Cuidando de nossos edifícios e sistemas…

Os custos operacionais em uma edificação, seja ela comercial, industrial, hospitalar ou de varejo, têm assumido a sua real importância nos últimos anos e, principalmente, com o agravamento da crise econômica que assolou nosso país, assim como em função da constante necessidade de obtermos melhores resultados.

Durante todo o ciclo de vida útil em um empreendimento, sabe-se que aproximadamente 80% de seus custos podem ser atribuídos à Operação em si, o que inclui os custos com manutenção, operação, aplicação de materiais e insumos e energia / água.

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Custos Operacionais – Ciclo de Vida de um Edifício

De um forma geral, este resultado (relação de custos operacionais) se deve a alguns fatores, tais como o próprio projeto da edificação (sistemas, cargas às quais estejam submetidos, condições ou não de manutenção), a sua condição e histórico de operação (como são operados em relação ao que foram projetados), o estado / a obsolescência da edificação (eu função dos cuidados de manutenção), assim como também em função das  estratégias de O&M e de gestão utilizadas pelos profissionais que estejam a frente destas edificações.

Em outras palavras, esta relacão de custos evoluirá ou involuirá na medida em que a edificação for bem utilizada (uso e ocupação), operada e mantida ao longo de sua vida útil.

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Exemplo da curva da “banheira” – Ciclo de Vida de um Empreendimento ou sistema

Por esta razão, deve-se sempre tratar uma edificação e seus componentes como sistemas vivos, ou seja,  que adquiriram uma “forma de vida (uso e ocupação)” após a sua concepção (projeto considerando uma premissa inicial), tornando-se cada vez mais necessário com que revisem os processos e planos de trabalho envolvidos, buscando por seu melhor desempenho / performance (e resultados) ao longo das diferentes etapas de sua vida útil.

Esta análise contínua também nos auxiliará na identificação de novos investimentos (CAPEX) durante a trajetória do edifício, sempre com o foco no resultado (desempenho, conforto e segurança ao usuário, qualidade e custos na operação).

Já abordamos aqui neste blog um outro aspecto importante que se refere a “retenção do conhecimento“, o que dependerá da forma como o gestor assegurará a documentação de processos e procedimentos (itens que não podem permanecer apenas na “cabeça das pessoas”), assim como o treinamento contínuo das equipes, o que também exigirá a construção de uma matriz de capacitação.

Para concluirmos este tema, resta-nos falar mais uma vez de uma importante ferramenta na identificação de problemas na O&M de sistemas, assim como na implementação de ajustes durante o ciclo de vida: a ferramenta do COMISSIONAMENTO / RETROCOMISSIONAMENTO.

Tido por muitos como uma atividade inerente apenas à entrega de sistemas novos, o retrocomissionamento (atividade de comissionamento executada em sistemas existentes e em operação há algum tempo) contempla justamente a análise dos projetos com vistas ao momento atual do edifício (como está efetivamente sendo utilizado e ocupado), uma vez que o seu objetivo principal é trazer o desempenho de sistemas para a melhor condição possível.

Enfim, não nos faltam ferramentas, literaturas e cursos que preparem os nossos gestores para estes desafios, sendo importante que PLANEJEMOS as nossas Operacões e Manutenções sempre de uma forma estratégica, olhando para os próximos 5, 10, 20 anos da edificação e seus sistemas.

Neste sentido, a A&F Partners Consulting reeditará neste ano de 2017 alguns cursos voltados à esta capacitação de gestores e equipes de comando e supervisão, cursos estes que poderão também ser realizados “in company”.

Convidamos à todos para que conheçam um pouco mais os cursos oferecidos clicando AQUI.

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Pesquisa sobre a CONFIANÇA do profissional de MRO no mercado brasileiro

A RBM (Rede Brasileira de Manutenção lança pesquisa sobre a CONFIANÇA (Pessimismo ou Otimismo) do profissional de MRO e solicita a participação de todos (vejam a chamada a seguir):

Todos os meses fazemos uma pesquisa que visa captar a expectativa (confiança – otimismo ou pessimismo) dos profissionais da área de MRO (Maintenance, Repair, Operation).
Como sempre em nossos levantamentos, há total sigilo e respeito aos dados individuais.
As perguntas são bem objetivas, com um tempo necessário de no máximo 2 minutos para responder ao questionário.
Ao finalizar sua participação será gerado o relatório flash com suas respostas sendo comparadas com a média do mercado, com apresentação gráfica de excelente qualidade

Desde já, eu e toda a comunidade de gestão de ativos, agradecemos por sua colaboração constante.

O link da pesquisa é http://expectativasdamanutencao2017.questionpro.com

Abraços,
Paulo Walter
paulo.walter@manutencao.net

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AEA informa que faltam as últimas vagas para o curso de Gerenciamento de Facilidades em SP

Segundo a AEA, faltam poucas vagas na turma do curso de Gestão de Propriedades que ocorrerá no período de 10 de março a 8 de abril, às sextas feiras (das 14h00 às 22h30) e aos sábados (das 08h30 às 18h30).

Vejam mais detalhes no link abaixo:

http://www.aea.com.br/cursos/curso-de-gerenciamento-de-propriedades/?newsletter

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Saiba como economizar energia mesmo fora do horário de verão

Fonte: Metrópolis

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O horário de verão acabou neste domingo (19/2). Se você quiser continuar a economizar energia elétrica mesmo assim, o professor Mauricio Tavares, coordenador do curso de Engenharia Elétrica do Centro Universitário Iesb, dá algumas dicas.

De acordo com ele, medidas simples, como tirar os aparelhos eletrônicos da tomada, evitando o modo stand by, pode gerar uma economia de 12% na conta de energia elétrica. Confira outras dicas.

Fique atento

– Compre lâmpadas tipo led ou fluorescente, que apresentam um nível de eficiência energética maior do que as comuns. Procure aquelas com Selo Procel;

– Utilize moderadamente equipamentos como ar-condicionado;

– Ajuste a temperatura do chuveiro elétrico, o maior consumidor doméstico, para a posição desligado/verão;

– Na hora de comprar novos aparelhos, prefira aqueles com selo Procel ou etiqueta nível “A” de eficiência energética;

– Tire os aparelhos eletrônicos da tomada, evitando o modo stand by. Apenas essa medida pode gerar uma economia de 12% na conta de energia elétrica;

– Fique atento à manutenção do freezer e geladeira. Troque as borrachas das portas desses equipamentos sempre que necessário;

– Evite abrir a geladeira sem necessidade, pois cada vez que a porta é aberta, a temperatura no interior do aparelho aumenta e o motor precisa trabalhar mais para resfriá-la.

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Turbina inovadora gera energia barata com ondas do mar

Fonte: Engenharia Compartilhada

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Começou, no litoral da Espanha, o teste de mais uma tecnologia objetivando gerar eletricidade limpa e sustentável explorando as ondas do mar.

O projeto Opera, financiado pela União Europeia, lançou ao mar o primeiro protótipo do gerador Marmok, um novo tipo de gerador cujas turbinas podem gerar até 30 kW cada uma. O segundo protótipo deverá ser ancorado no mesmo local em 2017.

O dispositivo é descrito por seus idealizadores como um “absorvedor pontual” baseado no princípio da coluna de água oscilante – a força vem das ondas do mar, mas as turbinas são giradas por ar.

Trata-se de uma grande boia flutuante, com 5 metros de diâmetro, 42 metros de comprimento e 80 toneladas de peso. A boia, que acomoda duas turbinas com capacidade nominal de 30 kW, fica quase inteiramente submersa.

As ondas capturadas criam uma coluna de água dentro da estrutura central da boia, estrutura esta que se move como um pistão pelo movimento de ida e volta das ondas, comprimindo e descomprimindo o ar em uma câmara na parte superior do dispositivo.

O ar é então expelido pelo topo, onde é aproveitado por uma ou mais turbinas, cuja rotação aciona o gerador de eletricidade.

“Este projeto colaborativo europeu de demonstração da energia das ondas irá produzir dados importantes, que permitirão a próxima fase de comercialização da produção de energia a partir do oceano,” disse Lars Johanning, da Universidade de Exeter e principal pesquisador do projeto.

A propósito, um dos grandes argumentos da equipe é que este dispositivo deverá produzir eletricidade a um custo muito baixo – eventualmente o menor custo dentre os vários projetos de geração de energia no mar atualmente em testes na Europa, envolvendo exploração das ondas, das marés e das correntes oceânicas.

A grande diferença é que trata-se de um projeto público, com dados compartilhados entre pesquisadores de várias universidades, enquanto a maioria dos outros testes são empreendimentos privados, o que torna virtualmente impossível dispor de dados confiáveis que permitam comparar as diversas tecnologias e traçar planos de longo prazo para a geração sustentável de energia.

No geral, o projeto Opera pretende desenvolver tecnologias que permitam uma redução de 50% nos custos operacionais em mar aberto, acelerando assim o estabelecimento de padrões internacionais e reduzindo as incertezas tecnológicas e os riscos técnicos e empresariais para adoção da tecnologia em larga escala.

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Participe da pesquisa nacional sobre as expectativas dos profissionais de manutenção

Segue abaixo a chamada da RBM – Rede Brasileira de Manutenção :

http://expectativasic-mro.questionpro.com/ 

participe da pesquisa Nacional sobre as expectativas dos profissionais da Manutenção quanto ao ambiente de trabalho e desenvolvimento de negócios na área. Seu relatório completo e gratuito sai na hora.

RBM

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Últimas semanas para inscrição no programa mundial de aceleração de startups da EDP

Fonte: Procel Info

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Startups com ideias inovadoras para o setor elétrico terão até o dia 28 de fevereiro para se inscreverem no Free Electrons Global Accelerator, iniciativa do Grupo EDP realizada em parceria com outros sete players mundiais do mercado energético.

Com o programa, a EDP, empresa que atua nas áreas de geração, distribuição, comercialização e soluções em energia elétrica, visa o fomento à criação de projetos inovadores relacionados à energia limpa, eficiência energética, mobilidade elétrica, digitalização, serviços de apoio ao cliente e internet das coisas. O período de seleção ocorrerá em março e as 12 selecionadas serão divulgadas no início de abril. Os interessados podem se candidatar pelo site www.freelectrons.co.

“Visando uma estratégia de escopo global, a EDP tem monitorado o ecossistema empreendedor a fim de trazer transformações significativas para o Setor de Energia, capazes de impulsionar a competitividade da companhia. Já as Startups terão a oportunidade de estarem inseridas em um programa de alto nível para seu desenvolvimento nos principais polos de empreendedorismo do mundo” afirma Livia Brando, gestora de Estratégia e Inovação.

As startups escolhidas participarão de um programa de aceleração com duração prevista de seis meses e passarão por três módulos de um processo de “customer adoption” focado em empresas do setor de infraestrutura. Com duração de uma semana cada, as três fases serão realizadas em São Francisco/Silicon Valley, Lisboa/Dublin e Singapura.

Os 12 selecionados competirão ainda por dois prêmios que somam US$ 200 mil. O primeiro, de US$ 25 mil, será entregue aos empreendedores com o melhor pitch durante um concurso em Dublin. Por fim, ao término do programa, a equipe mais bem avaliada em todas as fases receberá US$ 175 mil e o título Free Electrons de Melhor Startup de Energia do Mundo.

O Free Electrons é resultado da parceria entre oito companhias internacionais: AusNet Services, Dubai Electricity and Water Authority (DEWA), ESB (Electricity Supply Board), EDP (Energias de Portugal), Innogy, Origin Energy, Singapore Power (SP) e Tokyo Electric Power Company (TEPCO). A iniciativa conta ainda com o apoio das aceleradoras New Energy Nexus e da Swissnex San Francisco.

Os parceiros do programa são líderes do movimento de transição para uma matriz energética limpa em mais de 40 países, representando cerca de US$ 148 bilhões em faturamento e permitindo o acesso dos empreendedores a mais de 73 milhões de clientes finais em todo o mundo.

Uma abordagem vantajosa para ambas as partes

As empresas e os aceleradores que apoiam o programa Free Electrons assumiram o compromisso de promover um futuro em que a energia é inteligente, limpa e acessível a todos. A iniciativa foi desenvolvida para que startups ligadas ao setor energético possam aperfeiçoar seus produtos e serviços, testá-los e desenvolver uma carteira de clientes global. Para isso, os parceiros disponibilizarão os seus conhecimentos, recursos e acesso à sua carteira clientes em troca de oportunidades de investimento e de parceria.

EDP e Empreendedorismo

O Grupo EDP, por meio do seu Ecossistema de Inovação e do EDP Open Innovation, apoia o empreendedorismo no setor de energia desde 2007. Nesse sentido, a empresa conta com iniciativas como o EDP Ventures (fundo de capital de risco corporativo), a EDP Starter (programa de incubação de negócios) e o desenvolvimento de diversos projetos piloto e de demonstração tecnológica via programas como P&D da Aneel, dentre outros.

* Com informações da EDP

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Artigo – Arquitetura sustentável: o que é, para que serve e como fazer?

Fonte: WWF

Por: Alessandra Barassi

Acesse aqui o artigo em sua fonte.

O significado da palavra “sustentabilidade” ainda não está muito claro no inconsciente coletivo. Então, para não complicar muito, aí vai a explicação clássica: sustentabilidade = pessoas, planeta e viabilidade econômica! Ao falarmos de arquitetura sustentável, estamos falando daquela que atende as necessidades das pessoas, respeita o planeta e é viável economicamente.

Na prática, isso quer dizer que os projetos precisam ser mais inteligentes! Edifícios devem ser confortáveis e causar menos impacto ambiental, além de ter baixos custos de execução e manutenção ao longo de sua vida útil. E para se chegar a projetos inteligentes é necessário adotar o “design integrado”, em que se equacionam vários critérios de sustentabilidade como orientação solar, ventilação natural, materiais ecológicos, uso eficiente de água e energia, gestão de resíduos, entre outros.

Há quem pense que para atender a todos esses critérios seja necessário dispor de muitos recursos. Não necessariamente. Estudos indicam que construções sustentáveis podem custar cerca 5% mais ou até custar menos, se bem projetadas (como visto no GSA LEED Cost Study, de 2004). É possível adotar estratégias passivas, que dispensam equipamentos caros e adotam soluções de desenho ainda no papel.

Em tempos de energia cara, uma preocupação corriqueira é o gasto com ar-condicionado, que pode perfeitamente ser minimizado em um bom projeto. Basta orientar as maiores janelas de uma casa para o lado onde o sol nasce e posicionar sanitários, despensas e depósitos no lado poente. Assim, a luz da manhã fica garantida com temperaturas amenas e o calor da tarde não incomoda ambientes de baixa permanência. Um exemplo simples de estratégia passiva, sem custo extra.

É claro que, conforme a escala e necessidade de cada projeto, nem sempre será possível adotar apenas estratégias passivas. Em um grande edifício corporativo, com muitas salas de trabalho, é provável que não seja possível posicionar todas as janelas para o nascente. Nesses casos, é preciso lançar mão de estratégias mecânicas de alto desempenho, como um ar condicionado central, para garantir o conforto de todos os colaboradores. Ainda assim, seria eficaz projetar uma proteção externa para as janelas do poente (os brises ou venezianas) para reduzir o calor e a frequência de uso dos condicionadores de ar.

Outra estratégia importante é a escolha de materiais ecológicos (não nocivos à saúde e de baixo impacto ambiental). No que se refere a materiais estruturais, é necessário optar por aqueles com baixas emissões de CO² no processo produtivo. A madeira, além de ser renovável, é capaz de estocar CO². No caso das tintas, vernizes e químicos em geral, há no mercado uma série de produtos à base de água, atóxicos e de baixo poder contaminante, sem qualquer custo adicional. Basta prestar atenção e fazer a escolha correta. Optar por sanitários de duplo acionamento, arejadores e restritores de vazão em lavatórios contribui para reduzir cerca de 30% do consumo usual de água. Plantas nativas nos jardins favorecem a biodiversidade e requerem menos irrigação.

Assim, para praticar arquitetura sustentável é fundamental entender as edificações como sistemas e pensar os critérios de sustentabilidade de forma integrada. Edifícios compõem bairros, cidades e países! Devem ser entendidos como integrantes do meio ambiente, que além de demandar água, energia e materiais de construção em larga escala, também demandarão infraestrutura, transporte e serviços. Portanto, um projeto sustentável prevê soluções menos impactantes em todo o ciclo de vida do edifício, inclusive o correto descarte ou reciclagem do material empregado. Pensando dessa maneira, cada projetista será também um agente de proteção do nosso planeta.

* Alessandra Barassi é arquiteta, com mestrado em Projeto e Construção Sustentável e profissional acreditada LEED. Tem mais de 15 anos de atuação no Brasil, Chile e Itália, tendo sido palestrante em eventos e conferências de grande relevância para o setor como a ExpoGBC, Sustencons, Feicon e Morar Mais por Menos, entre outros. Atualmente, presta consultoria em construção sustentável e certificação LEED.

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Rede Brasileira de Manutenção lembra a todos sobre as pesquisas ainda abertas e solicita a sua colaboração

A RBM (Rede Brasileira de Manutenção) encaminhou nesta segunda um email aos inscritos em seu mailing, lembrando-os sobre a importância em participar nas presquisas ainda em aberto.

A sua participação será muito importante!! Veja a chamada e os links abaixo.

Olá, bom dia

Estamos próximos do fim do segundo mês de 2017 e parece que 2016 está longe, muito longe.

O país inteiro está mobilizado para trabalhar no presente e fazer bonito num futuro bem próximo. Nada de esperar para ter boas notícias somente daqui a 1 ou 2 anos.

Para quem está agora a frente da gestão da informação nas empresas é fundamental estar bem informado e posicionado sobre os dados que nos levam à tomada de decisões.

Por isso convidamos você a responder agora as três pesquisas que estamos conduzindo pela RBM – Rede Brasileira de Manutenção:

TERCEIRIZAÇÃO NA MANUTENÇÃO

http://manutencaonet.acemlnc.com/lt.php?s=642302f759436a15f5c7816969cefb3b&i=156A536A10A1592

SALÁRIOS E BENEFÍCIOS NA MANUTENÇÃO http://manutencaonet.acemlnc.com/lt.php?s=642302f759436a15f5c7816969cefb3b&i=156A536A10A1590

PAINEL DE INDICADORES

http://manutencaonet.acemlnc.com/lt.php?s=642302f759436a15f5c7816969cefb3b&i=156A536A10A1591

Estes levantamentos são anuais e já por muitos anos nos retornam informações de valor sobre cada tema para nossa comunidade.

Para responder cada pesquisa não serão necessários mais que cinco minutos do seu tempo.

Assim que você finaliza as respostas de cada questionário recebe um relatório Flash e depois, uma vez que a pesquisa seja encerrada, receberá em seu e.mail um relatório completo, com números e gráficos bem detalhados.

É da nossa prática o sigilo e respeito aos dados individuais, só nos interessando a boa informação, disseminar as boas praticas e os bons resultados. É bom a nível profissional e profissional e ótimo para as nossas empresas.

Lembre-se de gravar seu relatório que é disponibilizado assim que você finalizar suas respostas.

Abraços

Equipe de Pesquisas

RBM – Rede Brasileira de Manutenção

www.manutencao.net

www.indicadoresdegestao.com

www.congressoeseminarios.com

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GRUPAS divulga o convite para a sua próxima reunião

Vejam a seguir o convite:

Prezados amigos !

Segue convite da reunião GRUPAS – BUNGE BRASIL

Data: 24 / 02 / 2017 (6ª.feira)

Hora: 8h30 às 12h00
Local:
 Edifício Atrium Faria Lima

              Rua Diogo Moreira, 184 – 14º andar – Pinheiros – São Paulo

              CEP: 05423-010 (Veja o Mapa)

Dica: Rua paralela da Av. Rebouças, à direita de quem desce no sentido

           da Marginal.

Estacionamentos Conveniados

Opção 1 – NETPARK, no edifício, R$30,00 (para o período e já com 33%

                   de desconto e com manobrisa)

Opção 2 – Estacionamento de 3ºs, ao lado R$25,00 (preço fixo, sem

                   pavimentação, sem manobrista)

Agenda do dia:

– 08:30h – Recepção dos convidados

– 09:00h – Apresentação BUGE (portfólio e estrutura de Facilities)

– 09:45h – Assuntos Gerais Grupas

– 10:10h – Coffe-break / Networking

– 10:30h – Tema da Palestra: Sem Crise, veja as oportunidades!

                   Palestrante: Celso T. Saito

– 11:15h – Tour pela edificação e encerramento

Briefing da empresa anfitriã: ,

Uma das maiores empresas de alimentos e agronegócios do país. A Bunge está no Brasil há 110 anos. Possui diversass instalações, entre fábricas, usinas, moinhos, portos, centros de distribuição e silos, em 17 estados e no Distrito Federal. O edifício Atrium Faria Lima, faz parte da restrita lista dos 79 empreendimentos brasileiros que possuem o principal selo de construção sustentável do mundo – a certificação LEED.

Bem, agora é contingo, acesse o link abaixo e confirme sua presença, afinal “A RAZÃO DO GRUPAS É VOCÊ”. 

Vagas limitadas!

PARA CONFIRMAR SUA PRESENÇA CLIQUE AQUI <<<

Atenciosamente,
Severiano Santos 
Gestão 2017

presidente@grupas.com.br

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