BC vai avaliar crise do setor imobiliário

Fonte: Valor Online – Finanças

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O Comitê de Estabilidade Financeira (Comef) do Banco Central vai avaliar, em reunião marcada para amanhã, a situação do mercado de crédito imobiliário, que sofreu desaceleração nos últimos meses devido à baixa nos recursos captados na poupança. O BC tem indicado que não vê riscos sistêmicos, mas avalia os impactos mais setoriais. Nos últimos dias, fiscais tiveram encontros com representantes dos bancos para, segundo apurou o Valor, colher informações sobre os riscos de uma parada súbita desse segmento do mercado.

Procurado pelo Valor, o Banco Central informou que essa é uma reunião ordinária do Comef, que ocorre trimestralmente, e que já há algum tempo o mercado de crédito imobiliário tem sido objeto de avaliação mais detalhada no seu Relatório de Estabilidade Financeira (REF). “O setor é objeto de estudos sempre”, declarou. O Comef, formado por integrantes da diretoria do BC, tem o papel de definir as estratégias, diretrizes e encomendar estudos relacionados à estabilidade financeira e prevenção do risco sistêmico. Em 2014, uma das suas reuniões antecedeu medidas de liberação de depósitos compulsórios. Hoje, porém, o BC está pouco permeável a adotar medidas do tipo, que iriam na contramão do aperto monetário. Mas o setor imobiliário apresentou uma extensa agenda de pleitos, incluindo uso de recursos da faixa livre da caderneta de poupança e mecanismos para incentivar bancos a ampliarem aplicações no segmento.

O conselho curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) deve analisar no dia 26 proposta para ampliar o valor dos imóveis financiados com seus recursos. Mas a avaliação do setor imobiliário é que esses recursos não resolvem o problema de falta de dinheiro. As estimativas são de que, neste ano, seriam necessários mais R$ 50 bilhões para atender à demanda, dos quais R$ 30 bilhões apenas para a Caixa Econômica Federal. O FGTS tem um orçamento de R$ 56 bilhões para habitação em 2015, com prioridade para a renda mais baixa, e não a classe média, como contempla a proposta em estudo. A competição pelos recursos é grande. O governo já vem estudando a criação de uma nova faixa do “Minha Casa, Minha Vida” com recursos do FGTS, com foco na renda mais baixa. Uma das possibilidades em estudo pelas áreas técnicas do governo é realocar para habitação recursos do saneamento básico, que tem orçamento de R$ 7,5 bilhões, e de infraestrutura, com orçamento de R$ 12 bilhões.

Essas áreas estariam com uma execução mais lenta que habitação. Embora a Caixa seja o gestor do FGTS, a proposta final de flexibilização do uso do fundo deve refletir a posição do governo como um todo, incluindo ministérios do Trabalho, Transportes, Fazenda e Casa Civil, entre outros. O governo detém a maioria do conselho curador do FGTS, com 12 cadeiras, enquanto os trabalhadores têm cinco representantes, e os empresários, seis. As notícias de que o governo planejava mudanças nas regras das Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e restringir o crédito direcionado e de que a Caixa iria aumentar os juros anteciparam a demanda por financiamentos. Tal combinação ampliou o estresse no sistema em um momento em que as captações dos bancos na poupança já vinham caindo. Os saques superaram os depósitos em R$ 29 bilhões de janeiro a abril.

A expectativa inicial era que, neste começo de ano, caísse a demanda por financiamentos imobiliários. Mas, no primeiro trimestre, a concessão de crédito direcionado à habitação para pessoas físicas somou R$ 26,016 bilhões, o que significa certa estabilidade em relação aos R$ 26,142 bilhões contratados no primeiro trimestre de 2014. No caso do FGTS, uma das propostas em estudo é aumentar o valor dos imóveis que poderiam ser financiados, dos atuais R$ 190 mil para R$ 300 mil. Para evitar críticas de que os recursos estariam beneficiando a classe média, a proposta contempla a cobrança de taxas de juros maiores. Outro argumento que procurará sensibilizar o conselho curador do FGTS é a preservação de empregos na construção civil. Outras hipóteses defendidas pelo setor imobiliário, que estão sendo analisadas dentro do governo, é obrigar que os bancos apliquem a chamada faixa livre da poupança, que corresponde a 5% dos recursos captados em caderneta, em novos financiamentos.

As estimativas são de que essa fonte de recursos possa movimentar R$ 20 bilhões. Também está sendo contemplada dentro do governo a hipótese de criar mecanismos que obriguem bancos com margem para aplicar a destinar efetivamente recursos a novos financiamentos imobiliários. Hoje, a Caixa, o Banco do Brasil, o HSBC e o Santander estão sem novos recursos para aplicação, enquanto o Itaú e o Bradesco têm margem. Uma das possibilidades é não permitir mais que os bancos cumpram as suas exigibilidades com a compra de papéis como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). O setor imobiliário tem insistido na tese de que, sem a liberação dos depósitos compulsórios da caderneta de poupança, será difícil mobilizar o volume de recursos necessário para atender à demanda do mercado e evitar uma queda dos preços de imóveis. Depois das negativas do Banco Central e da Fazenda à liberação de compulsórios da caderneta de poupança para novos financiamento, o setor imobiliário procurou o Palácio do Planalto na esperança de rever a decisão.

Procurada pelo Valor, a Caixa declarou em nota que “que realizou ajustes nas taxas e cotas das operações que utilizam recursos da poupança (SBPE), no último mês de abril. Assim como os demais bancos, a Caixa teve impacto da redução da captação da poupança e da elevação da taxa Selic”.

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Manutenção.Net lança nova pesquisa sobre o mercado de manutenção e facilities

Como já é de costume, o site http://www.manutencao.net lançou na rede a sua tradicional pesquisa sobre as marcas mais conhecidas no mercado de manutenção.

Segue abaixo a chamada para a participação:

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Desde 2009 que todo ano o site www.manutencao.net promove a eleição das
Marcas Mais Conhecidas da Manutenção Brasileira.

O resultado, ano a ano até 2014, pode ser visualizado no site
http://marcas.manutencao.net/

E, como em todos os anos, essa eleição só tem sido possível pela
participação maciça dos profissionais da Manutenção e de Facilities em
todo o Brasil.
Conto com sua participação na eleição deste ano de 2015.
Basta acessar o link https://marcasdamanutencao.questionpro.com

Ao finalizar o questionário você acessa imediatamente o resultado parcial
em que a eleição está. O resultado final sai em Julho.

Abraços

Paulo Walter
www.manutencao.net

Meu contato no LinkedIn é https://br.linkedin.com/in/paulorobertowalter

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ASBRAV – Dicas do Dr. Retrofit aborda em vídeo o descarte seguro das embalagens de fluidos refrigerantes

Fonte: ASBRAV (Notícia do Associado)

Acesse aqui a divulgação diretamente do site da ASBRAV.

Notícia de Associado – Dicas do Dr. Retrofit aborda em vídeo o descarte seguro das embalagens de fluidos refrigerantes

Material é parte de uma série que está sendo produzida pela DuPont Fluorquímicos com objetivo de apresentar soluções úteis ao dia a dia do profissional técnico da área de climatização e refrigeração

A DuPont acaba de disponibilizar em seu canal no Youtube mais um vídeo da série Dicas do Dr. Retrofit, que pode ser acessado através do link www.youtube.com/dupontdobrasil. No material são abordados, em primeiro plano, os procedimentos técnicos recomendados para a realização correta e segura do descarte de embalagens de fluidos refrigerantes.

O gerente de negócios da DuPont Fluidos Refrigerantes para o Brasil, Renato Cesquini, ressalta que o novo vídeo dá sequência a uma série que vem sendo patrocinada pela companhia, cujo objetivo central é promover boas práticas em refrigeração e também apresentar soluções úteis ao dia a dia do profissional da área de climatização e refrigeração.

– Escolhemos esse tema por se tratar de um tópico muito comentado pelos profissionais da área, e que gera diversas dúvidas. Assim, podemos esclarecer de maneira mais atrativa quais são os procedimentos de descarte das diversas embalagens, facilitando o entendimento – resume Cesquini.

A série completa dos vídeos Dicas do Dr. Retrofit pode ser acessada na página da DuPont Fluidos Refrigerantes, através do site http://www2.dupont.com/Refrigerants/pt_BR/tech_info/videos/drretrofit.html

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Evento CORENET em SP neste próximo 27/05: Estruturas de Fornecimento de Facility Management

Corenet Mai 15

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Logística será carro-chefe de investimentos, diz BNDES

Fonte: Valor Online SP

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O vice-presidente do BNDES, Wagner Bittencourt, confirmou que o banco trabalha com o Palácio do Planalto num plano de concessões. Bittencourt reiterou que o setor de logística será o carro-chefe dos investimentos nos próximos anos e que prevê aportes de quase R$ 600 bilhões em infraestrutura até 2019. Além de logística, o executivo também destacou investimentos em transporte. “É preciso investir 0,4% do PIB anualmente em mobilidade, o que não é pouco”, disse ele, que participou ontem da abertura do XXVII Fórum Nacional, organizado pelo ex-ministro do Planejamento João Paulo Reis Velloso, na sede do BNDES. Bittencourt também afirmou que há previsão de investimentos que somam R$ 192 bilhões, nos próximos quatro anos, na geração de energia, inclusive em fontes renováveis. “Esse setor não só está contribuindo mais para uma geração renovável, mas também criando uma cadeia de fornecedores. O leilão para energia solar também irá criar uma cadeia, como foi observado no setor eólico”, disse Bittencourt.

Na área de petróleo e gás, o banco de fomento espera pela divulgação do novo plano de negócios da Petrobras. “Aguardamos a movimentação da Petrobras na divulgação [do plano]. Pode ser que os investimentos sejam menores, mas ainda deve ser um crescimento importante”, afirmou. O executivo do BNDES classificou ainda a situação econômica brasileira como “bastante desafiante”, mas acredita que o país tem bases sólidas, como dívida reduzida e boas reservas, “o que leva hoje o Brasil a ter uma situação muito mais equilibrada”. Para Bittencourt, “a inflação é significativa” e, com esforço econômico, deverá chegar a 5,6% a partir de 2016. Em outro painel do evento, o economista da Universidade de São Paulo (USP), Gilmar Masiero da Universidade de São Paulo (USP), especialista em estudos sobre a Ásia, comparou o Brasil com a Coreia do Sul e mostrou como a país asiático evoluiu para uma economia com intenso uso da tecnologia. Ele aponta três fatores que levarem à explosão industrial da Coreia: políticas econômicas claras do governo, promoção de exportações par ao mercado global e incentivo à competitividade das indústrias de melhor desempenho. O economista lembrou que a educação foi a chave que alavancou o desenvolvimento coreano.

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Commissioning, Laboratories Highlighted in ASHRAE 2015 Annual Conference

From: ASHRAE

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Contact: Jodi Scott
Public Relations
678-539-1140
jscott@ashrae.org

ATLANTA – The importance of building and system commissioning is highlighted in the Technical Program at the ASHRAE 2015 Annual Conference.

The Conference takes place June 27-July 1, at the Atlanta Hilton, Atlanta, Ga. To register or for more information, visit www.ashrae.org/atlanta.

The Conference Technical Program features a strong focus on the design, construction and operation of high performance buildings, refrigeration and the annual Research Summit. Laboratories, refrigeration, fundamentals, applications, systems and equipment round out the program.

The program features some 100 sessions, with more than 300 presenters and 104 paper presentations. It begins Sunday, June 28, and concludes Wednesday, July 1.
The most popular track, in terms of sessions submitted and sessions scheduled, is the Building Operation, Maintenance and Optimization/Commissioning Track, with 18 sessions.

“This represents almost 20 percent of the sessions at the conference and undoubtedly reflects the degree to which operation, maintenance and commissioning are now recognized as the most cost-effective way to save utility dollars and also as key factors in keeping buildings comfortable,” David Claridge, who is the Conference chair, said. “Another indicator of the broad interest in these topics is sponsorship of the 14 seminar/workshop and forum sessions in this track by 17 different technical committees and task groups.  Attendees will learn the latest in remote fault detection, big data analytics, instrumentation for efficient operation, load forecasting and more traditional topics such as tips on steam systems.”

The Conference also includes the first Laboratory Mini-Conference with eight sessions that resulted from a coordinated effort on the part of technical committee (TC) 9.10, Laboratory Systems, and related TCs to put together a comprehensive and high quality set of lab-focused programs, according to Claridge.

These sessions cover major laboratory design issues including disease prevention, biocontainment, ventilation upgrades, lab safety and high performance for energy efficiency and low water usage.  The Mini-Conference provides an unusual opportunity for attendees to simultaneously get a broad overview of laboratory HVAC issues as well as the latest on important laboratory HVAC issues.

Other tracks in the Technical Program are:

  • High Performance Buildings
  • HVAC&R Fundamentals and Applications
  • HVAC&R Systems and Equipment
  • Indoor Air Quality
  • Modeling Throughout the Building Life Cycle
  • Moving Advanced Energy Design Guidance to the Mainstream
  • Research Summit

ASHRAE, founded in 1894, is a global society advancing human well-being through sustainable technology for the built environment. The Society and its more than 50,000 members worldwide focus on building systems, energy efficiency, indoor air quality, refrigeration and sustainability. Through research, standards writing, publishing, certification and continuing education, ASHRAE shapes tomorrow’s built environment today. More information can be found at www.ashrae.org/news.

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“Correndo Atrás” – Um novo blog para quem busca por um “coach virtual” em sua carreira

O colega e amigo Alexandre Teixeira acaba de anunciar o início de operação de seu blog “Correndo Atrás“, com uma vinheta de entrada, vídeo do autor e toda simpatia que lhe é peculiar.

Correndo_atras

Vale a pena conferir: https://www.facebook.com/correndoatrascarreira

Abraços

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Mercado de imóveis comerciais só se recupera em 2017

Fonte: O Estado de S. Paulo

Divulgação: CORENET Global

Acesse aqui o artigo a partir do site da CORENET.

O mercado de escritórios comerciais, que é um dos principais negócios da WTorre, vive um período de baixa, com previsão de se recuperar apenas entre 2017 e 2018, segundo especialistas ouvidos pelo Estado. A combinação de altos estoques e baixa demanda tem colocado esse segmento em perspectiva. “O mercado vai piorar muito antes de melhorar”, disse Máximo Lima, sócio-diretor da gestora Hemisfério Sul Investimentos (HSI).

De acordo com Roberto Patiño, diretor de transações da consultoria imobiliária JLL (Jones Lang LaSalle), o momento é de cautela. “Para cada 5 metros quadrados construídos, 1 metro quadrado está à espera de locatário”, disse. O Estado de São Paulo é o principal mercado do País.

As áreas mais nobres ficam na região das avenidas Faria Lima, Paulista e nos bairros do Itaim, Vila Olímpia e Berrini. O estoque total é de aproximadamente 13,7 milhões de metros quadrados, com preço médio de locação de R$ 93 o metro quadrado. A taxa de vacância está em 22,5%. Segundo maior mercado do País, o Rio de Janeiro tem o aluguel mais caro por metro quadrado, em média de R$ 122 por mês. A taxa de vacância está em 22,1%. “Vejo uma recuperação desse mercado para os próximos três anos”, disse Patiño. “Os projetos novos estão mais escassos e as empresas estão focadas em entregar os empreendimentos em andamento.”

De acordo Lima, do fundo HSI, o preços dos ativos ainda está alto. Primeiro, segundo ele, caem os preços de aluguel, para depois se refletir no preço de venda desses imóveis. “Os preços para locação estão caindo nos últimos 18meses,em torno de 30%”, disse. Lima afirmou que o apetite dos fundos por esse tipo de empreendimento arrefeceu.” Aquisições nessa área serão pontuais.” Demanda. Na contramão do mercado imobiliário, há uma forte demanda no País por galpões logísticos, de acordo com a JLL.

Há 28 milhões de metros quadrados construídos nesse segmento e há projetos para entrega de mais 15 milhões de metros quadrados até 2017. De acordo com Patiño, há grandes grupos com o foco nesse segmento. Fonte: O Estado de S. Paulo – ECONOMIA – 04/05/2015

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Disponibilidade de galpões de logística deve aumentar em 2015

Fonte: CORENET Global

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O mercado de galpões de alto padrão deve registrar aumento da taxa de disponibilidade este ano. Segundo projeções da consultoria imobiliária Colliers, a taxa deve passar de 18,2% no final de 2014 para 23,4% no primeiro trimestre deste ano. De janeiro até março, a previsão de entrega é de 857 mil metros quadrados de condomínios logísticos de alto padrão no país, enquanto no segundo trimestre estão previstos mais 544 mil metros quadrados. Outros 319 mil metros quadrados devem ser entregues no segundo semestre, totalizando 1,719 milhão de metros quadrados de inventário entregue em 2015.

Com um número tão alto de entregas previstas, o aumento da disponibilidade deve acontecer por conta oferta, e não da demanda, aponta a vice-presidente da Colliers, Paula Casarini. Ela lembra que o mercado de galpões demorou um pouco mais para sofrer com as incertezas políticas porque é ancorado nas cadeias sistêmicas de bens de consumo, de e-commerce e armazenagem em geral. “Os condomínios logísticos são muito usados por empresas de consumo e varejo em geral. No ano passado, o consumo cresceu menos do que estava acostumado a crescer, mas ainda não retraiu. Então a demanda ainda não sofreu tanto”, explica.

Com isso, a procura por estes imóveis tem se mantido estável, mas não deve atingir um nível suficiente para cobrir todo inventário programado para o ano. Em 2014 a absorção foi de 1 milhão de metros quadrados, dentro da média dos últimos anos. Para 2015, a previsão de absorção é parecida. “É muita entrega em um único trimestre para uma absorção média de 1 milhão no ano”, diz a vice-presidente da Colliers.

A executiva também destaca que os locatários estão mais cautelosos. “A demanda existe, mas o negócio leva mais tempo para ser concluído do que antes. Os locatários fazem mais contas, investigam, discutem mais sobre as cláusulas de garantia”, afirma.

Paula lembra que o mercado de galpões passa por uma fase de “superoferta”, com mais imóveis ficando prontos do que locatários interessados em absorver a demanda. “É neste momento que a taxa de vacância aumenta”, diz. Depois, é provável que haja um período de ‘recessão’, quando os preços de fato cairão. “A partir daí deve começar a haver uma recuperação para que o mercado volte a se expandir”, acredita.

O preço médio de locação dos galpões de alto padrão no Brasil ficou estável no ano passado, em R$ 20,50.

Estado de SP
No estado de São Paulo, o inventário no final do ano passado era de 5,907 milhões de metros quadrados. Para o primeiro trimestre do ano são esperados mais 559 mil metros quadrados, enquanto no segundo trimestre devem ficar prontos mais 368 mil metros quadrados. No total deste ano, a previsão de entrega em SP é de 1,246 milhão de metros quadrados de galpões no estado.

A região do estado com maior número de galpões é Jundiaí, com inventário de 1,127 milhão de metros quadrados no último trimestre de 2014. Ali, a taxa de vacância estava em 10,7% no final do ano passado. Em seguida aparece Cajamar, que tinha um inventário de 1,007 milhão de metros quadrados no ano passado, e uma taxa de disponibilidade de 14,1%.

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Casa Passiva – Edifícios com elevada eficiência energética

Fonte: Blog Verde

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Em tempos de necessidade de poupar energia e de minimizar as emissões de gases de efeito estufa (GEE) para atmosfera, o conceito da Casa Passiva pode ser uma adequada alternativa.

A Passivhaus, em alemão, (Passive House, em inglês) é um conceito que surgiu na Alemanha, que imprime a eficiência energética e o conforto térmico aos edifícios, durante todo o ano, mesmo considerando climas frios ou quentes.

A ideia é que qualquer edificação, em qualquer lugar, possa se tornar uma Casa Passiva, desde que os conceitos sejam aplicados. Portanto, a Casa Passiva é mais do que um edifício de baixo consumo energético.

Ao se transformar um edifício em Casa Passiva é possível se alcançar uma economia de até 75%, uma vez que as temperaturas no interior dos edifícios são mantidas em níveis de conforto aos seus usuários, independente da temperatura do ar exterior, se mais elevada ou mais reduzida.

O Instituto Federal do Ceará (IFCE), por meio do Programa de Pós-Graduação em Tecnologia e Gestão Ambiental (PGTGA) e do Laboratório de Energias Renováveis e Conforto Ambiental (LERCA), trouxe, dias 5 e 6 de maio, a Profa. Fernanda Rodrigues, da Universidade de Aveiro, Portugal, para ministrar um curso de curta duração, para ampliar o conceito da Casa Passiva, bem como fomentar parcerias entre ambas as instituições, com vistas a aplicar esse conceito em edificações no Ceará e no Brasil.

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