos com a Petrobras, demitiu 2,5 mil trabalhadores ligados às obras de Transposição do Rio São Francisco desde o início do escândalo com a petroleira.

“As obras estão bem mais lentas, tanto pela dificuldade de caixa do governo federal para repasse, quanto pelas empresas citadas na Operação Lava Jato, que estão operando de maneira mais morosa”, afirmou um membro do sindicato, que falou em condição de anonimato.

Na visão do sindicalista, há uma perspectiva de novas demissões daqui pra frente. “Os trabalhadores estão bem preocupados com a situação”, defendeu.

Obra prioritária

A transposição do rio de São Francisco – um dos pilares do governo para abastecimento de água em regiões secas – está dividida no Eixo Norte e Eixo Leste e unirá os estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará. “O problema, por enquanto, está no Eixo Norte, onde aconteceram demissões sem explicação e previsão de retorno”, disse o sindicalista.

Em nota, o Ministério da Integração Nacional, afirmou ao DCI que não há problemas com os repasses e pagamentos para as obras da transposição, o que não justificaria as demissões citadas pelo Sintepav-PE.

Segundo o ministério, a Mendes Júnior é alvo de processos administrativos por atraso na construção. A companhia está com o seu vice-presidente, Sérgio Cunha Mendes, preso em Curitiba desde novembro do ano passado, quando estourou a Operação Lava Jato. A construtora tem dois contratos do projeto da transposição, que somam mais de R$ 1,2 bilhão. Questionada sobre o financiamento e as causas da paralisação, a Mendes Júnior disse que “as obras encontram-se em andamento dentro do previsto”.

A preocupação do governo é adiar novamente a conclusão da obra. Até dezembro, a execução física no lote principal tocado pela Mendes Júnior só havia atingido 50,3% do contratado.

Outros estados

No começo do ano, uma portaria publicada no Diário Oficial do Estado de Mato Grosso anunciou a paralisação de 14 obras rodoviárias – entre elas as MTs 100, 326, 343, 249, 010, 270/040, 423, 336, 170 e 235. Os serviços também foram paralisados em outros trechos, têm extensão de 1.104,06 km, e cortam mais de dez cidades.

O objetivo da paralisação, segundo o governo do Estado de Mato Grosso, é rever as licitações firmadas para evitar problemas legais. Juntas, as obras somam contratos de mais de R$ 1 bilhão e a postura do governo é de refazer as operações, caso sejam encontrados irregularidades no processo licitatório.

Em Minas Gerais, duas obras de hospitais públicos também foram paralisadas este ano. Com recursos de quase R$ 200 milhões, a interrupção da obra se deu em função de problemas coma mudança do governo este ano. Como o orçamento estadual de 2015 ainda não foi aprovado pelo Legislativo, segundo a secretaria de Obras do estado, não há como o atual governo seguir com a construção.

Repasses falhos

Segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), um dos problemas enfrentados pelas construtoras é o atraso dos pagamentos das obras de infraestrutura por parte do governo federal. Em nota, a entidade apontou que, apesar dos esforços para comunicação com o planalto, ainda não há garantias públicas de quando será normalizado o pagamento para quitação dos débitos.

A entidade informou que, além dos empreendimentos do programa Minha Casa Minha Vida, projetos rodoviários, energéticos e de saneamento estão tendo pequenos atrasos nos pagamentos.

Economia

O que também pressiona o resultado divulgado pelo Caged, órgão vinculado ao Ministério do Trabalho, é a redução no ritmo de obras de imóveis comerciais e residenciais.

Exemplo desse momento de morosidade, a construtora mineira Cenfaz reduziu os planos de lançamentos este ano e cortou 15% da capacidade de mão obra. “Tentamos segurar o nosso contingente de trabalhadores, mas não foi possível”, disse o diretor de novos negócios, Emerson Lucca Vieira, que prevê retomada do caixa, diminuição do estoque e contratações para o ano que vem.

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Governo adota medidas para importar energia de Argentina e Uruguai

Fonte: Valor Online

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O governo determinou a adoção de medidas para viabilizar a importação de energia da Argentina e do Uruguai a fim de atender o sistema elétrico brasileiro. O Objetivo é aproveitar as eventuais disponibilidades de energia nos dois países para abastecer o sistema nacional. Não há um volume definido, mas o potencial, a partir da infraestrutura existente, é de 2.050 megawatts (MW) da Argentina e de 70 MW, podendo ser estendido para 500 MW nos próximos meses, do Uruguai. A expectativa é que as operações sejam viabilizadas na segunda metade de março.

A decisão foi tomada pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), formado pela cúpula energética de Dilma Rousseff, em reunião realizada na quarta-feira. A medida faz parte da estratégia montada pelo governo para garantir o abastecimento do sistema sem ter de tomar medidas mais amargas, como um eventual racionamento. Para viabilizar as importações, o Ministério de Minas e Energia está trabalhando na elaboração de portarias específicas sobre o assunto. Da mesma forma, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) está preparando os documentos regulatórios necessários. E o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e as comercializadoras de energia definidas para as importações estão costurando os procedimentos comerciais.

Com relação à Argentina, o que está em estudo é diferente do acordo existente entre o ONS e a Cammesa, operadora do sistema do país vizinho. Na prática, o contrato atual tem como principal objetivo a exportação de energia do Brasil para a Argentina. O que está em discussão neste momento é o caminho inverso, ou seja, um modelo próprio para a importação de energia para o Brasil, quando houver disponibilidade naquele país. A importação de energia deverá ocorrer a partir das estações conversoras de frequência de Garabi, situada no município de Garruchos, e da estação de Uruguaiana. Essas instalações estão situadas no Rio Grande do Sul. Em janeiro, o sistema brasileiro importou energia da Argentina por dois dias consecutivos. As operações, até então consideradas incomuns por especialistas do setor elétrico, ocorreram dias depois do blecaute controlado que afetou 11 Estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além do Distrito Federal, no horário de pico de consumo.

Segundo informações do ministério, as negociações com o Uruguai ocorrem em paralelo às da Argentina. No início serão importados até 70 MW de energia a partir da estação conversora de frequência de Rivera, no Uruguai, na fronteira com o Brasil, no município gaúcho de Santana do Livramento. A expectativa é que esse potencial aumente para 500 MW assim que entrar em operação a estação conversora de Melo, no Uruguai, na fronteira com o município de Jaguarão, também no Rio Grande do Sul. Em nota divulgada na quarta-feira, o CMSE informou que as análises atuais “não indicam, no momento, insuficiência de suprimento energético neste ano”. O colegiado acrescentou, porém, que as afluências nos próximos meses serão relevantes para avaliação da adequação das condições de atendimento em 2015.

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Fortaleza: Sem manutenção, prédios da Capital apresentam risco

Fonte: Diário do Nordeste – Fortaleza / CE

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Especialistas explicam que edifícios são como carros que precisam de revisão constante. Obras de construção particulares ou públicas devem ser autorizadas pela Prefeitura de Fortaleza, além de ter um Alvará de Construção

A verticalização da Capital ganhou força nos anos 1970, com o aumento do número de edifícios residenciais. Para assegurar as boas condições da estrutura, a manutenção periódica é fundamental. Com isso, dizem os especialistas, uma construção pode durar séculos. Contudo, não é esta a realidade observada em Fortaleza, e a possibilidade de novos desabamentos, como o que aconteceu na segunda-feira, é concreta.

“A falta de manutenção é algo comum. Fortaleza verticalizou-se, mas a mentalidade das pessoas não está dentro desta realidade. Muitos se preocupam em embelezar suas residências e a parte comum fica no segundo plano”, alerta o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Ceará (Crea-CE), Victor César da Frota Pinto.

Segundo ele, os síndicos costumam não se preocupar com a conservação dos edifícios. Com o envelhecimento das construções com mais de 30 anos, casos como o do Edifício Versailles vão se tornar mais comuns. Ontem, morreu a segunda vítima do acidente, o operário Juvandir José do Nascimento.

“Se esse comportamento continuar, isso vai se repetir com uma frequência cada vez maior”, avalia.

O presidente do Crea-CE reforça a importância de inspeções constantes. “Toda edificação tem que ter manutenção. E, fazendo uma preventiva na periodicidade recomendada, ela fica nova a vida toda”, afirma. “Levamos o carro para revisão e não lembramos de fazer isso com o lugar onde vivemos”, completa.

O coordenador do curso de Engenharia Civil da Universidade Federal do Ceará (UFC), Alexandre Bertini, faz a mesma comparação. “O edifício, da mesma maneira que um carro, precisa de manutenção. O desempenho das partes da construção sofrem diminuição com o uso, tempo e sua exposição às intempéries. Para que suas partes desempenhem satisfatoriamente suas funções, é preciso que ao longo de sua vida útil seja realizada manutenções periódicas para elevar o seu desempenho a níveis aceitáveis”, explicou.

Bertini, que também é doutor em Engenharia de Estruturas, orienta os responsáveis pelas edificações, sejam proprietários ou síndicos, a darem maior atenção à manutenção. “Todas as partes do edifício devem ser vistoriadas e executadas manutenções periódicas conforme o Manual de Uso, Operação e Manutenção, entregue no ato do recebimento do imóvel”. O documento estabelece os prazos para as análises preventivas de todas as partes que compõem o edifício.

Legislação

Tanto o presidente do Crea-CE quanto o professor da UFC lembram que já existe uma legislação que normatiza as manutenções, tratando da obrigatoriedade de vistorias técnicas, manutenção preventiva e periódica de edificações e equipamentos públicos e privados em Fortaleza. A Lei de Inspeção e Vistoria Predial (9.913/2012), contudo, ainda não foi regulamentada.

“Nela, é especificada a periodicidade em que a manutenção deve ser feita. Isso depende de fatores como o tempo de construção e da utilização. Quando um imóvel é mais novo, o intervalo entre uma vistoria e outra é maior”, esclarece Victor César Pinto.

“Esta mesma lei estabelece que as edificações deverão possuir uma Certificação de Inspeção Predial, que será fornecida pelo órgão competente da Prefeitura após a apresentação, pelo responsável pelo imóvel, de Laudo de Vistoria Técnica”, reforça Bertini. De acordo com ele, compete ao Município a fiscalização de todas as edificações que se enquadrem dentro da norma.

A Prefeitura de Fortaleza informou, por meio de nota, que a legislação está inserida no Pacote Cidade Legal, um conjunto de legislações que está sendo desenvolvido através da Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma). “A Lei de Inspeção Predial é uma das prioridades do Município, já estando em elaboração na Seuma o decreto que regulamentará a norma”.

Licença

O Código de Obras e Posturas do Município de Fortaleza determina que obras particulares ou públicas de construção, reforma ou demolição devem ser previamente autorizadas pela Prefeitura, que deve emitir uma licença para as intervenções. Também é necessário um Alvará de Construção, emitido pela Seuma.

O órgão municipal também é responsável pela concessão das licenças ambientais e autorização de reparos gerais em áreas superiores a 40m². Em locais menores, a autorização deve ser emitida pelas Secretarias Regionais, que são as responsáveis pela fiscalização das obras. As vistorias podem ser feitas através de buscas ativas, denúncias ou abertura de processo nas Centrais de Acolhimento.

O Corpo de Bombeiros também inspeciona, nos condomínios, o certificado de conformidade, que assegura as boas condições das instalações de prevenção de incêndio e pânico. A assessoria do órgão destaca que o documento deve ser renovado anualmente. As vistorias são feitas principalmente nos edifícios em construção. Com a grande demanda, os Bombeiros contam com denúncias para realizar inspeções mais eficazes.

Já Defesa Civil é responsável por vistoriar possíveis falhas estruturais e elaborar relatório de avaliação. “A denúncia deve ser feita para o Ciops, que nos dá a informação. Depois de registrada, ela é passada para os agentes nas regionais”, diz o coordenador especial de Proteção do órgão, Cristiano Ferrer.

Bertini ressalta que, antes mesmo da busca por autorizações e laudos, os responsáveis pelos condomínios devem procurar engenheiros civis ou empresas especializadas no serviço. “É importante que o profissional possua experiência e expertise para a realização das vistorias”.

Situação precária de edifícios é motivo de preocupação

Em vários pontos da Capital, há prédios em condições visivelmente precárias, com estruturas expostas à ação do tempo, sem que sejam feitos reparos ou inspeções periódicas.

Um dos imóveis nesta situação é o Edifício São Pedro, na Av. Historiador Raimundo Girão, Praia de Iracema. Rachaduras, armações de ferro expostas e plantas brotando do reboco das paredes compõem o cenário. “Tenho medo de passar nesta rua, porque este prédio está muito velho. Não dá mais para reformar, ele precisa ser demolido”, opina o bancário Lúcio Araújo.

Mesmo assim, ainda há pessoas morando no edifício. Antenas de televisão, roupas penduradas e placas de “aluga-se” indicam a ocupação. Uma mulher, que foi vista entrando no prédio, disse apenas que “as pessoas já estão indo embora”.

No Centro da cidade, um passeio rápido é suficiente para identificar diversos prédios antigos, com estrutura notadamente deteriorada, que ainda são habitados. O bairro é um dos que mais sofrem com os efeitos da falta de manutenção predial. Entre os exemplos, está um edifício situado na Rua São Paulo, entre as ruas General Sampaio e Senador Pompeu.

Com fiações expostas e paredes com tijolos aparentes, o aspecto é de abandono. A dona de casa Núbia Maria Bezerra, moradora do prédio, tem medo de viver ali. “Estou aqui provisoriamente. Pago R$ 150,00 de aluguel e já estou vendo outro lugar para morar”, explica.

Na Rua Major Facundo, o edifício Salim, que tem aproximadamente 80 anos de construção, vê ameaçada sua história devido à precariedade da estrutura. O prédio, que é de natureza comercial, permanece aberto, tendo apenas uma sala ocupada, em que funciona um escritório de contabilidade. Segundo o porteiro do edifício, José Belo Borges, que trabalha no local há 60 anos, uma reforma chegou a ser começada na estrutura, mas foi interrompida ainda no início e não tem previsão para ser retomada.

Na estreita escada que leva ao primeiro andar, faltam pedaços dos batentes, exigindo atenção de quem segue até os dois andares superiores. O elevador, de acordo com um funcionário do escritório de contabilidade, está parado há cinco anos, não deixando outra alternativa ao visitante a não ser utilizar a escada.

“Trabalho aqui há 18 anos e só em 2013 houve uma vistoria da Prefeitura. A fiscalização pediu que o prédio fosse reformado, mas não apareceu depois para conferir. Naquela época, foram colocados extintores e feitos alguns rebocos. Como as colunas são grossas, acho difícil cair”, diz o trabalhador, que prefere não se identificar.

Germano Ribeiro/Bruno Mota
Repórteres

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Curso de Gestão em Operação & Manutenção em SP – Agora faltam apenas 30 dias!!

Conforme vem sendo divulgado, a A&F Partners Consulting realizará neste 2015 a sua turma do curso de Gestão em Operação & Manutenção na cidade de SP.

Faltam apenas 30 dias para o Curso!!

Restam poucos dias para encerrarmos as inscrições!!

Aos interessados, segue abaixo o folder com as informações e o link (basta clicar no folder / na imagem abaixo) para que sejam direcionados ao site de inscrições.

Nos veremos lá!!

Newsletter 1 AF 2015

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Gesner Oliveira, Fernando Marcato e Pedro Scazufca: Água de reúso, solução para a indústria

Fonte: Folha de S. Paulo

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A maior escassez hídrica das últimas décadas afetou inicialmente o Estado de São Paulo e agora se estende para os demais estados do Sudeste. Na região metropolitana de São Paulo, o governo do Estado, por meio da Sabesp, está encaminhando uma série de soluções para ampliar a disponibilidade hídrica, incluindo plantas de reúso de água e a transposição do rio Paraíba do Sul.

O aumento da disponibilidade hídrica, porém, dará prioridade ao abastecimento humano. Em caso de escassez hídrica prolongada, a indústria será a primeira prejudicada.

A ausência de água pode representar a redução na capacidade produtiva, corte de empregos e renda, entre outros prejuízos sociais e econômicos. Na perspectiva empresarial, a escassez hídrica representa risco para o negócio, a ser considerado e mitigado pelos comitês, instituições financiadoras e conselhos de administração. É preciso contratar um seguro para esse risco.

Na região metropolitana de São Paulo, o consumo industrial de água estimado é de 10,76 m3/s. Desse total, menos de 10% é fornecido pelas concessionárias de água. Os 90% restantes são captados diretamente pelas indústrias de rios e mananciais da região. Uma pequena parte é captada de poços (0,41m3/s).

A captação direta dos mananciais pela indústria depende de uma outorga concedida pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica. A legislação estabelece, entretanto, que a outorga poderá ser suspensa parcial ou totalmente, em definitivo ou por prazo determinado, em caso de situações de calamidade ou de atender a usos prioritários.

Recentemente, o governo do Rio de Janeiro anunciou que passará a rever as outorgas concedidas a grandes indústrias. O mesmo caminho deve ser seguido pelos demais governos dos Estados do Sudeste.

A solução para essa situação passa pela gradual substituição da água de mananciais por água de reúso. Dois modelos podem ser adotados.

O primeiro consiste em tratar os efluentes gerados pela indústria e torná-los água para consumo.

A planta da empresa Vallourec-Sumitomo em Jeceaba (Minas Gerais) é um exemplo de sucesso. Aproximadamente 90% da água que consome é gerada a partir dos efluentes produzidos pela planta.

O segundo modelo consiste em reusar o esgoto doméstico tratado nas concessionárias de água e fornecer a um conjunto de indústrias por meio de redes de distribuição.

O principal projeto dessa natureza no hemisfério Sul está em São Paulo. É o Aquapolo Ambiental, com capacidade para produzir 1 m3/s a partir do esgoto tratado na Estação de Tratamento de Esgotos da Sabesp no ABC paulista.

O projeto atende ao Polo Petroquímico de Capuava e pode servir outras indústrias da região. Pelo arranjo contratual o polo petroquímico tem garantido o fornecimento pelos próximos 38 anos. Além disso, com ajustes adicionais, a água pode se tornar potável e ser lançada na rede para consumo humano.

É natural que projetos dessa natureza envolvam investimentos e custos adicionais. Em São Paulo e em outros Estados, são poucas as bacias que cobram pelo uso da água. Quando há cobrança, o valor é baixo e não inibe o consumo excessivo.

Com a perspectiva de prolongamento da escassez atual, a aposta na captação superficial, barata, se mostra arriscada. Uma eventual revisão das outorgas ou mesmo o colapso da fonte de captação podem inviabilizar a operação da indústria.

O reúso de água é o seguro mais efetivo e sustentável para esse risco. É urgente que as indústrias revejam suas fontes de consumo de água e passem a voluntariamente reduzir sua dependência de mananciais superficiais. Essa estratégia não só melhorará a sustentabilidade ambiental mas garantirá a sustentabilidade econômica e a perenidade do negócio.

GESNER OLIVEIRA, 58,ex-presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica e da Sabesp, é professor de economia (FGV) e sócio da GO Associados
FERNANDO MARCATO, 37,é professor de direito na FGV-SP e sócio da GO Associados
PEDRO SCAZUFCA, 34,é mestre em economia pela FEA-USP e sócio da GO Associados

PARTICIPAÇÃO

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