GRUPAS realiza reunião no Allianz Parque para mais de 200 presentes

Iniciou há pouco a reunião do GRUPAS NO Allianz Parque em SP, contando com a presença de mais de 200 participantes.

  
Além da natural curiosidade sobre o anfitrião e sobre os desafios naturais de se gerenciar uma Arena no Brasil, a reunião teve como foco a situação de nosso mercado e as dificuldades e desafios para o Facility Manager.

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Facilities Services divulga grade de cursos

Facilities Services

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Para especialista, Brasil possui uma multiplicidade de fontes energéticas que podem ser exploradas com eficiência econômica

Fonte: Procel Info

Por: Tiago Reis

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Nos últimos anos tivemos índices pluviométricos bem abaixo da média histórica. As chuvas de 2015 ainda não foram suficientes para recuperar os níveis dos reservatórios e garantir tranquilidade aos planejadores do setor elétrico. Neste cenário, temas como fontes alternativas, eficiência energética e a criação de uma nova matriz energética que seja menos dependente das chuvas ganham destaque.

Em entrevista ao Procel Info, o presidente do Instituto Acende Brasil, Cláudio Sales, faz uma avaliação do setor elétrico brasileiro. Para ele, o atual momento exige atenção, já que o nível dos reservatórios continua baixo, na faixa dos 34%.

Sales também defende a utilização em maior escala das chamadas fontes alternativas de energia, como a solar, eólica, biomassa e geração distribuída, bem como a energia nuclear. O especialista ressalta que a eficiência energética deve ser sempre prioridade em todas as políticas públicas para que essas ações sejam implementadas de forma acelerada envolvendo todos os segmentos da sociedade.

Confira abaixo os principais trechos da entrevista.

Procel Info – É fato que neste ano não choveu o volume esperado e os níveis dos reservatórios continuam baixos. Para 2015, o fornecimento de energia está garantido. Qual a sua avaliação sobre o atual cenário do sistema energético brasileiro? Ainda corremos algum risco se a chuva do próximo verão não for suficiente?

Cláudio Sales – Estamos ainda no período de seca e somente a partir de novembro é que se espera que os reservatórios voltem a começar a subir. Nós estamos, nessa época, com reservatórios na região Sul/Sudeste – que é responsável por mais de 70% do armazenamento de água – numa faixa semelhante ao que foi registrado no ano passado. O Operador Nacional do Sistema analisa isso com frequência, quase que diária, e ele mesmo aponta que devemos chegar a novembro com a capacidade média de armazenamento entre 10 e 20% do total. Essa faixa é muito baixa, semelhante a que tivemos em 2014. Ou seja, nos deixa com forte dependência das chuvas no verão de 2016. Chuvas que nós não temos como prever com segurança. Agora, o dado relevante para essa análise é que essa situação está acontecendo num cenário em que nós tivemos uma redução no consumo de energia em comparação com o ano anterior. Ou seja, o consumo de energia elétrica, que sempre cresce de ano para ano por conta do desenvolvimento econômico, em 2015 deparou-se com um ritmo fraco da economia, o que impactou na redução da demanda por energia.

Procel Info – Então, na sua opinião, ainda existe risco de desabastecimento de energia para 2016?

Cláudio Sales – O cenário não é dos melhores. Mesmo sem a pressão da demanda, o sistema está usando toda a sua musculatura para enfrentar o problema. Ou seja, todas as nossas usinas termelétricas, ou muito perto disso, estão acionadas. Isso nos deixa numa situação em que vamos chegar no final do ano com vários cenários incertos, entre eles, o de reservatórios em níveis muito baixos e sem pressão de demanda de energia. Isso tudo, no ponto de vista do abastecimento, é uma situação totalmente desconfortável.

Procel Info – Na sua opinião, no curto prazo, existem medidas que podem ser tomadas para equilibrar o sistema elétrico brasileiro?

Cláudio Sales – No setor elétrico, curto prazo é o tempo necessário para construir uma usina sem atrasos. Isso é mais de ano. Curtíssimo prazo é uma solução emergencial que se consiga implementar em um prazo menor do que o tempo de construção de uma usina. A situação que nós estamos hoje é que todas as eventuais soluções de curtíssimo prazo estão sendo perseguidas pelo governo. O que é ruim neste caso é que essas soluções estão sendo procuradas de forma independente e não integradas. Agora, a solução para isso é uma palavra que tem um significado muito amplo diante da situação em que nós estamos.

Procel Info – Os programas de eficiência energética ganham maior destaque em períodos de crise energética. Na sua opinião, o que deve ser feito para que essas medidas entrem de fato no cotidiano da sociedade?

Cláudio Sales – Eficiência energética deve ser um objetivo presente em todas as políticas econômicas. Mas para que ela produza resultados robustos é preciso que hajam sinais econômicos claros em relação ao custo da energia, para que o consumidor possa perceber os ganhos que ele eventualmente tenha pelo aumento de sua eficiência no consumo da energia. Sinais econômicos claros e regras claras, previsíveis, para que os consumidores também possam se planejar com visão de longo prazo. O ideal seria conseguir realizar um investimento e calcular com precisão o tempo de sua amortização pelos ganhos de eficiência energética, algo difícil atualmente. Programas de eficiência energética muito ancorados em sistemas de subsídios específicos, no meu ponto de vista, tem vida curta. O Brasil já possui, há muito tempo, um grande programa de eficiência energética e conseguiu resultados importantes com ele. Agora, não há dúvida, de que na medida que haja mais previsibilidade em relação às questões de energia, em especial no custo efetivo que é pago pelo consumidor, é de se esperar que programas de eficiência energética, que impliquem em investimentos do consumidor, ganhem um ritmo mais acelerado do que temos atualmente e abranjam uma maior parte da sociedade.

Procel Info – O que o senhor tem a dizer sobre as energias alternativas, que muitos consideram como a salvação do setor elétrico brasileiro. Até que ponto elas são, de fato, viáveis?

Cláudio Sales – Primeiro, não existe isso que energia A, B ou C é a salvação de alguma coisa. Essa história não procede. Por outro lado, o Brasil, em comparação com outros países, está em grande vantagem. Nosso país possui uma multiplicidade de fontes energéticas que podem ser exploradas com eficiência econômica. A primeira delas é a hidrelétrica, como a história mostra, pois temos um parque hidrelétrico fantástico e que é atualmente responsável pela maior parte do abastecimento de energia elétrica do Brasil. Nós temos também um potencial de geração eólica que vem sendo desenvolvido – há dez anos era praticamente zero sua oferta e agora estamos caminhando para uma participação de 10% em nossa matriz. Então, a eólica está provando ser economicamente viável. Outra opção é a biomassa, principalmente aquela utilizada na cogeração de usinas proveniende do bagaço de cana de açúcar, que tem um potencial muito grande. A geração solar ainda está muito incipiente aqui no Brasil. Eu já ouvi muitas pessoas dizendo que esperam que aconteça com a geração solar um fenômeno semelhante ao que aconteceu com a geração eólica. Talvez um movimento já esteja acontecendo. O potencial é muito grande. Também temos a geração distribuída, principalmente pelos painéis fotovoltaicos, que também encontra-se incipiente aqui no Brasil, mas que pode ter um crescimento muito acelerado nos próximos anos. Isso depende fortemente da regulação, dos sinais econômicos e do preço da energia muito claros. Para o cidadão tomar a decisão de colocar no telhado um painel fotovoltaico para economizar na conta de energia, tem que fazer muita conta para ver em quanto tempo se paga o investimento. Esse valor ainda não está tão favorável e por isso que essa forma de geração ainda não foi tão disseminada nas residências. É um cenário para ser examinado e a possibilidade, é que num futuro não muito distante, essa barreira financeira melhore e aí, potencialmente, a geração distribuída ganhe algum crescimento.

Procel Info – E a energia nuclear?

Cláudio Sales – Eu acredito que o Brasil terá que considerar a geração nuclear como uma das fontes com as quais vai contar para o seu futuro. E eu lhe dou um dado adicional para esta análise. O nosso potencial hidrelétrico, ou seja, usinas ainda por construir estará esgotado até 2030, então cabe a pergunta: com que tipo de energia nós vamos contar a partir de então? Não há dúvida nenhuma que deve ser considerada a energia nuclear. Então, se essa minha afirmação for verdadeira, de que a energia nuclear terá que ser considerada no momento em que, pelo menos o nosso potencial hidrelétrico estará se esgotando, é importantíssimo que a sociedade se mobilize para criar condições para que quando chegarmos lá a gente possa fazer as usinas. Estou me referindo ao fato de hoje, na constituição brasileira, existir um monopólio absoluto da União para o tratamento de toda e qualquer questão ligada à energia nuclear, especificamente, em termos de usinas para geração de eletricidade. 100% de todo o ciclo tem que ser de controle estatal, ora, a União não tem recursos para bancar isso. Em segundo lugar, o poder público apresenta sérios problemas em entregar obras dentro do prazo, fato que as empresas privadas, que atuam no ambiente competitivo, conseguem amenizar. Logo, é importante que desde agora se discuta a possibilidade de mudar a constituição brasileira para que se permita a participação privada em usinas nucleares, mas da seguinte maneira: preservando para a União todo o ciclo nuclear, ou seja, o tratamento nuclear do processo. Para a iniciativa privada deixa-se o ciclo termodinâmico. Uma usina nuclear é uma usina termelétrica como tantas outras, o diferencial é apenas que o energético utilizado para produzir o vapor que vai acionar as turbinas é de uma fonte nuclear. Então, esta parte fica com a União e a usina, propriamente dita, construção e operação, poderia ser licitada privadamente para que houvesse competição e os vencedores do processo pudessem concluir, operar e comercializar essa energia. Mas, para que isso aconteça, tem que modificar a Constituição, que é uma discussão demorada, pois passa pelo Congresso. Ao meu ver ela teria que ser intensificada a partir de agora, se é que lá na frente a gente quer ter condições de fazer usinas nucleares.

Claudio Sales é presidente do Instituto Acende Brasil desde 2003, atua no setor elétrico há mais de 20 anos. Foi presidente da Mirant do Brasil, da Southern Electric do Brasil, foi Sócio-Diretor da Termoconsult e membro do Conselho de Administração de empresas como Cemig, Energisa e Energipe. Tem dezenas de artigos publicados em veículos como Folha de S. Paulo, Valor Econômico, O Estado de S. Paulo, DCI, Correio Braziliense e O Globo. Claudio é engenheiro mecânico e industrial pela PUC-RJ e frequenta o President´s Management Program da Harvard University

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Seu PC ou notebook gastam muita energia? Saiba como economizar

Fonte: Tech Tudo

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Utilizar o notebook por muito tempo pode causar impacto na conta de energia no fim do mês. Quanto menor a autonomia da bateria, pior para o bolso do consumidor. O TechTudo separou soluções simples para reduzir o gasto com o uso do dispositivo, principalmente para quem tem que usar o computador por horas.

As dicas são como ativar o modo de economia no sistema, desativar a tela enquanto não usar, ou seja, instruções práticas que vão fazer a diferença no final do mês.

1) Modo de economia no notebook e PC

Os notebooks são equipados com baterias internas para serem usados em qualquer lugar. No entanto, caso o gasto no dia a dia seja muito alto, o equipamento vai passar mais tempo plugado na tomada do que deve. Os usuários precisam ficar de olho também nos desktops, que são mantidos na tomada durante o funcionamento.

Para ajudar, o sistema Windows oferece algumas configurações para economizar energia, como a redução do brilho da tela, ajuste de tempo para desativar a máquina, apagar o monitor e mais medidas simples. Elas podem ser personalizadas para o tempo que o usuário achar mais apropriado, sem precisar baixar programas extras.

O “Modo de economia de energia” e os ajustes avançados podem ser encontrados no Painel de Controle do computador ou notebook, no item de “Opções de Energia”. É possível inclusive criar planos de energia com todas as informações ajustadas, conforme seu consumo.

2) Desligue a tela

Pode parecer uma dica simples, mas desligar a tela enquanto não estiver usando o computador faz toda a diferença. O monitor gasta bastante energia, no caso do PC, e muitos notebooks oferecem um botão para apagar a tela, sem reiniciar ou desligar o computador. Dessa forma, você pode fazer uma pausa no trabalho ou entretenimento, sem perder a produção e ainda poupar energia.

3) Desligue o computador no final do dia

Mesmo em stand-by, o computador continua consumindo energia de casa e você vai pagar por isso. Então, para não ter desperdício, caso não esteja baixando arquivos ou atualizando o sistema de noite, desligue a máquina de forma completa, inclusive o botão do estabilizador, que pode ser um dos agravantes nesse desperdício.

4) Mantenha o computador na temperatura certa

Quanto mais uma máquina aquece, maior a quantidade de energia desperdiçada em calor. Com isso, uma dica que ajuda a manter um melhor processamento durante o uso e ainda economizar na conta de energia é manter o notebook ou PC com uma temperatura mais fria. Para isso, vale investir em coolers extras de ventilação ou deixar uma boa circulação de ar no ambiente. Existem programas que ajudam a medir a temperatura da máquina e ter maior controle nesse quesito.

5) Use o modo “Suspender” ou “Hibernar”

Não vai usar o computador nas próximas horas? Então uma forma de poupar energia e depois continuar o trabalho sem perder tempo é usando o modo de “Suspender” (Dormir). Com isso a máquina permanece ligada mas com baixo consumo de energia, sem fechar os aplicativos ou programas. Quando precisar usar novamente, o equipamento será ligado de forma rápida.

Já a função hibernação é mais indicada para quem vai ficar mais tempo longe, pois desliga o computador, salvando os dados em sua memória. As ações também são mantidas no sistema mas o processo demora um pouco mais para retomar. Ele economiza mais energia do que o anterior porque “desliga” a máquina.

6) Invista em uma boa fonte de alimentação

A fonte de energia é responsável pode alimentar o computador e manter a estabilidade do sistema. E ele pode ser um dos maiores responsáveis no gasto da conta de luz no final do mês. Por isso, é indicado investir em uma marca de confiança e principalmente em um modelo que aproveite maior porcentagem de energia, com menos desperdício em calor.

O resultado: o equipamento vai aquecer menos e a energia será melhor utilizada. Uma dica é buscar pelo selo “80 plus” que garante eficiência de pelo menos 80% da energia adquirida.

7) Procure por equipamentos com menor gasto

Vai investir em um computador? Então para ficar menos preocupado na conta de luz, uma dica para economizar é pesquisar antes de comprar por modelos que consomem menos a carga. Nessa categoria, algumas fabricantes investem em tecnologias para produzir aparelhos econômicos e um dos quesitos leva o selo da Energy Star.

Se trata de um programa do governo norte-americano que regula os dispositivos conforme seu gasto de energia, e com isso tem o intuito de proteger o meio ambiente de emissões de gases poluentes e demais meios degradantes na obtenção de energia. Confira a lista de produtos certificados pelo Energy Star. O ideal é pesquisar também pelo consumo em kilowatts do computador, que normalmente está disponível no site da fabricante, e comparar os modelos.

Vale lembrar que muitas das dicas vão mostrar resultado ao longo do tempo, se forem aplicadas de forma conjunta no dia a dia.

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Abesco e ANEEL discutem formas de alavancar o Plano Nacional de Eficiência Energética

Fonte: Procel Info

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A Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco) e a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) se reuniram na última quinta-feira (8) para definir os pontos-chaves para alavancar ações que contribuam para a redução do desperdício de energia elétrica no país e para tanto irão utilizar o Plano Nacional de Eficiência energética (PNEf) como referência. Uma das reivindicações apresentadas pela Abesco é a implantação do desacoplamento tarifário, regime que desvincula os ganhos relativos à implantação de projetos de eficiência energética dos reajustes de preço sobre a tarifa de energia elétrica. Estimulando, dessa forma, a promoção do uso eficiente e da modernização dos serviços prestados pelas distribuidoras, além de fomentar a alocação correta de custos ao longo da cadeia produtiva e do consumo.

“O PNEf é uma ótima diretriz para o setor, o problema é que ele não foi realmente colocado em prática. O que queremos é que, a partir dessa parceria e desse trabalho conjunto com a ANEEL, o PNEf possa ser implantado na sua plenitude, por isso realizaremos reuniões mensais para que em 2016 comece a implantação de fato das ações contidas no documento”, explica o presidente da Abesco, Rodrigo Aguiar.

O encontro aconteceu na sede da ANEEL, em Brasília, e contou com a presença do diretor Reive Barros, do presidente e do conselheiro da Abesco, Rodrigo Aguiar e Cyro Boccuzzi, respectivamente, além de outros colaboradores de áreas da ANEEL. A próxima reunião de trabalho está agendada para outubro em São Paulo, na sede da Abesco.

* Com informações da assessoria de imprensa da Abesco

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Governo de Minas propõe isentar ICMS de residências com consumo de até 3kWh/dia

Fonte: Estado de Minas Online

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A Cemig comunicou nesta segunda-feira, que o governo de Minas Gerais pretende isentar a cobrança de Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas tarifas de energia para as residências com consumo médio de até 3kWh por dia. O tema, ainda em fase de projeto de lei, está em apreciação no Legislativo e pode beneficiar 2,9 milhões de clientes residenciais, ou 45% da base de clientes residenciais da distribuidora mineira, segundo a empresa.

De acordo com a Cemig, a cobrança levará em consideração o ciclo de leitura – o período de leitura nas faturas varia entre 27 a 33 dias. Atualmente, a isenção de ICMS é válida para consumo de até 90 kWh/mês, mas como o ciclo de leitura pode superar 30 dias, algumas residências com consumo inferior a 3kWh por dia não eram beneficiadas. A medida, dessa forma, visa eliminar essa distorção.

No mesmo projeto de lei, de número 2.817/2015, consta a previsão de elevação de ICMS para outras categorias de consumidores. É o caso dos setores de armas, refrigerantes e empresas de telefonia celular, entre outros. O aumento teria vigência até 31 de dezembro de 2019.

A elevação das tarifas de energia para outras classes de consumo, incluindo as áreas industrial, comercial e de serviços, é denunciado pela frente Verdade e Coerência, de oposição ao governo mineiro. Em convocação para audiência pública a ser realizada na próxima quinta-feira, o grupo acusa a gestão do governador Fernando Pimentel (PT) de elevar a alíquota de ICMS para um conjunto de setores de 18% para 25%.

O comunicado divulgado pela Cemig não faz qualquer menção sobre tarifas praticadas nas classes áreas industrial, comercial e de serviços.

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Minimizing arc flash hazards

Fonte (Source): Consulting – Specifying Engineer

Por (By): Mark A. Montgomery, PE, WSP+ccrd

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Rely on codes and standards to develop a robust arc flash mitigation plan.

Learning objectives

  • Develop a successful arc flash mitigation plan.
  • Interpret the relevant codes and standards that address arc flash protection.
  • Specify systems that meet these codes.
  • Integrate arc flash reduction solutions into electrical system designs.

The term “arc flash hazard” first became prominent in the electrical industry when it showed up in the 2002 edition of NFPA 70-2002: National Electrical Code (NEC), Article 110.16, Flash Protection, requiring that all equipment “likely to require examination, adjustment, servicing, or maintenance while energized” be provided with a label stating a potential arc flash hazard exists at that piece of electrical equipment. It was added into the NEC in response to the large amount of arc flash related injuries in the industry. The results of an arc flash incident include damage to electrical equipment, outages, and personnel injury in the form of burns due to extreme temperatures, eye damage due to the flash, and ear damage due to the pressure-wave propagation. In the NEC editions released since 2002, there have been continual adjustments and additions with the focus of creating a safer environment for people who must operate and maintain electrical systems.

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It is also important to understand what the codes, regulations, and standards say about requirements and best practices. Starting with code, NEC Article 110.16 requires labeling, NEC Article 110.21 adds requirements for legibility of the labeling, and now NEC Article 240.87 requires arc flash mitigation on equipment rated 1,200 A or higher. There are options for compliance listed within Article 240.87, which are now available with advances in safety driven by manufacturers’ innovations to create safer working environments.

In addition to the NEC, NFPA 70E-2015: Standard for Electrical Safety in the Workplace is an electrical safety standard enforced by OSHA and referenced in the NEC as supplemental information in flash protection and flash labeling. NFPA 70E is the authoritative standard for best practices on developing an arc flash mitigation program. In addition, IEEE 1584-2002: Guide for Performing Arc Flash Calculations provides a method for calculating incident energy possible at locations within the electrical system that is referenced by NFPA 70E. These codes and standards are all aligned in a collective push to create safer electrical systems to operate and maintain, and reduce the rate of injury or death due to arc flash incidents.

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To support this worthy goal, this article provides highlights to important factors that will assist you as part of your arc flash mitigation program for your facility. It will also touch on the basics of arc flash hazard evaluation, but the primary focus is to provide practical application and knowledge to those looking to implement a mitigation plan.

Background

The first step in mitigating arc flash hazards in a facility is to develop an understanding of what it is, where the hazards are, and to what level they exist. A basic understanding of how an arc flash occurs and some of its causes is required. Simply put, arc flash incident energy is the amount of energy measured in calories per square centimeter that can be emitted in an arcing situation until the overcurrent protection devices (OCPDs) open to clear the fault (see Figure 1). Its two main components are arcing fault current and the amount of time it is allowed to exist. Mitigation should work to minimize arcing fault current and time. It is not necessarily the areas in your electrical system with high arcing fault current that are the most dangerous, but the slightly lesser arcing fault current that is allowed to propagate for a much longer time that can be the most dangerous condition.

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It is also important to understand that the fault current calculated for equipment ratings is different than the fault current used for the arc flash calculations. The fault current calculated for equipment ratings is based on a 3-phase bolted fault, which is theoretically the highest level of fault current that can be generated at that particular location in the electrical system, and its resulting energy is dissipated into the equipment. The fault current calculated for arc flash calculations is an arcing fault, which is generally a much lower value than the bolted fault, but its resulting energy is dissipated into the surrounding environment. This dissipation into the surrounding environment is what causes the arc flash.

Arc flashes can be caused by improper equipment installation, equipment or component failure, a dropped tool in the equipment, corrosion, condensation, or even dust inside the energized compartments (see Figure 2).

Electrical equipment is manufactured to strict safety requirements that amount to insulation between energized and grounded parts based on voltage and amperage that it will contain. Most commonly, the insulating media uses air as the nonconductive media, but other media such as mineral oil are used as well. When something creates a conductive path between energized parts or energized parts and grounded parts, or closes the gap between them, an arc forms and jumps from energized to grounded parts. This release of energy rapidly raises the temperature of the arc to the point of combustion. In worst-case scenarios where a hazardous category exists (greater than 40 cal/cm2), the state of the material can be changed from solid to liquid or gas. Copper vapor expands to 67,000 times its solid-state size. This rapid expansion creates an explosion in which the concussive force is beyond what the human body can withstand. No amount of fireproof personal protection equipment (PPE) will save personnel from injury or death in that scenario.

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O poder da energia fotovoltaica no Brasil, por Mauro Borges Lemos

Fonte: ClicFolha

Por: Mauro Borges Lemos

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Minas Gerais acaba de dar um passo decisivo para a consolidação da produção de energia solar no Brasil. Sob a liderança da Cemig, sempre à frente na pesquisa e desenvolvimento de alternativas energéticas, a subsidiária Renova acaba de firmar parceria com a empresa norte-americana SunEdison, uma das maiores empresas desse mercado no mundo, e que promove o desenvolvimento de tecnologia solar extremamente competitiva. Juntas, Renova, Cemig e SunEdison vão trabalhar para fazer a energia gerada a partir dos raios solares a alternativa energética mais competitiva do mercado dentro de cinco anos.

O Brasil é um dos países com o maior potencial de crescimento em energia solar, especialmente, pelo fato de possuir os melhores índices de insolação do planeta. Dessa forma, é necessário aprofundar no estudo e pesquisa dessa tecnologia, para não perder o timing e ficar atrás na corrida da energia fotovoltaica mundial. Recentemente, perdemos o boom da microeletrônica e, assim, a possibilidade de desenvolver o conhecimento de purificação do silício – a despeito de possuirmos as maiores reservas mundiais desse material, matéria-prima para a fabricação de componentes de celulares, computadores, lâmpadas especiais e, sobretudo, painéis solares de geração elétrica.

Sem o conhecimento do processo de purificação do silício, que é essencial para o desenvolvimento das placas solares, vamos precisar superar diversas barreiras para que possamos atingir o protagonismo nessa tecnologia. Mas esse é um desafio que Minas Gerais e a Cemig estão dispostos a enfrentar.

Ciente da importância de seu papel na consolidação da energia solar no Brasil, o governo de Minas Gerais sancionou em julho último a Lei 21.713, que estimula a produção e a comercialização dessa energia no Estado a estabelecimentos com atividade de geração, transmissão ou comercialização de energia solar. A nova norma amplia para 20 anos o prazo para a concessão de crédito de ICMS relativo à aquisição de energia solar produzida no Estado. Esse é um grande incentivo ao desenvolvimento da energia solar fotovoltaica.

Além disso, Minas Gerais pode ser considerado o estado mais avançado no aproveitamento da energia solar para aquecimento de água. Nos últimos anos, a Cemig, por meio do programa de Eficiência Energética instalou, aproximadamente, 26 mil sistemas de aquecimento solar de água em casas da Cohab Minas. No Mineirão foi instalada uma usina solar fotovoltaica com capacidade de 1,4 MWp, constituindo-se na maior usina solar em operação no Brasil e uma das maiores do mundo. Seguindo essa linha, recentemente, a Cemig anunciou que planeja investir R$ 4 bilhões na instalação de uma planta integrada para a produção de energia fotovoltaica no Estado, que inclui a instalação de uma fábrica para a produção local das placas e demais equipamentos necessários, em um acordo que prevê transferência de tecnologia no estado da arte. A Companhia está buscando parceiros para viabilizar o projeto.

Com investimentos, incentivos e foco no desenvolvimento de novas tecnologias para geração de energia elétrica, o Brasil pode dar um grande passo para diminuir a dependência da hidrologia e elevar o grau de confiabilidade do sistema elétrico. E Minas Gerais estará liderando esse processo.

* Mauro Borges Lemos é diretor-presidente da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig)

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Navigating the road to positive-energy buildings

Fonte (Source): Consulting – Specifying Engineer

Por (By): Andrew Solberg, Coy Miller, and Keith Kibbee, CH2M

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Implementing key enablers, high-performance manufacturing or industrial buildings can become extremely efficient.

Learning objectives

  • Define net zero energy building (NZEB) and positive-energy building (PEB).
  • Identify key enablers to the realization of PEBs.
  • Describe PEB solutions for manufacturing/industrial buildings.

Green building programs can be credited for bringing together a diverse group of stakeholders that are responsible for the design and operation of the built environment, and creating an informed conversation around the value of holistic building design. Green building rating programs and standards—including the U.S. Green Building Council LEED program (U.S.), Living Building Challenge(U.S.), BREEAM (U.K.), HQE (France), ESTIDAMA (United Arab Emirates), CASBEE (Japan), GreenMark (Singapore)—have energy efficiency requirements, as well as additional credits associated with energy demand reduction. These programs also reward participants for installing on-site renewable energy systems, and sourcing offsite macrogrid renewable energy. Building rating programs have contributed to the plethora of energy-efficient buildings worldwide. They have facilitated the identification of key efficiency strategies and propagation of cutting-edge technologies while creating a demand for on-site and offsite renewable energy. They have opened the door for the next generation of green buildings—buildings that are energy-positive and harvest more energy than they consume. Positive is the new green.

Whether a building is deemed green, smart, intelligent, or high-performance, efficient use of energy resources will undoubtedly be at the core of the design, and rightly so. Buildings and their systems consume more energy and generate more emissions than any other sector in the U.S., and likely the world. Combined, residential and commercial buildings account for nearly 30% of the total energy use in the U.S., industry accounts for about 33% (8% building systems and 25% manufacturing processes), and transportation consumes the remaining 37% (25% vehicles and 12% air-marine-rail-pipeline transport).

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Thus, buildings account for approximately 38% of U.S. energy consumption today. With increasing electrification of vehicles, transportation loads will likely shift from the gas pump to electrical meters, resulting in more than 40% of U.S. energy consumption occurring behind the meters of buildings in coming years (see Figure 1). This concentration of load behind the meters of buildings provides a clear opportunity—and responsibility—for building owners, architects, engineers, financiers, and constructors to significantly change how energy is consumed and generated in the U.S. In doing so, they also have tremendous positive impact on built infrastructure operational costs, reducing air emissions, and enabling new technology. A net zero energy building (NZEB) generates enough renewable energy on-site to equal its annual energy use. A positive-energy building (PEB) produces more energy from on-site renewable sources than it consumes. The level of excess energy should be sufficiently high to offset the embodied energy of the building infrastructure over the building’s lifetime. In either case, grid connection is allowed and power is delivered to or extracted from the grid. Energy storage may be deployed to control the timing and amount of grid power used.

The benefits of net positive

PEBs are the pinnacle of green building design. There is no question regarding the sustainability of buildings that produce more energy than they consume. PEBs are expanding the conversation regarding high-performance buildings. A green building’s effectiveness must include not only the operational energy but also the embodied energy of the building materials. By considering the embodied energy, we capture the ultimate footprint of a building, from concept to present operation. A PEB’s excess energy has the potential to offset its own embodied energy, and to pay off historical energy debts.

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Embodied energy within building materials will be reduced in the future as materials are created in net positive manufacturing facilities and material transportation systems. PEB’s excess

energy also has the potential to offset the building occupants’ transportation energy used in commuting to and from the building. It is already the case where electric vehicle owners charge at home where they have rooftop photovoltaic (PV) arrays, and charge at work based on parking lot PV arrays. The energy payback and emission/resource offsets are, undoubtedly, the marked benefits of PEBs.

Driver of green industry

The single goal of creating a PEB is to simplify the design process, essentially liberating the design team from the burden of estimating percent savings over a hypothetical baseline model for the purpose of achieving a green building ranking. When the goal is net zero energy, or positive energy, a different approach is embedded in the design process. With more stringent design conditions, engineers begin from a budget based on available energy that can be harvested and stored on-site. These conditions drive efficient design by holding the process accountable to the availability of limited resources. Additional costs associated with on-site energy systems and advanced building materials are often paid back over the lifetime of the building by the power produced by the building after construction. Therefore, PEBs increase the demand for higher cost, more advanced materials by balancing the lifecycle costs of the project, ultimately bolstering the market for high-performance building technology.

Fringe benefits

Arguably, one could make sustainability claims solely based on achieving a PEB alone. However, there are many other facets of green building, such as indoor air quality, daylighting, and positive community feedback, that could be overlooked if the focus is on energy alone. Therefore, it is worth mentioning that positive-energy design will likely enhance the greater quality of the edifice. The need for more efficient lighting will enhance daylighting, the benefits of which have become common knowledge. Research, such as that conducted by the Lighting Research Center in Troy, N.Y., has shown that daylighting increases occupant comfort and productivity, and provides the proper stimulation to regulate healthy circadian rhythms. Indoor air quality may be improved as well by shifting the traditional approach to more efficient ways of controlling interior conditions. For example, use of natural ventilation can help reduce symptoms of sick building syndrome by decreasing concentrations of pollutants from indoor sources. Finally, PEBs will enhance a community’s perception and value of the buildings they interact with, leading to community support and positive feedback. Ultimately, the fringe benefits beyond energy balance should not be overlooked.

Vision

The first step to creating net zero and positive-energy buildings is simply having the vision, and articulating it in such a way that stakeholders completely understand the benefits. Many companies are doing so. References and examples that illustrate the benefits and costs of high-performance buildings are leading the charge to achieving energy balance. IntelMicrosoftAppleProctor & GambleGoogle, and others have declared their commitment to becoming carbon neutral. They recognize the value in green building and are leading the way by aspiring and planning for energy balance. For example, Tesla has recently announced plans to construct a massive “gigafactory,” a facility that will produce finished battery packs on a large scale from raw materials. The process of manufacturing these batteries is an energy-intensive process that traditionally relies on cheap, highly polluting sources. However, Tesla’s new facility will be powered largely by on-site renewable energy generation, mostly wind and PV. Tesla’s internal studies suggest that the carbon footprint of a single battery pack from the gigafactory will be completely offset after 10,000 miles of driving in its Model S, potentially making the battery the most carbon-neutral component in the vehicle.

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O consumo de energia nas edificações no Brasil

Fonte: Condomínios Verdes

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Um dos principais desafios do país e dos clientes consumidores de energia atualmente é encontrar soluções céleres, econômicas e significativas para superar as dificuldades em relação ao cenário energético e hídrico que preocupa a sociedade e influencia nosso desenvolvimento econômico. O custo de energia está alto e vai aumentar ainda mais. Existem duas formas básicas de se obter mais energia: produzindo a mesma através de um dos mecanismos disponíveis na matriz energética brasileira (hidroelétricas, termoelétricas, usinas nucleares, dentre outros) ou otimizando racionalmente o uso da energia atual. A primeira solução demanda tempo e altos investimentos o que não resolveria a curto e médio prazo a situação. Utilizar melhor a energia através da execução de projetos de eficiência energética é uma forma rápida e de custo muito menor.

Analisando o tema, conforme o BEN 2015 (Balanço Energético Nacional), nossas edificações (no segmento industrial, comercial, serviços, residencial e público) são identificadas como a principal demanda de eletricidade do país, responsável pelo consumo de cerca de 50% do total. Todavia, através do movimento de construção sustentável, onde eficiência energética desponta como um dos principais temas, as edificações deixam de ser apresentadas como grandes consumidores de energia, tornando-se a principal solução do problema energético nacional.

Cresce no país a mobilização de organizações e associações trabalhando no incentivo a práticas de construção sustentável e economia de energia. Dentre as principais atividades destes grupos há a promoção de sistemas de certificação e etiquetagem de edificações projetadas e construídas buscando maximizar seu desempenho energético, bem como atividades de readequação energética de edificações existentes.

Atualmente temos 224 edificações certificadas com o LEED no Brasil e 20 certificações pelo recém-criado Selo Procel Edificações. Uma análise, considerando a média de economias comprovadas nestas edificações, mostra que sem muitos esforços adicionais as edificações brasileiras poderiam apresentar um potencial mínimo de redução de 30% ou mais.

Considerando o total de energia elétrica disponibilizada no país, descontadas as perdas, o consumo no Brasil chega a 516,6 TWh, deste valor 258 TWh, ou o equivalente a R$ 60 bilhões são consumidos apenas pelas edificações. O potencial de redução de consumo nos prédios green buildings é cerca de 77,49 TWh, fomentado por uma política integrada de eficiência energética que englobe construção, reforma e operação das edificações, sem grandes investimentos e ótimas taxas de retorno. Ou seja, praticamente o montante da energia produzida pela usina de Itaipu. Também significaria reduzir em 65% o uso de termoelétricas, reduzindo emissões poluentes e economizando quantias financeiras relevantes aos cofres públicos.

Para o cliente final é uma redução de R$ 18 bilhões onde o principal sistema consumidor é o sistema de climatização.

Os proprietários de imóveis devem se informar e estar atentos ao fenômeno da crescente conscientização dos ocupantes e perda de competitividade frente aos novos empreendimentos que se diferenciam em face a eficiência operacional. O mercado de eficiência nas edificações possui vantagens sociais, ambientais e principalmente econômicas. Em muitos casos a readequação energética, além de não envolver grandes investimentos e em todos eles termos ótimas taxas de retorno econômico, existem inúmeros benefícios diretos e indiretos para o Governo, iniciativa privada e sociedade.

Com isso, o Brasil possuirá todas as condições de superar os atuais desafios energéticos, sendo a eficiência a principal solução. A ineficiência energética sugere grande desperdício de dinheiro e oportunidades, certo que as ações de correção deste cenário irão inserir estes valores, que até então encontram-se perdidos, na economia, gerando emprego, elevando o padrão técnico do setor, mitigando impactos sócio ambientais negativos e melhorando a qualidade de vida.

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