PNUD Brasil prorroga licitação para estudo sobre eficiência energética

Fonte: Procel Info

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O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD Brasil) prorrogou o prazo para apresentação de propostas do processo de licitação para realização de um Estudo de Mercado para identificar obstáculos e soluções para utilização do Mecanismo de Garantia de Eficiência Energética (EEGM) no mercado financeiro brasileiro. As propostas podem ser entregues pessoalmente até às 18 horas do dia 24 de fevereiro na sede da PNUD, em Brasília, ou enviadas pelo correio ou por e-mail e-mail.

Os interessados podem obter mais informações acessando a chamada pública neste link neste link ou pelo e-mail licitacoes.jof@un.org.br .

Serviço

Licitação para Estudo de Mercado para identificar obstáculos e soluções para utilização do Mecanismo de Garantia de Eficiência Energética (EEGM)

Prazo para a entrega das propostas: até às 18 horas do dia 24 de fevereiro

Local: Casa das Nações Unidas no Brasil – Setor de Embaixadas Norte, Quadra 802, Conjunto C, Lote 17 – Complexo Sergio Vieira de Mello, Módulo I, Prédio Zilda Arns, Salas 117 a 123 CEP 70.800-400 – Brasília, DF – Brasil

Edital da chamada pública: clique aqui

Informações: (61) 3038-9300 ou pelo e-mail licitacoes.jof@un.org.br

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ABRAFAC realizará o primeiro FM Tatics do ano!!

Clique no informativo abaixo e seja redirecionado ao site para mais informações.

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ASHRAE divulga dois novos Student Branches no Brasil: Porto Alegre e Belo Horizonte

Além das atividades desenvolvidas pela ASHRAE através de seu Chapter Brasil, a instituição norte-americana tem investido bastante na área acadêmica, atraindo a participação de universidades e estudantes em seu projeto mundial “Student Branches”.

Assim como ocorre em outras  instituições que têm como um de seus pilares a difusão de conhecimento, a ASHRAE matém uma categoria de associados estudantes, coordenando a partir dos EUA o estabelecimento (aprovação) e operacionalização de seus Student Branches em todo o mundo.

Este projeto oferece aos membros estudantes a oportunidade para interagir e fazer o seu network com membros locais da ASHRAE, participar em visitas técnicas guiadas, ter acesso à pa;estrantes convidados, apresentar “papers” de cunho técnico e de interagir com outros estudantes com o mesmo interesse.

Para se estabelecer um “Student Branch” a ASHRAE deve aprovar todas as solicitações de forma centralizada, através de sua diretoria específica nos EUA, sendo necessário manter um coordenador local.

No Brasil…

Já há alguns anos, o coordenador do Srudent Branches no Brasil vem desenvolvendo um trabalho fantástico com estudantes, o que já lhe rendeu inclusive o reconhecimento pela diretoria nos EUA. Os grupos já estabelecidos e em plena atividade (SP, RJ, DF e FOR) têm sido bastante atuantes, tendo os seus trabalhos e atividades constantemente divulgadas.

Nesta última semana, a ASHRAE autorizou o estabelecimento dos dois novos “SB”, sendo um em Porto Alegre – RS e o outro em Belo Horizonte – MG.

Parabéns à ASHRAE e ao seu responsável local pelo projeto Walter Lenzi!

Segue abaixo a mensagem de divulgação:

Membros ASHRAE Brasil,

 Temos a satisfação de informar-lhes que foram aprovados e formalizados os Student Branches de Porto Alegre (RS) e Belo Horizonte (MG) na ultima reunião do conselho ASHRAE em Janeiro 2017 em Las Vegas. 

Assim contamos hoje no Brasil com 6 ASHRAE student Branches (SP, RJ, BH, DF, FOR, POA) formados com seus respectivos SB Advisor (professor-orientador) presidente estudante, tesoureiro, secretario. Os mesmo tem realizado atividades dentro e fora das universidades e estão em pleno trabalho e desenvolvimento.

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Participe, apoie e indique novos estudantes para participar. Os estudantes podem ser de graduação, pôs, mestrado ou doutorado. 

Segue resumo dos grupos foto 2016 e calendário de atividades das quais os estudantes participarão.

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Obrigado pelo apoio, continue apoiando-nos em 2017!!!

As empresas em cada localidade que quiserem apoiar as ações dos estudantes favor contatar nos que repassamos para o grupo local.

 

 

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Brasil sobe em ranking de eólica

Fonte: DCI

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No ranking dos dez países com mais capacidade instalada total de energia eólica, o Brasil subiu uma posição e aparece como o nono colocado, com 10,74 GW, ultrapassando a Itália, que está com 9,2 GW. O ranking “Global Wind Statistics 2016” foi elaborado pelo Global World Energy Council (GWEC) e divulgado na sexta (10). O documento anual com dados mundiais de energia eólica mostra que, em 2016, foram adicionados 54,6 GW de potência eólica à produção mundial, totalizando 486,7 GW de capacidade instalada. Até 2020, o País poderá alcançar 18 GW, considerando os contratos já realizados e novos leilões.

Importância dos leilões

“O importante agora é que novos leilões sejam de fato realizados nos próximos meses, já que em 2016 não tivemos nenhum leilão de energia eólica, pela primeira vez desde que esta fonte começou a participar de leilões em 2009″, afirma Elbia Gannoum, presidente executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica). “É um momento importante para o setor, que trabalha junto ao governo para defender a importância de novos leilões de energia eólica para sustentar a cadeia produtiva e ampliar a segurança energética.”

Alienação fiduciária …

O índice de recuperação de créditos imobiliários é superior a 95% quando a execução da alienação fiduciária em garantia é realizada por meio dos cartórios de Registro de Imóveis, mostra levantamento da Caixa Econômica Federal. De acordo com defensores da ferramenta, ela agiliza o procedimento que, em alguns casos, poderia levar até 12 anos, se realizado pelo Poder Judiciário. E as instituições de crédito e os tomadores de empréstimo desfrutam de previsibilidade, facilitando concessão de financiamentos para compra da casa própria ou para mercado produtivo.

… e crédito imobiliário

No Grande ABC Paulista, por exemplo, a Caixa se utiliza deste serviço e o gerente regional de Construção Civil do banco para a região, Rafael Arcanjo, ressalta que a alienação fiduciária, sem dúvida foi uma das medidas que alavancou o crédito imobiliário no Brasil. “Segurança jurídica, rapidez e eficiência na recuperação do crédito trazidas por esse instituto possibilitam baixos índices de inadimplência, facilitando a captação de novos fundings e redução das taxas de juros aplicadas. Com mais recursos disponíveis e menores taxas toda a população é beneficiada”, concluiu.

Certificação no Mercosul

Protocolo firmado em março passado entre os governos dos países do Mercosul e o Chile para validar documentos digitais no comércio entre o grupo facilitará muito o comércio e o relacionamento entre os países do Cone Sul, agilizando o comércio e reduzindo custos com segurança, diz Antonio Sérgio Cangiano, diretor-executivo da Associação Nacional de Certificação Digital (ANCD). Para ele, é o reconhecimento de que este é um instrumento extremamente confiável e que permite abreviar e desburocratizar procedimentos, com custo final sustentável.

Editora-fechamento

Liliana Lavoratti

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A automação e o resultado de seu negócio

Em uma newsletter desta semana do PROCEL, a instituição aborda o tema “economize energia com a automação empresarial” (clique aqui para ler o artigo em sua fonte), sendo esta, sem sombra de dúvidas, uma importante e adequada ferramenta para se obter ótimos resultados em sua operação.

Entretanto, verifica-se também uma realidade bastante diferente do esperado, onde sistemas de automação são inadequadamente operados e frequentemente esquecidos, ou não atualizados…

Entre estes riscos, nos deparamos com a falta de técnicos comandando a sua efetiva operação (geralmente delegada à jovens que desconhecem os sistemas que operam ou agentes de segurança que também possuem outro foco), com a desconexão de sua operação e a gestão efetiva dos recursos e sistemas e com a ausência de uma preocupação quanto a sua atualização tecnológica.

Enquanto em alguns países (EUA, Inglaterra, etc) existe a latente demanda por um maior e melhor controle da operação (viés de resultado operacional, conforto para o usuário, confiabilidade de sistemas, monitoramento dos recursos e eficiência energética), tratamos este tema por aqui como um elemento de marketing durante o lançamento ou a comercialização de espaços, o que culmina com a obsolescência destes sistemas e a consequente perda gradual de suas funcionalidades em poucos anos.

É muito importante que acordemos para esta premente necessidade, para que tratemos esta ferramenta e sua operação de forma diferenciada.

Apenas como referência, existem operações nos EUA que já contemplam em seus budgets (orçamentos anuais) a atualização tecnológica destes sistemas a cada 3 ou 5 anos, além da contínua preocupação com a calibragem e aferição de controles no campo, sem os quais se obterá um monitoramento e controle duvidosos.

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Eficiência energética é tema de cursos gratuitos

Fonte: Procel Info

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O Ministério do Meio Ambiente (MMA), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), vai oferecer ao longo do ano, em vários estados brasileiros, treinamentos em medição e verificação, com o objetivo de capacitar profissionais na área de eficiência energética. Os interessados devem participar de processo seletivo, mediante envio de inscrição, de acordo com o edital.

Os temas do curso são: Certificação Internacional de Profissional em Medição e Verificação CMVP (Curso CMVP), com 30 horas (incluindo o exame de certificação de 4h), e Guia de Medição e Verificação do Programa de Eficiência Energética (PEE) da Aneel (Curso Guia M&V), com 24 horas (distribuídas em três dias consecutivos).

Até o dia 19 de fevereiro, os interessados podem se inscrever para o Curso CMVP, em Recife (PE), com aulas entre 21 e 24 de março. O prazo é o mesmo para o Curso Guia M&V, que acontecerá em Porto Alegre (RS), de 4 a 6 de abril.

Já para o curso CMVP em Porto Alegre, que acontece de 17 a 20 de abril, e para o Curso Guia M&V no Rio de Janeiro (RJ), de 9 a 11 de maio, as inscrições ficam abertas até o dia 12 de março.

As vagas são limitadas e as inscrições gratuitas. Os participantes se responsabilizam apenas pelos seus custos pessoais (passagens, traslados, acomodação e alimentação).

FERRAMENTA

Eficiência energética é uma importante ferramenta para mitigação das emissões de gases de efeito estufa (GEEs), assim como para uma melhor gestão energética com capacidade de proporcionar a redução de gastos com energia elétrica.

Para atestá-la é necessário fazer a medição e verificação dos resultados seguindo metodologias padronizadas e utilizadas amplamente nos mercados nacional e internacional.

* Com informações do Ministério do Meio Ambiente

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Designing architecture with solar building envelopes – Projetos arquitetônicos com fachadas “solares”

Fonte: Nanowerk News (divulgação ASHRAE)

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As part of the ArKol – development of architecturally highly integrated façade collectors with heat pipes project, Fraunhofer ISE together with its partners is developing two new-style façade collectors from the concept through to readiness for application. Both developments are intended to be much more flexibly integratable into the building envelope than standard collectors currently on the market, and in this way make the architectural integration of solar collectors in façades more attractive.

Through the multifunctional nature of the building envelope and the use of mass-produced sub-components, the costs of solar generated heat are however far lower than those of conventional solar thermal collectors. In recent months, the project team has been able to specify two highly promising approaches to the problem. On the one hand, it is working on a strip collector for which the distance and the material between the strips can be freely selected. On the other, a solar thermal blind is created which can be inserted between glass panels.

Both developments use heat pipes with a dry thermal connection to the collection duct, and in so doing enable a flexible design of the solar collector. As a result, the collectors can be optimally integrated into standard building envelopes.

Architectural design diversity: strip collector

The first product concept consists of strip-shaped heat pipe collectors which are variable in length and which can be attached flexibly. The heat pipe concept is designed to enable all alignments, including in the horizontal direction.

Read more: Designing architecture with solar building envelopes

 

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Personagens em um comissionamento…

Muita confusão se faz ao redor dos personagens em um processo de comissionamento, principalmente em função de algumas expressões que “importamos” do linguajar norte-americano…

Usualmente, conhecemos como COMISSIONADOR a empresa que contratamos para conduzir e executar o processo de controle de qualidade em nossas obras e instalações, tendo como foco assegurar com que o sistema idealizado seja devidamente projetado, adquirido, instalado e posto à funcionar e desempenhar conforme previsto no projeto.

Este é um personagem bastante conhecido em comissionamentos elétricos, em ar condicionado, hidráulica, automação e equipamentos ou sistemas específicos, tais como usinas de geração, de tratamento de esgotos, etc…

Surgiram porém outras expressões em nossos vocabulários que requerem um maior esclarecimento:

  • Agente de Comissionamento ou Autoridade de Comissionamento: Do norte-americano “Commissioning Authority”, este personagem representa o profissional ou conjunto de profissionais especialistas em suas modalidades, contratado(s) pelo proprietário do empreendimento para especificar, acompanhar e validar o respectivo processo de comissionamento, conduzindo o trabalho de ponta a ponta. Trata-se de uma nova figura inserida em nosso contexto tupiniquim com a chegada das certificações verdes ao Brasil, sendo esta uma figura extremamente importante em um processo bem desenhado.
  • Time de Comissionamento: Trata-se do grupo de profissionais formados ainda no início do processo, reunindo os representantes das diferentes empresas envolvidas – proprietário, projetistas, construtora, gerenciadora, instaladoras, empresas de comissionamento ou comissionadores, autoridade de comissionamento e representantes da operação e manutenção. Segundo o conceito norte-americano, este time deverá ser constituido na fase inicial do processo, encorpando-se ao longo do projeto com a chegada das demais empresas (instaladoras, etc), sendo ele responsável por também assegurar não só a qualidade e bom resultado, como principalmente a ágil comunicação e atuação sobre as eventuais não conformidades ou esclarecimentos de dúvidas / ajustes.

Por fim, torna-se importante ressaltar que a lisura e maior confiabilidade no processo requer com que contrate-se comissionadores e autoridades de comissionamento isentas de interesses durante as diferentes fases de um projeto. Em outras palavras, não se recomenda que, por exemplo, tenhamos uma autoridade de comissionamento relacionada ao projetista ou a construtora e instaladora, uma vez que será sua a responsabilidade de avaliar e controlar a qualidade em todo o processo.

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Requisitos para Bancos de Baterias – Storage battery requirements

Fonte (Source): Consulting-Specifying Engineers

Por (By): John Yoon, LEED AP ID+C, McGuire Engineers Inc., Chicago

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In the eyes of life safety codes, the value of a building’s contents is never greater than the safety of the public. However, when uninterruptible power supply (UPS) systems are specified for data centers, uptime requirements are often the emphasis and this guiding principal is lost.

The batteries associated with UPS systems represent an unusual hazard. Remember that lead-acid batteries are devices that store incredible amounts of energy in a chemical form. In the course of normal operation, all lead-acid batteries generate hydrogen gas. Hydrogen gas is unusually reactive and reaches explosive concentrations at 4% by volume. This minimum concentration is referred as the lower explosive limit (LEL). While certain designs, such as valve-regulated lead-acid (VRLA) batteries, dramatically reduce the amount of hydrogen released into the environment (as compared with traditional wet/flooded cell batteries) during normal charging and discharge cycles, there are still code requirements to address this potential hydrogen hazard.

Two primary fire codes (International Fire Code (IFC) and NFPA 1: Fire Code) define the appropriate construction and supporting infrastructure that must be provided for storage battery rooms. These requirements often are overlooked because they are addressed in codes that aren’t regularly reviewed by electrical and mechanical engineers. It should be noted that emerging UPS battery technologies, such as lithium-ion (Li-ion), are also included.

The following is a short summary of the requirements in these codes for stationary storage battery systems. Please note that these two codes are not interchangeable.

Confirming with the AHJ is necessary to see which code has been adopted. 

IFC 2015, Section 608

Section 608 applies to stationary storage battery systems having an electrolyte capacity of more than 50 gal for flooded lead-acid, nickel-cadmium (Ni-Cd), and VRLA or more than 1,000 lb for Li-ion and lithium-metal-polymer used for facility standby power, emergency power, or UPS.

As defined by IFC 608.6.1, room ventilation:

Ventilation shall be provided in accordance with the International Mechanical Code and the following:

  1. For flooded lead-acid, flooded Ni-Cd, and VRLA batteries, the ventilation system shall be designed to limit the maximum concentration of hydrogen to 1% of the total volume of the room.
  2. Continuous ventilation shall be provided at a rate of not less than 1 cfm/sq ft of floor area of the room.

Exception: Li-ion and lithium-metal-polymer batteries shall not require additional ventilation beyond that which would normally be required for human occupancy of the space in accordance with the International Mechanical Code.

The two ventilation requirements are not an “either/or” permissive option. This is contrary to the requirements of NFPA 1.

Other generic provisions of IFC Section 608 include the following:

  • Must prevent access to unauthorized personnel. This can be accomplished by either locating in separate room or in noncombustible cabinets. They may be located in the same room with the equipment they support.
  • Must provide spill control and neutralization for batteries with free-flowing electrolyte (i.e., flooded cell batteries). No specific threshold is given, but it is assumed to apply where greater than 50 gal. Not required for VRLA or lithium.
  • Must have proper supervision of ventilation system.
  • Must have signage on door.
  • Must have smoke detection.
  • Requires thermal runaway protection for VRLA batteries.
  • Li-ion and lithium-metal batteries don’t require ventilation. 

NFPA 1-2015, Chapter 52

NFPA 1 is not as frequently adopted by municipalities as the IFC. While the basic requirements of NFPA 1 generally parallel those of the IFC, the technical provisions within NFPA 1 do have significant difference that can impacted the design of related battery ventilation systems. These requirements are as follows:

Chapter 52 applies to stationary storage battery systems having an electrolyte capacity of more than 100 gal in sprinklered buildings or 50 gal in nonsprinklered buildings for flooded lead-acid, Ni-Cd, and VRLA batteries or 1,000 lbs for Li-ion and lithium-metal-polymer batteries used for facility standby power, emergency power, or UPS. This is a significantly lower threshold than that in IFC.

NFPA 1, 52.3.6 Ventilation indicates:

For flooded lead-acid, flooded Ni-Cd, and VRLA batteries, ventilation shall be provided for rooms and cabinets in accordance with the International Mechanical Code and one of the following:

  1. The ventilation system shall be designed to limit the maximum concentration of hydrogen to 1% of the total volume of the room during the worst-case event of simultaneous “boost” charging of all the batteries in accordance with nationally recognized standards.
  2. Continuous ventilation shall be provided at a rate of not less than 1 cfm/sq ft of floor area of the room or cabinet.

This language allows for significantly more flexibility than IFC. Other provisions of Chapter 52 include the following, which are not addressed in the IFC:

  • In assembly, educational, detention, health care, day care, etc., battery systems shall be located in a room separate from other portions of the building and be 2-hour fire-rated.
  • Thermal runaway protection is required for lithium batteries.
  • Spill control is required where there are more than 55 gal in individual vessels or an aggregate capacity of greater than 1,000 gal.
  • The battery environment shall be controlled or analyzed to maintain temperatures in a safe operating range for the specific battery technology used. In the case of VRLA batteries, they’re typically rated for an ambient of 77˚F. Although it is not specifically stated, this effectively requires that air conditioning be provided for most battery rooms.
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ABRAFAC – FM Debate em SP

Chegamos na fase final do evento envolvendo os 3 palestrantes de hoje.

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