Licenciamento ambiental pode deixar de existir

Fonte: O Estado de S. Paulo

Por: André Borges

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A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira, 27,  uma Proposta de Emenda à Constituição que simplesmente rasga a legislação ambiental aplicada em processos de licenciamento de obras públicas. A PEC 65, estabelece que, a partir da simples apresentação de um Estudo Impacto Ambiental (EIA) pelo empreendedor, nenhuma obra poderá mais ser suspensa ou cancelada.

 

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Legado para Cidade Olímpica

Um pouco antes da Copa do Mundo realizada no Brasil, transcrevi para este Blog uma matéria que tratava justamente da importância de um evento desta magnitude para um país, baseada no trabalho de planejamento prévio realizado em Londres, antes dos jogos olímpicos lá realizados.

Além de minha indignação na época por estarmos sediando os dois eventos (Copa do Mundo e Jogos Olímpicos), indignação esta pura e simplesmente embasada na falta de infraestrutura básica em nosso país (e não sobre uma suposta falta de capacidade em realizá-los), que ao meu entendimento, seria a nossa prioridade, compartilhava a minha preocupação com a falta de planejamento e de uma análise mais aprofundada e “técnica”, permitindo com que tivéssemos, de fato, um legado.

Enfim, tivemos uma primeira “fotografia” deste “legado” logo após o evento da Copa do Mundo, quando nos deparamos com obras semi ou mal acabadas e projetos outrora prometidos (para o evento) e posteriormente engavetados…

E vejam que nem me refiro aqui ao caos político e econômico “regado” de um tempero chamado corrupção e mau uso do dinheiro público…

E agora, estamos a poucos meses das Olimpíadas no Brasil e nos deparamos com uma realidade semelhante à da Copa do Mundo, haja vista que temos mais obras atrasadas e mal acabadas, projetos outrora prometidos e não cumpridos (despoluição da lagoa e Baia de Guanabara), sistemas de transporte que permitiriam uma maior mobilidade urbana, entre tantos outros…

Além disto, e corroborando com o descaso de nossos governantes, vemos no post anterior, referente a matéria do Valor Online, a indefinição quanto aos benefícios possíveis (e ainda não claramente definidos) referentes ao legado tecnológico.

Que me perdoem os otimistas de plantão, mas alguém ainda acredita neste legado?

Por esta razão e por tantos outros acontecimentos que “banham” o nosso país nos últimos meses, é que nos deparamos com um outro indicador alarmante, porém expressivo, que é o número de brasileiros que vêm buscando por alternativas de mudança para países como o Canadá, Austrália, entre outros…

Uma boa semana à todos!

 

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Legado para Cidade Olímpica ainda depende de negociação

Fonte: Valor Online / Internacional

Por: Carmen Nery

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A Cidade Olímpica poderá ter – ou não – um legado tecnológico. A infraestrutura construída para atender aos Jogos Olímpicos poderá ser desmontada e os equipamentos reexportados aos EUA. A Lei 12.780, que trata dos benefícios fiscais e tributários dos Jogos – todos os patrocinadores e fornecedores foram isentos de impostos -, prevê a possível doação como destinação final dos equipamentos, mas as negociações com os governos ainda não avançaram.

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GRUPAS convida os seus associados para o 13º Congresso Infra que se iniciará amanhã em SP

13 InfraSP

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Medição de Energia por Telemetria deverá triplicar até 2026

Fonte: revista Infra – Mundo Facility

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Tecnologia da CAS aumenta o volume de informações para as distribuidoras

Ainda pouco utilizada no Brasil, a telemedição do consumo de energia elétrica do consumidor de baixa tensão — sistema que permite a leitura do medidor por telecomunicação — deverá triplicar nos próximos dez anos. Presente na quase totalidade dos clientes de média e alta tensão, como grandes indústrias, shoppings centers e prédios comerciais do país, a tecnologia foi tema de um workshop em São Paulo, organizado pela CAS Tecnologia, empresa que atende 20 das 26 maiores concessionárias de energia do País.

Com um enorme potencial de crescimento, já que hoje apenas 3,5% dos clientes de baixa tensão – como residências, pequenos comércios e indústrias possuem telemedição do consumo de energia elétrica – a perspectiva é que as concessionárias passem a investir cada vez mais neste segmento, como explica o consultor de negócios da CAS Tecnologia, Luiz José Hernandes. “Hoje, as distribuidoras de energia elétrica já monitoram em tempo real o consumo de quase 100% dos grupos de alta e média tensão. Dessa forma, o foco de investimento passou naturalmente a ser o consumidor de baixa tensão”, conta.

Inteligência analítica
Benéfica às concessionárias, a medição inteligente aumenta o volume de informações para as distribuidoras de energia elétrica em até 120 vezes, quando comparada a medição tradicional. Isso porque enquanto a medição tradicional de leitura de consumo é feita apenas uma vez ao mês, com a telemetria esse monitoramento é realizado pelo menos quatro vezes ao dia. Dessa forma é possível fazer a análise de diversos aspectos da distribuição para a cidade, como por exemplo, promover análise contínua da demanda por energia elétrica, prever manutenções, reduzir perdas e custos operacionais, assim como oferecer um melhor serviço à população.

Atenta a essa nova necessidade do mercado, que cada vez mais precisa interpretar diversos dados — sejam eles provenientes da telemetria, Scada, CRM, Field Service, entre outros — a CAS Tecnologia apresentou no workshop sua nova plataforma analítica para o setor de energia, denominada Athena. A solução possui alta capacidade de processar grandes volumes de dados e informações em diversos níveis, desde informações táticas e estratégicas até informações operacionais.

Sua capacidade de avaliação em tempo real dos impactos de uma interrupção ou falha na distribuição sobre a sociedade, permite ao sistema sugerir a prioridade de restabelecimento, considerando a quantidade de clientes atingidos, clientes críticos ou prioritários, penalidades regulatórias e de perda de faturamento. “Toda concessionária de energia elétrica possui um limite de vezes em que ela pode ficar sem fornecer energia para uma determinada região do país. Caso ela descumpra a regulamentação da ANEEL, a companhia pode ser punida com multas pré-estabelecidas. Com a plataforma Athena é possível dar suporte a uma melhor decisão de prioridade de restabelecimento com uma avaliação imediata das perdas de faturamento em função da falta de energia e da quantidade de clientes atingidos pela interrupção, contribuindo para um despacho mais eficiente das equipes de campo para atuar no restabelecimento e, assim, definir quais regiões devem ter prioridade, evitando, por exemplo, que a concessionária seja multada”, diz Hernandes.

Disponível para ser acessada de qualquer browser ou dispositivo móvel, a plataforma também está preparada para fazer análises de riscos e de mercado. Ela permite, por exemplo, conhecer de forma precisa o comportamento da carga e contribuir para uma análise mais efetiva do mercado e do suprimento de energia.  Contribui também para a realização de estudos microlocalizados sobre regiões onde a companhia precisa expandir sua rede ou instalar novos transformadores de energia. Com a tecnologia os diretores podem ainda realizar análises estratégicas sobre diferentes unidades regionais negócios, identificando tendências, riscos e oportunidades de melhoria de performance para buscar um melhor serviço ao consumidor.

 

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Eficiência energética é fundamental na implantação dos sistemas de climatização

Fonte: Procel Info

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Rio Grande do Sul – Apresentar alternativas tecnológicas que permitam otimizar tanto novos projetos como instalações existentes, focando em uma nova forma de analisar os sistemas de climatização. Este foi o tema central do workshop “Eficiência Energética em Sistemas de Climatização”, realizado na quinta-feira (31/03), na sede da Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação (Asbrav), em Porto Alegre. Fruto de parceria da entidade com a empresa Bry-Air Brasil, o evento teve como palestrante o diretor comercial da companhia, Fabio Inocencio.

Em sua explanação, Fabio Inocencio apresentou soluções inicialmente pensadas para as áreas de conforto e sua aplicabilidade em processos, mostrando que de grandes indústrias a pequenos fabricantes, grandes prédios comerciais ou residências, todos os empreendimentos podem contar com soluções viáveis para atender o mais alto grau de controle de contaminação e eficiência energética.

Para tanto, abordou tópicos como normas e regulamentos nacionais e internacionais do setor, tecnologias aplicáveis ao mercado brasileiro, tendências do segmento e, por fim, algumas das soluções da Bry-Air para otimizar a eficiência energética.

O especialista enfatizou que, cada vez mais, as empresas estão trabalhando em processos focados na eficiência energética, procurando adaptar-se a nova realidade dos consumidores, que estão procurando aliar qualidade com custo mais acessível.

* Com inforações da assessoria de imprensa da Asbrav

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Convite FM Debate – Abril – ABRAFAC

ABRAFAC FM Abril

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Eficiência energética x sistemas de condicionamento interno

Notadamente e historicamente o mair consumidor de energia em uma edificação comercial, o sistema de ar condicionado e a preocupação com a eficiência energética vêm sendo debatidos por entidades e profissionais ligados ao setor.

É muito importante, no entanto, que não se atribua esta responsabilidade (por uma maior eficiência) apenas ao projeto, fabricantes e instaladoras (que executam e comissionam), mas também aos responsáveis locais pela Operação e Manutenção destes sistemas.

Se mal operado, até mesmo um bom projeto de climatização poderá desempenhar negativamente, desperdiçando energia e água, além de não proporcionar os níveis mínimos de conforto e qualidade para o ambiente de trabalho.

Importante também ressaltar que a boa e adequada Operação & Manutenção não dependerá apenas de bons profissionais, mas de “bons e bem treinados profissionais”, o que deixa claro a posição e responsabilidade de chefes, supervisores e gerentes da área, pois caberá à eles a responsabilidade de reter e difundir o conhecimento interno sobre:

  • O projeto – Como deverá operar o sistema segundo o projeto
  • A operação – Lógicas funcionais e parâmetros de operação
  • A manutenção – Atividades de campo e de controle

Estima-se hoje algo próximo de 80% a contribuição e por que não dizer, o peso, de custos operacionais no ciclo de vida de uma edificação comercial (OPEX), sendo muito importante que procedimentos sejam estabelecidos e seguidos e que metodologias e planos de medição e verificação sejam também implantados e seguidos.

Afinal, quem não monitora…..não gerencia!

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Abrafac Articulista

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Números do mercado imobiliário seguem em queda

Fonte: Revista Infra – Mundo Facility

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Segundo indicadores ABRAINC-Fipe, esses são reflexos da crise econômica

Os Indicadores ABRAINC-Fipe, que trazem dados nacionais do mercado imobiliário, registraram o lançamento de 19.390 unidades no período de novembro de 2015 a janeiro de 2016, um recuo de 14,8% face ao mesmo período do ano anterior. Considerando o acumulado de 2016 (janeiro), os lançamentos totalizaram 1.697 unidades, volume 4,3% superior ao observado no primeiro mês de 2015.

As vendas somaram 24.293 unidades, uma queda de 16,6% na comparação com as vendas do mesmo trimestre no ano anterior. Esse patamar representa também diminuição de 21,8% frente ao que foi vendido no mesmo período de 2015.

Entre novembro de 2015 e janeiro 2016 foram entregues 27.869 unidades, recuo de 39,2% frente ao número de unidades entregues no mesmo período do ano anterior. No que se refere ao acumulado do mês de janeiro, as entregas somaram 7.366 unidades e tiveram recuo de 25,2% ao observado na mesma base de 2015.

Renato Ventura, vice-presidente executivo da ABRAINC, afirma que o acréscimo no número de unidades lançadas se concentra mais no segmento de moradias de baixa renda. “Ainda assim, todo o estudo mostra um cenário em que a instabilidade política tem atrapalhado muito o país, e como consequência, o mercado imobiliário, que necessita da confiança das pessoas na economia para tomar a decisão de compra”, afirma ele.

Os dados das 19 empresas participantes do estudo mostram também que o mercado disponibilizou 111.674 unidades para compra ao final de janeiro. No trimestre compreendido entre novembro/15 e janeiro/16 foi vendido o equivalente a 19,3% da oferta do período, percentual que representa uma queda de 3,5 pontos percentuais face ao observado no trimestre encerrado em janeiro de 2015.  Com isso, estima-se que a oferta atual se esgotaria em cerca de 15,5 meses.

Distratos

O indicador de distratos revela que, no acumulado de 2016 (janeiro), o total de unidades distratadas foi de 2.804, número 26% inferior aos distratos observados em janeiro/2015. Já, entre novembro/15 e janeiro/16, foram distratadas 11.854 unidades, um aumento de 6,9% frente ao número absoluto de distratos no mesmo trimestre do ano anterior.

Se considerados os distratos como proporção das vendas por safra de lançamento, a taxa de distratos das unidades vendidas no primeiro trimestre de 2014 apresenta o índice mais elevado da série histórica: 15,7%.

“Quando os números de distratos de imóveis são comparados por safra, podemos fazer um acompanhamento desse indicador de forma mais consistente, já que o setor imobiliário é cíclico”, explica o vice-presidente executivo da ABRAINC.

Renato Ventura ressalta que o acréscimo de distratos, referente ao trimestre deste estudo comparado ao do período anterior, é explicado pela conjuntura desafiadora de nossa economia, a qual difere da anterior quando da aquisição do imóvel na planta foi efetuada. “No entanto, analisamos também queda no montante por safra, no comparativo de um ano ao outro, o que afirma a tendência de queda no número absoluto. A nova geração de compras enfrenta outro cenário”.

O estudo

Os Indicadores ABRAINC-Fipe são elaborados pela Fipe com informações de empresas ABRAINC que atuam em todo o país. O estudo, lançado em agosto, vem sendo construído pela Fipe desde janeiro de 2014, é o primeiro conjunto de indicadores do setor imobiliário obtidos nacionalmente.

Para a composição dos Indicadores são consideradas informações sobre lançamentos, vendas, entregas, oferta final, distratos e inadimplência do mercado primário de imóveis residenciais e comerciais. Divulgados mensalmente, os números são referentes ao último trimestre consolidado (novembro e dezembro/15 a janeiro/16).

Os dados que compõem os Indicadores são fornecidos à Fipe mensalmente pelas empresas associadas à Abrainc. Após compilar os dados, é feita cuidadosa verificação para garantir a consistência das informações e, se for o caso, as empresas são contatadas para eventuais ajustes ou validação. Em seguida, com os dados validados, os Indicadores Abrainc-Fipe são calculados e, posteriormente, disponibilizados.

 

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