Gesner Oliveira, Fernando Marcato e Pedro Scazufca: Água de reúso, solução para a indústria

Fonte: Folha de S. Paulo

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A maior escassez hídrica das últimas décadas afetou inicialmente o Estado de São Paulo e agora se estende para os demais estados do Sudeste. Na região metropolitana de São Paulo, o governo do Estado, por meio da Sabesp, está encaminhando uma série de soluções para ampliar a disponibilidade hídrica, incluindo plantas de reúso de água e a transposição do rio Paraíba do Sul.

O aumento da disponibilidade hídrica, porém, dará prioridade ao abastecimento humano. Em caso de escassez hídrica prolongada, a indústria será a primeira prejudicada.

A ausência de água pode representar a redução na capacidade produtiva, corte de empregos e renda, entre outros prejuízos sociais e econômicos. Na perspectiva empresarial, a escassez hídrica representa risco para o negócio, a ser considerado e mitigado pelos comitês, instituições financiadoras e conselhos de administração. É preciso contratar um seguro para esse risco.

Na região metropolitana de São Paulo, o consumo industrial de água estimado é de 10,76 m3/s. Desse total, menos de 10% é fornecido pelas concessionárias de água. Os 90% restantes são captados diretamente pelas indústrias de rios e mananciais da região. Uma pequena parte é captada de poços (0,41m3/s).

A captação direta dos mananciais pela indústria depende de uma outorga concedida pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica. A legislação estabelece, entretanto, que a outorga poderá ser suspensa parcial ou totalmente, em definitivo ou por prazo determinado, em caso de situações de calamidade ou de atender a usos prioritários.

Recentemente, o governo do Rio de Janeiro anunciou que passará a rever as outorgas concedidas a grandes indústrias. O mesmo caminho deve ser seguido pelos demais governos dos Estados do Sudeste.

A solução para essa situação passa pela gradual substituição da água de mananciais por água de reúso. Dois modelos podem ser adotados.

O primeiro consiste em tratar os efluentes gerados pela indústria e torná-los água para consumo.

A planta da empresa Vallourec-Sumitomo em Jeceaba (Minas Gerais) é um exemplo de sucesso. Aproximadamente 90% da água que consome é gerada a partir dos efluentes produzidos pela planta.

O segundo modelo consiste em reusar o esgoto doméstico tratado nas concessionárias de água e fornecer a um conjunto de indústrias por meio de redes de distribuição.

O principal projeto dessa natureza no hemisfério Sul está em São Paulo. É o Aquapolo Ambiental, com capacidade para produzir 1 m3/s a partir do esgoto tratado na Estação de Tratamento de Esgotos da Sabesp no ABC paulista.

O projeto atende ao Polo Petroquímico de Capuava e pode servir outras indústrias da região. Pelo arranjo contratual o polo petroquímico tem garantido o fornecimento pelos próximos 38 anos. Além disso, com ajustes adicionais, a água pode se tornar potável e ser lançada na rede para consumo humano.

É natural que projetos dessa natureza envolvam investimentos e custos adicionais. Em São Paulo e em outros Estados, são poucas as bacias que cobram pelo uso da água. Quando há cobrança, o valor é baixo e não inibe o consumo excessivo.

Com a perspectiva de prolongamento da escassez atual, a aposta na captação superficial, barata, se mostra arriscada. Uma eventual revisão das outorgas ou mesmo o colapso da fonte de captação podem inviabilizar a operação da indústria.

O reúso de água é o seguro mais efetivo e sustentável para esse risco. É urgente que as indústrias revejam suas fontes de consumo de água e passem a voluntariamente reduzir sua dependência de mananciais superficiais. Essa estratégia não só melhorará a sustentabilidade ambiental mas garantirá a sustentabilidade econômica e a perenidade do negócio.

GESNER OLIVEIRA, 58,ex-presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica e da Sabesp, é professor de economia (FGV) e sócio da GO Associados
FERNANDO MARCATO, 37,é professor de direito na FGV-SP e sócio da GO Associados
PEDRO SCAZUFCA, 34,é mestre em economia pela FEA-USP e sócio da GO Associados

PARTICIPAÇÃO

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GRUPAS convoca à todos para a comemoração de seus 30 anos

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Reunião: Comemoração dos 30 anos do GRUPAS

Data: 24 / 03 / 2015
Hora: 08:30 ás 12:00hs

Tema: Venha celebrar conosco os 30 anos do GRUPAS e saber um
pouco de sua história e suas diretrizes para o futuro.

Local: SECOVI

Endereço: Rua Dr. Bacelar, 1.043 – Vila Mariana – CEP 04026-002

Estacionamento(Pago – R$23,00) Rua Luis Góis, 2100.

Evento

Café de Manhã  Cerimônia e comemoração dos 30 anos de GRUPAS.

IMPERDÍVEL: Venha celebrar conosco o aniversário do GRUPAS, conhecer um pouco de sua história e quais são suas diretrizes para o futuro.

Conheça os nossos patrocinadores: CARREFRIO | ESPE ENERGIA | GOCIL |INFORMOV INFRANET TELECOM | RL HIGIENE | SIMAC | VIA GLOBAL 

Ah, não se esqueça: “A RAZÃO DO GRUPAS É VOCÊ“.

Bernadino Costa
Presidente

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Empresa importará ar condicionado movido a energia solar

Fonte: Ambiente Energia

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Uma novidade que vai agradar quem mora em cidades onde a temperatura é alta, especialmente no verão, chegará ao mercado brasileiro em breve. A empresa LuxTerm Soluções Sustentáveis estuda trazer ainda esse ano para o país um ar condicionado movido a energia solar.

O ar condicionado consome 50% a menos de energia e possui tubos de vidro a vácuo que captam a energia solar. É um sistema híbrido, ele é ligado a energia convencional, mas utiliza em parte a energia solar.

A ideia é importar o produto a preço o mais acessível possível, visto que a tarifa para ar condicionado é mais alta do que para outros produtos elétricos. A expectativa da LuxTerm é que em dois meses o ar condicionado já esteja sendo vendido aqui.

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Madrid reduz em 16% o consumo de energia

Fonte: Edifícios e Energia

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Espanha – Em vigor desde 2004, o Plano Energético da comunidade autônoma de Madrid teve um impacto significativo, ao longo de uma década de eficiência energética. Ao todo, a economia foi de 16% no consumo de energia da região, segundo contas do governo regional, apresentadas neste domingo (22/02). Entre as várias ações implementadas, o destaque vai para os incentivos à reabilitação e renovação de edificações.

Através dos “Planos Renove”, Madrid concedeu mais de 115 milhões de euros de incentivo econômico a ações de reabilitação particular. Os incentivos econômicos contribuíram para aproximadamente 700 mil ações nesta área, abrangendo a renovação de janelas, caldeiras, sistemas de aquecimento central ou instalações elétricas, entre outros. O governo regional estima que este mecanismo possa ter contribuído para uma economia energética de cerca de 200 mil toneladas equivalentes de petróleo e para a reduzir a emissão de um milhão de toneladas de CO2. No caso da administração pública, foi promovida a reabilitação energética de todas as edificações da região.

Mesmo assim, o Plano Energético desenvolveu-se de forma bem mais abrangente, incluindo ações de divulgação e formação, modificações legais relativas aos certificados de eficiência energética ou promoção do gás natural.

Na estratégia, houve também lugar à promoção de projetos-piloto e de demonstração. Este foi o caso, por exemplo, da iniciativa da reforma das instalações elétricas nas Escolas Tecnológicas de Engenharia de Minas e Energia, mas também do plano de economia de energia do metrô de Madrid, que se traduz em medidas como a implementação de tecnologia LED, otimização de ventilação dos túneis ou ajustes de tensão elétrica.

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Empresas mineiras desenvolvem soluções inteligentes para reduzir o consumo de energia

Fonte: SEGS

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O Brasil tem presenciando uma das piores estiagens dos últimos tempos, o que levou reservatórios de águas em diversos estados a operarem com níveis muito baixos. Frente à equação escassez de recursos X aumento do consumo energético, o Sebrae Minas criou o Projeto Coletivo que apoia 20 micro e pequenas empresas, a maior parte incubada na Universidade Federal de Itajubá (Unifei), com o intuito de incentivar o desenvolvimento e a competitividade do setor de smart grid, isto é, na criação de equipamentos e serviços que utilizem redes e dispositivos inteligentes com foco no uso mais intenso da tecnologia em todo o ciclo da produção de energia.

A iniciativa, que teve início em junho deste ano, possui diversas ações que se estenderão até 2017, com o objetivo de capacitar e estimular a abertura de novos mercados. “O objetivo é que até o final já do próximo ano, as micro e pequenas empresas (MPEs) participantes conquistem um aumento de faturamento de até 50% e incremento de 5% de produtos de alto impacto de inovação que possam ser lançados no mercado, estimulando, assim, o desenvolvimento de novas soluções”, explica Elaine de Fátima Rezende, analista do Sebrae Minas.

Entre as empresas que participam do projeto do Sebrae Minas está a S.O. Esco, uma das incubadoras da Unifei, desenvolveu projetos na linha de economia de energia e água. Renato Swerts Carneiro, sócio da empresa, conta que entre os produtos criados está um monitor que acompanha em tempo real o consumo desses dois recursos naturais. “O diferencial é que ele faz a medição e transmite as informações para uma plataforma, via internet, e tem funções que ajudam a melhorar a gestão do consumo de energia e água.”

Entre soluções desenvolvidas está um alarme, que é acionado sempre que o valor do consumo ultrapassa o pré-estabelecido. Com isso, as indústrias podem analisar com antecedência o gasto de energia de um determinado setor ou equipamento e, assim, adotar ações corretivas e que garantam o gerenciamento eficiente do seu uso. Basta instalar o monitor no quadro da rede elétrica, sendo que um primeiro equipamento faz a leitura e transmite os dados via rádio para uma central, que, então, publica na internet. A central de energia pode ser integrada ao sistema da empresa.

“Trata-se uma ferramenta de gestão dentro de um serviço que nós vendemos. Junto dela, nós realizamos projetos de eficiência energética, em que estudamos os principais consumos, as possibilidade de melhoria, o custo X benefício dessas melhorias, entre outros serviços. Por meio dessa consultoria é detectado o que realmente precisa ser monitorado, possibilitando uma melhor gestão do consumo”, esclarece Renato Carneiro. “Outro diferencial é que monitor pode ser personalizado de acordo com as necessidades do usuário. Por exemplo: uma indústria calçadista pode se informar sobre a quantidade de energia elétrica gasta para produzir um lote de mil sapatos.”

A solução começou a ser desenvolvida com o Sebraetc Inovação no final de 2013, tendo um protótipo instalado no prédio da incubadora, na Unifei. “A ideia é que o valor final reduza para que as empresas consigam fazer o maior número de monitoramentos possíveis, gerando mais informações”, vislumbra.

Apesar disso, a S.O. Esco já emitiu algumas propostas comerciais para a própria universidade, além de uma indústria automotiva, prefeituras, com foco em iluminação pública, e hospitais, para o monitoramento de material esterilizado e lavanderia. A partir desse investimento, espera-se que a economia de energia chegue a 20%.

Redução tarifária

Já a empresa Sete é destinada à indústria e ao comércio e trata dos aspectos de reajuste e revisão dos custos das Distribuidoras de Energia Elétrica, para que as tarifas de energia elétrica possam ser estimadas pelos usuários. “É um software de estimativa de energia. O cliente contrata o serviço, através de uma assinatura anual, e coloca as premissas dele no sistema, o que influenciará no valor da tarifa. A partir desses dados, o sistema apresenta uma estimativa, mas esse valor pode mudar de acordo com os parâmetros apresentados”, esclarece a empreendedora.

Dessa forma, o usuário consegue entender um pouco mais como a tarifa de energia influencia no custo final da empresa, na produção, ou no próprio planejamento de gastos para o ano seguinte.

Até agosto deste ano, o Sete já possuía 41 usuários ativos nas áreas de comercialização e distribuição de energia elétrica, produção e refino de petróleo, associações e grandes consumidores.

Prevendo falhas

Desde 2000 no mercado, a empresa PS Soluções cria projetos de manutenção preditiva de motores elétricos, especialmente motores de indução, o que permite realizar o diagnóstico e predição de falhas com métodos não invasivos e com os motores operando normalmente.

De acordo com Erik Leandro Bonaldi, sócio-diretor, a solução permite prever as falhas desses equipamentos, possibilitando que seja feita a programação de intervenções. “Imagine um motor de uma refinaria da Petrobras. Se ele quebrar, dependendo de que parte do processo for responsável, poderá provocar um prejuízo de R$ 600 mil por dia. Se ele ficar dez dias parado, o prejuízo será de R$ 6 milhões. O nosso equipamento evita que isso aconteça. Ele avisa que o motor pode estragar e, com isso, programa a intervenção, e, ao invés de ficar parado dez dias, fica apenas um”, explica. O mesmo produto pode ser usado em geradores, evitando paradas com interrupções de energia pela unidade geradora afetada.

Apesar de a manutenção preditiva já estar no mercado desde 2004, o empresário decidiu participar do grupo coletivo devido à possibilidade de apresentar a solução em outros países, além do contato com as demais empresas participantes, que acaba trazendo outros benefícios.

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Operação & Manutenção – Precisamos acabar com a “visão míope”

Em tempos de recessão (e já arrastamos esta situação por quase dois anos…), é extremamente normal (e saudável) que as empresas olhem para o seu interior, para a sua operação e busquem por reduções e mudanças, o que nem sempre poderá ser o melhor caminho, se estas atitudes e ações não forem embasadas de forma técnica e gerencial.

Isto é o que chamo as vezes de “visão míope” sobre uma determinada situação.

Com isto, também se observa a maior oferta de cursos voltados à gestão de nossas operações, onde temos normalmente uma maior concentração em seus conceitos e formas de planejamento, objetivando a adição ou a renovação do conhecimento junto aos participantes.

Entretanto, sente-se muito a falta de dois fatores extremamente importantes:

  • A visão prática sobre todo o processo, com enfoque na análise e aplicabilidade de modelos
  • A transferência de experiência na gestão de resultados

Isto é de fundamental importância para que os participantes aprendam, de fato, à analisar melhor antes de simplesmente aplicar os modelos de mercado, o que nem sempre trará o resultado esperado…

Conceitos e Normas existem e são vitais, mas cabe-nos sempre a análise prévia quanto a sua aplicabilidade e a decisão sobre a melhor forma de fazê-lo (customização).

O empirismo é necessário, mas precedido de um adequado planejamento e de uma análise de riscos.

A gestão de resultados é o caminho para a retro-alimentação de processos e deverá ser também posta em prática e avaliada periodicamente.

Ferramentas de gestão são vitais, se adequadamente customizadas e colocadas sob o olhar contínuo, atento e experiente de um profissional.

Enfim, estas são apenas algumas considerações sobre o processo de gestão e controle que precisam ser observados e principalmente, incluídos em cursos e treinamentos.

Precisamos sair do “óbvio ululante” como dizia um de meus antigos mestres na época da faculdade.

É exatamente com este intuito que ministraremos um curso inovador no mercado neste ano de 2015 e aproveito para convidar à todos. Já divulgamos neste Blog a chamada para o curso, que acontecerá agora em Abril, entre os dias 09 e 11 na capital Paulista.

Segue ao lado o link para o post: https://alexandremflara.com/2015/03/02/curso-de-gestao-em-operacao-manutencao-em-sp-faltam-apenas-38-dias-2/

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Senai – SP promove cursos voltados para a eficiência energética

Fonte: Procel Info

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O Senai – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial- oferece no mês de março uma série de cursos voltados para a área de energia e eficiência energética. Com carga horária que varia de 24h a 80 horas, existem turmas com aulas nos dias úteis no período noturno e aos sábados. Todos os cursos serão realizados na unidade de Pirituba, na zona norte da capital paulista.

O curso de “Gerenciamento de Energia” tem como objetivo o desenvolvimento de competências relativas à analise e diagnóstico de consumo que permitam a elaboração de propostas para a otimização do consumo de energia elétrica. Com carga horária de 24 horas, o curso terá duas turmas: uma às sextas-feiras das 18h às 22h e outra aos sábados de 08h às 12h.

Ainda em março, será oferecido o curso de “Energia Solar Fotovoltaica-conceitos e aplicações”. Destinado aos profissionais do setor, o curso visa o desenvolvimento de competências para orientar sobre os sistemas de energia Solar Fotovoltaica, diagnosticando fatores de consumo de energia e propondo soluções de acordo com normas e determinações dos órgãos regulamentadores. O Senai oferece turmas com aulas no período da tarde, noite e aos sábados.

Com início previsto para oito de abril, o curso de Luminotécnica tem como objetivo desenvolver atividades de avaliação, dimensionamento e projeto de sistemas de iluminação, estimulando a compreensão da importância da iluminação correta para cada atividade. Durante as aulas, os alunos terão contato com técnicas que visam o uso correto dos diferentes tipos de lâmpadas, LED´s, luminárias e acessórios para os vários ambientes, além de desenvolver projetos de iluminação por métodos tradicionais e com o uso de software específico, respeitando as normas existentes. Com carga horária de 80 horas, o curso terá aulas no período noturno, às quartas, quintas e sextas-feira.

O Senai-SP ainda oferece o Curso de Eficiência Energética. Ainda sem data de início definida, o curso pretende desenvolver competências relativas a analise, identificação de potenciais de redução de consumo de energia e eficientização de processos que permitam a elaboração de propostas para a otimização dos insumos energéticos industriais.

Para todos os cursos, o Senai exige idade mínina de 18 anos e o ensino fundamental concluído. Para mais informações e inscrições, os interessados podem entrar em contado pelo telefone (11) 3901-9300 ou pelo e-mail senaipirituba@sp.senai.br

Serviço

Curso Gerenciamento de Energia

Local: Centro de Treinamento Senai “Jorge Mahfuz”

Rua Jerônimo Telles Jr., 125 – Pirituba – São Paulo-SP

Telefone: (11) 3901-9300

E-mail: senaipirituba@sp.senai.br

Duração: 24 horas

Turmas: 27/03/2015 a 15/05/2015 – sexta-feira das 18h às 22h

28/03/2015 a 16/05/2015 – sábado das 08h às 12h

http://pirituba.sp.senai.br/curso/54814/163/gerenciamento-de-energia

Curso Energia Solar Fotovoltaica – conceitos e aplicações

Local: Centro de Treinamento Senai “Jorge Mahfuz”

Rua Jerônimo Telles Jr., 125 – Pirituba – São Paulo-SP

Telefone: (11) 3901-9300

E-mail: senaipirituba@sp.senai.br

Duração: 24 horas

Turmas: 28/03/2015 a 16/05/2015 – sábado das 13:00 às 17:00

10/03/2015 a 31/03/2015 – 3ª e 5ª feira das 18:30 às 22:00

17/03/2015 a 25/03/2015 – 3ª, 4ª, 5ª e 6ª feira das 13:00 às 17:00

Phttp://pirituba.sp.senai.br/curso/73286/163/energia-solar-fotovoltaica-conceitos-e-aplicacoes

Curso de Luminotécnica

Local: Centro de Treinamento Senai “Jorge Mahfuz”

Rua Jerônimo Telles Jr., 125 – Pirituba – São Paulo-SP

Telefone: (11) 3901-9300

E-mail: senaipirituba@sp.senai.br

Duração: 80 horas

Turma: 08/04/2015 a 12/06/2015 – 4ª, 5ª e 6ª feira das 18:30 às 22:00

http://pirituba.sp.senai.br/curso/68090/163/luminotecnica

Curso de Eficiência Energética

Local: Centro de Treinamento Senai “Jorge Mahfuz”

Rua Jerônimo Telles Jr., 125 – Pirituba – São Paulo-SP

Telefone: (11) 3901-9300

E-mail: senaipirituba@sp.senai.br

Duração: 40 horas

Turma: a definir

http://pirituba.sp.senai.br/curso/62093/163/eficiencia-energetica

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Dicas para economizar energia com a TV e o micro-ondas

Fonte: Fórum da Construção

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Levante a mão quem não tem televisão em casa? E quem não tem micro-ondas? Talvez o primeiro seja mais presente nos lares brasileiros, mas a praticidade de um micro-ondas também tem seu valor.

Mas, sendo alguns dos itens mais usados dentro de casa, você tem feito alguma coisa para economizar energia em relação a esses eletrodométiscos? Siga algumas dessas dicas a seguir:

Em média, a televisão é utilizada de 4 a 5 horas todos os dias, em cada casa. Ela consome entre 10 e 30 kWh, sendo responsável por cerca de 5% a 15% do consumo total de uma residência. Para economizar, evite deixar a TV no modo “stand by“, pois ela continua consumindo energia ao estar pronta para ser ligada a qualquer hora.

Caso você tenha o hábito de dormir assistindo televisão, coloque-a na função timer, para não desperdiçar e evitar ter de acordar para desligá-la. As TVs de LCD consomem menos energia que as TVs de plasma. E é claro, quanto maior for o aparelho, maior será seu consumo de energia.

Não esquecendo daquela velha dica de que quando não tiver alguém no ambiente, ou ninguém estiver prestando atenção na TV, desligue-a!

Num forno micro-ondas não há calor interno no aparelho. As microondas atingem o alimento por todos os lados, penetrando de 2 a 4 cm dependendo da consistência do alimento. É muito importante cobrir a comida na hora de aquecê-la, tanto num forno convencional quanto no microondas. Fazendo isso, a umidade e frescor do alimento serão mantidos, além de você economizar energia durante o processo de cozimento.

Aparelhos microondas sem grill são mais econômicos. Ao colocar o alimento em um prato para aquecê-lo, deixe espaços entre os pedaços para que o aquecimento se dê uniformemente, nunca colocando uns sobre os outros.

Procure descongelar os alimentos naturalmente, em temperatura ambiente, sem a utilização do aparelho.

Por fim, veja no manual do aparelho qual a potência indicada para cada alimento, assim você não irá ressecá-lo, cozinhando demais e nem gastará energia desnecessariamente.

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China e EUA fecham acordo sobre programa de eficiência energética

Fonte: Celulose Online

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Um novo programa-piloto entre China e Estados Unidos, assinado durante um simpósio, resultará em um maior esforço de eficiência energética nos edifícios. A nova iniciativa visa a partilha de experiência, know-how e boas-práticas entre os dois países, em prol de uma disseminação do mercado de ESE (Empresas de Serviços Energéticos).

O modelo ESE prevê a formalização de contratos de desempenho energético entre o proprietário do edifício e uma empresa privada, através dos quais o investimento inicial na reabilitação energética é garantido pela empresa e pago mediante as poupanças alcançadas.

O modelo não é novo na China, mas ainda reduzido a experiências pontuais e localizadas geograficamente. É o caso, por exemplo, da cidade de Shenzhen, na província de Guangdong, no Sul do país. Nesta cidade as autoridades locais aplicam os contratos de desempenho energético como principal motor de eficiência energética nos edifícios públicos.

Segundo dados apresentados no simpósio, relativos a junho de 2014, Shenzen já implementou contratos ESE para cerca de sete milhões de metros quadrados de edificado. Além disso, a cidade chinesa tem funcionado com um modelo próprio de orçamento em matéria de energia, baseado na intensidade energética de cada edifício.

Adivinhando a complexidade de promover um modelo ESE à escala nacional na China, o Laboratório Berkeley do Departamento de Energia dos Estados Unidos acredita que uma abordagem local permitirá melhores benefícios.

O novo programa-piloto agora anunciado prevê que cada projecto implementado reúna, pelo menos, uma empresa de serviços de energia chinesa e uma norte-americana. Além disso, a abordagem proposta para cada um dos projetos tem que prever a redução dos níveis de consumo energético em 25%.

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