CREA se manifesta contra proposta para nova Lei de Licitações – Comentários do blogueiro

É realmente incrível que nossos políticos ainda não tenham aprendido com tudo o que está ocorrendo (corrupção,  mau uso do dinheiro público, obras superfaturadas, obras inacabadas e obras de má qualidade) neste país…

Nem mesmo com a sombra da operação “Lava Jato”…

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CREA se manifesta contra proposta para nova Lei de Licitações

Fonte: Folha da Paraíba

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CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DA PARAÍBA CREA-PB NOTA DE REPÚDIO

A Comissão Especial de Desenvolvimento Nacional (CEDN) do Senado deverá votar nos próximos dias o substitutivo do relator Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) ao projeto 559/2013, que trata da revisão da Lei de Licitações. Uma de suas propostas é permitir a licitação de obras públicas sem projeto. Diante do atual cenário brasileiro e do compromisso com o serviço público ético e de qualidade, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Paraíba vem a público manifestar total repúdio à proposta do senador Fernando Bezerra.

A realização de licitação pela Administração Pública representa a observância aos princípios constitucionais da isonomia, impessoalidade, moralidade, eficiência e da probidade administrativa, na medida em que se evita favoritismo e propicia a escolha da proposta mais vantajosa. A partir de um projeto básico preciso e detalhado evitam-se falhas tanto no procedimento licitatório quanto na própria execução da obra pública, pois só o projeto completo garante mais qualidade, maior controle de gastos, cumprimento de prazos e ética nas contratações dessas obras.

Neste sentido, em um momento de clamor social pela gestão pública ética e responsável, o Crea-PB posiciona-se contra a proposta do senador, a qual se choca com os interesses da população brasileira e põe em risco os mecanismos legais existentes para refrear o mal uso do dinheiro público.

João Pessoa, 15 de agosto de 2016. Giucélia Figueiredo Presidente do Crea-PB

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Cidade destruida pelo vento em 2007 é agora “alimentada” por ventos – City Destroyed by Wind in 2007 Now Powered by it – Comentários do Blogueiro

É claro que não se observa este tipo de ação em todo o mundo, mas é inevitável que comparemos o poder de reação demonstrado em Greensburg, no Japão pós segunda guerra, na Alemanha pós guerra e em outras localidades que viveram períodos de catástrofes, com a nossa realidade no Brasil…

Veja-se como exemplo a cidade de Mariana, ou mesmo o descaso com as regiões de alto risco (períodos de grandes chuvas) no estado do RJ, que continuam habitadas e algumas, ainda com “lonas plásticas”…

Isto incomoda bastante…., não é?

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Cidade destruida pelo vento em 2007 é agora “alimentada” por ventos – City Destroyed by Wind in 2007 Now Powered by it

Fonte: The Climate Reality Project

Divulgação: ASHRAE – City Destroyed by Wind in 2007 Now Powered by it

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July 14, 2016 | 6:00 AM

VIDEO: The Calm After the Storm. How Greensburg, Kansas Achieved 100% Renewable Electricity

“We didn’t have control over whether or not a tornado came here, but we did have control over how we reacted to it.”

In spring of 2007, a series of deadly storms devastated the Midwest. It was the most intense tornado season the region had seen in 50 years and the city of Greensburg, Kansas saw the worst of it. In a matter of minutes, hundreds of families were made homeless. After the skies cleared, Greensburg residents emerged from their tornado shelters to a grim new landscape: 95 percent of the buildings in the town were just rubble.

Having experienced the devastation of extreme weather and environmental disaster firsthand, residents of Greensburg were prepared to take immediate action. When it came time to rebuild, Mayor Bob Dixson prioritized sustainability. The tornado “gave us the opportunity to look at how we could be sustainable for future generations,” he said, and set his sights on building a green community from the ground up.

He – and the rest of Greensburg – were as good as his word. Integrating sustainability into almost every aspect of daily life, Greensburg became the first city in America to use LED light bulbs to power its streetlights. City architects designed new municipal buildings to achieve the US Green Building Council’s Leadership in Energy and Environmental Design (LEED) designation for energy efficiency. Skylights and south-facing building orientations maximized the power of natural daylight and reduced the need to use electric lighting and heating. In fact, Greensburg now has more LEED Platinum buildings – the council’s highest and most stringent standard – per capita than anywhere in the world, saving hundreds of thousands of dollars each year in energy costs.

But the greening of Greensburg didn’t stop with energy conservation. Within a few short years, 100 percent of the electricity used in Greensburg came from renewable sources, thanks to the Greensburg Wind Farm, which produces 12.5 MW of electricity – enough to power every house, business, and government building in the town.

Today, wind power is the very foundation of Greensburg’s economy, an irony not lost on the town’s citizens. “The very wind that destroyed this town in the tornado is now the wind we’re utilizing to power the town,” says Mayor Dixson. “We didn’t have control over whether or not a tornado came here but we did have control over how we reacted to it.” The city of Greensburg came together to redefine what it means to be a community, with residents recognizing their responsibility to take care of one another and people all over the globe.

To Mayor Dixson, sustainability is “about leaving the world a better place for future generations, but it’s gotta start in our local communities. If we each change our habits, we can change the world.” Or to put it another way, climate change may be a global challenge, but individual actions can make a huge difference.

IT’S CLEAR: TIMES ARE CHANGING

Greensburg, Kansas has done a great job of leading the global energy transition, and proves that the rest of America can go renewable right now.

Last year, as part of the Clean Power Plan’s final rule, the EPA started a new program known as the Clean Energy Incentive Program (CEIP), which helps states to reduce carbon pollution by encouraging early investments in zero-emitting renewable energy generation.

Until September 2, the EPA is collecting public comments on the CEIP – and you can help.

Add your name here to support the CEIP and help ensure the US stays a leader in clean energy – for the health of Americans, our future, and our planet.

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Licença para novo software será liberada pelo Procel – Simulação Energética Computacional

Já há vários anos, durante um seminário em SP, ouvi de profissionais do setor de refrigeração e ar condicionado uma colocação enfática quanto a necessidade de se cobrar a simulação energética em projetos de ar condicionado, como item obrigatório.

De fato, quando, quando contratamos projetos em geral, nenhuma ferramenta computacional avalia a eficiência de tal projeto, o que nos impossibilita ter a visão sobre como o novo sistema se comportará no futuro.

Embora isto pareça bastante lógico (e de fato é…) não temos esta cultura no Brasil e não temos esta atitude por parte dos projetistas em geral. Vê-se um pouco mais desta aplicação no Brasil em função de novos projetos que buscam por certificações internacionais, como o LEED como exemplo.

Da mesma forma, vê-se uma outra falta de preocupação por parte de projetistas, no que se refere ao acompanhamento da execução de seus projetos no campo e da aparente “isenção” de sua responsabilidade após o período da criação.

É fato que a execução da obra é sem sombra dúvidas um fator crítico para o futuro desempenho da nova instalação (nível de mão de obra, falta de controle em alguns materiais, falta de controle de qualidade e má gestão), o que no entanto, não impede que sistemas não desempenhem o esperado por falhas no próprio projeto.

Enfim, vejo como muito importante a mudança em relação aos dois pontos acima (uso obrigatório de ferramentas de simulação em projetos e a não isenção de responsabilidade de projetistas durante a fase de contratação e execução da obra, até a sua conclusão).

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Licença para novo software será liberada pelo Procel

Fonte: Brasil Energia

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O diretor da Mitsidi Projetos, Edward Borgstein, informou que a licença para o software Blueprint será liberado no Brasil pelo Procel. O software já está completamente adaptado à tipologia brasileira e deve ser lançado no próximo mês.

O Blueprint tem sede no Canadá e fornece soluções para grandes organizações na construção de melhores aplicações de negócios. A ideia é que a inovação auxilie na implementação de ações de eficiência energética dentro de edificações.

O executivo participou do 5º Seminário de Energias Renováveis e Eficiência Energética, do Sinduscon, nesta última quinta-feira (21/7).

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Prédios antigos de SP apostam em ‘cirurgia plástica’ para se manterem valorizados

Fonte: Exame

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A defasagem estrutural e tecnológica tem feito com que condomínios antigos da cidade de São Paulo apostem no retrofit, uma espécie de “cirurgia plástica” ou “recauchutagem”, para se manterem modernizados e valorizados.

Esses empreendimentos residenciais realizam uma atualização das instalações elétricas, hidráulicas e dos principais equipamentos instalados nas áreas comuns, como elevadores, sistemas de iluminação e mobiliários.

Além da modernização dos prédios, esse conjunto de iniciativas contribui para tornar um condomínio antigo mais competitivo e atrativo no mercado em relação aos novos empreendimentos imobiliários, que já são equipados com o que há de mais avançado no ramo da construção.

“O retrofit não deve ser visto como simples despesa, mas sim como investimento necessário e rentável, uma vez que tem potencial para valorizar os prédios antigos e, consequentemente, os apartamentos, além de proporcionar a redução das despesas gerais dos condomínios além de promover eficiência energética e hídrica”, diz Raquel Bueno Tomasini, gerente da área técnica de produtos e parcerias da Lello Condomínios.

Segundo ela, um projeto de retrofit bem executado, além de modernizar o condomínio, pode até dobrar o valor do metro quadrado dos apartamentos, resultando em ganho para os moradores na hora da venda do imóvel.

Um exemplo citado por Raquel são os elevadores dos prédios antigos. “Comparando-se o que se gasta com a manutenção, pode ser mais vantajoso substituir todo o maquinário, para que o equipamento tenha uma vida útil maior e mais eficiência”, diz a gerente da Lello.

O primeiro passo para a implantação de um projeto de retrofit é buscar auxílio de um profissional ou empresa especializada, que irão sugerir diversas tecnologias muitas vezes desconhecidas pelo condomínio, como elementos de proteção solar para a fachada, itens de acústica dos ambientes, substituição dos caixilhos, uso de energia solar para alimentar os equipamentos das áreas comuns e até como sistema auxiliar na alimentação de gás e energia nas unidades entre outros.

De olho neste mercado, as empresas de construção oferecem aos condomínios alternativas interessantes e econômicas de retrofit, como o financiamento da mão-de-obra e dos materiais de construção, por meio de empresas de crédito.

A execução de um projeto de retrofit, no entanto, deve ser aprovada pelos condôminos em assembleia, pois se trata de despesa extraordinária.

É comum, nas edificações mais antigas da capital paulista, problemas com infiltrações, vazamentos, instalações obsoletas e condições favoráveis à proliferação de pragas urbanas.

Nesses empreendimentos são comuns as infiltrações e vazamentos causados por problemas nos sistemas de impermeabilização das garagens, coberturas, lajes térreas e intermediárias, sem contar com vazamentos em canos e a falta de manutenção preventiva no sistema hidráulico, o que gera excessivo consumo de água e gasto desnecessário para o condomínio.

Outro problema rotineiro nos condomínios mais antigos são as trincas e fissuras nos revestimentos de fachada e sobrecarga no sistema de cabeamento elétrico que acabam não suportando a demanda alterada de consumo, gerando queima de fusíveis e quedas de energia elétrica, com risco, inclusive, de incêndio.

“Se nada for feito agora, muito em breve esses condomínios mais antigos da capital paulista estarão em condições bastante desfavoráveis, a exemplo de algumas das edificações situadas na zona sul da cidade do Rio de Janeiro, que se verticalizou antes de São Paulo”, conclui Raquel.

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Hotéis podem economizar até 30% de eficiência energética – Comentários do Blogueiro

O artigo frisa de forma adequada a importante participação da arquitetura (durante a fase de projetos com o posicionamento do edifício frente ao azimute e até mesmo a sua localização geográfica), assim como a importância de novas tecnologias, como a de ar condicionado (sistemas mais eficientes e inteligentes).

Além disto, cabe também ressaltar como importante:

  • A manutenção de fachadas e seus elementos eventualmente mais eficiêntes e especificados na arquitetura, tais como vidros e acabamentos;
  • A preocupação com o aspecto “vedação” da edificação quanto a evitar a infiltração de ar externo além do previsto (também nos remete à manutenção);
  • Os cuidados básicos e até mesmo especiais da manutenção, assegurando não somente a operação de equipamentos (sua condição para operar), como também e principalmente o seu desempenho. Vejam que, em grande parte do que é hoje realizado pelas equipes de O&M, preocupa-se em MANTER as instalações, no que diz respeito a sua conservação e longevidade, e não necessariamente ASSEGURAR O SEU MELHOR DESEMPENHO, ainda que os equipamentos e sistemas sofram desgastes em função do tempo transcorrido em sua vida útil;
  • Os cuidados com a OPERAÇÃO ADEQUADA de seus equipamentos e sistemas, o que demanda o conhecimento do operador não só em relação a sua funcionalidade mas, principalmente, em relação a sua LÓGICA FUNCIONAL, LIMITAÇÕES E DESEMPENHO ESPERADO.

Observem que os dois últimos itens acima demandam a adequada capacitação de suas equipes (treinamento dirigido), o cuidado e a produção de documentação adequada para a O&M e uma GESTÃO MODERNA e amparada por indicadores de performance.

Mais uma vez (como já dissemos aqui neste blog), o gestor não deverá prescindir de ferramentas importantes como indicadores, softwares de gestão e retrocomissionamentos.

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Hotéis podem economizar até 30% de eficiência energética

Fonte: El Economista

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Uma série de ações poderia melhorar a eficiência energética do mercado hoteleiro em até 30%, divulgou um relatório de uma subsidiária do Grupo Bosch, a Burderus, responsável pela área de termotecnologia.

Em primeira instância, para conseguir um hotel mais sustentável, o empreendimento passaria por uma avaliação e a concepção de um sistema de ar condicionado mais eficiente. A empresa recomenda ainda a avaliação mais completa, como a localização, a arquitetura e a demanda e capacidade corretas de energia.

A empresa lembra que apenas com essas medidas o retorno esperado na economia de energia pode chegar de 20 a 30%. O relatório recomenda ainda adaptar-se às novas diretrizes sobre eficiência energética, contribuindo assim com as metas estabelecidas pela União Europeia (EU, em inglês) para 2020.

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Mercado de escritórios de SP tem um ligeiro aumento

Fonte: Revista Infra – Mundo Facility

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Segundo Colliers, absorção líquida do segundo trimestre foi 15% superior a do período anterior

Ainda com ritmo lento de crescimento, a absorção líquida no mercado de escritórios das classes A+ / A de São Paulo foi de 25 mil m² no segundo trimestre do ano, número 15% maior do que no período anterior. De acordo com monitoramento da Colliers International Brasil, a região da Barra Funda foi responsável pela maioria da absorção, 19 mil m².

Em relação à taxa de vacância, o mercado fechou o segundo trimestre com elevação de 1% em relação ao período anterior, 24%, para os imóveis das classes A+ / A. O mesmo aconteceu nos imóveis da classe B, que fecharam o trimestre em 18% ante 17% do trimestre anterior.

Quanto aos preços médios pedidos de locação para os imóveis das classes A+ / A, após um ano de queda houve uma ligeira elevação, R$ 99,00 m² / mês, e os valores caminham para uma acomodação. “Além dos preços, as negociações que pressionam os proprietários como carência e allowances também estão se ajustando”, explica Paula Casarini, vice-presidente da Colliers Brasil.

Os preços mais altos encontrados nesta classe são: Faria Lima (R$ 140,00 m² / mês), Itaim Bibi (R$ 126,00 m² /mês), JK (R$ 118,00 m² / mês) e Pinheiros (R$ 106,00 m² / mês). Já os preços médios dos escritórios da classe B sofreram mais uma pequena queda, fechando o período em R$ 78,00 m² / mês, ante R$ 81,00. “A diferença entre os preços das duas classes (A+ / A e B) chega a 27% em algumas regiões e indica um bom momento para inquilinos que buscam edifícios de alto padrão com maior eficiência e com custo atrativo”, finaliza Paula Casarini.

Vale lembrar que a Colliers International Brasil fez uma reclassificação do mercado no início do ano, com um novo mapeamento, visando mais qualidade em seu monitoramento.

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