Proteção e combate a incêndio

Vejam no último post a triste história do Museu da Língua Portuguesa em SP, praticamente destruído por um incêndio ainda sob a análise de peritos…

Mais uma tragédia entre tantas outras já ocorridas no Brasil e no mundo…

Este tipo de situação trás à tona a questão envolvendo a “confiabilidade” de sistemas de detecção e combate a incêndio em empreendimentos que se encontram ocupados e em plena operação, ainda que tenham sido adequadamente projetados e instalados. Confiabilidade esta que se obrem a partir de alguns fatores, tais como:

  • O conhecimento do projeto e instalações e, principalmente, do desempenho e condições operacionais previstas para o sistema (como foram idealizados para operar)
  • A operação dos sistemas conforme previsto em projeto, mantendo a equipe local constantemente treinada
  • A adequada manutenção de todo o sistema, conforme Plano estabelecido
  • A programação periódica de testes funcionais e simulação de ocorrências (manutenção detectiva)
  • A avaliação periódica de desempenho dos sistemas

Ou seja, não bastará termos os sistemas de combate instalados e aprovados “lá atrás” pelo corpo de bombeiros, durante o processo de obtenção do AVCB….

O desempenho de um sistema dependerá sim das atividades acima e da atuação do gestor e equipe local ao longo de TODA A VIDA ÚTIL DO SISTEMA.

A grande questão é….será que estamos cuidando de nossos sistemas da forma adequada?

 

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Sobre Alexandre Fontes

Alexandre Fontes é formado em Engenharia Mecânica e Engenharia de Produção pela Faculdade de Engenharia Industrial FEI, além de pós-graduado em Refrigeração & Ar Condicionado pela mesma entidade. Desde 1987, atua na implantação, na gestão e na auditoria técnica de contratos e processos de manutenção. É professor da cadeira "Comissionamento, Medição & Verificação" no MBA - Construções Sustentáveis (UNICID / INBEC), professor na cadeira "Gestão da Operação & Manutenção" pela FDTE (USP) / CORENET e professor da cadeira "Operação & Manutenção Predial" no curso de Pós Graduação em Avaliação e Perícias de Engenharia pelo IBAPE / MACKENZIE. Desde 2001, atua como consultor em engenharia de operação e manutenção.
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