Administradoras de condomínios também podem participar da Chamada Pública Procel Edifica

Fonte: Procel Info

Clique aqui para acessar a notícia diretamente no site do Procel.

A Chamada Pública Procel Edifica 01/2018 recebe inscrições de projetos até o próximo dia 2 de abril. A seleção contempla três segmentos, entre eles, o de operadoras de edificações existentes (facilities).

Para esse segmento, o Procel Edifica vai oferecer serviços de treinamento, consultoria e assessoria para o desenvolvimento e implantação de projetos de eficiência energética nas construções já existentes.

O edital também prevê que as empresas de administração predial, de condomínios e facilities terão a oportunidade de realizar um Diagnóstico de Desempenho Energético Operacional de Edificações (DEO) e avaliação da percepção de conforto do usuário.

As empresas do segmento de administração predial interessadas em participar da Chamada Pública Procel Edifica 2018 podem fazer a inscrição no site da Eletrobras. Para dúvidas e informações, a as empresas podem entrar em contato com a equipe do Procel Edifica pelo e-mail cpedifica2018@eletrobras.com.

Serviço

Chamada Pública Procel Edifica 01/2018

Inscrições: até às 17h do dia 02 de abril de 2018

Edital: clique aqui

Mais informações pelo e-mail cpedifica2018@eletrobras.com ou pelo site http://eletrobras.com//pt//Paginas//Chamada-Publica-Procel-Edifica.aspx

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SEESP: Em defesa da engenharia, da transparência nas licitações públicas e da segurança da população

Nesta semana, o SEESP divulgou a matéria abaixo como forma de se posicionar em relação ao fato de que o Governo busca por aprovar um projeto de lei que permitirá a contratação de obras públicas sem projetos.

Não há nenhuma necessidade de aqui discutirmos tamanho absurdo…

No sistema privado, já existem históricos e até mesmo indicadores de perdas na construção em função de má gestão, projetos mal elaborados ou pela falta da compatibilização de projetos ( o que é normalmente executado durante a obra!!!).

Já sofremos também o preço da “falta de tempo”, o que provoca a produção de maus projetos e de consequentes falhas ou omissões nos processos de contratação, gestão e comissionamento…

Em tempos de “vacas magras”, esta “meta” do governo só facilitará a evasão de dinheiro com perdas…

A falta de planejamento não justifica o liberalismo e a falta de preocupação quanto ao desperdício com o dinheiro público.

Adiciono aqui a minha posição em relação a posição do SEESP, não por uma questão política, pois procuro não me envolver ou mesmo utilizar este veículo de comunicação para isto, mas, principalmente, pelo absurdo técnico que estão promovento.

Segue abaixo a matéria e o manifesto do SEESP.


Clique aqui para ler a matéria diretamente no site do SEESP.

Da Federação Nacional dos Engenheiros

A Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) vem manifestar a sua firme posição contrária à aprovação do Projeto de Lei 6.814/2017, em apreciação pela Câmara dos Deputados e incluída pelo governo federal na chamada agenda legislativa prioritária.

Ainda durante a tramitação da matéria no Senado (como PL 559/2013), a entidade alertou para o equívoco da medida, que possibilita a contratação de obras públicas de engenharia sem projeto executivo. A mudança agrava problemas já presentes na Lei das Estatais (13.308/2016), que introduziu a contratação integrada como modalidade de licitação das cerca de 250 estatais da União.

O projeto ora em pauta, que revoga a Lei das Licitações (8.666/93) a pretexto de modernizar as regras para a contratação pública no País, se aprovado, abrirá possibilidade de operações altamente lesivas à sociedade. Isso diz respeito não só ao aspecto financeiro, mas, ainda mais alarmante, à qualidade do projeto ou obra em questão, envolvendo o bem-estar e a segurança da população.

A discussão sobre o necessário aprimoramento da legislação deve ser feita, sem dúvida alguma, mas de forma democrática e transparente, com a imprescindível participação dos profissionais da área tecnológica e suas entidades representativas.

É preciso, por exemplo, buscar mudanças que garantam a igualdade de condições entre os concorrentes e o julgamento objetivo das propostas a partir de projetos e orçamentos bem elaborados. Tudo deve ser licitado com base num projeto executivo completo e realista. Assim, será possível encontrar a melhor solução técnica e também econômica, cumprindo-se os prazos previstos, sem interrupções e, principalmente, sem aditivos nos contratos que podem fazer os preços iniciais saltarem de forma inacreditável.

Portanto, é urgente impedir que o PL 6.814/2017 seja aprovado.

Brasília, 12 de março de 2018

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Governo lança plano para incentivar quarta revolução industrial no Brasil

Fonte: Folha de S. Paulo Online

Clique aqui para ler a matéria diretamente em sua fonte.

O governo lançou um plano de modernização tecnológica da indústria, divulgado oficialmente nesta quarta-feira (14) no Fórum Econômico Mundial América Latina, realizado em São Paulo.

O plano foi organizado pelo ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), do ministro Marcos Jorge. A ideia básica é oferecer oportunidades para que empresas aprendam o caminho das pedras da nova onda de inovação produtiva e obtenham financiamento público, a taxas de juros reduzidas, a fim de implementar mudanças. O programa se chama Agenda Brasileira para a Indústria 4.0.

Quarta revolução industrial ou “Indústria 4.0” é o rótulo que engloba várias modificações derivadas do uso extenso do que se chama genérica e vagamente de “inteligência artificial”. Isto é, técnicas de baseadas em uso maciço de dados a fim de modificar a produção e adaptá-las para públicos específicos, da internet e de robotização de processos, não apenas nas linhas de produção física.

O grosso do projeto é uma campanha de divulgação da urgência da adesão à “Indústria 4.0” e assessoria para empresas que queiram se reinventar ou evoluir. Para tanto, haverá plataformas digitais de auto-avaliação empresarial, que ofereceriam um roteiro inicial de transformação, ofertas de participação financiada em projetos-piloto e meios de conectar indústrias com outras empresas, fornecedoras de tecnologia, programa desenvolvido pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial.

O outro lado do programa é financiamento. A princípio, o BNDES acredita que pode emprestar R$ 5 bilhões para os programas da Agenda 4.0 (R$ 1 bilhão neste ano, R$ 1,5 bilhão em 2019 e R$ 2,5 bilhões em 2020). O financiamento pode aumentar (ou diminuir), a depender do interesse das empresas e do ritmo de crescimento da economia brasileira, como ressaltou Paulo Rabello de Castro, presidente do BNDES, presente no seminário que apresentou os planos do governo.

Vai haver dinheiro também da Finep (Empresa Brasileira de Inovação e Pesquisa), instituição estatal que financia instituições de pesquisa e inovação em empresas, e no Banco da Amazônia, o Basa (R$ 1,1 bilhão). A princípio, estima-se na Finep demanda de R$ 1,5 bilhão nos próximos anos, mas há fundos de cerca de R$ 8,1 bilhões na empresa.

As taxas de juros são em geral menores que as de mercado, tanto no BNDES quanto na Finep, próximas da TJLP (6,75% ao ano) e, em alguns casos, na Finep, até menos que isso.

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O Planejamento Estratégico da O&M – Parte 2

Por: Alexandre M F Lara

Primeiramente, quero me desculpar pelo atraso na postagem deste blog, previsto originalmente para a última terça-feira, e atrasado em função de meu afastamento do escritório, por um período maior do que o previsto…

A programação de postagem dos artigos programados retornará ao seu normal, já a partir de hoje, sendo que as datas serão sempre deslocadas em uma semana, para compensar o atraso.

Pois bem, dando continuidade a matéria que publicamos no último 06/03 (O Planejamento Estratégica da O&M – Parte 1), vamos tratar hoje do procedimento passo-a-passo relativo as etapas de planejamento, após a identificação de nosso objetivo e das expectativas do nosso cliente (abordagem da parte 1).

O parque instalado e seu estado…

Ainda reforçando a questão da CUSTOMIZAÇÃO necessária à um bom planejamento, precisaremos identificar não só o universo de equipamentos e sistemas que serão mantidos e operados, como também, e principalmente, o seu estado de conservação e operação, assim como a sua criticidade para o negócio do cliente.

Nas diversas modalidades de manutenção, existem recomendações quanto as rotinas e frequencias de suas atividades, embasadas em:

  • recomendações de fabricantes
  • normas técnicas
  • legislação
  • instaladoras (data books de entrega de obra e condições para se assegurar a garantia de equipamentos e sistemas)
  • “boas práticas do mercado”

No entanto, estas recomendações baseiam-se em uma “condição default”, ou seja, para equipamentos novos e sem nenhum rigor adicional em função de sua criticidade para o processo ou para o negócio do cliente.

Neste caso, torna-se de VITAL IMPORTÂNCIA a condução de um minucioso levantamento de campo, envolvendo:

  • a relação de sistemas de manutenção existentes em seu cliente
  • a relação de equipamentos em cada sistema
  • o estado de manutenção destes equipamentos
  • o estado de operação destes equipamentos
  • horários de operação e horários possíveis para o cumprimento da manutenção (eventuais restrições)
  • condição de acesso para a execução das atividades de manutenção (envolve a sua localização e o acesso em si)
  • a documentação técnica existente sobre cada equipamento ou sistema, incluindo o seu histórico de manutenção e controles

Vejam que este levantamento, chamado por algumas empresas do mercado como “análise de elegibilidade”, nos permitirá conhecer:

  • a quantidade de itens para a manutenção
  • o seu estado de conservação e operação
  • as dificuldades envolvidas para a sua manutenção
  • eventuais riscos (manutenção e operação)
  • o tipo de mão de obra (perfil, formação e experiência) que precisaremos neste nosso novo contrato
  • a documentação disponível sobre os itens de manutenção e seus históricos

Uma vez concluido este levantamento, será possível relacionarmos estes sistemas de uma forma bastante organizada e de fácil identificação perante os gestores e profissionais de manutenção, atribuindo-lhe uma codificação customizada para o cliente, o que será objeto de uma outra postagem.

Tag simplificado BLOG.png

Modelo de TAG simplificado aplicável em um contrato de manutenção

 

A análise de criticidade para o negócio ou processo…

Adicionalmente ao levantamento acima, será necessário compreendermos o impacto causado pela eventual falha nestes equipamentos e sistemas para os nossos clientes, impactos estes que poderão se refletir sobre:

  • Operadores e ocupantes
  • patrimônio
  • perdas no processo, incluindo perdas financeiras
  • paralizações parciais ou totais do processo

Esta análise exigirá a compreensão prévia sobre os processos, assim como o envolvimento de profissionais do Cliente, para a tomada de decisões.

Matriz Criticidade.png

Exemplo de matriz ou algorítmo de criticidade

Uma análise bem conduzida durante esta primeira etapa permitirá com que você direcione adequadamente os esforços (e custos!!) em sua área de manutenção.

Ainda em relação ao tema matriz de criticidade, o abordaremos com mais detalhes mais a frente, em um outro post.

O planejamento das atividades de manutenção…

A atividade de PLANEJAR adequadamente a manutenção e dimensionar os recursos necessários será uma continuidade das análises anteriores, pois teremos neste momento, todas as informações necessárias à escolha e customização de rotinas e a identificação dos recursos (mão de obra, ferramental e materiais) necessários.

Caberá ao planejador atribuir de forma consistente os tempos de manutenção, vislumbrando a construção do MAPA DE PROGRAMAÇÃO, que explorará não só a distribuição das atividades ao longo dos dias, semanas, meses, etc…, como também a distribuição das horas técnicas envolvidas para cada tipo de profissional.

Exemplo Mapa 52 semanas.png

Exemplo de mapa de programação simplificado

Com os passos e cuidados acima, teremos neste ponto uma visão bastante completa e interessante sobre o universo à ser mantido e, principalmente, uma visão CUSTOMIZADA para atender as necessidades e demandas do nosso Cliente.

Exploraremos mais adiante neste blog, e com um maior nível de detalhamento,alguns destes pontos importantes no processo.

Leiam também as matérias:

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Últimos dias para realizar a sua inscrição no curso que tratará de forma prática a atuação dos gestores e proprietários para atender a Lei Federal 13.589 / PMOC

Conforme já temos divulgado através desta e de outras ferramentas, realizaremos neste próximo sábado o Curso PMOC-01 que tratará do tema em destaque, referente a Lei Federal 13.589, de 04/01/2018.
 
Existem alguns eventos correndo quase que de forma simultânea, abordando o mesmo assunto, tentando esclarecer ao público a obrigatoriedade em se atender aos requisitos da portaria 3.523/1998 e da Resolução 09 da ANVISA, endossadas agora por esta lei.
 
O objetivo de nosso curso não se restringirá ao conteúdo e requisitos da Lei, assim como de suas referências anteriores (ANVISA).
 
O principal objetivo de nosso curso será a abordagem prática sobre os cuidados de manutenção e controle, para atender a Lei. Este enfoque servirá para orientar desde pequenos comerciantes que se enquadrem na obrigatoriedade, até gestores de grandes empreendimentos.
 
O curso será realizado neste próximo sábado (24/03) em nossa sala de treinamento, em Atibaia, a apenas 40 min de SP e com toda a estrutura necessária e conforto.
 
Para aqueles que se interessarem, temos ainda algumas vagas na turma, sendo que a inscrição se encerrará no próximo 22/03.
 
O site de treinamentos é o http://www.aftreinamentos.com
 
Aguardamos por vc!!
PMOC 01 Ultima semana.png
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Terceirização: Impactos da Nova Lei para Gestores de Facilities

A ABRAFAC realizará no próximo 22/03 o FM TACTICS com o tema: Terceirização – Impactos da Nova Lei para Gestores de Facilities
O FM Tactics é uma série de programas virtuais (webinars) promovidos pela ABRAFAC, onde profissionais e empresas do mercado de Facilities compartilham com a comunidade em geral melhores práticas, novos produtos e casos de inovação dentro de nosso segmento
O evento contará ainda com o palestrante Lívio Giosa
As inscrições poderão ser efetuadas clicando AQUI, para que sejam redirecionados ao site do evento.
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ASHRAE realizará vários eventos no Brasil nesta próxima semana; acompanhe a agenda e se programe!

A ASHRAE realizará nesta próxima semana, em São Paulo e em Curitiba, alguns eventos importantes, entre eles:

Em São Paulo

  • SENAI Ipiranga – SP – Palestra técnica com o Diretor CTTC (John Constantinide, Michael Constantinide e Walter Lenzi) da Região XII que abrange o Chapter Brasil, 19/03 às 10 horas
  • FATEC Itaquera – SP – Palestra técnica com o Diretor CTTC (John Constantinide, Michael Constantinide e Walter Lenzi) da Região XII que abrange o Chapter Brasil, 19/03 às 18 horas
  • Reunião do Chapter Brasil na sede da ABRAVA em SP20/03 às 10 hs
  • Sede da ABRAVA em SP – Seminário / palestra técnica com a participação do Diretor CTTC (John Constantinide, Michael Constantinide) da Região XII que abrange o Chapter Brasil, 20/03 às 14 horas
  • Jantar do Chapter Brasil em SP20/03 às 19hs

 

Em Curitiba

  • Jantar com o SB – Student Branch em Curitiba – PR21/03 às 20:30hs
  • Visita técnica ao SENAC PORTÃO em Curitiba – PR22/03 às 15hs
  • Reunião e Palestra com o SB Curitiba no SENAC Portão – PR22/03 às 17hs
  • Palestra na ETP Curitiba – PR22/03 às 19hs

 

Eventos ASHRAE no Brasil em Março 2018.png

Para mais informações:

  • Acesse a fanpage do ASHRAE Chapter Brasil: https://www.facebook.com/ashraesaopaulostudentbranch/
  • Entre em contato com o Sr. Walter Lenzi: wrlenzi@yahoo.com

 

 

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Curso PMOC-01: Últimos dias para a inscrição

Entramos na reta final, ou seja, nos últimos dias de inscrição para o curso PMOC-01 à ser realizado pela A&F em sua sala própria de treinamento.

São poucas as vagas por turma e nossas inscrições se encerrarão na próxima quinta-feira (22/3).

Seguem os contatos para mais esclarecimentos:

Por telefone: (11) 3995-7155

Por e-mail: treinamentos@afconsulting.com.br

Via site de treinamentos: www.aftreinamentos.com

Curso PMOC 01 2018 Ultimos dias.png

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Portaria Remota em Condomínios

Fonte: VALENBR

A portaria remota é uma realidade hoje!

Mas, afinal, serve para todos os condomínios? O condomínio irá economizar implantando esse sistema? A segurança do condomínio irá aumentar?

Antes mesmo de entendermos tudo sobre portaria remota ou virtual, é necessário quebrar paradigmas, uma vez que as dúvidas que existem sobre o assunto são diversas, e isso porque o nosso problema é cultural, principalmente em São Paulo onde a grande maioria dos condomínios atuam com porteiros.

Para tanto, é necessário que se faça uma boa divulgação/comunicação sobre o assunto, portaria remota, aos condôminos, só assim eles entenderão o que é e como irá funcionar. A adesão dos condôminos é fundamental para o sucesso da mudança de portaria tradicional para portaria remota – além é claro da aprovação em assembleia.

Acesse aqui a matéria completa diretamente no site da VALENBR (redirecionamento).

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Prédio de Cuiabá é eleito o mais sustentável das Américas

Fonte: O Livre – MT

Acesse aqui a divulgação no site do PROCEL.

Na frente de outros quatro projetos norte-americanos, a tecnologia indígena mato-grossense trouxe ao Brasil o prêmio BREEAM Awards 2018, selo de sustentabilidade mais antigo e referenciado do mundo. O Centro Sebrae de Sustentabilidade (CSS), projetado pelo arquiteto e professor da UFMT, José Portocarrero, venceu a categoria Regional/Novas Construções Em Uso, nesta terça-feira (06), no Reino Unido.

Premio BREEAM MT

A cerimônia de premiação ocorreu no London’s ExCeL Centre, durante a programação do Ecobuild 2018, após a BREEAM Awards já ter certificado mais de 250 mil prédios de diversos países.

O prédio localizado no Centro Político Administrativo, em Cuiabá, foi construído em 2010, o primeiro do Estado a receber o Selo Procel de Eficiência Energética, pela potência de iluminação natural e micro usinas implantadas no telhado, que reduziram o consumo de energia elétrica da sede em 30%.

Com base nas casas indígenas, referências em bioclimática, a construção se destaca pelo conforto térmico e utilização máxima da iluminação natural. Sua cobertura em duas cascas, possibilita o resfriamento interno do prédio e a captação de água da chuva, filtrada e armazenada para uso na irrigação do jardim e lavagem de pisos.

Também se destacam no projeto a instalação de vermicompostagem, que recebe resíduos orgânicos da lanchonete e da poda de árvores e plantas.

Estudioso das tecnologias indígenas e as casas Bororo, Portocarrero acredita que o prêmio contribui para dar maior projeção aos sabes indígenas acumulados durante séculos. “O melhor resultado é ajudar a difundir e circular os conhecimentos arquitetônicos dos povos indígenas, que são os primeiros desenvolvidos no Brasil”, ressalta.

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