Resgate de pessoas retidas no elevador

Apenas um comentário específico, no que se refere ao posicionamento dos sistemas sonoros de alarme e interfones….

Existem algumas edificações (novos projetos e edificações existentes) nas quais se observa o posicionamento destes sistemas em portarias ou salas de controle onde não se observa a presença constante de funcionários, o que coloca em risco a efetividade e rapidez no atendimento.

É muito importante que o gestor de FM ou O&M observe este tipo de situação.

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Fonte: Revista Infra

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Você sabe como proceder?

Falta de manutenção ou queda de energia podem ser os fatores responsáveis pelo não funcionamento de elevadores ou por sua parada enquanto passageiros estejam utilizando-o. Apesar de o imprevisto acontecer repentinamente, é importante que usuários e funcionários do condomínio mantenham a calma para executar passos importantes para o resgate das pessoas retidas no equipamento.  A fabricante de elevadores Atlas Schindler sugere algumas dicas importantes caso isso aconteça:

  • O resgate de pessoas retidas no elevador só poderá ser realizado com segurança pelo técnico de manutenção dos elevadores ou pelo Corpo de Bombeiros da Polícia Militar ou órgão responsável que o substitua.
  • Utilize o interfone ou o intercomunicador da cabina para solicitar à portaria que chame o técnico da empresa de manutenção dos elevadores.
  • Se o elevador não possuir esse dispositivo, utilize o botão de alarme para emitir um sinal sonoro.
  • Caso haja dificuldade em se comunicar com a portaria, há uma placa com os telefones da empresa de manutenção afixada no interior da cabina.
  • Não aceite ajuda de pessoas não autorizadas para sair da cabina; isso poderá colocar sua vida em risco.
  • Mantenha a calma e não tente sair da cabina sem a devida orientação

COMO O CONDOMÍNIO DEVE PROCEDER

Além da colaboração por parte dos passageiros, síndico e representante legal do condomínio também devem saber agir em casos de pessoas retidas no elevador. Veja como:

  • Orientar os condôminos do edifício sobre o correto procedimento no caso de pessoas retidas no elevador. Afixar informativos em local visível; nele há mensagens sobre o assunto para os usuários dos equipamentos.
  • Se algum usuário ficar retido no elevador, os profissionais do condomínio devem chamar imediatamente o técnico da empresa de manutenção dos elevadores, informando que há pessoas retidas no interior da cabina.
  • Utilize o interfone ou o intercomunicador para solicitar ao usuário que mantenha a calma e aguarde pelo resgate seguro. Se o elevador não possuir esse dispositivo, fique atento ao sinal sonoro emitido pelo botão de alarme para realizar essa comunicação no local da paralisação.
  • Sinalize devidamente que o elevador está fora de uso (placa Fora de Uso). Lembre-se! O resgate de pessoas retidas no elevador só poderá ser realizado pelo técnico de manutenção dos elevadores ou pelo Corpo de Bombeiros da Polícia Militar ou órgão responsável que o substitua.
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ABRAVA divulga o Curso de Projetista de Sistema de Aquecimento Solar

Fonte: PROCEL Info

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O Departamento Nacional de Aquecimento Solar, DASOL, irá promover nos próximos dias 20, 21 e 22 de julho o “Curso de Projetista de Sistema de Aquecimento Solar”. As aulas têm como objetivo discutir conceitos e aplicações dos sistemas, além de fomentar competências e habilidades envolvidas no dimensionamento, projeto e instalação.

Destinado a técnicos, arquitetos e profissionais do setor de aquecimento solar, o curso é dividido em conceitos básicos e aplicação.

Dividido nos três dias e totalizando 24 horas, as aulas serão ministradas pelo engenheiro mecânico Luciano Torres, formado pela PUC-MG e participante do Programa de Capacitação do DASOL desde 2010.

Serviço

Data: 20, 21 e 22 de Julho de 2015

Horário: das 9h às 18h / Carga horária: 24h

Local: Auditório ABRAVA-SP – Av. Rio Branco, 1492 –Campos Elíseos –São Paulo/SP

Informações sobre investimento e condições: cursos@dasolabrava.org.br 

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Prédios poderão gerar energia solar (e não é pelo teto)

Fonte: Portal Exame

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O Vale do Silício tem uma novidade que pode revolucionar a forma como a eletricidade chega até nós. A startup Ubiquitous Energy criou uma tela transparente que pode ser colocada sobre qualquer superfície para gerar energia através da luz solar.

Diferentemente dos painéis solares utilizados hoje em dia, que precisam de um espaço próprio e amplo para serem instalados, a tela transparente pode ser colocada nas janelas de prédios e arranha-céus para gerar eletricidade.

E o mais incrível: os celulares e tablets, por exemplo, poderiam funcionar sem que nunca acabassem suas baterias.

A tela foi feita para selecionar a luz visível ao olho humano, enquanto absorve a luz ultravioleta e infravermelha para convertê-las em energia, como informa o próprio site da startup.

A ClearView, como é chamada o material, é a primeira tecnologia transparente que conseguiu transformar a luz solar em energia sem trazer impactos à visão.

O material, de acordo com a startup, é eficiente, fino, tem menos do que 0,001 milímetros de espessura, não possui substâncias tóxicas.

A novidade também traz avanços importantes para a redução da poluição: uma energia limpa, natural e renovável.

A Ubiquitous Energy está desenvolvendo a tela junto com parceiros comerciais, que ajudam a criar os primeiros protótipos da ClearView para uso em dispositivos móveis.

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Rede Brasileira de Manutenção (RBM) confirma novo curso de Operação & Manutenção Predial em SP

Curso Operação e Manutenção Predial – A gestão de Facilities com sucesso

OBJETIVOS

Conceituar Facility Management aos participantes e as principais áreas e serviços por ele abrangidas Dar aos participantes a visão sobre a representatividade da Operação & Manutenção Predial dentro da área de Facility Management, Propiciar novas visões, métodos e abordagens sobre os modelos de gestão da Operação & Manutenção Predial, sua evolução, categorização e principalmente as práticas de gestões mais atuais Estimular a reflexão e análise de problemas relacionados a estruturação e gestão da área de Operação & Manutenção

PÚBLICO ALVO

Engenheiros, Administradores, Técnicos de nível médio, Supervisores de operação e manutenção e gestores de facilities

Ementa / Conteúdo Programático

  • Introdução a Gestão de Facilidades (Facility Management)
  • Definição Áreas e Serviços sob a responsabilidade de um gestor de facilities
  • A Operação & Manutenção Predial e sua representatividade dentro da área de facilities
  • Definições sobre Operação & Manutenção Predial:
    • Operação Predial (conceito, tipos de atuação)
    • Manutenção Predial (conceito, tipos de manutenção)
    • Áreas de Missão Crítica (conceito, tipos de áreas de missão crítica sob a gestão de um facility manager)
  • O mercado de Operação & Manutenção Predial: Um overview sobre o mercado, seus pontos fortes e pontos de atenção
  • A evolução / modernização da infraestrutura predial e os novos desafios para a área de Operação & Manutenção
  • Planejamento Estratégico:
    • Conceituação de Planejamento Estratégico
    • As etapas de um planejamento envolvendo:
      • i. A compreensão sobre as necessidades e expectativas do Cliente
      • ii. A equipe de Gestão da O&M
      • iii. A definição do escopo e o estabelecimento de metas (níveis ou acordos de serviço, indicadores para o processo, etc)
      • iv. A seleção de um parceiro estratégico
      • v. Mobilização e Implantação
      • vi. O monitoramento de resultados
      • vii. O feedback e a realimentação do processo com novas informações
  • Sistemas Informatizados de Gestão: Adequando à nossa necessidade Ferramentas de Gestão e sua aplicação
  • O papel do Gestor
  • Recursos Humanos: Perfil dos profissionais de O&M
  • Motivação, envolvimento e participação Programas de Treinamento e Reciclagem
  • A gestão do Conhecimento
  • Saúde & Segurança
  • Documentação Técnica Necessária
  • A gestão de resultados O importante papel do gestor e de sua equipe no resultado global
  • Relatórios Gerenciais
    • Gestão de Custos
    • Gestão Energética
  • A Manutenção Predial sob a ótica das Normas Brasileiras e Internacionais NBR 5674 / 2012 – Manutenção de Edificações – Requisitos para o Sistema de Gestão de Manutenção
  • A importância de uma Operação & Manutenção para a Certificação “Verde” de uma edificação
    • Certificação de Obras Novas (preocupação na fase de projeto)
    • Certificação de Edifícios Existentes

Metodologia:  Aula expositiva, acompanhada de dinâmicas em grupo para uma melhor assimilação dos conceitos apresentados, assim como de exemplos práticos

Professor: Eng. Alexandre M F Lara Engenheiro Mecânico e de Produção Mecânica Graduado pela Faculdade de Engenharia Industrial – FEI, Pós-Graduado em Refrigeração e Ar Condicionado (FEI), Pós-Graduado em Avaliações e Perícias de Engenharia pela UNISANTA / IBAPE-SP.

Data e Local do Curso: ABIMAQ – Av. Jabaquara, 2925, Mirandópolis Cep: 04045-902 – São Paulo – SP Dias 25 e 26 de agosto 2015

INSCRIÇÕES: Para mais informações e ou inscrições, envie e.mail para paulo.roberto@limawalter.com.br ou entre em contato pelo telefone 21 –  99731-5454

Para mais informações, acesse o link: Curso de Operação & Manutenção Predial – RBM

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Is VRF right for your next project?

O VRV ou VRF, como preferirem, veio para ficar e ganha cada vez mais o seu espaço, não só no Brasil, como em outras partes do mundo, como se pode observar na matéria abaixo.

Também não se tem dúvidas quanto a sua aplicação em locais com múltiplas zonas de climatização que requeiram um controle individualizado, uma maior flexibilização em layouts e em locais onde se tenha um pé direito baixo.

A grande questão, no meu ponto de vista, passa a ser a sua manutenção ao longo da vida útil de uma edificação, pois enquanto um sistema de água gelada nos oferece uma gama de soluções mais “convencionais”, com mão de obra de mercado (excetuando-se a manutenção especializada em resfriadores e microprocessadores) e um maior e mais centralizado controle sobre os parâmetros e ajustes nas zonas ocupadas, o VRV representa hoje um maior custo de manutenção por tonelada de refrigeração instalada, além de pouca flexibilidade na contratação de parceiros de manutenção e operação no mercado.

Isto acaba trazendo sem sombra de dúvidas um impacto nos custos operacionais, além de “acorrentar” um pouco mais as mãos de gestores prediais e de manutenção.

Existe também, considerando tratar-se de um sistema equivalente ao multi-split, a multiplicação de itens e cuidados de manutenção, o que contribui para um pior resultado em uma análise de riscos.

É evidente que estas colocações acima resumem a minha visão e que, certamente, poderá ser contestada por muitos…

É claro que o sistema ganha cada vez mais o seu espaço no mercado de ar condicionado, incluindo a “justificativa” de projetistas quanto a possuir um desempenho energético melhor em cargas parciais (em relação ao sistema de água gelada), mas ainda assim, critico a forma com a qual projetos são definidos sem se considerar a etapa de operação e manutenção deste sistema.

Vejam a seguir a reportagem.

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From: Consulting – Specifying Engineer

By: Amara Rozgus, Consulting-Specifying Engineer, Oak Brook, Ill.

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Variable refrigerant flow (VRF) systems can be specified into a variety of buildings, especially those that require flexibility.

Learning objectives

  • Understand where variable refrigerant flow (VRF) systems should be specified in nonresidential buildings.
  • Know the codes and standards that dictate their design.

According to the 2014 HVAC and Building Automation Systems (BAS) Study conducted by Consulting-Specifying Engineer, the average annual dollar amount of HVAC and BAS products specified is $2.63 million. While this includes traditional products and systems—like air handlers, fans, and pumps—it also includes more nontraditional systems, including chilled beams and variable refrigerant flow (VRF) systems.

Building owners have the option to incorporate VRF systems into their buildings, and these “alternative” system manufacturers field many questions from interested engineers and building owners, though they may not be gaining momentum (see sidebar, “VRF market presents dilemma for engineers”). An overview of these systems and some best practices have been provided by Julianne Laue, PE, LEED AP BD+C, BEMP, senior energy engineer at the Center for Energy Performance, Mortenson, Minneapolis.

Question: Are there any best practices or tips you suggest for engineers considering VRF systems?

Laue: Analyze feasibility of VRF project selection based on energy-efficiency goals, building type, project type, climate, and building size.

Question: What types of projects lend themselves best to specifying VRF systems?

Laue: Any type of commercial construction projects that require high flexibility. Retrofit projects with low floor-to-floor heights are also prospects. Buildings with diverse, multiple zones requiring individual control—office buildings, schools, hotels—are all good candidates.

Question: What are the positive aspects of specifying VRF systems?

Laue: There are several: energy efficiency, design flexibility, quiet operation, ability for individual users to control temperatures, smaller ductwork, lightweight, and the ability to simultaneously heat and cool in zones on the same system.

Question: What are the negative aspects of specifying VRF systems?

Laue: Price per ton is higher than conventional systems, and long refrigerant lines and many fittings increase the potential for refrigerant leaks. There also is a need for supplementary heat in cold climates, and a need for a separate ventilation system.

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AEA lança novo curso sobre GERENCIAMENTO DE PROPRIEDADES em SP

A Academia de Engenharia e Arquitetura (AEA) divulgou recentemente o lançamento do curso “GERENCIAMENTO DE PROPRIEDADES“, à ser realizado na cidade de SP entre os dias 04 de agosto e 08 de outubro de 2015, com aulas noturnas às terças e quintas.

Acesse o link abaixo para mais informações:

http://www.aea.com.br/cursos/curso-de-gerenciamento-de-propriedades 

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The Newest Addition to the Facebook Data Center Fleet: Fort Worth

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Lima Walter promoverá o curso de “Operação & Manutenção Predial” em SP, nos próximos dias 25 e 26 de agosto

A Rede Brasileira de Manutenção (RBM) e a Lima Walter promoverão o curso “Operação & Manutenção Predial” em SP, nos próximos dias 25 e 26 de agosto.

Vejam as informações sobre o curso no link:  https://lnkd.in/aejctx

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Beleza urbana e eficiente

Fonte: revista Lumière Electric

Por: Luciana Freitas

Acesse aqui a reportagem na íntegra: Revista Lumière Eletric.pdf.

Em reportagem de capa, a revista Lumière Eletric aborda a evolução dos sistemas de iluminação pública em todo o mundo, uma tecnologia de deixou de ser rudimentar para tornar-se mais complexa, moderna e eficiente.

Por meio de de diagnósticos luminotécnicos, ruas escuras e mal iluminadas podem ser mapeadas possibilitando um melhor controle dos sistemas de iluminação, já que os pontos escuros serão identificados com mais facilidade. Outro ponto destacado é a substituição das lâmpadas de vapor de sódio por luminárias de LED.

“Atualmente, as lâmpadas a vapor de sódio representam 71% do parque instalado de iluminação pública no país. Entretanto, já existe uma forte tendência de utilização de luminárias LED, e esse percentual deve começar a mudar nos próximos anos” diz Marcel da Costa Siqueira, engenheiro eletricista e chefe da Divisão de Eficiência Energética no Setor Público da Eletrobras.

Além da parte funcional, a iluminação pública também contribuiu para o embelezamento urbano e consequentemente melhora a qualidade de vida da população local. Com a transferência dos ativos de iluminação pública das distribuidoras para as prefeituras, especialistas ouvidos pela Lumière Eletric consideram que haverá uma melhora na prestação deste serviço, já que o poder público poderá dar mais atenção para este quesito, principalmente em regiões menos favorecidas.

“Com a capacitação e implantação dos sistemas, haverá grandes avanços e ganhos para a população e prefeituras. Entendo que o gerenciamento deva ser imediato e indispensável para o município se organizar e, de fato, assumir a gestão. O telegerenciamento é um upgrade que deve vir acompanhado com a mudança para a tecnologia LED”, ressalta Carlos Augusto Ramos Kirchner, engenheiro, diretor do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP).

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Inspiração natural

Fonte: Revista Construir

Acesse aqui e leia a reportagem na íntegra:  Revista Construir.pdf

Muito além de uma casa verde com design e eficiência energética, o projeto de casa sustentável erguida em Petrópolis propõe um novo método de construir

Rio de Janeiro – Em tempos de escassez de recursos naturais, ideias e atitudes sustentáveis ganham destaque, principalmente nas áreas de arquitetura e construção. Seguindo essa linha, o Movimento Terras propõe a implantação de um modelo de desenvolvimento sustentável em Pedro do Rio, distrito do município de Petrópolis. RJ. Idealizado pelo arquiteto carioca Sérgio Conde Caldas, o projeto desenvolve práticas de eficiência energética atuais e busca aproveitamento desde o processo de planejamento e construção até a utilização futura.

A reportagem da revista Construir apresenta os detalhes deste empreendimento que é composto por oito lotes de 2.500 metros quadrados e já recebeu o selo BREeam (Building Research Establishment Environmental Assessment Methodology), que corresponde a mais antiga certificação de sustentabilidade, até então inédita na América Latina.

A Casa 1 do condomínio é energeticamente eficiente, e serve de modelo para a criação de um novo modelo de moradia. As casas também são iluminadas por lâmpadas de LED, que só são utilizadas no período noturno, já que durante o dia é aproveitada a iluminação natural. Já os vidros, além de deixar passar a luz natural para o interior da casa, ainda bloqueiam 48% do calor, o dispensou o uso do ar-condicionado na casa. Segundo o arquiteto Sérgio Conde Caldas, todo o projeto foi concebido para a economia de energia, sustentabilidade e baixo custo de manutenção.

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