The 2015 City Energy Efficiency Scorecard

Será que chegaremos nesta condição em algum dia?

Programas como este desenvolvido pelos EUA ajudam e muito à promover o desenvolvimento e o avanço tecnológico. Vejam que não estamos falando apenas de pequenas cidades, mas localidades como Boston, New York, Washington e San Francisco, além de outras localidades.

Preocupa-me apenas a seriedade de um programa como este aqui no Brasil, haja vista que temos uma “tradicional tendência” à “mascarar” resultados quando existem interesses, considerando alguns dos indicadores divulgados por nosso governo (desemprego, distribuição de renda, etc…).

Enfim, esperemos que este desenvolvimento e a conscientização também cheguem por aqui.

Segue a reportagem original:

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Fonte (Source): ACEEE.org – Resource Report

Autores (Authors): David Ribeiro, Virginia Hewitt, Eric Mackres, Rachel Cluett, Lauren M. Ross, Shruti Vaidyanathan, and Sarah Zerbonne

Description:

The second biennial ACEEE City Energy Efficiency Scorecard measures the progress of city policies and programs that save energy while benefiting the environment and promoting economic growth. We ranked 51 large US cities for their energy efficiency efforts across five policy areas: local government operations, community-wide initiatives, buildings, energy and water utilities, and transportation. The Scorecard also gives examples of best practices in each policy area. In this year’s results, Boston retained its position at the top of the rankings. Joining Boston in the top five were New York City, Washington DC, San Francisco, and Seattle. The most-improved cities since the last edition were Washington, Los Angeles, Chicago, Minneapolis, and Seattle. Overall, we found that cities are still laboratories of innovation, pushing the envelope to reduce energy waste. The Scorecard offers a roadmap for any local government aiming to improve its energy efficiency by learning from other cities’ successes and customizing strategies to suit its own priorities.

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China anuncia 1ª fábrica de paineis fotovoltaicos no Brasil

Fonte: Brasil 247

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O presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), David Barioni, e a vice-presidente do Grupo BYD, Stella Li, anunciaram nesta terça-feira (19), investimentos de R$ 150 milhões para instalação da primeira fábrica de painéis solares fotovoltaicos no Brasil. A meta da empresa é produzir 400 MW de painéis solares por ano. Na ocasião, a Agência e a BYD assinarão um memorando de entendimento para oficializar o investimento. A cerimônia acontece no Palácio do Planalto, no âmbito da visita do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang.

A BYD Energy faz parte do Grupo BYD, gigante chinês que emprega 180 mil pessoas em 15 unidades instaladas em várias partes do mundo. Desde 2011, o grupo prospecta o mercado brasileiro e, desde então, conta com o apoio da Apex-Brasil, agência vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). No ano passado, o grupo chinês aportou R$ 100 milhões na instalação de uma fábrica de ônibus elétricos em Campinas (SP).

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, acredita que a chegada de uma nova planta para fabricação de painéis fotovoltaicos no Brasil deve ser celebrada não apenas pela geração de novos empregos, mas também por ser um estímulo para o desenvolvimento da indústria nacional. “Esta nova unidade é um investimento em alta tecnologia, que estimulará a setores indiretos do nosso parque industrial. São novos postos de trabalho, em um setor de grande adensamento tecnológico. Há muitos fatores positivos nesta operação”.

David Barioni explica que a concretização de aportes estrangeiros é uma decisão que envolve muito planejamento, por isso leva tempo para ser concretizada. “É comum uma empresa levar até três anos para aplicar o recurso. É uma decisão que envolve cifras vultosas. Neste caso específico, muito além do dinheiro, o investimento representa um avanço tecnológico para o Brasil, inaugurando uma nova frente de produção energética”.

A Apex-Brasil apoia empresas estrangeiras com informações sobre o mercado brasileiro, análise de custos operacionais, localização de áreas para instalação da fábrica e, principalmente, na interlocução governamental nas três esferas: federal, estadual e municipal.

Mais investimentos

A empresa vai instalar também um centro de pesquisa e desenvolvimento com foco em estudos e tecnologias para veículos elétricos, baterias, smart grid, energia solar e iluminação. O centro e a nova fábrica de paineis também serão instalados em Campinas.

“Creio que o nosso compromisso com a tecnologia e a inovação em tudo o que fazemos, trará aos brasileiros uma alternativa em energia renovável para enfrentar os desafios futuros, e viver uma vida mais saudável e mais gratificante”, afirma a vice-presidente sênior da BYD, Stella Li.

Até 2017, o Grupo BYD pretende investir R$ 1 bilhão no Brasil. Para o diretor de relações governamentais da BYD Brasil, Adalberto Maluf, o investimento em painéis solares inaugura uma nova fase da energia limpa. “Traremos uma tecnologia de ponta, chamada de double glass, que significará paineis solares fotovoltaicos com maior eficiência e durabilidade em relação aos paineis convencionais. Com isso, a geração limpa e descentralizada será cada vez mais competitiva no Brasil”.

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Inscrições para Feira de Construção Sustentável em Atibaia estão abertas

Fonte: Portal G1

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Estão abertas as inscrições para Feira de Construção Sustentável que será realizada de 28 a 31 de maio, em Atibaia, no interior de São Paulo.

A Feconati terá entrada gratuita e abordará a questão de melhorias no setor construtivo que beneficie o Meio Ambiente com o uso de métodos alternativos.

O evento é destinado a engenheiros, construtores, empreiteiros, arquitetos, decoradores, estudantes, formadores de opinião e representantes de órgãos públicos e reunirá fabricantes de todo país de produtos com selo verde e sustentáveis.

A feira apresentará ao mercado soluções sustentáveis para a construção civil e também abordará temas atuais em palestras e seminários. Dentro da programação está um seminário do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea), no sábado (30), onde profissionais experientes falarão sobre temas que incluem métodos alternativos de construção como o sistema Steel Frame, bioarquietura, arquitetura holística, o bambu como elemento estrutural e eficiência energética.

As inscrições e a programação estão disponíveis no site da Feconati.

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Manutenção.Net divulga Curso de WCM – World Class Maintenance em SP, no mês de Junho

Caros colegas,

A EXCELLENCE está realizando o CURSO WCM – WORLD CLASS MAINTENANCE – BEST
PRACTICES – MANUTENÇÃO CLASSE MUNDIAL – MELHORES PRÁTICAS que será
realizado nos dias 09, 10 e 11 de Junho de 2015 no Mercure Hotel –
Campinas – SP.

Neste curso serão apresentadas as Melhores Práticas de Manutenção e o
benchmarking dos Indicadores de Performance e Processos da Manutenção.
Será realizado com os participantes o Planejamento Estratégico da
Manutenção, para definição de metas e ações para atingir o Nível de
Manutenção Classe Mundial – WCM. Este curso tem como base o trabalho de
mestrado do Eng. Sergio Kimimassa Nagao – Diretor da Excellence Consulting
na Escola de Engenharia Politécnica da Universidade de São Paulo
(POLI-USP).

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:

* CURSO WCM – GERÊNCIA DE MANUTENÇÃO CLASSE MUNDIAL – MELHORES PRÁTICAS

Data:  09, 10 e 11 de Junho de 2015
Local: Mercure Hotel – Av. Aquidaban, 400 – Campinas – SP
Instrutor: Eng. Sergio Kimimassa Nagao

Atenciosamente,

Eng. Sergio Kimimassa Nagao – ITA – MSc. Poli
EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES – Diretor
EXCELLENCE LUB – ROYAL PURPLE – High Performace Synthetic Lubricants
TERMOVISOR BRASIL – DISTRIBUIÇÃO FLIR SYSTEMS
Termovisores, Janelas de Inspeção Termográfica, Boroscópios Industriais e
Equipamentos de Testes e Medição

Tel/Fax: (0xx19) 3213 8100 – Cel: (019) 98171 5059

E-mail: sergionagao@uol.com.br /
sergionagao@excellenceconsult.com.br
www.excellenceconsult.com.br
www.excellencelub.com.br
www.termovisorbrasil.com.br

CURSO WCM* – WORLD CLASS MAINTENANCE – BEST PRACTICES
GERÊNCIA DE MANUTENÇÃO CLASSE MUNDIAL – MELHORES PRÁTICAS

Mercure Hotel – Campinas – SP – 09, 10 e 11 de Junho de 2015
Instrutor: Eng. Sergio Kimimassa Nagao – ITA – MSc. POLI-USP

APRESENTAÇÃO

A Função Manutenção nas empresas tem se tornado uma função estratégica
para a competitividade. Somos cobrados cada vez mais por resultados:
redução contínua de custos, aumento de disponibilidade e confiabilidade
das instalações, atendimento rápido das solicitações de serviço, melhoria
do planejamento dos serviços e diminuição das falhas e das quebras dos
equipamentos.Este curso tem como objetivo apresentar e discutir com os
participantes as melhores práticas de gestão da manutenção para se tornar
uma Manutenção Classe Mundial – WCM* – World Class Maintenance.

CONTEÚDO E METODOLOGIA

ANÁLISE E DIAGNÓSTICO MANUTENÇÃO: Antes do curso será encaminhado ao
participante o material de levantamento dos indicadores de performance e o
quadro de análise da manutenção para serem preenchidos junto à  equipe de
manutenção dos participantes.

WORLD CLASS MAINTENANCE: Apresentação e discussão com o grupo dos
conceitos WCM* – World Class Maintenance e das melhores práticas de gestão
da manutenção: Manutenção como Função Estratégica para a Competitividade,
Evolução da Manutenção, Manutenção no Contexto Industrial, Visão, Missão e
Políticas de Manutenção, Tipos de Intervenção e Considerações.

INDICADORES DE PERFORMANCE: Definindo os Indicadores de Performance da
Manutenção, Campos de Análise: Produtividade, Qualidade, Custo, Delivery,
Segurança e Moral. MTBF (Tempo Médio Entre Falhas), MTTR (Tempo Médio para
Reparos), Disponibilidade, OEE – Overall Equipamento Efficiency, OPE –
Overall Plant Effectiveness, Índice de Re-trabalho, Qualidade dos
Serviços, Custo de Manutenção/Valor de Reposição da Unidade,  Custo de
Manutenção/Faturamento, Tempo Médio de Atendimento Serviços, Back-Log,
Índices de Segurança: Taxa de Freqüência de Acidentes, Indicadores de
Moral.

5 S – HOUSEKEEPING: Seiri, Seiton, Seiso, Seiketsu e Shitsuke.

MPT* – MANUTENÇÃO PRODUTIVA TOTAL: Introdução  ao MPT, Evolução Manutenção
e MPT, 5 Pontos Chave MPT, World Class Manufacturing, MPT e Processos de
Mudança, Princípios Desenvolvimento MPT, MPT – Ferramentas, MPT – Fases 1
e 2, 10 Pilares MPT, Etapas de Implementação, Plano Mestre Implementação,
Processo de Organização e Coordenação,  As Grandes Perdas do Sistema
Produtivo, Perdas dos Equipamentos, OEE: Eficiência Global do Equipamento
(Overall Equipment Effectiveness), OPE: Eficiência Global da Planta
(Overall Plant Effectiveness), Melhoria dos Equipamentos: Kobetsu Kaizen,
Conceito de
Manutenção Autônoma, Importância da Limpeza e Inspeção, Passos da
Manutenção Autônoma, Lição Ponto a Ponto (One Point Lesson), Identificação
Não Conformidades (Etiquetagens), Painel de Atividades, Controles Visuais.

SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA MANUTENÇÃO: Necessidades Produção e
Manutenção, Gestão de Equipamentos, Gestão de Postos de Serviço, Gestão do
Pedido de Manutenção, Gestão de Vale de Trabalho, Gestão de Recursos: Mão
de Obra e Materiais, Estruturação do Banco de Dados: Custos,
Disponibilidade, Análise de Falhas em Equipamentos.

CONFIABILIDADE E RCM* – MCC* – MANUTENÇÃO CENTRADA EM CONFIABILIDADE:
Conceitos de Confiabilidade, Manutenibilidade, MTBF, MTTR, Taxa de Falhas,
Taxa de Reparos, Árvore de Falhas, FMEA – Failure Mode and Effects
Analysis, RCM* – MCC* – Manutenção Centrada em Confiabilidade, Histórico,
Tipos de Curva de Taxa de Falhas, Risco: Freqüência x Conseqüência, Novo
Diagrama de Decisão RCM, Planilha de Análise RCM, Estratégia
Confiabilidade, World Class Reliability Management – Nova Abordagem.

MANUTENÇÃO PREDITIVA: Conceitos, Análise de Vibração, Termografia, Análise
de Óleos em Transformadores, Preditiva em Motores Elétricos, Análise de
Óleos Lubrificantes.

LUBRIFICAÇÃO AVANÇADA: Características de um Bom Lubrificante, Paradigmas,
Causa Degradação Lubrificante e Falhas Lubrificação, Melhores Práticas
Lubrificação, Programa Controle Contaminação, Graxas de Ultra Performance,
Lubrificantes Sintéticos de Alta Performance.

BENCHMARKING INDICADORES E MELHORES PRÁTICAS MANUTENÇÃO: Trabalho em grupo
com preenchimento, benchmarking e discussão com os participantes do quadro
de análise e do questionário detalhado dos estágios de excelência em
manutenção.

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO MANUTENÇÃO: Conceitos, Visão, Missão, Análise do
Sistema Organizacional, Metas e Ações. Realização do Planejamento
Estratégico da Manutenção com os participantes.

INSTRUTOR: Eng. Sergio Kimimassa Nagao – ITA – MSc. Poli – USP

Engenheiro Mecânico pelo ITA – Instituto Tecnológico da Aeronáutica, foi
Certified Quality Engineer pela ASQ – American Society for Quality,
pós-graduação em Administração Industrial, Mestrado em Engenharia de
Produção pela Poli – USP, com a dissertação “Manutenção Industrial,
Análise, Diagnóstico e Propostas de Melhoria em Indústrias de Processo”,
formação como Instrutor Pleno TPM – Manutenção Produtiva Total pela JIPM –
Japan Institute of Plant Maintenance, com estágios e cursos no Japão, EUA,
França, Portugal. apresentados nos congressos e seminários. Foi Diretor
Nacional da ABRAMAN– Associação Brasileira de Manutenção. Atualmente é
Diretor da Excellence Consulting & Services e da Excellence Lub –
Representação Royal Purple-USA-Lubrificantes Sintéticos de Alta
Performance. Palestrante e autor de diversos trabalhos técnicos. TPM* é
marca registrada JIPM. MPT*, RCM*, MCC* e WCM* são marcas registradas
Excellence*.

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Fontes alternativas na mira do programa de etiquetagem

Fonte: Brasil Energia

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O Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) mira novos focos em busca de mais eficiência no uso da energia elétrica. Coordenado pelo Inmetro, o PBE trabalha, por exemplo, em ações para a certificação voluntária de geradores eólicos e a certificação de lâmpadas LED e luminárias para iluminação pública.

Na linha das fontes alternativas, o PBE também busca aperfeiçoar os programas existentes voltados para energia fotovoltaica e solar térmica. Ainda neste mês de maio, o Inmetro publicará portaria para realizar consulta pública a fim de analisar o pedido dos fabricantes para que seja prorrogado o prazo de adequação dos produtos à regulamentação, previsto na Portaria 357/2014, do Inmetro.

“As energias alternativas estão se tornando cada vez mais importantes para a segurança energética do país. Essas regulamentações funcionam como ferramentas de defesa da indústria e dos consumidores”, destaca Marcos Borges, responsável pelo PBE, que reúne hoje 32 programas, sendo a maioria compulsórios. Entre os poucos ainda voluntários estão o de etiquetagem de veículos e o de edificações devido à complexidade de suas regulamentações.

– Que produtos estão mira para entrar no PBE nos próximos anos?

– Como parte do esforço que temos feito para promover a gestão da segurança hídrica e energética no país, estamos trabalhando no desenvolvimento de uma série de ações. Entre elas estão o aperfeiçoamento dos programas de etiquetagem de chuveiros para informar o consumo de água na etiqueta; de máquina de lavar roupa; e de edificações, ambos para considerar o consumo de água como critério para classificação. Outras ações envolvem a publicação da certificação voluntária para geradores eólicos e certificação das lâmpadas LED e luminárias LED para iluminação pública, além de centrífugas de roupa.

– Como está a evolução da certificação para as lâmpadas LED?

– O programa de lâmpadas LED está publicado e a partir de agora os fornecedores entram em processo de adequação. Até o final do ano seus produtos devem estar adequados aos critérios de segurança e desempenho.

– Em que fase está o programa de painéis fotovoltaicos?

– O PBE Fotovoltaicos – etiquetagem de painéis, controladores, inversores e baterias – é compulsório desde 2011 e recentemente fizemos ajustes para incluir os inversores para sistemas conectados à rede com potência nominal de até 10 kW, atendendo à Resolução nº 482, da Aneel. Recentemente, o setor nos informou que estava com dificuldades de adequação e solicitou prorrogação de prazo. Estamos submetendo essa alteração à consulta pública, cuja portaria Inmetro será publicada ainda neste mês de maio.

– E o PBE de coletores solares?

– O PBE Solar – coletores para aquecimento de água e reservatórios – foi revisado em 2012, e também está em fase de adequação dos fornecedores. Igualmente, esse setor também enfrenta dificuldades de adequação e temos introduzido alterações para promover uma inclusão mais harmoniosa, principalmente das micro e pequenas empresas.

– Nestes casos, que papel o PBE pode ter para o desenvolvimento dessas tecnologias no país?

– Como as energias alternativas se tornam cada vez mais importantes para a segurança energética do país, essas regulamentações, na verdade, funcionam como ferramentas de defesa da indústria e dos consumidores, proporcionando adequado grau de confiança de que os produtos atendem aos requisitos normativos mínimos.

– Como tem sido a participação dos fabricantes no desenvolvimento dos programas?

– Historicamente, a indústria brasileira deu exemplo ao resto do mundo. Há 30 anos vem participando dos programas desde o início dos processos de regulamentação, mesmo quando eram programas voluntários. E eles têm melhorado seus produtos incessantemente, negociando os critérios e prazos, mas investindo significativamente nesse processo de melhoria contínua. Um exemplo é o refrigerador, que hoje é 70% mais econômico que há 10 anos. Cabe lembrar que a criação do próprio PBE foi uma iniciativa do governo com a indústria eletroeletrônica. Enquanto que em outros países há uma relação antagônica entre o regulamentador e os fabricantes, no Brasil há uma relação histórica de colaboração.

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Primeira ciclovia solar do mundo gera energia — e surpreende

Fonte: Exame.com

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Conhecida como o país dos moinhos de vento, dos sapatinhos de madeira e das tulipas, a Holanda também é reduto dos apaixonados por bicicletas. Não por acaso, é lá que se encontra a primeira ciclovia do mundo que capta luz solar e a transforma em energia elétrica.

Solar Road
Nos primeiros seis meses de teste, a ciclovia protótipo, inaugurada em novembro de 2014, apresenta resultados que já superam as expectativas de seus criadores.

“A estrada gerou mais de 3.000 kWh, o suficiente para um scooter elétrico dar 2,5 voltas ao redor do mundo ou para abastecer com eletricidade uma casa por um ano. Não esperávamos um rendimento elevado como esse tão rapidamente”, disse a empresa em nota.

Conhecido como SolaRoad, o projeto é fruto de uma parceria público-privada desenvolvida pela Organização Holandesa de Pesquisa Científica Aplicada (TNO) em parceria com a empresa de tecnologia Imtech.

Com sete quilômetros de extensão, a ciclovia é feita de uma base de concreto que varia de 2,5 a 3,5 metros de largura coberta por uma camada de células solares de silício.

O sistema gerador fica protegido por uma placa de vidro temperado resistente às pedalas dos ciclistas e, segundo os criadores, forte o suficiente para suportar até mesmo o peso de uma caminhão.

Ao lado da pista revestida, há outra faixa que é utilizada para referência e para testar vários revestimentos.

A expectativa dos desenvolvedores é que o SolaRoad gere 70kWh por metro quadrado ao longo do ano, valor que deve ser suficiente para abastecer a iluminação de ruas próximas à ciclovia e de semáforos.

Para o futuro, a ideia é replicar o modelo para ruas e estradas voltadas para outros transportes, além das bicicletas.

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União Energética: cidades querem fazer mais pela eficiência

Fonte: Edifícios e Energia

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Portugal – Em pleno início da União Energética, já com um plano de intenções e ações prioritárias por parte da Comissão, as cidades do Velho Continente querem ver uma maior ênfase nas políticas descentralizadas de energia. Até porque, como enfatiza um comunicado da Eurocities, divulgado na semana passada, apenas uma união energética de cidades inteligentes poderá garantir emprego, prosperidade e sustentabilidade à União Europeia (UE).

No documento, a Eurocities dá o seu parecer à proposta da Comissão Europeia sobre a União Energética, salientando a contribuição do poder local para a sua concretização, mas apela também a sinergias entre as várias políticas da UE. Um dos exemplos apontados foi o encontro de pontos em comum entre a União Energética com a Agenda Urbana.

“As cidades são indispensáveis para uma União Energética que tem os ‘cidadãos no seu núcleo, onde os cidadãos se apropriam da transição energética’”, pode ler-se no comunicado da Eurocities. Nesse âmbito, a entidade lembrou o efeito combinado das políticas públicas em nível local, referindo a integração de mobilidade elétrica, redes e abordagem multimodal; mas também a integração da eficiência dos edifícios e as redes distribuídas de calor e frio.

Com uma atenção especial dada à eficiência energética, a Eurocities afirma que “com o enquadramento certo, as cidades estão melhor colocadas para melhorar a eficiência energética a ambos os níveis [em cada edifício, mas também no nível dos bairros] e para integrar medidas para edifícios e bairros em estratégias energéticas à escala da cidade, que incluem vários setores relevantes”. A rede de cidades europeias reforça que a União Energética deve concentrar esforços no aquecimento e arrefecimento, com um foco claro na eficiência energética e energia renovável.

Abordando ainda a revisão da norma de Eficiência Energética, o comunicado argumenta que “a norma deve dar às cidades espaço para agir dentro do seu contexto local”, facilitando ações como reabilitações energéticas de edifícios ou implementação de redes de distribuição de calor e frio. Ainda na perspectiva da revisão, a Eurocities recomenda que sejam providenciados incentivos para o investimento em soluções sustentáveis e novos esquemas financeiros que facilitem o investimento coletivo.

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A prevenção de assaltos começa com um porteiro preparado

Fonte: Revista Infra

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Especialista comenta a polêmica diferença entre seguranças e porteiros

Quando falamos em segurança, nem sempre podemos relacioná-la apenas à força e equipamentos tecnológicos, mas temos também que buscar estratégias que impeçam invasões/assaltos a condomínios e estabelecimentos. Por isso, é extremamente relevante avaliar a postura da portaria e quais atitudes preventivas os profissionais da área estão treinados para executar. É bom lembrar que, apesar de muitos associarem a figura do porteiro a ações ostensivas, eles na prática, fazem a segurança preventiva e exercem função importantíssima de confiabilidade, mas não são exatamente seguranças, ou seja, não possuem e nem podem portar armas.

Recentemente, em Embu das Artes, um porteiro – que tinha registros na polícia – matou um cliente, de 19 anos, em uma Loja. Exercendo sua profissão, de porteiro, ele não poderia portar uma arma de fogo. Um porteiro treinado é essencial para segurança dos condomínios e dos estabelecimentos, pois apesar de não podem utilizar artefato de fogo, ele atua na prevenção de furtos e assaltos.

Na maioria dos assaltos a estes locais, a falha está justamente no momento da averiguação ou liberação de visitantes e prestadores de serviços. Em conjuntos habitacionais, principalmente, há maior incidência de contratação de pessoas despreparadas para a função, desatentas ao entra e sai de moradores, que deixam qualquer um entrar, sem confirmar se os moradores autorizaram ou sem checar as placas dos carros, indo apenas pela marca e cor do veículo, muitas vezes semelhantes a de algum condomínio. Outra falha comum é a entrada de portadores de serviços, como diaristas, pedreiros, encanadores, entre outros, e até entregadores de pizza e fast-food sem uma regra bem definida de controle de acesso, deixando a decisão para o porteiro.

“Os arrastões em condomínios tem se dado em grande parte pela desatenção de porteiros, pois a instrução do funcionário é, hoje, a maior arma de combate contra esses tipos de crimes.”, avalia Jorge T. Margueiro, da GS Terceirização. Todo condomínio possui regras e normas que precisam ser obedecidas por todos, pois um único deslize ou falta de comprometimento põe em risco a segurança do prédio. Um erro muito comum é o controle de acesso à garagem, onde muitos prédios não possuem em sua estrutura condições adequadas para visualização dos veículos devendo ser corrigido com equipamentos de identificação e CFTV.

Investir em treinamento e tecnologia é muito importante neste quesito de segurança e vale a pena investir neste caso. Em serviços terceirizados deve se optar por empresas que adotem estes treinamentos e mantenham funcionários sempre bem colocados e preparados para evitar situações desagradáveis ou até mesmo trágicas. De acordo com o síndico Adalmir Carvalho Monteiro, é interessante este tipo de serviço por dois motivos simples: tranquilidade e segurança.

“O prédio não precisa se preocupar com a ausência de funcionários. Com a terceirizada, outro deverá cobrir o plantão e com a mesma qualidade de serviço. O prédio não precisa fazer o processo de seleção e treinamento dos funcionários e deixa esses encargos ao cuidado e supervisão da empresa que vai aplicar rotinas próprias para tanto, contratando funcionário melhor capacitado, gerando mais segurança e trabalho de melhor qualidade.”, afirma ele.

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Estacionamento solar alcança 22MWh de geração de energia

Fonte: Revista Infra

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Projeto da Prátil, equipamento abastece sede da companhia em Niterói, no Rio de Janeiro

O maior estacionamento solar do Brasil em geração distribuída, instalado na sede das empresas do grupo Enel, em Niterói (RJ), alcançou a marca de 22 MWh de geração de energia solar em 4 meses de funcionamento. O volume é suficiente para abastecer simultaneamente cerca de 30 residências com consumo médio de 155 KWh/mês.

A geração solar evitou a emissão de 13 toneladas de CO2 na atmosfera – o que seria emitido por mês, em média, por 13 carros que percorrem 17 quilômetros por dia. Para produzir quantidade equivalente de CO2 na atmosfera, seria necessário plantar 76 árvores.

Além disso, a geração do estacionamento solar representou, até agora, uma economia de 26 milhões de litros de água, que deixariam de ser utilizados caso a energia fosse gerada por hidrelétricas.

O estacionamento solar é um projeto da Prátil, empresa de serviços da Enel, do qual também faz parte a distribuidora de energia Ampla. Ele é o maior do Brasil em geração distribuída, modalidade que permite a geração de energia para consumo próprio e o compartilhamento do excedente gerado com o sistema elétrico, de acordo com a Resolução 482 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

O estacionamento é formado por 175 painéis solares instalados em uma área de 260 m², que comporta 20 carros. A energia gerada pelas placas abastece o próprio prédio da companhia.

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Medição Global de Propriedades Comerciais

Fonte: Revista Infra

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Guia é lançado pelo RICS e Secovi-SP 

Claudio Bernardes, presidente do Secovi-SP, Márcia Ferrari, Gerente Nacional da RICS no Brasil e Neil Shah, Diretor RICS das Américas, apresentaram na noite de ontem (14/05) o guia em português do Padrão Internacional de Medição de Propriedades para imóveis comerciais.

O IPMS para imóveis comerciais (IPMS for Office Buildings), publicado em novembro passado, é o resultado de um esforço global para criar um método único, padronizado e uniforme de medição de propriedades comerciais.

“O lançamento da versão em português do Guia do IPMS para imóveis comerciais é um marco para o mercado brasileiro, que terá uma ferramenta valiosa capaz de garantir a transparência e eficiência das transações de imóveis comerciais, seja em negociações com o exterior ou no mercado local. A adoção das normas permite que avaliadores, clientes e empresas tenham em mãos informações consistentes para realizar negócios bem sucedidos”, diz Márcia Ferrari.

Para Claudio Bernardes FRICS, presidente do Secovi-SP, “é fundamental que haja padronização e que todos ‘falem a mesma língua’”. E acrescenta: “Um padrão de medida internacional comum irá impactar positivamente os mercados imobiliários em todo o mundo”.

Importante destacar que participaram da formatação das normas as mais de 60 associações membros da coalizão, entre elas a RICS, a Fiabci e o Secovi-SP e parceiros de grande importância para o mercado nacional e internacional como CBRE , Cushman & Wakefield e Colliers, que apoiam a padronização, além de vasta consulta pública, o que garante metodologia coerente para uso em todo o mundo.

Apesar de este ser um grande passo do mercado de real estate, já temos visões e posicionamentos distintos sobre os parâmetros adotados por alguns profissionais do setor. Porém, o mais importante é que agora o mercado possui uma ferramenta de base global, que permite promover a consistência dos padrões de medida. Na edição de junho da revista INFRA, detalharemos mais sobre a pauta.

O Guia está disponível em 5 idiomas, incluindo o Português, que no Brasil teve a tradução do executivo Guilherme Ribeiro, diretor da Inovação Imobiliária e professor em cursos da FAAP, Universidade Secovi, ESPM, FIA e FGV.

Para mais detalhaes sobre o IPMSC acesse www.ipmsc.org ou faça download direto do Guia no http://bit.ly/1FcGwMN

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