A revolução verde de Copenhague

Fonte: El País Brasil

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Dinamarca – Uma colina inesperada ergue-se no coração de Nørrebro, um distrito de Copenhague com forte concentração de imigrantes que passa por um rápido processo de gentrificação. A elevação, insólita numa cidade assustadoramente plana, é rodeada por edifícios do século XIX, mas também por construções modernas. A grama está cuidadosamente cortada, e duas estudantes conversam tranquilamente deitadas sobre uma manta numa tarde instável de primavera. O campo não tem árvores, apenas arbustos. Mas a colina é uma ilusão de ótica, não existe: na verdade, é o teto de um ginásio e foi construída dentro de um plano da capital da Dinamarca para criar a maior quantidade possível de jardins e terraços – seja como parques, para plantar hortas urbanas ou para aproveitar a água da chuva, com o objetivo de refrigerar os edifícios no verão.

Escolhida três vezes consecutivas pela revista britânica de tendências globais Monocle a cidade mais habitável do planeta, eleita Capital Verde Europeia 2014 e designada por uma pesquisa da The Economist Intelligence Unit como a capital mais sustentável da Europa, Copenhague está imersa numa revolução verde que afeta todos os aspectos de sua vida urbana. Uma das escolas financeiras mais prestigiosas do mundo, a London School of Economics, publicou recentemente um estudo sobre o processo que levou Copenhague a se transformar na “líder mundial em economia verde”. O relatório conclui que a redução de emissões e a aposta em políticas ambientais não apenas são positivas para o planeta, mas também se transformaram num belo negócio para o país nórdico. A cidade dinamarquesa pretende se tornar a primeira capital neutra em emissões de carbono até 2025. E seus habitantes estão certos de que vão conseguir: houve uma redução de 40% nas emissões desde 1990, e a partir de 1980 o PIB da Dinamarca cresceu 80%, enquanto o consumo energético se manteve estável.

“O que estamos fazendo aqui é novo, ocorre pela primeira vez”, explica em seu gabinete o ministro dinamarquês de Clima, Energia e Construção, Rasmus Helveg Petersen, de 46 anos. A inclusão dessas três pastas num só Ministério é uma verdadeira declaração de princípios. “Há 20 anos, a Dinamarca era famosa pela indústria pornô e pelo bacon. Hoje, é conhecida pela transição rumo a uma economia sustentável”, diz esse político do centrista Partido Social Liberal. Em seu escritório com uma vista magnífica para os canais do centro de Copenhague, Petersen mostra um mapa da Groenlândia, território ártico pertencente à Dinamarca. “Se esse gelo derretesse, a água inundaria toda a nossa cidade. É uma questão de bom senso, mas também é algo bom para a economia do país.”

Consenso político sobre o meio ambiente

Tanto no Parlamento nacional como na Prefeitura da capital, o consenso sobre a política ambiental supera quase 90% e abrange todos os partidos. A batalha se concentra na imigração e na integração – sobretudo após o duplo atentado islâmico de fevereiro, contra um café onde era realizado um debate sobre a liberdade de expressão e uma sinagoga, que deixou dois mortos –, bem como na capacidade para manter o Estado de bem-estar e nos efeitos da crise. Seja quem for o vencedor das eleições de 18 de junho, a aposta ambiental não mudará porque foi objeto de consenso em 2012 até 2025. Tanto a Prefeitura como o Governo são regidos por coalizões dirigidas pelos sociais-democratas. As coalizões agrupam vários partidos que representam uma parte considerável do espectro político, da centro-direita à esquerda. Nas questões ambientais, o consenso também inclui a oposição. Não se trata apenas de uma aposta dos partidos: é uma exigência social.

“Por acaso podemos esperar os políticos? Todas as grandes mudanças vieram de baixo. É muito importante pensar no que você pode fazer, em qual pode ser a sua contribuição”, afirma o cozinheiro Flemming Schiøtt Hansen, de 42 anos. Seu negócio é um restaurante no terraço de um feio edifício de concreto no bairro de St. Kjeld, uma zona residencial situada no noroeste da cidade. O acesso é feito por uma intrincada e vertiginosa escada em caracol. A maioria dos produtos que ele serve foi cultivada no próprio terraço, que é uma granja urbana com uma superfície plantada considerável, três favos de mel e um galinheiro. O restaurante foi aberto há um mês (funciona só com reserva e tem poucos lugares), mas a ideia central veio da horta. “Somos os primeiros a fazer isso na Dinamarca”, diz Lívia Urban Swart Haaland, de 25 anos, promotora do projeto. “Por que não devolver à terra o espaço ocupado por este edifício?” O dono não cobra aluguel – é a sua forma de contribuir com o projeto. “São ideias que vêm das pessoas, não da Prefeitura”, acrescenta.

St. Kjeld está em pleno processo de transformação. Será o primeiro bairro do mundo preparado para a mudança climática, com a construção de jardins com depósitos subterrâneos de água e calçadas mais permeáveis. Tempestades inusitadas atingiram Copenhague nos últimos dois anos, e os cientistas acreditam que a mudança climática trará muitas outras. Os danos provocados pelas duas chuvas torrenciais chegaram a milhões de reais. No caminho do centro até St. Kjeld, é possível ver vários projetos similares. E o objetivo é que esse tipo de reformas englobe todo o espaço urbano. “Analisamos todos os aspectos da cidade e vemos como podemos otimizá-los do ponto de vista ambiental”, explica Jørgen Abildgaard, diretor do Projeto de Mudança Climática da Prefeitura de Copenhague.

Visita de 2.600 delegações do mundo inteiro

A capital dinamarquesa está na moda por abrigar o famoso restaurante Noma, eleito várias vezes o melhor do mundo e cuja influência se traduziu numa revolução da gastronomia escandinava. O desenho nórdico; as marcas de roupa cada vez mais presentes nas lojas de meio mundo; o novo enfant terrible da arquitetura, Bjarke Ingels; e séries que se passam na cidade, como “Borgen” e “Forbrydelsen” (“The Killing – A História de um Assassinato”) também colocaram Copenhague no mapa. Mas seu grande negócio agora é a exploração de um modelo de crescimento ecológico. O interesse despertado por esse setor fez com que, somente em 2014, 2.600 delegações do mundo todo visitassem o State of Green, o órgão metade público metade privado encarregado de promover as soluções verdes que a cidade oferece. A sede fica a poucos passos da Prefeitura.

“Muitas dessas ideias poderiam funcionar em outros países”, afirma Iver Høj Nielsen, responsável pela comunicação do State of Green. “A água é um problema crescente em todo o planeta. No nosso caso, porque temos chuvas de intensidade insólita. Outros lugares, megalópoles como São Paulo e Los Angeles, sofrem com graves secas. É preciso buscar soluções para encontrar e usar melhor a água de que dispomos”, diz Nielsen.

“O modelo é perfeitamente exportável. A maioria das cidades europeias poderia fazer o mesmo. É uma questão de prioridade, de vontade política”, diz o diretor para Assuntos Técnicos e Ambientais da Prefeitura de Copenhague, Morten Kabell, de 44 anos, membro da ala esquerda da coalizão que governa a cidade. “Não se pode copiar porque é preciso se adaptar à estrutura de cada sociedade, mas é um modelo que pode funcionar na Espanha ou na Grécia. Todo mundo pode fazer isso.” Kabell é um homem cordial, que diz que há alguns anos participou de um programa de troca de casas para visitar Madri. Mas ele não deixa de lançar dardos contra o Governo quando lhe perguntam se na Dinamarca estão sendo tomadas as mesmas medidas que na capital. “Os Governos falam, as cidades agem. O padrão se repete em todos os lugares: os Estados fazem grandes discursos, mas depois não tomam medidas. E são as cidades, não importa se estamos falando de Denver o Copenhague, que realizam as políticas concretas. As cidades levam o assunto muito mais a sério porque estamos muito mais perto dos cidadãos. É uma questão de vontade política, de realmente tomar medidas que são necessárias. Além disso, é bom para a economia. O relatório da London School of Economics certifica que a aposta na eficácia ecológica foi boa para a economia da cidade. Copenhague nunca esteve em recessão – o que, segundo o relatório, deve-se à aposta verde.”

“Se fosse político, você seria louco se não tomasse esse tipo de medida”, afirma Helle Søholt, de 40 anos, sócia fundadora da Gehl Architects, explicando o imenso apoio social à luta contra a mudança climática. O estudo pode servir para resumir a pujança dinamarquesa na economia verde, mas também a sua longa relação com as políticas ambientais. Nos anos setenta, por exemplo, o país foi o primeiro a ter um ministro de Meio Ambiente. Outro fundador da empresa, Jan Gehl, é o guru do planejamento urbano, da luta para transformar as cidades em lugares mais habitáveis e do estudo da relação dos tecidos urbanos com as pessoas. Copenhague foi uma das primeiras cidades do mundo a criar calçadões em grandes partes do centro nos anos sessenta. E, como explica Helle Søholt, Gehl forneceu dados à Prefeitura “que lhe deram coragem para seguir em frente com medidas que na época eram muito discutidas.”

O objetivo é que no final de 2015, 50% dos cidadãos usem a bicicleta

“Copenhague nunca teve um plano geral. Foi ganhando espaços para os moradores. Nesses últimos anos aconteceu uma grande mudança cultural, as pessoas estão voltando ao centro da cidade, mas pedem um maior acesso às ruas, aos espaços verdes”, continua Helle Søholt, que fundou o estúdio junto com Jan Gehl no ano 2000, quando ela tinha 25 anos e ele, 65. Agora, o escritório ocupa uma magnífica e labiríntica cobertura em uma rua comercial de edifícios dos anos 60 da capital, tem 60 funcionários, escritórios em Nova York e São Francisco, e realiza projetos em todo o mundo. De seu estúdio de madeiras claras e móveis de puro design dinamarquês, mas sobretudo da rua, em uma conversa constante com seus habitantes, realizaram reformas em cidades como Nova York, onde dirigiram a transformação de Times Square em um calçadão, ou em São Paulo, onde estão reformando todo o centro urbano para devolvê-lo aos moradores. O documentário A Escala Humana, dirigido em 2012 por Andreas Dalsgaard, resume o trabalho desse estúdio, que também inspirou a revolução verde de Copenhague. “A questão é como você convence as pessoas, como as envolve, porque é impossível forçá-los. Às vezes, é preciso tomar medidas drásticas: é importante identificar quais são os problemas e agir a partir daí”, afirma a arquiteta.

Uma mudança que começou nos anos 70

No caso da capital dinamarquesa, a mudança começou nos anos setenta, quando, durante a crise do petróleo de 1973, os moradores exigiram que seus representantes apoiassem uma nova forma de transporte urbano: a bicicleta. Hoje continua sendo o sinal mais evidente da transformação da cidade: as bicicletas estão por todos os lados. O objetivo das autoridades municipais é que no final de 2015, 50% dos deslocamentos urbanos sejam feitos nesse veículo. Noventa por cento dos pais levam seus filhos ao colégio de bicicleta ou caminhando. No centro, habitado por cerca de 700.000 pessoas, a bicicleta já é usada em 63% dos deslocamentos, mas o objetivo é que isso se generalize na grande Copenhague, onde vivem dois milhões de pessoas – a população total da Dinamarca é de 5,6 milhões. Para isso construíram autoestradas para ciclistas que unem os bairros periféricos com o centro. Mas foram tomadas mais medidas: faixas para bicicletas cada vez mais amplas com um sistema, chamado Onda Verde, que sincroniza os semáforos nas horas de pico de tal forma que se os ciclistas circularem a 20 quilômetros por hora, todos os sinais estarão verde. Em vários pontos da cidade, painéis automáticos contam o número de bicicletas que passam: no final do dia são dezenas ou centenas de milhares, depende do ponto. E quando neva, ninguém tem dúvida: primeiro são liberadas as faixas de bicicleta e depois, se der tempo e muitas vezes depois da hora pico, as ruas.

Mas as dezenas de projetos que estão transformando Copenhague não estão focadas somente em duas ou quatro rodas, isso já é terreno conquistado: estão os jardins nos terraços e a construção de uma nova incineradora para aquecer a cidade com biomassa e lixo orgânico que terá uma pista de esqui em cima. Como em muitos países do norte da Europa, o aquecimento é urbano e alcança 98% das casas. Esse projeto, que vai custar 460 milhões de euros, é obra do estúdio de Bjarke Ingels e pode ser visto da zona portuária, que vive também um grande processo de renovação. As novas pontes que unem esses bairros com o centro da cidade são apenas para bicicletas. Os caminhões de distribuição estão começando a ser equipados com um sistema de GPS que, em troca de circular a menor velocidade (e, portanto, produzir menos emissões), oferece rotas com todos os semáforos verde. A cidade também assinou um acordo com a Hitachi para cruzar os dados urbanos e aplicar técnicas de big data à eficiência ecológica.

No porto, entre edifícios futuristas que receberam as críticas de alguns moradores pelos altos preços dos apartamentos, podem ser vistos no horizonte as pás dos moinhos de vento para a produção de energia eólica, que se transformaram em um dos símbolos do país – atualmente representa 20% do total das exportações da Dinamarca. Podem ser vistos no mar quando o avião se aproxima de Copenhague, mas também em diferentes pontos da cidade. A lei obriga que 50% da propriedade dos parques eólicos seja de uma cooperativa, de tal forma que os moradores estejam envolvidos nos projetos. Atualmente, 33% da energia é produzida por renováveis, embora o objetivo é que em 2020 seja de 50%.

É possível exportar o modelo para outras cidades?

No entanto, a possibilidade de exportar todos esses projetos gera certo ceticismo pelas características especiais de Copenhague: é uma cidade ideal para as bicicletas porque é muito plana; tem muita água e, portanto, é fácil manter as áreas verdes; o aquecimento central da cidade, que nasceu como uma parte do Estado de Bem-Estar, agora é um instrumento muito útil para reduzir as emissões; tem muito vento, o que ajuda na aposta eólica; está no mar… E, sobretudo, é a capital de um país rico. Apesar de ter sido sacudida pela crise, sua renda per capita foi, em 2014, de 60.000 dólares (entre as mais altas da UE, depois de Luxemburgo e da Suécia, e quase o dobro da espanhola), com um enorme investimento em educação (com 7,8% do PIB é o segundo país da UE que mais investe nesse setor). Por outro lado, se a Dinamarca não conseguir exportar seu modelo, seu esforço será insuficiente, já que é responsável por apenas 0,1% das emissões do mundo. “Não tem a ver com ser rico ou pobre”, afirma o vice-prefeito Kabell respondendo a essas dúvidas. “É uma responsabilidade global, porque não podemos esquecer que a maioria das emissões são produzidas pelos países ricos. Estudamos todas as áreas da sociedade e vemos quais soluções podemos oferecer”. O ministro do Meio Ambiente se pronuncia no mesmo sentido: “Colaboramos com muitos países. Mas, acima de tudo, é uma estratégia política: é um problema com o qual não podemos viver, não podemos olhar para outro lado. Temos condições especiais, concordo, mas cada país precisa estudar suas condições especiais e aproveitá-las”.

A cidade do futuro sempre foi retratada como um pesadelo, seja a Los Angeles hostil e chuvosa de Blade Runner, na qual é impossível distinguir os humanos dos replicantes, ou a desoladora Londres de Filhos da Esperança, de P. D. James, no qual tudo deu errado, os seres humanos não podem se reproduzir e os imigrantes são confinados em guetos em uma cidade suja e interminável. No entanto, a aposta de Copenhague é transformar o discurso, mudar a distopia pela utopia. O professor de economia Robert J. Shiller, da Universidade norte-americana de Yale, publicou há pouco no The New York Times um artigo focado na cidade com o título “Como o idealismo, expresso em passos concretos, pode lutar contra a mudança climática”. “Acho que os economistas são negligentes em reconhecer o idealismo como uma força na sociedade”, explica por e-mail. “Acho que toda a história do idealismo em Copenhague é muito complexa. Não é nova. A resistência dinamarquesa durante o Holocausto é lendária e conseguiram salvar quase todos seus judeus. Por que a Dinamarca é diferente? Não sei a resposta, mas o que é relevante é que estão demonstrando um idealismo extraordinário para impedir a mudança climática. As pessoas sabem que quando sobem na bicicleta estão realizando um ato simbólico que ajuda a renovar seu idealismo. Em outros países, quando vemos alguém andando de bicicleta pensamos em esporte. Talvez seja possível exportar o idealismo dinamarquês; na verdade, acho que já está sendo transportado para outros lugares. É uma questão de assumir a liderança”

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Evento em São Paulo coloca em pauta os setores de energia, água e gás

Fonte: PROCEL Info

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Um dos mais importantes pontos de encontro do país no setor de energia, recursos hídricos, gás natural e internet das coisas, a Latin American Utility Week (LAUW) acontece de 23 a 25 de setembro, na capital paulista, e reunirá empresários e especialistas dos setores para traçarem ações e alternativas para o desenvolvimento econômico e sustentável das áreas de abrangência do evento. Uma das novidades deste ano será a retomada da premiação de projetos inovadores para os segmentos de energia, metering, smart grids, smart systems, água e gás.

“A 13º edição do evento tem como foco atender às necessidades de empresas de transmissão, distribuição e comercialização energia, água e gás até o consumidor final, por isso mesmo o evento contará com a presença das principais utilities e fornecedoras de solução do país e da América Latina. Nosso objetivo é oferecer oportunidades para que o público compartilhe experiências e estratégias de negócios para superar os desafios da atualidade e fortalecer todas as cadeias dos setores presentes”, enfatiza o diretor geral da Clarion Events, Sergio Jardim.

A feira contará com empresas de diversos tipos de serviços como fornecedores de equipamentos, tecnologias e soluções para automação de redes, geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia, medição de energia, água e gás e smart grids.

Nesta edição, a LAUW reserva espaço para o Energen, evento específico de empresas nacionais e internacionais fornecedoras de equipamentos, soluções e tecnologia para o setor de geração de energia hídrica, térmica, eólica e solar. Haverá também um espaço dedicado à exposição de serviços tecnológicos na área de veículos elétricos, internet das coisas, tecnologia da informação (TI) e telecomunicações (Telecom).

Conteúdo – Paralelamente à exposição, acontece um congresso com a abordagem de assuntos estratégicos ligados aos setores do evento. Em Metering, a discussão será em torno de novos projetos e programas de medição avançada e proteção de receitas. Já sobre Smart Grids, as palestras abordarão temas sobre a implementação de tecnologia inteligente à transmissão e distribuição de energia, água e gás. Ao tratar sobre Energia, o congresso concentra especialistas em projetos de geração de energia, implementação e inovação na matriz energética, considerando geração de novas fontes de energia. Quando o assunto voltar-se à análise de recursos hídricos, a temática envolverá a discussão sobre a gestão hídrica, reuso de água e novas medidas de otimização da utilização hídrica. Finalmente, o congresso abrirá espaço para a análise de Smart Systems, abordando a gestão de sistemas inteligentes como soluções em smart homes, smart cities e internet das coisas, além da integração de TI e Telecom ao setor energético.

Na última edição, em 2014, o evento contou com mais de 2 mil visitantes, 82 palestrantes, 135 congressistas e 52 utilities do Brasil e América Latina. A expectativa é este ano é registrar um aumento de 15% nos números gerais do evento.

Prêmio – Uma das novidades desta edição será a realização do Latin American Utility Week Awards, que premiará os cinco projetos mais inovadores nas categorias energia, medição, água e gás, smart grids e smart systems.

Como explica o diretor do evento, “a premiação servirá como incentivo e reconhecimento para empresas nacionais que investem em projetos que contribuem com soluções eficientes em cada uma das categorias. O país necessita de mais iniciativas como esta, diz Sérgio Jardim.

As inscrições para o prêmio podem ser feitas até o dia 17 de julho pelo site www.latin-american-utility-week.com/Requests/Brochure/17903. Os vencedores de cada categoria receberão uma placa/certificado de reconhecimento de excelência e contribuição para setor, divulgação dos artigos nas publicações do LAUW, veiculação do artigo na Revista Metering & Smart Energy, veiculação do artigo na publicação ESI Africa, uma inscrição para a conferência de 2016 e uma inscrição para a edição do evento na Europa.

Serviço

Latin American Utility Week

Data: 23 a 25 de setembro

Local: Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP)

Informações: www.latin-american-utility-week.com

* Com informações da assessoria de imprensa do evento

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Combate ao desperdício de energia é tema do 12º Congresso Brasileiro de Eficiência Energética

Fonte: PROCEL Info

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O desperdício de energia elétrica no Brasil hoje alcança a marca 52 mil Gigawatts/hora, em termos de demanda esse valor equivale a 17 mil Megawatts, ou seja, mais do que toda a carga nova proveniente de usinas hidrelétricas do ano de 2014 (14 mil Megawatts). Por isso, a Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (ABESCO) definiu o slogan “Combate ao Desperdício de Energia. A Hora é Agora!” como tema do 12º Congresso Brasileiro de Eficiência Energética (COBEE). O evento acontecerá nos dias 25 e 26 de agosto no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.

“Sabemos que a eficiência energética é um dos vetores para o equilíbrio do segmento energético brasileiro. Desta forma, reunimos os principais nomes do mercado para discutirmos como eliminar as perdas e alavancar novos negócios. Em termos financeiros, o País tem um potencial de economia de R$ 13,6 bilhões aos consumidores finais (indústria, comércio, serviço e residencial), no que cabe à movimentação financeira de mercado, são mais de R$ 30 bilhões”, explica o presidente da ABESCO, Rodrigo Aguiar.

Em paralelo ao 12º COBEE acontece a ExpoEficiência, feira gratuita aberta ao público que reúne os principais players do mercado em um ambiente propício para a realização de network, troca de experiências, parceria e negócios. Empresas como Eficien, Coelte Engenharia, Somfy, BGF Consultoria e Keppe Motor apresentarão as novidades em motores elétricos de alta eficiência, as tendências em gestão de insumos, as tecnologias em iluminação e ar condicionado, entre outros.

Para mais informações, acesse o site www.cobee.com.br.

Serviço

12º Congresso Brasileiro de Eficiência Energética (COBEE) e ExpoEficiência Data: 25 e 26 de agosto de 2015

Horário: 08h30 às 18h30

Local: Centro de Convenções Frei Caneca – São Paulo

Endereço: Rua Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo/SP

Inscrições: www.cobee.com.br ou pelo telefone (11) 3549-4525

* Com informações da assessoria de imprensa da Abesco

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CIEE SP promove em SP palestra sobre “como gerenciar serviços e patrimônio de forma eficaz e com inovação”

Gustavo

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Design generator rooms for optimum performance

Além das questões abaixo apresentadas na ótima matéria, gostaria também de destacar a importância em se testar / comissionar o sistema de grupos moto-geradores em condições que exponham eventuais deficiências em seu sistema de arrefecimento, seja ele a água ou a ar.

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Fonte (Source): Consulting – Specifying Engineer

Por (By): Michael Streich and Saahil Tumber, PE, HBDP, LEED AP

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Mechanical engineers should design generator set rooms so that the electrical system meets the design goals set by the owner and electrical engineer.

Learning objectives

  • Understand that indoor generator sets require special attention to accessibility, code, airflow, and other factors.
  • Know how to design a genset room to meet optimal system performance.

Electrical power is essential to business continuity and life safety. Even a brief disruption in the electrical power supply can be costly. A backup generator set (genset) is an important line of defense for business owners that offers the ability to start and assume electrical load in a few seconds, providing power when the utility supply has failed.

Backup generator sets are available in a wide range of capacities (from kilowatts to megawatts, or kW to MW). They can be installed outdoors within specialty enclosures or within a building. Generator sets that are located indoors require careful attention to a multitude of factors to ensure optimal and reliable operation. A well-designed generator room will ensure that:

  • Generator sets are accessible
  • Manufacturer- and code-required clearances are maintained
  • Major components can be removed and replaced
  • Clean and relatively cool air can circulate around the generator set
  • Ventilation airflow (room inlet airflow) is adequate to reject the heat produced during operation and support the engine combustion process
  • Recirculation and bypass airflow is minimized; noise and vibration within and outside the building complies with code requirements, and ancillary components external to the generator set operate reliably.

Sala GMG

Proper ventilation of the generator room is necessary to support the engine combustion process, reject the parasitic heat generated during operation (engine heat, alternator heat, etc.), and purge odors and fumes. Generator-room temperature, ventilation airflow, ventilation air cleanliness, and air movement are critical design parameters that must be analyzed during the design process to ensure optimal and reliable operation of the generator set.

It is critical that an adequate amount of ventilation airflow be delivered to the generator room. For the same generator size, there can be a reasonable variation in required airflow between different manufacturers. Table 1 indicates the ventilation airflow requirements from different manufacturers for a 2-MW, standby-rated generator set with unit-mounted radiator. If the product specifications are nonrestrictive, the design should be based on the worst-case scenario to avoid wholesale revisions in the future.

Under fully loaded conditions, the temperature of flue exhaust from generator sets can be in excess of 900 F and the radiator (engine-driven or remote) discharge air temperature can be in excess of 160 F. Any recirculation of these high-temperature airstreams can cause the ventilation air temperature to exceed the ambient temperature. Recirculation is specifically influenced by the prevailing wind speed and direction—the two variables that cannot be controlled and are difficult to incorporate in design calculations. The thermal contamination of ventilation airflow should be eliminated or minimized. Generator-room temperatures in excess of 104 F typically require de-rating of the generator set and potential upsizing of components to support the design electrical load. The magnitude of de-rating varies with manufacturers, generator set capacity, engine fuel type, and more. Typical de-rating of 10% to 15% per 18 F rise over 104 F can be expected. De-rating becomes steeper for room temperatures above 122 F. High generator-room temperatures also necessitate de-rating of electrical equipment and components that typically are located within the generator room, such as transformers, switchgear, and electrical feeders. Assuming that the ventilation airflow temperature equals the ambient temperature can be a critical design flaw, and abatement methods can be costly.

Wind-tunnel testing and CFD modeling 

Once the proposed locations of flue exhaust, radiator discharge, and ventilation air intake have been identified, it is recommended that wind-tunnel testing or computational fluid dynamics (CFD) modeling be conducted to establish proof of concept. This is especially essential for gensets that are expected to operate at 100% rated power or serve critical applications such as data centers. Wind-tunnel testing involves the creation of a scale model of the generator-room building and other buildings and structures in its vicinity. The model is placed within a wind tunnel and tracer gases are released from radiator-discharge and flue-exhaust locations. The concentration of gas at the room’s ventilation air locations is measured by receptors for varying wind speed and direction. The data are correlated to local meteorological data to predict the degree of recirculation and peak ventilation air temperature anticipated at the generator room.

Tabela GMG

If wind-tunnel testing cannot be performed due to budgetary or schedule constraints, another option is to use CFD modeling. Programs are commercially available that are adept at performing outdoor CFD analysis. The trade-off is limited ability to incorporate wind effects and surrounding conditions.

Radiator discharge and flue exhaust can also impact the performance of equipment outside and in the vicinity of the generator room. For example, recirculation of radiator-discharge air or flue exhaust can impact performance of heat-rejection equipment such as air-cooled chillers, condensers, cooling towers, and dry coolers. Wind-tunnel testing or CFD modeling should include nearby equipment if deterioration in performance is anticipated. Also, flue-exhaust odors can be entrained into outside airstreams of air-handling equipment even if code-required clearances are maintained, thereby affecting the indoor air quality. Air-handling equipment in the vicinity of flue-exhaust locations should be included in the wind tunnel or CFD study, to ensure there is no recirculation.

elated News: 2015 Electrical and Power Study: Seven key findings for the electrical, power industries – 26.05.2015 01:15 Optimizing genset sizing – 02.03.2015 01:25 Protecting standby generators for mission critical facilities – 11.03.2014 01:44

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Aquecimento solar têm novas certificações

Fonte: Brasil Energia

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Já estão em vigor as mudanças no processo de certificação de coletores para aquecimento de água, conforme a portaria 159 do Inmetro. As novas regras, que entraram em vigor ainda em março, trazem, segundo aponta a Abrava, aperfeiçoamentos ao Programa de Conformidade para Equipamentos de Aquecimento Solar de água.

A principal alteração é facilitar o processo para fabricantes. Em vez do Modelo 7 agora passa a ser adotado o Modelo 3, que prevê ensaio de tipo – e não mais de lote – por meio de amostras retiradas junto aos fornecedores. Esse procedimento traz menos custos para as empresas menores.

O prazo do Certificado da Conformidade teve validade ampliada de quatro para seis anos e o controle da certificação vai ser feito agora a cada 24 meses e não mais a cada 12 meses. O mesmo se aplica para os ensaios, que passam a ser bienais. No exterior, por exemplo, os prazos chegam a ser quinquenais.

Senai

No caso dos profissionais de instalação, a previsão do Senai é começar a oferecer processo de certificação ainda este ano. Na prática, a entidade vai reconhecer formalmente, mediante a aplicação de provas, a competência dos técnicos tanto na parte prática quanto teórica. Estes, por sua vez, poderão usar o documento como ferramenta de divulgação e negociação dos serviços.

Desde 2014 o Senai e o Departamento Nacional de Aquecimento Solar (Dasol), da Abrava, trabalham num modelo de certificação como forma de ampliar a qualidade e confiabilidade desse segmento. Os pré-requisitos, custos e demais informações para os candidatos que quiserem se submeter ao processo, vão constar de um guia que ficará disponível em unidades do Senai espalhadas pelo Brasil.

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ONU e RICS lançam guia mundial de práticas socioambientais

Fonte: Revista INFRA

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Documento visa a promoção de negócios imobiliários responsáveis e sustentáveis

O Pacto Global das Nações Unidas e a RICS (Royal Institution of Chartered Surveyors) lançaram mundialmente, em 24/6, o documento “Promovendo Negócios Responsáveis no Uso e Investimentos em Terras/Terrenos, Construção e Imóveis”. O objetivo é que as empresas do setor de desenvolvimento urbano, imobiliário e construção civil, e suas contratadas, assumam um papel de liderança nos esforços globais para a adoção de práticas empresariais responsáveis e sustentáveis.

O guia examina o impacto do setor nos quatro eixos do Pacto Global da ONU: Direitos Humanos, Trabalho, Meio Ambiente e Combate à Corrupção. O Secovi-SP realizou, em abril, um workshop com empresários do mercado imobiliário, acadêmicos e representantes de instituições e entidades de classe do qual foram extraídas contribuições do setor imobiliário brasileiro para o guia.

O documento identifica, ainda, alguns dos problemas mais urgentes enfrentados pelo setor, divididos em três fases principais do ciclo de vida imobiliário – Desenvolvimento, Utilização e Recuperação – e propõe as ações necessárias para a adoção de modelos empresariais responsáveis, acompanhadas por estudos de caso de boas práticas existentes no mundo.

O setor de desenvolvimento urbano, imobiliário e construção representa até 70% da riqueza mundial, contribuindo anualmente com cerca de um décimo do PIB global e respondendo por 7% do total de empregos. O setor também gera impactos significativos no desenvolvimento urbano, na utilização de recursos e geração de resíduos.

O documento aborda questões relacionadas a direitos humanos e trabalhistas durante o desenvolvimento e construção de empreendimentos. Por exemplo, o ambiente construído é responsável aproximadamente por 40% do uso global de energia e um terço do total das emissões de gases de efeito de estufa. Embora várias empresas do setor adotem estratégias e políticas de sustentabilidade corporativa, o desafio para muitas delas é traduzir essas políticas em ações exequíveis e que possam ser replicadas para além de fronteiras organizacionais e geográficas.

“O setor imobiliário tem a grande oportunidade de se tornar uma força motriz para criar um sistema financeiro, econômico, social e ambiental mais sustentável, por meio da colaboração mútua e da ação coletiva”, afirmou Georg Kell, diretor executivo do Pacto Global da ONU.

“A ação responsável deve se tornar algo corriqueiro nos mercados imobiliários globais, gerando prosperidade, inovação, investimentos e, também, ajudando a formar mercados vibrantes e transparentes, economias prósperas, inclusão social e um planeta mais verde e saudável”, disse Sean Tompkins, CEO da RICS, durante o lançamento do documento, que serve de guia para orientar vários tipos de organizações na tomada de decisão em todo o ciclo de vida imobiliário: do comissionamento, planejamento, projeto e construção à operação, restauração e descarte de resíduos.

O guia é resultado de colaboração de dois anos entre o Pacto Global da ONU e RICS, entidade de classe global que atua no ramo imobiliário com mais de 100 mil membros em 146 países, e fruto de intenso diálogo e consulta com diversas partes interessadas, incluindo empresas privadas, Nações Unidas, organizações do setor público e da sociedade civil. Esta é uma das primeiras iniciativas do Pacto Global para a promoção de negócios responsáveis com foco exclusivo em um setor econômico.

“O setor de desenvolvimento urbano, imobiliário e construção tem um enorme impacto sobre as economias globais, o meio ambiente e o cotidiano das pessoas. Com esse documento, queremos mostrar às empresas como operar de forma responsável e sustentável, gerando significativo valor social, ambiental e relacionado à reputação, bem como sucesso financeiro de longo prazo”, completou Sean Tompkins.

As contribuições para a elaboração do documento também vieram do Centro Imobiliário do Instituto de Tecnologia de Karlsruhe (KIT), de representantes do Grupo de Coordenação das organizações participantes do Pacto Global e da sociedade civil em geral, incluindo o Secovi-SP e a Fiabci-Brasil.

O documento foi elaborado a partir de oficinas presenciais e consultas online com um grupo dedicado de membros da RICS e de inúmeras outras partes interessadas em todo o mundo. “Esta publicação é o resultado de trabalho intenso dos representantes das organizações internacionais envolvidas, que incorporaram tanto aspectos globalmente adotados, como as especificidades regionais, originadas de diversos workshops realizados pelo mundo, um destes organizado pelo Secovi-SP, que contribuiu com dezenas de sugestões formuladas pelas entidades setoriais brasileiras presentes”, disse Hamilton de França Leite Junior, diretor de Sustentabilidade do Sindicato. “A publicação marca o início da fase mais complexa e importante do projeto, que é a implementação, nas empresas do setor, dos princípios de responsabilidade socioambiental nela contidos”, ressaltou.

O documento em inglês já está disponível para download gratuito no site do Pacto Global. O Secovi-SP iniciará estudos no sentido de traduzir o documento para o português. Para outras informações sobre este trabalho, acesse www.unglobalcompact.org ou www.rics.org/responsiblebusiness.

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Fire detection, protection in critical facilities

Fonte (Source): Consulting – Specifying Engineer

Por (By): William E. Koffel, PE, FSFPE; M. Steven Welsh, PE; and Kristin Steranka

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Critical facilities, such as health care buildings and hospitals, require fire alarm and detection specifications at a higher level than in other buildings.

Learning objectives

  • Know the codes and standards that dictate fire alarm and detection.
  • Understand fire alarm and detection requirements as specifically related to health care occupancies.
  • Learn about fire alarm and detection in ambulatory health care facilities and assisted-living facilities.

Critical facilities, such as hospitals and nursing homes, require protection using an increased level of fire alarm and detection compared to many other types of facilities. Most of the fire alarm requirements are directly related to patient care or emergency procedures; however, some requirements are related to the unique nature and large areas in critical-care facilities. Health care occupancies are the portions health care facilities, such as hospitals and nursing homes, where occupants are incapable of self-preservation and are treated on an inpatient basis. The term “health care facilities” also includes ambulatory health care facilities, clinics, doctors’ offices, and portions of assisted-living facilities.

This article will reference the following codes and standards and how they relate to health care facilities:

Note that Centers for Medicare & Medicaid Services (CMS) and the various accrediting organizations that certify and accredit health care organizations currently use the 2000 edition of NFPA 101. There are some differences between the 2000 and 2015 editions of NFPA 101 with respect to fire alarm and detection requirements, with increasing requirements for such systems in more recent editions of NFPA 101.

Zoning

Zoning of fire alarm systems is critical in health care occupancies. It helps facility personnel determine where a potential fire incident is occurring, and assists the fire department in finding a fire. The best design practice for these facilities is to match the fire alarm zones to the smoke compartments. Smoke compartments are created in health care occupancies to establish temporary areas of refuge involving the horizontal relocation of patients/residents by dividing most stories into compartments of 22,500 sq ft or less. The zoning of sprinkler systems should also be consistent with smoke compartment and fire alarm zones. Further zoning of the fire alarm zone is also possible depending on the nature of departments in a smoke zone. For example, the smoke zone could be broken down into two different fire alarm zones if there are two unique departments in that smoke zone (see Figure 1).

Fire alarm zoning is permitted to be coordinated with sprinkler zones (NFPA 101, Paragraph 9.6.7.4.2) for all occupancies. In health care occupancies, fire alarm zones are permitted to coincide with smoke compartments (NFPA 101, Paragraph 18.3.4.3.3.2). In addition, NFPA 99 (Paragraph 15.7.4.3.1) specifically requires that all smoke zones and fire alarm zones be coordinated. As such, emergency control functions can be programed to coincide with the emergency plans that are based upon the smoke compartmentation within the facility.

Most modern fire alarm systems for large health care occupancies use addressable fire alarm initiating devices. As such, the programming of control functions by smoke compartments is a relatively simple activity. Zoning notification appliances per zone can be more difficult, but is often desired if notification occurs by zones, e.g., when selective notification concepts are to be used. If notification appliances are to be zoned, the devices must be wired independently by zone or more recent technology involving addressable notification devices must be used.

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Notification

Fire alarm notification appliances have evolved drastically over the years. Older fire alarm systems only used electronic bells or chimes, and older health care occupancies typically used a coded notification signal to identify the zone or device in alarm. Strobes are also necessary to make the building compliant with accessibility requirements. NFPA 72 also requires strobes in all public spaces, assembly areas, and as needed in other parts of a health care facility.

Most modern fire alarm systems in health care occupancies are equipped with speakers that can multitask by providing both automated emergency communication messages and live messaging. Such technology also is easier to use in conjunction with coded messages such as “Code Red, Floor 3, East Wing” to provide increased information to facility staff without alerting patients, residents, and visitors.

Speakers for emergency communication systems are required where zoned or delayed egress procedures are desired (NFPA 72, Paragraph 24.4.2.8.2,). In addition, emergency voice/alarm communications systems are required for all high-rise buildings (NFPA 101, Paragraph 11.8.4.1).

Fire alarm speakers also can be used as a mass notification system (MNS). These systems are designed to broadcast more information than just a standard fire alarm system. Their capabilities include automated and live messages for weather emergencies, shooter events, bomb threats, or other events where communication to buildings occupants is desired.

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Greenbuilding Brasil abordará sustentabilidade no mercado de construção

Fonte: Ambiente Energia

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A 6ª edição da Greenbuilding Brasil, Conferência Internacional e Expo deste ano trará como tema o desabastecimento hídrico e o planejamento energético. O evento acontecerá de 11 a 13 de agosto, no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP).

Voltado para a indústria brasileira da construção, o Greenbuilding Brasil irá apresentar ao mercado soluções que visam o uso consciente da água e privilegiem a eficiência energética, além de trazer as novas tendências sustentáveis para este setor.

O Programa Nacional para a Energia Renovável, do Ministério do Meio Ambiente, os desafios e oportunidades para a indústria, o papel dos smart grids serão debatidos no evento que também contará com discussões sobre a gestão da água nas edificações e na indústria, a relação da água e o verde, os desafios da sustentabilidade nas cidades brasileiras.

Exposições também farão parte da programação do Greenbuilding Brasil 2015. Empresas nacionais e internacionais apresentarão suas soluções destinadas ao mercado de construção sustentável. Para mais informações acesse: www.expogbcbrasil.org.br/2015/

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CORENET realizará evento sobre a “Gestão de Projetos” em SP

Corenet Jul 15

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