Quando Maomé vai de forma adequada e eficaz até a montanha, a montanha também vira em algum momento até Maomé

Noutro dia, acabei me lembrando por uma razão qualquer de um antigo ditado (” Se Maomé não vai até a montanha…., a montanha vai até Maomé) e por curiosidade, tentei encontrar a sua origem na internet.

Existem algumas explicações que podem ser encontradas em sites de busca, mas nenhuma delas de forma muito convincente.

Mas retornando à minha recordação sobre este ditado, a expressão me veio na memória durante a conversa que tive com um bom amigo e profissional do mercado, na qual discutíamos que, mesmo em momentos de crise (como a que estamos vivenciando…), sementes bem plantadas e cultivadas poderão dar bons frutos!

É por esta razão que brinquei com este amigo, ao tomar a liberdade de alterar o ditado original, sem nenhuma pretenção de ofender o autor e seus adeptos, mas apenas com o objetivo de demonstrar que um trabalho bem efetuado poderá sim trazer-lhes frutos.

Mas estes frutos dependerão sempre é principalmente de seu trabalho, de sua forma de conduta e de sua postura e relacionamento. Não há mágica, como costumo afirmar em milhas aulas e palestras, mas muito trabalho, dedicação e postura.

Isto deveria ser refletido por todos nós que atuamos na operação e manutenção de Instalações e empreendimentos, pois bons resultados não são obtidos por acaso.

Não é por acaso que vemos colegas reclamando da falta de trabalho e outros se dizendo cansados (embora felizes) com os trabalhos novos que têm entrado. Se eu não conhecesse várias destas pessoas e profissionais que enaltecem o seu cansaço, poderia dizer que se trata de uma propaganda enganosa, fruto de puro marketing pessoal em tempos de rcesso, o que não ocorreu nestes casos…

Ao invés de pensarmos na “crise”, deve,os despender o nosso tempo reavaliando os nossos resultados, ou seja, o quanto nossas sementes produziram e o quanto a “a montanha nos procura”…

Precisamos buscar os “buracos na quadra e no jogo” como dizem tenistas experientes, ou seja, precisamos despender nossos esforços para buscar por novas oportunidades e novos desafios em nossos trabalhos.

E na operação e manutenção?

Temos hoje um bom momento para buscarmos pela melhoria na qualidade, por uma maior eficiência em processos e por melhores resultados!

Custo elevado da água e energia?

Também vivemos um momento interessante para reavaliar os nossos processos de operação e manutenção, alinhados aos resultados operacionais, a fim de que consigamos uma operação mais adequada, de maior qualidade, com menores custos e de forma sustentável!

Para finalizar, deixo-os com outros ditados, dizeres, etc….que se ajustam à esta cultura de mudança:

“quem procura sempre alcança!”

“Deus ajuda à quem cedo madruga”

“faça a sua parte, que Deus olhara por você!”

Ditados para todos os gostos….

Vamos em frente!

Um bom dia é um ótimo fim de semana!

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Sistema de Proteção Contra Incêndio para Data Centers

Fonte: Planservice

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Toda edificação possui um sistema de combate a incêndio. Normalmente composto de extintores e hidrantes e, em grandes áreas, chuveiros automáticos (sprinklers). Hidrantes e sprinklers utilizam água pressurizada para combater um incêndio.

Datacenters são caracterizados por uma alta densidade de equipamentos eletrônicos, composta por servidores, racks, no-breaks, geradores, etc. Para combater um incêndio com o mínimo de dano aos equipamentos é interessante não utilizar água como a primeira etapa de combate, pois os equipamentos são sensíveis à água. Portanto, para minimizar danos em equipamentos atingidos por um foco de incêndio e evitar prejuízos aos não atingidos, utiliza-se o sistema de combate a incêndio por gás.

Este sistema não substitui hidrantes e sprinklers, ele apenas os antecede no combate ao incêndio. Por ter uma detecção mais sensível, é o primeiro a ser acionado. O gás fica armazenado em uma bateria de cilindros, em sala separada da área a ser protegida. Quando o sistema é acionado, o gás passa pelas tubulações e é espalhado pela área através de bicos dispersores. O gás trabalha em nível molecular, rompendo as chamas por reação química, causando um resfriamento que evita que a reação de combustão se sustente. O sistema somente desencadeia a descarga de água pelos sprinklers atingidos por temperatura superior à de acionamento do sistema de gás.

Os equipamentos estão interligados ao sistema de combate a incêndio da edificação e acionam a central de alarmes. E também devem ser interligados ao sistema de ar-condicionado e exaustão, não permitindo a saída de ar do local com foco de incêndio, após seu acionamento, por um determinado período. Isso garante que o gás conseguirá reagir e inibe a entrada de oxigênio, o que aumentaria as chamas.

O gás mais comumente utilizado neste tipo de sistema é o FM-200, por sua capacidade de espalhar-se rapidamente e não deixar resíduos que danifiquem os equipamentos sensíveis ou sujem outras máquinas, elevando os custos com a limpeza das mesmas. Existem outros gases utilizados, como o CO2, o IG-55 e o HFC 227ea. O CO2 somente pode ser utilizado em locais sem permanência de pessoas.

Não há norma brasileira para este sistema, portanto, são adotadas como parâmetros de cálculo as normas americanas (NFPA-2001 – Standard on Clean Agent Fire Extinguishing Systems, ou Norma de Sistema de Proteção contra Incêndio com Agentes Limpos, em tradução livre).

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The evolution of BIM

Fonte (Source): Consulting – Specifying Engineer

Por (By): Joshua Greene, PE, Jensen Hughes, Chicago

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As a subconsultant on most design teams, fire protection and security engineering firms are not on the cutting edge of the movement of using BIM in design and specification. Most firms are instead forced to adapt to the change as new projects adopt a BIM delivery method.

After 40 years in business, our fire protection consulting firm acknowledged that 3-D modeling and, more specifically, BIM was the next step in design evolution. That recognition began a long journey toward BIM enlightenment and its implementation into the business. Learning a new technology during active projects is a painful experience. After working with BIM for 7 years, the engineering team is significantly better equipped to be a BIM partner within a project team, but the implementation process continues to evolve with the design and construction market.

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During this learning process and the evolution of BIM, the BIM requirements continued to mature as those on the forefront of its implementation expanded its scope. The “I” or “information” portion of BIM was becoming more prominent, and fire protection engineering requirements were growing beyond a 3-D representation of design. Models were also becoming a true deliverable, making the accuracy of the fire protection and security design critical.

As a result of the expansion of project scope, BIM implementation adjusted again. The internal modeling team required additional staff including a technical manager with BIM experience to increase modeling capabilities, and a concerted effort was made to develop a central library of templates, tools, and families to make models consistent and professional.

History has shown that BIM will continue to evolve, and engineers need to be ready to adjust to meet new requirements and goals. New fire protection and security opportunities in BIM include:

  • Greater collaboration and fire protection/security design efficiencies within BIM between engineers and subcontractors in projects using a design-build delivery method. Increased collaboration has already been observed in these types of projects, but has stopped short of including BIM. Engineers are still too often creating models for designs, only to have a subcontractor re-create its own models within the same project. The potential exists to develop a single cohesive model that starts with the engineer and then is transferred to the contractor.
  • Shop drawing review and site inspections using the model. Given the visualization benefits of a model as opposed to hard-copy shop drawings, the model may provide a more comprehensive review platform than traditional drawings. With the growing use of tablet computers to support on-site work, site inspections using the model may soon supplant more traditional site inspection methods.
  • Collaboration of passive fire protection requirements between fire protection engineers and architects. Wall and floor assembly information resides within the architectural model for a project. Where assemblies require a fire resistance rating to comply with a building or fire code,this information is often provided or reviewed by a fire protection engineer. BIM provides opportunities for more efficiently identifying and reviewing assemblies that require a fire rating,including documentation of assembly listings.

While BIM implementation into a firm can be difficult, time-consuming, and expensive, there are inherent benefits once it is completed. There also remain considerable opportunities for developing design efficiencies and collaboration between design and construction teams for the fire protection and security disciplines.

Joshua Greene is vice president at Jensen Hughes. Greene specializes in the practical application of fire protection principles in support of unique designs, using BIM and other tools in support of this application.

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BC vai avaliar crise do setor imobiliário

Fonte: Valor Online – Finanças

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O Comitê de Estabilidade Financeira (Comef) do Banco Central vai avaliar, em reunião marcada para amanhã, a situação do mercado de crédito imobiliário, que sofreu desaceleração nos últimos meses devido à baixa nos recursos captados na poupança. O BC tem indicado que não vê riscos sistêmicos, mas avalia os impactos mais setoriais. Nos últimos dias, fiscais tiveram encontros com representantes dos bancos para, segundo apurou o Valor, colher informações sobre os riscos de uma parada súbita desse segmento do mercado.

Procurado pelo Valor, o Banco Central informou que essa é uma reunião ordinária do Comef, que ocorre trimestralmente, e que já há algum tempo o mercado de crédito imobiliário tem sido objeto de avaliação mais detalhada no seu Relatório de Estabilidade Financeira (REF). “O setor é objeto de estudos sempre”, declarou. O Comef, formado por integrantes da diretoria do BC, tem o papel de definir as estratégias, diretrizes e encomendar estudos relacionados à estabilidade financeira e prevenção do risco sistêmico. Em 2014, uma das suas reuniões antecedeu medidas de liberação de depósitos compulsórios. Hoje, porém, o BC está pouco permeável a adotar medidas do tipo, que iriam na contramão do aperto monetário. Mas o setor imobiliário apresentou uma extensa agenda de pleitos, incluindo uso de recursos da faixa livre da caderneta de poupança e mecanismos para incentivar bancos a ampliarem aplicações no segmento.

O conselho curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) deve analisar no dia 26 proposta para ampliar o valor dos imóveis financiados com seus recursos. Mas a avaliação do setor imobiliário é que esses recursos não resolvem o problema de falta de dinheiro. As estimativas são de que, neste ano, seriam necessários mais R$ 50 bilhões para atender à demanda, dos quais R$ 30 bilhões apenas para a Caixa Econômica Federal. O FGTS tem um orçamento de R$ 56 bilhões para habitação em 2015, com prioridade para a renda mais baixa, e não a classe média, como contempla a proposta em estudo. A competição pelos recursos é grande. O governo já vem estudando a criação de uma nova faixa do “Minha Casa, Minha Vida” com recursos do FGTS, com foco na renda mais baixa. Uma das possibilidades em estudo pelas áreas técnicas do governo é realocar para habitação recursos do saneamento básico, que tem orçamento de R$ 7,5 bilhões, e de infraestrutura, com orçamento de R$ 12 bilhões.

Essas áreas estariam com uma execução mais lenta que habitação. Embora a Caixa seja o gestor do FGTS, a proposta final de flexibilização do uso do fundo deve refletir a posição do governo como um todo, incluindo ministérios do Trabalho, Transportes, Fazenda e Casa Civil, entre outros. O governo detém a maioria do conselho curador do FGTS, com 12 cadeiras, enquanto os trabalhadores têm cinco representantes, e os empresários, seis. As notícias de que o governo planejava mudanças nas regras das Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e restringir o crédito direcionado e de que a Caixa iria aumentar os juros anteciparam a demanda por financiamentos. Tal combinação ampliou o estresse no sistema em um momento em que as captações dos bancos na poupança já vinham caindo. Os saques superaram os depósitos em R$ 29 bilhões de janeiro a abril.

A expectativa inicial era que, neste começo de ano, caísse a demanda por financiamentos imobiliários. Mas, no primeiro trimestre, a concessão de crédito direcionado à habitação para pessoas físicas somou R$ 26,016 bilhões, o que significa certa estabilidade em relação aos R$ 26,142 bilhões contratados no primeiro trimestre de 2014. No caso do FGTS, uma das propostas em estudo é aumentar o valor dos imóveis que poderiam ser financiados, dos atuais R$ 190 mil para R$ 300 mil. Para evitar críticas de que os recursos estariam beneficiando a classe média, a proposta contempla a cobrança de taxas de juros maiores. Outro argumento que procurará sensibilizar o conselho curador do FGTS é a preservação de empregos na construção civil. Outras hipóteses defendidas pelo setor imobiliário, que estão sendo analisadas dentro do governo, é obrigar que os bancos apliquem a chamada faixa livre da poupança, que corresponde a 5% dos recursos captados em caderneta, em novos financiamentos.

As estimativas são de que essa fonte de recursos possa movimentar R$ 20 bilhões. Também está sendo contemplada dentro do governo a hipótese de criar mecanismos que obriguem bancos com margem para aplicar a destinar efetivamente recursos a novos financiamentos imobiliários. Hoje, a Caixa, o Banco do Brasil, o HSBC e o Santander estão sem novos recursos para aplicação, enquanto o Itaú e o Bradesco têm margem. Uma das possibilidades é não permitir mais que os bancos cumpram as suas exigibilidades com a compra de papéis como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). O setor imobiliário tem insistido na tese de que, sem a liberação dos depósitos compulsórios da caderneta de poupança, será difícil mobilizar o volume de recursos necessário para atender à demanda do mercado e evitar uma queda dos preços de imóveis. Depois das negativas do Banco Central e da Fazenda à liberação de compulsórios da caderneta de poupança para novos financiamento, o setor imobiliário procurou o Palácio do Planalto na esperança de rever a decisão.

Procurada pelo Valor, a Caixa declarou em nota que “que realizou ajustes nas taxas e cotas das operações que utilizam recursos da poupança (SBPE), no último mês de abril. Assim como os demais bancos, a Caixa teve impacto da redução da captação da poupança e da elevação da taxa Selic”.

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Manutenção.Net lança nova pesquisa sobre o mercado de manutenção e facilities

Como já é de costume, o site http://www.manutencao.net lançou na rede a sua tradicional pesquisa sobre as marcas mais conhecidas no mercado de manutenção.

Segue abaixo a chamada para a participação:

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Desde 2009 que todo ano o site www.manutencao.net promove a eleição das
Marcas Mais Conhecidas da Manutenção Brasileira.

O resultado, ano a ano até 2014, pode ser visualizado no site
http://marcas.manutencao.net/

E, como em todos os anos, essa eleição só tem sido possível pela
participação maciça dos profissionais da Manutenção e de Facilities em
todo o Brasil.
Conto com sua participação na eleição deste ano de 2015.
Basta acessar o link https://marcasdamanutencao.questionpro.com

Ao finalizar o questionário você acessa imediatamente o resultado parcial
em que a eleição está. O resultado final sai em Julho.

Abraços

Paulo Walter
www.manutencao.net

Meu contato no LinkedIn é https://br.linkedin.com/in/paulorobertowalter

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ASBRAV – Dicas do Dr. Retrofit aborda em vídeo o descarte seguro das embalagens de fluidos refrigerantes

Fonte: ASBRAV (Notícia do Associado)

Acesse aqui a divulgação diretamente do site da ASBRAV.

Notícia de Associado – Dicas do Dr. Retrofit aborda em vídeo o descarte seguro das embalagens de fluidos refrigerantes

Material é parte de uma série que está sendo produzida pela DuPont Fluorquímicos com objetivo de apresentar soluções úteis ao dia a dia do profissional técnico da área de climatização e refrigeração

A DuPont acaba de disponibilizar em seu canal no Youtube mais um vídeo da série Dicas do Dr. Retrofit, que pode ser acessado através do link www.youtube.com/dupontdobrasil. No material são abordados, em primeiro plano, os procedimentos técnicos recomendados para a realização correta e segura do descarte de embalagens de fluidos refrigerantes.

O gerente de negócios da DuPont Fluidos Refrigerantes para o Brasil, Renato Cesquini, ressalta que o novo vídeo dá sequência a uma série que vem sendo patrocinada pela companhia, cujo objetivo central é promover boas práticas em refrigeração e também apresentar soluções úteis ao dia a dia do profissional da área de climatização e refrigeração.

– Escolhemos esse tema por se tratar de um tópico muito comentado pelos profissionais da área, e que gera diversas dúvidas. Assim, podemos esclarecer de maneira mais atrativa quais são os procedimentos de descarte das diversas embalagens, facilitando o entendimento – resume Cesquini.

A série completa dos vídeos Dicas do Dr. Retrofit pode ser acessada na página da DuPont Fluidos Refrigerantes, através do site http://www2.dupont.com/Refrigerants/pt_BR/tech_info/videos/drretrofit.html

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Evento CORENET em SP neste próximo 27/05: Estruturas de Fornecimento de Facility Management

Corenet Mai 15

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Logística será carro-chefe de investimentos, diz BNDES

Fonte: Valor Online SP

Acesse aqui a matéria em sua fonte.

O vice-presidente do BNDES, Wagner Bittencourt, confirmou que o banco trabalha com o Palácio do Planalto num plano de concessões. Bittencourt reiterou que o setor de logística será o carro-chefe dos investimentos nos próximos anos e que prevê aportes de quase R$ 600 bilhões em infraestrutura até 2019. Além de logística, o executivo também destacou investimentos em transporte. “É preciso investir 0,4% do PIB anualmente em mobilidade, o que não é pouco”, disse ele, que participou ontem da abertura do XXVII Fórum Nacional, organizado pelo ex-ministro do Planejamento João Paulo Reis Velloso, na sede do BNDES. Bittencourt também afirmou que há previsão de investimentos que somam R$ 192 bilhões, nos próximos quatro anos, na geração de energia, inclusive em fontes renováveis. “Esse setor não só está contribuindo mais para uma geração renovável, mas também criando uma cadeia de fornecedores. O leilão para energia solar também irá criar uma cadeia, como foi observado no setor eólico”, disse Bittencourt.

Na área de petróleo e gás, o banco de fomento espera pela divulgação do novo plano de negócios da Petrobras. “Aguardamos a movimentação da Petrobras na divulgação [do plano]. Pode ser que os investimentos sejam menores, mas ainda deve ser um crescimento importante”, afirmou. O executivo do BNDES classificou ainda a situação econômica brasileira como “bastante desafiante”, mas acredita que o país tem bases sólidas, como dívida reduzida e boas reservas, “o que leva hoje o Brasil a ter uma situação muito mais equilibrada”. Para Bittencourt, “a inflação é significativa” e, com esforço econômico, deverá chegar a 5,6% a partir de 2016. Em outro painel do evento, o economista da Universidade de São Paulo (USP), Gilmar Masiero da Universidade de São Paulo (USP), especialista em estudos sobre a Ásia, comparou o Brasil com a Coreia do Sul e mostrou como a país asiático evoluiu para uma economia com intenso uso da tecnologia. Ele aponta três fatores que levarem à explosão industrial da Coreia: políticas econômicas claras do governo, promoção de exportações par ao mercado global e incentivo à competitividade das indústrias de melhor desempenho. O economista lembrou que a educação foi a chave que alavancou o desenvolvimento coreano.

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Commissioning, Laboratories Highlighted in ASHRAE 2015 Annual Conference

From: ASHRAE

Click here to access the original website.

Contact: Jodi Scott
Public Relations
678-539-1140
jscott@ashrae.org

ATLANTA – The importance of building and system commissioning is highlighted in the Technical Program at the ASHRAE 2015 Annual Conference.

The Conference takes place June 27-July 1, at the Atlanta Hilton, Atlanta, Ga. To register or for more information, visit www.ashrae.org/atlanta.

The Conference Technical Program features a strong focus on the design, construction and operation of high performance buildings, refrigeration and the annual Research Summit. Laboratories, refrigeration, fundamentals, applications, systems and equipment round out the program.

The program features some 100 sessions, with more than 300 presenters and 104 paper presentations. It begins Sunday, June 28, and concludes Wednesday, July 1.
The most popular track, in terms of sessions submitted and sessions scheduled, is the Building Operation, Maintenance and Optimization/Commissioning Track, with 18 sessions.

“This represents almost 20 percent of the sessions at the conference and undoubtedly reflects the degree to which operation, maintenance and commissioning are now recognized as the most cost-effective way to save utility dollars and also as key factors in keeping buildings comfortable,” David Claridge, who is the Conference chair, said. “Another indicator of the broad interest in these topics is sponsorship of the 14 seminar/workshop and forum sessions in this track by 17 different technical committees and task groups.  Attendees will learn the latest in remote fault detection, big data analytics, instrumentation for efficient operation, load forecasting and more traditional topics such as tips on steam systems.”

The Conference also includes the first Laboratory Mini-Conference with eight sessions that resulted from a coordinated effort on the part of technical committee (TC) 9.10, Laboratory Systems, and related TCs to put together a comprehensive and high quality set of lab-focused programs, according to Claridge.

These sessions cover major laboratory design issues including disease prevention, biocontainment, ventilation upgrades, lab safety and high performance for energy efficiency and low water usage.  The Mini-Conference provides an unusual opportunity for attendees to simultaneously get a broad overview of laboratory HVAC issues as well as the latest on important laboratory HVAC issues.

Other tracks in the Technical Program are:

  • High Performance Buildings
  • HVAC&R Fundamentals and Applications
  • HVAC&R Systems and Equipment
  • Indoor Air Quality
  • Modeling Throughout the Building Life Cycle
  • Moving Advanced Energy Design Guidance to the Mainstream
  • Research Summit

ASHRAE, founded in 1894, is a global society advancing human well-being through sustainable technology for the built environment. The Society and its more than 50,000 members worldwide focus on building systems, energy efficiency, indoor air quality, refrigeration and sustainability. Through research, standards writing, publishing, certification and continuing education, ASHRAE shapes tomorrow’s built environment today. More information can be found at www.ashrae.org/news.

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“Correndo Atrás” – Um novo blog para quem busca por um “coach virtual” em sua carreira

O colega e amigo Alexandre Teixeira acaba de anunciar o início de operação de seu blog “Correndo Atrás“, com uma vinheta de entrada, vídeo do autor e toda simpatia que lhe é peculiar.

Correndo_atras

Vale a pena conferir: https://www.facebook.com/correndoatrascarreira

Abraços

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