Coelba oferece programa de eficiência energética em 14 bairros de Salvador

Fonte: Correio da Bahia

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Moradores de 14 bairros de Salvador poderão participar do Vale Luz, projeto da Coelba que possibilita trocar material reciclável por descontos na conta de energia. A programação, que começou no dia oito de setembro vai se estender até o próximo sábado, dia 12.

Nesta quinta-feira, dia 10, a unidade móvel da Coelba estará nos bairros de Alto do Peru, Pernambués e Ilha Amarela. Na sexta, será a vez dos bairros de Nova Brasília, Nordeste de Amaralina e Bromélias e no sábado o projeto estará em Tancredo Neves, Costa Azul e IAPI. O horário de funcionamento das unidades nos bairros é das 9h às 15h30, exceto no sábado, quando o atendimento será realizado das 8h30 às 11h30.

Além de reduzir o valor da conta de energia, o projeto Vale Luz tem o objetivo de estimular o uso racional dos recursos naturais e minimizar os impactos negativos causados pelos resíduos. São aceitos para reciclagem metal, papel, papelão e plásticos. Alguns cuidados devem ser tomados no momento da coleta. Papéis e plásticos, por exemplo, não podem estar sujos.

Nos caminhões, os consumidores também podem fazer cadastro na Tarifa Social de Energia, benefício do governo federal que concede descontos de até 65% na conta de luz, e alteração cadastral. Para ter acesso aos serviços, o cliente deve levar o NIS (Número de Identificação Social), a conta de energia, documento de identificação com foto e CPF original e cópia. O consumidor pode ainda trocar lâmpadas incandescentes por fluorescentes compactas.

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Alerta de Norma ABNT – NBR 9050:2015

A ABNT publicou, em 11.09.2015, a norma ABNT NBR 9050:2015 – Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos , que revisa a norma ABNT NBR 9050:2004 Versão Corrigida:2005.

Para detalhes sobre a norma publicada ou sua aquisição Clique Aqui

Para consulta ao catálogo de normas ABNT, ISO, IEC, DIN, AFNOR, BSI, CEN, ASTM, IEEE, NFPA, AMN ou JISC visitehttp://www.abnt.org.br/catalogo.

Se você deseja ser removido desta lista, por gentileza, envie um e-mail para acervo@abnt.org.br

Atenciosamente.
Gerência de Editoração e Acervo
ABNT/GEA

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Legislação ambiental transforma o Rio de Janeiro em referência em medidas sustentáveis

Fonte: Procel Info

Por: Fabrício Alves Moraes

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Rio de Janeiro – Estado aposta em estímulo e aumento de benefícios fiscais como alternativa sustentável

Rio de Janeiro – Muito conhecido por suas belezas naturais, o Rio de Janeiro tem se aproveitado deste posto para ampliar a utilização de medidas sustentáveis. Atualmente o estado é uma referência em sustentabilidade e eficiência energética. O seu histórico confirma esta tese, pois já sediou os eventos ECO92 e a Rio+20. Atualmente, o Rio tem incentivado a adoção de medidas para o consumo responsável de energia e sugerindo soluções para uma utilização mais adequada dos recursos naturais. Programas e leis nos âmbitos municipais e estaduais têm contribuído para a redução de gastos com energia elétrica e tornando o seu uso mais eficiente e inteligente. Construções e estabelecimentos contribuem de forma constante com as metas de eficiência energética e sustentabilidade, recebem, como estímulo, uma série de benefícios fiscais. Além dos programas governamentais, o estado tem se tornado referência no avanço tecnológico da área, contribuindo para a formação de novos profissionais e técnicos para ampliar a busca por novas soluções sustentáveis e modernas.

Um dos programas é o Rio Capital da Energia. Criado pelo governo do Estado do Rio de Janeiro, o programa tem como objetivo fomentar o desenvolvimento energético e adaptar para o transporte, construção e indústria e comércio, a fim de preencher a ausência de fontes renováveis. A necessidade surgiu quando o governo percebeu a necessidade de criar um programa de mobilização no setor de energia. Segundo os idealizadores, o estado do Rio de Janeiro tem um peso importante na segurança energética do país.

“O Rio é maior produtor de petróleo, o maior gerador de energia termelétrica a gás natural, o único estado do país que gera energia termonuclear, além de sediar as principais empresas brasileiras e estrangeiras do setor energético”, afirma a coordenadora do programa Rio Capital da Energia, Maria Paula Martins.

O Rio Capital da Energia conta com o apoio de universidades, órgãos e empresas públicas, como a Eletrobrás, que integra ativamente e responde pelos principais projetos por meio do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel), e com empresas ligadas ao setor privado. Para Maria Paula, esses parceiros são peça-chave na estratégia do programa. O Cepel, por exemplo, se responsabiliza pelo maior investimento do programa, o Laboratório de Ultra-Alta Tensão. O projeto foi implantado no bairro Adrianópolis, em Nova Iguaçu, local onde realiza testes de linhas de transmissão.

Outra iniciativa em termos de política ambiental é o Selo Qualiverde. Desenvolvido pela prefeitura do Rio de Janeiro, o selo é mais uma das estratégias para reduzir a emissão dos gases do efeito estufa, além de estimular o desenvolvimento sustentável.

Instituído por meio do decreto nº35.745/12, o Qualiverde abrange a gestão da água, eficiência energética e desempenho térmico, aplicado tanto em instalações novas, quanto nas já existentes. Para obter o selo, um empreendimento comercial precisa atingir 70 pontos, de acordo com as exigências da lei. Com o selo, além de tornar-se uma edificação sustentável, os proprietários da edificação receberão uma série de incentivos fiscais como contrapartida.

Entre as exigências necessárias para a conquista do selo, estão a instalação de um sistema de aquecimento solar de água, utilização da iluminação natural e luminárias eficientes com as de LED, além do uso de fontes de energias renováveis, como a fotovoltaica.

Rio Capital da Energia e o Qualiverde são programas que fomentam a eficiência energética no estado do Rio

A prefeitura do Rio já possui instalações próprias certificadas pelo Qualiverde. Obras como a Transcarioca, Transoeste e algumas unidades da Clínica da Família foram construídas utilizando as recomendações do Qualiverde. No caso das Clínicas da Família, as instalações seguem conceitos ecológicos, como o reuso da água, combinação de um jardim central e ventilação natural, evitando desperdício de energia elétrica com o uso do ar-condicionado. Já a Transcarioca e a Transoeste utilizaram entulho e restos de lixo, oriundos de obras, para a reutilização da própria construção. A Nave do Conhecimento de Padre Miguel é outro exemplo de obra energeticamente eficiente, que entre outras soluções, o local possui um telhado verde, que impede a elevação da temperatura interna em dias de calor.

A Secretaria de Meio Ambiente do município do Rio de Janeiro ressalta que o aumento das edificações certificadas é um estímulo para novas construções se adequarem as regras do selo.

Outro projeto visa aumentar a eficiência e a sustentabilidade nas edificações cariocas é o IPTU Verde. A proposta, que está em tramitação na Câmara do Vereadores do Município, prevê descontos de até 25% no tributo para os proprietários que adotarem medidas como sistema de aquecimento solar, utilização de energia eólica e solar, reúso de água e captação de água da chuva entre outras recomendações. Segundo o autor da proposta, o secretário municipal de Administração, Marcelo Queiroz, mesmo com o alto custo da instalação dos equipamentos, o IPTU Verde é viável tanto do ponto de vista econômico, já que os proprietários serão beneficiados com a redução do imposto e do gasto com energia elétrica e água, quanto do ponto de vista ambiental, com a utilização de forma equilibrada e racional dos recursos naturais.

“O projeto de lei tem como objetivo preservar, conservar e proteger o meio ambiente, através de políticas que atenuem os impactos ambientais e que promovam o desenvolvimento sustentável. Num momento em que importantes estados brasileiros sofrem com a escassez de água em decorrência da falta de políticas públicas ambientais que minimizem os efeitos da falta de chuva, é fundamental incentivar ações que tenham como consequência a redução da utilização de recursos naturais”, justificou o secretário na apresentação do projeto.

Exemplo de economia começa na escola

No momento em que o país sofre com a falta de chuvas e o risco de desabastecimento elétrico, o uso da energia solar ganhou espaço na matriz energética brasileira. E por ser referência em eficiência energética, especialistas e pesquisadores fluminenses apostam nessa forma de geração de energia para minimizar os riscos de uma eventual falta de luz e criar um sistema alternativo de geração de energia. Um dos defensores da energia solar é o professor do Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet), Mamour Sop Nidaye. Ele é o coordenador de um projeto de uma miniusina fotovoltaica que foi instalada na unidade do Maracanã do Cefet e é capaz de produzir seis quilowatts-pico. O projeto da miniusina teve apoio do Rio Capital da Energia e já integra a sua carteira. O projeto, voltado para a área educacional, tem como objetivo explicar aos alunos a desenvolver essas instalações e manutenções deste porte.

Além do Rio Capital da Energia, a miniusina teve a cooperação da empresa alemã Giz (Deutsche Gesllschaft für Internationale Zusammenarbeit). O projeto teve início há quatro anos, quando Mamour ainda terminava a sua tese em energia solar, dando prosseguimento ao trabalho de seu professor, que viria a se aposentar.

Entretanto, tanto o estado quanto o país passam pela dificuldade de achar especialistas para a instalação de energia fotovoltaica. Ainda que exista a intenção de investimento em energia solar, Mamour lamenta por não existir mão de obra, em número suficiente, no Rio de Janeiro para este tipo de serviço.

“Por mais que exista vontade e necessidade em investir, muitas vezes não se encontra alguém que tenha a capacidade de dimensionar um sistema fotovoltaico e fazer a instalação correta”, pondera Mamour.

O professor alerta que se a energia solar fosse considerada uma fonte prioritária no passado, o cenário atual, com o aumento da luz e a falta de água, poderia ser diferente.

“O que a gente precisa fazer são políticas baseadas para alavancar a energia solar”, sugere. Para ele, não é porque existe um sistema sustentável que ele possa ser totalmente econômico, pois a falta de investimento e iniciativa no país é ainda um pouco conflituoso.

“Muitas vezes a sustentabilidade da energia solar está sendo institucionalizada. Por que existe aquele dogma que a gente usa a palavra ‘sustentabilidade’ para tudo. Na verdade, é a energia solar que é sustentável, mas o investimento é muito alto”, diz o professor. “Sustentável no meio-ambiente, mas também no preço”, completa. Para o professor Mamour, ter um bom profissional e ensinar bem não soluciona o alto investimento. “Tem que haver vontade política como em outros países”, afirma.

O projeto da miniusina, garante o professor, pode ser utilizada por qualquer local e vem a se tornar mais uma opção a quem deseja evitar o desperdício de energia. Para o professor, Mamour a miniusina pode ser vista como uma possibilidade real. “Do jeito que foi implementado no Cefet, o sistema fotovoltaico pode ser implantado em qualquer residência e estabelecimento de baixa tensão. Essa potência pode alimentar de três a quatro famílias de classe média”, enfatiza o professor.

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Medidor inteligente gera economia de energia em indústrias e comércios

Fonte: Rio Capital da Energia

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A Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) tem instalado medidores inteligentes que ajudam o consumidor a economizar energia. Na região, 1.175 sistemas já foram implantados em indústrias e grandes comércios. Desses, 359 estão em Araraquara e outros 313 em São Carlos (SP).

As informações vão para um equipamento na sede da concessionária e depois para uma central em Campinas. Tudo é enviado para o cliente pela internet. A CPFL tem um projeto para atender dois milhões de clientes residenciais a partir de 2016 e o objetivo é cobrir o projeto em um prazo de, no máximo, sete anos.

Em uma indústria, o equipamento é usado há seis meses e os relatórios são tirados duas vezes por dia. O funcionário anota tudo no papel e confere com as informações da internet. “Quando chega a conta, vemos se está tudo certo e liberamos o pagamento para o financeiro”, contou o engenheiro mecânico João Kopfe.

Gastos

Com o leitor inteligente, algumas indústrias fazem relatórios diariamente e disponibilizam o gasto exato durante o dia e a noite. Além disso, todos os dados são enviados para os clientes pela internet. “Com esse aparelho não existe mais necessidade de ser feita a leitura em campo”, explicou Celso Palermo, gerente de distribuição da CPFL.

Dona de um salão de beleza, Vera Lúcia Souza lembrou que em dezembro estava com a agenda lotada e acabou prejudicada por ter consumido muita energia elétrica e ainda não ter o equipamento. “Secadores e chapinhas ficaram ligados durantes horas e a conta veio R$ 50, No outro mês o movimento caiu e o valor da fatura dobrou”, disse ela, que não vê a hora de implantar o novo medidor para controlar os gastos.

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Engenheiro da Poli/USP é premiado pela Abesco

Fonte: Procel Info

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O engenheiro mecânico Lucas Alexandre de Carvalho Zuzarte, formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP), foi premiado no primeiro Concurso Melhores Projetos para Eficiência Energética da Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco). O concurso contou com a participação de diversos projetos voltados para a área de eficiência energética, enviados por estudantes e profissionais de todo o país.

Zuzarte conquistou o segundo lugar por participar do desenvolvimento de um sistema que aproveita o calor gerado pelo sistema de refrigeração da geladeira para aquecer a água da torneira de cozinha e chuveiro. Trata-se de um dispositivo que pode ser usado tanto em residências como em estabelecimentos comerciais. (Veja aqui mais detalhes sobre o trabalho). O sistema foi concebido juntamente com o professor José Roberto Simões Moreira, coordenador do Laboratório de Sistemas Energéticos Alternativos (SISEA) do Departamento de Engenharia Mecânica da Poli.

Além de Lucas Zuzarte, também foram premiados pela Abesco o engenheiro especialista em tecnologia eletrônica, Gerdson Tanaka Soares; e o bacharel em Ciência da Computação e Técnico em Informática do Departamento de Engenharia Elétrica da Faculdade de Engenharia de Bauru (FEB/Unesp), Manoel Rodrigues Porcino da Silva.

O anúncio do prêmio foi feito durante o 12º Congresso Brasileiro de Eficiência Energética (COBEE), realizado pela Associação nos dias 25 e 26 de agosto passado, na cidade de São Paulo.

* Com assessoria de imprensa

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Londres estimula eficiência energética em edificações públicas

Fonte: Brasil Energia

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Londres lançou um programa, no último mês, capaz de estimular a eficiência energética em edifícios públicos. O RE:NEW irá contar com 11 fornecedores responsáveis por incorporar as soluções nas edificações, com o investimento de 1,6 milhão de euros (R$ 9,3 milhões) da prefeitura londrina.

Dentre as ações, estão previstas iluminação LED, painéis solares e novas caldeiras. Já alguns dos fornecedores deverão ser a Climate Energy, Ecologic-Energy, Keepmoat, Kier Group PLC e Lakehouse, selecionados pelo prefeito da cidade, Boris Johnson.

O programa já ajudou na eficiência de mais de 111 mil habitações, evitando, desde a sua implementação, a emissão de mais de 30 mil toneladas de CO2 por ano.

Além de ajudar a cidade a cumprir o objetivo de reduzir 60% das emissões, em 2025, há um projeto de 7 milhões de euros, em Hackney, para a criação de uma rede de aquecimento a gás. Ainda, está prevista a instalação de painéis solares em Wandsworth, no qual se espera uma economia de 19 mil euros (R$ 111 mil), por ano, em energia.

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Irrigação inteligente de “Jardim Elevado” no Minhocão

Fonte: Revista Infra

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Tecnologia da Regatec consiste em gotejamento que evita o desperdício de água no processo

No próximo sábado, 5 de setembro, será inaugurado o primeiro painel verde nos edifícios da região central de São Paulo. Trata-se do Condomínio Edifício Huds, entre a rua Helvétia e Avenida São João, no Elevado Costa e  Silva (Minhocão). O painel, com 302 metros quadrados, e cerca de 30 espécies de plantas, utilizará uma tecnologia diferenciada e com alta performance com uso racional da água.

A técnica consiste em vários setores de gotejamento, que diferenciam a irrigação de acordo com a altura. A vegetação contará, ainda, com micro aspersão para lavagem das folhas e adubação. Na parte inferior do painel haverá uma calha que coleta de volta a água fazendo um circuito fechado, com total aproveitamento dos recursos hídricos utilizados na etapa de irrigação.

O sistema dispõe de um controlador digital com capacidade de monitorar as vazões e, em caso de falha, emitir um alarme. Haverá um agrônomo dedicado ao monitoramento do projeto.

A Regatec, responsável por essa tecnologia no Brasil, garante que um projeto como este, seguindo à risca o processo correto de instalação e manutenção, pode ultrapassar 20 anos.

Para o diretor da Regatec, Danny Braz, trata-se de um grande desafio e uma ação pioneira. “Agregar tecnologia de uso racional dos recursos a projetos de impactos socioambiental traz benefícios que vão além da estética, como também melhorias para a qualidade de vida das pessoas nas cidades”, conclui o executivo.

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Rede Manutenção lança pesquisa sobre empresas de Gestão de Ativos, Facilities e Manutenção

Quais são as melhores empresas para se trabalhar nas áreas de Gestão de Ativos, Gestão de Facilities e Manutenção?
Acesse a pesquisa e responda. E depois divulgue entre seus contatos.
Ao terminar sua participação você recebe gratuitamente o relatório com o resultado final da pesquisa

O link da pesquisa é https://asmelhoresparatrabalhar.questionpro.com

Abraços

Paulo Walter

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RBM 5 convida para o Fórum Gestão & Estratégia – A Produtividade Sob um Novo Olhar

Amigo da Manutenção e Gestão de Ativos,

Boa tarde.

Encaminho o convite para que se junte a nós e participe do Fórum Gestão &
Estratégia – A Produtividade Sob um Novo Olhar.

A RBM – Rede Brasileira de Manutenção, apoia com entusiasmo pois trata-se
de evento de alto nível e que acontece com raridade em nosso país.

Abraços

Paulo Walter
www.manutencao.net

Fórum Gestão & Estratégia – A Produtividade Sob um Novo Olhar

No dia 23 de Setembro, acontecerá em São Paulo, o Fórum Gestão &
Estratégia – A Produtividade Sob um Novo Olhar. O Maior Evento rumo ao
Movimento da Nova Produtividade no País!!

Este será um grande encontro de decisores para discutir e debater temas
sobre a Nova Produtividade e como podemos juntos despertar uma nova
consciência para que as soluções sejam cada vez mais produtivas, humanas,
consistentes, disruptivas e inovadoras.

Em um único dia, contaremos com 600 Diretores, Gerentes e Engenheiros
(Industriais, Projetos, Manutenção, Produção, Eficiência e Confiabilidade)
de mais de 200 empresas. Serão 27 apresentações simultâneas (mentores
nacionais e internacionais) de alto impacto, onde serão demostrados casos
de sucesso já implementados no País.

Participe deste Evento e se surpreenda com o que já está sendo realizado,
bem como, saberá como é possível se reunir em torno de um objetivo comum e
fazer ecoar uma nova voz no Setor Produtivo do País.

Acesse o site www.gestaoestrategia.com.br e faça já a sua inscrição.

Ludmila Carvalho
Gestão & Estratégia

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Commissioning commercial buildings

Fonte (Source): Consulting – Specifying Engineer

Por (By): Mark A. Gelfo, PE, LEED Fellow, GGP, CxA, EMP, Principal/Vice President, TLC Engineering for Architecture, Jacksonville, Fla. / James I. Givens, CxA, EMP, Division Manager, Field Services, RMF Engineering Inc., Baltimore / Jim Huber, CEM, CDSM, CMVP, LEED AP, NEBB CP, President, Complete Commissioning, Annapolis, Md./ Brian Lindstrom, PE, DCEP, National Director of Commissioning, Burns & McDonnell, Kansas City, Mo. / Paul Meyer, PE, CBCP, LEED AP, CEM, GBE, Senior Vice President, WSP, New York City

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Ideally, all nonresidential buildings would be commissioned, and the team would start at the onset of the project. Because that’s not always the case, commissioning authorities and experts offer advice on building projects in various stages of commissioning, recommissioning, or retro-commissioning.

CSE: Please describe a recent project you’ve commissioned.

Jim Huber: Some details of the project cannot be shared; however, it was a hangar facility on a military base in Delaware. The facility is approximately 66,000 sq ft, comprised of a large hangar bay, facility operations, and office space. The project was approximately 2 yr old and had never performed properly since the project turnover; we were brought on to do third-party commissioning of the mechanical systems. The commissioning effort was originally focused primarily on the HVAC systems (geothermal water-source heat pumps, water-to-water heat pumps, boilers, and air handlers), but eventually expanded to include the building enclosure.

Brian Lindstrom: We recently commissioned two new combined heat and power (CHP) plants with more than 40 MW of N+1-redundant capacity as part of a multiphase energy-performance program for a federal research campus in the Washington, D.C., metro area. Our work was in conformance with ASHRAE Guideline 0U.S. Green Building Council LEED enhanced requirements, the GSA P100, and mission critical facility best practices for central utility plants that included functional testing, integrated systems testing, and black-start testing. Key equipment included natural gas combustion-turbine generators (CTG), heat-recovery boilers, absorption chillers, electric centrifugal chillers, steam chillers, thermal-energy storage tanks, heat-recovery steam generators (HRSG), diesel generators, and a balance of plant (BOP) control system.

Paul Meyer: The Plant and Animal Agrosecurity Research (PAAR) Facility is a highly secure biocontainment building. It is for conducting research with organisms that cause diseases in animals classified at biosafety level 3 (BSL-3 and BSL-3 Ag). It is also needed for working with plant diseases that could cause undue economic hardship on agriculture if released into the environment. PAAR is one of only two labs nationally with capacity for both plant and animal research at the BSL-3 and BSL-3 Ag safety levels. Ohio State University operates the BSL-3 facility on the Wooster campus, and it is the university’s first BSL-3 Ag facility. BSL-3 and BSL-3 Ag refer to safety guidelines established by federal law for conducting research with a variety of microorganisms. Under federal guidelines, all facilities handling potentially infectious agents must adhere to strict procedures to ensure containment of these pathogens. Depending on the ease with which microorganisms can be transmitted, they are classified as BSL-1, BSL-2, BSL-3, or BSL-4, with BSL-4 carrying the highest risk of infection. A BSL-3 Ag facility meets the standards for handling diseases of food-producing animals classified at the BSL-3 safety level.

The facility comprises:

  • 27,537 gross sq ft
  • Two BSL-3 enhanced laboratories and four BSL-3 Ag animal-isolation rooms that can handle large animals such as cows and pigs
  • Office, lockers and changing facility, decontamination areas, wash areas to clean cages, and a necropsy area for sample collection
  • Special airtight construction
  • Outgoing air is filtered through high-efficiency particulate air (HEPA) filters that trap microorganisms and prevent escape into other sections of the facility and the surrounding environment.

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