Última semana para efetuar a sua inscrição no curso “Gestão da Operação & Manutenção” à ser realizado em SP

Última semana para aqueles que desejam ainda efetuar a inscrição!!!

Conforme vem sendo divulgado, a A&F Partners Consulting realizará neste 2015 a sua turma do curso de Gestão em Operação & Manutenção na cidade de SP.

Faltam apenas 14 dias para o Curso e poucos dias para o encerramento das inscrições!!

Aos interessados, segue abaixo o folder com as informações e o link (basta clicar no folder / na imagem abaixo) para que sejam direcionados ao site de inscrições.

Nos veremos lá!!

Newsletter 1 AF 2015

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Governo vai até o limite para evitar o corte de energia este ano

Fonte: Valor Online

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Na próxima sexta-feira, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) vai divulgar o número mais esperado por investidores, especialistas e analistas do setor elétrico este ano: a primeira previsão oficial do órgão para o nível dos reservatórios das usinas do subsistema Sudeste/Centro-Oeste, o principal do país, no fim de abril, quando termina o período chuvoso. Segundo o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, se os lagos das hidrelétricas encerrarem abril com 30% de armazenamento não será necessário decretar um corte compulsório da demanda por energia. Os reservatórios hoje estão com 25,93% da capacidade. E a expectativa atual do operador é que eles cheguem a 29,8% de armazenamento no fim de março.

De acordo com fontes próximas do governo e especialistas do setor, porém, mesmo que o nível dos reservatórios não alcance a meta e fique ligeiramente abaixo dos 30%, a presidente Dilma Rousseff deverá ir para o “tudo ou nada” e não decretará racionamento. O governo aposta as fichas na desaceleração da economia, na consequente queda do consumo de energia, e na configuração de um regime de chuvas na média histórica entre maio e novembro, para evitar o prejuízo político do corte obrigatório no consumo. “O governo vai fazer de tudo para não ter que racionar. O racionamento seria um ingrediente explosivo na crise política atual” disse ao Valor uma fonte próxima ao ministério de Minas e Energia. A decisão de decretar, ou não, um racionamento não quer dizer que a medida é, ou não, necessária.

Nove em cada dez especialistas, incluindo experientes técnicos do setor elétrico, defendem a necessidade de adotar algum programa que provoque redução do consumo. A maioria deles, aliás, já era a favor da medida no ano passado. O motivo é que, com pouco tempo para construir novas usinas, a fim de garantir o atendimento do sistema, a única variável possível de ser alterada em curto prazo é a demanda. Mas como pode os especialistas defenderem incontestavelmente o racionamento, enquanto o governo afirma categoricamente que ele não é necessário?

A explicação é que os analistas trabalham com a política de operação energética tradicional, que jamais admitiria que os reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste chegassem a novembro com apenas 10% da capacidade. Na avaliação deles, o governo abandonou essa cartilha por razões eleitorais no ano passado e por motivos políticos e econômicos este ano.

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Energia solar responderá por 13% do consumo residencial

Fonte: Valor Online

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Cerca de 13% do consumo elétrico residencial em 2050 deverá ser suprido por energia solar por meio de painéis fotovoltaicos instalados nas casas. A estimativa, feita pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), faz parte do Plano Nacional de Energia (PNE) 2050. O estudo, que traçará os cenários previstos de oferta e demanda de energia e a projeção de expansão de cada fonte no país nos próximos 35 anos, deve ser lançado ainda este ano.

A estatal prevê que a energia solar fotovoltaica instalada nas unidades consumidoras – a chamada geração distribuída – alcançará uma capacidade instalada de 78 gigawatts (GW) em 2050. O dado é relativo ao cenário de referência trabalhado pela EPE. Considerando um cenário que envolva ações de fomento para a tecnologia, esse volume pode saltar para 118 GW (o equivalente a quase 90% do parque gerador brasileiro atual). “A estimativa é que, na maior parte do mundo, inclusive no Brasil, a partir de 2020″, ela [a geração distribuída] comece a ser competitiva com a tarifa residencial”, afirmou o presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, ao Valor.

De acordo com estimativas da EPE, o setor residencial responderá por 33 GW dos 78 GW previstos no cenário de referência. Outros 29 GW devem ser instalados em unidades do segmento de comércio e serviços, a partir de projetos instalados em estacionamento de supermercado, shoppings etc. O setor industrial deve contribuir com 13 GW e o setor público, com 3 GW de potência instalada. Em termos de produção de energia, considerando um fator de capacidade médio de energia solar descentralizada de 18% a 20%, esses 33 GW de capacidade instalada nas residências correspondem a 5 GW médios de energia. É esse número que equivale a 13% do consumo elétrico previsto para o setor residencial em 2050.

Segundo Tolmasquim, considerando o potencial técnico de energia solar descentralizada no país, descartando fatores como viabilidade econômica, o volume de energia produzida pelas residências pode chegar a 32 GW médios. Esse número equivale a 2,3 vezes o consumo elétrico residencial do país em 2013. “Esse é um potencial técnico. É claro que ninguém pensa que vai ter painel em todas as residências, tanto é que a nossa projeção é bem mais modesta.”

O presidente da EPE afirmou que o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) discute a eliminação da incidência de ICMS sobre a energia produzida por projetos solares fotovoltaicos nas residências. Hoje, o consumidor que possui painéis solares paga ICMS sobre toda a energia recebida da distribuidora, sem descontar o volume que produziu e forneceu ao sistema. A ideia é que o ICMS passe a incidir apenas sobre a diferença entre a energia comprada da distribuidora e o volume devolvido ao sistema. Além disso, Tolmasquim vê sinergia entre os projetos de geração distribuída e de grandes parques solares, que terão dois leilões exclusivos de contratação de energia. Com isso, na prática, haverá aumento de escala na produção de painéis fotovoltaicos, permitindo redução de custos.

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Eiffel Tower Going Green With Two New Wind Turbines

Source: Scientificamerican.com

By: Melissa C. Lott

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The City of Light’s green makeover touched the iconic Eiffel Tower last week as it ramped up two onsite wind turbines. These turbines are installed inside the tower’s metal scaffolding on the second level, and are painted in the same color to minimize their visual impact on the 126-year-old tower.

They are so camouflaged, in fact, that one can just barely make them out in this video (look on the right side of the second platform):

The pair of VisionAIR5 wind turbines were designed by Urban Green Energy. At 5.2 meters in height and 3.2 meters in width, these vertical axis wind turbines weigh in at 756 kilograms (kg) and have a lifetime of 20 years. Furthermore, they are perportedly quiet due to lower blade tip speed and low number of revolutions per minute (RPM).

The turbines are installed 122 meters (400ft) from the ground in order to maximize annual electricity production potential. All told, the turbines are expected to produce about 10,000 kilowatt hours (kWh) of electricity per year, or about the total annual demand of the tower’s first floor, home to restaurants, a souvenir shop, and history exhibits.

And that’s not all.

The Eiffel Tower is also in the midst of installing rainwater collection systems to supply water for the toilets, high-efficiency LED lights, and solar panels in order to further decrease the icon’s environmental footprint. While the tower was not required to meet any environmental benchmark, the tower’s operating company (Société d’Exploitation de la Tour Eiffel, or simply the SETE) is working to reduce the tower’s environmental impact by 25 percent as part of the City of Paris Climate Plan. Furthermore, according to reports, SETE is funding the entire cost of the renovation itself.

Photo Credit: Urban Green Energy (UGE)

Melissa C. Lott About the Author: An engineer and researcher who works at the intersection of energy, environment, technology, and policy. Follow on Twitter @mclott.

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Agende-se para o 4º Expo Facility à ser realizado em SP neste próximo mês de maio

Segue abaixo a chamada divulgada pela INFRA, bastando clicar na imagem para acessar o link.

4 Expo FM

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A desoneração da folha de salários

Fonte: Correio Braziliense

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Em boa hora, o Poder Executivo decidiu reavaliar a intenção de retroceder na sistemática de recolhimento da contribuição das empresas à Previdência Social. Na Medida Provisória nº 669, o governo havia aberto possibilidade de escolha às empresas de modo a garantir a continuidade da desoneração salarial com alíquotas passando de 1% para 2,5% e de 2% para 4,5% da receita bruta ou o retorno ao recolhimento convencional de 20% sobre a folha de salário.

No envio da MP nº 669, o governo argumentou que a mudança proposta reduziria drasticamente os R$ 25 bilhões que a desoneração da folha está custando anualmente ao erário. Grande parte das empresas reagiu mal à mudança e o presidente do Congresso Nacional decidiu devolver a MP nº 669 por não considerar adequado aumentar impostos ou contribuições sociais por meio de medida provisória. Ainda que se respeite a inquestionável necessidade do ajuste das contas públicas brasileiras, convém avaliar a mudança proposta de uma maneira mais ampla.

A desoneração da folha de salários foi aprovada pela Lei nº 13.043, em 13 de novembro de 2014. Por mais premente que seja o ajuste fiscal, soa precipitada a decisão de revogar lei aprovada pelo Congresso Nacional há apenas três meses e que tornou definitiva a medida para todos os 56 setores da economia abrangidos. Isso cria enorme insegurança entre os agentes econômicos e afeta severamente a propensão a investir e gerar empregos.

A precipitação da mudança provocou mais resistências do que adesões, mesmo porque o governo procurou desqualificar a finalidade da Lei nº 13.043/2014, ao argumentar que a desoneração da folha de salários não contribuiu para a geração ou para a preservação de empregos. Os dados citados pelo Poder Executivo indicam que a mudança proposta afetará negativamente 90 mil empresas contempladas pela desoneração da folha, que empregam atualmente 13 milhões de trabalhadores. Ora, ampliar as dificuldades para empresas que empregam 13 milhões de trabalhadores no setor privado é bastante arriscado nesta hora em que o país não consegue gerar mais de 400 mil postos de trabalho por ano.

Com a mudança proposta, o governo estima reduzir o custo com a desoneração pela metade chegando a cerca de R$ 13 bilhões. Todavia, essa diminuição não tem nada de automática. Afinal, a desoneração representa fonte de redução do custo do trabalho e melhoria da competitividade das 90 mil empresas nos mercados interno e externo, sem contar o efeito na manutenção ou queda de preços aos consumidores, geração de empregos indiretos, ganhos salariais e estímulos aos investidores. Ademais, a retirada destes R$ 13 bilhões para o Tesouro reduzirá a arrecadação em diversos outros impostos (IRPJ, CSLL, PIS, Cofins, IPI, INSS e IRPF dos empregados, ICMS, ISS, entre outros), aumentando outras despesas do governo, como o seguro-desemprego. Tudo indica que o efeito líquido da pretendida mudança será bem menor do que o estimado, especialmente para 2015.

É de se notar ainda que a desoneração da folha de salários melhora o padrão de cumprimento da legislação, reduzindo a informalidade que ainda existe em vários setores. Esse é o caso, por exemplo, de empresas do ramo de confecções que, por não aguentarem recolher 20% para a Previdência Social, optam pela contratação de trabalho informal de costureiras avulsas e outros profissionais. Ao refazer os cálculos do custo do trabalho sob condições de desoneração, muitas decidiram contratar formalmente aqueles profissionais o que tem sido bom para o Fisco e, sobretudo, para os trabalhadores que passaram a ter situação de trabalho protegida pelas leis trabalhistas e previdenciárias do país.

Finalmente, o sistema de regulação brasileiro onera pesadamente o fator trabalho. Só de encargos legais, são 102,43% sobre o salário. Além disso, há a incidência de outras imposições legais ou de mercado como é o caso de vários tipos de licenças, vale-transporte, planos de saúde, vale-refeição, cotas, além do custo do compliance para atender à complexidade burocrática na administração os quadros de pessoal e o cipoal de decisões judiciais imprevisíveis e desencontradas.

Em suma, não faz o menor sentido penalizar abruptamente o fator trabalho como pretendeu a MP nº 669. Antes disso, o governo dispõe de longo rol de providências que podem ser tomadas para reduzir as despesas. É importante que as partes interessadas, assim como os técnicos, tenham oportunidade de apresentar dados e argumentos e refletir bastante para se encaminhar projeto de lei com proposta serena e construtiva para o país, para as empresas e, sobretudo, para os trabalhadores.

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Rubens de Almeida e Mario Sérgio Pini: O preço da infraestrutura brasileira

Fonte: Folha de S. Paulo Online

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O saudoso jornalista Odon Pereira, ex-secretario de redacao nesta Folha e duas vezes vereador em Sao Paulo, ja falecido, ha quase duas decadas comentava: “se uma obra e considerada essencial, ninguem verifica quanto o governo paga por ela”. E prosseguia, com picardia: “se alguem se propuser a fechar a camada de ozonio, sustentara varios dos proximos governantes.”

Muitos anos depois dessa profecia, a impressao de que as obras publicas sempre abrigam grandes margens de precos e de que elas continuam a bancar projetos politicos e de poder continua a mesma.

O avanco dos mecanismos sociais de controle e o melhor acesso a documentos e referencias por parte da imprensa sugerem, porem, um olhar mais cuidadoso sobre os precos das obras de infraestrutura.

O fato e que ainda ha falhas nos processos tecnicos de estruturacao de precos para as concorrencias publicas que abrem brechas a corrupcao.

A imprecisao nos levantamentos de custos e tamanha que na ansia de buscarem margens suficientes para evitar qualquer insolvencia, as empresas admitem que seus clientes incorporem “remuneracoes extraordinarias” que oneram os empreendimentos, enganam a sociedade e nada tem a ver com as obras a serem executadas.

Contribui para essa inseguranca a perda coletiva da consciencia tecnica de que uma obra de construcao depende de um projeto detalhado para ser orcada. E que ha variaveis de custo que vao alem do objeto a ser construido, como os vinculados as dificuldade na preparacao do canteiro, remocao de interferencias, desapropriacoes e muito mais.

A tradicao tecnica dos orcamentistas brasileiros tambem promove inconsistencias com a realidade. Em geral considera-se que o preco de uma obra e resultado da soma dos custos dos varios servicos necessarios a sua execucao, funcao de seus precos unitarios basicos (materiais e mao de obra) multiplicados pelos quantitativos daquele projeto.

Tais composicoes de custo, inclusive aquelas que estao sendo neste momento modernizadas pela Caixa Economica na revisao do Sinapi (Sistema Nacional de Precos e Indices), simplesmente desconsideram questoes que impactam diretamente o preco final dos servicos. Por exemplo o numero de dias uteis dos meses, paralisacoes por razoes climaticas, indisponibilidade de equipamentos ou mao de obra, entre outros.

Poucos profissionais tem consciencia ou aplicam essas influencias na apuracao e acompanhamento dos custos. Em alguns casos, a simples mudanca dos prazos de execucao ou ate da epoca do ano em que sao realizados os servicos, acarreta acrescimos (ou reducoes) de milhoes de reais que simplesmente nao sao considerados nos orcamentos.

Mesmo que fossem superadas as deformacoes dos processos de contratacoes das obras publicas, empreiteiros e prestadores de servicos de construcao precisam melhorar, e muito, a sua capacidade de prever seus verdadeiros custos nas obras.

Elaborar orcamentos sem um projeto executivo e sem desenhar um plano de ataque das obras, distribuindo no tempo os servicos a serem executados e as providencias administrativas e contratuais, e uma temeridade que nenhum tecnico ou empresa de Engenharia deveria aceitar.

Se isso nao mudar, o setor da construcao continuara encabecando a lista das desconfiancas publicas sobre a sua propria idoneidade. Impactando, como vemos agora, o futuro das necessarias obras da infraestrutura nacional.

RUBENS DE ALMEIDA, 55, e engenheiro e jornalista
MARIO SERGIO PINI, 63, e arquiteto e especialistas em indices e custos de construcao

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Licença de Instalação parcial é ilegal?

Fonte: Correio Braziliense

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O Brasil passa por severa crise de abastecimento de energia devido a período prolongado de seca que se soma a erros de planejamento, leilões de usinas inadequados (pois não valorizam atributos importantes para a operação do sistema elétrico), e imprecisões no modelo computacional que define a operação das usinas.

O Operador Nacional do Sistema (ONS) tem feito o possível para otimizar a operação do sistema elétrico, enquanto espera que chova. Mas as chuvas não têm sido suficientes para encher os reservatórios das hidrelétricas e, ao término do período chuvoso (fim de abril), pode ser necessário decretar racionamento de energia.

Assim, para garantir o suprimento, além de torcer por chuvas e contar com baixo crescimento da economia, é necessária a construção permanente de usinas e linhas de transmissão. Há no Brasil 681 usinas (hidrelétricas, eólicas e termelétricas) e 336 empreendimentos de transmissão (linhas e subestações) vencedores de leilões e que se encontram na fase de projeto ou construção. Cerca de 68% desses empreendimentos estão atrasados por diferentes motivos.

Um deles é o licenciamento ambiental, processo rigoroso e extenso que deve ser respeitado pelos empreendimentos do setor. A primeira etapa é a avaliação da viabilidade ambiental. O órgão responsável, a partir de extensa documentação apresentada pelos empreendedores, avalia os impactos, propõe programas de redução dos impactos e verifica a viabilidade do ponto de vista socioambiental. Essa etapa termina com a emissão (ou não) da Licença Prévia (LP) de todo o empreendimento, não das partes.

Com a LP em mão, o empreendedor passa a detalhar os programas propostos nos estudos e solicita a Licença de Instalação (LI), que autoriza o início das obras. O que ocorre em algumas situações que envolvem empreendimentos de grande porte é a emissão de licenças parciais, que permitem o início de parte da obra. Isso ocorreu em 2008 na Hidrelétrica de Jirau, quando o Ibama autorizou a instalação do canteiro de obras pioneiro antes da emissão da Licença de Instalação para todo o empreendimento, que ocorreu apenas seis meses depois.

O Ministério Público (MP) questiona a legalidade de conceder a LI parcial. Mas é bom que o MP saiba que a Política Nacional de Meio Ambiente (Lei nº 6.938/81) e seus regulamentos (resoluções do Conama Conselho Nacional do Meio Ambiente) não impedem que a LI possa ser concedida para parte do empreendimento. Afinal, a viabilidade ambiental de todo o empreendimento é assegurada pela emissão da Licença Prévia.

A concessão da Licença de Instalação para partes do empreendimento pode permitir o avanço gradual do cronograma da obra, respeitando toda a legislação. A falsa polêmica de licença parcial acaba de retornar com a possibilidade de concessão da LI para o canteiro de obras da linha de transmissão de Belo Monte.

Com seus 2.087km de extensão, a linha cruza cinco estados da União e eventualmente enfrentará questões específicas que deverão ser tratadas de forma adequada. Mas não é necessário atrasar a obra toda por causa de desafios específicos de certos trechos.

Sem abrir mão do que está previsto em lei e do rigor na análise, o bom senso deve prevalecer no licenciamento ambiental de empreendimentos. O Ministério Público precisa parar de utilizar ações civis públicas para procrastinar o início das obras porque só gera atrasos nos projetos e impõe custos adicionais desnecessários à conta de luz dos consumidores.

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Dinamarca se interessa pelas medidas de economia e eficiência energética de Navarra

Fonte: El Diário / ESP

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Espanha – A delegação liderada pela embaixadora da Dinamarca na Espanha, Lone Wisborg, foi recebida nesta terça-feira pela governadora de Navarra, Yolanda Barcina, na sede do Governo floral. Posteriormente, ela e sua comitiva mantiveram várias reuniões com representantes do executivo para conhecer as principais linhas do 3º Plano Energético de Navarra, para o período entre 2011 a 2020, assim como algumas das medidas que foram incluídas nele.

Segundo o diretor geral de Indústria, Energia e Inovação, Iñaki Morcillo, o plano prevê incrementar em 63% a potência de energia renovável até 2020 para poder alcançar o auto-abastecimento elétrico com este tipo de energia.

De acordo com o último balanço energético, conhecido no mês de dezembro de 2014, Navarra já superou boa parte dos objetivos estabelecidos para 2020. A cota de fontes renováveis já alcança quase 89% da eletricidade consumida e, com em relação ao total de energia ( petróleo, gás natural, eletricidade, biomassa e carvão), representa 25,2%, cinco pontos acima do objetivo determinado pela União Europeia para 2020.

Além disso, foi informado pelo governo em nota, que Navarra melhorou consideravelmente em eficiência energética na última década, já que para cada euro do PIB, atualmente são utilizados 15% de energia menos energia em comparação com o que era utilizado há dez anos.

Entre as medidas implementadas no âmbito deste plano, o diretor geral de Ordenação do Território, Mobilidade e Habitação, José Antônio Marcén, informou que a Efidistrict, um projeto que tem como objetivo a renovação energética dos bairros residenciais construidos entre 1950 e 1980, será desenvolvido em sua primeira fase em Chantrea (Pamplona).

A delegação dinamarquesa também manteve encontros com representantes da prefeitura de Pamplona, a Universidade Pública de Navarra e com o Centro Nacional de Energias Renováveis (CENER).

A comissão foi formada, além da embaixadora do país na Espanha, pelo conselheiro da embaixada, Lasse Hansen, e representantes das empresas AVK Válvulasm Javier García-Noblejas; Kamstrup, Natália Rey; Rockwool, Jordi Bolea; Danfoss, César Hernández; Ventas Iberia, José Luis de Esteban; Grundfos, Miguel Sáez y Miguel Mult, y Mil-tek Global, Jacob Bang.

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ETEC de Amparo recebe primeiro laboratório de Eficiência Energética da CPFL Paulista

Fonte: PROCEL Info

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A CPFL Paulista, distribuidora de energia elétrica que atende a 234 cidades do interior de São Paulo, entregou, nesta quinta-feira (19/03), o primeiro de sete laboratórios de Eficiência Energética que serão instalados em escolas e faculdades técnicas estaduais do Centro Paula Souza. Com este laboratório, a ETEC João Belarmino, no município de Amparo, tornou-se a central de capacitação de professores e educadores que irão lecionar no laboratório. O investimento no CPFL Labtech foi de quase R$ 1 milhão pelo Programa de Eficiência Energética aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

O objetivo da iniciativa é dar condições para a formação de profissionais capazes de propor soluções de como utilizar a energia elétrica de maneira racional e inteligente em ambiente industrial. Com a entrega do laboratório, a a distribuidora vai treinar os educadores dos cursos de Eletrônica, Eletrotécnica e Eletroeletrônica a utilizarem os equipamentos. Esses educadores multiplicarão os conceitos de Eficiência Energética em suas respectivas instituições que também receberão laboratórios nos próximos meses.

O Labtech em Amparo é o primeiro laboratório de um total de sete que serão instalados em outras ETECs e FATECs do estado de São Paulo. “Com este projeto, nós queremos ampliar o conhecimento sobre a energia elétrica e tornar sua utilização mais racional e sustentável. Na CPFL, nós trabalhamos todos os dias para que a energia gerada e distribuída seja utilizada da melhor forma possível”, afirma Luiz Carlos Lopes Jr., gerente de Eficiência Energética da CPFL Energia.

O laboratório é composto por 64 aparelhos de bancada que simulam diversos aparelhos em uma indústria, como sistemas de ar-condicionado, de iluminação, de geração de energia fotovoltaica e eólica. Eles serão que serão utilizados na formação dos alunos de todos os cursos técnicos da instituição.

A professora Sônia Regina Correa Fernandes, Responsável pelo Grupo de Supervisão Educacional do Centro Paula Souza, comemora o fruto da parceria entre uma empresa privada e uma instituição pública. “Eficiência energética é um assunto que a instituição pública não pode se eximir. Temos que coloca-lo em discussão nas nossas salas de aulas. A escola, sozinha, não consegue oferecer a tecnologia de ponta para este aprendizado. Por isso, parcerias como essa são extremamente relevantes para a formação dos nossos futuros profissionais”.

A entrega do Labtech e a capacitação dos professores é parte do Programa de Eficiência Energética da CPFL Paulista, homologado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

* Com assessoria de Imprensa da CPFL

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