A ABRAFAC convida seus associados para participar de discussão sobre a NBR 5626

Abrafac convida associados para participar de Discussão de Norma de Água Quente e Fria NBR 5626.
Não deixe de participar desta importante discussão que afetará diversas atividades do setor.

 

CARTA-CONVITE

CE-02:146.03 – Comissão de Estudo de Sistemas Prediais Hidraúlico-sanitário para Água Fria e Água Quente

A ABNT, como único foro de normalização nacional e diante de uma demanda de normalização, promove reuniões de Comissão de Estudo onde estejam representados todos os envolvidos com o assunto a ser normalizado e onde eles possam, em nível nacional, discutir e estabelecer por consenso, regras, diretrizes ou características para suas atividades.

Vimos por meio deste, convidar V.S.ª para participar próxima reunião da Comissão de Estudo de Sistemas Prediais Hidraúlico-sanitário para Água Fria e Água Quente (CE-02:146.03) a se realizar conforme programação a seguir.

PRÓXIMA REUNIÃO

Data: 01 de julho de 2015 (quarta-feira)

Horário: 08h30 às 12h:30

Local: SINDUSCON/SP

Rua Dona Veridiana, 55,Térreo – Bairro Stª Cecília – São Paulo- SP

Pauta:

1.  Leitura e aprovação da ata da reunião anterior.

2. Análise e discussão das sugestões de ajustes de redação com Sra. Rose e Sr. Ronaldo.

3. Liberação da ABNT NBR 5626 para consulta nacional

4. Assuntos gerais
 
Aos interessados, favor encaminhar e-mail para secretaria@abrafac.org.br

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CORENET abre as inscrições para a 3a turma do MCR – Master of Corporate Real Estate

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Estatal analisa a venda de usinas e linhas de transmissão

Fonte: Valor Online

Acesse aqui a matéria em sua origem.

A Eletrobras está analisando a venda de participações minoritárias em sociedades de propósito específico (SPEs) de usinas e linhas de transmissão. A medida é uma das alternativas indicadas pelo estudo de reestruturação da companhia, elaborado pela consultoria Roland & Berger. “Dentre os estudos realizados pela Roland & Berger, contratada para avaliar alternativas de modelos de negócios da Eletrobras, existem estudos sobre as participações acionárias minoritárias da Eletrobras. No entanto, não há nenhuma decisão tomada sobre o assunto, que está sob análise pela administração”, afirmou a estatal ao Valor.

No fim de maio, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, já havia afirmado que o plano de privatização das distribuidoras da Eletrobras deveria ser expandido para ativos de geração e transmissão. “Não há dentro do governo nenhum preconceito com relação à questão da privatização”, disse ele à época. Para um especialista do setor elétrico que preferiu não se identificar, a venda de ativos de geração e transmissão é uma alternativa para dar fôlego financeiro a empresa para fazer frente ao plano de investimentos de longo prazo. Segundo ele, dois ativos que a empresa pode colocar à venda são as participações nas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, no rio Madeira.

Com relação à privatização das distribuidoras, a Eletrobras está fazendo análises internas com base no estudo encomendado ao Santander sobre a reestruturação do negócio de distribuição, que indicou, como uma das alternativas, a venda das empresas. Com exceção da inclusão da Celg -D no Programa Nacional de Desestatização (PND), a estatal informou que ainda não tomou decisão sobre a venda das demais distribuidoras. Segundo a empresa, a definição das metas e condições específicas a serem exigidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para a renovação do contrato de concessão de cada distribuidora será determinante para a tomada de decisão relativa ao assunto.

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Palestras internacionais (SBCC) – Oportunidade!!

Caros Colegas,

Segue a programação de palestras internacionais interessantes para a próxima semana.

Diretoria Executiva do ICCCS visita o SBCC

Além de debates internos, a SBCC e ISCC BRAZIL 2016 aproveitam a estada dos especialistas internacionais para organizar dois workshops

Entre os dias 18 e 23 de junho, a SBCC receberá a visita da Diretoria Executiva do ICCCS. Estão previstas diversas ações que se iniciam no dia 18 com a visita ao Centro de Convenções Rebouças, local onde será realizado o ISCC BRAZIL 2016, e dois hotéis (processo de escolha do local das reuniões internacionais paralelas ao ISCC). Na visita, os especialistas farão parte de um grupo composto por membros da diretoria da SBCC, da organização do ISCC BRAZIL e também do São Paulo Convention & Visitors Bureau, entidade que apoia a organização e divulgação do evento.

No dia 19 de junho, acontecerá na nova sede da SBCC, em São Paulo, a 1ª reunião internacional do ICCCS denominada: Americas meeting ICCCS Council of Delegates”.

Além da reunião internacional, também está programado a participação do encontro anual dos Grupos Técnicos – GT’s da SBCC momento em que todos os coordenadores especialistas farão apresentações dos trabalhos realizados, conquistas, desafios e sequência dos trabalhos para 2015.

No fim de semana a agenda não para. No dia 20 (sábado), haverá um encontro entre os especialistas e diretores da SBCC com presidentes e principais executivos das empresas que tenham representação expressiva na América Latina (sede SBCC das 10 às 12h). Além da participação presencial, entidades e profissionais de empresas na America Latina participam via Skype.

No domingo, dia 21, a diretoria da SBCC proporcionará a Diretoria Executiva do ICCCS uma visita a pontos turísticos da cidade de São Paulo.

O ICCCS, alinhado a missão de disseminar o conhecimento técnico-científico e em apoio ao ISCC BRAZIL 2016, oferece ao mercado brasileiro, através da SBCC, o que há de mais recente nos segmentos da indústria farmacêutica e hospitalar-saúde. Nesta premissa, os dois diretores executivos que participarão nos dois workshops internacionais: Frans Saurwalt, Gerente Técnico da Unidade de Negócios de Controle de Contaminação da Krapman, e Koos Agricola, Engenheiro de Processos da Océ Technology e da Universidade de Twente e selarão este evento impar em nosso País.

No dia 22 de junho, no auditório do Sindusfarma e com o apoio deste importante parceiro, realizaremos o Workshop: Aspectos Relevantes sobre Salas Limpas em Indústrias Farmacêuticas. Já no dia 23, no Instituto de Infectologia Emilio Ribas, considerado um dos de mais alto nível na região e que tem apoiando nossas iniciativas, realizaremos o Workshop: Controle de Contaminação em Salas Cirúrgicas.

“Apesar das inúmeras facilidades tecnológicas disponíveis atualmente, os encontros presenciais permitem maior interação, com mesas redondas, debates e estudos de cases e até mesmo a troca de informações de seu caso específico, como foi possível vivenciar em eventos anteriores. Novamente, a SBCC, com apoio de organizações importantes como Sindusfarma, Instituto de Infectologia Emilio Ribas e ABRAVA, traz para o público brasileiro um programa inédito de grande interesse”, destaca Heloisa Meirelles, Presidente do ICCCS e Delegada Internacional da SBCC.

Essa grade internacional faz parte da divulgação no Brasil e no exterior do ISCC BRAZIL 2016, “considerado o maior evento de controle de contaminação no mundo” e que está programado para setembro de 2016, em São Paulo.

Para mais informações e inscrições, acesse http://sbcc.com.br/evento/salas-limpas-em-industrias-farmaceuticas/ ou http://sbcc.com.br/evento/controle-de-contaminacao-em-sala-cirurgica/

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ALERTA DO ACERVO ABNT – ABNT/CB-024 – REVISÃO DE NORMA ABNT NBR 13231:2014

A ABNT publicou, em 17.06.2015, a norma ABNT NBR 13231:2015 – Proteção contra incêndio em subestações elétricas, que revisa a norma ABNT NBR 13231:2014.

Para detalhes sobre a norma publicada ou sua aquisição Clique Aqui

Para consulta ao catálogo de normas ABNT, ISO, IEC, DIN, AFNOR, BSI, CEN, ASTM, IEEE, NFPA, AMN ou JISC visitehttp://www.abnt.org.br/catalogo.

Se você deseja ser removido desta lista, por gentileza, envie um e-mail para acervo@abnt.org.br

Atenciosamente.
Gerência de Editoração e Acervo
ABNT/GEA

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Em tempos de crise, seja proativo

Fonte: Revista Infra

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Consultor em gestão de pessoas esclarece como profissionais devem agir perante a crise

Em um contexto econômico difícil e instável, uma das principais medidas adotadas pelas empresas é o corte de custos, inclusive por meio de demissões. Os dados divulgados pelo IBGE comprovam que o desemprego chegou a 7,9%, maior taxa desde o primeiro trimestre de 2013, com 7,934 milhões de pessoas desempregadas.

Mesmo para quem está empregado, o momento pede atenção e, sobretudo, proatividade. Segundo o consultor em gestão de pessoas, Eduardo Ferraz, o profissional não pode apenas esperar as coisas acontecerem. “Em situações difíceis a maioria tende a ficar paralisada, retraída e com medo, esperando que a crise passe sem afetá-las. Infelizmente, a crise afeta quase todo mundo e é preciso se antecipar, mostrar empenho, disponibilidade e se oferecer para fazer algo a mais, identificando e criando alternativas que possam melhorar o próprio desempenho e aumentar a produtividade da empresa, por exemplo. Não tenha vergonha de perguntar ao chefe ‘O que posso fazer para contribuir?’ Pessoas assim resolvem os desafios antes de o problema ficar grave”.

Se a empresa está em uma situação muito ruim, a ponto de demitir a qualquer momento, a antecipação também é importante. “Nesse sentido, o funcionário além dar seu melhor, precisa começar a procurar outras oportunidades, reforçar a reserva financeira e não esperar o pior acontecer”.

E para aqueles que vivem trocando de emprego ou pensam em abrir o próprio negócio, o momento pede cautela. “Ainda há boas oportunidades, mas os riscos são maiores. Por isso, planejar detalhadamente os próximos passos é ainda mais importante. E, novamente, é fundamental não ficar parado, seja para garantir o que já se tem ou para aproveitar as oportunidades que aparecem em momentos difíceis”, finaliza o consultor.

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A importância da inspeção e da qualidade nas obras

O que geralmente passa desapercebido por muitos é o fato de que o  sucesso e o desempenho de uma edificação e de seus sistemas dependem de todas as etapas que antecedem ao momento de ocupação e uso.

Ou seja, o desempenho dependerá das etapas de concepção, projeto, construção, instalação, startup e entrega técnica, sendo necessário a manutenção de um rigoroso processo de comissionamento em todas estas etapas.

O processo de comissionamento é, de fato, um conjunto de procedimentos que tem por objetivo assegurar a qualidade em todo o processo, garantindo assim com que edifícios e sistemas sejam projetados para atender as expectativas de seus proprietários, com que equipamentos e componentes sejam selecionados e adquiridos para atender o desempenho especificado em projeto, com que equipamentos e sistemas sejam instalados de forma à atender o projeto, as especificações de fabricantes e boas práticas do mercado, com que sejam especificadas e cumpridas todas as etapas de testes funcionais, de desempenho e integrados e finalmente, com que todas as evidências e documentação técnica sejam adequadamente organizadas, de forma à permitir um adequado e efetivo treinamento para as futuras equipes de operação e manutenção (passagem do bastão).

A grande questão é que nem as grandes construturas e instaladoras enxergam a importância deste controle de qualidade ao longo de todo o processo, e muito menos que o sucesso nestas etapas mitigará o risco de falhas e, principalmente, os ajudará na redução do desperdício e do retrabalho.

A má qualidade impera em nossas construções e instalações, não somente pela falta de visão mas, a meu ver, pela falta de cultura em nosso país a este respeito.

Em alguns grandes centros fora do Brasil, costuma-se envolver profissionais de comissionamento, de Facility Management e de Operação e Manutenção ainda nas etapas de projeto e concepção, justamente com o objetivo de mitigar riscos futuros e de proporcionar uma operação mais segura e rentável.

Infelizmente, vi apenas dois empreendimentos que tentaram seguir tal filosofia aqui no Brasil e, quando digo “tentaram”, me refiro ao fato de que a preocupação com prazos e existência de falhas no controle da qualidade durante o processo acabaram por superar a visão inicial.

Precisamos sem nenhuma sobra de dúvidas incrementar / melhorar o controle da qualidade em nossas obras e instalações, mas vejo principalmente a necessidade de aculturar estes profissionais que, em muitos casos, ainda não enxergam os seus benefícios.

Vejam abaixo a reportagem da Revista Infra sobre o tema qualidade nas obras.

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Fonte: Revista Infra

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Grande parte das construtoras diz ter uma área de qualidade, mas na verdade é só proforma!

Tenho visitado muitas construtoras e conversado com as áreas de qualidade e afins para saber como estas estão atuando, de que forma agregam valor a companhia, mas o que percebo na maiorias das vezes é que a própria área de qualidade não atua proativamente para eliminar defeitos ou erros, identificando a causa do problema. A grande maioria comenta que preenchem os formulários de inspeção e verificação para manterem o processo de qualidade, mas isso realmente é efetivo para trazer e garantir a Qualidade na obra? Pensando em benchmark, na Indústria a busca da qualidade é pelo “Zero Defeito”, ou seja, atuar de forma a resolver o problema em sua origem para nunca mais acontecer.

Na Construção civil, o que se chama de qualidade é muitas vezes preencher formulários para estar conforme ao programa específico como ISO ou PBQP-h. Uma coisa é ter um programa de qualidade do tipo ISO-9000 ou PBQP-h, mas isso não garante a Qualidade da obra, mas sim um processo. Em minha opinião, inspecionar qualidade é identificar, capturar defeitos, categorizá-los e entender suas causas para conseguir corrigi-los e evitá-los em futuras etapas, assim como capturar oportunidades de melhoria de projeto, processos, operações, eliminando novos defeitos, necessidades de retrabalhos, gastos com mais material para consertar, horas dos trabalhadores e todos os outros custos associados a isso.

Quem faz qualidade é a Obra, e quem inspeciona é a Qualidade, de forma independente, de forma que não se crie um conflito de interesse, evite-se reprimir aquele que aponta um erro de construção.

Por que então manter uma área de Qualidade? Para estar conforme? Qualidade é coisa para inglês ver? Não, a importância da boa atuação da área da qualidade é essencial para a saúde financeira da obra pois reflete em custos e imagem da empresa, e especificamente para o segmento da construção civil, a qualidade esta deve ser veloz a ponto de atuar na própria obra evitando problemas nas fases seguintes, e também em futuras obras similares. Preencher formulários não irá ajudar as construtoras a serem mais produtivas, e esta visão deveria mudar o quanto antes, ainda mais em momentos onde o mercado está retraído e toda economia possível conta para o resultado financeiro da empresa.

*Alexandre Siqueira é Diretor Comercial e de Marketing da Astrein, empresa especializada em soluções para gestão de ativos, facilities e centrais de cadastros.

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Um ano depois, legado da Copa no Brasil foi negativo para a economia

Fonte: Jornal da Globo

Por: Thiago Guedes / Eunice Ramos / Alessandro Torres / Bernardo Bortolotto / Fernanda Graell

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Para que serviu a Copa do Mundo, que começou há exatamente um ano? Do ponto de vista econômico, serviu para pouco. Do ponto de vista político, também.

As conclusões negativas estão em um estudo de duas respeitadas instituições, a Fundação Dom Cabral e a Universidade Griffth, na Austrália, que se juntaram para avaliar o legado da Copa no Brasil.

Para a economia, o legado foi negativo, segundo esse estudo. O dinheiro gasto poderia ter sido melhor empregado em outros setores. Muitos recursos poderiam ter sido aplicados em outros tipos de benefícios à população.

A maior crítica foi dirigida aos estádios, nos quais foi constatado estouro dos orçamentos e arenas deficitárias. Um grande número de obras sequer foram completadas um ano depois. São os casos de Cuiabá e Porto Alegre, por exemplo.

Confira alguns desses problemas em cinco capitais.

MANAUS

A luta na cidade é para tirar a Arena da Amazônia do marasmo. O estádio custou cerca de R$ 670  milhões e, de todos os 12 da Copa, foi o que menos recebeu jogos depois do evento. Foram apenas nove em um ano.

O campeonato estadual passou longe dali. Só a decisão, que acontecerá nos próximos dois sábados (13 e 20), será no estádio construído para a Copa. Os clubes não têm interesse e reclamam do alto custo.

manutenção mensal passa dos R$ 500 mil, que ficam por conta do Governo do Estado. Mesmo somando tudo o que foi arrecadado com futebol e shows, a Arena da Amazônia deu um prejuízo de quase R$ 4 milhões desde que foi inaugurada em março do ano passado.

CUIABÁ

A Arena Pantanal tem recebido alguns jogos, mas eles não cobrem o custo mensal de manutenção, que chega a R$ 1 milhão. É mais um estádio da Copa que acumula prejuízos. No caso das obras atrasadas, a mais problemática é a do veículo leve sobre trilhos, que cortaria a cidade de norte a sul e do leste ao centro. Os vagões chegaram, mas os trilhos não avançaram. Das 32 estações, apenas uma ficou pronta. A entrega do VLT já foi adiada sete vezes e a promessa agora é que ele comece a circular só daqui a três anos.

FORTALEZA

obra do VLT que deveria percorrer 12 quilômetros por Fortaleza na Copa do Mundo ficou pela metade. Agora, parte dos trilhos é ocupada por famílias de pessoas que não têm onde morar. No ano passado, por causa do atraso, o Governo do Estado rompeu o contrato com o consórcio que iniciou a obra.

Uma nova licitação foi aberta há dois meses, mas ainda não tem prazo para ser concluída. A situação é semelhante no Aeroporto Internacional de Fortaleza. A obra de ampliação do terminal de passageiros que começou em 2012 não ficou pronta a tempo da Copa do Mundo e o contrato com o consórcio foi rompido com apenas 15% da obra concluída.

PORTO ALEGRE

Só as melhorias ao redor do estádio Beira Rio foram entregues na época do mundial. Várias obras estão atrasadas. Das 14 previstas para a Copa, 10 ainda não estão prontas.

É o caso da duplicação de uma importante avenida da cidade, que não tem prazo para acabar. Falta transferir mais de 500 famílias que vivem ali para um conjunto habitacional que nem sequer saiu do papel.

RIO DE JANEIRO

Há muito tempo quem passa pelo aeroporto internacional do Rio encontra tapumes por toda parte. A RIOgaleão, concessionária responsável pelo aeroporto desde agosto do ano passado, diz que está negociando com a Infraero, antiga administradora, para que todas as obras pendentes terminem o quanto antes.

A reforma no aeroporto começou em 2008 e a data inicial de entrega seria abril de 2014, antes da Copa. Depois, passou para maio, para dezembro e atualmente não há mais previsão. É bom lembrar que em agosto do ano que vem o Rio vai ser sede dos Jogos Olímpicos.

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Não utilize os elevadores em caso de incêndio

Fonte: Revista Infra

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Confira algumas recomendações aos usuários

De acordo com normas de segurança, a famosa frase “Em caso de incêndio não utilize o elevador, use as escadas”, que fica localizada ao lado de botões de elevador, requer atenção e serve como alerta aos usuários que utilizam o equipamento para se locomover verticalmente de maneira ágil.

Em caso de incêndio em um edifício, a calma e a tranquilidade são fatores essenciais. Mas também é de extrema importância seguir alguns procedimentos para que todos saiam em segurança. Veja algumas dicas recomendadas pela Atlas Schindler.

✓ Sempre mantenha a calma e dirija-se para as escadas. Siga todas as orientações dos brigadistas de incêndio do local.

✓ Não utilize o elevador. O incêndio poderá cortar a energia do edifício e você poderá ficar retido na cabina do elevador, colocando em risco sua segurança.

✓ É importante manter a calma, descer com passos rápidos, mas sem correr. Utilize o corrimão para sua segurança.

✓ Não tente combater o incêndio, a menos que saiba utilizar com eficiência os equipamentos de combate.

✓ Durante a saída ou após sair do edifício, jamais volte para pegar objetos.

Os profissionais de condomínios têm papel fundamental em casos de incêndio, principalmente adotando medidas que ajudam a manter a segurança de todos. “É dever do condomínio manter os extintores de incêndio em dia com a validade, inclusive na casa de máquinas do elevador. Quando o técnico de manutenção dos elevadores indicar que a data está expirando, o condomínio deverá trocá-lo imediatamente”, explica Osmar Cavalcanti dos Santos, um dos técnicos do Atendimento Avançado da Atlas Schindler.

Se você é um profissional de condomínio confira algumas dicas para auxílio aos moradores:

✓ Chame o Corpo de Bombeiros o mais rápido possível.

✓ Não obstrua as saídas de emergência.

✓ Certifique-se de que o condomínio possui os extintores apropriados e sempre cheque seus respectivos vencimentos e manutenções necessárias.

✓ Desligue a chave geral do condomínio, localizada normalmente no térreo. Antes desta ação, verifique a existência de passageiros no elevador.

✓ Caso o elevador possua a OEI (Operação de Emergência em caso de Incêndio), acione o dispositivo que entrará em ação, trazendo o equipamento para o andar térreo e desligando-o automaticamente.

✓ Oriente os condôminos e usuários para não utilizarem o elevador em caso de incêndio. A escada de emergência é o caminho mais seguro para a evacuação do edifício.

✓ Mantenha os extintores de incêndio em dia com a validade, inclusive na casa de máquinas do elevador. Quando o técnico de manutenção dos elevadores indicar que a data está expirando, o condomínio deverá trocá-lo imediatamente.

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Segurança no Trabalho estendida a quem faz home office

Fonte: Revista Infra

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Um caso divulgado recentemente, em que a empresa de cosméticos foi obrigada a pagar R$ 20 mil para uma ex-funcionária que quebrou o pé em casa, trouxe à tona a discussão de um direito previsto por lei ao trabalhador: a segurança no trabalho. Com o aumento da modalidade home office, empresas passam a se preocupar mais, já que um acidente com o  trabalhador, mesmo em sua residência, pode acarretar em um longo processo trabalhista.

No caso da empresa de cosméticos, a funcionária conseguiu provar na Justiça que a residência era o seu local de trabalho. “Considerado um caso inédito em nosso país, esse acontecimento nos leva novamente a reflexão do quanto a nossa legislação é antiga e precisa ser atualizada para a nova realidade”, criticou a engenheira de Segurança no Trabalho da Ramazzini Engenharia, Márcia Ramazzini.

Para trabalhar em home office é necessário mais que disciplina, é muito importante criar regras e condições físicas para que o expediente seja realizado de forma saudável. “Mesmo em casa, o funcionário precisa pensar que está dentro de uma empresa”, ressalta a engenheira.

Geralmente, os funcionários recebem notebook, celular, montagem de escritório, pagamento da mensalidade de internet e veículo da empresa, entre outros. “Quando a empresa cede o notebook para o funcionário trabalhar em casa, ela deve tomar alguns cuidados como, por exemplo, a instalação de programas específicos que registram o horário em que esteve ligado, quantas palavras foram digitadas por minuto e, assim detectar o excesso de trabalho. Muitos programas travam o note e avisam o funcionário que é hora do cafezinho. Esta prática é muito usada para atividades que demandam muita digitação ”, informa a especialista.

Os perigos para a saúde

O caso vivenciado por Cláudia Dias, 30 anos, moradora de cidade de Jundiaí, que atuou três anos e quatro meses na gerência do setor de vendas de uma grande empresa de cosméticos, revela que para ser home office o profissional tem que ser disciplinado, criar seus horários de trabalho, refeição, entre outros. “Se desligar do trabalho dentro de casa é quase impossível. Passava horas trabalhando sem intervalo, inclusive para refeições, já que para isso teria que parar de trabalhar para fazer a comida. Também perdi eventos familiares e envolvi minha família no trabalho, o que é muito ruim para o bem estar familiar”, contou a ex-funcionária.

O trabalho consistia em gerenciar as vendas que contemplavam as cidades de Jaraguá e Taipas no estado de São Paulo. Em home office a ex-funcionária realizava o fechamento das campanhas e das atividades administrativas, demonstrações, organização de caixas com os produtos e revistas que seriam destinadas para as revendedoras. “Recebia em média de 30 a 40 caixas de aproximadamente 20 kg cada uma, na periodicidade de 19 em 19 dias. Carregar esse peso para o carro e para o setor me trouxe três hérnias na minha coluna, que precisou de intervenção cirúrgica. Além disso, nos fechamentos de campanha passava muitas horas digitando pedidos. Algumas vezes essa atividade levava 16 horas ou mais”, argumentou Cláudia.

Após nove meses de afastamento, recebeu a liberação do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), para retorno ao trabalho. Com certas restrições impostas pelo médico, a ex-funcionária não foi recolocada em outro setor da empresa e foi dispensada após 15 dias. Cláudia levou o caso para a justiça e o processo ainda está em situação inicial de realizações de perícias médicas.

Segundo a engenheira Marcia, as empresas estão aumentando as exigências durante as contratações para evitar esse tipo de situação. Ela ressalta que os exames admissionais devem ser bastante criterioso, pois auxiliam nos casos de ação trabalhista. As atividades desenvolvidas e as jornadas de trabalho devem estar estabelecidas e descritas detalhadamente. O funcionário home office deverá receber uma ordem de serviço com os riscos do trabalho e diversas informações sobre a atividade.

“É óbvio que não podemos generalizar que o fato de trabalhar em casa vai caracterizar todas as ocorrências como acidente de trabalho, porém as empresas estão se atentando cada vez mais com as novas contratações para não gerarem novos processos trabalhistas de origem home office. As organizações devem desenvolver uma sistemática de controle com o objetivo de evitar jornadas excessivas ou solicitações infundadas”, ressaltou a engenheira.

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