Relevância do custo da energia elétrica para o setor industrial

Fonte: FIEMG

Divulgação: PROCEL Info

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O Sistema FIEMG participou nesta quarta-feira, dia 7/08, da 35ª edição Circuito Nacional do Setor Elétrico (CINASE), realizado no Expominas, em Belo Horizonte. A assessora-executiva de energia, Tânia Mara Santos, e a gerente de economia da entidade, Daniela Britto, apresentaram o “Panorama Mineiro do Setor Elétrico e a Indústria”.

Daniela Britto mostrou a relevância do valor da energia para o setor industrial. “É muito relevante na competividade e produtividade industrial. O custo da energia representa de 30% a 42%, para alguns segmentos, do total da produção”, afirma.

A economista expôs alguns dados de Minas Gerais. O estado é o 3º maior PIB do Brasil, com R$598,3 bilhões (2018), o PIB Industrial é de R$135,2 bilhões (2018), sendo 10,7% na participação nacional e conta com mais de 1 milhão de trabalhadores na indústria. Atualmente o estado abriga cerca de 60 mil empresas industriais. O setor é o maior consumidor de energia no Brasil, com aproximadamente 36% do total, seguido do setor residencial, com cerca de 29%. Em Minas Gerais não é diferente. Em 2018, a indústria representou 40,6% da venda para consumidores finais da Cemig.

O Sistema FIEMG conta com uma estrutura especializada para auxiliar as indústrias mineiras em tudo relacionado à área de energia, em Minas Gerais e no Brasil. Tânia Mara apresentou as ações da Câmara de Energia da entidade e da assessoria executiva de energia para apoiar na identificação de oportunidades de investimentos em geração (hídrica, eólica, solar, biomassa), transmissão (leilões do governo) e de distribuição de energia, principalmente na área de inovação tecnológica, eficiência energética e de geração distribuída; modelagens de negócios em energia que visem à redução dos custos e aumento da competitividade da indústria e oportunidades de proposições de alterações regulatórias e legais em defesa da indústria.

“A FIEMG assessora, apoia e orienta os sindicatos empresariais e a indústria, propondo modelagens de negócios para redução de custos com energia, aumentando a competitividade, atraindo investimentos para o estado”, ressalta Tânia Mara. Ela ressalta que é possível um desconto de até 30% na conta de energia, sem nenhum investimento.

CINASE

Belo Horizonte recebeu, nos dias 7 e 8/08, o Circuito Nacional do Setor Elétrico (CINASE), evento itinerante organizado pela Editora Atitude Editorial e Revista O Setor Elétrico, que reuniu toda a cadeia de energia elétrica do estado, levando temas técnicos e novas tecnologias que estão modificando e revolucionando o mercado do setor. Com o lema “Uma viagem pelas instalações elétricas”, o evento acontece em diferentes estados brasileiros pelo menos quatro vezes ao ano, com o objetivo de disseminar informações técnicas agregadas ao conhecimento que cada estado pode oferecer. A etapa de Belo Horizonte, a 35ª edição do evento, contou com a presença de aproximadamente 10 especialistas do setor, profissionais locais e da indústria, ministrando cerca de 40 palestras nos dois dias do evento.

 

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Indústria 4.0: como ela está ligada à eficiência energética

Fonte: G1

Divulgação: Procel Info

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Engana-se quem pensa que a Indústria 4.0 é para poucos. Pelo contrário. É um movimento universal que se consolida na profunda transformação das empresas por meio de tecnologias como internet das coisas, big data e inteligência artificial.

Importantes entidades como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) afirmam que a quarta revolução industrial se apresenta como uma chance urgente de crescimento do Brasil e da redução da nossa distância em relação às nações desenvolvidas – especialmente após o período de recessão.

Mas qual é o segredo da indústria 4.0? O que existe por trás desse sistema e o que faz dele tão essencial à sobrevivência das companhias? É que o conjunto das tecnologias digitais desenvolvidos pela quarta revolução industrial busca a otimização dos processos, redução de energia despendida e a tomada de decisões mais assertivas. Ou seja, qualifica o trabalho final e reduz custos, um resultado que qualquer gestor almeja.

Para se ter uma ideia, segundo o levantamento da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), a estimativa anual de redução de custos industriais no Brasil, a partir da migração da indústria para o conceito 4.0, será de, no mínimo, R$73 bilhões por ano. Desse montante, R$34 bilhões se referem à redução de custos de manutenção de máquina e R$7 bilhões estão ligados à economia de energia.

O que se pode tirar disso? Que a eficiência energética é uma das grandes aliadas da indústria 4.0. Afinal seu objetivo também está baseado na transformação das plantas fabris através da economia de energia e da menor utilização dos recursos naturais.

Conforme Glycon Garcia, diretor executivo do Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre), as soluções técnicas da indústria 4.0 aprofundam sua maturidade ao conectar automação com monitoramento rotineiro e coleta de dados de interesse para diagnóstico de comportamento.

– Essas aplicações podem ser amplamente utilizadas na gestão de energia para determinar a capacidade produtiva e ociosa de um determinado equipamento ou sua necessidade de troca e manutenção, por exemplo – esclarece.

Fábricas inteligentes consomem menos energia

Especialmente no que se refere ao consumo de energia, a Indústria 4.0 tem no ganho de eficiência energética um de seus principais benefícios. Segundo informações apontadas no 7º Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria, 42% da energia consumida no setor é desperdiçada em problemas como perda de calor e iluminação insuficiente.

Sensores instalados em máquinas por meio da internet das coisas, por exemplo, permitem identificar desvios no consumo e, assim, evitam que a energia seja desperdiçada. Conforme o Senai, as fábricas inteligentes baseadas no conceito 4.0 também terão condições de diminuir o consumo de energia em até 20%.

O conceito da nova indústria, porém, vai além. Ela busca não somente aprimorar os processos de produção, mas também trazer soluções para problemas ambientais, melhorar a qualidade do ambiente de trabalho e, principalmente, diminuir o consumo de recursos.

Revolução 4.0: o que já pode ser feito

A Quarta Revolução Industrial exigirá das empresas – independentemente do porte e do meio de atuação – adaptações consistentes para não se tornarem obsoletas e se manterem ativas no mercado.

Dentre as ações que já podem ser adotadas pelos gestores para uma migração gradativa está o investimento em novas tecnologias.

A WEG Equipamentos Elétricos apresenta em seu o portfólio o WEG Motor Scan, equipamento que monitora a integridade de motores elétricos para garantir a eficiência e prevenir paradas súbitas de produção. Esse processo acontece por meio de um sensor que capta os dados do motor e envia as informações para o smartphone ou tablet por meio de um aplicativo.

Trata-se de uma tecnologia alinhada ao conceito 4.0, já que preserva a vida útil das máquinas e que permite maior controle e integração dos processos produtivos.

De acordo com o Senai, outra maneira de migrar para a indústria 4.0 é investir em uma produção mais limpa, ou seja, em processos que utilizem menos recursos naturais.

Adquirir produtos e sistemas que tenham o cobre como principal matéria prima, nesse contexto, se coloca como uma decisão acertada. Segundo dados do Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre), o metal é o segundo melhor condutor de energia (fica atrás apenas da prata) e é um dos únicos 100% recicláveis – ou seja, apresenta maior custo-benefício. É por isso que seu desempenho em um sistema de energia solar, por exemplo, chega a ser até seis vezes maior do que a dos combustíveis fósseis.

O investimento neste metal, portanto, está conectado a duas premissas básicas da indústria 4.0: mais eficiência e maior cuidado com o meio ambiente.

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New approach could make HVAC heat exchangers five times better

From: Brown.edu

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Turbulent heat exchangers are widely used in HVAC systems around the world, and a new study demonstrates a simple modification that can improve their capability by 500%.

 

 

 

PROVIDENCE, RI [Brown University] — Researchers from Tsinghua University and Brown University have discovered a simple way to give a major boost to turbulent heat exchange, a method of heat transport widely used in heating, ventilation and air conditioning (HVAC) systems.

In a paper published in Nature Communications, the researchers show that adding a readily available organic solvent to common water-based turbulent heat exchange systems can boost their capacity to move heat by 500%. That’s far better than other methods aimed at increasing heat transfer, the researchers say.

“Other methods for increasing heat flux — nanoparticle additives or other techniques — have achieved at best about 50% improvement,” said Varghese Mathai, a postdoctoral researcher at Brown and co-first author of the study, who worked with Chao Sun, a professor at Tsinghua who conceived of the idea. “What we achieve here is 10 times more improvement than other methods, which is really quite exciting.”

Turbulent heat exchangers are fairly simple devices that use the natural movements of liquid to move heat. They consist of a hot surface, a cold surface and tank of liquid in between. Near the hot surface, the liquid heats up, becomes less dense and forms warm plumes that rise toward the cold side. There, the liquid loses its heat, becomes denser and forms cold plumes that sink back down toward the hot side. The cycling of water serves to regulate the temperatures of each surface. This type of heat exchange is a staple of modern HVAC systems widely used in home heaters and air conditioning units, the researchers say.

In 2015, Sun had the idea to use an organic component known as hydrofluoroether or HFE to speed the cycling of heat inside this kind of exchanger. HFE is sometimes used as the sole fluid in heat exchangers, but Sun suspected that it might have more interesting properties as an additive in water-based systems. Working with the study’s co-first author Ziqi Wang, Mathai and Sun experimented with adding small amounts of HFE and, after three years of work, were able to maximize its effectiveness in speeding heat exchange. The team showed that concentrations of around 1% HFE created dramatic heat flux enhancements up to 500%.

Using high-speed imaging and laser diagnostic techniques, the researchers were able to show how the HFE enhancement works. When near the hot side of the exchanger, the globules of HFE quickly boil, forming biphasic bubbles of vapor and liquid that rise rapidly toward the cold plate above. At the cold plate, the bubbles lose their heat and descend as liquid. The bubbles affect the overall heat flux in two ways, the researchers showed. The bubbles themselves carry a significant amount of heat away from the hot side, but they also increase the speed of the surrounding water plumes rising and falling.

“This basically stirs up the system and makes the plumes move faster,” Sun said. “Combined with the heat that the bubbles themselves carry, we get a dramatic improvement in heat transfer.”

That stirring action could have other applications as well, the researchers say. It could be useful in systems designed to mix two or more liquids. The extra stir makes for faster and more complete mixing.

The researchers pointed out that the specific additive they used — HFE7000 — is non-corrosive, non-flammable and ozone friendly. One limitation is that the approach only works on vertical heat exchange systems — ones that move heat from a lower plate to an upper one. It doesn’t currently work on side-to-side systems, though the researchers are considering ways to adapt the technique. Still, vertical exchangers are widely used, and this study has shown a simple way to improve them dramatically.

“This biphasic approach generates a very large increase in heat flux with minimal modifications to existing heating and cooling systems,” Mathai said. “We think this has great promise to revolutionize heat exchange in HVAC and other large-scale applications.”

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Atualizar instalações elétricas pode diminuir conta de consumo de energia

Fonte: Jornal Dia Dia

Divulgação: Procel Info

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Com a temperatura em queda, a fatura de consumo de energia elétrica tende a aumentar. Além do hábito – posicionar a chave do chuveiro no quente, ficar mais tempo no banho, aumentar a frequência de uso do micro-ondas para aquecer bebidas, usar secadora de roupas –, instalações elétricas antigas podem ser o vilão do acréscimo. Isso porque havendo uma defasagem da carga ou bitola dos cabos das instalações elétricas em relação à potência necessária aos eletroeletrônicos ocorrerá desperdício de energia.

Essa falta de adequação das instalações elétricas, de acordo com o engenheiro eletricista Edson Martinho, consultor do Programa Casa Segura – uma iniciativa do Procobre (Instituto Brasileiro do Cobre), apoiada pela Steck, para conscientizar usuários da eletricidade sobre segurança e eficiência energética – pode aquecer os aparelhos e cabos das instalações elétricas, gerando além da perda de energia, risco de incêndio. “Tecnicamente, trata-se da perda Joule: uma corrente elétrica, ao atravessar um fio condutor, produz calor. Quando a bitola dos cabos é insuficiente para esse transporte ou o dimensionamento elétrico não prevê o uso da carga requerida pelos aparelhos conectados à tomada, há um aquecimento do eletrodoméstico e também dos fios da instalação elétrica. Esse calor perdido equivale a um desperdício de energia elétrica.”

Ampliar o uso e a quantidade de equipamentos sem avaliar as condições elétricas do imóvel pode, portanto, aumentar a conta de luz. Pode ainda, agravar o risco de curto-circuito. “Antigamente, era comum chuveiros com potência elétrica de 3.500 Watts. Hoje, os modelos à venda chegam a ter mais do que o dobro disso de potência Não se pode, simplesmente, fazer a substituição dos aparelhos ou aumentar o valor dos disjuntores sem saber se a rede suporta essa nova carga”, destaca o engenheiro.

A recomendação é de que a cada cinco anos as instalações elétricas dimensionadas em projeto sejam revisadas. Segundo Martinho, havendo a necessidade de aumento de carga em razão do consumo dos moradores ou da potência dos aparelhos existentes na casa, renovar a estrutura elétrica do imóvel é a garantia de segurança e de que não haverá desperdício de energia elétrica.

Outro item a ser observado para reduzir o consumo de energia e a conta de luz é a aquisição de produtos certificados. “É muito boa a estrutura brasileira de programas de eficiência energética. O país conta com programas nacionais de conservação e instrumentos como o da etiquetagem, a exemplo do Procel (geladeiras) e do Conpet (fogões, aquecedores, fornos, entre outros equipamentos a gás)”, ressalta o engenheiro.

Cabe ainda atenção especial a equipamentos que demandam grande potência de energia, como alguns modelos de aquecedores elétricos. Antes da instalação, é indispensável avaliar se a rede elétrica do imóvel está preparada e tem capacidade para receber o aparelho. “A potência do aquecedor pode exigir um circuito independente ou até mesmo determinar a necessidade de aumento de carga de energia elétrica junto à concessionária”, afirma o consultor do Programa Casa Segura.

De acordo com o engenheiro, a necessidade de atualização da infraestrutura elétrica é sempre mais frequente em prédios antigos, porque na época em que essas edificações foram construídas a demanda de energia necessária não previa o uso da quantidade de eletroeletrônicos usados hoje em dia, tampouco o uso de equipamentos de alta potência.

Diagnóstico virtual

O Programa Casa Segura propõe um teste on-line para que o usuário da eletricidade, de maneira interativa, possa facilmente realizar uma inspeção predial na residência e identificar pontos de fragilidade, inclusive se as instalações elétricas oferecem risco ao morador. O teste é inspirado em jogos de videogame e propõe a visita a um imóvel relacionando questões que devem ser respondidas pelo usuário.

Uma vez concluído, o sistema sugere um diagnóstico sobre a necessidade de atualizar ou não as instalações elétricas. “O teste é uma maneira de conscientizar o usuário sobre os perigos da eletricidade, muitas vezes negligenciado. Em hipótese alguma ele substitui a avaliação de um profissional eletricista”, alerta Martinho.

Caso a conta de energia tenha sofrido acréscimo repentino com a chegada do inverno, vale a pena observar as condições elétricas do imóvel. Mais do que isso, é crucial considerar a avaliação das instalações elétricas por parte de um profissional habilitado, para saber se é hora de atualizá-las.

Sobre o Programa Casa Segura

O Programa Casa Segura, criado em 2005, é uma iniciativa do Procobre (Instituto Brasileiro do Cobre), apoiada pela Steck, e tem como objetivo conscientizar e orientar usuários da eletricidade sobre os riscos de acidentes causados por instalações elétricas antigas e pela falta de manutenção. O projeto conta com um site interativo e permite ao visitante acessar informações de qualidade sobre a segurança dos sistemas elétricos, de forma didática para a fácil compreensão. Dado ao sucesso do Casa Segura, o Programa se espalhou por outros países como Argentina, Chile, México e Peru e, hoje, além do conteúdo textual, possui também vídeos e desenhos para alertar o público sobre os perigos da eletricidade e os profissionais do setor sobre as boas práticas para execução de serviços elétricos.

Site: www.programacasasegura.org

 

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Eficiência Energética – Congresso discute políticas públicas para o setor

Fonte: Portal Ecoa

Divulgação: PROCEL Info

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O 16° Congresso Brasileiro de Eficiência Energética (COBEE) acontece entre os dias 19 e 20 de agosto de 2019, em São Paulo – SP. Evento, promovido anualmente pela Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (ABESCO) é referência no setor, trazendo debates e negócios estratégicos em torno de melhores práticas, tecnologias e serviços que buscam promover o uso racional dos insumos energéticos.

Com o tema “Inteligência Aplicada ao Setor Elétrico e de Eficiência Energética”, o encontro deve reunir representantes da indústria, comércio e serviços, fabricantes de equipamentos, empresas públicas e órgãos do governo, entre outros atores, fomentando oportunidades de negócios e networking entre participantes, patrocinadores e colaboradores.

Acesse a programação, inscrições e maiores informações no site do evento: www.cobee.com.br.

 

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Desburocratizar normas de segurança favorece construção

Fonte: Portal Itambé

Por: Altair Santos

Divulgação: Engenharia Compartilhada

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Objetivo é facilitar a compra de maquinários, qualificar a mão de obra e gerar empregos com mais agilidade

Das 11 normas regulamentadoras que serão inicialmente revisadas, 3 estão diretamente ligadas à construção civil.

Das 37 normas regulamentadoras (NRs) ligadas à saúde e à segurança do trabalhador, pelo menos 11 serão revisadas pelo governo federal. Segundo o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, o objetivo é simplificar e desburocratizar as normas, permitindo que as empresas possam comprar maquinários, treinar mão de obra e, consequentemente, gerar empregos com mais agilidade. “Hoje, há custos absurdos em função de uma normatização absolutamente bizantina, anacrônica e hostil”, diz Marinho.
A primeira NR a ser modificada é a NR 12, que trata da instalação de máquinas, e cuja complexidade das regras chega a duplicar os custos do equipamento. “Hoje, um industrial brasileiro, quando compra uma máquina sofisticada em outro lugar do mundo, como Europa e América do Norte, normalmente gasta quase o dobro do seu custo de transação para implantar essa máquina, o que encarece e dificulta a produtividade e a competitividade”, explica o secretário.
Em seguida, virão as NRs 1, 2, 3, 9, 15, 17, 24, 25, 26 a 28. Essas normas tratam dos itens como insalubridade, periculosidade e trabalho a céu aberto. A revisão ficará sob a responsabilidade da Fundacentro, organismo vinculado à Secretaria Especial de Trabalho e Previdência do Ministério da Economia e responsável por pesquisas e estudos sobre segurança, higiene e medicina do trabalho. Segundo Marinho, a revisão envolverá três eixos: customização, desburocratização e simplificação das NRs.
Das 11 normas regulamentadoras que inicialmente serão revisadas, 3 estão diretamente relacionadas com a construção civil (NRs 9, 12 e 17). Elas tratam dos seguintes temas:
NR 9 – Programa de prevenção de riscos ambientais
Obrigatoriedade da elaboração e da implantação do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA). Visa a preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores.
NR 12 – Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos
Obriga o empregador a adotar medidas de proteção para o uso de máquinas e equipamentos, garantindo a saúde e a integridade física dos trabalhadores.
NR 17 – Ergonomia
Discorre sobre ergonomia. Combate as doenças do trabalho desenvolvidas a partir de exposição de trabalhadores a riscos ergonômicos.
Veja as outras NRs que se relacionam com a construção civil
Em 2018, a NR 18, que trata das atividades em canteiros de obras, sofreu mudanças em um de seus itens. As alterações abrangeram as instalações elétricas provisórias, com o objetivo de prevenir choques elétricos. Juntamente com quedas e soterramentos, esse está entre os principais acidentes de trabalho no setor.
Ao todo, 12 normas regulamentadoras se relacionam com a construção civil. Além das NRs 9, 12, 17 e 18, têm também as seguintes normas:
NR 4
Trata do SESMT (Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho), cuja finalidade é promover a saúde e proteger a integridade do trabalhador no local onde executa suas atividades.
NR 5
Discorre sobre a CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes), que objetiva prevenir acidentes e doenças decorrentes do trabalho, zelando pela vida e promovendo a saúde dos trabalhadores.
NR 6
Dispõe sobre os equipamentos de proteção individual (EPIs) que as empresas são obrigadas a fornecer a seus empregados. O intuito desse tipo de proteção, segundo a norma, é resguardar a saúde e a integridade física dos trabalhadores.
NR 7
Estabelece a obrigatoriedade, por parte das empresas, da elaboração e implementação do PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional). O objetivo é promover e preservar a saúde do conjunto dos trabalhadores da construção civil.
 
NR 8
Exige padrões em edificações e obras da construção civil e estabelece requisitos técnicos mínimos que devem ser observados nesses locais. O intuito é garantir segurança e conforto a quem trabalha na construção civil.
NR 10
Aborda as instalações e serviços em eletricidade na construção civil. A norma fixa as condições mínimas para garantir a segurança dos empregados que realizam esse tipo de trabalho. Afirma que toda e qualquer instalação elétrica deve sempre ser executada e fiscalizada por um profissional capacitado e habilitado na área.
NR 33
Determina diretrizes para o trabalho em espaços confinados.
NR 35
Estabelece requisitos mínimos para proteção de trabalhos em altura, ou seja, atividade executada acima de dois metros do nível inferior, onde haja risco de queda.
Entrevistado
Secretaria Especial de Trabalho e Previdência do Ministério da Economia (via assessoria de imprensa)
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Einstein divulga prazo final para a inscrição em seu curso de Pós-graduação em Engenharia e Manutenção Hospitalar

HIAE Pos

Olá,

Engenharia e Manutenção da infraestrutura são estratégicos para garantir segurança e qualidade nos serviços oferecidos pelas organizações de saúde. Dessa forma, requer gestão eficiente e integrada em todos os processos. Para assegurar alto nível de desempenho das operações, as organizações do setor da saúde exigem profissionais cada vez mais preparados.

O curso oferece os elementos necessários para o atendimento integral das demandadas atuais das organizações e inclui em sua programação 64 horas de estágio nas instalações do Hospital Israelita Albert Einstein.

Unidade Paulista
Aulas mensais, sextas das 18h30 às 23h, sábados das 8h às 17h e domingos das 8h às 12h30
Setembro de 2019 a setembro de 2020

Permanecemos à disposição para esclarecer eventuais dúvidas.

Anfilofio Rodrigues Chaves Filho
Robert José Carletti

Coordenadores

Para mais informações e inscrições, favor clicar aqui ou acessar o link abaixo:

https://www.einstein.br/ensino/pos_graduacao/engenharia_e_manutencao_hospitalar?utm_source=news&utm_medium=email&utm_campaign=kitcoordenador_2sem

 

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Precisamos de mais engenheiros!

Fonte: O Estado de São Paulo

Divulgação: Engenharia Compartilhada

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Vemos setores em plena expansão, crescendo a taxas que parecem fantasia e sofrendo muito para conseguir preencher suas vagas de trabalho

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Foto: Pixabay

Temos uma bomba relógio se formando debaixo de nossos pés. Por um lado, vemos uma economia que ainda não encontrou seu caminho de mais crescimento, baseada em atividades de pouco valor agregado e com taxas de desemprego por volta dos 12%.
Por outro, vemos setores em plena expansão, crescendo a taxas que parecem fantasia e sofrendo muito para conseguir preencher suas vagas de trabalho com profissionais de áreas como engenharia e computação. Só no setor da tecnologia da informação e comunicação, as estimativas indicam que a demanda por profissionais, entre 2018 e 2024, será de mais de 400 mil vagas. E o pior, não estamos conseguindo formar estes profissionais.
Para efeito de comparação, em 2018 a China formou mais de 8 milhões de pessoas sendo que mais da metade delas nas áreas de ciências, tecnologia, engenharia e matemática. Estes profissionais são os mais procurados pelas indústrias de alto crescimento e fazem parte de uma importante engrenagem de prosperidade para a região. Aqui no Brasil temos colocado, apenas, cerca de 100 mil engenheiros no mercado de trabalho a cada ano.
Como temos discutido aqui em vários de nossos papos, tecnologia tem sido uma das principais forças de transformação da sociedade e da economia no mundo todo. Estas mudanças não dão sinais de que pararão tão cedo. Ainda temos muita pessoas – quase metade da população mundial – para serem conectadas à internet e a grande maioria das atividades ainda não passaram por sua transformação digital. Esta mudança está em curso e com ela a demanda por profissionais com as qualificações adequadas só aumentará.
Estimular a formação destes profissionais passa a ser uma questão estratégica. A grande questão é que não estamos fazendo um bom trabalho em estimular a formação de profissionais nestas áreas.
A quantidade de profissionais sendo preparados é muito menor do que a dos países desenvolvidos e de emergentes como China e Índia e isto vai fazer com que o Brasil fique ainda menos competitivo.
Não menos importante, no atual contexto da demanda por estes profissionais, formar um estudante numa destas áreas significa colocá-lo em condições de encontrar um emprego que pague bem e que pode ter um impacto gigante em sua vida. E isto muda o jogo! Não só estamos falando de mais empregos, mas também de empregos mais qualificados.
Já passou da hora de fazermos algo para tentar desarmar esta bomba. Precisamos, já, de mais engenheiros, programadores, cientistas e matemáticos!
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Parceria Energética Brasil-Alemanha lança plataforma online

Observamos recentemente mais um passo dado entre as duas nações, rumo ao estacebecimento de uma plataforma online que traz informações sobre o âmbito da cooperação entre os dois países.

Na realidade, a Alemanha já vem há algum tempo assumindo uma posição destacada dentre as nações mais desenvolvidas, no que se refere aos investimentos, incentivos e na coordenação de projetos voltados à eficiência energética e sustentabilidade.

Existem de fato programas e incentivos, e……..resultados.

Ao contrário, o Brasil ainda “engatinha” neste quesito, com investimentos limitados em pesquisas, principalmente no setor acadêmico, e com propostas de incentivo ainda nem sempre tão atrativas para o setor privado que atua na área de tecnologia.

Há pouco mais de 40 anos, ouvi sobre sermos o “país do futuro” em uma das aulas de ciência na escola, o que nunca deixou de ser uma verdade. No entanto, como em qualquer situação em nossas vidas pessoais ou profissionais, o futuro requer o estabelecimento de metas (expectativas), de um planejamento e de um processo de “construção ou implantação”, ainda que em etapas.

Temos certamente a capacidade técnica para tal, mas dependemos de incentivos do governo federal e a participação da iniciativa privada, criando condições para os ambientes de pesquisa. Ainda em relação ao governo, necessitamos de incentivos fiscais que atraiam investimentos e movimentem os setores responsáveis à buscar e implantar novas soluções e conceitos.

No fundo, temos de olhar e almejar este futuro há décadas prometido…

Acho importante esta parceria divulgada, mas espero, sinceramente, que o principal fruto seja a força motriz que promoverá o desencadeamento deste planejamento e a implementação de ações concretas.

Para aqueles que desejarem acessar mais informações sobre a plataforma, segue abaixo um trecho da matéria e o link para o veículo original.

Parceria Energética Brasil-Alemanha lança plataforma online

Fonte: Canal Energia

No intuito de apoiar a parceria criada em 2008 e relançada em 2017 entre o Ministério Federal da Economia e Energia da República Federal da Alemanha (BMWi) e o Ministério de Minas e Energia (MME), a Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (Giz) apresentou oficialmente nesta quinta-feira, 4 de julho, durante o evento Energy Day 2019, realizado no prédio da Eletrobras, no Rio de Janeiro, uma plataforma online que traz informações sobre a cooperação entre Brasil e Alemanha no âmbito do desenvolvimento e implementação de uma estratégia energética nacional voltada para as energias renováveis e para a sustentabilidade dos futuros sistemas de energia, com a divulgação de tudo o que já foi feito e planejado entre as partes.

Segundo Carmen Langner, Coordenadora do projeto e de Energias Renováveis e Eficiência Energética da Giz, o objetivo é….

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http://www.procelinfo.com.br/main.asp?ViewID=%7BF5EAADD6%2DCCB0%2D4E29%2DA0C4%2D482D3D66BB65%7D&params=itemID=%7B81C008B5%2DDBD7%2D44A5%2DB6CF%2D63AD0789450E%7D;&UIPartUID=%7BD90F22DB%2D05D4%2D4644%2DA8F2%2DFAD4803C8898%7D

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Electrical systems, from design to commissioning

Fonte (From): Consulting-Specifying Engineer

Por (By): DANIEL MENDEZ AND RICK H. REYBURN, PE, NV5, LAS VEGAS

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Learn how to define the procedures of electrical schematic design, design development, construction documents, bidding, and construction administration including electrical commissioning.

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Figure 2: A design development (DD) phase drawing shows an imaginary guest room and a more detailed single-line diagram. Courtesy: NV5

Learning objectives

  • Understand the expectation of drawing information at each step of electrical design.
  • Learn about the procedures of how to obtain this design information.
  • Know how to implement the information obtained to complete a building project.

 

The primary goal of any building electrical design is to provide a safe, energy-efficient system that meets the client’s needs and is in compliance with codes. Life safety and preservation of property are two of the most important factors in the design of the electrical system.

NFPA 70: National Electrical Code (NEC), the International Building Code (IBC), the International Energy Conservation Code (IECC), the International Mechanical Code (IMC), the International Plumbing Code (IPC), the International Fire Code (IFC),the International Swimming Pool and Spa Code (ISPSC), the Building Industry Consulting Service International (BICSI), and other various codes provide rules and regulations to meet the minimum requirements to protect life and property. The electrical designer must meet these requirements for it to be a successful, code-compliant design.

System requirements for large facilities 

The following are systems and equipment that typically are provided to satisfy functional requirements within large facilities:

  • Building electrical service(s).
  • Robust power distribution systems (NEC Article 700: Emergency, NEC Article 701: Legally Required Standby, NEC Article 702: Optional Standby).
  • Lighting: interior and exterior (general, decorative, and task).
  • Communication systems: telephone, data, TV.
  • Fire alarm systems.
  • Smoke-control systems.
  • Transportation: elevators, escalators, moving walkways.
  • Space conditioning and control: HVAC, building automation systems (BAS).
  • Plumbing: hot- and cold-water systems.
  • Security: electronic access systems, closed-circuit surveillance TV.
  • Refrigeration equipment for kitchens.
  • Food handling, dining facilities, and food preparation facilities.
  • Lightning protection.
  • Specialized audio/video systems for entertainment.

The following typically is provided by an architect seeking a fee to provide electrical engineering for permit and construction. Our example will include the following parameters:

  • A high-rise hotel of 40 stories and 3,000 guestrooms.
  • Guest rooms will consist of three types: a single-bay 450-sq-ft unit, a two-bay 900-sq-ft unit, and a three-bay 1,350-sq-ft suite.
  • Three interior stairwells.
  • An elevator bank of eight elevators, four accessing the first 30 floors and four high-speed accessing the upper 10 floors.
  • A low-rise component containing a 100,000-sq-ft casino with 2,500 slot machines and 30 table games, such as blackjack, craps, etc.
  • A convention facility of approximately 75,000 sq ft.
  • A prefunction area of approximately 20,000 sq ft.
  • A main kitchen of approximately 7,500 sq ft.
  • A buffet of approximately 15,000 sq ft.
  • A food court for six food vendors, each occupying approximately 4,000 sq ft.
  • An open parking garage of approximately 6 stories and 1,500 spaces.
  • Two 20,000-sq-ft restaurants with 6,000-sq-ft kitchens each.
  • A small showroom of approximately 35,000 sq ft and 800 seats for an evening show of musical variety.
  • A center sports bar with about 40 seats, approximately 2,500 sq ft.
  • A sports book of 2,500 sq ft.
  • Back-of-house offices, repair shops, electrical/mechanical rooms, central plant, corridors, employee bathrooms, etc. of approximately 400,000 sq ft. These are spaces the public typically never sees.
  • A porte-cochere of 3,000 sq ft.
  • A retail concourse of approximately 60,000 sq ft including the concourse. This has approximately 15 shops.

Schematic design 

The schematic design (SD) phase sets up the general concept for the electrical design, and the expectations of it may vary widely from project to project based on factors such as construction estimates, deadlines, construction phases, project size, etc. As a first step, preliminary architectural drawings should be provided to the engineer to begin the design process and understand the complexity of the project. A list of questions should be generated based on the preliminary information to further define the scope.

The list of questions should be clarified during a kickoff meeting with the owner, architect, civil engineer, mechanical, electrical, plumbing, fire protection (MEP/FP) engineers, and other design professionals. In addition, during this meeting, the team should review preliminary floor plans, owner design standards/requirements, the project schedule, and expectations for each of the deliverables, phases, and packages in which the project will be separated.

A typical large facility may include a tower package, a podium package, and a parking garage package. These separate packages allow for associated construction to begin before later packages are completed. After attending the kickoff meeting, the electrical engineer should have a better understanding of the project scope and owner’s design standards. This should allow the engineer to develop the preliminary scope of work and develop the basis of design (BOD) for the project.

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Figure 1: A preliminary block single-line diagram showcases the sample project. Courtesy: NV5

The first step for the electrical team is to set up the electrical drawings for the SD package based on the preliminary architectural drawings received. Electrical drawings should include an overall site plan and overall floor plans for the tower, podium, and parking garage packages, which will be used for the coordination of all the major electrical rooms and equipment distribution.

Next, the team will spend some time reviewing the owner’s design standards to understand the power requirements for different areas of the building, and then research applicable codes including the NEC and energy and local codes to determine the systems’ needs based on building areas’ occupancy types.

Planning for the design of an electrical system for facilities of this size should begin with the determination and study of the size and nature of the total load to be served. This means load estimates on watts-per-square-foot basis and the estimation of the amount of other utilization loads and their concentrations throughout the building. Understanding of the major loads/equipment power requirements and their location in the building is essential to the selection of the recommended distribution systems.

Once the list of SD coordination questions has been responded to and most of the building occupancy types have been identified on the plans, the task for the electrical engineer is to prepare a rough estimate of electrical loads based on NEC Article 220. Consider the estimated connected loads with demand factors, diversity factors, and historical data. Our experience on large hotels is a 25% loading of transformers sized per the NEC and 35% loading of podium transformers. Service entrance equipment is typically estimated at a load of 35% to 45%. The preliminary generator load also should be estimated.

Once preliminary loads have been completed and utility service and switchgear ampacities have been estimated, a preliminary electrical distribution system should be developed. The single-line diagram should include the main switchgear, step-down transformers from medium-voltage system to 480/277 V distribution, generators, automatic transfer switches (ATS), uninterruptable power supply (UPS), optional standby systems, 480V/277 V distribution boards, 480/277 V to 208/120 V transformers, panelboards, feeders, preliminary connections to chillers, air handling units, fire pumps, hydronic heat pumps, cooling towers, elevators, etc.

The electrical distribution system should include a topology, such as branches of power (mechanical, life safety, general purpose, lighting, etc.), and careful planning for future increases in electrical use. Conductors are not typically sized at this time for feeders because it is very preliminary. Submit the preliminary site plan with the preferred service point(s), preliminary single-line diagram, and estimated loads to the dry utility coordinator or directly to the serving utility for the preliminary work of serving the property. It is recommended to request available fault-current values form the serving utility at this time.

The electrical engineer should provide the architect with preliminary electrical room layouts to coordinate appropriate locations of major electrical equipment throughout the building. The electrical engineer is responsible for coordinating the space requirements for a proper electrical installation per NEC Article 110.26 requirements. In addition, the requested room spaces to house electrical equipment also should be able to accommodate the addition of future equipment. Equipment weights and sizes are estimated at this phase to assist the architect, structural engineer, and mechanical engineer with egress, structural coordination, and cooling needs.

Design development 

The design development (DD) phase focuses and refines the electrical design. The architect should provide a further developed architectural set of drawings for the different areas of the facility. By now, the architectural drawings should include enlarged plans, preliminary reflected ceiling plans for back-of-house areas, kitchen areas, offices, restrooms, employee break rooms, etc. The architect should send its DD set to all the design professionals to continue developing their design.

It is during this early period that the electrical designer should emphasize the need for duct bank routing, structural reinforcement for heavy equipment, electrical rooms’ wall ratings (if required), clearances around electrical equipment, egress doors for electrical rooms, transformers, busways, cable trays, panel boards and switchboards, and other items that may be required. It is much more difficult to obtain such things once the design proceeds to construction documentation (CD).

The electrical team should provide DD coordination questions to the architect and other consultants based on the owner’s expectation for the electrical design at this phase and the progress of other design professionals’ needs of electrical coordination, such as a kitchen consultant.

The goal for the electrical team in this phase of the project is to coordinate and lay out most of the back-of-house equipment, lighting, receptacles, and mechanical, plumbing, and power requirements from equipment specified by other consultants. Little, if any, branch circuitry is provided at this phase.

Depending on the order in which the information is received from other consultants provide, the team should plan on which areas to focus first. The electrical drawings included is typically as follow:

  • Electrical cover sheet.
  • Lighting fixture schedule(s).
  • Site plan(s).
  • Overall plan(s).
  • Power plan(s).
  • Lighting plan(s).
  • Enlarged electrical room plan(s).
  • Enlarged food service plan(s).
  • Enlarged specialty lighting plan(s).
  • Enlarged guest room unit plan(s).
  • Single-line diagrams.
  • Panels and dimmer schedules.

Electrical cover sheetThis drawing typically includes the electrical drawings sheet index, abbreviations, and electrical symbol legend.

Lighting fixture scheduleIncorporate preliminary front-of-house lighting specifications from the lighting consultant, if available. A back-of-house luminaire schedule will be created because these areas typically are under the responsibility of the electrical engineer.

Site planThe electrical site plan should include the lighting layout only, based on the lighting consultant’s design supplemented with back-of-house lighting of areas not accessible to the public. For instance, parking lot pole lights, walkways, and landscape lighting typically are provided by the lighting consultant. Building-mounted signage, site signage, and any of the site water features’ power requirements also should be identified.

A dry utility consultant should assist the civil engineer, the local electric utility, and owner’s representative with the site utility requirements. Utility switchgear and/or utility-furnished transformer locations should be indicated on the electrical site plan. Understanding the proposed routing, design, construction, etc. on site for the electrical utility, is important to understand at this phase.

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Figure 2: A design development (DD) phase drawing shows an imaginary guest room and a more detailed single-line diagram. Courtesy: NV5

Overall plansOverall plans should include the electrical distribution equipment layout at each building level including main switchgear, generators, distribution boards, UPS equipment, panel boards, ATS, etc. Identify walls to the architect that should be 6 in. thick for recessed flush panels.

Power plansProvide receptacle outlet layouts for back-of-house areas. Consider providing convenience receptacle outlets along the guest room tower corridors at possibly 50 feet on center, determine the estimated quantity of 20-amp branch circuits needed in the typical guest room, typically three for a standard guest room. For front-of-house areas, place convenience receptacles as required per code and additional ones as indicated by the interior designer, architect, and owner. Review all architectural, interior design, elevations, typical rooms, and other consultant drawings for outlet locations required, and capture them in this drawing set.

Coordinate spa, pool, internally illuminated signage, security/surveillance, telephone/data, and audio/video equipment power requirements with the design consultants in order to develop and design the supporting electrical infrastructure.

Incorporate mechanical and plumbing equipment layouts per the design consultants’ requirements. Provide rooftop weatherproof and weather-resistant receptacles within 25 ft of mechanical equipment. Coordinate the elevator machine room, pit, shaft, and possibly top-of-elevator lights, switches, and receptacle requirements.

Advise the architect and owner which equipment loads are required to be on emergency (NEC 700) or legally required standby (NEC 701) power per code. Confirm with the architect and owner which equipment loads will be preferred to be connected to optional standby (NEC 702) or UPS power to properly meet the owner’s needs. Provide the preliminary emergency/legally required/optional standby power systems design and include generator sizing and selection, the transfer system, preliminary load prioritization, load-shed criteria, and segregated emergency/legally required and optional standby distribution systems.

Generator fuel, storage, and quantities also should be reviewed at this time. Any and all outlets indicated in architectural drawings need to be captured on electrical power plans. A thorough review of all architectural floor plans, elevations, and typical rooms is required.

Lighting plansPreliminary lighting-load allowance per area calculations for the back of house and front of house should be performed based on the applicable energy codes. The electrical engineer should notify the architect and lighting consultant of the lighting allowances, so they can design their lighting layouts to meet the energy requirements for each area and to understand control requirements for the applicable codes. There is a high level of coordination needed for architectural, interior design, mechanical design, and lighting plans in electrical drawings.

Preliminary back-of-house and front-of-house lighting layouts for normal and emergency lighting should be included. Back-of-house lighting cutsheets should be provided to the architect for review and approval. The electrical design team should provide rough photometric calculations to indicate preliminary compliance with emergency lighting footcandle requirements along the path of egress (1 fc is average). Emergency lighting should be considered in areas such as electrical rooms, stairways, information technology rooms, etc. Exit signage should be placed on the drawings and coordinated with the other design professionals’ egress plans. Exterior emergency lighting above discharge doors should also be included on the drawings. Finally, lighting controls for back-of-house areas should be added to the plans based on applicable codes (NEC and energy).

Enlarged electrical room plansCreate enlarged 0.25- to 1-in.-scale plans for all electrical rooms. Show equipment clearances and electrical room egress door requirements per NEC Article 110.26.

Enlarged food service plansCreate enlarged 0.25- to 1-in.-scale plans for food service areas, which are sometimes handled by a separate consultant. Food-and-beverage electrical systems are based on the food service consultant’s bulk loads and equipment locations. Place ground-fault circuit interrupter (GFCI) receptacle outlets per NEC 210.8(B)(2) within kitchen areas for food service power connection.

Enlarged guest room unit plansDevelop the design for the typical enlarged (typically 0.25-  to 1-in.-scale) guest room units based on information provided by the architect/interior designer. Receptacle layouts shall comply with NEC 210.8(A), 210.12(C), and 210.60 requirements.

Singleline diagramsAt this point, the single-line diagram is expanding as electrical distribution systems are being added because different areas in the building are being further developed. Feeders or empty conduits stubbed into all tenant spaces should be incorporated. Update the single-line diagrams to include equipment ratings for main switchgear, generators, ATS, distribution boards, transformers, motor control centers, panel boards, etc.

The single-line diagrams should then be prepared in conformity with the serving utility’s requirements. Send updated single-lines, estimated load calculations, and the site plan, including the recommended service location, to the serving utility for their review. Determine owner- and utility-furnished items. If fault-current values have been received from the serving utility, short-circuit calculations can begin in this phase of design.

Panels and dimmer schedulesCreate the preliminary panel and dimmer schedules.

Book specificationsTypically for these types of projects, MasterFormat Division 26 specifications will be provided. Sections should be included based on project requirements.

Along with the DD package submitted to the architect, the electrical team should send an updated coordination list requesting information required from the owner, architect, and other consultants to proceed to the next phase of the design. This is the time to review the electrical drawings with the owner and owner’s staff to coordinate specific needs. By reviewing with key personnel, changes in the construction document (CD) phase are avoided and the owner is a clear part of the design process.

Construction documentation 

The CD phase fills in the details of the electrical design. The architect should provide finalized architectural drawings for all the different areas of the project along with any comments from the submitted electrical DD package. Architectural drawings should include all floor plans, enlarged plans, reflected ceiling plans, details, elevations, etc. for all areas of the building. The architect should distribute its construction documents to all the design professionals involved in the project to complete their design.

The design from the food service, interiors, low-voltage, lighting, vertical transportation, fire sprinkler, landscape, mechanical, plumbing, pool, structural, or other specialties should be finalized during this phase of the project. The electrical team typically is at the end of the line waiting on all other consultants’ information to finalize the electrical design. For this reason, it is important to request final information in a reasonable amount of time before the permit drawing set is scheduled to be issued.

To ensure everything has been provided as requested, it is during this phase that the designer should review the requested electrical spaces and clearances for electrical rooms, panel boards, motor control centers, and switchboards.

Plan-checking by the local building authority is an essential part of the permitting process. Finally, upon satisfaction of the plan reviewers, the CD set is ready to be issued to construct.

Electrical cover sheet—The electrical design team should verify the electrical symbols used in the electrical drawing set are incorporated into the electrical symbol legend. The sheet index should include all the electrical drawings.

Lighting fixture schedule—The back-of-house and front-of-house, site, façade, and guest rooms lighting-fixture schedules should include wattage, voltage, and driver type.

Energycompliance forms—Include energy-compliance form calculations to demonstrate compliance with the applicable energy codes.

Site plan—The site lighting should be circuited, and lighting controls defined. Building-mounted signage, site signage, and any site water features’ power connections and controls should be finalized.

Coordinate the location for generator(s), utility switchgear, and/or utility-furnished transformers and indicate them on the site plan. Electric vehicle charging stations should be shown if required by the codes or owner needs.

Overall plans—Verify that the electrical distribution equipment being used at each level of the building is included and clearly identified.

Power plans—Include circuiting for all devices and equipment indicated on the other design professional drawings. Clearly define the power system it is connected to (i.e., emergency, legally required standby, optional standby, UPS, etc.).

Lighting plans—Complete the back-of-house and front-of-house lighting circuiting, controls, and exit signs.

Enlarged electrical room plans—Finalize enlarged 0.25- to 1-in.-scale plans for all electrical rooms.

Enlarged food service plans—Complete the enlarged plans for food service areas by indicating all circuiting. Kitchen demand loads should be applied per NEC 220.56 and Table 220.56.

Enlarged guestroom unit plans—Finalize the circuiting and lighting/controls design for the typical enlarged guest room units based on information provided by architect/interior designer and other consultants. Consider the demands allowed by NEC Table 220.

Single-line diagramsFinalize the single-line diagrams based on final design modifications and updated load analysis. Include feeder schedules, notes, load calculations (based on the design’s connected load), the equipment schedule indicating equipment specs, etc. Provide selective coordination per NEC Articles 700.32 and 701.27. Provide fault-current analysis and voltage-drop analysis.

Panels and dimmer schedulesFinalize panel boards and dimmer schedules to include the ampere-interrupting-capacity rating, main lug only/main overcurrent protection, branch circuit breaker ratings, load volt-amps (VA), and load description.

Book specificationsUpdate MasterFormat Division 26 book specifications based on final design modifications. Review other sections of specifications, such as fire alarm, low-voltage, mechanical, and plumbing, to make sure coordination is achieved and the direction is clear and concise in compliance with code.

Bidding and construction administration 

Once a completed set of construction documents has been issued and approved by the owner, it is ready for bid. The owner should submit the drawings to interested contractors, who will then bid the cost to construct the job.

Perform site observations during the construction phase to survey the status of the systems’ installations. Review the contractor material submittals and shop drawings. Respond to requests for information and field-coordination issues.

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Figure 3: A construction document (CD) phase single-line diagram highlights a part of the previous single-line and the guest-room CD level circuited. Courtesy: NV5

Commissioning 

Electrical commissioning (Cx) is an important step of the construction and design teams, and for the owner to understand, including what equipment will be reviewed and how it will be reviewed. This can be broken into several steps:

  1. Visual observation of all electrical equipment including components within electrical equipment, such as busing and cables, to confirm the equipment provided agrees with the drawings and specifications as produced by the engineer of record. This includes making sure that proper listing and labeling is completed and that the equipment provided is in compliance with its listing. Also, confirmation that the equipment being furnished and installed is in compliance with the specifications and manufacturers requirements.
  2. Functional testing, such as ground-resistance measurements, relay settings on protection devices, ground-fault protection testing, and GFCI/arc-fault circuit-interrupter testing, is an observation of the contractor operating the equipment in question to confirm its operation is as intended by the design documents and in conformance with codes. Also, load bank testing of generators to verify full functionality, paralleling equipment testing for a variety of agreed-upon scenarios, and fire pump starting as well as fire-smoke control interfacing to electrical systems.
  3. Preventive maintenance base-point measurements for infrared scans of all equipment terminations, and ampacity and voltage readings for all equipment. Depending on the Cx scope, Cx organizations represented by the commission agent (CxA), and possibly U.S. Green Building Council LEED certification, certain requirements are outlined for documentation due to the owner. Also, review of operations and maintenance materials, a process for resolving issues pointed out by the CxA, etc.
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