Oportunidades para GPs (Desenvolvimento e Infraestrutura) e para Escritórios de Arquitetura

Caros amigos,

Recebi a mensagem abaixo do amigo Gorguet, através de seu grupo Gorguet’s Professional Network e o estou repassando abaixo para os interessados.

Boa sorte!

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Mauro Soares
Mauro Soares PCO Brazil at CGI

Oportunidades para GPs (Desenvolvimento e Infraestrutura) e para Escritório de Projetos

Olá Pessoal,
Estou ajudando alguns amigos que estão buscando:
– GPs para Projetos de Desenvolvimento e Infraestrutura e outros para atuar no Escritório de Projetos.
São oportunidades para CLT e para PJ.
– Seguimentos diversos da indústria: Serviços de TI, Farmacêutico, Seguradoras, Utilities e etc

– Encaminhar CV para mxsoares@hydra.com.br

Um abraço,

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Prática sustentável revela maturidade empresarial

Fonte: Valor Online

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A sustentabilidade é hoje um termômetro bastante preciso para avaliar a maturidade das empresas. Trata-se de um processo de evolução que pode ser dividido em três fases.

No primeiro estágio, estão as empresas que ainda tratam a sustentabilidade com soluções caseiras. Limitam-se a campanhas internas e pontuais, com ações que vão da economia de água, o uso racional da energia e separação correta do lixo, entre outras. O alvo são funcionários e clientes. A segunda fase concentra companhias que começam a identificar e implementar conceitos de sustentabilidade nos seus processos – apuração de resultados, controle do trabalho, a busca por inovação. No terceiro nível estão aquelas que já incorporam a sustentabilidade no seu planejamento estratégico.

A classificação é feita por Aron Belinky, consultor, pesquisador e especialista em Sustentabilidade, Responsabilidade Social e Consumo Consciente da FGV/SP. Belinky mediou o painel “Sustentabilidade nas Organizações Brasileiras: Onde Estamos?” na 31ª edição da Feira Apas, de 4 a 7 de maio, em São Paulo.

“O terceiro estágio é quando a empresa começa a discutir o próprio planejamento estratégico e o modelo de negócio e de sucesso no longo prazo, com uma perspectiva de sustentabilidade”, diz Belinky. “Ela começa a pensar não na economia imediata, nos ganhos e na margem de lucros imediatos, mas na condução dos negócios. Estamos falando de um alinhamento profundo, onde a inovação e a mudança da empresa vão começar acontecer em maior escala”, diz.

No patamar inicial ficam empresas que começam “a incorporar a sustentabilidade no seu discurso ou em algumas questões mais pontuais”. “Manifestam sua preocupação seja através do código de ética, seja por meio de participação em algum tipo de iniciativa, na sua comunicação corporativa, na sua propaganda e algumas ações pontuais, além até um programa de voluntariado”, afirma.

Na fase intermediária, “já há uma quantidade maior de empresas que começam a identificar a sustentabilidade nos seus processos, na maneira como tomam decisões, controlam o trabalho, apuram os resultados, como buscam inovação. Essas empresas já cobram a perspectiva de sustentabilidade nesse nível”, explica.

Para Nathan Herszkowicz, diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), que também participou do painel, “os colaboradores da companhia têm que conhecer os programas de sustentabilidade em profundidade, entender seu escopo e abrangência, serem estimulados a vivenciar os benefícios da sustentabilidade aplicada aos produtos”. “É a agregação de valor em todo o processo e cadeia produtiva. Finalmente, visualizar os benefícios para a marca, para a empresa, colaboradores e consumidores, transformando cada um deles em um pilar da sustentabilidade”, afirma.

O diretor de sustentabilidade e responsabilidade social do Carrefour Brasil, Paulo Pianez, diz que o Grupo Carrefour “dedica-se a um trabalho incansável de estímulo à reciclagem, redução do impacto ambiental nas cadeias produtivas e preservação dos recursos naturais, com formação de pessoas nas cinco regiões do país”. “Formalizamos e materializamos esse compromisso com a implantação de programas de Gestão de Resíduos e Eficiência Energética em todas as nossas unidades. Elaboramos, inclusive, uma cartilha com orientações práticas para todas as situações que podem ocorrer em uma loja e estamos desenvolvendo um game para treinamento on-line de nossos colaboradores”, diz.

Para 2015, a rede lançou outros dois projetos de incentivo ao descarte consciente: o Ecocaixa, em parceria com a Mondelez Brasil e a Tetra Pak, para o descarte pré-consumo de embalagens; e o EcoMoto, em parceria com a Motorola, para destinação de pequenos eletrônicos, como celulares. “Apoiados no princípio da exemplaridade, mobilizamos a cadeia de fornecedores Carrefour a assumir compromissos sociais e ambientais, garantindo que os produtos adquiridos pela rede têm menor impacto ao meio ambiente e auxiliam no desenvolvimento econômico das comunidades onde são produzidos”, diz.

Segundo Pianez, os produtos Carrefour chegam às gôndolas com embalagens de baixo impacto ambiental, produzidas com papel cartão sustentável, que trazem dicas de reciclagem e informações – mesmo em braile –, como nome e gramatura do produto e o telefone do Serviço Amigo do Cliente Carrefour (SAC).

“É difícil nos dias atuais encontrar uma empresa que não esteja, de alguma maneira, preocupada com questões que envolvem a sustentabilidade”, diz o pesquisador ao destacar a rápida evolução na qualidade e no tratamento desse tema. “O que se percebe hoje é que empresas líderes, no Brasil, deixam muito pouco a dever para as internacionais, que estão na liderança, ou seja, as empresas de ponta aqui no Brasil são de ponta em nível mundial”, afirma.

Belinky diz que o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) – criado há uma década -, há dois anos atingiu o número máximo de empresas. “Todas as 40 vagas estão ocupadas desde 2013. Há dez anos, o número de empresas que se qualificaram para participar dessa carteira era bem menor. Isso é um indício que está se ampliando”, reforça.

Segundo informações da BM&FBovespa, a nova carteira reúne 51 ações de 40 companhias. Elas representam 19 setores, um a mais que em 2014, e somam R$ 1,22 trilhão em valor de mercado, o equivalente a 49,87% do total do valor das companhias com ações negociadas na bolsa, com base no fechamento de final de novembro do ano passado. No ano anterior, somavam R$ 1,14 trilhão em valor de mercado, o equivalente a 47,16% do total.

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Eficiência energética local – enfrentar a mudança climática

Fonte: Embaixada da Alemanha

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Para aproximar a política energética dos estudantes, um projeto com o tema “Eficiência energética local – enfrentar a mudança climática” criou uma série de workshops para despertar o interesse da nova geração para a proteção do meio ambiente e a eficiência energética.

Cada um dos 50 workshops são constituídos por dois blocos. De manhã, os alunos recebem informações sobre mudanças climáticas e eficiência energética por meio de palestras, exposições e dinâmicas, e, durante a tarde, visitam um dos parceiros da Energiewende (transição energética), como, por exemplo, projetos de pesquisa, de mobilidade elétrica ou de ensino. É importante que eles conheçam o trabalho na teoria para depois ver o trabalho na prática.

O objetivo desse projeto é sensibilizar os participantes a ter um olhar mais amplo para as mudanças climáticas e mostrar novos caminhos em direção à proteção do meio ambiente e eficiência energética para o futuro. O projeto é feito em parceria com o Ministério Federal do Meio Ambiente, Proteção da Natureza, Construção e Segurança Nuclear e termina em outubro de 2015.

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12º Congresso Infra – Esgotam-se as inscrições

Fiquei muito feliz com a divulgação abaixo feita pela Revista Infra, comunicando o sucesso antecipado de seu evento, dias antes de sua realização!!

Feliz porque, assim como disse a Léa Lobo, observaram uma verdadeira superação do mercado de facilities em relação a crise na qual o país se encontra; feliz também pela busca por conhecimentos e novidades, demonstrada pelo mercado de facilities, à exemplo do que observamos em congressos e seminários em outros países.

Parabéns antecipado à Revista Infra!!

Apenas lembrando à todos de que a “4a Expo Facilities” acontecerá em paralelo ao Congresso e será gratuita para a visitação.

Vejam abaixo o comunicado enviado pela Revista Infra:

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“Missão dada é missão cumprida”
Com crise ou sem crise, nós realizamos!

Os profissionais de segurança, inspirados por Paulo Storani, Ex-capitão do Bope [Batalhão de Operações Policiais Especiais], utilizam o slogan: Missão dada é missão cumprida. Segundo Storani “a missão do Bope é transformar o Rio de Janeiro em um lugar mais seguro para as nossas crianças”, e é esta a motivação que permite que eles tenham uma equipe de resultado, que coloca todo o talento individual em ação e em prol desta missão.

Assim, para cumprir uma missão temos que ter motivação, ser missionários. E a equipe da revista INFRA segue estes passos, para levar seu legado adiante que é o de valorizar a importância dos profissionais de facilities. Por isso, pensou Facilities, pense INFRA. Estamos a 5 dias do maior evento de facilities da América Latina, e estamos com as INSCRIÇÕES ESGOTADAS, mesmo diante de um cenário de CRISE!

Mas ainda há tempo para você visitar gratuitamente a 4ª. Expo Facilities, que acontece simultaneamente ao 12º. Congresso INFRA.

Obrigada equipe da revista INFRA! Obrigada patrocinadores e expositores por acreditar em nós e em nosso trabalho! Nossa missão também é trazer resultado efetivo para os negócios de fornecedores de serviços no Brasil!

Léa Lobo

Acesse este link e faça sua inscrição para visitar a exposição gratuitamente no:http://bit.ly/1QOUNVj – Preencha o cadastro e click em ENVIAR MEUS DADOS.

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Average size of new commercial buildings in United States continues to grow

Fonte (Source): U.S Energy Information Administration (EIA), Commercial Buildings Energy Consumption Survey (CBECS)

Principal Contribuidor: Joelle Michaels

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graph of average commercial building size, as explained in the article text

Source: U.S. Energy Information Administration, Commercial Buildings Energy Consumption Survey (CBECS)

Increases in the size of commercial buildings have outpaced increases in the number of those buildings over the past decade, according to EIA’s Commercial Buildings Energy Consumption Survey (CBECS). EIA’s CBECS is the only nationally representative data collection for building characteristics and energy use in commercial buildings. Information about the commercial building stock in 2012 is now being released, and energy-use information is expected later this year.

CBECS estimates that there were 5.6 million commercial buildings in the United States in 2012, totaling 87 billion square feet of floorspace. This level represents a 14% increase in the number of buildings and a 21% increase in floorspace since 2003, the last year for which CBECS results are available.

Newer buildings tend to be larger than older buildings. The average size of buildings constructed before 1960 (26% of the commercial building stock) is 12,000 square feet; buildings constructed between 1960 and 1999 (55%) average 16,300 square feet; and buildings constructed in the 2000s (18%) average 19,000 square feet.

Average building size has increased within a few buildings types in particular, reflecting changes in consumers’ needs and wants. Four building types showed a statistically significant increase in building size when comparing buildings built before 1960 with those constructed in the 2000s:

  • Health care buildings are getting larger, most likely to meet the needs of a population whose average life expectancy continues to increase.
  • The size of lodging buildings increases substantially across vintages. Growing numbers of both leisure and business travelers led to the construction of larger hotels.
  • Retail (other than shopping mall) buildings—a subset of the mercantile category, which includes malls—are larger, likely a result of the trend toward big-box stores.
  • Religious worship buildings are also larger, possibly attributable to a growing number of megachurches, which have become more popular in the United States over the past two decades.

CBECS image, as explained in the article text

Source: U.S. Energy Information Administration, 2012 Commercial Buildings Energy Consumption Survey

The South’s share of new buildings exceeds its share of the U.S. population (the South comprises 37% of the population but 46% of new buildings). Almost half of all commercial buildings constructed since 2000 were built in the South, which experienced the fastest rate of population growth across all census regions over the 2000-2012 period. These new buildings are 32% larger than those constructed before 2000.

CBECS image, as explained in the article text

Source: U.S. Energy Information Administration, 2012 Commercial Buildings Energy Consumption Survey and U.S. Census Bureau, Population Division
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Os impactos ambientais em instalações de armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis

Fonte: TARGET

Por: Maurício Ferraz de Paiva

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O armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis em construção vertical merece um tratamento diferenciado, com uma proteção especial aos trabalhadores que nela trabalham, pois uma eventual explosão coloca em risco não apenas aqueles que se encontram dentro do recinto onde estão localizados os tanques de combustível, mas, também, os empregados de outros andares, dependendo do impacto do acidente na estrutura do prédio, que poderá não suportar e ruir. Normalmente, quando ocorrem incêndios nesses locais é gerado uma fumaça preta que pode afetar a qualidade do ar na região do incêndio.

Além disso, com relação à população que vive próxima a essas instalações, as pessoas, dependendo da periculosidade, podem precisar a ser deslocadas do local. Na verdade, a liberação de gases poluentes, resultado da queima de combustíveis como gasolina e etanol, pode causar efeitos imediatos no sistema respiratório. São substâncias que estão diariamente na atmosfera em função do próprio uso de veículos, por exemplo, mas que apresentam riscos maiores quando a exposição é em quantidades expressivas e por longos períodos.

No fundo, um acidente deste tipo tem consequências imprevisíveis, já que não se sabe quanto tempo a fumaça ficará no ar. Provavelmente, em longo prazo, haverá consequência principalmente para quem já tem alguma doença respiratória.

O contato com o dióxido de enxofre — substância resultante da queima de gasolina — pode causar, de imediato, tosse seca, irritação e ardência nos olhos, nariz e boca em quem está mais próximo ao foco do incêndio. Outro efeito seria a inflamação das vias aéreas e até mesmo falta de ar. Contudo, as consequências dependem diretamente da intensidade da exposição aos gases poluentes.

NBR 17505-7 de 03/2015 – Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis – Parte 7: Proteção contra incêndio para parques de armazenamento com tanques estacionários estabelece os requisitos mínimos para os projetos de sistemas de combate a incêndios com água e com espuma, destinados a instalações de armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis, contidos em tanques estacionários com capacidade superior a 230 L, à pressão igual ou inferior a 103,9 kPa, medida no topo dos tanques. Aplica-se a todas as demais partes da NBR 17505, com exceção da NBR17505-4.

Para as restrições ao emprego desta parte, ver NBR 17505-1:2013, 1.2, as disposições desta parte não se aplicam às edificações, equipamentos, estruturas ou instalações já existentes ou aprovadas para a construção ou instalação antes da datada publicação desta parte. Contudo, as reformas que alterem as características do projeto e/ou equipamentos, e as ampliações de instalações, iniciadas a partir da data da publicação desta parte devem atender às suas disposições.

Nestes casos, devem ser evidenciadas as normas vigentes na época do fato, para as edificações, equipamentos, estruturas ou instalações já existentes ou aprovadas. Para proteções típicas contra incêndio em cais e terminais marítimos, ver NBR 17505-5:2013, Tabela A.3.

Não é requerido um “sistema fixo de água e espuma” para instalações cujo somatório dos volumes dos tanques envolvidos no cálculo do maior risco predominante (ver Seção 5 e NBR 17505-1:2013, 3.69) seja igual ou inferior a 60 m³ de produtos armazenados, quando armazenando líquidos de classe I, ou para instalações cujo somatório dos volumes dos tanques envolvidos no cálculo do maior risco predominante seja igual ou inferior a 120 m³ de produtos armazenados, quando armazenando líquidos de classe II. Entretanto, na adoção de tanques que possuam diâmetro superior a 9 m ou altura superior a 6 m (incluindo a altura da base), é requerida a adoção de um “sistema fixo com câmara de espuma”, para as classes I e II, independentemente do volume da instalação.

Para o projeto dos sistemas de proteção contra incêndio por água e espuma, devem ser considerados dois conceitos fundamentais: dimensionamento pelo maior risco predominante quanto à demanda de água e à condição de maior demanda de espuma; não simultaneidade de eventos, isto é, o dimensionamento deve ser feito com base na ocorrência de apenas um evento.

A água utilizada no sistema de combate a incêndio pode ser doce ou salgada, sem tratamento, desde que isenta de óleo ou outras substâncias incompatíveis com a produção de espuma. Preferencialmente, a rede de hidrantes deve ficar pressurizada com água doce, a fim de evitar a rápida formação de incrustações e corrosão.

Quando não houver alternativa e a rede necessitar ficar permanentemente com água salgada, toda a tubulação deve ser especificada para esta condição. Quando a água contiver considerável quantidade de material sólido em suspensão que possa obstruir os aspersores ou outros equipamentos, devem ser previstos dispositivos para retenção de impurezas e limpeza das linhas, sem interrupção do sistema de combate a incêndio.

O suprimento de água deve ser baseado em uma fonte inesgotável (mar, rio, etc.), a qual deve ser capaz de atender à demanda de 100 % da vazão de projeto, em qualquer época do ano ou condição climática. Na inviabilidade desta solução, deve ser previsto um reservatório com capacidade para atender à demanda de 100 % da vazão de projeto, durante o período de tempo descrito na Tabela A.2. Para o cálculo do volume do reservatório de água, deve ser considerada a capacidade útil de armazenagem de produto(s) do maior risco predominante.

Mauricio Ferraz de Paiva é engenheiro eletricista, especialista em desenvolvimento em sistemas, presidente do Instituto Tecnológico de Estudos para a Normalização e Avaliação de Conformidade (Itenac) e presidente da Target Engenharia e Consultoria – mauricio.paiva@target.com.br

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How the Internet of Things affects the data center

Fonte (Source): Consulting – Specifying Engineer

Por (By): Bill Kosik, PE, CEM, BEMP, LEED AP BD+C, HP Data Center Facilities Consulting

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An enormous amount of processing and storage capacity is needed to keep pace with the Internet of Things

Learning objectives

  • Learn how the Internet of Things affects engineers.
  • Understand how the connection of devices will affect data centers.
  • Know how the Internet of Things will affect energy requirements.

The Internet of Things (IoT): an intriguing yet enigmatic term that affects roughly 2 billion people who live their day-to-day lives in some degree of dependence on the Internet. What is IoT? Simply put, IoT is the trend of connecting physical objects to the digital world. The term has been used increasingly in the last few years but was actually coined in 1999-still in the early stages of the Internet. Today, the information technology industry is in a constant state of change, shaping and being shaped by the needs of business,research, and private citizens (just to name a few). The most visible examples are the devices we use in everyday life, such as mobile phones, computers, smart watches, home security systems, automobile sensors, and the list goes on. These devices are not stand-alone. They connect to-and have bidirectional communications with-servers and storage devices located in some faraway data center.But here’s the clincher: according to Gartner, 25 billion devices will be connected to the IoT installed by 2020. This means a lot of processing and storage capability is needed, and needed in different ways and different times than what is currently practiced.

How is the IoT shaping our current and future lives? The use of social media, cloud storage, and mobile devices is the triumvirate that rules our daily lives. It is common to take a picture, upload it to a cloud storage site, and post it on a social media site. This is just a typical example of how we are connected to the digital world. But people also use their smartphones to pay bills, deposit checks, play music, scan a document, look up a movie review, pay for parking, order dinner, check out a library book, and gather key stats from a workout, to name a few. None of these things are particularly interesting or out of the ordinary. But the routineness of these activities drives home the point: As a society, we have become so dependent on our digital lives that we are craving for increasingly more of our current analog activities to be replaced by computer-based solutions. Consequently, our reliance on the IoT will continue to grow at a rapid pace .

While this has significant implications on servers, storage appliances, and networking gear, it also impacts the data center cooling and power systems, specifically the systems’ scalability, capacity, and provisioning capabilities. To provide the required power and cooling to keep the IoT whirring along,building services must keep pace with the digital world; there is no choice but to comply. In fact,according to a National Research Council report, next-generation computing platforms will have a greater reliance on redundancy and fault tolerance as the rate of performance improvements begins to slow as Moore’s Law comes to an end in the next decade. And if done properly, with tight integration with the IT realm, there will be reductions (not simply efficiency gains) in overall data center energy use, while providing better computing ability. Power and cooling systems are at the “end of the pipe” while the IT systems are at the beginning. Any reduction in energy use to run servers, storage devices, and networking gear will cascade down and increase energy efficiency of power and cooling systems. This is the key message: The IoT will increase society’s access to the digital world and can reduce the energy required as compared to today’s standards.

Scalability

Based on improvements of IT hardware over the last decade, data center systems must adapt to operating at different workloads while maintaining energy efficiency and reliability. In electronics(including hardware, communication, and software), scalability is the ability of a system, network, or process to handle a growing amount of work in a capable manner or its ability to be enlarged to accommodate that growth. But scalability is a pretty slippery term. Not only can it be applied differently in multiple industries, but its meaning can vary within a particular industry. To confuse matters even more,we can talk about scaling “up” and scaling “out.” For a business that relies heavily on computing capability, the demands of the business will outpace the ability of the computing system, potentially compromising the company’s mission. In this situation, scaling of the IT systems is necessary.But in the context of the IoT, how can we scale? Scaling “out”-in simple terms-means to add more nodes (computers, storage, etc.) to the system. Scaling “up”-also in simple terms-means to build up on a single node within the system, like expanding memory or adding more processors. These two concepts of scalability have different implications for power and cooling systems in the data center. Scaling outproduces an extensive power and cooling delivery requirement (more space, lower IT power density),while scaling up will produce an intensive requirement (less space, higher IT power density).

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Quando Maomé vai de forma adequada e eficaz até a montanha, a montanha também vira em algum momento até Maomé

Noutro dia, acabei me lembrando por uma razão qualquer de um antigo ditado (” Se Maomé não vai até a montanha…., a montanha vai até Maomé) e por curiosidade, tentei encontrar a sua origem na internet.

Existem algumas explicações que podem ser encontradas em sites de busca, mas nenhuma delas de forma muito convincente.

Mas retornando à minha recordação sobre este ditado, a expressão me veio na memória durante a conversa que tive com um bom amigo e profissional do mercado, na qual discutíamos que, mesmo em momentos de crise (como a que estamos vivenciando…), sementes bem plantadas e cultivadas poderão dar bons frutos!

É por esta razão que brinquei com este amigo, ao tomar a liberdade de alterar o ditado original, sem nenhuma pretenção de ofender o autor e seus adeptos, mas apenas com o objetivo de demonstrar que um trabalho bem efetuado poderá sim trazer-lhes frutos.

Mas estes frutos dependerão sempre é principalmente de seu trabalho, de sua forma de conduta e de sua postura e relacionamento. Não há mágica, como costumo afirmar em milhas aulas e palestras, mas muito trabalho, dedicação e postura.

Isto deveria ser refletido por todos nós que atuamos na operação e manutenção de Instalações e empreendimentos, pois bons resultados não são obtidos por acaso.

Não é por acaso que vemos colegas reclamando da falta de trabalho e outros se dizendo cansados (embora felizes) com os trabalhos novos que têm entrado. Se eu não conhecesse várias destas pessoas e profissionais que enaltecem o seu cansaço, poderia dizer que se trata de uma propaganda enganosa, fruto de puro marketing pessoal em tempos de rcesso, o que não ocorreu nestes casos…

Ao invés de pensarmos na “crise”, deve,os despender o nosso tempo reavaliando os nossos resultados, ou seja, o quanto nossas sementes produziram e o quanto a “a montanha nos procura”…

Precisamos buscar os “buracos na quadra e no jogo” como dizem tenistas experientes, ou seja, precisamos despender nossos esforços para buscar por novas oportunidades e novos desafios em nossos trabalhos.

E na operação e manutenção?

Temos hoje um bom momento para buscarmos pela melhoria na qualidade, por uma maior eficiência em processos e por melhores resultados!

Custo elevado da água e energia?

Também vivemos um momento interessante para reavaliar os nossos processos de operação e manutenção, alinhados aos resultados operacionais, a fim de que consigamos uma operação mais adequada, de maior qualidade, com menores custos e de forma sustentável!

Para finalizar, deixo-os com outros ditados, dizeres, etc….que se ajustam à esta cultura de mudança:

“quem procura sempre alcança!”

“Deus ajuda à quem cedo madruga”

“faça a sua parte, que Deus olhara por você!”

Ditados para todos os gostos….

Vamos em frente!

Um bom dia é um ótimo fim de semana!

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Sistema de Proteção Contra Incêndio para Data Centers

Fonte: Planservice

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Toda edificação possui um sistema de combate a incêndio. Normalmente composto de extintores e hidrantes e, em grandes áreas, chuveiros automáticos (sprinklers). Hidrantes e sprinklers utilizam água pressurizada para combater um incêndio.

Datacenters são caracterizados por uma alta densidade de equipamentos eletrônicos, composta por servidores, racks, no-breaks, geradores, etc. Para combater um incêndio com o mínimo de dano aos equipamentos é interessante não utilizar água como a primeira etapa de combate, pois os equipamentos são sensíveis à água. Portanto, para minimizar danos em equipamentos atingidos por um foco de incêndio e evitar prejuízos aos não atingidos, utiliza-se o sistema de combate a incêndio por gás.

Este sistema não substitui hidrantes e sprinklers, ele apenas os antecede no combate ao incêndio. Por ter uma detecção mais sensível, é o primeiro a ser acionado. O gás fica armazenado em uma bateria de cilindros, em sala separada da área a ser protegida. Quando o sistema é acionado, o gás passa pelas tubulações e é espalhado pela área através de bicos dispersores. O gás trabalha em nível molecular, rompendo as chamas por reação química, causando um resfriamento que evita que a reação de combustão se sustente. O sistema somente desencadeia a descarga de água pelos sprinklers atingidos por temperatura superior à de acionamento do sistema de gás.

Os equipamentos estão interligados ao sistema de combate a incêndio da edificação e acionam a central de alarmes. E também devem ser interligados ao sistema de ar-condicionado e exaustão, não permitindo a saída de ar do local com foco de incêndio, após seu acionamento, por um determinado período. Isso garante que o gás conseguirá reagir e inibe a entrada de oxigênio, o que aumentaria as chamas.

O gás mais comumente utilizado neste tipo de sistema é o FM-200, por sua capacidade de espalhar-se rapidamente e não deixar resíduos que danifiquem os equipamentos sensíveis ou sujem outras máquinas, elevando os custos com a limpeza das mesmas. Existem outros gases utilizados, como o CO2, o IG-55 e o HFC 227ea. O CO2 somente pode ser utilizado em locais sem permanência de pessoas.

Não há norma brasileira para este sistema, portanto, são adotadas como parâmetros de cálculo as normas americanas (NFPA-2001 – Standard on Clean Agent Fire Extinguishing Systems, ou Norma de Sistema de Proteção contra Incêndio com Agentes Limpos, em tradução livre).

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The evolution of BIM

Fonte (Source): Consulting – Specifying Engineer

Por (By): Joshua Greene, PE, Jensen Hughes, Chicago

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As a subconsultant on most design teams, fire protection and security engineering firms are not on the cutting edge of the movement of using BIM in design and specification. Most firms are instead forced to adapt to the change as new projects adopt a BIM delivery method.

After 40 years in business, our fire protection consulting firm acknowledged that 3-D modeling and, more specifically, BIM was the next step in design evolution. That recognition began a long journey toward BIM enlightenment and its implementation into the business. Learning a new technology during active projects is a painful experience. After working with BIM for 7 years, the engineering team is significantly better equipped to be a BIM partner within a project team, but the implementation process continues to evolve with the design and construction market.

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During this learning process and the evolution of BIM, the BIM requirements continued to mature as those on the forefront of its implementation expanded its scope. The “I” or “information” portion of BIM was becoming more prominent, and fire protection engineering requirements were growing beyond a 3-D representation of design. Models were also becoming a true deliverable, making the accuracy of the fire protection and security design critical.

As a result of the expansion of project scope, BIM implementation adjusted again. The internal modeling team required additional staff including a technical manager with BIM experience to increase modeling capabilities, and a concerted effort was made to develop a central library of templates, tools, and families to make models consistent and professional.

History has shown that BIM will continue to evolve, and engineers need to be ready to adjust to meet new requirements and goals. New fire protection and security opportunities in BIM include:

  • Greater collaboration and fire protection/security design efficiencies within BIM between engineers and subcontractors in projects using a design-build delivery method. Increased collaboration has already been observed in these types of projects, but has stopped short of including BIM. Engineers are still too often creating models for designs, only to have a subcontractor re-create its own models within the same project. The potential exists to develop a single cohesive model that starts with the engineer and then is transferred to the contractor.
  • Shop drawing review and site inspections using the model. Given the visualization benefits of a model as opposed to hard-copy shop drawings, the model may provide a more comprehensive review platform than traditional drawings. With the growing use of tablet computers to support on-site work, site inspections using the model may soon supplant more traditional site inspection methods.
  • Collaboration of passive fire protection requirements between fire protection engineers and architects. Wall and floor assembly information resides within the architectural model for a project. Where assemblies require a fire resistance rating to comply with a building or fire code,this information is often provided or reviewed by a fire protection engineer. BIM provides opportunities for more efficiently identifying and reviewing assemblies that require a fire rating,including documentation of assembly listings.

While BIM implementation into a firm can be difficult, time-consuming, and expensive, there are inherent benefits once it is completed. There also remain considerable opportunities for developing design efficiencies and collaboration between design and construction teams for the fire protection and security disciplines.

Joshua Greene is vice president at Jensen Hughes. Greene specializes in the practical application of fire protection principles in support of unique designs, using BIM and other tools in support of this application.

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