Attention to detail: Employing nuanced design strategies for senior living facilities

Fonte (Source): Consulting Specifying Engineer

Por (By): KIMBERLY BOONE AND JANICE CENA MAY 15, 2019

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With a rising senior population, there’s a vital need for more senior living facilities and improved senior living care capabilities.

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Photo courtesy: Dewberry

With a rising senior population, there’s a vital need for more senior living facilities and improved senior living care capabilities. One important trend in designing for today’s senior care facilities is the ability for the facility to adapt from an active adult senior living space to one that accommodates assisted living and nursing care needs. Often referred to as continuing care facilities, many of today’s senior care facilities allow for senior citizens to move from unit to unit in the building depending on their needs.

Adapting these spaces to cater to the special needs of each user can be quite challenging. There are a number of physiological and psychological factors that must be considered when designing a senior care facility, particularly when regarding memory care. Safety and security is a primary concern, however, designers also need to be conscientious in treating the facility as a living space and avoid designing something that would feel restrictive or institutional.

To overcome these challenges, landscape architects and interior designers have come up with design solutions that put a unique emphasis on the details.

Considerations for External Spaces

One exterior design technique is making sure exterior gardens evoke a sense of freedom and give residents space to walk around, while also enclosing the space so the residents don’t wander off and endanger themselves. This can be accomplished by implementing flora and fauna that prevent the senior citizen from exiting the facility. Additionally, providing ample views of the skyline can prevent feelings of claustrophobia.

Materials for hardscapes also need to be considered because of the limited mobility of many of the residents. For example, cobblestones wouldn’t be an ideal paving surface due to the possibility of balance issues. Instead, look for a flatter surface that could prevent trip hazards. In creating a walking path or area, also provide ample areas for respite by including benches or other seating spaces.

 

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Foliage is another important feature. Poisonous or thorny plants are a no-go in a garden visited by senior citizens with memory care needs because of the threat of residents coming into contact or accidently consuming the plants. Similarly, a lot of medications make one sensitive to smells. Therefore, avoid any foliage that is super fragrant. On the other hand, there are many plants that can be implemented for their medicinal and soothing qualities, like lavender.

Considerations for Indoor Spaces

For the interior, a point of emphasis is made on the entrances and exits to ensure the safety and security of the senior residents. One theoretical strategy to deter elderly from walking out in a state of confusion is to make the flooring near the entrance darker to give the illusion of a hole, which they are more likely to avoid. Many facilities have clear sight lines to doorways so employees can monitor the residents, or have the doors alarmed.

Color is another factor that must be considered. In older age, corneas are not able to perceive some colors such as yellow the way younger people do and are therefore avoided throughout the facilities.

With regard to lighting, avoid a sharp transition from bright light to a dim area because the eye adjusts much slower in seniors, which can result in falls or other accidents. Same goes for choosing fabrics and patterns on carpeting and seating materials–avoid anything that’s too distracting or too busy, because it could throw seniors off their balance. Finally, reflective surfaces should be minimized to avoid frightening or confusing the elderly. To achieve this, interior designers look to cover windows and avoid glossy table top surface finishes.

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In essence, successfully designing for senior living incorporates studies in sociology, psychology, and other disciplines—requiring landscape architects and interior designers to actively consider “who is the user?” in all aspects of the design. Once we have an understanding of who will be occupying the space, we can adapt strategies, no matter how big or small, to aid the safety, security, and well-being of those occupants.

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Aeroportos Santos Dumont e de Congonhas serão leiloados até 2022

Fonte: AECWeb

Por: Yuri Soares

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O ministro da infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, informou em reunião realizada com empresários no Rio de Janeiro, que o Governo Federal pretende conceder à iniciativa privada mais 44 aeroportos da Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) até 2022.

Segundo Freitas, o modelo de leilão de concessão em blocos de 12 aeroportos, realizado em março, foi testado e aprovado. Na ocasião, a arrecadação total foi de R$ 2,377 bilhões em outorgas para os cofres públicos. O valor foi 986% maior que o lance mínimo estabelecido pelo governo (R$ 218,7 milhões).

A próxima rodada de concessões, que corresponde a sexta de aeroportos, está prevista para outubro de 2020, e irá abranger 22 terminais divididos em três blocos regionais: Sul, Centro-Oeste e Norte 1. A sétima rodada deverá acontecer entre o fim de 2021 e o início de 2022, com a concessão de mais 22 aeroportos dispostos entre os blocos Norte 2 e dois do Sudeste. Fazem parte desta etapa de concessões os aeroportos Santos Dumont e de Congonhas.

De acordo com o ministro Gomes de Freitas, esses dois aeroportos foram deixados por último, por serem muito importantes para a estabilidade financeira da Infraero. “Estamos convidando o investidor a conhecer o mercado brasileiro e já vir para a sexta rodada. E é como se a gente afirmasse assim: o melhor está ficando para o final”, detalhou.

O ministro disse, ainda, que a concessão dos terminais aeroportuários irá impulsionar o mercado de aviação civil e auxiliar em uma mudança de vocação da Infraero, que deverá direcionar sua atenção aos aeroportos regionais.

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What you need to know about building commissioning / O que você precisa saber sobre comissionamento

A matéria abaixo foi recentemente divulgada por uma instituição norte-americana que promove a difusão de conhecimentos e artigos de engenharia, conhecida como Consulting-Specifying Engineer.

Embora o texto original esteja em inglês, ele possui uma abordagem de fácil compreensão e tenta demonstrar o porque se deve conhecer e buscar por um comissionamento em uma edificação.

Aqui no Brasil, também vivenciamos alguns momentos similares aos descritos no artigo, passando de uma etapa onde se via o comissionamento aplicado em sistemas e instalações específicas, tais como em sistemas de potência, instalações industriais ou especiais, para uma etapa mais recente, a partir da segunda metade da década de 90, quando nos deparamos com os primeiros edifícios “inteligentes” que por aqui surgiram.

Esta “difusão” do termo comissionamento se tornou ainda mais fortalecida com a chegada da norma LEED ao Brasil, haja vista que, conforme vocês poderão ler abaixo, algumas instituições norte-americanas e europeias passaram a incorporar o comissionamento como um requisito ao processo principal.

Entretanto, considerando o “tom” que fora dado ao artigo, veja também que ainda nos deparamos (Brasil e Estados Unidos) com uma certa falta de visão e desconhecimento de alguns importantes personagens como proprietários, gerenciadoras, projetistas, construtores, instaladoras e equipes de operação e manutenção.

Pôde-se dizer que há uma falha de “integração” neste processo, pois, como já dissemos aqui neste blog, os projetos já se iniciam “desconectados” entre si, ainda que tenham de operar de forma conjunta mais adiante.

Enfim, recomendo que leiam a matéria a seguir e tirem as suas conclusões.

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Fonte (Source): Consulting Specifying Engineer

Por (By): JOHN WIXSON MAY 3, 2019

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The unprecedented technology advancements of the last three decades have only made the built environment more sophisticated, but at the same time the perceived relevance of commissioning has suffered.

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Building commissioning has experienced a rise and fall in terms of reputation, understanding, and value. In the 80s and 90s, the introduction of computerized, direct digital controls (DDC), brought new complexities to the built environment and energized the buzz around building commissioning. The unprecedented technology advancements of the last three decades have only made the built environment more sophisticated, but at the same time the perceived relevance of commissioning has suffered.

Early on, building commissioning was deemed so important that sustainability efforts and later building codes, like LEED and IECC, adopted it as a common practice. While this helped to ensure adherence to the guidelines developed by these organizations, it diluted the building commissioning process. A process that once focused on the operation, maintenance, and long-term success of a building, became a check box commodity. We think it’s time for commissioning to make a comeback.

We say it with confidence, building commissioning is one of the best risk management strategies you can have in construction. If you are still on the fence about commissioning, here is what you really need to know.

Why do I need commissioning on my project?

Building systems are more complex than ever. The jump from pneumatic controls to DDC was only the beginning. As technology improved, every system soon developed its own set of capabilities and controls. What many people don’t realize is that these systems have to be taught to work together. Issues surrounding programming and systems integration are often the most frustrating part of the construction process. Imagine spending millions of dollars on a brand-new building, but then when you move in nothing works. A commissioning agent’s main focus is to ensure all the building systems communicate properly and work seamlessly together.

How do I choose a good commissioning agent?

Make sure your commissioning agent understands that they are the owner’s representative. Most owners’ primary business and expertise is not construction or facility management, but they still need a building that meets their specific needs. A commissioning agent is an expert that represents the owner’s business, goals, and needs. They are onsite, interpreting plans, verifying and testing equipment, ensuring that what the owner needs is in the plans and built as such. As the owner’s representative, a commissioning agent creates a smooth transition from design to construction and from construction to occupancy.

What is the most important factor to ensure commissioning is successful on a project?

A collaborative commissioning agent that is empowered by the owner they represent. Commissioning professionals are in the unique position to help bring everyone’s construction efforts to a mutually beneficial conclusion. It isn’t about finger-pointing or being the smartest person in the room. The purpose of every project is to create a functional space for experiences. With that in mind, the commissioning agent must come to table ready to help everyone collaborate to achieve the owner’s goals. Owner’s that encourage this collaborative effort will have a more successful project. By empowering your commissioning agent, you’ll help them drive issues to resolution and most importantly, construction to completion.

We believe commissioning is valuable at any stage of building life and that in today’s world it’s more important than ever. That’s why, in the coming weeks, we’re going to take a closer look at these questions, begin to redefine commissioning, and give it the comeback it deserves. If you have questions about commissioning or engaging a commissioning agent, click here – we’re happy help.

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This article originally appeared on Henderson Engineers’ website. Henderson Engineers is a CFE Media content partner.

 

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Secovi-SP atualiza manuais de escopo para atenderem à NBR 15.575

Fonte: AECWeb / SECOVI

Por: Yuri Soares

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Manuais de Escopo de Contratação de Projetos e Serviços terão capítulo sobre atendimento à Norma de Desempenho e modelos de memoriais descritivos

Manuais descrevem atividades e produtos de cada etapa do projeto (Créditos: Matej Kastelic/ Shutterstock)

O conteúdo dos Manuais de Escopo de Contratação de Projetos e Serviços para a Indústria Imobiliária, elaborado sob coordenação do Sindicato de Habitação do Estado de São Paulo (Secovi-SP), foi atualizado para atendimento à Norma de Desempenho de Edificações (ABNT NBR 15.575:2013).

O conjunto de documentos, que descreve atividades e produtos de cada etapa do projeto, recebeu três novidades. A primeira se refere a inclusão do capítulo “Escopos para Atendimento à Norma de Desempenho” nos manuais de Escopo aplicáveis. A capa dos documentos passa a receber o selo NBR 15.575.

O Guia para utilização dos Escopos de projeto de edificações habitacionais também foi modificado para atender à norma. O material visa esclarecer os critérios utilizados no desenvolvimento dos escopos de desempenho e apresenta orientações gerais para seu atendimento nos diversos projetos de um empreendimento imobiliário.

A terceira e última mudança abrange os Modelos de Memoriais Descritivos, documentos que indicam premissas e considerações do projeto de um empreendimento, incluindo informações relativas ao atendimento dos requisitos previstos na referida norma.

Para ler os manuais, acesse: http://www.manuaisdeescopo.com.br/memoriais/

(Com informações do Secovi-SP)

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A data do curso Planejamento da Manutenção de Ativos Imobiliários está se aproximando…

A AEA Educação Continuada, em parceria com as empresas A&F Partners Consulting, Preditiva Engenharia e ADITIVA – SISTEPLANT, estruturou e lançará o curso PLANEJAMENTO DA MANUTENÇÃO DE ATIVOS IMOBILIÁRIOS de 07/08 a 30/08, no modo presencial e online (ao vivo pela internet), o que permitirá a participação de profissionais em várias regiões do país.

Este curso tem como principal objetivo atualizar conceitos e capacitar os profissionais de manutenção para a elaboração de um adequado PLANEJAMENTO DA MANUTENÇÃO, em conjunto com a utilização de ferramentas informatizadas de gestão.

Além da abordagem de conceitos de planejamento, o curso também abordará requisitos e cuidados necessários durante esta etapa, a fim de que o processo de cadastramento de dados e futura customização da ferramenta de gestão atinjam o resultado esperado, ou seja, um adequado monitoramento e controle de resultados.

As inscrições ainda podem ser efetivadas, através do site do curso: https://www.aea.com.br/cursos/planejamento-da-manutencao-de-ativos-imobiliarios/

AEA Planejamento Manutenção

 Mais informações também poderão ser obtidas no endereço acima.

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Albert Einstein confirma a sua turma de Pós-Graduação em Engenharia e Manutenção Hospitalar para setembro, em SP

O Albert Einstein – Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa confirmou para setembro deste ano a sua turma do Curso de Pós-Graduação (lato sensu) em Engenharia e Manutenção Hospitalar, a ser realizada no seu campus, em São Paulo.

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O curso terá como duração até setembro de 2020 e falta pouco mais de um mês para que as inscrições sejam encerradas.

Informações detalhadas poderão ser obtidas a partir do link abaixo, ou clicando AQUI

https://www.einstein.br/ensino/pos_graduacao/engenharia_e_manutencao_hospitalar?utm_source=news&utm_medium=email&utm_campaign=kit_coordenador_2sem19

 

 

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Contas de energia em julho terão bandeira tarifária amarela

Fonte: Procel Info

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A bandeira tarifária em julho de 2019 será amarela, com custo de R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora consumidos. Julho é um mês típico da estação seca nas principais bacias hidrográficas do Sistema Interligado Nacional (SIN). A previsão hidrológica para o mês sinaliza vazões abaixo da média histórica e tendência de redução dos níveis dos principais reservatórios. Esse cenário requer o aumento da geração termelétrica, o que influenciou o aumento do preço da energia (PLD) e dos custos relacionados ao risco hidrológico (GSF) em patamares condizentes com o da Bandeira Amarela. O PLD e o GSF são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada.

Criado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias é simples: as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

Com as bandeiras, a conta de luz ficou mais transparente e o consumidor tem a melhor informação, para usar a energia elétrica de forma mais eficiente, sem desperdícios.

Com o anúncio da bandeira amarela, é necessário intensificar as ações relacionadas ao uso consciente e ao combate ao desperdício de energia.

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Plugado ou “desplugado”???

Quem de nós, enquanto jovens e recém-formados não se deparou com a dificuldade natural de engajamento em uma vida profissional ativa, principalmente no que se referia ou se refere a enxergar a aplicação de nosso aprendizado acadêmico na vida prática?

Ou ainda, quem de nós não se questionou durante a fase de aprendizado acadêmico quanto a aplicabilidade de um determinado assunto ou matéria em nossa então “futura vida profissional”?

Tenho a impressão de que poucos não passaram por estas duas situações…

De certa forma, o “novo” sempre nos assusta ou preocupa, e sempre continuará a nos tirar tranquilidade e sono…

Há algum tempo, como um apaixonado por tênis, ouvi uma entrevista do tenista Rafael Nadal na qual dizia francamente sentir “frios em sua barriga” à cada vez que pisava em uma quadra para um jogo importante, apesar de toda a sua experiência e conquistas.

No entanto, sair formado por uma instituição, sem que se tenha uma visão mais clara de um mundo real que nos aguarda lá fora, também não nos ajudará a enfrenta-lo…

Vejam que, ao longo dos anos, o MEC tem tornado cada vez mais restritiva a participação de profissionais especialistas, ou seja, de profissionais que, de fato, atuem no mercado de trabalho em suas respectivas áreas de formação ou especialização, em cursos de graduação e pós graduação.

É evidente que a metodologia de ensinamento deve ser um ponto fortíssimo de atenção e padronização, assim como também enxergo como mais do que evidente a necessidade de que alunos e formandos ouçam experiências, estudem casos de sucesso ou insucesso e visualizem de forma prática a aplicabilidade de conhecimentos recebidos.

Entendo também que tal “transferência de conhecimento prático” só será valiosa se partir de personagens reais, ativos, e que as tenham vivenciado na carne…

Pela exigência do MEC, estes profissionais do mercado devem ou deverão cursar no mínimo um mestrado e em alguns casos, um doutorado, para que possam ministrar aulas em instituições de ensino, dependendo do curso (cursos de especialização e de capacitação ainda são mais flexíveis neste aspecto). Por mais simples que isto possa parecer, é justamente nesta disponibilidade para cursar estes 2 (dois) anos de mestrado, em paralelo a uma vida profissional ativa, que reside o grande motivo deste afastamento de profissionais de mercado de faculdades e universidades.

Isto é lamentável, pois perde-se a grande oportunidade de “introduzir” estas experiências práticas na vida acadêmica de um futuro profissional, o que muitas vezes fica ou ficará restrito ao curto período de estágio ao qual o aluno se submeterá.

Proporcionalmente falando, são ainda muito poucos os profissionais de mercado que têm esta disponibilidade e que dividem esta condição com as suas respectivas carreiras profissionais.

Não se trata de um desabafo pessoal, até mesmo porque, como apaixonado em ensinar, deverei iniciar o meu mestrado até 2020, mas se trata de um alerta e de uma provocação para a reflexão de todos.

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AEA define as datas para o curso de Planejamento da Manutenção de Ativos Imobiliários (Presencial e online ao vivo pela internet)

A AEA Educação Continuada, em parceria com as empresas A&F Partners Consulting, Preditiva Engenharia e ADITIVA – SISTEPLANT, estruturou e lançará o curso PLANEJAMENTO DA MANUTENÇÃO DE ATIVOS IMOBILIÁRIOS de 07/08 a 30/08, no modo presencial e online (ao vivo pela internet), o que permitirá a participação de profissionais em várias regiões do país.

Este curso tem como principal objetivo atualizar conceitos e capacitar os profissionais de manutenção para a elaboração de um adequado PLANEJAMENTO DA MANUTENÇÃO, em conjunto com a utilização de ferramentas informatizadas de gestão.

Além da abordagem de conceitos de planejamento, o curso também abordará requisitos e cuidados necessários durante esta etapa, a fim de que o processo de cadastramento de dados e futura customização da ferramenta de gestão atinjam o resultado esperado, ou seja, um adequado monitoramento e controle de resultados.

As inscrições já podem ser efetivadas, através do site do curso: https://www.aea.com.br/cursos/planejamento-da-manutencao-de-ativos-imobiliarios/

AEA Planejamento Manutenção

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Como a indústria 4.0 pode ajudar na eficiência energética?

Recentemente, o PROCEL divulgou um artigo divulgado em abril pelo Portal Totvs sobre os benefícios da Industria 4.0 em projetos e processos de eficiência energética.

Desde que a automação predial e a autumação industrial surgiram em seus respectivos ambientes ou “habitats”, vislumbraba-se não somente um ganho em produtividade, mas também outros benefícios como menores tempos de resposta em sistemas, o registro de comportamentos e de comandos de operadores, uso racional de recursos e infraestrutura, entre outros.

Ou seja, a entrada da modalidade de automatização e controle em processos se tornou o coração de edifícios ou indústrias, ao menos….. deveria ter se tornado na visão dos responsáveis envolvidos.

Como o advento da internet, ou melhor, com a evolução da internet e o surgimento de ambientes em nuvem e compartilhados, o acesso a estas informações tornou-se mais fácil, ágil e em tempo real, na maioria das vezes, ampliando tais ganhos e controles, esteja você onde estiver.

Vejam que alguns setores da indústria mantêm atualmente dois ou três operadores para que acompanhem a operação de toda a sua área de utilidades, mesclando o monitoramento indoor, a partir de salas de controle, com rondas no campo, para a visualização de equipamentos e processos e para o cumprimento de pequenas manuteções detectivas ou preventivas.

Estamos, de fato, em uma era de mais facilidades e não, de dificuldades.

Entretanto, temos de ainda adquirir uma cultura maior do que a que temos hoje…

Os cuidados para a obtenção de resultados satisfatórios devem se iniciar ainda na fase de PROJETO, envolvendo não somente profissionais de TI e automação, mas toda a equipe técnica envolvida e que será a responsável pela operação e gestão futura. Cuidados também precisam ser tomados durante a fase de obras e implantação, ao adequarem projetos e todos os registros / DOCUMENTOS AS BUILT.

O processo de COMISSIONAMENTO também deverá coexistir ao longo de todo o processo, assegurando com que todos os benefícios e funcionalidades idealizadas pelos proprietários e responsáveis sejam finalmente e completamente atingidas em seu término.

E por fim, deve-se entregar esta “ferramenta” aos técnicos capacitados, para que seja possível extrair todos os benefícios a partir dos investimentos realizados.

Não há dúvidas desta nova era e de seus benefícios, mas também é fato, de que precisamos evoluir com ela, no que se refere aos pontos de atenção acima.

Vejam na sequencia o artigo divulgado pela Totvs e PROCEL.

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Como a indústria 4.0 pode ajudar na eficiência energética?

Fonte: Portal Totvs (11.04.2019)

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Em tempos de um mercado tão acirrado, gerenciar o consumo energético representa um importante diferencial competitivo. Nesse sentido, a transformação digital fornece soluções cada vez mais produtivas para otimizar o desempenho operacional das organizações.

Com base na tecnologia e em ações inteligentes, é possível alcançar outro patamar de eficiência energética na indústria.

No entanto, o assunto costuma gerar algumas dúvidas. Afinal, quais são exatamente os objetivos de quem busca a eficiência no consumo de energia? Como a indústria 4.0 pode ajudar? Quais práticas devem ser adotadas? Reunimos aqui as respostas para essas e outras perguntas. Confira!

Os objetivos da eficiência energética na indústria

O custo do consumo energético é gigantesco em qualquer empresa, principalmente no setor industrial.

Ações que otimizam a gestão desse recurso tão valioso são sempre interessantes, já que permitem uma redução considerável dos gastos. Entretanto, esse não é o único objetivo que as empresas buscam ao elaborar um plano de eficiência energética.

O primeiro ponto é a otimização do uso dos recursos da empresa. Os impactos de um consumo mais adequado podem ser sentidos na produtividade, já que as práticas adotadas trazem consigo mudanças importantes na dinâmica operacional da organização.

Para consumir eletricidade e outros recursos energéticos de forma otimizada, a produção industrial deve evoluir a um outro patamar de qualidade.

Com isso, temos um segundo ponto de destaque: a inovação. O investimento feito para transformar a maneira de lidar com as fontes de energia resulta em avanços significativos.

Afinal, a tecnologia desempenha um papel essencial nesse processo, mas seus benefícios se estendem para outras atividades da indústria, principalmente as de gestão.

Vale destacar também a capacidade de controle de desperdício que essa mudança proporciona. Com maior controle sobre o consumo energético, a empresa promove uma cultura de sustentabilidade — algo que não só beneficia toda a comunidade ao redor, como gera um diferencial competitivo no mercado.

Não é à toa que o uso consciente de energia representa um dos pilares da jornada digital: seus impactos vão além da economia financeira, podendo remodelar toda a estrutura operacional da empresa.

A colaboração da Indústria 4.0

Uma indústria inteligente está diretamente relacionada ao conceito de eficiência energética. Estamos falando do setor que mais consome energia.

No Brasil, por exemplo, a parcela da indústria representa ao menos 41% do total consumido, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). As oportunidades para consumir com mais eficiência, no entanto, são muitas.

Um estudo da Comerc Esco mostra que o setor poderia economizar R$ 4 bilhões em 2020 com o uso de tecnologias de controle energético. Para começar, algumas empresas adotam soluções para coletar dados e proporcionar uma compreensão maior sobre o consumo interno.

A Internet das Coisas (IoT)

Dispositivos com a tecnologia IoT são capazes de se conectar a uma rede wireless e trocar dados via internet. Estamos falando de um dos maiores potenciais de inovação para a indústria de hoje, já que as possibilidades de aplicação são incontáveis. Ao lidar com o consumo de energia, o cenário não é diferente.

No chão de fábrica, a tecnologia pode ser implementada para coletar dados de desempenho das máquinas, reunindo-os em um sistema de Business Intelligence (BI). É possível armazenar um volume gigantesco desses dados (Big Data) e processá-los para identificar anomalias no desempenho do maquinário.

Sensores em um eixo, por exemplo, podem criar gráficos com dados de temperatura, vibração, velocidade etc. Se um desses indicadores sofre alterações inesperadas, o gestor solicita uma manutenção preventiva para evitar quebras e, ao mesmo tempo, recolocar o desempenho nos padrões adequados.

Com isso, a fuga de energia — um problema muito comum na indústria — pode ser combatida de forma sistemática.

Controle automatizado das instalações

A gestão de facilities também pode ser beneficiada pelas tecnologias da Indústria 4.0. Com a implantação de um sistema automatizado para gerenciar a iluminação e o ar-condicionado, por exemplo, o consumo energético pode ser alinhado às necessidades reais da empresa.

A iluminação pode ser reduzida em horários de almoço ou após o expediente nos escritórios. O ar-condicionado, por sua vez, pode ser ajustado automaticamente de acordo com a temperatura de cada setor.

Os primeiros passos rumo à eficiência energética

A Indústria 4.0 é formada por um ecossistema amplamente interconectado. Seu funcionamento depende de sistemas que conversem entre si, permitindo que as decisões tomadas reflitam em ações integradas em toda a empresa.

Para tanto, a abordagem deve ser mais abrangente: cada equipamento deve ser observado para que seu desempenho seja mantido sob controle, dentro das expectativas de consumo energético e de produção enxuta. Mas, afinal, por onde começar?

Planejamento e inovação tecnológica

O primeiro passo é investir em tecnologias que promovam o uso mais inteligente da informação. Internet das Coisas, Big Data, Computação em Nuvem, Analytics e Business Intelligence são alguns exemplos.

Uma produção enxuta é aquela que rende mais utilizando menos recursos, algo que deve estar entre os principais objetivos desse processo.

Um bom sistema de gestão (ERP) é de extrema importância para garantir o controle adequado sobre as operações. De nada adianta coletar dados nas máquinas e otimizar seu desempenho se essas ações não estão alinhadas à estratégia de negócios da empresa.

Um ERP eficiente permite registrar os dados e utilizá-los como base para tomadas de decisão mais eficazes, criando um diálogo entre as relações com o mercado e as internas (entre os setores).

O uso de fontes alternativas de energia também deve ser avaliado, já que pode trazer benefícios interessantes do ponto de vista financeiro. No entanto, tenha em vista que o ponto central dessa nova fase da indústria está na disponibilidade e eficiência das fontes de energia.

Por isso, alternativas devem ser sempre avaliadas com base nas demandas reais da empresa. Painéis solares estão entre os mais procurados atualmente.

Para ir além, faça uma análise dos ativos à disposição. No ambiente fabril brasileiro, é comum encontrar motores com mais de 20 ou 25 anos de atividade. São tecnologias que já não oferecem uma relação custo-benefício tão significativa, já que apresentam consumo energético mais alto.

Estima-se que os motores consumam cerca de 70% da energia elétrica na indústria, um índice que expõe a necessidade de reavaliar a forma como eles são utilizados.

Por fim, analise as características da sua empresa e veja quais alternativas podem ser viáveis. As possibilidades são muitas: da reforma estrutural para maior aproveitamento da luz natural até a terceirização de certas atividades para reduzir custo e consumo.

Em pouco tempo, é possível colocar a empresa em um bom ritmo de inovação, aproximando-a dos padrões de produção enxuta da Indústria 4.0.

Coloque a eficiência energética na indústria entre as pautas a serem discutidas na sua empresa e conquiste resultados cada vez melhores no mercado em que você atua!

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