Evento em São Paulo coloca em pauta os setores de energia, água e gás

Fonte: PROCEL Info

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Um dos mais importantes pontos de encontro do país no setor de energia, recursos hídricos, gás natural e internet das coisas, a Latin American Utility Week (LAUW) acontece de 23 a 25 de setembro, na capital paulista, e reunirá empresários e especialistas dos setores para traçarem ações e alternativas para o desenvolvimento econômico e sustentável das áreas de abrangência do evento. Uma das novidades deste ano será a retomada da premiação de projetos inovadores para os segmentos de energia, metering, smart grids, smart systems, água e gás.

“A 13º edição do evento tem como foco atender às necessidades de empresas de transmissão, distribuição e comercialização energia, água e gás até o consumidor final, por isso mesmo o evento contará com a presença das principais utilities e fornecedoras de solução do país e da América Latina. Nosso objetivo é oferecer oportunidades para que o público compartilhe experiências e estratégias de negócios para superar os desafios da atualidade e fortalecer todas as cadeias dos setores presentes”, enfatiza o diretor geral da Clarion Events, Sergio Jardim.

A feira contará com empresas de diversos tipos de serviços como fornecedores de equipamentos, tecnologias e soluções para automação de redes, geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia, medição de energia, água e gás e smart grids.

Nesta edição, a LAUW reserva espaço para o Energen, evento específico de empresas nacionais e internacionais fornecedoras de equipamentos, soluções e tecnologia para o setor de geração de energia hídrica, térmica, eólica e solar. Haverá também um espaço dedicado à exposição de serviços tecnológicos na área de veículos elétricos, internet das coisas, tecnologia da informação (TI) e telecomunicações (Telecom).

Conteúdo – Paralelamente à exposição, acontece um congresso com a abordagem de assuntos estratégicos ligados aos setores do evento. Em Metering, a discussão será em torno de novos projetos e programas de medição avançada e proteção de receitas. Já sobre Smart Grids, as palestras abordarão temas sobre a implementação de tecnologia inteligente à transmissão e distribuição de energia, água e gás. Ao tratar sobre Energia, o congresso concentra especialistas em projetos de geração de energia, implementação e inovação na matriz energética, considerando geração de novas fontes de energia. Quando o assunto voltar-se à análise de recursos hídricos, a temática envolverá a discussão sobre a gestão hídrica, reuso de água e novas medidas de otimização da utilização hídrica. Finalmente, o congresso abrirá espaço para a análise de Smart Systems, abordando a gestão de sistemas inteligentes como soluções em smart homes, smart cities e internet das coisas, além da integração de TI e Telecom ao setor energético.

Na última edição, em 2014, o evento contou com mais de 2 mil visitantes, 82 palestrantes, 135 congressistas e 52 utilities do Brasil e América Latina. A expectativa é este ano é registrar um aumento de 15% nos números gerais do evento.

Prêmio – Uma das novidades desta edição será a realização do Latin American Utility Week Awards, que premiará os cinco projetos mais inovadores nas categorias energia, medição, água e gás, smart grids e smart systems.

Como explica o diretor do evento, “a premiação servirá como incentivo e reconhecimento para empresas nacionais que investem em projetos que contribuem com soluções eficientes em cada uma das categorias. O país necessita de mais iniciativas como esta, diz Sérgio Jardim.

As inscrições para o prêmio podem ser feitas até o dia 17 de julho pelo site www.latin-american-utility-week.com/Requests/Brochure/17903. Os vencedores de cada categoria receberão uma placa/certificado de reconhecimento de excelência e contribuição para setor, divulgação dos artigos nas publicações do LAUW, veiculação do artigo na Revista Metering & Smart Energy, veiculação do artigo na publicação ESI Africa, uma inscrição para a conferência de 2016 e uma inscrição para a edição do evento na Europa.

Serviço

Latin American Utility Week

Data: 23 a 25 de setembro

Local: Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP)

Informações: www.latin-american-utility-week.com

* Com informações da assessoria de imprensa do evento

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Combate ao desperdício de energia é tema do 12º Congresso Brasileiro de Eficiência Energética

Fonte: PROCEL Info

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O desperdício de energia elétrica no Brasil hoje alcança a marca 52 mil Gigawatts/hora, em termos de demanda esse valor equivale a 17 mil Megawatts, ou seja, mais do que toda a carga nova proveniente de usinas hidrelétricas do ano de 2014 (14 mil Megawatts). Por isso, a Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (ABESCO) definiu o slogan “Combate ao Desperdício de Energia. A Hora é Agora!” como tema do 12º Congresso Brasileiro de Eficiência Energética (COBEE). O evento acontecerá nos dias 25 e 26 de agosto no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.

“Sabemos que a eficiência energética é um dos vetores para o equilíbrio do segmento energético brasileiro. Desta forma, reunimos os principais nomes do mercado para discutirmos como eliminar as perdas e alavancar novos negócios. Em termos financeiros, o País tem um potencial de economia de R$ 13,6 bilhões aos consumidores finais (indústria, comércio, serviço e residencial), no que cabe à movimentação financeira de mercado, são mais de R$ 30 bilhões”, explica o presidente da ABESCO, Rodrigo Aguiar.

Em paralelo ao 12º COBEE acontece a ExpoEficiência, feira gratuita aberta ao público que reúne os principais players do mercado em um ambiente propício para a realização de network, troca de experiências, parceria e negócios. Empresas como Eficien, Coelte Engenharia, Somfy, BGF Consultoria e Keppe Motor apresentarão as novidades em motores elétricos de alta eficiência, as tendências em gestão de insumos, as tecnologias em iluminação e ar condicionado, entre outros.

Para mais informações, acesse o site www.cobee.com.br.

Serviço

12º Congresso Brasileiro de Eficiência Energética (COBEE) e ExpoEficiência Data: 25 e 26 de agosto de 2015

Horário: 08h30 às 18h30

Local: Centro de Convenções Frei Caneca – São Paulo

Endereço: Rua Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo/SP

Inscrições: www.cobee.com.br ou pelo telefone (11) 3549-4525

* Com informações da assessoria de imprensa da Abesco

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CIEE SP promove em SP palestra sobre “como gerenciar serviços e patrimônio de forma eficaz e com inovação”

Gustavo

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Design generator rooms for optimum performance

Além das questões abaixo apresentadas na ótima matéria, gostaria também de destacar a importância em se testar / comissionar o sistema de grupos moto-geradores em condições que exponham eventuais deficiências em seu sistema de arrefecimento, seja ele a água ou a ar.

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Fonte (Source): Consulting – Specifying Engineer

Por (By): Michael Streich and Saahil Tumber, PE, HBDP, LEED AP

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Mechanical engineers should design generator set rooms so that the electrical system meets the design goals set by the owner and electrical engineer.

Learning objectives

  • Understand that indoor generator sets require special attention to accessibility, code, airflow, and other factors.
  • Know how to design a genset room to meet optimal system performance.

Electrical power is essential to business continuity and life safety. Even a brief disruption in the electrical power supply can be costly. A backup generator set (genset) is an important line of defense for business owners that offers the ability to start and assume electrical load in a few seconds, providing power when the utility supply has failed.

Backup generator sets are available in a wide range of capacities (from kilowatts to megawatts, or kW to MW). They can be installed outdoors within specialty enclosures or within a building. Generator sets that are located indoors require careful attention to a multitude of factors to ensure optimal and reliable operation. A well-designed generator room will ensure that:

  • Generator sets are accessible
  • Manufacturer- and code-required clearances are maintained
  • Major components can be removed and replaced
  • Clean and relatively cool air can circulate around the generator set
  • Ventilation airflow (room inlet airflow) is adequate to reject the heat produced during operation and support the engine combustion process
  • Recirculation and bypass airflow is minimized; noise and vibration within and outside the building complies with code requirements, and ancillary components external to the generator set operate reliably.

Sala GMG

Proper ventilation of the generator room is necessary to support the engine combustion process, reject the parasitic heat generated during operation (engine heat, alternator heat, etc.), and purge odors and fumes. Generator-room temperature, ventilation airflow, ventilation air cleanliness, and air movement are critical design parameters that must be analyzed during the design process to ensure optimal and reliable operation of the generator set.

It is critical that an adequate amount of ventilation airflow be delivered to the generator room. For the same generator size, there can be a reasonable variation in required airflow between different manufacturers. Table 1 indicates the ventilation airflow requirements from different manufacturers for a 2-MW, standby-rated generator set with unit-mounted radiator. If the product specifications are nonrestrictive, the design should be based on the worst-case scenario to avoid wholesale revisions in the future.

Under fully loaded conditions, the temperature of flue exhaust from generator sets can be in excess of 900 F and the radiator (engine-driven or remote) discharge air temperature can be in excess of 160 F. Any recirculation of these high-temperature airstreams can cause the ventilation air temperature to exceed the ambient temperature. Recirculation is specifically influenced by the prevailing wind speed and direction—the two variables that cannot be controlled and are difficult to incorporate in design calculations. The thermal contamination of ventilation airflow should be eliminated or minimized. Generator-room temperatures in excess of 104 F typically require de-rating of the generator set and potential upsizing of components to support the design electrical load. The magnitude of de-rating varies with manufacturers, generator set capacity, engine fuel type, and more. Typical de-rating of 10% to 15% per 18 F rise over 104 F can be expected. De-rating becomes steeper for room temperatures above 122 F. High generator-room temperatures also necessitate de-rating of electrical equipment and components that typically are located within the generator room, such as transformers, switchgear, and electrical feeders. Assuming that the ventilation airflow temperature equals the ambient temperature can be a critical design flaw, and abatement methods can be costly.

Wind-tunnel testing and CFD modeling 

Once the proposed locations of flue exhaust, radiator discharge, and ventilation air intake have been identified, it is recommended that wind-tunnel testing or computational fluid dynamics (CFD) modeling be conducted to establish proof of concept. This is especially essential for gensets that are expected to operate at 100% rated power or serve critical applications such as data centers. Wind-tunnel testing involves the creation of a scale model of the generator-room building and other buildings and structures in its vicinity. The model is placed within a wind tunnel and tracer gases are released from radiator-discharge and flue-exhaust locations. The concentration of gas at the room’s ventilation air locations is measured by receptors for varying wind speed and direction. The data are correlated to local meteorological data to predict the degree of recirculation and peak ventilation air temperature anticipated at the generator room.

Tabela GMG

If wind-tunnel testing cannot be performed due to budgetary or schedule constraints, another option is to use CFD modeling. Programs are commercially available that are adept at performing outdoor CFD analysis. The trade-off is limited ability to incorporate wind effects and surrounding conditions.

Radiator discharge and flue exhaust can also impact the performance of equipment outside and in the vicinity of the generator room. For example, recirculation of radiator-discharge air or flue exhaust can impact performance of heat-rejection equipment such as air-cooled chillers, condensers, cooling towers, and dry coolers. Wind-tunnel testing or CFD modeling should include nearby equipment if deterioration in performance is anticipated. Also, flue-exhaust odors can be entrained into outside airstreams of air-handling equipment even if code-required clearances are maintained, thereby affecting the indoor air quality. Air-handling equipment in the vicinity of flue-exhaust locations should be included in the wind tunnel or CFD study, to ensure there is no recirculation.

elated News: 2015 Electrical and Power Study: Seven key findings for the electrical, power industries – 26.05.2015 01:15 Optimizing genset sizing – 02.03.2015 01:25 Protecting standby generators for mission critical facilities – 11.03.2014 01:44

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Aquecimento solar têm novas certificações

Fonte: Brasil Energia

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Já estão em vigor as mudanças no processo de certificação de coletores para aquecimento de água, conforme a portaria 159 do Inmetro. As novas regras, que entraram em vigor ainda em março, trazem, segundo aponta a Abrava, aperfeiçoamentos ao Programa de Conformidade para Equipamentos de Aquecimento Solar de água.

A principal alteração é facilitar o processo para fabricantes. Em vez do Modelo 7 agora passa a ser adotado o Modelo 3, que prevê ensaio de tipo – e não mais de lote – por meio de amostras retiradas junto aos fornecedores. Esse procedimento traz menos custos para as empresas menores.

O prazo do Certificado da Conformidade teve validade ampliada de quatro para seis anos e o controle da certificação vai ser feito agora a cada 24 meses e não mais a cada 12 meses. O mesmo se aplica para os ensaios, que passam a ser bienais. No exterior, por exemplo, os prazos chegam a ser quinquenais.

Senai

No caso dos profissionais de instalação, a previsão do Senai é começar a oferecer processo de certificação ainda este ano. Na prática, a entidade vai reconhecer formalmente, mediante a aplicação de provas, a competência dos técnicos tanto na parte prática quanto teórica. Estes, por sua vez, poderão usar o documento como ferramenta de divulgação e negociação dos serviços.

Desde 2014 o Senai e o Departamento Nacional de Aquecimento Solar (Dasol), da Abrava, trabalham num modelo de certificação como forma de ampliar a qualidade e confiabilidade desse segmento. Os pré-requisitos, custos e demais informações para os candidatos que quiserem se submeter ao processo, vão constar de um guia que ficará disponível em unidades do Senai espalhadas pelo Brasil.

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ONU e RICS lançam guia mundial de práticas socioambientais

Fonte: Revista INFRA

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Documento visa a promoção de negócios imobiliários responsáveis e sustentáveis

O Pacto Global das Nações Unidas e a RICS (Royal Institution of Chartered Surveyors) lançaram mundialmente, em 24/6, o documento “Promovendo Negócios Responsáveis no Uso e Investimentos em Terras/Terrenos, Construção e Imóveis”. O objetivo é que as empresas do setor de desenvolvimento urbano, imobiliário e construção civil, e suas contratadas, assumam um papel de liderança nos esforços globais para a adoção de práticas empresariais responsáveis e sustentáveis.

O guia examina o impacto do setor nos quatro eixos do Pacto Global da ONU: Direitos Humanos, Trabalho, Meio Ambiente e Combate à Corrupção. O Secovi-SP realizou, em abril, um workshop com empresários do mercado imobiliário, acadêmicos e representantes de instituições e entidades de classe do qual foram extraídas contribuições do setor imobiliário brasileiro para o guia.

O documento identifica, ainda, alguns dos problemas mais urgentes enfrentados pelo setor, divididos em três fases principais do ciclo de vida imobiliário – Desenvolvimento, Utilização e Recuperação – e propõe as ações necessárias para a adoção de modelos empresariais responsáveis, acompanhadas por estudos de caso de boas práticas existentes no mundo.

O setor de desenvolvimento urbano, imobiliário e construção representa até 70% da riqueza mundial, contribuindo anualmente com cerca de um décimo do PIB global e respondendo por 7% do total de empregos. O setor também gera impactos significativos no desenvolvimento urbano, na utilização de recursos e geração de resíduos.

O documento aborda questões relacionadas a direitos humanos e trabalhistas durante o desenvolvimento e construção de empreendimentos. Por exemplo, o ambiente construído é responsável aproximadamente por 40% do uso global de energia e um terço do total das emissões de gases de efeito de estufa. Embora várias empresas do setor adotem estratégias e políticas de sustentabilidade corporativa, o desafio para muitas delas é traduzir essas políticas em ações exequíveis e que possam ser replicadas para além de fronteiras organizacionais e geográficas.

“O setor imobiliário tem a grande oportunidade de se tornar uma força motriz para criar um sistema financeiro, econômico, social e ambiental mais sustentável, por meio da colaboração mútua e da ação coletiva”, afirmou Georg Kell, diretor executivo do Pacto Global da ONU.

“A ação responsável deve se tornar algo corriqueiro nos mercados imobiliários globais, gerando prosperidade, inovação, investimentos e, também, ajudando a formar mercados vibrantes e transparentes, economias prósperas, inclusão social e um planeta mais verde e saudável”, disse Sean Tompkins, CEO da RICS, durante o lançamento do documento, que serve de guia para orientar vários tipos de organizações na tomada de decisão em todo o ciclo de vida imobiliário: do comissionamento, planejamento, projeto e construção à operação, restauração e descarte de resíduos.

O guia é resultado de colaboração de dois anos entre o Pacto Global da ONU e RICS, entidade de classe global que atua no ramo imobiliário com mais de 100 mil membros em 146 países, e fruto de intenso diálogo e consulta com diversas partes interessadas, incluindo empresas privadas, Nações Unidas, organizações do setor público e da sociedade civil. Esta é uma das primeiras iniciativas do Pacto Global para a promoção de negócios responsáveis com foco exclusivo em um setor econômico.

“O setor de desenvolvimento urbano, imobiliário e construção tem um enorme impacto sobre as economias globais, o meio ambiente e o cotidiano das pessoas. Com esse documento, queremos mostrar às empresas como operar de forma responsável e sustentável, gerando significativo valor social, ambiental e relacionado à reputação, bem como sucesso financeiro de longo prazo”, completou Sean Tompkins.

As contribuições para a elaboração do documento também vieram do Centro Imobiliário do Instituto de Tecnologia de Karlsruhe (KIT), de representantes do Grupo de Coordenação das organizações participantes do Pacto Global e da sociedade civil em geral, incluindo o Secovi-SP e a Fiabci-Brasil.

O documento foi elaborado a partir de oficinas presenciais e consultas online com um grupo dedicado de membros da RICS e de inúmeras outras partes interessadas em todo o mundo. “Esta publicação é o resultado de trabalho intenso dos representantes das organizações internacionais envolvidas, que incorporaram tanto aspectos globalmente adotados, como as especificidades regionais, originadas de diversos workshops realizados pelo mundo, um destes organizado pelo Secovi-SP, que contribuiu com dezenas de sugestões formuladas pelas entidades setoriais brasileiras presentes”, disse Hamilton de França Leite Junior, diretor de Sustentabilidade do Sindicato. “A publicação marca o início da fase mais complexa e importante do projeto, que é a implementação, nas empresas do setor, dos princípios de responsabilidade socioambiental nela contidos”, ressaltou.

O documento em inglês já está disponível para download gratuito no site do Pacto Global. O Secovi-SP iniciará estudos no sentido de traduzir o documento para o português. Para outras informações sobre este trabalho, acesse www.unglobalcompact.org ou www.rics.org/responsiblebusiness.

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Fire detection, protection in critical facilities

Fonte (Source): Consulting – Specifying Engineer

Por (By): William E. Koffel, PE, FSFPE; M. Steven Welsh, PE; and Kristin Steranka

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Critical facilities, such as health care buildings and hospitals, require fire alarm and detection specifications at a higher level than in other buildings.

Learning objectives

  • Know the codes and standards that dictate fire alarm and detection.
  • Understand fire alarm and detection requirements as specifically related to health care occupancies.
  • Learn about fire alarm and detection in ambulatory health care facilities and assisted-living facilities.

Critical facilities, such as hospitals and nursing homes, require protection using an increased level of fire alarm and detection compared to many other types of facilities. Most of the fire alarm requirements are directly related to patient care or emergency procedures; however, some requirements are related to the unique nature and large areas in critical-care facilities. Health care occupancies are the portions health care facilities, such as hospitals and nursing homes, where occupants are incapable of self-preservation and are treated on an inpatient basis. The term “health care facilities” also includes ambulatory health care facilities, clinics, doctors’ offices, and portions of assisted-living facilities.

This article will reference the following codes and standards and how they relate to health care facilities:

Note that Centers for Medicare & Medicaid Services (CMS) and the various accrediting organizations that certify and accredit health care organizations currently use the 2000 edition of NFPA 101. There are some differences between the 2000 and 2015 editions of NFPA 101 with respect to fire alarm and detection requirements, with increasing requirements for such systems in more recent editions of NFPA 101.

Zoning

Zoning of fire alarm systems is critical in health care occupancies. It helps facility personnel determine where a potential fire incident is occurring, and assists the fire department in finding a fire. The best design practice for these facilities is to match the fire alarm zones to the smoke compartments. Smoke compartments are created in health care occupancies to establish temporary areas of refuge involving the horizontal relocation of patients/residents by dividing most stories into compartments of 22,500 sq ft or less. The zoning of sprinkler systems should also be consistent with smoke compartment and fire alarm zones. Further zoning of the fire alarm zone is also possible depending on the nature of departments in a smoke zone. For example, the smoke zone could be broken down into two different fire alarm zones if there are two unique departments in that smoke zone (see Figure 1).

Fire alarm zoning is permitted to be coordinated with sprinkler zones (NFPA 101, Paragraph 9.6.7.4.2) for all occupancies. In health care occupancies, fire alarm zones are permitted to coincide with smoke compartments (NFPA 101, Paragraph 18.3.4.3.3.2). In addition, NFPA 99 (Paragraph 15.7.4.3.1) specifically requires that all smoke zones and fire alarm zones be coordinated. As such, emergency control functions can be programed to coincide with the emergency plans that are based upon the smoke compartmentation within the facility.

Most modern fire alarm systems for large health care occupancies use addressable fire alarm initiating devices. As such, the programming of control functions by smoke compartments is a relatively simple activity. Zoning notification appliances per zone can be more difficult, but is often desired if notification occurs by zones, e.g., when selective notification concepts are to be used. If notification appliances are to be zoned, the devices must be wired independently by zone or more recent technology involving addressable notification devices must be used.

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Notification

Fire alarm notification appliances have evolved drastically over the years. Older fire alarm systems only used electronic bells or chimes, and older health care occupancies typically used a coded notification signal to identify the zone or device in alarm. Strobes are also necessary to make the building compliant with accessibility requirements. NFPA 72 also requires strobes in all public spaces, assembly areas, and as needed in other parts of a health care facility.

Most modern fire alarm systems in health care occupancies are equipped with speakers that can multitask by providing both automated emergency communication messages and live messaging. Such technology also is easier to use in conjunction with coded messages such as “Code Red, Floor 3, East Wing” to provide increased information to facility staff without alerting patients, residents, and visitors.

Speakers for emergency communication systems are required where zoned or delayed egress procedures are desired (NFPA 72, Paragraph 24.4.2.8.2,). In addition, emergency voice/alarm communications systems are required for all high-rise buildings (NFPA 101, Paragraph 11.8.4.1).

Fire alarm speakers also can be used as a mass notification system (MNS). These systems are designed to broadcast more information than just a standard fire alarm system. Their capabilities include automated and live messages for weather emergencies, shooter events, bomb threats, or other events where communication to buildings occupants is desired.

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Greenbuilding Brasil abordará sustentabilidade no mercado de construção

Fonte: Ambiente Energia

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A 6ª edição da Greenbuilding Brasil, Conferência Internacional e Expo deste ano trará como tema o desabastecimento hídrico e o planejamento energético. O evento acontecerá de 11 a 13 de agosto, no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP).

Voltado para a indústria brasileira da construção, o Greenbuilding Brasil irá apresentar ao mercado soluções que visam o uso consciente da água e privilegiem a eficiência energética, além de trazer as novas tendências sustentáveis para este setor.

O Programa Nacional para a Energia Renovável, do Ministério do Meio Ambiente, os desafios e oportunidades para a indústria, o papel dos smart grids serão debatidos no evento que também contará com discussões sobre a gestão da água nas edificações e na indústria, a relação da água e o verde, os desafios da sustentabilidade nas cidades brasileiras.

Exposições também farão parte da programação do Greenbuilding Brasil 2015. Empresas nacionais e internacionais apresentarão suas soluções destinadas ao mercado de construção sustentável. Para mais informações acesse: www.expogbcbrasil.org.br/2015/

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CORENET realizará evento sobre a “Gestão de Projetos” em SP

Corenet Jul 15

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Coelba e Fundação Roberto Marinho oferecem curso gratuito sobre o uso eficiente da energia elétrica

Fonte: PROCEL Info

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A Coelba, empresa do Grupo Neoenergia, em parceria com a Fundação Roberto Marinho / Canal Futura, oferecerá curso gratuito para educadores das redes pública e particular do Fundamental II e Ensino Médio interessados na metodologia Energia que Transforma. Para a Bahia, estão disponíveis 300 vagas para profissionais de 200 municípios do estado. O curso será realizado em cinco pólos – Salvador, Feira de Santana, Senhor do Bonfim, Vitória da Conquista e Barreiras – no período de 15 de julho a 22 de agosto. As inscrições estão abertas até o término das vagas em cada cidade pólo.

O curso terá carga horária de 20hs por município, com dois dias de formação presencial. Para participar, é preciso acessar o site aqui, baixar a ficha de inscrição e enviá-la preenchida para o e-mail energiaquetransforma-ba@avsi.org.br . O professor receberá um e-mail validando a inscrição, com data e local da formação. Em seguida deverá confirmar sua matrícula no curso respondendo ao e-mail.

O objetivo do curso é formar educadores para mobilizarem seus alunos na aprendizagem do combate ao desperdício de energia como forma de preservação do meio ambiente. Os educadores formados receberão certificados e material didático para uso em sala de aula. Para participar o professor deve estar lecionando regularmente em pelo menos duas turmas de alunos do ensino fundamental II ou ensino médio da rede pública ou particular de ensino.

Cada professor participante receberá o kit Energia que Transforma, formado por 1 DVD com 10 episódios da série Vida de República, exibida pelo Canal Futura, 30 spots de rádio onde o locutor esclarece dúvidas de seus ouvintes sobre questões relacionadas às temáticas energia, meio ambiente e sustentabilidade, 1 jogo educativo, 5 cadernos de texto e o cartaz com a linha do tempo da energia. O kit Energia que Transforma foi desenvolvido como recurso pedagógico para o educador pela Fundação Roberto Marinho, contratada pelo Programa Nacional de Combate ao Desperdício de Energia (PROCEL Eletrobras), do Ministério de Minas e Energia.

METODOLOGIA – O Energia que Transforma, por meio de uma proposta pedagógica interdisciplinar, prioriza o diálogo e fortalece a consciência sobre o uso eficiente da energia para a preservação dos recursos naturais observando a relação do homem com o ambiente que o envolve. As oficinas de formação promovem o diálogo e desenvolvem o aprendizado sobre assuntos diversos, como ambiente e energia, educação e cidadania, trabalho e pluralidade cultural.

DATAS DE REALIZAÇÃO DOS CURSOS:

Feira de Santana: 15 e 16/07 ou 17 e 18/07, das 8h às 17h

Vitória da Conquista: 15 e 16/07 ou 17 e 18/07, das 8h às 17h

Salvador: 22 e 23/07 ou 24 e 25/07, das 8h às 17h

Barreiras: 14 e 15/08, das 8h às 17h

Senhor do Bonfim: 21 e 22/08, das 8h às 17h.

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