Personagens em um comissionamento…

Muita confusão se faz ao redor dos personagens em um processo de comissionamento, principalmente em função de algumas expressões que “importamos” do linguajar norte-americano…

Usualmente, conhecemos como COMISSIONADOR a empresa que contratamos para conduzir e executar o processo de controle de qualidade em nossas obras e instalações, tendo como foco assegurar com que o sistema idealizado seja devidamente projetado, adquirido, instalado e posto à funcionar e desempenhar conforme previsto no projeto.

Este é um personagem bastante conhecido em comissionamentos elétricos, em ar condicionado, hidráulica, automação e equipamentos ou sistemas específicos, tais como usinas de geração, de tratamento de esgotos, etc…

Surgiram porém outras expressões em nossos vocabulários que requerem um maior esclarecimento:

  • Agente de Comissionamento ou Autoridade de Comissionamento: Do norte-americano “Commissioning Authority”, este personagem representa o profissional ou conjunto de profissionais especialistas em suas modalidades, contratado(s) pelo proprietário do empreendimento para especificar, acompanhar e validar o respectivo processo de comissionamento, conduzindo o trabalho de ponta a ponta. Trata-se de uma nova figura inserida em nosso contexto tupiniquim com a chegada das certificações verdes ao Brasil, sendo esta uma figura extremamente importante em um processo bem desenhado.
  • Time de Comissionamento: Trata-se do grupo de profissionais formados ainda no início do processo, reunindo os representantes das diferentes empresas envolvidas – proprietário, projetistas, construtora, gerenciadora, instaladoras, empresas de comissionamento ou comissionadores, autoridade de comissionamento e representantes da operação e manutenção. Segundo o conceito norte-americano, este time deverá ser constituido na fase inicial do processo, encorpando-se ao longo do projeto com a chegada das demais empresas (instaladoras, etc), sendo ele responsável por também assegurar não só a qualidade e bom resultado, como principalmente a ágil comunicação e atuação sobre as eventuais não conformidades ou esclarecimentos de dúvidas / ajustes.

Por fim, torna-se importante ressaltar que a lisura e maior confiabilidade no processo requer com que contrate-se comissionadores e autoridades de comissionamento isentas de interesses durante as diferentes fases de um projeto. Em outras palavras, não se recomenda que, por exemplo, tenhamos uma autoridade de comissionamento relacionada ao projetista ou a construtora e instaladora, uma vez que será sua a responsabilidade de avaliar e controlar a qualidade em todo o processo.

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Requisitos para Bancos de Baterias – Storage battery requirements

Fonte (Source): Consulting-Specifying Engineers

Por (By): John Yoon, LEED AP ID+C, McGuire Engineers Inc., Chicago

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In the eyes of life safety codes, the value of a building’s contents is never greater than the safety of the public. However, when uninterruptible power supply (UPS) systems are specified for data centers, uptime requirements are often the emphasis and this guiding principal is lost.

The batteries associated with UPS systems represent an unusual hazard. Remember that lead-acid batteries are devices that store incredible amounts of energy in a chemical form. In the course of normal operation, all lead-acid batteries generate hydrogen gas. Hydrogen gas is unusually reactive and reaches explosive concentrations at 4% by volume. This minimum concentration is referred as the lower explosive limit (LEL). While certain designs, such as valve-regulated lead-acid (VRLA) batteries, dramatically reduce the amount of hydrogen released into the environment (as compared with traditional wet/flooded cell batteries) during normal charging and discharge cycles, there are still code requirements to address this potential hydrogen hazard.

Two primary fire codes (International Fire Code (IFC) and NFPA 1: Fire Code) define the appropriate construction and supporting infrastructure that must be provided for storage battery rooms. These requirements often are overlooked because they are addressed in codes that aren’t regularly reviewed by electrical and mechanical engineers. It should be noted that emerging UPS battery technologies, such as lithium-ion (Li-ion), are also included.

The following is a short summary of the requirements in these codes for stationary storage battery systems. Please note that these two codes are not interchangeable.

Confirming with the AHJ is necessary to see which code has been adopted. 

IFC 2015, Section 608

Section 608 applies to stationary storage battery systems having an electrolyte capacity of more than 50 gal for flooded lead-acid, nickel-cadmium (Ni-Cd), and VRLA or more than 1,000 lb for Li-ion and lithium-metal-polymer used for facility standby power, emergency power, or UPS.

As defined by IFC 608.6.1, room ventilation:

Ventilation shall be provided in accordance with the International Mechanical Code and the following:

  1. For flooded lead-acid, flooded Ni-Cd, and VRLA batteries, the ventilation system shall be designed to limit the maximum concentration of hydrogen to 1% of the total volume of the room.
  2. Continuous ventilation shall be provided at a rate of not less than 1 cfm/sq ft of floor area of the room.

Exception: Li-ion and lithium-metal-polymer batteries shall not require additional ventilation beyond that which would normally be required for human occupancy of the space in accordance with the International Mechanical Code.

The two ventilation requirements are not an “either/or” permissive option. This is contrary to the requirements of NFPA 1.

Other generic provisions of IFC Section 608 include the following:

  • Must prevent access to unauthorized personnel. This can be accomplished by either locating in separate room or in noncombustible cabinets. They may be located in the same room with the equipment they support.
  • Must provide spill control and neutralization for batteries with free-flowing electrolyte (i.e., flooded cell batteries). No specific threshold is given, but it is assumed to apply where greater than 50 gal. Not required for VRLA or lithium.
  • Must have proper supervision of ventilation system.
  • Must have signage on door.
  • Must have smoke detection.
  • Requires thermal runaway protection for VRLA batteries.
  • Li-ion and lithium-metal batteries don’t require ventilation. 

NFPA 1-2015, Chapter 52

NFPA 1 is not as frequently adopted by municipalities as the IFC. While the basic requirements of NFPA 1 generally parallel those of the IFC, the technical provisions within NFPA 1 do have significant difference that can impacted the design of related battery ventilation systems. These requirements are as follows:

Chapter 52 applies to stationary storage battery systems having an electrolyte capacity of more than 100 gal in sprinklered buildings or 50 gal in nonsprinklered buildings for flooded lead-acid, Ni-Cd, and VRLA batteries or 1,000 lbs for Li-ion and lithium-metal-polymer batteries used for facility standby power, emergency power, or UPS. This is a significantly lower threshold than that in IFC.

NFPA 1, 52.3.6 Ventilation indicates:

For flooded lead-acid, flooded Ni-Cd, and VRLA batteries, ventilation shall be provided for rooms and cabinets in accordance with the International Mechanical Code and one of the following:

  1. The ventilation system shall be designed to limit the maximum concentration of hydrogen to 1% of the total volume of the room during the worst-case event of simultaneous “boost” charging of all the batteries in accordance with nationally recognized standards.
  2. Continuous ventilation shall be provided at a rate of not less than 1 cfm/sq ft of floor area of the room or cabinet.

This language allows for significantly more flexibility than IFC. Other provisions of Chapter 52 include the following, which are not addressed in the IFC:

  • In assembly, educational, detention, health care, day care, etc., battery systems shall be located in a room separate from other portions of the building and be 2-hour fire-rated.
  • Thermal runaway protection is required for lithium batteries.
  • Spill control is required where there are more than 55 gal in individual vessels or an aggregate capacity of greater than 1,000 gal.
  • The battery environment shall be controlled or analyzed to maintain temperatures in a safe operating range for the specific battery technology used. In the case of VRLA batteries, they’re typically rated for an ambient of 77˚F. Although it is not specifically stated, this effectively requires that air conditioning be provided for most battery rooms.
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ABRAFAC – FM Debate em SP

Chegamos na fase final do evento envolvendo os 3 palestrantes de hoje.

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ABRAFAC lota auditório do SECOVI em SP para falar sobre as Melhores Práticas na Gestão de Facilities

A ABRAFAC iniciou o seu ano e agenda de eventos com o seu primeiro FM Debate em São Paulo.

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Comissionamento: Como contratá-lo…

Como já dissemos por aqui, o COMISSIONAMENTO deverá abranger todas as etapas de um empreendimento, ou melhor:

  • Concepção & projetos
  • Seleção e contratação de instaladoras
  • Especificação e compra de equipamentos e sistemas
  • Construção & Instalação
  • Realização de testes funcionais, de desempenho e testes integrados
  • Recebimento e análise da documentação técnica final
  • Especificação da transição entre as etapas de obra e ocupação / operação (treinamento dos equipes)

Portanto, para que se obtenha o melhor resultado, recomenda-se a sua contratação no início do processo.

É importante ressaltar que as empresas de comissionamento necessitarão de informações sobre o empreendimento e sua futura utilização, além de algumas informações básicas como a metragem total construída. Isto se faz necessário, pois os responsáveis pelo comissionamento precisarão determinar:

  • Horas técnicas (HTs) para a análise e o acompanhamento das etapas de projetos
  • HTs para a especificação de cuidados, emissão de relatórios e execução do planejamento para o processo
  • HTs para o acompanhamento de testes em fabricantes e para o acompanhamento durante a fase de construção e instalação
  • HTs para o acompanhamento na fase de testes
  • HTs para a análise de documentos técnicos
  • HTs para a participação em reuniões periódicas com as equipes de comissionamento e gestão
  • HTs para o acompenhamento e treinamento na fase de transição

É evidente que este escopo completo poderá ser modificado pelo contratante, embora recomende-se cuidado ao se decidir por escopos reduzidos, o que poderá provocar e resultar em perda da qualidade e em resultados aquem do esperado.

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Facebook partners with New Mexico solar firms in $45 million project

Fonte: The Stack (divulgação ASHRAE News)

Por: Alice MacGregor

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Facebook has teamed up with local utility and solar energy companies as part of its commitment to green initiatives at its Los Lunas data centre in New Mexico, currently under construction.

At a gathering in Albuquerque, New Mexico’s Republican governor Susana Martinez, officials from the Public Service Company of New Mexico, as well as regional economic development leaders and representatives from local solar firm Affordable Solar, announced the $45 million (approx. £36 million) project.

The majority of the budget will cover the installation, to be coordinated by Affordable Solar. Albuquerque-based Array Technologies was also selected to provide the tracking systems for the new panels, allowing for the infrastructure to follow sun rays and maximise sun exposure.

The solar plant, which will power the social media giant’s data centre, will consist of three 10-megawatt sites made up of tens of thousands of panels. The solar project will span over half a million square feet in the first phase alone.

The first of the farms will be situated right next to the data centre and construction will begin later in 2017, for completion in January next year. All three sites of the solar project are expected to become fully operational from May 2018.

Alongside the data centre construction, the new solar investment is expected to spur significant economic activity, including more than 40 additional full-time positions at Affordable Solar. Each proposed solar site is also expected to generate between 50 and 100 construction jobs.

“It’s more important than ever before that we keep fighting for the tools and reforms that are helping us bring more jobs and investment to New Mexico,” said Martinez.

New Mexico currently has the second-highest unemployment rate in the States, after Alaska.

“This project clearly demonstrates some of the best possible outcomes of an economic development project: supporting a local renewable energy business, creating local construction jobs and helping to grow our economy here in New Mexico,” added President and CEO of energy holding company PNM Resources, Pat Vincent-Collawn.

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ABRAFAC – O 1º FM Debate será amanhã em SP

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Energia solar fotovoltaica: um caminho ensolarado

Fonte: Revista América Economia

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Jovem, emergente e com um potencial de afirmação bastante expressivo, o setor de energia solar fotovoltaica no Brasil passa por um processo de inserção na matriz elétrica do país e de crescimento ao longo dos últimos anos, representando cerca de 63 megawatts (MW), o que equivale a apenas 0,02% de toda a potência instalada no país, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). A compra de energia elétrica pode ser feita de duas maneiras no mercado brasileiro e, para isso, há dois ambientes distintos. Na modalidade regulada, a energia é distribuída por meio de concessionárias aos consumidores que pagam a elas tarifas controladas pelo governo. Já na modalidade de contratação livre, o consumidor pode negociar preços e condições com empresas geradoras ou comercializadoras de energia. Para melhor compreender este cenário, é necessário visualizar também duas frentes de atuação distintas para o setor: a geração centralizada e a distribuída.

O mercado de geração centralizada se relaciona com centrais geradoras de energia elétrica conectadas às redes de linhas de transmissão de grande porte que começaram o seu desenvolvimento em 2013, através da realização de leilões estaduais e federais. Atualmente, a capacidade de potência instalada no país para esta modalidade é de 27 MW. Este tipo de geração movimentou cerca de R$ 13,5 bilhões com a contratação de aproximadamente 3,3 gigawatts (GW) nos leilões realizados entre 2013 e 2015 e com início de suprimento em 2017 e 2018. Ao término deste ano, a expectativa é que haja uma contratação presumida da ordem de 1 mil a 1,5 mil MW, com investimentos estimados entre R$ 4 e 6 bilhões. O estado da Bahia (BA) é líder em geração centralizada com 1 mil MW contratados e que ainda serão instalados até 2018. Em segundo lugar Minas Gerais (MG), em particular na sua porção norte que detém um recurso solar excelente para projetos de grande porte, seguido pelo estado do Piauí (PI).

Já os projetos de geração distribuída dizem respeito aos sistemas de micro e mini geração espalhados ao redor do país e são frequentemente encontrados em telhados de residências, comércios, indústrias, prédios públicos e também nas zonas rurais. No total acumulado até agosto de 2016, a potência instalada atingiu a marca de 35,7 MW com um investimento estimado em R$ 316 milhões e, até o término do ano, a expectativa é de atingir 40 MW fazendo um investimento adicional de R$ 34,3 milhões. Em 2015, os aportes destinados à geração distribuída atingiram R$ 82 milhões. O estado de Minas Gerais (MG) lidera em quantidade de sistemas de geração distribuída com pouco mais de mil pontos de consumo conectados à rede, representando em média de 20% a 25% do mercado nacional, seguido por São Paulo (SP) e Rio Grande do Sul (RS).

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O COMISSIONAMENTO e as dúvidas ao seu redor…

Apesar de bastante comentada, as expressões COMISSIONAMENTO EM EDIFÍCIOS, COMISSIONAMENTO EM SISTEMAS PREDIAIS, COMISSIONAMENTOS EM SISTEMAS INDUSTRIAIS ou simplesmente COMISSIONAMENTO ainda geram muitas dúvidas e um grande mal entendido nos mercados de manutenção e facilities…

Em seu âmago, um processo de COMISSIONAMENTO reúne etapas de planejamento, acompanhamento e validação de atividades técnicas em campo, visando assegurar com que  os sistemas projetados sejam efetivamente instalados e postos à operar e desempenhar conforme o projeto previu.

Em outras palavras, visa garantir aos proprietários ou gerentes técnicos o recebimento daquilo que lhes foi “vendido” ou “prometido”.

Neste contexto, é importante reforçar que:

  • Segundo a Lei de Sitter, a identificação de uma falha ainda na etapa de projetos reduzirá não só o impacto operacional, como fortemente a relação de custos empregados em sua reparação. Além disto, a não identificação de falhas nos momentos iniciais de um projeto acarretará na sua propagação (ou das consequencias geradas por esta falha)  para todas as demais etapas do processo (especificação e compra de sistemas, contratação da instalação, etc..), quando não mitigadas em sua origem. Em função disto, tornar-se-á importante a contratação do comissionamento ainda na fase de concepção e início do desenvolvimento dos projetos
  • Dada a existência de diversas disciplinas de engenharia em sistemas prediais ou industriais, faz-se necessário e obrigatório (legalmente falando) a contratação não só de um engenheiro, mas sim, de uma equipe multidisciplinar que abranja todas as especialidades (engenharias elétrica, mecânica, civil, etc)
  • Não existe a ida ao campo sem um planejamento prévio, incluindo:
    • A análise crítica e prévia dos projetos envolvendo os sistemas à serem comissionados, para que se compreenda em detalhes o objeto do escopo, os seus pontos de atenção e especificidades, as suas lógicas funcionais, a sua integração com outros sistemas e o seu desempenho esperado
    • A separação de detalhes importantes e das bases dos projetos em um documento que orientará o processo de comissionamento durante todo o seu desenrolar
    • A elaboração de um plano de comissionamento envolvendo todas as demais etapas do processo, assim como de checklists em cada modalidade
    • O estabelecimento de um ágil e eficaz processo de comunicação entre todos os envolvidos
    • A formalização e documentação de todo o processo

Existem normas norte-americanas que pautam e detalham o processo de comissionamento como um todo, entre elas a  ASHRAE Guideline 0.

Como outra importante fonte de consulta, os interessados poderão acessar o site da Building Commissioning Association (BCA) ou do CHAPTER BCA no Brasil.

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Manutenção.net lança pesquisa sobre os indicadores de manutenção utilizados

Em sua atual pesquisa lançada ao mercado, a Manutenção.net tem como objetivo conhecer e compreender a evolução dos indicadores de manutenção utilizados pelo mercado, oferecendo posteriormente o resultado à comunidade.

Como disse Deming (William Edwards Demming), ” não se gerencia o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende, não há sucesso no que não se gerencia“.

É realmente impressionante como, em plena era da informática e contando com tantos sistemas informatizados de gestão em nosso mercado (incluindo sistemas mais acessíveis…), as empresas ainda padecem da falta ou falha no uso de indicadores, o que envolve principalmente a sua definição (do que serea importante medir como resultado) e a falta de sua customização na ferramenta.

Enfim, segue o convite da Manutenção.net para que todos possam colaborar!!

pesquisa-indicadores

Clique no link abaixo e responda a pesquisa.

http://paineldeindicadores.questionpro.com

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