O Instituto Mauá de Tecnologia realizará nesta próxima terça-feira 30/08 no período da manhã uma apresentação da plataforma FRAMENCE, cujo tema será a fotogrametria.
Aos interessados, segue o convite e link para a inscrição:

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Por Alexandre M F Lara
Neste mês de agosto falaremos aqui no blog sobre políticas e estratégias de manutenção e qual a sua importância para a nossa atividade e resultados que buscamos.
Primeiramente, é importante que compreendamos o significado de uma “Política de Manutenção”, ou melhor, de uma política composta por diretrizes e critérios que nos permita direcionar a melhor e mais adequada estratégia de manutenção para um ativo em nossa empresa.

Em outras palavras, estas diretrizes ou critérios nos possibilitam definir não somente o tipo de manutenção (preventiva por tempo, preventiva por condição, detectiva ou mesmo corretiva), com também outras estratégias que venham a ser aplicadas, tais como rondas operacionais mais intensas, sistemas de monitoramento e controle, entre outras.
No entanto, para que para que possamos definir tais estratégias, a política de manutenção deverá considerar algumas etapas e critérios, englobando:
Além dos tópicos acima, a Política Corporativa de Manutenção poderá ainda estabelecer modelos de relatórios gerenciais e sumários executivos, organogramas funcionais e formas de atuação das equipes que compõem a área de engenharia de manutenção, questões relacionadas a Segurança, Saúde e Meio Ambiente (SSMA), entre outros.
Enfim, trata-se de um importantíssimo documento que reunirá todas as diretrizes a serem seguidas pela instituição, dentro da modalidade de engenharia de manutenção, sendo fundamental a determinação das condições dos ativos e a sua importância para os processos e para a instituição (o seu negócio).
Aliás, dentro do processo acima descrito, entendo que os 3 (três) primeiros itens, se bem conduzidos, lhes permitirão definir com boa base as melhores estratégias e políticas a serem adotadas, dentro de seu processo de gestão do ativo (longevidade e desempenho ao longo de sua vida útil projetada – VUP).
Importante também ressaltar que a composição e experiência de sua equipe de gestão são fatores que influenciarão no resultado do trabalho.
Este curto, porém interessante artigo destaca a importância da “ENGENHARIA DE INSTALAÇÕES” na função de transformar um antigo edifício em um empreendimento mais eficiente, reforçando a necessidade de CONHECERMOS os nossos sistemas e as LIMITAÇÕES existentes, para então avançarmos aos novos projetos.
Vejam que em sua fase inicial de trabalho, Peter Basso ressalta a importância em se realizar o que chama de auditoria energética em sistemas e instalações, o que, apesar de instintivamente nos direcionar para a auditoria em sistemas de potência ou sistemas elétricos, com foco em consumos…., deve ser traduzida em:
Vejam que este diagnóstico demanda uma visão ampla de nossas instalações, a fim de que se possa propor uma nova e mais efetiva solução olhando não só para o futuro, como também para o presente, ou melhor, para as limitações físicas ou técnicas que temos em nosso edifício.
Existem em nosso mercado alguns produtos intitulados como “auditorias energéticas” e que focam apenas em parte das condições acima, muitas vezes com o olhar direcionado para a redução de consumos, embora volte a dizer que o trabalho deve ir mais longe…., envolvendo o RETROCOMISSIONAMENTO de sistemas fundamentais para a edificação.
Por esta razão, “todo o cuidado será pouco” para que possamos escolher a melhor forma de elaborar um estudo sobre os nossos empreendimentos.
Vejam a seguir a matéria que está em inglês, e boa leitura!
Fonte (source): Consulting- Specifying Engineer
Por (By): Peter Basso Associates
Acesse aqui o artigo em sua fonte.

Before installing new equipment, or making upgrades to enhance an older building, owners and facility managers should first consider performing an energy audit to determine if existing systems are operating at optimum levels.
There could be several contributing factors, or a single issue, preventing your system from operating at maximum efficiency. Faulty or disabled sensors, wiring issues, leaks in machinery, or even clogged or dirty filters can cause problems for owners. Facility managers must be capable of properly operating the equipment. A solid grasp of the equipment is essential to minimizing maintenance costs and inefficiency. MEP consulting engineers can identify opportunities for improvement in all areas including a building’s water systems, which can have energy costs if they leak or operate inefficiently.
Upgrades to heating, ventilation, and air conditioning systems that include making use of natural ventilation and heat sources are beneficial to minimizing energy loss. In conventional systems, integrating new efficient technologies into HVAC operations help to make HVAC systems more effective.
The design process should give careful consideration and planning when installing new equipment in older historic buildings that are being brought up to code with intent on preserving the aesthetics of the building. A well-planned and executed energy conservation strategy can push buildings to achieve greater HVAC efficiency while, complementing the theme of neighborhood mainstays.
Heat loss and gain caused by differentials in interior and exterior temperatures is greatest at the top of a building. Insulating the building envelope can provide noticeable energy savings and have an even greater effect on older buildings. Adding insulation to unfinished attic spaces is generally simple and causes minimal disruption to a building’s historic features.
Wall insulation throughout your building can improve its thermal efficiency however, it could negatively impact historic features and timeless design.

In addition to upgrading HVAC system components, building owners and operation managers can recognize greater levels of energy efficiency and costs by upgrading other equipment. High-efficiency water heaters use far less energy than older models and could move the needle on saving on energy costs in the long run.
Upgrading appliances like old refrigerators and dishwashers to newer models with less power consumption will reduce electricity use and lessen indoor heating and cooling loads.
Operations managers and building owners can add environmentally friendly and cost-effective energy materials that are readily available and require minimal structural changes. Solar panels can be installed with limited or no visibility at all. Geothermal systems require less equipment space, have fewer moving parts, and in some cases be used as upgrades to traditional HVAC systems.
Este artigo foi recentemente divulgado pela AEC Web e trata de uma das questões mais importantes em uma edificação, ou seja, em seu “envelope”, tanto no que se refere aos cuidados necessários para a elaboração do projeto, quanto a necessidade de se conhecer a área e suas características antes da proposição de uma das soluções de mercado.
No entanto, gostaria de também destacar aqui alguns outros pontos ainda relacionados ao tema, no que tange as fases de uso, garantia e manutenção…
Sobre a vida útil de projeto para os sistemas:

Segundo o estabeleceido pela ABNT NBR 15.575 em sua parte 1, a vida útil de projeto para o sistema de impermeabilização em áreas externas será de 4 à 12 anos, dependendo do tipo de sistema e também do cumprimento das manutenções preventivas periódicas e extremamente necessárias.
Mesmo quando se trata de impermeabilização em áreas internas, a Norma também define um período de VUP entre 20 e 30 anos, também dependendo dos cuidados de manutenção exercidos pelo usuário ou responsável da edificação.
Importante frisar a dependência de tais cuidados de manutenção, pois como costumo dizer aos alunos em cursos de pós-graduação, a manutenção civil é erradamente considerada em planos ou programas de manutenção, deixada no “modo de manutenção corretiva” (ou por demanda) na grande maioria das edificações.
Neste caso, é evidente que não se deve esperar o mesmo desempenho de um sistema, se nãoo cuidamos de juntas ou rejuntamentos (limpeza periódica e susbstitituição de material das juntas quando necessário), ou mesmo de outras características construtivas consideradas em projeto (uso inadequado do espaço).
Enfim, quero destacar aqui com estes comentários acima:
Segue o artigo, e uma boa leitura!
Fonte: Portal AECweb/e-Construmarket
Acesse aqui o artigo em sua fonte.
Projetista tem que atender às determinações de normas técnicas para elaborar o estudo preliminar e os projetos básico e executivo do sistema de impermeabilização
A execução da impermeabilização deve ser realizada por profissional especializado (Foto: bogdanhoda/Shutterstock)
A definição das soluções de impermeabilização que serão aplicadas na edificação é dividida em três fases principais: estudo preliminar, projeto básico e projeto executivo. Cada uma das etapas tem diretrizes estabelecidas por norma técnica e essas informações devem ser de conhecimento do responsável pelo projeto. Para esse trabalho de especificação, também é fundamental profissional especializado e qualificado em impermeabilização.
De acordo com o arquiteto Jacques Monet Junior, titular da Imperconsultores (Consultoria em Projetos de Impermeabilização), o estudo preliminar consiste no conjunto de detalhes que permite caracterizar as soluções de impermeabilização. “Precisa ser elaborado simultaneamente ao projeto arquitetônico. Assim, podem ser devidamente analisadas as restrições e possibilidades para atender as exigências de desempenho em relação à estanqueidade”, afirma.
O estudo preliminar tem que ser embasado em relatório com a qualificação das áreas que serão atendidas e uma planilha com os tipos de impermeabilização aplicáveisJosé Miguel Morgado
“O estudo preliminar tem que ser embasado em relatório com a qualificação das áreas que serão atendidas e uma planilha com os tipos de impermeabilização aplicáveis”, diz o engenheiro José Miguel Morgado, diretor executivo do Instituto Brasileiro de Impermeabilização (IBI Brasil), que destaca a importância de o projeto não ser um simples “copiar e colar”, mas sim específico para cada situação.
A ABNT NBR 9575 — Impermeabilização — Seleção e projeto — está em revisão e, na nova versão, o projeto básico passa a ser tratado como pré-executivo. “Nele, constam as informações gráficas e descritivas que definem as características de todos os sistemas de impermeabilização a partir do estudo preliminar”, explica Monet, lembrando que esse projeto não traz detalhes suficientes para ser adotado na execução.
Segundo Morgado, no projeto básico são estabelecidas as áreas impermeabilizadas, além do equacionamento de possíveis interferências. “Todas as soluções precisam estar definidas com uma planilha de levantamento quantitativo, estudo de desempenho e estimativas de custo”, detalha o diretor do IBI.
Já o projeto executivo é aquele que traz os dados necessários para a correta aplicação dos materiais. “Seu conteúdo técnico apresenta as soluções detalhadas para cada área, com informações sobre as camadas que irão compor o sistema e a identificação de todos os componentes”, comenta Monet. No documento há, ainda, os procedimentos que têm que ser adotados para garantir que a vida útil planejada seja, de fato, alcançada.
Devem constar no projeto executivo:
• as características construtivas das soluções adotadas no projeto de arquitetura;
• memorial descritivo de materiais;
• memorial descritivo de procedimento de execução;
• a planilha quantitativa de materiais e serviços.
Complementando esse projeto, poderão ser definidas a metodologia para controle e inspeção dos serviços; a metodologia para controle dos ensaios tecnológicos; e diretrizes para elaboração de manual de uso, operação e manutenção.
De acordo com Morgado e Monet, alguns construtores adquirem apenas o projeto básico, entendendo que atenderam de uma vez as exigências da obra quanto à necessidade de um projeto de impermeabilização. Entretanto, para o correto desempenho de norma, com a adequada execução, tanto o construtor junto com a fiscalização quanto a empresa aplicadora têm que ter em mãos o projeto e executá-lo.
A certificação de que a execução seguirá tudo aquilo previsto em projeto é um dos principais problemas enfrentado atualmente. “Alguns construtores compram o projeto e, muitas vezes, o colocam na gaveta”, conta Morgado. É importante, durante a obra, aferir se os produtos, consumos, tempo de secagem, prazo de validade, entre outros, estão em conformidade com o que foi planejado.
Monet ressalta que no Brasil é cultural os projetos não serem lidos e aplicados no setor de obras. “Mas, já temos nos edifícios de alto padrão mestres e engenheiros de produção abrindo as plantas na laje e adequando os detalhes de execução. Como acontece em nossos projetos”, conta.
Devemos reforçar a cultura de fiscalizar e responsabilizar a execução dos projetos nos seus detalhes construtivos, fazendo os devidos checklists, necessários para a finalização do desempenhoJacques Monet Junior
“Devemos reforçar a cultura de fiscalizar e responsabilizar a execução dos projetos nos seus detalhes construtivos, fazendo os devidos checklists, necessários para a finalização do desempenho”, avalia Monet, lembrando que outro erro comum é optar por profissionais sem a devida qualificação para elaborar o projeto de impermeabilização.
Desprezar o projeto de impermeabilização pode resultar em diversos impactos negativos para a edificação, que vão desde problemas de saúde para os ocupantes até graves riscos estruturais. Um vazamento que seria evitado com a vedação adequada pode tornar o ambiente inabitável — graças à proliferação de microrganismos — ou causar a corrosão das armaduras nas estruturas, situação que envolve altos custos para ser solucionada.
Em um projeto habitacional, os pontos mais críticos em relação à impermeabilização são a laje de cobertura e térrea, juntas de dilatação e subsolos. A garantia de torná-los totalmente estanques, assim como as demais estruturas do empreendimento, passa pela escolha da mão de obra e materiais adequados, qualidade da construção, preservação dos sistemas aplicados, assertividade do projeto, entre outros cuidados.
As principais normas técnicas a serem observadas no projeto e execução da impermeabilização são ABNT NBR 9575 — Impermeabilização — Seleção e projeto; ABNT NBR 9574 — Execução de impermeabilização; e ABNT NBR 15575 — Edificações habitacionais — Desempenho. “Sendo que as duas primeiras atualmente passam por revisão”, informa Monet.
Após a publicação da nova versão, a ABNT NBR 9575 terá cinco partes e passará a englobar a ABNT NBR 9574, que será cancelada. “Elas serão: Parte I – Nomenclatura; Parte II – Projeto de Impermeabilização; Parte III – Execução da Impermeabilização (que irá substituir e cancelar a ABNT NBR 9574); Parte IV – Fiscalização; e Parte V – Uso e manutenção da impermeabilização”, enumera Morgado, indicando que as duas últimas partes começarão a ser analisadas após o envio das três primeiras para consulta nacional.
O projetista também deve estar atento às normas relativas aos produtos que estão sendo especificados durante seu trabalho. “Empresas ou profissionais não devem realizar uma obra, qualquer que seja ela, sem o mínimo de conhecimento das normas técnicas. O IBI possui diversas Câmaras e, no caso em questão, temos a Câmara dos Projetistas do IBI com mais de uma dúzia de projetistas associados que estão à disposição da classe construtora para apoiá-la na execução de seus projetos”, conclui Morgado.
Fonte: ABRAVA
ABNT/CB 055 informa Consulta Nacional o Projeto de Emenda 1 da ABNT NBR 7256, Tratamento de ar em estabelecimentos assistenciais de saúde (EAS) – Requisitos para projeto e execução das instalações.
O Projeto de Emenda 1 da ABNT NBR 7256 ficará em Consulta Nacional até o dia 05/09/2022.
Acesso: http://www.abntonline.com.br/consultanacional
Mais informações com:
Eng. Oswaldo Bueno – coordenador
Clara Lúcia – Secretária
ABNT/CB-055/ABRAVA
Fone: (11) 3361-7266
Skype: clucia04
Embora não se trate de um conceito novo (era utilizada, por exemplo, no aquecimento de banhos na antiguidade), a energia geotérmica baseia-se na utilização das condições do solo (temperatura), através de processos de engenharia, para a geração de energia, assim como frio / calor em ambientes climatizados, sendo considerada uma energia limpa e renovável.
Apesar de ainda pouco explorada no Brasil, o tema voltou a ganhar espaço não somente no Brasil, como em várias regiões do mundo, pois trata-se de um sistema renovável e sustentável, no momento em que o mundo persegue por soluções mais adequadas ao nosso meio ambiente.
Como exemplo deste ressurgimento e fonte de leitura para aqueles que desejem conhecer melhor o tema, o ASHRAE JOURNAL de hoje (09/08/2022) trouxe 3 artigos relacionados ao tema, sendo estes:
Apesar de apresentado em inglês, recomenda-se a leitura dos artigos acima, diretamente do site da ASHRAE.

Boa leitura!
Por Alexandre M F Lara
Embora tenhamos programado este post para o mês de julho, algumas viagens de trabalho acabaram por atrasar a sua publicação, o que estamos corrigindo / ajustando a partir deste momento.
Acredito que muitos já tiveram a oportunidade de ter acesso a série da norma ABNT NBR ISO 55.000, que trata não somente sobre o tema “Gestão de Ativos”, como, de fato, sobre uma mudança cultural e de postura pela qual as nossas empresas devem passar.
A implementação de um sistemas de gestão de ativos certamente implicará em uma reflexão dentro de nossas organizações, conhecendo e compreendendo a sua posição no mercado onde atua e revendo os seus objetivos no médio e longo prazos, mantendo sempre o olhar para o negócio ou core da empresa.
Para as empresas cujo sucesso em seu negócio esteja fundamentado na operação (e consequentemente manutenção) de ativos físicos, a ISO 55.000 trouxe inovações quanto ao conceito de vida do ativo, assim como sobre a importância em se definir claramente uma política de renovação destes ativos quando:
Vejam ainda que várias das condições acima estão quase que diretamente relacionadas a importância do ativo para a sua organização, ou seja, relacionadas a criticidade funcional deste ativo.
Observem também que qualquer tomada de decisão requererá não somente a IDENTIFICAÇÃO destes ativos, o seu CADASTRAMENTO, uma CLASSIFICAÇÃO de sua criticidade funcional e dos riscos envolvidos, assim como requererá o estabelecimento de INDICADORES e FORMAS DE MONITORAMENTO e CONTROLE ao longo do ciclo de vida do ativo em sua organização.
Inicia-se neste momento a abordagem deste post, no qual trataremos do proccesso de levantamento e cadastramento dos ativos em suas organizações. Mesmo quando tratamos separadamente o tema “LEVANTAMENTO” deveremos compreender e planejar previamente como isto será executado, ou seja:
A resposta para estas perguntas acima os auxiliará no “desenho” deste formato de levantamento e da forma como estas informações serão organizadas e classificadas. O levantamento, ou melhor, a estratégia de levantamento adotada lhes possibilitará classificar posteriormente a criticidade funcional destes ativos, definindo assim a estratégia de manutenção a ser também adotada.
Esta classificação da criticidade funcional será obtida a partir da aplicação de uma metodologia customizada para a sua empresa (matriz de criticidade) e determinará o quão importante ou vital aquele ativo será para a sua organização, demandando por mais e/ou melhors “cuidados” dentro da política de operação e manutenção a ser implantada.
Embora não se tenha atualmente uma norma que trate especificamente do cadastramento de ativos (existem instruções ou normas técnicas dentro de algumas grandes empresas, além de recomendações de instituições ou associações profissionais em manutenção), entende-se que a classificação pode ser realizada em até 7 (sete) níveis:

Notem que quanto mais níveis forem cadastrados, maior e melhor será a referencia do ativo em sua organização. No entanto, teremos sempre de manter os “nossos pés no chão”, ou seja, adequando o nível de rigor ao nosso negócio e fazendo com que o nível final de cadastramento escolhido atenda plenamente a nossa necessidade de monitoramento e controle dos ativos.
A partir de um bem executado cadastramento, deveremos compor o código de identificação de todos os ativos na organização, incluindo os níveis necessários à nossa estratégia definida.

No exemplo acima, a organização atuará comum sistema mais simples de identificação, atuando basicamente com os níveis 1º, 2º e 5º. Como lhes dissemos acima, ainda que o sistema demonstrado pelo exemplo acima seja muito simplificado (por questões mais didáticas), ele poderá atender a algumas organizações, haja vista a análise resultante do processo de levantamento e classificação.
Não se trata aqui de um “monstro” que devemos criar e cuidar, mas sim, de uma metodologia customizada (tailored) para atender as nossas necessidades e expectativas inerentes a gestão de nossos ativos.
Importante apenas lembrá-los de que toda a estratégia definida por vocês deverá estar alinhada com o sistema informatizado de gestão ou CMMS (Computerized Maintenance Management System) escolhido e implantado em sua organização.
Faltam poucos dias para o término das inscrições para o VI SINAEH – Simpósio Internacional Albert Einstein de Hotelaria, sendo este um dos mais importantes eventos no segmento de hotelaria em hospitais.

A consulta em relação a grade e inscrições podem ser realizadas através do endereço: http://ensino.einstein.br/eventos/sinaeh
Fonte: ABRAVA
Leia aqui o artigo diretamente em sua fonte.
O Comitê de Normas Regulatórias da ABRAVA – Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-Condicionado, Ventilação e o SINDRATAR SP – Sindicato da Indústria da Refrigeração, Aquecimento e Tratamento de Ar do Estado de São Paulo chamam atenção de empresas e profissionais que atuam nos segmentos representados para as novas Normas Regulamentadoras- NR´s e o eSocial, que entraram em vigor no dia 03 de janeiro de 2022, e que deixam em evidência alguns quesitos ligados a saúde e segurança do trabalho. Vale destacar em especial a NR-01 que engloba todas as demais NR’s, principalmente as NR’s 07 e 09 em quesitos do GRO (Gerenciamento de Riscos Operacionais) e do PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos).
Para o Eng° Paulo Reis, gestor do Comitê das NR´s da ABRAVA e diretor do Sindratar SP, “O dia 03 de janeiro de 2022 tornou-se uma data importante, sem direito à esquecimentos. A partir de agora, todas as empresas constituídas no Brasil de pequeno, médio ou principalmente grande porte podem receber a fiscalização dos órgãos governamentais nos três níveis, municipal, estadual e federal, além do Ministério Público do Trabalho”.
Paulo Reis explica ainda que, para o setor AVAC-R isso representa a solidarização em processos judiciais, pois de acordo com a conclusão de uma perícia, expressa em laudo técnico, todos os envolvidos no tema direta ou indiretamente serão arrolados no processo, desde o projetista, fabricantes e instaladores, em especial se comprovada a chamada reengenharia. Vale destacar ainda que, a ABRAVA e o SINDRATAR SP estão trabalhando e à disposição de seus associados para esclarecer e orientar dúvidas que impliquem no cumprimento das Normas Regulamentadoras do MTeP”.
Vale destacar a atuação de cada uma das entidades citadas:
As Normas Regulamentadoras
As Normas Regulatórias – NRs consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho.
A revisão das 37 NRs é um dos assuntos que tem movimentado o setor empresarial e trabalhista desde meados de 2019, quando foram iniciados os trabalhos. Sob responsabilidade da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, para as revisões das NRs foi adotado o sistema tripartite paritário, recomendado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), por meio de grupos e comissões compostas por representantes do governo, de empregadores e de trabalhadores.
Paulo Reis ressalta que “Conforme Nota Técnica SEI n. 51363/2021/ME (esclarecimentos sobre o PGR da NR-01), está claro e evidente que, no dia 03/01/2022 foi encerrado o prazo para migração do PPRA para o PGR. Assim, desde a publicação da nova NR 01, as organizações já deveriam ter iniciado a preparação para a futura aplicação do PGR, sendo que, a partir de 3 de janeiro de 2022, todas as organizações deverão estar com o seu processo de gerenciamento de riscos implementado e seu respectivo PGR elaborado. Então, como temos informado ao setor há mais de 1 ano, agora é adeus PPRA, e seja bem-vindo PGR.
As novas diretrizes do PGR envolvem também a AAT – Análise de Acidentes de Trabalho: Fato ou acontecimento não programado durante a atividade profissional e que acarreta lesões corporais, doenças, mortes ou a perda da capacidade de atuação de um colaborador — de forma definitiva ou provisória e o PRE ( Plano de Resposta a Emergências) também conhecido como Plano de Atendimento a Emergência (PAE), o PRE é um documento que contém todos os procedimentos a serem tomados caso ocorram situações de risco iminente para a segurança dos trabalhadores.
No dia 3 de janeiro de 2022 começaram a valer as alterações promovidas pelas redações das seguintes Normas Regulamentadoras (NRs): o (PGR), contido na NR 01, NR 05 (CIPA), NR 07 (PCMSO), NR 09 (GRO – Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos), NR 17 (ergonomia), NR 18 (Condições de Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção), NR 19 (explosivos), NR 20 (Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis), NR 30 (Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário) e NR 37 (Segurança e Saúde em Plataformas de Petróleo).
Neste contexto, o Comitê de Normas Regulatórias da ABRAVA chama atenção para as NRs que impactam diretamente no setor AVAC-R, são elas:
NR’s Administrativas – Impactam o setor “intra-corpus” (área de Instalação):
NRs 01; 02 cancelada; 05; 06; 07; 09; 17; 18; 24; 28; 33; e, 35.
NR’S Técnicas – Impactam o setor nas áreas de Projeto, Operação e manutenção:
NRs 10; 12; 13; 15; 16; 17; 24; 32; e, 36.
Vale destacar ainda que, para o setor AVAC-R se faz necessária adequação dos equipamentos fabricados de acordo com as novas determinações das NR’s, especificamente da seguinte forma:
Sistemas Elétricos – NRs 10, 12 e 16 anexo IV;
Sistemas Frigoríficos (Gases) – NRs 13, 16 anexo II , NR15 Agentes Químicos e NR 20 Inflamáveis ;
Sistemas hidráulicos (águas) – NRs 13 e 15;
Equipamentos e máquinas – NRs 12, 13 e 17; e
Sistemas de Climatização e Refrigeração – NRs 15, 17, 24, 32, 36 e 37.
O status atual de revisão das normas aponta:
Alterações promovidas na redação das seguintes Normas Regulamentadoras (NRs): o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), contido na NR 01,
NR 05 (CIPA),
NR 07 (PCMSO),
NR 09 (GRO – Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos),
NR 17 (ergonomia),
NR 18 (Condições de Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção),
NR 19 (explosivos),
NR 20 (Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis),
NR 30 (Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário) e
NR 37 (Segurança e Saúde em Plataformas de Petróleo).
09 NRs em fase de promulgação 03, 04, 06, 08, 24, 28, 33, 35 e 36
18 NRs em fase de revisão ainda 10, 11, 12, 13, 14,15,16, 21, 22,23, 25, 26, 27, 29, 30,31, 32 e 34
01 NR cancelada 02
Vale destacar que, das 18 Normas ainda em revisão permanece em vigência a atual até a nova versão. Portanto, a título de adequação e cumprimento das diretrizes atende-se a NR na última revisão em vigência que impacta a empresa e as atividades dos colaboradores.
O andamento das normas regulatórias pode ser acompanhado no https://www.gov.br/trabalho/pt-br/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs
Para mais informações a respeito das revisões das NRs e trabalho do Comitê de Normas Regulatórias, entre em contato por meio do e-mail comitenormas@abrava.com.br .