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Dialogia divulga seminário em SP sobre “Soluções Práticas em Gestão Eficiente de Energia nas Empresas”
Publicado em Uncategorized
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Lançamento do livro “Edifício ambiental”
Foi lançado no último dia 23 de junho o livro Edifício Ambiental, reunindo a contribuição de 42 engenheiros, arquitetos e pesquisadores.
Vejam a seguir a chamada para a mesa redonda já realizada na última terça, onde também se comenta sobre o livro e seu lançamento.
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Fonte: Revista Infra
Acesse aqui a matéria em sua fonte.
Arquitetos e pesquisadores debatem qualidade e desempenho de edificações
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No dia 23 de junho (terça-feira), às 19h, a relação entre edifícios e seu entorno estará em questão na mesa redonda “Edifício Ambiental: a face de uma arquitetura de qualidade e desempenho”. O encontro marca o lançamento do livro de mesmo nome, Edifício Ambiental, organizado por Joana Carla Soares Gonçalves e Klaus Bode. Além dos organizadores, o bate-papo contará com a presença dos arquitetos Alexandre Hepner, do Estúdio ARKIZ e também professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, e Marcelo de Andrade Romero, professor e pesquisador da FAU-USP.
Edifício Ambiental reúne contribuições de 42 engenheiros, arquitetos e pesquisadores renomados, que trazem ao leitor os projetos e práticas mais avançados em termos de qualidade ambiental no Brasil e no exterior. A proposta é discutir, de maneira crítica e tecnicamente substanciada, questões como desempenho, qualidade e eficiência energética – afinal, alguns dos parâmetros ambientais como acesso ao sol e aproveitamento da luz natural, comunicação visual entre interior e exterior e circulação de ar fresco têm o potencial de transcender limites quantitativos de desempenho e dar qualidade e autenticidade à arquitetura.
Dividido em cinco partes, o livro aborda conceitos de qualidade e tecnologias construtivas, discute o ambiente urbano e os processos de projeto, traz análise de edifícios existentes e aprofunda reflexões sobre os desafios ambientais e as forças de mercado. São cerca de 600 páginas repletas de imagens, desenhos e esquemas que permitem o estudo aprofundado de edificações como o Velódromo das Olimpíadas de Londres, o edifício de escritórios One Airport Square, na República de Gana, ou o Commerzbank, na Alemanha – ícones da arquitetura mundial – e de outros projetos inovadores que contaram, em diversos casos, com a participação direta dos autores da obra.
A ABRAFAC convida seus associados para participar de discussão sobre a NBR 5626
Abrafac convida associados para participar de Discussão de Norma de Água Quente e Fria NBR 5626.
Não deixe de participar desta importante discussão que afetará diversas atividades do setor.
CARTA-CONVITE
CE-02:146.03 – Comissão de Estudo de Sistemas Prediais Hidraúlico-sanitário para Água Fria e Água Quente
A ABNT, como único foro de normalização nacional e diante de uma demanda de normalização, promove reuniões de Comissão de Estudo onde estejam representados todos os envolvidos com o assunto a ser normalizado e onde eles possam, em nível nacional, discutir e estabelecer por consenso, regras, diretrizes ou características para suas atividades.
Vimos por meio deste, convidar V.S.ª para participar próxima reunião da Comissão de Estudo de Sistemas Prediais Hidraúlico-sanitário para Água Fria e Água Quente (CE-02:146.03) a se realizar conforme programação a seguir.
PRÓXIMA REUNIÃO
Data: 01 de julho de 2015 (quarta-feira)
Horário: 08h30 às 12h:30
Local: SINDUSCON/SP
Rua Dona Veridiana, 55,Térreo – Bairro Stª Cecília – São Paulo- SP
Pauta:
1. Leitura e aprovação da ata da reunião anterior.
2. Análise e discussão das sugestões de ajustes de redação com Sra. Rose e Sr. Ronaldo.
3. Liberação da ABNT NBR 5626 para consulta nacional
4. Assuntos gerais
Aos interessados, favor encaminhar e-mail para secretaria@abrafac.org.br
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Estatal analisa a venda de usinas e linhas de transmissão
Fonte: Valor Online
Acesse aqui a matéria em sua origem.
A Eletrobras está analisando a venda de participações minoritárias em sociedades de propósito específico (SPEs) de usinas e linhas de transmissão. A medida é uma das alternativas indicadas pelo estudo de reestruturação da companhia, elaborado pela consultoria Roland & Berger. “Dentre os estudos realizados pela Roland & Berger, contratada para avaliar alternativas de modelos de negócios da Eletrobras, existem estudos sobre as participações acionárias minoritárias da Eletrobras. No entanto, não há nenhuma decisão tomada sobre o assunto, que está sob análise pela administração”, afirmou a estatal ao Valor.
No fim de maio, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, já havia afirmado que o plano de privatização das distribuidoras da Eletrobras deveria ser expandido para ativos de geração e transmissão. “Não há dentro do governo nenhum preconceito com relação à questão da privatização”, disse ele à época. Para um especialista do setor elétrico que preferiu não se identificar, a venda de ativos de geração e transmissão é uma alternativa para dar fôlego financeiro a empresa para fazer frente ao plano de investimentos de longo prazo. Segundo ele, dois ativos que a empresa pode colocar à venda são as participações nas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, no rio Madeira.
Com relação à privatização das distribuidoras, a Eletrobras está fazendo análises internas com base no estudo encomendado ao Santander sobre a reestruturação do negócio de distribuição, que indicou, como uma das alternativas, a venda das empresas. Com exceção da inclusão da Celg -D no Programa Nacional de Desestatização (PND), a estatal informou que ainda não tomou decisão sobre a venda das demais distribuidoras. Segundo a empresa, a definição das metas e condições específicas a serem exigidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para a renovação do contrato de concessão de cada distribuidora será determinante para a tomada de decisão relativa ao assunto.
Publicado em Artigos Diversos, Brasil
Com a tag Eletrobrás, Infraestrutura no Brasil, Investimentos em Energia, Ministério de Minas e Energia
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Palestras internacionais (SBCC) – Oportunidade!!
Caros Colegas,
Segue a programação de palestras internacionais interessantes para a próxima semana.
Diretoria Executiva do ICCCS visita o SBCC
Além de debates internos, a SBCC e ISCC BRAZIL 2016 aproveitam a estada dos especialistas internacionais para organizar dois workshops
Entre os dias 18 e 23 de junho, a SBCC receberá a visita da Diretoria Executiva do ICCCS. Estão previstas diversas ações que se iniciam no dia 18 com a visita ao Centro de Convenções Rebouças, local onde será realizado o ISCC BRAZIL 2016, e dois hotéis (processo de escolha do local das reuniões internacionais paralelas ao ISCC). Na visita, os especialistas farão parte de um grupo composto por membros da diretoria da SBCC, da organização do ISCC BRAZIL e também do São Paulo Convention & Visitors Bureau, entidade que apoia a organização e divulgação do evento.
No dia 19 de junho, acontecerá na nova sede da SBCC, em São Paulo, a 1ª reunião internacional do ICCCS denominada: “Americas meeting ICCCS Council of Delegates”.
Além da reunião internacional, também está programado a participação do encontro anual dos Grupos Técnicos – GT’s da SBCC momento em que todos os coordenadores especialistas farão apresentações dos trabalhos realizados, conquistas, desafios e sequência dos trabalhos para 2015.
No fim de semana a agenda não para. No dia 20 (sábado), haverá um encontro entre os especialistas e diretores da SBCC com presidentes e principais executivos das empresas que tenham representação expressiva na América Latina (sede SBCC das 10 às 12h). Além da participação presencial, entidades e profissionais de empresas na America Latina participam via Skype.
No domingo, dia 21, a diretoria da SBCC proporcionará a Diretoria Executiva do ICCCS uma visita a pontos turísticos da cidade de São Paulo.
O ICCCS, alinhado a missão de disseminar o conhecimento técnico-científico e em apoio ao ISCC BRAZIL 2016, oferece ao mercado brasileiro, através da SBCC, o que há de mais recente nos segmentos da indústria farmacêutica e hospitalar-saúde. Nesta premissa, os dois diretores executivos que participarão nos dois workshops internacionais: Frans Saurwalt, Gerente Técnico da Unidade de Negócios de Controle de Contaminação da Krapman, e Koos Agricola, Engenheiro de Processos da Océ Technology e da Universidade de Twente e selarão este evento impar em nosso País.
No dia 22 de junho, no auditório do Sindusfarma e com o apoio deste importante parceiro, realizaremos o Workshop: Aspectos Relevantes sobre Salas Limpas em Indústrias Farmacêuticas. Já no dia 23, no Instituto de Infectologia Emilio Ribas, considerado um dos de mais alto nível na região e que tem apoiando nossas iniciativas, realizaremos o Workshop: Controle de Contaminação em Salas Cirúrgicas.
“Apesar das inúmeras facilidades tecnológicas disponíveis atualmente, os encontros presenciais permitem maior interação, com mesas redondas, debates e estudos de cases e até mesmo a troca de informações de seu caso específico, como foi possível vivenciar em eventos anteriores. Novamente, a SBCC, com apoio de organizações importantes como Sindusfarma, Instituto de Infectologia Emilio Ribas e ABRAVA, traz para o público brasileiro um programa inédito de grande interesse”, destaca Heloisa Meirelles, Presidente do ICCCS e Delegada Internacional da SBCC.
Essa grade internacional faz parte da divulgação no Brasil e no exterior do ISCC BRAZIL 2016, “considerado o maior evento de controle de contaminação no mundo” e que está programado para setembro de 2016, em São Paulo.
Para mais informações e inscrições, acesse http://sbcc.com.br/evento/salas-limpas-em-industrias-farmaceuticas/ ou http://sbcc.com.br/evento/controle-de-contaminacao-em-sala-cirurgica/
ALERTA DO ACERVO ABNT – ABNT/CB-024 – REVISÃO DE NORMA ABNT NBR 13231:2014
A ABNT publicou, em 17.06.2015, a norma ABNT NBR 13231:2015 – Proteção contra incêndio em subestações elétricas, que revisa a norma ABNT NBR 13231:2014.
Para detalhes sobre a norma publicada ou sua aquisição Clique Aqui
Para consulta ao catálogo de normas ABNT, ISO, IEC, DIN, AFNOR, BSI, CEN, ASTM, IEEE, NFPA, AMN ou JISC visitehttp://www.abnt.org.br/catalogo.
Se você deseja ser removido desta lista, por gentileza, envie um e-mail para acervo@abnt.org.br
Atenciosamente.
Gerência de Editoração e Acervo
ABNT/GEA
Publicado em Normas Técnicas
Com a tag ABNT, NBR 13231, NBR 13231:2014, Proteção contra incêndios em subestações elétricas
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Em tempos de crise, seja proativo
Fonte: Revista Infra
Acesse aqui a matéria em sua fonte.
Consultor em gestão de pessoas esclarece como profissionais devem agir perante a crise
Em um contexto econômico difícil e instável, uma das principais medidas adotadas pelas empresas é o corte de custos, inclusive por meio de demissões. Os dados divulgados pelo IBGE comprovam que o desemprego chegou a 7,9%, maior taxa desde o primeiro trimestre de 2013, com 7,934 milhões de pessoas desempregadas.
Mesmo para quem está empregado, o momento pede atenção e, sobretudo, proatividade. Segundo o consultor em gestão de pessoas, Eduardo Ferraz, o profissional não pode apenas esperar as coisas acontecerem. “Em situações difíceis a maioria tende a ficar paralisada, retraída e com medo, esperando que a crise passe sem afetá-las. Infelizmente, a crise afeta quase todo mundo e é preciso se antecipar, mostrar empenho, disponibilidade e se oferecer para fazer algo a mais, identificando e criando alternativas que possam melhorar o próprio desempenho e aumentar a produtividade da empresa, por exemplo. Não tenha vergonha de perguntar ao chefe ‘O que posso fazer para contribuir?’ Pessoas assim resolvem os desafios antes de o problema ficar grave”.
Se a empresa está em uma situação muito ruim, a ponto de demitir a qualquer momento, a antecipação também é importante. “Nesse sentido, o funcionário além dar seu melhor, precisa começar a procurar outras oportunidades, reforçar a reserva financeira e não esperar o pior acontecer”.
E para aqueles que vivem trocando de emprego ou pensam em abrir o próprio negócio, o momento pede cautela. “Ainda há boas oportunidades, mas os riscos são maiores. Por isso, planejar detalhadamente os próximos passos é ainda mais importante. E, novamente, é fundamental não ficar parado, seja para garantir o que já se tem ou para aproveitar as oportunidades que aparecem em momentos difíceis”, finaliza o consultor.
Publicado em Artigos Diversos, Facility Management
Com a tag Crise Econômica, Gestão de Pessoas, Postura Profissional
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A importância da inspeção e da qualidade nas obras
O que geralmente passa desapercebido por muitos é o fato de que o sucesso e o desempenho de uma edificação e de seus sistemas dependem de todas as etapas que antecedem ao momento de ocupação e uso.
Ou seja, o desempenho dependerá das etapas de concepção, projeto, construção, instalação, startup e entrega técnica, sendo necessário a manutenção de um rigoroso processo de comissionamento em todas estas etapas.
O processo de comissionamento é, de fato, um conjunto de procedimentos que tem por objetivo assegurar a qualidade em todo o processo, garantindo assim com que edifícios e sistemas sejam projetados para atender as expectativas de seus proprietários, com que equipamentos e componentes sejam selecionados e adquiridos para atender o desempenho especificado em projeto, com que equipamentos e sistemas sejam instalados de forma à atender o projeto, as especificações de fabricantes e boas práticas do mercado, com que sejam especificadas e cumpridas todas as etapas de testes funcionais, de desempenho e integrados e finalmente, com que todas as evidências e documentação técnica sejam adequadamente organizadas, de forma à permitir um adequado e efetivo treinamento para as futuras equipes de operação e manutenção (passagem do bastão).
A grande questão é que nem as grandes construturas e instaladoras enxergam a importância deste controle de qualidade ao longo de todo o processo, e muito menos que o sucesso nestas etapas mitigará o risco de falhas e, principalmente, os ajudará na redução do desperdício e do retrabalho.
A má qualidade impera em nossas construções e instalações, não somente pela falta de visão mas, a meu ver, pela falta de cultura em nosso país a este respeito.
Em alguns grandes centros fora do Brasil, costuma-se envolver profissionais de comissionamento, de Facility Management e de Operação e Manutenção ainda nas etapas de projeto e concepção, justamente com o objetivo de mitigar riscos futuros e de proporcionar uma operação mais segura e rentável.
Infelizmente, vi apenas dois empreendimentos que tentaram seguir tal filosofia aqui no Brasil e, quando digo “tentaram”, me refiro ao fato de que a preocupação com prazos e existência de falhas no controle da qualidade durante o processo acabaram por superar a visão inicial.
Precisamos sem nenhuma sobra de dúvidas incrementar / melhorar o controle da qualidade em nossas obras e instalações, mas vejo principalmente a necessidade de aculturar estes profissionais que, em muitos casos, ainda não enxergam os seus benefícios.
Vejam abaixo a reportagem da Revista Infra sobre o tema qualidade nas obras.
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Fonte: Revista Infra
Acesse aqui a reportagem em sua fonte.
Grande parte das construtoras diz ter uma área de qualidade, mas na verdade é só proforma!
Tenho visitado muitas construtoras e conversado com as áreas de qualidade e afins para saber como estas estão atuando, de que forma agregam valor a companhia, mas o que percebo na maiorias das vezes é que a própria área de qualidade não atua proativamente para eliminar defeitos ou erros, identificando a causa do problema. A grande maioria comenta que preenchem os formulários de inspeção e verificação para manterem o processo de qualidade, mas isso realmente é efetivo para trazer e garantir a Qualidade na obra? Pensando em benchmark, na Indústria a busca da qualidade é pelo “Zero Defeito”, ou seja, atuar de forma a resolver o problema em sua origem para nunca mais acontecer.
Na Construção civil, o que se chama de qualidade é muitas vezes preencher formulários para estar conforme ao programa específico como ISO ou PBQP-h. Uma coisa é ter um programa de qualidade do tipo ISO-9000 ou PBQP-h, mas isso não garante a Qualidade da obra, mas sim um processo. Em minha opinião, inspecionar qualidade é identificar, capturar defeitos, categorizá-los e entender suas causas para conseguir corrigi-los e evitá-los em futuras etapas, assim como capturar oportunidades de melhoria de projeto, processos, operações, eliminando novos defeitos, necessidades de retrabalhos, gastos com mais material para consertar, horas dos trabalhadores e todos os outros custos associados a isso.
Quem faz qualidade é a Obra, e quem inspeciona é a Qualidade, de forma independente, de forma que não se crie um conflito de interesse, evite-se reprimir aquele que aponta um erro de construção.
Por que então manter uma área de Qualidade? Para estar conforme? Qualidade é coisa para inglês ver? Não, a importância da boa atuação da área da qualidade é essencial para a saúde financeira da obra pois reflete em custos e imagem da empresa, e especificamente para o segmento da construção civil, a qualidade esta deve ser veloz a ponto de atuar na própria obra evitando problemas nas fases seguintes, e também em futuras obras similares. Preencher formulários não irá ajudar as construtoras a serem mais produtivas, e esta visão deveria mudar o quanto antes, ainda mais em momentos onde o mercado está retraído e toda economia possível conta para o resultado financeiro da empresa.
*Alexandre Siqueira é Diretor Comercial e de Marketing da Astrein, empresa especializada em soluções para gestão de ativos, facilities e centrais de cadastros.





