Estou desempregado, e agora?

Fonte: INFRA

Por: Madalena Feliciano

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Especialista dá dicas sobre como se comportar nessa fase e lidar bem com o tempo livre.

Ficar sem trabalho é uma situação chata e incômoda na grande maioria dos casos, porém, o lado bom é que você terá tempo para repensar sua carreira, atitudes e rever sua empregabilidade.

A partir do momento em que a pessoa está sem trabalho, ela precisa investir em si mesma para que não fique desatualizada do que acontece no mercado. “Essa é a hora para investir em educação. Use a internet como uma aliada e deixe seu currículo cada vez mais recheado. Existem milhares de cursos online, tutoriais, e-books, etc.”, comenta Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers.

Porém, não é só isso. O período fora de um emprego pode ser muito bom para desenvolver outros talentos e dedicar tempo para pessoas que precisam. “É importantíssimo manter-se ativo, seja por meio de cursos variados ou outras ações, como, por exemplo, fazer trabalho voluntário”, comenta a especialista.

O trabalho voluntário é um exemplo de atividade que ocupa o tempo, oferece uma sensação boa para aquele que o realiza – e para quem recebe, sejam crianças, idosos, pessoas com alguma limitação ou até animais – e faz com que a pessoa possa descobrir mais uma área de atuação que realmente goste. “Quando se está empregado nem sempre as pessoas encontram um tempo para fazer o trabalho voluntário, mas, ao serem demitidos, existe muito tempo livre. O trabalho voluntário faz com que a pessoa sinta-se valorizada e – muitas vezes, mesmo quando retorna ao mercado, ela não deixa o voluntariado de lado, pois descobre as vantagens que ele traz para a vida de todos”, exalta Madalena.

Outra atividade que pode ajudar nesse período é visitar eventos, feiras e congressos voltados à carreira. “Além de manter-se atualizado sobre o mercado, cada presença em um evento desses é mais uma oportunidade para conhecer pessoas com interesses semelhantes de forma menos formal – quem sabe seu novo chefe ou colega de trabalho não esteja ali também?”, aponta a coach.

“Se não está na internet, não existe”. Já ouviu falar disso? Então, isso vale para qualquer pessoa. É preciso estar nas redes sociais e saber usá-la a seu favor. “Deixe seus perfis online sempre atualizados e atrativos, tenha um bom networking digital, saiba o que acontece no mundo. Converse com ex colegas de classe ou trabalho, amigos, professores, etc., e faça com que eles saibam que você está à procura de um emprego – de forma sutil. Uma indicação é sempre algo positivo na hora da conquista de um novo emprego”, sugere Madalena.

Porém, enquanto a vaga de emprego “oficial” não aparece, o ideal é não temer o freelancing – e fazer tudo o que é oferecido e esteja dentro das suas possibilidades. “O freelancing é uma ótima maneira de continuar exercendo a profissão com retorno financeiro. Essa é uma fonte de renda que pode ajudar nos períodos de desemprego e, além disso, oferece novas oportunidades de conhecer pessoas da área – ou seja, novas oportunidades de emprego. Para isso, tenha sempre seu cartão de visitas consigo”, conclui Madalena.

Madalena Feliciano, Diretora Geral na Outliers Careers

madalena@outlierscareers.com.br

 

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Fundação Vanzolini oferece inspeção PBE-Edifica

Fonte: INFRA

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Acreditação concedida pelo Inmetro se deu após rigoroso processo de avaliação

A Fundação Vanzolini amplia o portfólio de sistemas de avaliação de conformidade e reconhecimento e passa a oferecer ao mercado a inspeção para etiquetagem PBE-Edifica, do Inmetro, que avalia o nível de eficiência energética das edificações.

A entidade é o primeiro organismo a certificar sistemas de gestão no Brasil e principal certificadora da construção civil sustentável do País – que responde pela emissão da chancela AQUA-HQE, desde 2009.

“A oferta do processo de etiquetagem PBE-Edifica, por parte da Fundação Vanzolini, se insere na estratégia da entidade em fornecer à sociedade ferramentas na busca pela sustentabilidade e um passo a mais para empreendedores na conquista da certificação AQUA-HQE”, afirma Paulo H. Bertolini, gerente de novos negócios da entidade. O desempenho energético das construções faz parte de um dos 14 critérios de avaliação de desempenho ambiental da certificação AQUA-HQE.

Para obter a etiqueta, o empreendimento precisa, de acordo com cada tipologia, atender aos requisitos técnicos de eficiência exigidos pelo programa. Para isso são avaliados níveis de desempenho ligados aspectos arquitetônicos e de engenharia, como aproveitamento da ventilação natural,  orientação das fachadas de modo a obter melhor iluminação natural, insolação, sombreamento, conforto térmico, sistemas de desempenho energético, entre outros.

A PBE-Edifica faz parte do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) e foi desenvolvida em parceria entre o Inmetro e a Eletrobras/Procel Edifica.

 

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?Só não atrasa obra quem não faz?, diz Dilma Rousseff

Será???

De uma certa forma, só erra quem faz….mas também erra quem não monitora e gerencia…. assim como ocorre em nossa área de Operação & Manutenção.

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Fonte: Gazeta do Povo – Curitiba/PR

Divulgação: SINAENCO

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Em visita ontem às obras da transposição do Rio São Francisco em Pernambuco, a presidente Dilma Rousseff (PT) afirmou que ?só não atrasa obra de engenharia quem não faz ou quem não tem a menor noção do que é uma obra de engenharia da complexidade dessa?. Ela deu a declaração após ser questionada sobre os atrasos na obra, prevista para ser inaugurada em 2010.

De acordo com o governo, as obras estão 62,4% executadas e devem estar concluídas em 2015. Segundo Dilma, a primeira dificuldade para executar a transposição teria sido o PT ter assumiu o governo federal em 2003, com Lula, sem que a gestão anterior tivesse pronto um projeto.

Outra dificuldade, segundo ela, foi o diálogo com as pessoas que eram contrárias à obra. Segundo o Ministério da Integração, o orçamento atualizado da obra é de R$ 8,2 bilhões. Durante a visita, Dilma gravou imagens para a propaganda eleitoral.

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As dez profissões que mais precisam de qualificação no país

Fonte: O Globo

Divulgação: SINAENCO

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A empregabilidade passa por uma crise global: a escassez de profissionais qualificados vem se acentuando em praticamente todo o mundo. É o que revela a 9ª Pesquisa Anual sobre Escassez de Talentos (Talent Shortage Global Survey), do ManPowerGroup, que relata a dificuldade das empresas em encontrar profissionais preparados para atender as suas necessidades.

Foram ouvidos mais de 37.000 empregadores em 42 países e territórios (no Brasil, 850 empregadores participaram da pesquisa), sinalizando a média global de escassez de talentos em 36%, a mais alta desde 2007 (41%). Em 2013, a média foi de 35%. De acordo com o estudo, os países que mais sofrem com esta situação, hoje, são: Japão (81%), Peru (67%), Índia (64%), Argentina (63%) e Brasil (63%). Empregadores na Irlanda (2%), Espanha (3%), Holanda (5%), África do Sul (8%) e Singapura (10%) são os menos propensos a enfrentarem essa dificuldade na hora de contratar este ano.

— No Brasil, a situação permanece preocupante. A pequena queda percentual de 68% em 2013 para 63% em 2014 não significa melhora no quadro da empregabilidade. As empresas continuam sem preencher vagas, pois não encontram profissionais com as competências necessárias para os cargos — afirma Riccardo Barberis, CEO do ManpowerGroup Brasil, segundo quem a expectativa não é de melhora nos próximos anos. — Houve investimento recente do governo brasileiro e das próprias organizações em programas de treinamento e cursos profissionalizantes, porém são ações de longo prazo, que ainda não refletem no resultado do estudo.

O estudo mostra que, no ranking de dez profissões com maior escassez de talento no Brasil, destacam-se (ver quadro abaixo) operários, técnicos e motoristas. A lista também inclui profissionais da área de tecnologia da informação (TI) e engenheiros. No mundo, pelo terceiro ano consecutivo, os empregadores relatam maior falta de pessoal qualificado nas chamadas “profissões de ofício” (pedreiros, marceneiros, costureiras, eletricistas etc), com engenheiros repetindo seu segundo lugar. O aumento na demanda pelos técnicos os coloca na terceira posição.

Nos dois casos, isso se deve, em parte, ao gap entre o perfil de competências que hoje é requerido nessas funções e o perfil que as pessoas apresentam (usualmente são as competências básicas), afirma a diretora de Recursos Humanos do ManpowerGroup, Márcia Almstrom:

— Se tornaram perfis e funções mais complexas. No passado, o motorista, por exemplo, precisava simplesmente dirigir. Hoje, se a pessoa for dirigir um caminhão, vai se deparar com ferramentas tecnológicas no veículo, GPS, que não obrigatoriamente está qualificada para manipular.

Para superar esse problema, as estratégias mais comuns que as organizações estão adotando mundialmente são: aumento dos treinamentos para os empregados atuais, mais oportunidades de desenvolvimento para a equipe atual, redefinição de descrições de cargos e aumento dos benefícios oferecidos.

De acordo com Márcia, as empresas estão mais flexíveis ao determinar as competências necessárias para o preenchimento de suas vagas.

— Elas estão optando por contratar os profissionais e oferecer a eles, já em casa, o treinamento necessário para a aquisição das competências exigidas — explica a diretora do ManPowerGroup.

Outra alternativa adotada, diz Márcia, é mudar a matriz de contratação. Isso significa que as empresas estão se moldando ao mercado e redesenhando suas estratégias de preenchimento de postos de trabalho. Atualmente, as empresas estão explorando fontes alternativas de talentos, como os trabalhadores mais velhos e os jovens. Também estão movendo o trabalho para as regiões com maior demanda de profissionais.

— Nesse cenário, as consultorias tem papel fundamental para auxiliar os empregadores a encontrarem o melhor desenho possível para que o gap da empregabilidade não impacte os objetivos de negócio das empresas — afirma a executiva.

Empresas relatam os efeitos

O estudo global mostrou também que como o cenário vem se agravando, as empresas já têm consciência do impacto que a falta de profissionais capacitados causa aos negócios.

As organizações participantes da pesquisa apontam que a escassez resulta diretamente na redução da capacidade de atender adequadamente seus clientes (41%); redução da competitividade e produtividade em geral (40%); aumento da rotatividade de pessoal (27%); e diminuição na criatividade e inovação (24%).

— No Brasil, já é discurso comum entre os líderes empresariais a falta de competitividade e a necessidade de aumentar a produtividade para tornar-se atraente no mercado — acrescenta Barberis, ressaltando que a carência de profissionais pode impactar a economia do país.

Cenário nas Américas

O estudo aponta que, nas Américas, os motivos mais comuns para os empregadores dizerem que não conseguem preencher as funções são: falta de competências técnicas e habilidades mensuráveis, com 34%; falta de experiência com 29%, representando um aumento em relação a 2013, quando o índice foi de 24%; e falta de candidatos disponíveis, com 25%.

As estratégias que os empregadores do continente estão adotando para superar este problema apresentaram algumas mudanças em relação às globais e também ao ano anterior, como: aumento de organizações que pretendem fornecer treinamento e desenvolvimento adicional aos atuais funcionários; aumento na exploração de novas fontes de talentos como jovens e mulheres; e diminuição na contratação de profissionais sem habilidades necessárias, mas com potencial para desenvolvê-las.

Confira os ranking dos profissionais mais procurados:

No Mundo:

1 – Trabalhadores de ofício manual

2 – Engenheiros

3 – Técnicos

4 – Representantes de vendas

5 – Contadores e profissionais de finanças

6 – Executivos/gestores

7 – Gerente de vendas

8 – Profissionais de TI

9 – Secretárias, assistente administrativo e auxiliar de escritório

10 – Motoristas

No Brasil:

1- Operários

2- Técnicos

3 – Motoristas

4 – Secretárias, assistente administrativo e auxiliar de escritório

5 – Trabalhadores de ofício manual

6 – Profissionais de TI

7 – Contadores e profissionais de finanças

8 – Operadores de máquinas e produção

9 – Engenheiros

10 – Gerentes de vendas

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ABRAFAC – Regional RJ mobiliza Facilities para questões locais

Fonte: ABRAFAC Notícias

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Com o intuito de ampliar sua atuação em outros estados, a ABRAFAC tem conseguido evoluir rapidamente nas atividades programadas para o Rio de Janeiro, através da Regional sob a diretoria de Alexandre Couto.

Depois dos facility managers terem celebrado pela primeira vez o FM Day no Rio, o “Almoço do Facility” tem se mantido como um encontro mensal bastante agradável e promissor, segundo o diretor regional, para o debate das necessidades locais e vem registrando maior adesão dos profissionais.

No último almoço, realizado no dia 16 de julho, além de um bate papo descontraído e de networking, os participantes discutiram sobre a necessidade e viabilidade de uma programação de eventos regional sobre temas como certificação, RH, análise de investimentos etc. e, para dar continuidade à discussão em torno de um cronograma para o Rio de Janeiro, agendaram uma reunião para o dia 21.

Para saber sobre a reunião, FM Now conversou com Alexandre Couto:

FM Now – Como foi a reunião promovida pela ABRAFAC Regional no último dia 21 de julho?

Alexandre Couto – Nosso encontro foi muito produtivo e teve como tema a realização de um workshop aqui no Rio sobre Certificação. Destaco as presenças do Wagner, da CTE; da Cristiane Durante, da JLL e do Luís Sá, administrador do Condomínio Rodolpho de Paoli, quem têm sido de grande valia em nossa gestão e grandes parceiros.

FM Now – Qual é a ideia de formatação para esse primeiro evento da Regional?

Alexandre – Pensamos que o workshop deve ter um caráter bem didático, seguindo passo a passo até chegarmos propriamente na certificação. Pretendemos iniciar com uma análise das vantagens e desvantagens desse processo, analisando seus benefícios, custos, retorno. Na sequência, imaginamos iniciar uma série de palestras para abranger as mais importantes modificações que devem ocorrer na edificação, numa linguagem técnica e objetiva em torno das instalações prediais existentes para adequação ao processo, sempre considerando custos e o retorno que trará. Depois, gostaríamos de apresentar cases existentes, através de administradores prediais que implantaram ou estão implantando em seus edifícios e, por fim, abrir para uma mesa redonda.

FM Now – Qual seria o objetivo do evento?

Alexandre – Os participantes da reunião concordam que o objetivo do workshop é não apenas orientar os administradores e/ou organizações sobre o processo de certificação, mas também oferecer alternativas para redução de custos condominiais, com otimização e melhoria os processos existentes.

FM Now – E o workshop já está agendado?

Alexandre – Já apresentamos o projeto para o presidente da Associação, Marcos Maran, e agora estamos estudando e negociando a melhor data e local, uma vez que os esforços neste momento estão todos concentrados para o mais importante evento da entidade e também do FM, que é o Congresso ABRAFAC.

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NBR 10.987 Sistemas de Proteção Contra Incêndio por Chuveiros Automáticos

Fonte: ABRAFAC Notícias

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Com a conclusão da revisão feita pelo Comitê Brasileiro de Segurança Contra Incêndio (CB-24), a ABNT publicou, no último dia 7 de julho, a NBR 10.897 – Sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos – Requisitos.

Trata-se da nova versão do texto de 2007, que agora define requisitos mínimos para o projeto e a instalação dos chamados sprinklers, incluindo as características de suprimento de água, seleção dos chuveiros, conexões, tubos, válvulas e todos os materiais e acessórios necessários para as instalações prediais.

Com exigibilidade desde 7 de agosto, o novo texto fixa condições mínimas exigíveis para projeto, cálculo e instalação de sistemas hidráulicos de proteção contra incêndio, bem como determina as dimensões e adequação dos abastecimentos de água para o suprimento exclusivo desses sistemas.

Além disso, a nova norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas apresenta referências a ambientes de diversas tipologias e determina a maneira ideal para armazenagem e manutenção dos chuveiros automáticos, visando a correta utilização dos equipamentos para o combate eficiente de incêndios.

Para mais informações, consulte o site da ABNT – www.abnt.com.br e, para aquisição dessas e de outras normas, veja o catálogo em http://www.abntcatalogo.com.br/

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IGP-M registra deflação de 0,35% na segunda prévia de agosto

Fonte: CORENET Global – Chapter Brazil

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) caiu 0,35% na segunda medição de agosto, contra baixa de 0,51% em mesmo período do mês anterior. No ano, a alta acumulada está em 1,47%; em 12 meses, houve avanço de 4,80%, conforme levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Na segunda prévia do mês, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) diminuiu 0,57%, após ter queda de 0,94% no mesmo período de julho. Os produtos agropecuários diminuíram 1,02% e os produtos industriais cederam 0,41%, contra baixa de 2,04% e 0,52%, respectivamente, na parcial de julho.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), por sua vez, recuou 0,02% no segundo decêndio de agosto, invertendo a direção tomada um mês atnes, de alta de 0,14%. Cinco classes de despesas apresentaram deflação – Alimentação caiu 0,15%, Vestuário encolhey 0,79%, Educação, leitura e recreação tiveram baixa de 0,33%, Transportes declinaram 0,12% e Comunicação registrou decréscimo de 0,18%.

Por fim, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,23% na segunda leitura de agosto, na sequência de alta de 0,67% em mesmo intervalo do mês anterior. O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços avançou  0,07% enquanto aquele que representa o custo da mão de obra registrou elevação de 0,38%.

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Vendas de imóveis em São Paulo caem 72,3%

Fonte: CORENET Global – Brazil Chapter

As vendas de imóveis residenciais na cidade de São Paulo caíram 72,3%, em junho, com 1.072 unidades comercializadas. No mesmo mês de 2013, foram vendidos 3.872 imóveis. Comparadas a maio deste ano, quando foram negociadas 2.080 unidades, houve queda de 48,5%, de acordo levantamento divulgado hoje (20) pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP).

Segundo a entidade, a Copa do Mundo interferiu nos resultados do mercado imobiliário, e os principais efeitos recaíram sobre a cidade de São Paulo, que registrou o pior mês de junho dos últimos cinco anos em termos de vendas. Por outro lado, as cidades situadas em torno da Capital obtiveram o melhor mês de junho em vendas.

“É possível que este movimento seja reflexo da adequação dos imóveis lançados ao perfil de público dessas cidades, com ênfase na oferta de dois dormitórios, algo bem tradicional e que atende à demanda da classe média”, disse o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci.

De acordo com os dados, nos outros municípios da região metropolitana de São Paulo, houve crescimento de 33,7%, considerando as 2.303 unidades comercializadas em junho de 2014 com as 1.723 unidades de igual mês do ano anterior. Em relação a maio, com 1.252 unidades vendidas, a variação foi 83,9%.

Em valores, o montante comercializado na cidade de São Paulo em junho chegou a R$ 547,1 milhões – queda de 59,8% do que o registrado em maio (R$ 1,36 bilhão). O imóveis com um dormitório lideraram as vendas, com 447 unidades e participação de 41,7%, seguidos pelos de três dormitórios, que representaram 28,1% de fatia de mercado (301 vendidos).

No total, foram lançadas na capital paulista 2.413 unidades residenciais, 32,5% a menos do que o resultado de junho de 2013 (3.574 unidades). Houve ainda redução de 10% em relação a maio, quando registrou-se o lançamento de 2.681 unidades.

No semestre, as vendas na capital paulista totalizaram 9.054 unidades, o que corresponde uma queda de 48,3% sobre as 17.500 unidades acumuladas de janeiro a junho de 2013. Com relação aos lançamentos, foram registradas 11.360 unidades, queda 18,8% em relação primeiro semestre do ano passado.

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Já estamos próximos do Congresso ABRAFAC 2014…

A ABRAFAC – Associação Brasileira de Facilities lançou por tempo limitado uma promoção para inscrições, na reta final de seu Congresso anual.

Abrafac 2014 Promo

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Começa hoje o 2º principal evento de sustentabilidade no Brasil

São Paulo – Começa hoje a EXPO ARQUITETURA SUSTENTÁVEL em São Paulo, segundo importante evento realizado neste ano e que discutirá e apresentará o tema Construção Sustentável.

O evento contará com a feira de exposição (EXPO) e com um espaço para Conferências, sendo realizado em SP, entre os dias 26 e 28/08.

O local do evento será o Expo Center Norte .

Aos interessados, segue o link para consulta e inscrições.

 

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