Evento organizado pelo CTE discutirá os caminhos para a Gestão da Construção no Brasil

O evento,  cujo folder segue abaixo, será realizado em SP no próximo 14/04.

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CTE Evento 2015 A

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Energia solar pode ter desoneração, mas acesso a equipamento ainda é desafio

Fonte: Engenharia Compartilhada

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Governo espera que Confaz reduza incidência de ICMS sobre a energia gerada por consumidor e destinada à rede

Reuters

BRASÍLIA – Os Estados e o governo federal estão perto de anunciar desonerações tributárias sobre a chamada geração de energia distribuída, com a intenção de impulsionar no país a produção de energia solar pelos próprios consumidores. Mas para que o programa ganhe escala, ainda é preciso encontrar soluções para facilitar o acesso a equipamentos, afirmam especialistas.

O governo federal espera que o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) remova um dos entraves à disseminação da geração distribuída, relativo à tributação dessa energia.

Hoje, o consumidor que possui placas de energia solar e devolve eletricidade à rede paga ICMS sobre toda a energia que ele recebe da distribuidora local, sem considerar a eletricidade que ele produziu e devolveu para o sistema.

A mudança que deve ser aprovada pelo Confaz fará com que o ICMS incida apenas sobre a diferença entre a energia comprada da rede e a energia devolvida a partir da microgeração feita pelo consumidor, segundo uma fonte do governo federal.

Essa mesma fonte disse que a mesma medida – incidência de impostos apenas sobre o “consumo líquido” de energia – valerá também para os federais PIS e Cofins.

“A nossa expectativa é de que tanto o governo federal, através desse ajuste, quanto os estaduais, por nova regulamentação, deem um passo adiante para incentivar o setor”, disse à Reuters o diretor-executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia.

O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, tem dito que deve haver acordo no Confaz para resolver a questão.

A próxima reunião do Confaz acontece no início de abril. Segundo a assessoria de imprensa do órgão a pauta dessa próxima reunião só estará disponível a partir do próximo dia 20.

Além da questão da tributação da energia, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deve atacar em outra frente, propondo medidas para desburocratizar o processo de aprovação, pelas distribuidoras, de clientes que queiram fazer a geração distribuída.

Segundo uma fonte do governo federal, hoje esse processo de aprovação é muito complicado. ” A ideia é simplificar”, disse.

Segundo o ex-diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Afonso Henriques Moreira Santos, o ajuste na tributação do ICMS e do PIS/Cofins sobre a geração de energia distribuída conseguirá fazer com que a modalidade torne-se viável, mas para que ela ganhe escala e passe a ser adotada por “centenas de milhares” de consumidores, seriam necessárias outras medidas, para facilitar a compra dos equipamentos.

Entre elas estariam linhas de crédito e desoneração do Imposto de Importação dos componentes, ainda mais levando em conta que a alta do dólar atinge diretamente esse mercado, que hoje ainda depende de importações.

O fomento à geração distribuída integra um pacote que está sendo elaborado pelo governo federal de ações para aumentar a oferta de energia e buscar a eficiência no consumo de eletricidade do país. O pacote deve ser apresentado à presidente Dilma Rousseff ainda neste mês.

Equipamentos

Além de caros, equipamentos como as placas solares (conhecidas tecnicamente como módulos fotovoltaicos), inversores, cabos e a estrutura de sustentação, ainda são em sua maior parte importados, o que ainda expõe esse mercado à atual volatilidade do câmbio.

“É uma nova tecnologia. Tem ainda a questão da oferta desses equipamentos em massa e o próprio treinamento da mão de obra para a instalação”, disse o diretor da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) Marco Delgado.

As famílias que quiserem aderir ao sistema teriam ainda de fazer um investimento razoável. Segundo o diretor da Absolar, para atender uma família de quatro pessoas, o investimento em equipamentos para geração fotovoltaica fica entre 15 e 25 mil reais. “O investimento levaria de 5 a 10 anos para se pagar, mas os equipamentos têm uma vida útil de 25 anos”, disse Sauaia.

O diretor-executivo da Absolar acredita que o custo dos equipamentos poderia ter uma queda de 20 a 25 por cento se o governo conseguisse desonerá-los das cobranças de IPI, PIS/COFINS e se os Estados concordassem com isenção do ICMS.

Uma fonte do governo federal que acompanha de perto o assunto afirmou, porém, que “dificilmente” haverá alguma desoneração para os equipamentos. Segundo essa fonte, o mais provável é que o governo federal tome alguma medida para ampliar o crédito para a compra dos equipamentos.

Em fevereiro, o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica, Romeu Rufino, afirmou que o governo federal estudava linha de crédito específica para financiar aquisição de equipamentos para geração distribuída.

O presidente da Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco), Rodrigo Aguiar, disse que é preciso criar um ambiente para atrair para o Brasil indústrias de equipamentos de energia fotovoltaica, a exemplo do que já aconteceu com a energia eólica.

“É preciso ter um arcabouço para que isso ocorra”, disse, afirmando, porém, que a desoneração da geração distribuída por parte do Confaz e do governo federal já deve ajudar o setor.”

Energia solar é alternativa para reduzir dependência

Custo ainda é alto, mas o risco de um eventual racionamento e a economia em médio prazo já justificam investimento em modalidade complementar

São Paulo – Com a crise hídrica e o aumento das tarifas de energia, empresários buscam na fonte solar um meio para economizar e evitar perda de produção em caso de racionamento. Embora os equipamentos ainda sejam caros, quem já instalou painéis fotovoltaicos diz que vale a pena.

É o caso da empresa carioca Qualy Lab Análises Ambientais. A ideia de investir para gerar energia complementar à da rede de distribuição surgiu no segundo semestre do ano passado, quando a estiagem no Sudeste começou a se estender. A instalação durou três semanas. Foram 134 painéis fotovoltaicos, com a intenção de gerar 4 mil kWh por mês.

Quatro meses depois, a empresa já consome essa energia e vislumbra em médio prazo o retorno de um investimento de R$ 270 mil, financiado pelo Banco do Brasil, com carência de seis meses. “Pela quantidade de KW consumida e de KW estimado produzido, teremos 100% de economia [na conta de luz]”, diz o vice-presidente da empresa, Claudio Moises. “O valor que seria pago à concessionária vai ser pago ao banco. No final das contas, o sistema se paga ao longo de cinco a oito anos, dependendo dos aumentos de tarifas”, calcula o executivo.

Para as consultorias que fazem projetos de instalação dos equipamentos, a persistência da escassez de água vai alimentar a demanda. José Renato Colaferro, sócio-fundador da Blue Sol Energia Solar, de Ribeirão Preto (SP), projeta um grande crescimento neste ano. “Numa previsão conservadora, esperamos que a procura dobre”, afirma. Ele explica que pequenas e médias empresas geralmente consomem a energia da rede em baixa tensão, que é mais cara. “Isso aumenta a competitividade da energia solar”, argumenta.

Apesar do interesse pela modalidade, o mercado ainda engatinha no Brasil. Segundo estimativa da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o País tinha apenas três sistemas de geração conectados à rede até o fim de 2012. O número saltou para aproximadamente 300 apenas dois anos depois, mas ainda é baixo. E, em termos de potência, a fonte solar não representa nem 0,01% da matriz energética brasileira. Na Alemanha, onde essa modalidade é mais difundida, a participação na matriz chega a 10%.

No Brasil, o crescimento tende a ser maior nos próximos anos. O gatilho para isso foi dado em outubro do ano passado, quando a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) fez o primeiro leilão de energia renovável no país. Foram contratados cerca de R$ 7 bilhões em investimentos na construção de 31 empreendimentos de energia solar e mais 31 de energia eólica.

Incentivos x barreiras

Hoje, os equipamentos utilizados no Brasil são importados. Mas, no início do ano, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 26 milhões para a startup Pure Energy, controlada pela Cerutti Engenharia, implantar em Alagoas a primeira fábrica de painéis fotovoltaicos no País.

Para Rodrigo Lopes Sauaia, diretor executivo da Absolar, a tributação é uma barreira ao desenvolvimento do mercado. Quem investe em um sistema de geração deve se conectar à rede de distribuição para jogar nela o volume não consumido. Por determinação do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), sobre esse valor incide Imposto sobre Circulação e Mercadorias e Serviços (ICMS), o que reduz o valor líquido obtido pelo gerador ao vender o que não consumiu. “O Confaz cobra de 30% a 40% da energia compensada, ou seja, ela perde valor quando é injetada na rede. Esperamos que eles revisem essa decisão”, diz.

A Alemanha usa um modelo de incentivo para quem gera esse tipo de energia, com uma tarifa diferenciada. Os Estados Unidos também oferecem um benefício tributário para incentivar a modalidade.

No Brasil, a expectativa é que as barreiras sejam reduzidas. O diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, afirmou recentemente que há negociações para estimular o uso da energia solar. O governo estuda novas linhas de financiamento para os equipamentos e discute com o Confaz a isenção de ICMS sobre o que é devolvido à rede distribuidora. O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, reiterou na semana passada que o Confaz deverá efetuar uma “desoneração importante” para viabilizar a geração desse tipo. E ontem afirmou que o governo federal deve anunciar “muito em breve” novas políticas de incentivo à modalidade, entre elas a realização de novos leilões.

A Absolar diz desconhecer essas medidas. “Não recebemos uma descrição clara e abrangente dos incentivos planejados pelo governo. Se estas ações tiverem sucesso, conseguiremos superar uma parte relevante dos obstáculos que têm represado a demanda por energia solar fotovoltaica no país”, afirma Sauaia.

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PIB do Brasil vai passar por dois anos seguidos de queda, prevê BC

Fonte: Valor Online

Por: Denise Neumann

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Em cenário que não contempla racionamento de energia e água, o Banco Central (BC) estima que o Brasil vai passar por dois anos seguidos de retração do Produto Interno Bruto (PIB). O BC projeta queda de 0,5% no PIB de 2015 e revisou de alta de 0,2% para queda de 0,1% a estimativa para 2014, cujo dado oficial será divulgado nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nas contas do BC, a queda será puxada pelo cenário doméstico, enquanto o mundo ajudará o Brasil neste ano, minimizando os efeitos negativos internos.

A instituição não incorporou em suas projeções a nova série das contas nacionais, cuja metodologia foi revisada. A projeção do BC ainda é mais otimista que a do mercado: no boletim Focus, a estimativa para o PIB de 2015 está em menos 0,83%.

Na revisão de 2014, as projeções do BC pioraram para todos os componentes da oferta, com a agricultura passando de crescimento de 1,4% para 1,3%, a indústria de menos 1,4% para menos 1,7% e o setor de serviços, de 0,7% para 0,6%. Pelo lado da demanda, piorou principalmente a projeção para o investimento, com queda ampliada de 7,1% para 8,2%.

Em 2015, na visão do BC, o investimento (medido pela formação bruta de capital fixo) será, mais uma vez, a principal nota negativa do PIB pelo lado da demanda, com queda de 6%. A demanda das famílias não cai, mas desacelera: a alta de 1% de 2014 cede lugar a uma expansão de apenas 0,2%.

O consumo do governo segue trajetória semelhante, passando de uma estimativa de alta de 1,8% no ano passado para 0,3%, como consequência do ajuste fiscal em curso no governo federal e também em vários Estados. De acordo com a instituição, ”o desempenho dos investimentos no curto prazo está influenciado, em parte, por eventos não econômicos associados ao risco hídrico, ao ambiente político e aos desdobramentos da operação Lava-Jato.

O BC ainda espera alta de 2,4% nas exportações e queda de 3% na importação. A projeção para as exportações, explicou a instituição, “reflete as perspectivas de crescimento para a agropecuária e para a indústria extrativa; a expectativa de maior crescimento global; e os ganhos de competitividade associados à mudança de patamar da taxa de câmbio”. Por outro lado, a redução projetada para as importações considera um “ambiente de moderação no consumo e a depreciação do real”. O BC ponderou ainda que, sozinha, a demanda interna provoca uma queda de 1,3 ponto percentual no PIB,  enquanto o setor externo ajudará a economia, com um impacto positivo de 0,8 ponto percentual.

Pelo lado da oferta, as projeções do BC mostram mais um recuo da indústria (queda de 2,3%) e resultado bastante fraco do setor de serviços (só 0,1% de crescimento). A agricultura, mais uma vez, é o lado positivo, com alta estimada de 1%. As projeções para 2015 não embutem racionamento de água e energia, mas consideram que o risco dessa situação afetará o otimismo de empresários e consumidores, com consequências negativas para a atividade.

(Denise Neumann | Valor)

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Contagem Regressiva: Faltam 7 dias para encerrar as inscrições para o Curso de Gestão em Operação & Manutenção

Faltam 07 dias para aqueles que desejam ainda efetuar a inscrição!!!

Conforme vem sendo divulgado, a A&F Partners Consulting realizará neste 2015 a sua turma do curso de Gestão em Operação & Manutenção na cidade de SP. Faltam apenas 14 dias para o Curso e poucos dias para o encerramento das inscrições!! Aos interessados, segue abaixo o folder com as informações e o link (basta clicar no folder / na imagem abaixo) para que sejam direcionados ao site de inscrições. Nos veremos lá!! Newsletter 1 AF 2015

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Agende-se – 12º Congresso Infra em SP (Maio deste ano)

12 INFRA

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Engenheiros transformam caixa d’água em mini usina hidrelétrica

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Engenheiros transformam caixa d’água em mini usina hidrelétrica

Com toda a crise econômica e ambiental, surge esta solução simples para gerar energia limpa em casa, economizando dinheiro e poupando o meio ambiente. A UGES (Unidade Geradora de Energia Sustentável) transforma caixas d’água em mini usinas hidrelétricas, independente de seu tamanho, transformando a passagem de água que abastece os reservatórios em um sistema gerador de energia limpa.

No Brasil a média de consumo diário de água é 250 Litros por pessoa, consumo que é totalmente desperdiçado como forma de energia. Ao desenvolver um sistema que reaproveita essa energia, podemos gerar eletricidade, sem emissão de gases e totalmente limpa”, explica Mauro Serra a FAPERJ.

A UGES é acoplada à entrada de água da caixa e conectada, por fios elétricos a uma unidade móvel de tamanho aproximado a um pequeno container – que pode ter rodinhas e ser móvel. Composta por várias partes, desde a válvula que regula a entrada de…

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Air quality in nursing homes ‘affects lung health of residents’

Fonte (Source): Nursing Times.Net

Por (By): Steve Ford

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The indoor air quality in nursing homes can have a serious effect on the lung health of older residents, according to the findings of a European study.

The authors of the study, which is published in the European Respiratory Journal, believe it is the first to detail the negative effects of poor air quality in nursing homes across several countries.

The researchers collected data on five indoor air pollutants – PM10, PM0.1, formaldehyde, NO2 and O3.

The pollutants come from a range of sources including heaters, building materials, furniture, cleaning products, disinfectants and cooling systems.

They assessed levels of the pollutants in 50 different nursing homes in seven countries – Belgium, Denmark, France, Greece, Italy, Poland and Sweden. A total of 600 residents took part in the study.

The results showed that exposure to high levels of PM10 and NO2 was significantly associated with breathlessness and cough.

In addition, high levels of PM0.1 were associated with wheeze during the last year and high concentrations of formaldehyde were linked with chronic obstructive pulmonary disease.

The associations were even seen with “moderate” concentrations of indoor air pollutants, the researchers said, adding that they were enhanced in homes with poor ventilation.

Dr Isabella Annesi-Maesano, lead author of the study, said: “Our findings have shown an independent effect of several indoor air pollutants on the lung health of the elderly living in nursing homes.

“This is a worrying problem since the body’s ability to cope with harmful air pollutants decreases as we age,” said Dr Annesi-Maesano.

“Nursing homes should do more to prevent indoor air pollution by limiting its sources and by improving ventilation in their buildings,” she said. “The respiratory health of residents should also be checked on a regular basis.”

Dan Smyth, chair of the European Lung Foundation, added that the findings added to a body of evidence “confirming” that indoor air pollution was a risk factor for respiratory disease.

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Comissionamento – ASHRAE promoverá Webcast gratuita em 26/04

A ASHRAE convida à todos para assistirem ao Webcast sobre Comissionamento em Edifícios Existentes, que acontecerá no próximo 26/04.

Vejam a chamada abaixo.

ASHRAE Webinair Cx

This webcast will feature industry experts who will define the benefits of existing building commissioning for the environment, occupants, operations staff, and overall ownership costs. Viewers will be able to recognize the varied scopes of commissioning, when to apply comprehensive versus focused commissioning, and best practices in existing building commissioning specifications & contracting.

This FREE webcast will be broadcast live via the internet. Watch this page for more information about the program, speakers and registration.

Registration is now open for the April 23rd Webcast.
There is no fee for registration.

Register

Attendees may be awarded three (3) Professional Development Hours (PDHs). The webcast program has also been approved for three (3) AIA Learning Units (LUs) and three (3) GBCI Continuing Education Hours (CEs).

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Brasil enfrenta obstáculos para a reindustrialização

Fonte: Valor Online

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Os EUA estão vivendo um forte processo de reindustrialização no qual estão aprendendo a ser competitivos em relação aos asiáticos, mas isso não significa que países como a China estão fora do jogo em que automação e novas tecnologias dão as cartas, afirmam especialistas. Já outros emergentes, como o Brasil, até podem ser beneficiados pela desvalorização de suas moedas, mas correm o risco de ficar de fora do processo se não solucionarem velhas questões, como o forte protecionismo ou ambiente de negócios pouco competitivo.

Os chineses têm vastos recursos à disposição e estão emitindo fortes sinais de que não querem ser apenas produtores, mas também inovadores, diz o vice-presidente da área de automação industrial da Siemens, Alf Hufstetler. “Nunca acharia que a China está fora do jogo. Ela vai sempre ser importante à economia americana, assim como Indonésia, Coreia do Sul e até mesmo Brasil”, diz o executivo. Nesse movimento de reindustrialização focado em investimentos em tecnologia e inovação, Hufstetler avalia que mesmo o Brasil tem meios de não ser deixado para trás. “A oportunidade de ter projetos mais conectados à indústria 4.0 é bastante real”, afirma o executivo, ao ressaltar que algumas das maiores companhias automobilísticas do mundo produzem no Brasil.

Para o presidente da consultoria americana ITR Economics, Brian Beaulieu, a revitalização da indústria americana tem como um dos focos estratégicos o mercado externo, mas a expectativa de que o dólar se mantenha valorizado pode criar vantagens para países como o Brasil. “O Brasil e também outros países podem se aproveitar dos ventos contrários para os EUA vindos da moeda forte”, diz Beaulieu. Para isso, diz ele, o país precisaria melhorar o seu ambiente de negócios, com uma maior colaboração entre o Norte e o Sul. Com exceções de alguns setores, como o agronegócio, a baixa produtividade é vista como um problema, assim como o forte protecionismo do mercado, incluindo a própria indústria automotiva do Brasil. “Crescimento, qualidade e vendas produzem postos de trabalho, não o protecionismo que não funciona”, diz Hufstetler, da Siemens.

Dados da Eurostat de 2013 sobre o Produto Interno Bruto (PIB) gerado por hora trabalhada mostram que, enquanto nos EUA e na Alemanha esse índice é de, respectivamente, US$ 67 e US$ 57, ele cai para US$ 19 por hora no México e apenas US$ 10 por hora no Brasil. Jorge Arbache, professor da Universidade de Brasília (UnB) que tem se dedicado a temas como competitividade, produtividade, inovação e tecnologia, diz que há uma conjunção de fatores que tem feito com que produzir não só nos EUA, mas também na Alemanha e em outros países industrializados, esteja se tornando algo mais barato do que produzir na China e outros emergentes. “Há uma mudança tecnológica que envolve a internet das coisas, robôs, impressoras 3D, dentre outras novas tecnologias que, em conjunto, permitem que produtos industriais sejam produzidos por um custo muito mais barato do que usando tecnologias convencionais”, diz. Ele lembra que, nos EUA, o Partido Democrata sempre teve simpatia pela agenda da reindustrialização, mas ela ganhou novo sentido com a sofisticação tecnológica. “Ao buscar revitalizar a indústria americana, o presidente [Barack] Obama estava pensando basicamente na necessidade de criação de empregos, mas conseguiu mais do que isso, houve criação de valor.”

Menos otimista do que os executivos americanos, o professor de economia da UnB avalia que o Brasil ainda está muito focado em uma agenda de custos voltada para questões como infraestrutura, logística ou impostos. “Estamos pensando em nos tornar mais competitivos via custos, mas a indústria do século XXI vai muito além”, diz. A competitividade global, afirma, envolve hoje agregação de valor e diferenciação de produtos. “O consumo é global e ditado por quem inova.” Para Arbache, o Brasil está totalmente fora dessa agenda e, na melhor das hipóteses, se dispõe a discutir produtividade do ponto de vista mais convencional possível. Segundo ele, é preciso ter claro que, na “economia do século XXI”, os custos sempre serão importantes, mas seu peso relativo está em queda. “A indústria 4.0 não é indústria de custo baixo, mas de alta agregação de valor.”

Para ele, o peso todo deixa de ser colocado nas diferenças entre o custo do trabalho entre países, ganhando cada vez mais importância outros condicionantes que vão fazer a produção mais ágil e competitiva. “Daí uma parte importante da volta das fábricas para os EUA”, diz. “Se nada fizermos, vamos nos ver na contingência de passar a importar coisas industrializadas dos EUA.”

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Empire State Building – Um retrofit mais que especial!

Fonte: Blog da Creato

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O Empire State Building é um prédio de 102 andares na Fifth Avenue (Quinta Avenida), entre a 33rd Street e a 34th Street. Um ícone de Nova York que por mais de 40 anos foi considerado o prédio mais alto do mundo, título que perdeu com a construção do World Trade center.

Apesar de ter sido inaugurado em 1931, esse velho senhor atualmente consome menos energia do que muitos edifícios construídos no ano passado! E como isso pode ser possível?

Após tantos anos de uso, uma reforma precisava ser feita. Sistemas e acabamentos estavam ultrapassados e consumiam muito tempo e dinheiro para sua manutenção. Neste momento, a decisão de modernizar o edifício tomou proporções maiores e em 2009, o Empire State Building iniciou um trabalho de renovação completa, incluindo não apenas a melhoria dos sistemas e acabamentos, mas a melhoria de seus sistemas visando a sustentabilidade e a economia de energia, água e emissão de carbono.

Este projeto sustentável chamado de “retrofit” foi premiado e em 2011 ele recebeu a certificação LEED® Gold for Existing Buildings (certificação LEED Ouro para edificações existentes).

Após a conclusão completa do programa de retrofit proposto, o edifício reduzirá o consumo de energia total em mais de 38%, os gastos com energia em até USD 4,4 milhões por ano e as emissões de carbono em até 105.000 toneladas métricas nos próximos 15 anos.

O que foi feito no ESB, pode ser feito em várias edificações antigas que desejam consumir menos. Além da eficiência energética, as alterações no Empire State Building, que ajudaram a conseguir certificação LEED Gold incluem:

– Instalação de equipamentos de baixo fluxo de água nos banheiros do edifício;

– O uso de material de limpeza verdes e produtos de controle de pragas;

– Reciclagem de resíduos de inquilino e restos de construção;

– O uso de produtos de papel reciclado;

– O uso de tapetes de conteúdo reciclado, revestimentos de parede, tintas e adesivos com baixos VOC´s;

– Um programa de engajamento dos inquilinos, incluindo medição setorizada, um recém-criado Sistema de Gestão de Energia e os requisitos obrigatórios verdes em contratos de arrendamento.

Para fornecer informações aos visitantes sobre a renovação, uma exposição sobre sustentabilidade foi montada no 20º andar. A exposição exibe a tecnologia e os processos de ponta utilizados na reformulação.

Ela conta a história do notável processo de renovação de uma forma divertida e fácil de entender, usando uma combinação de monitores digitais, esculturas e materiais de construção reais, que certamente irá inspirar visitantes de todas as idades.

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