What you need to know about building commissioning / O que você precisa saber sobre comissionamento

A matéria abaixo foi recentemente divulgada por uma instituição norte-americana que promove a difusão de conhecimentos e artigos de engenharia, conhecida como Consulting-Specifying Engineer.

Embora o texto original esteja em inglês, ele possui uma abordagem de fácil compreensão e tenta demonstrar o porque se deve conhecer e buscar por um comissionamento em uma edificação.

Aqui no Brasil, também vivenciamos alguns momentos similares aos descritos no artigo, passando de uma etapa onde se via o comissionamento aplicado em sistemas e instalações específicas, tais como em sistemas de potência, instalações industriais ou especiais, para uma etapa mais recente, a partir da segunda metade da década de 90, quando nos deparamos com os primeiros edifícios “inteligentes” que por aqui surgiram.

Esta “difusão” do termo comissionamento se tornou ainda mais fortalecida com a chegada da norma LEED ao Brasil, haja vista que, conforme vocês poderão ler abaixo, algumas instituições norte-americanas e europeias passaram a incorporar o comissionamento como um requisito ao processo principal.

Entretanto, considerando o “tom” que fora dado ao artigo, veja também que ainda nos deparamos (Brasil e Estados Unidos) com uma certa falta de visão e desconhecimento de alguns importantes personagens como proprietários, gerenciadoras, projetistas, construtores, instaladoras e equipes de operação e manutenção.

Pôde-se dizer que há uma falha de “integração” neste processo, pois, como já dissemos aqui neste blog, os projetos já se iniciam “desconectados” entre si, ainda que tenham de operar de forma conjunta mais adiante.

Enfim, recomendo que leiam a matéria a seguir e tirem as suas conclusões.

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Fonte (Source): Consulting Specifying Engineer

Por (By): JOHN WIXSON MAY 3, 2019

Acesse aqui a matéria em sua fonte / Click here to read this article directly from CSE Website.

The unprecedented technology advancements of the last three decades have only made the built environment more sophisticated, but at the same time the perceived relevance of commissioning has suffered.

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Building commissioning has experienced a rise and fall in terms of reputation, understanding, and value. In the 80s and 90s, the introduction of computerized, direct digital controls (DDC), brought new complexities to the built environment and energized the buzz around building commissioning. The unprecedented technology advancements of the last three decades have only made the built environment more sophisticated, but at the same time the perceived relevance of commissioning has suffered.

Early on, building commissioning was deemed so important that sustainability efforts and later building codes, like LEED and IECC, adopted it as a common practice. While this helped to ensure adherence to the guidelines developed by these organizations, it diluted the building commissioning process. A process that once focused on the operation, maintenance, and long-term success of a building, became a check box commodity. We think it’s time for commissioning to make a comeback.

We say it with confidence, building commissioning is one of the best risk management strategies you can have in construction. If you are still on the fence about commissioning, here is what you really need to know.

Why do I need commissioning on my project?

Building systems are more complex than ever. The jump from pneumatic controls to DDC was only the beginning. As technology improved, every system soon developed its own set of capabilities and controls. What many people don’t realize is that these systems have to be taught to work together. Issues surrounding programming and systems integration are often the most frustrating part of the construction process. Imagine spending millions of dollars on a brand-new building, but then when you move in nothing works. A commissioning agent’s main focus is to ensure all the building systems communicate properly and work seamlessly together.

How do I choose a good commissioning agent?

Make sure your commissioning agent understands that they are the owner’s representative. Most owners’ primary business and expertise is not construction or facility management, but they still need a building that meets their specific needs. A commissioning agent is an expert that represents the owner’s business, goals, and needs. They are onsite, interpreting plans, verifying and testing equipment, ensuring that what the owner needs is in the plans and built as such. As the owner’s representative, a commissioning agent creates a smooth transition from design to construction and from construction to occupancy.

What is the most important factor to ensure commissioning is successful on a project?

A collaborative commissioning agent that is empowered by the owner they represent. Commissioning professionals are in the unique position to help bring everyone’s construction efforts to a mutually beneficial conclusion. It isn’t about finger-pointing or being the smartest person in the room. The purpose of every project is to create a functional space for experiences. With that in mind, the commissioning agent must come to table ready to help everyone collaborate to achieve the owner’s goals. Owner’s that encourage this collaborative effort will have a more successful project. By empowering your commissioning agent, you’ll help them drive issues to resolution and most importantly, construction to completion.

We believe commissioning is valuable at any stage of building life and that in today’s world it’s more important than ever. That’s why, in the coming weeks, we’re going to take a closer look at these questions, begin to redefine commissioning, and give it the comeback it deserves. If you have questions about commissioning or engaging a commissioning agent, click here – we’re happy help.

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This article originally appeared on Henderson Engineers’ website. Henderson Engineers is a CFE Media content partner.

 

Sobre Alexandre Fontes

Alexandre Fontes é formado em Engenharia Mecânica e Engenharia de Produção pela Faculdade de Engenharia Industrial FEI, além de pós-graduado em Refrigeração & Ar Condicionado pela mesma entidade. Desde 1987, atua na implantação, na gestão e na auditoria técnica de contratos e processos de manutenção. É professor da cadeira "Comissionamento, Medição & Verificação" no MBA - Construções Sustentáveis (UNICID / INBEC), professor na cadeira "Gestão da Operação & Manutenção" pela FDTE (USP) / CORENET e professor da cadeira "Operação & Manutenção Predial" no curso de Pós Graduação em Avaliação e Perícias de Engenharia pelo IBAPE / MACKENZIE. Desde 2001, atua como consultor em engenharia de operação e manutenção.
Esse post foi publicado em Artigos Tecnicos, Comentarios do Bloggeiro, Comissionamento, Eficiência Energética, Sustentabilidade e marcado , , , , , , . Guardar link permanente.

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