Projeto que altera ISS pode gerar R$ 6 bilhões anuais para os municípios

Fonte: Conjuntura Online – Campo Grande / MS

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A Proposta da CNM (Confederação Nacional dos Municípios) de atualização do ISS ( Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza) foi apresentada pela senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO).

A matéria, que tramita na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) por meio do Projeto de Lei do Senado 168/2014, pode gerar receita extra de pelo menos R$ 6 bilhões por ano as prefeituras. Isso, segundo dados da própria Confederação.

A proposta é uma das reivindicações do movimento municipalista. Ela tem base no artigo 156, inciso III da Constituição Federal, e deve atualizar a lista de atividades em que incide o ISS cobrado pelos Municípios.

O artigo constitucional atribui competência aos municípios e ao Distrito Federal para instituir e cobrar o imposto, desde que os serviços relacionados a ele estejam previstos em lei complementar.

Entre as sugestões, todas as atividades prestadas no domicílio do prestador ficam sujeitas à retenção.

O PL também define a base de cálculo de planos de saúde e arrendamento mercantil, a inclusão de novos serviços na Lei Complementar 116/2003, o fim da tributação diferenciada da sociedade de profissionais e a ampliação das atividades sujeitas à retenção pelo tomador de serviços.

Mudança

Se aprovado o texto, o recolhimento do imposto das atividades das administradoras de cartão de crédito será no local em que está o domiciliado e o tomador de serviços como por exemplo: lojista, restaurante, posto de gasolina.

Segundo estudo da CNM, só essa mudança representa arrecadação média de R$ 2 bilhões anuais aos municípios.
Já no caso de leasing, arrendamento mercantil, a proposta é alterar o local de recolhimento para o tomador de serviço, o que resultaria em ganho médio de R$ 4 bilhões aos cofres municipais.

A medida também se justificaria em razão dos diversos processos judiciais em que se discute qual o local devido de recolhimento da operação O relator da matéria é o senador Humberto Costa (PT-PE).

Relatória

O relator da matéria é o senador Humberto Costa (PT-PE). Para o presidente da Confederação, Paulo Ziulkoski, o PL pode trazer uma ajuda aos administradores municipais que enfrentam grave crise financeira, que tem se agravado com o decorrer dos anos.

Uma das alternativas, avalia a CNM, é o aprimoramento da cobrança do imposto, uma vez que o aumento de serviços prestados à população encontra-se em evidência.

Os municipalistas destacam ainda o advento de novas atividades no rol de serviços nos dez anos de vigência da legislação atual, o que justifica as mudanças propostas pela confederação.

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Elevadores: Empresa cria solução para eficiência energética

Fonte: Brasil Alemanha News

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A ThyssenKrupp Elevadores participa da Greenbuilding Brasil 2014 – Conferência Internacional & Expo com soluções e produtos para a construção sustentável. Em sua 5ª edição, o evento reuniu empresas e profissionais da indústria da construção, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

Segundo a empresa, hoje, os edifícios já respondem por 40% do consumo de energia do mundo, segundo a Agência Internacional de Energia (IEA), e a tendência é reduzir este índice, buscando soluções mais eficientes dentro de um padrão de construção sustentável. As novas tecnologias em elevadores podem melhorar a sustentabilidade econômica e ambiental dos edifícios, reduzindo o consumo de energia em edifícios novos; além de ganhos com soluções para a modernização de elevadores antigos.

O sistema regenerativo de energia da ThyssenKrupp Elevadores é um dos produtos que a empresa destacou na Greenbuilding. O sistema é a tecnologia mais aplicada para a redução do consumo de energia em elevadores. Com ele, o prédio recebe parte da energia devolvida pelo motor de tração do elevador em dois momentos: quando sobe com a cabina abaixo da metade da sua capacidade ou quando desce com a capacidade acima de 50%.

Os elevadores da nova torre do One World Trade Center, em Nova York (EUA), são um exemplo de ganho com o sistema regenerativo. A capacidade de gerar energia será suficiente para alimentar todo o sistema de iluminação do edifício com 104 andares e inauguração prevista para 2015.

No Brasil, o Eldorado Business Tower, prédio de escritórios localizado em São Paulo, é referência da eficiência energética dos elevadores com o sistema regenerativo. Medições feitas pela empresa registraram uma economia de 1600 kW por mês com cada elevador, o que equivale a 37% de economia no consumo energético. O sistema já está em operação em outros prédios com elevadores da marca e sua aplicabilidade deve crescer significativamente, principalmente, em projetos comerciais.

A máquina de tração sem engrenagem é outra solução sustentável que estará em exposição. Como não precisa de óleo lubrificante, a gearless contribui com o meio ambiente; além de melhorar o desempenho do motor com impacto na redução do consumo de energia do elevador. Este modelo de máquina é usado em diferentes projetos, inclusive em prédios onde a casa de máquinas já não é necessária. Nestes casos, a máquina é acoplada à própria caixa de corrida do elevador. Fabricado com contrapesos mistos de concreto e sucata de aço, o Synergy – elevador sem casa de máquinas da ThyssenKrupp – reduz o volume de sucata gerado pela empresa e, consequentemente a emissão de CO2.

Outro produto desenvolvido para tornar o ciclo do elevador mais sustentável é a corrediça verde. Peça importante para o funcionamento do elevador, na versão “ecológica”, a corrediça também não utiliza óleo para reduzir o atrito resultante do contato entre a corrediça e as guias, com benefícios para o meio ambiente e a performance dos elevadores.

A área de engenharia da ThyssenKrupp Elevadores desenvolveu também modelos de cabina com lâmpada LED, que reduz o consumo de energia em até 30% em comparação com as lâmpadas fluorescentes. O módulo eletrônico da lâmpada LED é totalmente lead-free, ou seja, seus componentes e o processo produtivo são livres de chumbo, substância altamente tóxica ao ser humano e ao meio ambiente. Também ajuda a reduzir os índices de gases de efeito estufa porque emite 82% menos de CO2 na atmosfera, se comparada com outros tipos de iluminação.

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Elipse E3 proporciona maior economia de água e energia no Office Green

Fonte: Envolverde

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O empreendimento Pedra Branca Cidade Sustentável é o primeiro projeto da América do Sul selecionado para o Clinton Climate Initiative. O Programa de Desenvolvimento Positivo do Clima foi lançado pelo ex-presidente americano Bill Clinton, fundador da Fundação William J. Clinton, em 19 de maio de 2009, no Encontro dos C40, em Seul, na Coréia do Sul.

O projeto Pedra Branca foi elaborado com o objetivo de apresentar estratégias positivas para o clima, servindo como um forte exemplo econômico e ambiental a ser implementado nas cidades. Vários esforços foram feitos para atingir este propósito, entre eles investimentos em automação predial.

Seguindo este contexto, a integradora Engetel Automação e Segurança instalou o E3, solução de supervisão e controle da Elipse Software, em quatro condomínios da Pedra Branca localizados em Palhoça (SC). Destaque para o Office Green por ter sido o primeiro a obter a pré-certificação LEED no Estado de Santa Catarina.

Utilizado em 143 países, o LEED é um sistema internacional de orientação ambiental para edificações, concebido pelo Green Building Council, que foi criado com o objetivo de incentivar a transformação dos projetos, obras e operações, sempre focado na sustentabilidade.

Solução

O Elipse E3 permite controlar as mais diferentes variáveis e equipamentos relacionados aos sistemas de medição de energia, água, refrigeração, exaustão e alarmes.

Medição do consumo de energia

Através de suas telas, o software permite que os usuários monitorem o consumo de energia elétrica em alguns pontos estratégicos do condomínio, tais como elevadores, exaustores, etc.. O sistema também prevê o controle da iluminação, permitindo acionar um circuito e programar horários para ligar/desligar automaticamente as luzes ou, ainda, via um sensor de luminosidade.

Medição do consumo e níveis de água

O software permite controlar a medição do consumo geral da água potável e de re-uso do prédio.

Em uma de suas telas, é possível acompanhar o nível da água acumulada nos reservatórios e elevatórias. O sistema monitora e gera alertas ao operador em situações de falha, como um problema na bomba ou alagamento, por exemplo.

Sistema de Refrigeração e Exaustão

Os comandos do E3 permitem ligar/desligar as máquinas de ar condicionado das áreas comuns do prédio. Controla também o sistema de exaustão do subsolo e as unidades de tratamento do ar das salas comerciais.

Sistema de Detecção e Alarme contra Incêndios

O software monitora o sistema de alarme contra incêndios, informando os operadores sobre todas as ocorrências e qual o procedimento mais adequado para cada situação, de modo que as ações necessárias possam ser efetuadas o mais breve possível.

Relatórios

O E3 emite relatórios através dos quais é possível analisar o funcionamento dos sistemas de iluminação, alarmes e climatização, assim como a economia gerada com o uso mais eficiente de energia e água.

Benefícios

– Economia na energia gasta com iluminação graças à programação de desligamento automático do sistema, permitindo desligar remotamente as luzes nos períodos em que os ambientes não estão sendo ocupados;

– Economia na energia gasta com ar condicionado devido à programação de desligamento automático do sistema, permitindo bloquear o acionamento de algumas máquinas nas épocas cujas temperaturas estão mais amenas;

– Controle da energia gasta com elevadores, ar condicionados, bombas hidráulicas e iluminação, permitindo que o gestor do condomínio possa monitorar, mensalmente, o consumo e, assim, analisar quais as melhores práticas para reduzí-lo;

– Alerta, via o sistema de alarmes, nos casos de escassez de água por parte da concessionária, permitindo que os condôminos possam, cientes disso, tomar ações preventivas para melhor economizá-la;

– Controle do consumo de água potável, através do qual o gestor do condomínio consegue monitorá-lo, semanalmente, e efetuar ações para reduzí-lo caso seja necessário;

– Monitoramento do uso da água de re-uso, informando o quanto de água potável deixou de ser utilizada em função deste sistema.

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Facebook apresenta sistema de economia de energia em data centers

Fonte: Canal Tech

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Empresas que lidam com grande volume de dados, como o Facebook, precisam trabalhar também com um alto consumo de eletricidade e uma conta nada agradável no final do mês. De forma a reduzir os custos, ajudar o meio-ambiente e tornar seu funcionamento mais otimizado, a rede social está anunciando o Autoscale, um sistema de divisão de trabalho em seus servidores.

A ideia tem um conceito relativamente simples por trás. O sistema é capaz de balancear suas necessidades de acordo com a infraestrutura disponível, entregando mais ou menos poder computacional e otimizando o funcionamento do data center. Segundo a companhia, a novidade já foi capaz de trazer uma economia “significativa” de energia elétrica.

Falando de forma mais avançada, trata-se de uma mudança também nos algoritmos de distribuição. Antes, o Facebook usava o que é chamado de round-robin, com todos os servidores trabalhando juntos e recebendo o mesmo número de solicitações. Agora, toda a carga é concentrada em um único aparelho, até que ele passe da metade de sua capacidade total. Aí, o trabalho começa a ser entregue ao segundo, e assim por diante.

A diferença se dá na quantidade de watts gastos. Parados, cada um dos servidores consome 60, enquanto a baixo e médio nível eles utilizam, respectivamente, 130 e 150 watts. Mantendo sua infraestrutura funcionando dessa forma pela maior parte do tempo, o resultado é uma utilização menor de energia elétrica e a redução nos gastos.

É aí que o Autoscale entra em ação, sendo capaz de controlar até mesmo o tamanho do pool para processamento de dados, com foco na economia de energia. Na mesma medida, porém, a tecnologia balanceia isso com as necessidades dos usuários, de forma que o Facebook não apresente problemas de performance. Os resultados foram demonstrados em um gráfico publicado pelo site The Next Web e, como é possível perceber, não houve nenhum tipo de mudança significativa no acesso.

A rede social também aponta que essa é apenas mais uma das diversas atitudes tomadas em seus data centers para proteção do meio ambiente. Mais do que isso, a empresa indica se tratar de uma alteração feita completamente a nível de software, ou seja, o Autoscale poderia ser aplicado a qualquer negócio ou organização, com poucos custos, pelo próprio departamento de tecnologia da informação.

É justamente isso que o Facebook espera que aconteça. A companhia quer ver o Autoscale ou, pelo menos, soluções semelhantes a ele se popularizando no mercado, trazendo ganhos tanto para as próprias marcas quanto para o mundo como um todo.

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Rio de Janeiro é escolhido para sediar o maior fórum do mundo

Fonte: O Povo Online – Fortaleza / CE

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O Rio de Janeiro vai sediar o maior fórum internacional de arquitetura, o Congresso Mundial da UIA (União Internacional dos Arquitetos), em 2020, segundo informou o IAB (Instituto de Arquitetos do Brasil).

As outras cidades no páreo eram Melbourne, na Austrália, e Paris. A escolha aconteceu em Durban, na África do Sul, ontem, durante assembleia da União Internacional dos Arquitetos.

A proposta do Rio é, de acordo com nota do IAB, “discutir a atual realidade urbana, expressa através da diversidade e da multiplicidade de formas de construção das cidades, e promover a reinserção da profissão no meio social”.

Para o IAB, a capital fluminense, com os seus 12 milhões de habitantes, “apresenta um quadro urbano rico e complexo, de desigualdades e de acertos, representativo de cidades do continente americano e do mundo emergente que se urbaniza rapidamente neste século 21”.

Apoio

A candidatura do Rio 2020 teve o apoio do ex-prefeito de Curitiba e ex-presidente da UIA, Jaime Lerner, do governador do Estado do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), e do prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB).

Outras entidades aderiram à campanha, como a Federação Pan-Americana de Arquitetos, o Cialp (Conselho Internacional de Arquitectos de Língua Portuguesa), o CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil), a FNA (Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas), a Abap (Associação Brasileira dos Arquitetos Paisagistas), a Asbea (Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura), o Rio Conventions & Visitors Bureau e a Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo).

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Nova lei de licitações: piorando o que já é péssimo

Fonte: Folha de S. Paulo Online

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Quem tenta realizar ações no setor público que demandam obras e serviços enfrenta hoje uma verdadeira via-crúcis. Um aparato burocrático infernal literalmente trava as iniciativas públicas e o que é pior não impede os desvios e fraudes que supostamente estas regras buscam evitar.

As contratações no setor público são regidas hoje pela famosa lei 8.666, promulgada em 1993 logo após o estouro do escândalo dos “anões do orçamento” (lembram?).

Hoje uma concorrência publica leva no mínimo 90 dias e pode ser contestada através de recursos pelas empresas que não foram escolhidas, a qualquer tempo. Tantas precauções e recursos não impedem que as concorrências sejam previamente combinadas entre os concorrentes que definem preços e distribuem as obras e serviços entre si, muitas vezes em comum acordo com o gestor. Aliás, ai do gestor que tentar “furar” o combinado: provavelmente não vai conseguir contratar nada, já que as empresas entrarão com recursos e mais recursos ao Judiciário, postergando “ad infinitum” a obra ou o serviço.

Sem falar nas dimensões políticas deste processo já de longa data conhecemos as relações entre prestadores de serviços ao setor público e financiamento de campanhas. Mas também outra dimensão -menos comentada- são os interesses políticos em impedir a realização de obras ou de travar processos que não envolvam a continuidade da operação de suas “redes” de prestadores de serviços. Muitas vezes nem mesmo dirigentes dos órgãos de controle destas contratações como os tribunais de contas escapam destes conluios.

Procurando agilizar os processos de contratação pública, o governo enviou um projeto de lei ao Congresso, estendendo, com algumas alterações, o chamado RDC (Regime Diferenciado de Contratações), adotado para as obras relacionadas a Copa, ao PAC, ao SUS e construção de presídios para todas as obras públicas do país.

Este projeto de lei, além de diminuir prazos e recursos, iniciar pelos menores preços (e não habilitação e proposta técnica), introduz a chamada “contratação integrada”. Por esta modalidade, a obra pode ser contratada sem o projeto, que será feito pela empreiteira depois de vencida a licitação. Uma das emendas à lei propostas por Gleisi Hoffmann incluiu ainda a possibilidade da empreiteira executora da obra também se responsabilizar pela manutenção e/ou operação do objeto executado por cinco anos. Ou seja, o contrato de uma obra pode virar também automaticamente uma parceria público-privada.

Resumo da ópera: As empreiteiras definem os projetos, constroem e fazem a gestão. Pelo menor preço… O setor público só paga a conta!

É mais do que urgente mudar o regime de contratações, mas este caminho está longe de enfrentar as questões que temos que avançar para melhorar a capacidade do Estado brasileiro de organizar o território em que vivemos.

A nova modalidade não impede os desvios e conluios nos processos de contratação, além de fragilizar ainda mais a capacidade do poder público em planejar, elaborar projetos de qualidade e gerenciar as obras.

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Telefonia Celular: Invenção brasileira faz celular funcionar mesmo sem sinal

Fonte: Engenharia Compartilhada

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Lançado por dois irmãos brasileiros que vivem nos Estados Unidos, o goTenna é um dispositivo capaz de funcionar sem depender do sinal telefônico ou da internet. A ideia de Daniela e Jorge Perdomo surgiu depois dos estragos causados pelo furacão Sandy, em outubro de 2012, que deixou milhões de pessoas incomunicáveis em dez estados dos EUA.
O goTenna conecta-se ao aparelho celular via Bluetooth e é acionado por um aplicativo disponível para Android e IOS. Com ondas de rádio de 151 a 154 MHz, o dispositivo estabelece conexão entre duas pessoas. Por isso, é vendido em pares. O aparelho tem um alcance de 80,4 km e pode ser usado em praias, florestas, ilhas ou em lugares onde o sinal do celular costuma falhar devido ao excesso de pessoas.
Também é possível enviar e receber mensagens gratuitamente e compartilhar a localização em um mapa off-line, seja entre duas pessoas ou um grupo. Todas as informações são criptografadas e com função de autodestruição, o que mantém a comunicação privada.

 

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Os projetos de redução dos gases do efeito estufa devem obedecer as normas técnicas

Fonte: Equipe Target

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Atualmente são seis os gases considerados como causadores do efeito estufa: dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), óxido nitroso (N2O), clorofluorcarbonetos (CFCs), hidrofluorcarbonetos (HFCs), e hexafluoreto de enxofre (SF6). Segundo os especialistas, o CO2 é o principal culpado pelo aquecimento global, sendo o gás mais emitido (aproximadamente 77%) pelas atividades humanas.

No Brasil, cerca de 75% das emissões de gases do efeito estufa são causadas pelo desmatamento, sendo o principal alvo a ser mitigado pelas políticas públicas. No mundo, as emissões de CO2 provenientes do desmatamento equivalem a 17% do total.

O SF6 é o gás com maior poder de aquecimento global, sendo 23.900 vezes mais ativo no efeito estufa do que o CO2. Este gás é usado na indústria elétrica para aplicações em alta tensão, como em interruptores e disjuntores. Em conjunto, os gases fluoretados são responsáveis por 1,1% das emissões totais de gases do efeito estufa.

No Brasil, já foram algumas normas para disciplinar o assunto. A NBR ISO 14064-1 de 11/2007 – Gases de efeito estufa – Parte 1: Especificação e orientação a organizações para quantificação e elaboração de relatórios de emissões e remoções de gases de efeito estufa especifica princípios e requisitos no âmbito da organização para a quantificação e para a elaboração de relatórios de emissões e remoções de gases de efeito estufa (GEE). Inclui determinações para o projeto, o desenvolvimento, o gerenciamento, a elaboração de relatórios e a verificação de um inventário de GEE da organização. Se um programa de GEE for aplicável, as exigências desse programa são adicionais às exigências da ABNT NBR ISO 14064. Se um dos requisitos da norma impedir uma organização ou proponente de projeto de GEE de cumprir um requisito de programa de GEE, o requisito do programa de GEE tem prioridade.

A NBR ISO 14064-2 de 11/2007 – Gases de efeito estufa – Parte 2: Especificação e orientação a projetos para quantificação, monitoramento e elaboração de relatórios das reduções de emissões ou da melhoria das remoções de gases de efeito estufa especifica princípios e requisitos, e oferece orientação para a elaboração de projetos para quantificação, monitoramento e relato de atividades de redução de emissões ou melhoria da remoção de gases de efeito estufa. Inclui requisitos para o planejamento de um projeto de gases de efeito estufa, identificando e selecionando fontes, sumidouros e reservatórios de gases de efeito estufa relevantes para o projeto e o cenário de referência (linha de base), monitorando, qualificando, documentando e relatando o desempenho de projetos de GEE e administrando a qualidade dos dados. Se um programa de GEE for aplicável, as exigências desse programa são adicionais às exigências da ABNT NBR ISO 14064. Se um dos requisitos da norma impedir uma organização ou proponente de projeto de GEE de cumprir um requisito de programa de GEE, o requisito do programa de GEE tem prioridade.

A NBR ISO 14064-3 de 11/2007 – Gases de efeito estufa – Parte 3: Especificação e orientação para a validação e verificação de declarações relativas a gases de efeito estufa especifica princípios e requisitos e fornece orientação para aqueles que estão conduzindo ou administrando a validação e/ou verificação de declarações de gases de efeito estufa (GEE). Pode ser aplicada na quantificação organizacional ou de projeto de GEE (relatórios de GEE realizados de acordo com a ABNT NBR ISO 14064-1 ou NBR ISO 14064-2). Especifica também requisitos para selecionar validadores/ verificadores de dados, informações, sistemas de informações e controles de GEE. Se um programa de GEE for aplicável, as exigências desse programa são adicionais às exigências da ABNT NBR ISO 14064. Se um dos requisitos da norma impedir uma organização ou proponente de projeto de GEE de cumprir um requisito de programa de GEE, o requisito do programa de GEE tem prioridade.

Já a NBR ISO 14065 de 07/2012 – Gases do efeito estufa – Requisitos para organismos de validação e verificação de gases de efeito estufa para uso em acreditação e outras formas de reconhecimento especifica princípios e requisitos para organismos que realizam validações ou verificações de declarações de gases do efeito estufa (GEE). Ela é neutra a um programa de GEE. Se um programa de GEE for aplicável, os requisitos daquele programa de GEE são adicionais aos requisitos desta norma.

Por fim, a NBR ISO 14066 de 08/2012 – Gases de efeito estufa – Requisitos de competência para equipes de validação e equipes de verificação de gases de efeito estufa especifica os requisitos de competência para as equipes de validação e equipes de verificação. Complementa a implementação da NBR ISO 14065. Não está vinculada a qualquer programa de gases de efeito estufa (GEE) específico. Se um programa de GEE específico for aplicável, requisitos de competência deste programa de GEE são adicionais aos requisitos desta Norma. Os requisitos de competência da direção e pessoal de apoio são especificados na NBR ISO 14065:2012, Seção 6.

Enfim, o setor produtivo terá que buscar as informações de emissões de gases de efeito estufa (GEE) das indústrias nacionais para construção, acompanhamento e avaliação das futuras metas de redução de suas emissões aplicadas aos diversos setores industriais. Apesar da evolução na prática de elaboração e relato voluntário de inventários de emissões de GEE por parte do setor privado brasileiro, não há um banco de inventários de emissão consolidado e disponível para todos os subsetores da indústria nacional, tornando a análise das emissões algo parcial e subjetivo neste momento.

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Curso: Instalações Elétricas em Atmosferas Explosivas

Fonte: Target

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O curso Instalações Elétricas em Atmosferas Explosivas, disponível gravado pela internet, visa capacitar e adequar os profissionais que interagem de forma direta ou indireta com um ambiente de atmosfera potencialmente explosiva. Busca-se conscientizar o profissional quanto à importância de se identificar a potencialidade explosiva de um determinado ambiente, classificando-o para, em seguida, fazer a escolha do equipamento adequado a ser inserido.

A base legal do assunto é a Portaria do Inmetro nº 179, de 18 de maio de 2010, com a sua última redação pela Portaria Inmetro nº 89, de 23 de fevereiro de 2012. O curso está em constante evolução, buscando-se com isso, a satisfação das pessoas que participam em sala ou via internet.

Serão abordadas as normas que fundamentam o assunto atmosferas explosivas considerando-se os diversos modelos de equipamentos conforme a classificação de área, as aplicabilidades e compatibilidades com os riscos previstos nos ambientes. Discutem-se os procedimentos de manutenção e instalação adequados, de acordo com as recomendações técnicas compatíveis, fundamentados em normas apropriadas.

Para atender à demanda daqueles que não podem se locomover até as instalações da Target, o curso Instalações Elétricas em Atmosferas Explosivas também está disponível nas dependências da Target ou ao vivo através da internet. Recursos de última geração permitem total aproveitamento mesmo à distância.

Para que uma explosão possa ocorrer, uma atmosfera explosiva e uma fonte de ignição precisam coexistir. As medidas de proteção aplicadas em projetos de instalações elétricas ou de instrumentação em atmosferas explosivas objetivam reduzir a um nível aceitável a possibilidade de que uma instalação elétrica possa se tornar uma fonte de ignição.

As áreas classificadas são divididas em zonas 0, 1 e 2 para o caso de presença de gases, vapores e névoas, de acordo com a NBR IEC 60079-10-1 e em zonas 20, 21 e 22 para o caso de presença de poeiras combustíveis, de acordo com a IEC 60079-10-2. Esta divisão é realizada de forma a quantificar o risco existente, a probabilidade de presença da atmosfera explosiva no local indicado e também de forma a facilitar a seleção de equipamentos elétricos apropriados e o projeto de instalações elétricas adequadas.

Se for feito um bom projeto das instalações elétricas e da instrumentação, é possível alocar muitos dos equipamentos elétricos ou eletrônicos e mesmo alguns equipamentos não elétricos (mecânicos) em áreas não classificadas ou em áreas de menor classificação com menores riscos, tais como áreas do tipo Zona 2 ou Zona 22. Esta boa prática de projeto, a ser aplicada nas etapas iniciais de determinação do arranjo dos equipamentos de processo, colabora de forma fundamental para elevar os níveis de segurança de toda a instalação.

Quando os equipamentos elétricos ou de instrumentação ou não elétricos (mecânicos) são destinados a serem instalados em áreas em que concentrações perigosas e quantidades de gases inflamáveis, vapores, névoas ou poeiras possam estar presentes na atmosfera, medidas de proteção são aplicadas para reduzir a possibilidade de explosão devido à ignição por arcos, centelhas ou superfícies quentes, produzidas tanto em operação normal ou sob condições de falha especificadas. Em qualquer instalação industrial, independentemente do tamanho, complexidade ou porte, podem existir muitas outras fontes de ignição, além daquelas associadas com equipamentos elétricos ou de instrumentação.

Dessa forma, as avaliações de risco e medidas adicionais podem ser necessárias para eliminar o perigo devido a outras fontes de ignição possíveis, incluindo equipamentos mecânicos, como bombas, ventiladores, compressores, caixas redutoras de engrenagem, centrífugas, esteiras rolantes e elevadores. Recomenda-se, dentro das possibilidades técnicas da instalação, que os equipamentos elétricos, eletrônicos e mecânicos, sempre que possível, sejam instalados em áreas não classificadas.

Quando isso não for viável, recomenda-se que os equipamentos elétricos, eletrônicos e mecânicos sejam instalados, sempre que possível, em uma área com os menores requisitos de classificação de áreas de menores riscos de presença de atmosferas explosivas de gases ou poeiras e que requeiram equipamentos elétricos ou mecânicos com nível de riscos mais baixo. As instalações elétricas em áreas classificadas também devem estar de acordo com os requisitos apropriados para instalações em áreas não classificadas.

Entretanto, os requisitos de instalação de equipamentos elétricos, eletrônicos e mecânicos para áreas não classificadas são muitas vezes insuficientes para atender aos elevados níveis de risco e de requisitos de segurança necessários para instalações destes tipos de equipamentos em áreas classificadas. Este fato faz os projetos de instalações “Ex” possuírem particularidades e requisitos específicos que os tornam mais específicos, elaborados e com um grau mais elevado de complexidade.

Assim, os equipamentos e materiais elétricos e de instrumentação devem ser especificados, dimensionados, instalados e utilizados, de forma que operem dentro de suas faixas nominais de potência, tensão, corrente, frequência, regime de serviço e outras características em que a não conformidade possa colocar em risco a segurança do equipamento e, consequentemente, de toda a instalação. Cuidados devem ser tomados para assegurar que a tensão e a frequência sejam apropriadas para o sistema de alimentação no qual os equipamentos são utilizados e que a classificação da temperatura tenha sido estabelecida para a tensão e frequência nominais ou especificadas para os equipamentos.

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Nova Iorque aumenta eficiência dos edifícios públicos

Fonte: Lennox

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A conclusão de três projetos de eficiência energética na zona do Empire State Plaza e do W. Averell Harriman State Office Building Campus, em Albany, deverão economizar ao governo nova iorquino mais de 20 milhões de dólares nos próximos 20 anos.

As intervenções são fruto de uma parceria entre a Autoridade de Energia (NYPA) e do Escritório de Serviços Gerais, com um investimento de aproximadamente 6,5 milhões de dólares, enquadram o objetivo de aumentar em 20% em 2020 a eficiência do patrimônio do Estado.

“A NYPA enquanto administradora do programa Build Smart de Nova Iorque está trabalhando afincadamente para reduzir o uso de energia nos edifícios estatais. As melhorias no que toca à economia energética conseguida nestas três infra-estruturas vão economizar milhões de dólares aos contribuintes e proteger o ambiente”, explicou Gil C. Quiniones, presidente e diretor-executivo da NYPA.

As medidas implementadas envolveram a substituição de 196 motores obsoletos e pouco eficientes e de luminárias de metal halido no Edifício 17, no Harriman Campus. Adicionalmente, foi melhorado o sistema que fornece a condensação de água para o arrefecimento do “plaza” no Verão.

“Em parceria com a NYPA e fazendo uso do programa de reembolso da Rede Nacional (de abastecimento de eletricidade e gás natural) estamos mais perto dos objetivos definidos na Ordem Executiva 88 do governador Cuomo”, mencionou RoAnn Destito, do Escritório de Serviços Gerais.

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