No Brasil, crescimento corre risco em 2017 após dois anos de recessão

Fonte: O Globo – Economia

Por: Lucianne Carneiro

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A economia brasileira corre o risco de ficar estagnada em 2017. O mercado prevê expansão de apenas 0,50% este ano, mas já há quem estime estabilidade, uma projeção nada animadora após recessão que representa perda acumulada de mais de 7% nos dois últimos anos.

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Aplicativo mede a geração de energia solar de telhados no Rio

Fonte: O Dia Online

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Rio de Janeiro – O Instituto Pereira Passos (IPP) criou um aplicativo online Mapa Solar Rio, que mede a capacidade de geração de energia solar dos telhados da capital fluminense. A iniciativa foi feita em parceria com a Secretaria estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços (Sedeis) e a Empresa de Pesquisa Energética (Epe) com apoio da GIZ, fundação de cooperação técnica da Alemanha com importante atuação na área energética.

Em pesquisa inédita no país, o IPP conseguiu mapear o potencial de geração de energia de 1,5 milhão de telhados da capital e disponibilizou os dados na internet. Com esse estudo, descobriu que o potencial de geração de energia solar nas áreas mapeadas é maior do que o consumo residencial.

O mapeamento faz parte do Programa Rio Capital da Energia e tem o objetivo de informar à população sobre o potencial de economia nas contas de energia com a instalação de equipamentos fotovoltaicos, que geram e armazenam a energia solar transformada em eletricidade, como por exemplo, minigeradores. Desde 2013, qualquer brasileiro pode conectar equipamentos fotovoltaicos à rede de energia e receber créditos pela energia excedente gerada. Além de reduzir danos ao meio ambiente causado, especialmente, pelas termelétricas.

Felipe Mandarino, geógrafo do instituto, diz que o aplicativo permite que o carioca conheça a capacidade de geração de energia da sua residência. “E vai além, ao trazer as informações necessárias para transformar informação em ação, com uma coletânea de textos e links para instituições e empresas do setor que podem ser utilizadas para instalação de painéis fotovoltaicos”, explica.

O geógrafo conta que o mapeamento divulgou o valor estimado da dimensão do potencial do Rio, mas que nem todas as casas são capazes de produzir a energia. “Nem todos os telhados são viáveis para instalação de painéis de geração de energia solar, seja por conflito com outros usos ou por questões como tombamento do imóvel”, disse.

Segundo Mandarino, a Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro tem um projeto para instalação de painéis fotovoltaicos em sua sede, na Gávea, em um contexto de ações que visam melhorar a eficiência energética. O projeto pode ser acessado pelo site portalgeo.rio.rj.gov.br/mapasolarrio/

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Os riscos do baixo crescimento em 2017

Fonte: Valor Online

Por: Sergio Lamucci

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A tão esperada recuperação da economia ficou para este ano, e a aposta predominante é num PIB bastante fraco em 2017, com crescimento na casa de 0,5%. O risco de variação zero ou mesmo de nova retração não é desprezível. No mercado de trabalho, a expectativa é que a deterioração continue ao longo de boa parte do ano. A taxa de desemprego, hoje um pouco abaixo de 12%, pode superar 13%. Com a demora da retomada, uma ameaça é a economia voltar a afetar o quadro político, dificultando o avanço da agenda de reformas no Congresso.

Outro problema é complicar a já difícil situação fiscal, ao adiar a melhora da arrecadação. As estimativas para 2017 são pouco animadoras. No entanto, os analistas esperam que a economia ganhe força ao longo do ano, em especial a partir do segundo semestre. O Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), por exemplo, projeta crescimento de 0,3% na média de 2017, mas espera que o PIB cresça no quarto trimestre 0,7% em relação ao trimestre anterior, feito o ajuste sazonal, o equivalente a um pouco mais de 2,8% em termos anualizados.

Não é nenhum número assombroso, mas mostra que a economia pode terminar o ano de fato num ritmo um pouco mais forte, o que tenderia a deixar uma herança estatística (o “carry over”, em economês) razoável para 2018. Para este ano, o quadro é o inverso: o PIB padece de uma herança bastante negativa de 2016, estimada pela Tendências Consultoria Integrada em -0,7%. Isso quer dizer que, se o PIB não crescer nada em comparação com o quarto trimestre do ano passado, a economia encolherá 0,7% em 2017. Esse fator ajuda a explicar em parte as projeções de uma economia tão fraca neste ano. Economia fraca pode contaminar política e afetar ajuste fiscal A esperada aceleração do ritmo de corte dos juros a partir deste mês deverá dar um impulso à atividade. Com o recuo da inflação e grande ociosidade na economia, tudo indica que o Banco Central (BC) vai intensificar a redução da Selic, podendo levar a taxa dos atuais 13,75% para menos de 10% ao ano até dezembro. Juros menores vão contribuir para melhorar a situação financeira de famílias e empresas, desanuviando pelo menos um pouco as perspectivas para o consumo e o investimento.

O desempenho da economia, contudo, tem decepcionado, frustrando as projeções de boa parte dos analistas. A retomada não só não ocorreu no terceiro trimestre de 2016 como também não se concretizou nos últimos três meses do ano passado. O Ibre projeta retração do PIB de 0,5% em relação ao terceiro trimestre, na série com ajuste sazonal, enquanto a Tendências estima uma queda menor, de 0,2%. Endividadas, famílias e empresas estão empenhadas em reduzir os seus débitos, o que adia a recuperação. Os governos de todas as esferas estão numa situação fiscal difícil e o programa de concessões em infraestrutura está muito longe de deslanchar. As exportações tampouco puxarão o PIB. Nesse ambiente, não se pode descartar uma queda do PIB também no primeiro trimestre de 2017, ainda que a ritmo mais modesto, “se a atividade seguir se recuperando de forma tão lenta”, como dizem os analistas da MCM Consultores Associados.

Nesse cenário, a inflação tenderia a cair com mais força, abrindo espaço para “uma relevante intensificação do ritmo de cortes da Selic”, escrevem eles. O problema, adverte a MCM, é que há o risco de a “demora na reação da economia contaminar o ambiente político”. Nesse caso, a contaminação da política pode debilitar ainda mais a economia, “reiniciando o círculo vicioso que prevaleceu no país até recentemente”. Foi o que ocorreu no segundo mandato de Dilma Rousseff, interrompido pelo impeachment. Na breve segunda gestão de Dilma, os números cada vez piores da atividade intensificavam a crise política, o que por sua vez contribuía para afundar ainda mais a economia. Se a fraqueza da atividade contaminar o ambiente político, já marcado pelas incertezas relacionadas à Operação Lava-Jato, o andamento das reformas no Congresso pode ser afetado, em especial a da Previdência.

Caso os congressistas aprovem uma versão muito diluída da proposta apresentada pelo governo, aumentarão as incertezas quanto à situação fiscal no longo prazo, além de tornar inviável em poucos anos o cumprimento do projeto que limita a expansão dos gastos. Nesse cenário, a percepção sobre o risco Brasil tenderia a piorar, pressionando o câmbio e tirando espaço para o BC cortar os juros com mais força. A recuperação da atividade, mesmo que gradual, ficaria ameaçada. O desemprego, que hoje afeta mais de 12 milhões de pessoas, demoraria ainda mais tempo para começar a cair. Esse não é, contudo, o panorama central com que trabalham os analistas. A MCM aposta em retomada modesta ao longo do ano, apoiada “pela queda dos juros, pelo avanço gradual das reformas e pela existência de alguns sinais encorajadores no setor industrial”. A consultoria, porém, reconhece que é elevada a probabilidade de ter de revisar para baixo as suas projeções para a atividade econômica, que contemplam uma expansão do PIB de 0,9% neste ano. “E as chances de materialização de um cenário B, mais crítico, de desalento e estagnação, cresceram nas últimas semanas”, dizem os analistas da MCM. Economista-chefe da JGP Gestão de Recursos, Fernando Rocha aponta outro problema do crescimento baixo – o impacto sobre a situação fiscal. “Em primeiro lugar, ficará difícil atingir o déficit primário de R$ 139 bilhões projetado no Orçamento de 2017 para o setor público consolidado.

Com o menor crescimento, a arrecadação de impostos tenderá a se reduzir”, diz ele, que espera variação zero para o PIB neste ano. Rocha lembra ainda que, com uma economia mais fraca, a dívida aumenta mais em comparação com o PIB, “a variável-chave que analistas e agências de classificação de risco olham para determinar se o país é solvente ou não”. Rocha diz também que, no quadro em que surgiu o governo Michel Temer, o crescimento ajudaria “a lubrificar as relações políticas e sociais, evitando atritos maiores”. Se conseguir retomar a expansão da economia, ficará mais fácil aprovar as reformas e aumentar a probabilidade de um ciclo virtuoso, afirma o economista. Sem crescimento, a situação política, já complicada pela Lava-Jato, pode se agravar. Sergio Lamucci é repórter.

O titular da coluna, Antonio Delfim Netto, volta a escrever no dia 9. E-mail: sergio.lamucci@valor.com.br

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ESTÁ CONFIRMADO O DIA MUNDIAL DOS FACILITIES DO ANO DE 2017

Fonte: ABRAFAC

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Para o próximo ano, já está confirmada uma das datas mais esperadas pelos profissionais de facilities, o World FM Day 2017, que será no dia 17 de maio. A data é vista como alvo de reconhecimento para os profissionais do segmento, sendo ressaltada a importância da área no meio corporativo. “O FM Day nos faz refletir e prestigiar nossa área de atuação, em que colaboramos no processo de elaboração e restruturação da infraestrutura e gestão das empresas” afirma Luciano Brunherotto, presidente da Associação Brasileira de Facilities – ABRAFAC.

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Conta de energia começa 2017 sem cobrança extra da bandeira tarifária

Fonte: Portal G1

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Distrito Federal – O ano de 2017 começará sem cobrança extra na conta de energia. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulgou nesta sexta-feira (30), que a bandeira tarifária de janeiro continuará verde.

Segundo a Aneel, “a condição hidrológica está mais favorável, o que determinou o acionamento de térmica com Custo Variável Unitário (CVU) abaixo de R$ 211,28 por megawatt-hora (R$/MWh).”

A taxa extra da bandeira tarifária é cobrada na conta de energia sempre que o custo de geração de energia no país fica mais alto. Esse custo aumenta quando é necessário acionar mais usinas termelétricas, que produzem energia mais cara.

Geralmente, aumenta o número de térmicas acionadas quando chove pouco, o que reduz o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas.

Atualmente, quando o custo da térmica mais cara em operação é de até R$ 211,28 por megawatt-hora (MWh), a bandeira fica verde, o que significa que não há cobrança extra. Se a térmica mais cara estiver entre R$ 211,28/MWh e R$ 422,56/MWh, a bandeira fica amarela, o que implica em uma cobrança de R$ 2 a cada 100 kWh consumido.

A bandeira tarifária vermelha 1 é acionada quando o custo da térmica mais cara estiver entre R$ 422,56/MWh e R$ 610/MWh, o que levará a uma cobrança de R$ 3 por 100 kWh. A vermelha 2 é acionada sempre que a térmica mais cara ultrapassar o custo de R$ 610/MWh.

Em 2016, a bandeira foi verde na maior parte do ano. A bandeira vermelha 1 foi acionada em janeiro e fevereiro, a amarela em março e novembro. No restante do ano, os consumidores não pagaram taxa extra na conta de energia.

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Senai de Indaiatuba oferece serviços de Eficiência Energética

Fonte: Procel Info

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A energia é um dos principais insumos da indústria. Sua disponibilidade, custo e qualidade são determinantes fundamentais da capacidade competitiva do setor produtivo. Entretanto, boa parte da energia entregue às unidades produtivas é desperdiçada ou usada com baixa eficiência, tornando-se urgente a necessidade de se melhorar o rendimento dos processos energéticos no contexto industrial.

Com base nesses pressupostos, o Senai de Indaiatuba oferece assessoria na implementação de soluções dos problemas envolvendo energia, visando contribuir no consumo racional e estruturado da energia elétrica das empresas e instituições que buscam o crescimento de forma sustentável.

Contando com uma equipe técnica de engenheiros capacitados e certificados, várias unidades do Senai promovem consultorias e soluções na área de eficiência energética. Os serviços compreendem desde a realização de diagnóstico energético, por meio de equipamentos de medição, estudo técnico das faturas e energia, levantamento dos pontos críticos de consumo de energia, como também a prospecção de oportunidades de melhoria da eficiência energética nos principais consumidores de energia: iluminação, motores, processos de resfriamento, calor e ar comprimido.

Os serviços de eficiência energética ofertado pelo Senai Indaiatuba são:

* Consultoria na contratação da modalidade tarifária

* Estudos técnicos das faturas de energia

* Análise do consumo de energia elétrica

* Medição da qualidade de energia

* Avaliação do perfil de consumo de energia

* Levantamento de carga instalada

* Levantamento dos pontos críticos de consumo de energia

* Análise criteriosa de todos os equipamentos e processos, bem como da utilização dos insumos energéticos

* Análise da Eficiência Energética em: Sistemas de Iluminação, Força Motriz, Sistemas de Ar Comprimido, Refrigeração e Climatização (HVAC), Sistemas de Vapor, Fornos, Estufas, Câmeras Frias e Frigoríficas

* Análise Termográfica

* Análise e estudo de Luminotécnica

* Identificação de oportunidade de redução de consumo de energia

* Assessoria para implantação da NR-10

* Correção do fator de potência

* Medição e Verificação (M&V)

Qualquer empresa do território nacional pode utilizar os serviços prestados pelo Senai, basta procurar a escola de Indaiatuba, especializada na área de Energia, solicitar uma visita, onde será feito um pré-diagnóstico e, posteriormente, para levantar as reais necessidades da empresa, o Senai elaborará uma proposta de atendimento, enfatizando um plano de ação de melhoria e otimização do uso da energia elétrica.

Os interessados em mais informações podem entrar em contato com o Senai Indaiatuba por meio do telefone (19) 3825-3450 ou pelo site www.sp.senai.br/indaiatuba.

* Com informações do Senai Indaiatuba

 

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A A&F está de casa nova!!!

É com muita alegria que compartilhamos com os nossos Clientes e amigos a nova “moradia” de nossa empresa, que completará 17 anos de vida e sucesso neste ano!!!

Com a inauguração de um moderno escritório virtual na cidade de Atibaia (A&F Virtual Office), definimos (como não poderia deixar de ser…)pela mudança de nosso endereço, agora para o novo escritório e suas belas, confortáveis e tecnológicas instalações.

Seguem abaixo algumas fotos de nosso novo ambiente e também o vídeo de nossa inauguração, elaborado pelo canal de Youtube “Tour 2 Go” que esteve conosco na importante data.

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Segue o link para a filmagem da Toru 2 Go sobre o evento da inauguração:

 

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As Ferramentas que não podem faltar para uma boa Manutenção — Manutenção eficaz

Quando a palavra é Manutenção, é comum que a primeira imagem que venha à mente seja de um equipamento cheio de graxa, com as peças desmontadas e uma certa bagunça ao redor. A ideia não está completamente equivocada, no entanto para quem trabalha no ramo deve estar mais do que claro que sem organização e […]

via As Ferramentas que não podem faltar para uma boa Manutenção — Manutenção eficaz

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O custo do improviso

Fonte: O Globo

Por: Jerônimo de Moraes

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Será que ainda não aprendemos, depois de todo este rio de lama que assola o nosso país?

Será que ainda precisamos de mais e maus exemplos?

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O Senado acaba de aprovar em segunda discussão um texto substitutivo ao PLS 559/2013, que incorpora a “contratação integrada” na legislação licitatória do país. Isso significa que obras públicas poderão ser licitadas com base apenas em anteprojeto. A crítica não se baseia apenas na teoria, mas nos efeitos práticos nefastos deste tipo de flexibilização, que já foram comprovados com o uso do Regime Diferenciado de Contratação/Contratação Integrada nas obras do chamado legado da Copa, das Olimpíadas, da área de transporte, entre outros. Não por acaso, diversas entidades têm se posicionado contrárias à “contratação integrada”, como, por exemplo, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU-BR), o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) e o Sinaenco (Sindicato da Arquitetura e Engenharia Consultiva).

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Emprego: perspectivas para 2017

Fonte: O Estado de S. Paulo

Por: José Pastore

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Em artigo, José Pastore, que é professor da Universidade de São Paulo e presidente do Conselho de Emprego e Relações do Trabalho da Fecomercio-SP, afirma que emprego pode melhorar em 2017 de acordo com investimentos viabilizados no setor de infraestrutura e construção civil.

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