Você sabe o que é fotogrametria e qual a sua aplicação na área da engenharia…

O Instituto Mauá de Tecnologia realizará nesta próxima terça-feira 30/08 no período da manhã uma apresentação da plataforma FRAMENCE, cujo tema será a fotogrametria.

Aos interessados, segue o convite e link para a inscrição:

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O que são políticas e estratégias de manutenção…

Por Alexandre M F Lara

Neste mês de agosto falaremos aqui no blog sobre políticas e estratégias de manutenção e qual a sua importância para a nossa atividade e resultados que buscamos.

Primeiramente, é importante que compreendamos o significado de uma “Política de Manutenção”, ou melhor, de uma política composta por diretrizes e critérios que nos permita direcionar a melhor e mais adequada estratégia de manutenção para um ativo em nossa empresa.

[ File # csp6128409, License # 3020059 ] Licensed through http://www.canstockphoto.com in accordance with the End User License Agreement (http://www.canstockphoto.com/legal.php) (c) Can Stock Photo Inc. / AnatolyM

Em outras palavras, estas diretrizes ou critérios nos possibilitam definir não somente o tipo de manutenção (preventiva por tempo, preventiva por condição, detectiva ou mesmo corretiva), com também outras estratégias que venham a ser aplicadas, tais como rondas operacionais mais intensas, sistemas de monitoramento e controle, entre outras.

No entanto, para que para que possamos definir tais estratégias, a política de manutenção deverá considerar algumas etapas e critérios, englobando:

  1. O levantamento de ativos
  2. O seu cadastramento considerando os níveis definidos na política
  3. A análise de sua criticidade para o nosso negócio ou sua criticidade funcional
  4. A definição de estratégias de manutenção adotadas para a nossa instituição
  5. A elaboração de rotinas de manutenção, frequências, responsáveis e tempos de execução
  6. A definição de fluxos para os principais processos (atendimento a solicitações e chamados, tratamento de solicitações de serviço até a sua conversão em uma ordem para a execução, execução de manutenções, fornecimento de peças e materiais, entre outras)
  7. A definição de importantes modelos de operação, tais como procedimentos operacionais, rotinas periódicas de inspeção, etc
  8. Níveis de serviço esperados e principais indicadores no processo, assim como a sua forma de apuração
  9. Requisitos para a sua apuração e CMMS (Computerized Maintenance Management System)

Além dos tópicos acima, a Política Corporativa de Manutenção poderá ainda estabelecer modelos de relatórios gerenciais e sumários executivos, organogramas funcionais e formas de atuação das equipes que compõem a área de engenharia de manutenção, questões relacionadas a Segurança, Saúde e Meio Ambiente (SSMA), entre outros.

Enfim, trata-se de um importantíssimo documento que reunirá todas as diretrizes a serem seguidas pela instituição, dentro da modalidade de engenharia de manutenção, sendo fundamental a determinação das condições dos ativos e a sua importância para os processos e para a instituição (o seu negócio).

Aliás, dentro do processo acima descrito, entendo que os 3 (três) primeiros itens, se bem conduzidos, lhes permitirão definir com boa base as melhores estratégias e políticas a serem adotadas, dentro de seu processo de gestão do ativo (longevidade e desempenho ao longo de sua vida útil projetada – VUP).

Importante também ressaltar que a composição e experiência de sua equipe de gestão são fatores que influenciarão no resultado do trabalho.

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Sustainability – ways MEP engineering can help make older buildings become more efficient

Este curto, porém interessante artigo destaca a importância da “ENGENHARIA DE INSTALAÇÕES” na função de transformar um antigo edifício em um empreendimento mais eficiente, reforçando a necessidade de CONHECERMOS os nossos sistemas e as LIMITAÇÕES existentes, para então avançarmos aos novos projetos.

Vejam que em sua fase inicial de trabalho, Peter Basso ressalta a importância em se realizar o que chama de auditoria energética em sistemas e instalações, o que, apesar de instintivamente nos direcionar para a auditoria em sistemas de potência ou sistemas elétricos, com foco em consumos…., deve ser traduzida em:

  • Um processo de elegibilidade em nossas instalações, permitindo-nos compreender o conceito implantado, os seus principais componentes e características e a composição do sistema (harmonia em sua operação / interdependência, etc)
  • Uma necessidade de conhecermos o desempenho destes sistemas em relação ao que fora previsto em projeto, haja vista ser esta uma importantíssima base de comparação em futuros estudos
  • Uma constatação do atual USO da edificação e potenciais expansões ou alterações futuras que devam ser consideradas
  • Uma análise do estado ou condições de conservação e operação de tais sistemas, na condição atual
  • Um reconhecimento das “ferramentas” ou “dispositivos” implantados na instalação, e que nos permitam monitorar desempenhos

Vejam que este diagnóstico demanda uma visão ampla de nossas instalações, a fim de que se possa propor uma nova e mais efetiva solução olhando não só para o futuro, como também para o presente, ou melhor, para as limitações físicas ou técnicas que temos em nosso edifício.

Existem em nosso mercado alguns produtos intitulados como “auditorias energéticas” e que focam apenas em parte das condições acima, muitas vezes com o olhar direcionado para a redução de consumos, embora volte a dizer que o trabalho deve ir mais longe…., envolvendo o RETROCOMISSIONAMENTO de sistemas fundamentais para a edificação.

Por esta razão, “todo o cuidado será pouco” para que possamos escolher a melhor forma de elaborar um estudo sobre os nossos empreendimentos.

Vejam a seguir a matéria que está em inglês, e boa leitura!


Fonte (source): Consulting- Specifying Engineer

Por (By): Peter Basso Associates

Acesse aqui o artigo em sua fonte.

Key strategies that can help make older buildings become more sustainable while also preserving the character and design of the structure.

Courtesy: Peter Basso Associates

Perform an energy audit

Before installing new equipment, or making upgrades to enhance an older building, owners and facility managers should first consider performing an energy audit to determine if existing systems are operating at optimum levels.

There could be several contributing factors, or a single issue, preventing your system from operating at maximum efficiency. Faulty or disabled sensors, wiring issues, leaks in machinery, or even clogged or dirty filters can cause problems for owners. Facility managers must be capable of properly operating the equipment. A solid grasp of the equipment is essential to minimizing maintenance costs and inefficiency. MEP consulting engineers can identify opportunities for improvement in all areas including a building’s water systems, which can have energy costs if they leak or operate inefficiently.

HVAC upgrades

Upgrades to heating, ventilation, and air conditioning systems that include making use of natural ventilation and heat sources are beneficial to minimizing energy loss. In conventional systems, integrating new efficient technologies into HVAC operations help to make HVAC systems more effective.

The design process should give careful consideration and planning when installing new equipment in older historic buildings that are being brought up to code with intent on preserving the aesthetics of the building. A well-planned and executed energy conservation strategy can push buildings to achieve greater HVAC efficiency while, complementing the theme of neighborhood mainstays.

Thermal envelope upgrades

Heat loss and gain caused by differentials in interior and exterior temperatures is greatest at the top of a building. Insulating the building envelope can provide noticeable energy savings and have an even greater effect on older buildings. Adding insulation to unfinished attic spaces is generally simple and causes minimal disruption to a building’s historic features.

Preserving history

Wall insulation throughout your building can improve its thermal efficiency however, it could negatively impact historic features and timeless design.

Courtesy: Peter Basso Associates

Upgrade equipment and appliances

In addition to upgrading HVAC system components, building owners and operation managers can recognize greater levels of energy efficiency and costs by upgrading other equipment. High-efficiency water heaters use far less energy than older models and could move the needle on saving on energy costs in the long run.

Upgrading appliances like old refrigerators and dishwashers to newer models with less power consumption will reduce electricity use and lessen indoor heating and cooling loads.

Utilize renewable energy

Operations managers and building owners can add environmentally friendly and cost-effective energy materials that are readily available and require minimal structural changes. Solar panels can be installed with limited or no visibility at all. Geothermal systems require less equipment space, have fewer moving parts, and in some cases be used as upgrades to traditional HVAC systems.

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Projeto de impermeabilização: conheça cuidados técnicos e erros comuns

Este artigo foi recentemente divulgado pela AEC Web e trata de uma das questões mais importantes em uma edificação, ou seja, em seu “envelope”, tanto no que se refere aos cuidados necessários para a elaboração do projeto, quanto a necessidade de se conhecer a área e suas características antes da proposição de uma das soluções de mercado.

No entanto, gostaria de também destacar aqui alguns outros pontos ainda relacionados ao tema, no que tange as fases de uso, garantia e manutenção…

Sobre a vida útil de projeto para os sistemas:

Trecho da Tabela C.6 extraída da ABNT NBR 15.575-1

Segundo o estabeleceido pela ABNT NBR 15.575 em sua parte 1, a vida útil de projeto para o sistema de impermeabilização em áreas externas será de 4 à 12 anos, dependendo do tipo de sistema e também do cumprimento das manutenções preventivas periódicas e extremamente necessárias.

Mesmo quando se trata de impermeabilização em áreas internas, a Norma também define um período de VUP entre 20 e 30 anos, também dependendo dos cuidados de manutenção exercidos pelo usuário ou responsável da edificação.

Importante frisar a dependência de tais cuidados de manutenção, pois como costumo dizer aos alunos em cursos de pós-graduação, a manutenção civil é erradamente considerada em planos ou programas de manutenção, deixada no “modo de manutenção corretiva” (ou por demanda) na grande maioria das edificações.

Neste caso, é evidente que não se deve esperar o mesmo desempenho de um sistema, se nãoo cuidamos de juntas ou rejuntamentos (limpeza periódica e susbstitituição de material das juntas quando necessário), ou mesmo de outras características construtivas consideradas em projeto (uso inadequado do espaço).

Enfim, quero destacar aqui com estes comentários acima:

  • A necessidade de também considerarmos a manutenção civil dentro de nossos planejamentos
  • A influência da fase de uso e ocupação de um edifício sobre o desempenho de sistemas

Segue o artigo, e uma boa leitura!


Fonte: Portal AECweb/e-Construmarket

Acesse aqui o artigo em sua fonte.

Projetista tem que atender às determinações de normas técnicas para elaborar o estudo preliminar e os projetos básico e executivo do sistema de impermeabilização

A execução da impermeabilização deve ser realizada por profissional especializado (Foto: bogdanhoda/Shutterstock)

A definição das soluções de impermeabilização que serão aplicadas na edificação é dividida em três fases principais: estudo preliminarprojeto básico e projeto executivo. Cada uma das etapas tem diretrizes estabelecidas por norma técnica e essas informações devem ser de conhecimento do responsável pelo projeto. Para esse trabalho de especificação, também é fundamental profissional especializado e qualificado em impermeabilização.

ESTUDO PRELIMINAR

De acordo com o arquiteto Jacques Monet Junior, titular da Imperconsultores (Consultoria em Projetos de Impermeabilização), o estudo preliminar consiste no conjunto de detalhes que permite caracterizar as soluções de impermeabilização. “Precisa ser elaborado simultaneamente ao projeto arquitetônico. Assim, podem ser devidamente analisadas as restrições e possibilidades para atender as exigências de desempenho em relação à estanqueidade”, afirma.

O estudo preliminar tem que ser embasado em relatório com a qualificação das áreas que serão atendidas e uma planilha com os tipos de impermeabilização aplicáveisJosé Miguel Morgado

“O estudo preliminar tem que ser embasado em relatório com a qualificação das áreas que serão atendidas e uma planilha com os tipos de impermeabilização aplicáveis”, diz o engenheiro José Miguel Morgado, diretor executivo do Instituto Brasileiro de Impermeabilização (IBI Brasil), que destaca a importância de o projeto não ser um simples “copiar e colar”, mas sim específico para cada situação.

PROJETO BÁSICO E EXECUTIVO

A ABNT NBR 9575 — Impermeabilização — Seleção e projeto — está em revisão e, na nova versão, o projeto básico passa a ser tratado como pré-executivo. “Nele, constam as informações gráficas e descritivas que definem as características de todos os sistemas de impermeabilização a partir do estudo preliminar”, explica Monet, lembrando que esse projeto não traz detalhes suficientes para ser adotado na execução.

Segundo Morgado, no projeto básico são estabelecidas as áreas impermeabilizadas, além do equacionamento de possíveis interferências. “Todas as soluções precisam estar definidas com uma planilha de levantamento quantitativo, estudo de desempenho e estimativas de custo”, detalha o diretor do IBI.

Já o projeto executivo é aquele que traz os dados necessários para a correta aplicação dos materiais. “Seu conteúdo técnico apresenta as soluções detalhadas para cada área, com informações sobre as camadas que irão compor o sistema e a identificação de todos os componentes”, comenta Monet. No documento há, ainda, os procedimentos que têm que ser adotados para garantir que a vida útil planejada seja, de fato, alcançada.

Devem constar no projeto executivo:

• as características construtivas das soluções adotadas no projeto de arquitetura;
• memorial descritivo de materiais;
• memorial descritivo de procedimento de execução;
• a planilha quantitativa de materiais e serviços.

Complementando esse projeto, poderão ser definidas a metodologia para controle e inspeção dos serviços; a metodologia para controle dos ensaios tecnológicos; e diretrizes para elaboração de manual de uso, operação e manutenção.

De acordo com Morgado e Monet, alguns construtores adquirem apenas o projeto básico, entendendo que atenderam de uma vez as exigências da obra quanto à necessidade de um projeto de impermeabilização. Entretanto, para o correto desempenho de norma, com a adequada execução, tanto o construtor junto com a fiscalização quanto a empresa aplicadora têm que ter em mãos o projeto e executá-lo.

ERROS COMUNS

A certificação de que a execução seguirá tudo aquilo previsto em projeto é um dos principais problemas enfrentado atualmente. “Alguns construtores compram o projeto e, muitas vezes, o colocam na gaveta”, conta Morgado. É importante, durante a obra, aferir se os produtos, consumos, tempo de secagem, prazo de validade, entre outros, estão em conformidade com o que foi planejado.

Monet ressalta que no Brasil é cultural os projetos não serem lidos e aplicados no setor de obras. “Mas, já temos nos edifícios de alto padrão mestres e engenheiros de produção abrindo as plantas na laje e adequando os detalhes de execução. Como acontece em nossos projetos”, conta.

Devemos reforçar a cultura de fiscalizar e responsabilizar a execução dos projetos nos seus detalhes construtivos, fazendo os devidos checklists, necessários para a finalização do desempenhoJacques Monet Junior

“Devemos reforçar a cultura de fiscalizar e responsabilizar a execução dos projetos nos seus detalhes construtivos, fazendo os devidos checklists, necessários para a finalização do desempenho”, avalia Monet, lembrando que outro erro comum é optar por profissionais sem a devida qualificação para elaborar o projeto de impermeabilização.

A IMPORTÂNCIA DO PROJETO

Desprezar o projeto de impermeabilização pode resultar em diversos impactos negativos para a edificação, que vão desde problemas de saúde para os ocupantes até graves riscos estruturais. Um vazamento que seria evitado com a vedação adequada pode tornar o ambiente inabitável — graças à proliferação de microrganismos — ou causar a corrosão das armaduras nas estruturas, situação que envolve altos custos para ser solucionada.

Em um projeto habitacional, os pontos mais críticos em relação à impermeabilização são a laje de cobertura e térrea, juntas de dilatação e subsolos. A garantia de torná-los totalmente estanques, assim como as demais estruturas do empreendimento, passa pela escolha da mão de obra e materiais adequados, qualidade da construção, preservação dos sistemas aplicados, assertividade do projeto, entre outros cuidados.

NORMAS TÉCNICAS

As principais normas técnicas a serem observadas no projeto e execução da impermeabilização são ABNT NBR 9575 — Impermeabilização — Seleção e projeto; ABNT NBR 9574 — Execução de impermeabilização; e ABNT NBR 15575 — Edificações habitacionais — Desempenho. “Sendo que as duas primeiras atualmente passam por revisão”, informa Monet.

Após a publicação da nova versão, a ABNT NBR 9575 terá cinco partes e passará a englobar a ABNT NBR 9574, que será cancelada. “Elas serão: Parte I – Nomenclatura; Parte II – Projeto de Impermeabilização; Parte III – Execução da Impermeabilização (que irá substituir e cancelar a ABNT NBR 9574); Parte IV – Fiscalização; e Parte V – Uso e manutenção da impermeabilização”, enumera Morgado, indicando que as duas últimas partes começarão a ser analisadas após o envio das três primeiras para consulta nacional.

O projetista também deve estar atento às normas relativas aos produtos que estão sendo especificados durante seu trabalho. “Empresas ou profissionais não devem realizar uma obra, qualquer que seja ela, sem o mínimo de conhecimento das normas técnicas. O IBI possui diversas Câmaras e, no caso em questão, temos a Câmara dos Projetistas do IBI com mais de uma dúzia de projetistas associados que estão à disposição da classe construtora para apoiá-la na execução de seus projetos”, conclui Morgado.

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PROJETO DE EMENDA 1 DA ABNT NBR 7256, TRATAMENTO DE AR EM ESTABELECIMENTOS ASSISTENCIAIS DE SAÚDE (EAS) ENTRE EM CONSULTA NACIONAL ATÉ 05 DE SETEMBRO

Fonte: ABRAVA

ABNT/CB 055 informa Consulta Nacional o Projeto de Emenda 1 da ABNT NBR 7256, Tratamento de ar em estabelecimentos assistenciais de saúde (EAS) – Requisitos para projeto e execução das instalações.

O Projeto de Emenda 1 da ABNT NBR 7256 ficará em Consulta Nacional até o dia 05/09/2022.

Acesso:  http://www.abntonline.com.br/consultanacional

Mais informações com:

Eng. Oswaldo Bueno – coordenador

Clara Lúcia – Secretária

ABNT/CB-055/ABRAVA

Fone: (11) 3361-7266

Skype: clucia04

cb-055@abnt.org.br

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O ressurgimento da energia geotérmica

Embora não se trate de um conceito novo (era utilizada, por exemplo, no aquecimento de banhos na antiguidade), a energia geotérmica baseia-se na utilização das condições do solo (temperatura), através de processos de engenharia, para a geração de energia, assim como frio / calor em ambientes climatizados, sendo considerada uma energia limpa e renovável.

Apesar de ainda pouco explorada no Brasil, o tema voltou a ganhar espaço não somente no Brasil, como em várias regiões do mundo, pois trata-se de um sistema renovável e sustentável, no momento em que o mundo persegue por soluções mais adequadas ao nosso meio ambiente.

Como exemplo deste ressurgimento e fonte de leitura para aqueles que desejem conhecer melhor o tema, o ASHRAE JOURNAL de hoje (09/08/2022) trouxe 3 artigos relacionados ao tema, sendo estes:

Apesar de apresentado em inglês, recomenda-se a leitura dos artigos acima, diretamente do site da ASHRAE.

Boa leitura!

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A importância em conhecer os seus ativos de manutenção

Por Alexandre M F Lara

Embora tenhamos programado este post para o mês de julho, algumas viagens de trabalho acabaram por atrasar a sua publicação, o que estamos corrigindo / ajustando a partir deste momento.

Acredito que muitos já tiveram a oportunidade de ter acesso a série da norma ABNT NBR ISO 55.000, que trata não somente sobre o tema “Gestão de Ativos”, como, de fato, sobre uma mudança cultural e de postura pela qual as nossas empresas devem passar.

A implementação de um sistemas de gestão de ativos certamente implicará em uma reflexão dentro de nossas organizações, conhecendo e compreendendo a sua posição no mercado onde atua e revendo os seus objetivos no médio e longo prazos, mantendo sempre o olhar para o negócio ou core da empresa.

Para as empresas cujo sucesso em seu negócio esteja fundamentado na operação (e consequentemente manutenção) de ativos físicos, a ISO 55.000 trouxe inovações quanto ao conceito de vida do ativo, assim como sobre a importância em se definir claramente uma política de renovação destes ativos quando:

  • Os custos operacionais e/ou de manutenção durante a vida remanescente deste ativo excederem o custo para a sua substituição / reposição
  • Houver risco iminente de falha do ativo;
  • O impacto de uma provável falha supere o custo de sua substituição;
  • Uma provável ou potencial falha venha a comprometer a confiabilidade e/ou a segurança do sistema e de pessoas;
  • O ativo se torne obsoleto e ineficiente (baixo e não recuperável desempenho) para a sua operação e negócio;
  • Os ganhos com a sua eventual substituição / reposição resultem em uma melhoria nos indicadores de performance relacionados a segurança de pessoas, do meio ambiente e desempenho operacional da empresa.

Vejam ainda que várias das condições acima estão quase que diretamente relacionadas a importância do ativo para a sua organização, ou seja, relacionadas a criticidade funcional deste ativo.

Observem também que qualquer tomada de decisão requererá não somente a IDENTIFICAÇÃO destes ativos, o seu CADASTRAMENTO, uma CLASSIFICAÇÃO de sua criticidade funcional e dos riscos envolvidos, assim como requererá o estabelecimento de INDICADORES e FORMAS DE MONITORAMENTO e CONTROLE ao longo do ciclo de vida do ativo em sua organização.

Inicia-se neste momento a abordagem deste post, no qual trataremos do proccesso de levantamento e cadastramento dos ativos em suas organizações. Mesmo quando tratamos separadamente o tema “LEVANTAMENTO” deveremos compreender e planejar previamente como isto será executado, ou seja:

  • Quais os tipos de ativos serão abrangidos?
  • Quais os dados a serem obtidos durante o levantamento?
  • Qual a importância a ser dada para a sua função e seu estado ou condição operativa durante o levantamento?
  • Como estes dados e informações deverão ser organizados?

A resposta para estas perguntas acima os auxiliará no “desenho” deste formato de levantamento e da forma como estas informações serão organizadas e classificadas. O levantamento, ou melhor, a estratégia de levantamento adotada lhes possibilitará classificar posteriormente a criticidade funcional destes ativos, definindo assim a estratégia de manutenção a ser também adotada.

Esta classificação da criticidade funcional será obtida a partir da aplicação de uma metodologia customizada para a sua empresa (matriz de criticidade) e determinará o quão importante ou vital aquele ativo será para a sua organização, demandando por mais e/ou melhors “cuidados” dentro da política de operação e manutenção a ser implantada.

Embora não se tenha atualmente uma norma que trate especificamente do cadastramento de ativos (existem instruções ou normas técnicas dentro de algumas grandes empresas, além de recomendações de instituições ou associações profissionais em manutenção), entende-se que a classificação pode ser realizada em até 7 (sete) níveis:

Níveis de classificação de um ativo segundo a ABRAMAN

Notem que quanto mais níveis forem cadastrados, maior e melhor será a referencia do ativo em sua organização. No entanto, teremos sempre de manter os “nossos pés no chão”, ou seja, adequando o nível de rigor ao nosso negócio e fazendo com que o nível final de cadastramento escolhido atenda plenamente a nossa necessidade de monitoramento e controle dos ativos.

A partir de um bem executado cadastramento, deveremos compor o código de identificação de todos os ativos na organização, incluindo os níveis necessários à nossa estratégia definida.

Exemplo simplificado de construção do código de identificação do ativo

No exemplo acima, a organização atuará comum sistema mais simples de identificação, atuando basicamente com os níveis 1º, 2º e 5º. Como lhes dissemos acima, ainda que o sistema demonstrado pelo exemplo acima seja muito simplificado (por questões mais didáticas), ele poderá atender a algumas organizações, haja vista a análise resultante do processo de levantamento e classificação.

Não se trata aqui de um “monstro” que devemos criar e cuidar, mas sim, de uma metodologia customizada (tailored) para atender as nossas necessidades e expectativas inerentes a gestão de nossos ativos.

Importante apenas lembrá-los de que toda a estratégia definida por vocês deverá estar alinhada com o sistema informatizado de gestão ou CMMS (Computerized Maintenance Management System) escolhido e implantado em sua organização.

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“Cinco” razões pelas quais geradores de emergência falham quando solicitados

Fonte / Source: Consulting – Specifying Engineer

Por / By: John Yoon

Acesse aqui a matéria diretamente em sua fonte.

Recentemente, este site norte americano publicou uma interessante matéria sobre as possíveis ou mais comuns causas de falha em gurpos moto-geradores, durante o exato momento no qual precisamos de sua atuação.

Entre as cinco razões citadas pelo autor estão:

  • Falha no envio do sinal e atuação das chaves automáticas de transferência
  • O gerador possui ventilação ou resfriamento inadequado (sistema de arrefecimento do motor)
  • Pressão inadequada de combustível (gás natural)
  • Acionamento de proteções de sobrecorrente em sistemas de geração de energia de emergência
  • Incompatibilidade de cargas em relação ao grupo moto-gerador dimensionado

Se observarmos com detalhe as 5 opções acima, veremos que algumas demandam por cuidados de manutenção preventiva periódica, como por exemplo a verificação e teste em ajustes de proteções e as periódicas manutenções preventivas em sistemas de alimentação de combustível e em sistemas de arrefecimento do motor diesel (fluido de arrefecimento, ventiladores, filtros / atenuadores de ruído, torres de resfriamento, etc).

Somam-se aos problemas acima questões envolvendo as baterias e seus terminais, falhas em sistemas de lubrificação interna do motor, seja pelo baixo nível de óleo lubrificante, seja pela saturação do filtro ou mal funcionamento do sistema de aquecimento do cárter (óleo mais viscoso na partida), entre outras.

Mas se também observarmos a mesma relação acima, notaremos que várias destas falhas podem ser previamente identificadas (e consequentemente corrigidas antes de uma falha) durante a manutenção detectiva em grupos moto-geradores, no momento em que conduzimos testes funcionais periódicos no equipamento, com e sem carga.

Tais riscos podem e devem ser mitigados durante o cumprimento de protocolos bem definidos para os testes, sendo estes parte integrante de nossas manutenções. O mais interessante nisto tudo é que várias empresas que demandam pela instalação de sistemas de geração de emergência em suas instalações, não permitem a realização de testes COM CARGA, o que os leva a perder a oportunidade de evitar perdas maiores.

Enfim, segue abaixo o artigo cujo link da fonte se encontra acima.

Boa leitura!


Five reasons emergency generators fail when you need them

Here are five common reasons why generators fail

BY JOHN YOON

Courtesy: McGuire Engineers

Engineers tend to focus on prescriptive design solutions for mission critical and life safety generator applications. Often the guiding concept is that adding capacity and complexity to the design helps ensure reliability. However, the devil is in the details. Real-world generator system reliability is often dictated by seemingly simple, mundane items that are often overlooked.

It’s reasonable to expect that a properly installed generator will function perfectly on Day One, but it should also be noted that its useful service life will often extend well beyond 25 years. In addition, that generator is only one component of a larger emergency power supply system. Failure of any individual part of that system could compromise the overall performance and reliability of that system. Given that extended service life, the logical question for any engineer is, what parts of that system will become vulnerable as the system ages and how can the associated risks be mitigated?

NFPA 110: Standard for Emergency and Standby Power Systems is the most applicable standard in this regard. NFPA 110 addresses installation, testing and (most importantly) ongoing maintenance requirements for the EPSS. The issues that are examined in this article echo those identified within NFPA 110 and consist mostly of simple items that have outsized consequences if not properly addressed.

Figure 1: Interior of a more than 30-year-old automatic transfer switch. Proper maintenance and testing of automatic transfer switches is often neglected and can lead to a generator system failure. Courtesy: McGuire Engineers

Here are five common reasons why generators fail, with additional information available in the next issue:

1. Automatic transfer switch failed to properly transfer or signal the generator to start

UL 1008 “Standard for Safety Transfer Switch Equipment” details rigorous testing requirements to ensure that automatic transfer switches are reliable during normal operation. The UL 1008 tests include verification of the ability of an ATS to operate under abnormal conditions (withstand fault current, close into a faulted circuit, survive overvoltage events, etc.)

The UL standard also includes an endurance test requirement. This test has two different sets of criteria depending on if the ATS is rated for “total system load” or a less stringent “optional loads” rating. Only total system load rated ATSs are suitable for life safety and legal required loads. As such, the vast majority of ATSs used in commercial construction projects are rated for total system load.

The more stringent total system load test is performed both with and without current for anywhere from 3,000 to 6,000 transfer cycles. The quantity of cycles performed under each condition is dictated by the rated ampacity of the ATS. Where tested under current, half of those cycles must be performed at 100% rated load and the other half at 200% rated load. Real-world operating conditions never approach this ULsevere testing criteria.

The severity of UL testing requirements compared to normal operating conditions would suggest that ATS longevity shouldn’t be a problem. NFPA 110 ATS monthly functional testing and annual maintenance recommendations are also extensive (see 8.4.6 and Appendix section A.8.3.4). Those recommendations include one major maintenance and three quarterly inspections per year. This testing in combination with the UL listing requirements should ensure a reliable system.

However, ATS related issues still cause genset starting issues. The reason isn’t that the NFPA 110 ATS maintenance requirements aren’t tough enough. The reason is that the recommended maintenance and testing is frequently skipped.

There is a well-founded fear that if there is a problem during functional testing and maintenance that it could potentially cause the downstream critical load to be dropped. However, this logic is flawed in that if ATS maintenance is not performed, any potential issues with the ATS will not show up until there is a critical need for generator power. These issues could be any number of items: the transfer mechanism seizing due to lack of lubrication/contamination, loose conductor terminals causing arcing, faults in generator start circuit wiring, etc.

The temptation is to specify complex devices such as an isolation bypass type ATS to allow for maintenance while the system is energized. However, what if the project cannot bear the associated cost and complexity? For most clients, other solutions are required. While risks associated with testing cannot be fully eliminated, they can be mitigated with proper planning.

This lesson can be learned from the data center industry, where methods of procedure (known as MOP) are commonly used to help identify and manage risk associated with maintenance on mission critical systems. A MOP is a highly choreographed step-by-step sequences of actions to be performed by maintenance personnel. By clearly defining actions and expected outcomes from each action, critical interdependences are more likely to be identified and the appropriate emergency procedures documented ahead of time rather than trying to make them up in the heat of the moment if something goes wrong during testing.

2. Generator has inadequate ventilation/cooling

The thermal efficiency of a typical diesel generator is around 40%. As such, a significant amount of energy from the fuel is rejected as waste heat without being converted into electricity. Proper management of that waste heat is a critical consideration in any generator system design. The generator’s capacity could be derated or it could fail entirely if adequate cooling isn’t provided.

The amount of airflow required for properly dissipating heat from the generator’s radiator is typically on the order of 15 to 20 times that required for combustion. And in most cases, the radiator mounted fan is typically only capable of 0.5 inches of static pressure. Those fans are generally incapable of pushing air through anything other than a shallow exhaust plenum and louvers. Correspondingly, NFPA 110 section 7.7.4.1 requires that the discharge duct at the radiator outlet have a maximum static restriction of 125 Pa (0.5 inches of water column). This can come as a shock to engineers designing their first generator room.

Even with this requirement, many generator room ventilation designs are often marginal. Unfortunately, ventilation/cooling problems typically don’t crop up until the generator is run under heavy load. Monthly exercising that runs the generator without load typically doesn’t stress the generator’s cooling system nearly enough to uncover these issues.

Regular load bank testing at 100% of generator nameplate rating is recommended for identifying cooling system problems. Problems that crop up as the EPSS ages, like loose or corroded ventilation damper linkages that keep the damper from fully opening, should become obvious when load bank testing is performed. NFPA 110 section 7.13.4.5.3 requires that the coolant temperature during load bank testing stabilize at a constant value relative to ambient outdoor temperature at least 30 minutes before the completion of a two-hour full load test. Unstable coolant temperature is a clear indicator that something is wrong with the generator’s cooling system.

Figure 2: This 1,500-kilowatt diesel generator is located within an unconditioned underground vault with limited access. Proper clearance and access are important in facilitating maintenance activities. Courtesy: McGuire Engineers

3. Inadequate fuel pressure (natural gas)

In many areas of the country, the natural gas utility service is much more reliable than electrical utility service. As such, natural gas is often used as fuel for the emergency power supply where a reliable diesel fuel supply cannot be ensured for the duration of an outage.

However, there are some important considerations when selecting natural gas as a fuel source. Historically, buildings were designed around low-pressure gas distribution operating at 6 to 8 inches w.c. This pressure typically cannot accommodate anything other than the smallest generators.

With larger generator capacities, the pressure requirements increase as well. For example, a 1,000 ekW generator — the actual generator output after efficiency losses — may require a minimum of 72 inches w.c. Fortunately, medium pressure gas utility services operating at 2 to 5 pounds per square inch are becoming more common. But even with these higher pressures, sufficient headroom must be provided to account for fluctuations in pressure.

Operation of other gas-fired equipment sharing the same gas distribution or even the demands associated with generator starting can cause unacceptable pressure droop. Natural gas generators are unusually sensitive to fuel pressure changes — for smaller generators, as little as 2 inches w.c. difference between no-load and full-load running conditions can impact generator performance. Inadequate pressure could result in unstable engine speed, sluggishness when responding to large step loads, inability to start and accept load within 10 seconds or general derating of generator capacity.

It should be noted that the generator system typically isn’t the only appliance using natural gas within a building. Over the course of time, it is expected that the other gas appliances (boilers, water heaters, air handlers with gas heat, etc.) will either be replaced or added to a building. When that happen, their potential impact on the generator is often ignored or forgotten about. Unfortunately, because of the intermittent nature of gas appliance usage, gas pressure issues are difficult to identify after the fact. Consequently, any associated changes in a building’s natural gas use caused by the replacement or addition of appliances should be evaluated before installation.

4. EPSS overcurrent protection devices tripped or malfunctioned

Like automatic transfer switches, the overcurrent protection devices within an EPSS often go for long periods of time without proper maintenance. Simple maintenance procedures, such as regularly exercising circuit breakers and switches, are often avoided due to an inability to properly schedule associated outages. It’s not unusual for OCPDs within an EPSS to go for years without being exercised.

Any number of unexpected transient events can cause unexpected tripping of OCPDs within the EPSS. Given the critical nature of the load connected to the generator, a common reaction from the operations and maintenance staff in this situation is to attempt to reclose the affected OCPD and restore power as quickly as possible. That is not the time to find out if the lack of maintenance has caused issues with the proper operation of that OCPD.

Regularly exercising switches and circuit breakers is critical for ensuring that the mechanisms within them can move freely.

NFPA 70B: Recommended Practice for Electrical Equipment Maintenance recommends mechanical testing for molded case circuit breakers at no more than two-year intervals. NETA MTS: Standard for Maintenance Testing Specifications for Electrical Power Equipment and Systems, recommends shorter intervals of one year between mechanical testing, which is the more commonly accepted industry practice.

5. Load incompatibility/improper generator sizing

As a building ages, inevitably the various mechanical, electrical and plumbing systems within that building will be replaced as they become obsolete or wear out. However, since they are seldom used, generators have an unusually long service life compared to other equipment. As such, much of the equipment that is supported by the EPSS will be replaced long before the generator is replaced.

While most engineers will use the generator manufacturer’s sizing program when determining a proper selection for a new generator, this design step is often skipped when replacing loads connected to an existing generator. A common misconception is that if the replacement load used the same or fewer kilowatts than the original, then it is a less of a concern because it is a like-for-like replacement. The question is whether it really is a like-for-like replacement?

The most problematic load types for a generator are nonlinear/high harmonic loads. The distorted waveform associated with these types of loads can impact the generator’s voltage regulation and excitation system ability to provide stable output voltage. Unfortunately, most building loads (LED lighting drivers, variable frequency drives, computers, etc.) fall into this nonlinear load category.

To emphasize the issue, it was a once a common design practice to limit uninterruptible power supply loads to no more than 50% of a generator nameplate rating due to the harmonic distortion associated with older UPS 6-pulse silicon controlled rectifier frontends. While insulated gate bipolar transistor-based frontend rectifiers with their dramatically reduced total harmonic distortion levels have largely replaced 6-pulse SCR rectifiers in double conversion UPS equipment, 6-pulse designs are still relatively common in variable frequency drives due to their reduced cost. As such, introduction of large nonlinear loads on an existing generator, such as swapping a VFD for a across-the-line motor starter, has the potential for disaster if not properly evaluated.

Figure 3: A 60-horsepower variable frequency drive is equipped with 5% line reactors for harmonic mitigation. Where nonlinear loads such as VFDs are used, their impact on the generator’s voltage regulation system needs to be considered. Specification of harmonic mitigating equipment may be required. Courtesy: McGuire Engineers

A functional understanding of how a generator works is usefully when illustrating the importance of voltage regulation and excitation systems when supporting nonlinear loads. Generators create output voltage and current by passing a rotating magnetic field (rotor) across a stationary winding (stator). A generator’s voltage regulation and excitation systems are responsible for generating and regulating the direct current that creates the magnetic field within the rotor.

The strength of this magnetic field directly impacts the output voltage for the generator. The automatic voltage regulator senses the generator output voltage and adjusts that rotor magnetic field strength to maintain constant output voltage. If the AVR cannot input sufficient DC excitation current, the generator voltage output will be become unstable. As such, the primary goal of any excitation system is to provide a strong source of power to the AVR so that it can provide sufficient current to maintain the magnetic field under any operating condition.

There are three primary types of excitation systems: self-excited/shunt (SE), auxiliary winding (AUX or AREP) and permanent magnet generator (PMG). SE is the most basic and cheapest type of excitation, but not recommended where nonlinear loads are presents. For SE, the output of the stator provides both power and a sensing source for the AVR. The simplicity of a SE system is also its downfall. If the stator output power is unstable or distorted (such as during a fault condition, motor starting or where high harmonic loads are present) the input power to the AVR also becomes unstable.

Both PMG and AUX don’t use the stator output for the AVR power source. AUX excitation uses a separate set of windings inserted into the main stator windings. While physically distinct from the stator winding, the AUX windings are not magnetically isolated the stator windings. This can impact the stability of voltage delivered to the AVR. PMG uses a discrete permanent magnetic generator that is mechanically coupled directly to the rotor and isolated from an electrical distortion in the stator output. As such, it can provide a strong source of power for the AVR as long as the engine is turning the rotor. Use of PMG is recommended whenever nonlinear loads are expected.

Self-excitation is common in older generators. It typically isn’t feasible to retrofit a PMG excitation system. Where older generators must be used to support new nonlinear loads, the manufacturer should be consulted to determine if use of harmonic mitigating equipment such as line reactors or passive harmonic filters will allow it to support nonlinear loads.

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VI SINAEH – Simpósio Internacional Albert Einstein de Hotelaria

Faltam poucos dias para o término das inscrições para o VI SINAEH – Simpósio Internacional Albert Einstein de Hotelaria, sendo este um dos mais importantes eventos no segmento de hotelaria em hospitais.

A consulta em relação a grade e inscrições podem ser realizadas através do endereço: http://ensino.einstein.br/eventos/sinaeh

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ABRAVA e SINDRATAR SP chamam atenção do setor AVAC-R para os impactos das revisões das NRs que entraram em vigor no dia 03 de janeiro

Fonte: ABRAVA

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O Comitê de Normas Regulatórias da ABRAVA – Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-Condicionado, Ventilação e o SINDRATAR SP – Sindicato da Indústria da Refrigeração, Aquecimento e Tratamento de Ar do Estado de São Paulo chamam atenção de empresas e profissionais que atuam nos segmentos representados para as novas Normas Regulamentadoras- NR´s e o eSocial, que entraram em vigor no dia 03 de janeiro de 2022, e que deixam em evidência alguns quesitos ligados a saúde e segurança do trabalho. Vale destacar em especial a NR-01 que engloba todas as demais NR’s, principalmente as NR’s 07 e 09 em quesitos do GRO (Gerenciamento de Riscos Operacionais) e do PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos).

Para o Eng° Paulo Reis, gestor do Comitê das NR´s da ABRAVA e diretor do Sindratar SP, “O dia 03 de janeiro de 2022 tornou-se uma data importante, sem direito à esquecimentos. A partir de agora, todas as empresas constituídas no Brasil de pequeno, médio ou principalmente grande porte podem receber a fiscalização dos órgãos governamentais nos três níveis, municipal, estadual e federal, além do Ministério Público do Trabalho”.

Paulo Reis explica ainda que, para o setor AVAC-R isso representa a solidarização em processos judiciais, pois de acordo com a conclusão de uma perícia, expressa em laudo técnico, todos os envolvidos no tema direta ou indiretamente serão arrolados no processo, desde o projetista, fabricantes e instaladores, em especial se comprovada a chamada reengenharia. Vale destacar ainda que, a ABRAVA e o SINDRATAR SP estão trabalhando e à disposição de seus associados para esclarecer e orientar dúvidas que impliquem no cumprimento das Normas Regulamentadoras do MTeP”.

Vale destacar a atuação de cada uma das entidades citadas:

  • ABRAVA conta com o Comitê de NR que discute e estuda todas as implicações e impactos técnicos-legais de um Projeto de Climatização ou Refrigeração no Brasil. A forma de harmonização entre as boas práticas técnicas e de engenharia de Climatização e as novas diretrizes das Normas Regulamentadoras do MTePrevidência.
  • SINDRATAR conta com o Comitê de RH, as NR’s e o e-Social – que tem como uma das atividades prestar orientação de cunho Sindical Patronal para seus filiados sobre todos os impactos das novas NR’s e o e-Social no dia a dia das empresas do setor, devidamente separadas por atividade fim, sejam projetistas, fabricantes, e os mais impactados, os Instaladores. Cada um destes segmentos de empresas possui um perfil diferenciado, e são afetados de maneira diferente às exigências das novas NR’s, e todas as consequências e penalizações de aspectos Judiciais Trabalhistas para cada uma das empresas (de acordo com seu perfil).

As Normas Regulamentadoras

As Normas Regulatórias – NRs consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho.

A revisão das 37 NRs é um dos assuntos que tem movimentado o setor empresarial e trabalhista desde meados de 2019, quando foram iniciados os trabalhos. Sob responsabilidade da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, para as revisões das NRs foi adotado o sistema tripartite paritário, recomendado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), por meio de grupos e comissões compostas por representantes do governo, de empregadores e de trabalhadores.

Paulo Reis ressalta que “Conforme Nota Técnica SEI n. 51363/2021/ME (esclarecimentos sobre o PGR da NR-01), está claro e evidente que, no dia 03/01/2022 foi encerrado o prazo para migração do PPRA para o PGR. Assim, desde a publicação da nova NR 01, as organizações já deveriam ter iniciado a preparação para a futura aplicação do PGR, sendo que, a partir de 3 de janeiro de 2022, todas as organizações deverão estar com o seu processo de gerenciamento de riscos implementado e seu respectivo PGR elaborado. Então, como temos informado ao setor há mais de 1 ano, agora é adeus PPRA, e seja bem-vindo PGR.

As novas diretrizes do PGR envolvem também a AAT – Análise de Acidentes de Trabalho: Fato ou acontecimento não programado durante a atividade profissional e que acarreta lesões corporais, doenças, mortes ou a perda da capacidade de atuação de um colaborador — de forma definitiva ou provisória e o PRE ( Plano de Resposta a Emergências) também conhecido como Plano de Atendimento a Emergência (PAE), o PRE é um documento que contém todos os procedimentos a serem tomados caso ocorram situações de risco iminente para a segurança dos trabalhadores.

No dia 3 de janeiro de 2022 começaram a valer as alterações promovidas pelas redações das seguintes Normas Regulamentadoras (NRs): o (PGR), contido na NR 01, NR 05 (CIPA), NR 07 (PCMSO), NR 09 (GRO – Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos), NR 17 (ergonomia), NR 18 (Condições de Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção), NR 19 (explosivos), NR 20 (Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis), NR 30 (Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário) e NR 37 (Segurança e Saúde em Plataformas de Petróleo).

Neste contexto, o Comitê de Normas Regulatórias da ABRAVA chama atenção para as NRs que impactam diretamente no setor AVAC-R, são elas:

NR’s Administrativas – Impactam o setor “intra-corpus” (área de Instalação):

NRs 01; 02 cancelada; 05; 06; 07; 09; 17; 18; 24; 28; 33; e, 35.

NR’S Técnicas – Impactam o setor nas áreas de Projeto, Operação e manutenção:

NRs 10; 12; 13; 15; 16; 17; 24; 32; e, 36.

Vale destacar ainda que, para o setor AVAC-R se faz necessária adequação dos equipamentos fabricados de acordo com as novas determinações das NR’s, especificamente da seguinte forma:

Sistemas Elétricos – NRs 10, 12 e 16 anexo IV;

Sistemas Frigoríficos (Gases) – NRs 13, 16 anexo II , NR15 Agentes Químicos e NR 20 Inflamáveis ;

Sistemas hidráulicos (águas) – NRs 13 e 15;

Equipamentos e máquinas – NRs 12, 13 e 17; e

Sistemas de Climatização e Refrigeração – NRs 15, 17, 24, 32, 36 e 37.

O status atual de revisão das normas aponta:

Alterações promovidas na redação das seguintes Normas Regulamentadoras (NRs): o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), contido na NR 01,

NR 05 (CIPA),

NR 07 (PCMSO),

NR 09 (GRO – Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos),

NR 17 (ergonomia),

NR 18 (Condições de Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção),

NR 19 (explosivos),

NR 20 (Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis),

NR 30 (Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário) e

NR 37 (Segurança e Saúde em Plataformas de Petróleo).

09 NRs em fase de promulgação 03, 04, 06, 08, 24, 28, 33, 35 e 36

18 NRs em fase de revisão ainda 10, 11, 12, 13, 14,15,16, 21, 22,23, 25, 26, 27, 29, 30,31, 32 e 34

01 NR cancelada 02

Vale destacar que, das 18 Normas ainda em revisão permanece em vigência a atual até a nova versão. Portanto, a título de adequação e cumprimento das diretrizes atende-se a NR na última revisão em vigência que impacta a empresa e as atividades dos colaboradores.

O andamento das normas regulatórias pode ser acompanhado no https://www.gov.br/trabalho/pt-br/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs

Para mais informações a respeito das revisões das NRs e trabalho do Comitê de Normas Regulatórias, entre em contato por meio do e-mail comitenormas@abrava.com.br .

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