Espaço Sustentabilidade mostrará inovações na Feira do Empreendedor

Fonte: Procel Info

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Protótipos de startups com projetos inovadores de energias renováveis, eficiência energética e hídrica, design sustentável e robótica aplicada à educação estarão em exposição no Espaço Sustentabilidade na Feira do Empreendedor, do Sebrae-SP, que ocorre de 18 a 21 de fevereiro, no Anhembi, em São Paulo. As inscrições estão abertas e são gratuitas.

“Todas as inovações estarão em uma área de circulação, onde os visitantes poderão conhecer as startups e seus projetos, saber mais sobre as tecnologias envolvidas e se inspirar para novos negócios”, afirma Maria Augusta Pimentel Miglino, consultora do Sebrae-SP e responsável pelo espaço.

Além da presença de startups, o Espaço Sustentabilidade vai contar com uma área para a realização de mini oficinas de temas relacionados à sustentabilidade, como hortas urbanas orgânicas e recipientes biodegradáveis como oportunidades de negócio, plano de negócios circular, liderança para a sustentabilidade, design sustentável, empreendedorismo inovador e sustentabilidade. Esse último tema será trabalhado com a curadoria da ProjectHub, uma rede social para investidores, empreendedores e marcas conectarem negócios e oportunidades.

A expectativa é que cerca de 8 mil pessoas passem pelo espaço para conhecer as novidades e participar das oficinas temáticas. “A proposta do espaço é mostrar que, além das pequenas empresas poderem incorporar ações sustentáveis no dia a dia, existem negócios inovadores que já nascem com DNA de sustentabilidade. Esse tipo de negócio é uma tendência”, afirma a consultora.

Programação Espaço Sustentabilidade

Dia 18

11h às 11h50: Economize energia para lucrar mais: aprenda a fazer seu Mapeamento Energético (consultores do Sebrae-SP)

12h30 às 13h20: Economize energia para lucrar mais: aprenda a fazer seu Mapeamento Energético (consultores do Sebrae-SP)

14h às 14h50: Empreendedorismo inovador e sustentabilidade (ProjectHub)

15h30 às 16h20: Empreendedorismo inovador e sustentabilidade (ProjectHub)

17h às 17h50: Liderança e Sustentabilidade: cultura, pessoas e transformação (Douglas Giglioti)

18h30 às 19h20: Empreendedorismo inovador e sustentabilidade (ProjectHub)

Dia 19

11h às 11h50: Economize energia para lucrar mais: aprenda a fazer seu Mapeamento Energético (Consultores do Sebrae-SP)

12h30 às 13h20: Plano de Negócios Circular: aprenda a fazer o seu (Camila Serra e Flavio Mangili)

14h às 14h50: Hortas urbanas orgânicas e recipientes biodegradáveis como oportunidades de negócio (Rita Araújo e Patrícia Ponce)

15h30 às 16h20: Plano de Negócios Circular: aprenda a fazer o seu (Camila Serra e Flavio Mangili)

17h às 17h50: Liderança e Sustentabilidade: cultura, pessoas e transformação (Douglas Giglioti)

18h30 às 19h20: Empreendedorismo inovador e sustentabilidade (ProjectHub)

Dia 20

11h às 11h50: Economize energia para lucrar mais: aprenda a fazer seu Mapeamento Energético (Consultores do Sebrae-SP)

12h30 às 13h20: Economize energia para lucrar mais: aprenda a fazer seu Mapeamento Energético (Consultores do Sebrae-SP)

14h às 14h50: Hortas urbanas orgânicas e recipientes biodegradáveis como oportunidades de negócio (Rita Araújo e Patrícia Ponce)

15h30 às 16h20: Sustainable Design Thinking (Dani Loren)

17h às 17h50: Conceitos de sustentabilidade aplicados ao sistema-produto (Dani Loren)

18h30 às 19h20: Empreendedorismo inovador e sustentabilidade (ProjectHub)

Dia 21

11h às 11h50: Economize energia para lucrar mais: aprenda a fazer seu Mapeamento Energético (Consultores do Sebrae-SP)

12h30 às 13h20: Economize energia para lucrar mais: aprenda a fazer seu Mapeamento Energético (Consultores do Sebrae-SP)

14h às 14h50: Empreendedorismo inovador e sustentabilidade (ProjectHub)

15h30 às 16h20: A importância do Networking para criar uma rede sustentável de parceiros (Deborah Alquimim)

17h às 17h50: Empreendedorismo inovador e sustentabilidade (ProjectHub)

18h30 às 19h20: Empreendedorismo inovador e sustentabilidade (ProjectHub)

Serviço

Feira do Empreendedor 2017

Quando: de 18 a 21 de fevereiro de 2017, das 10h às 21h

Onde: Parque de Exposições Anhembi – Av. Olavo Fontoura, 1029, São Paulo, SP

Inscrições antecipadas e outras informações em: feiradoempreendedor.sebraesp.com.brou 0800 570 0800

Entrada franca. Evento proibido para menores de 14 anos mesmo acompanhados dos pais ou responsáveis. Também não será permitida a entrada de animais.

* Com informações do Sebrae-SP

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ABRAFAC – FM Debate – 15/02/2017 – “Melhores Práticas na Gestão de Facilities”

Como disse uma vez Albert Einstein….

É urgente eliminarmos da mente humana a ingênua suposição de que seja possível sairmos da grave crise em que estamos mergulhados, usando o mesmo pensamento que a produziu.

De fato, apesar de várias crises históricas terem se transformado em oportunidades para alguns, estes precisaram inovar, revisar, redesenhar e reconstruir…

É neste sentido que a ABRAFAC promoverá neste mês de Fevereiro um de seus encontros com o FM Debate, apresentando em SP as “Melhores Práticas na Gestão de Facilites”, trazidas por players do mercado.

Segue abaixo a reprodução da chamada, bastando clicar sobre ela para acessar a página do site.

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Conheça os 5 riscos de manter motores elétricos antigos

Fonte: Blog Paraíso das Bombas

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O motor elétrico é usado por toda a indústria brasileira, seja de pequeno, médio ou grande porte. De acordo com o Ministério de Minas e Energia (MME), o setor é responsável por 43,7% do consumo de energia elétrica do país e a força motriz em operação usa 68% dessa energia. Assim, cerca de 30% de toda a energia elétrica do Brasil é consumida apenas por motores elétricos. Diante desse cenário, para que a indústria gaste menos energia e produza mais, se você é um micro ou pequeno empresário ou produtor rural deve providenciar a troca dos motores elétricos antigos por equipamentos mais modernos e eficientes.

Pesquisas de mercado realizadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mostram que a prática de recondicionamento de motores antigos tem se tornado cada vez mais comum no setor industrial brasileiro, e para mudar essa realidade, a agência reguladora e as companhias de energia elétrica vem realizando programas de incentivo para a troca de motores elétricos — principalmente os de potência entre 1 e 250 CV. Para entender a importância de trocar os equipamentos da sua empresa, fique atento aos riscos de trabalhar com motores elétricos antigos.

1- Risco de explosão e incêndio

O tempo de vida operacional do enrolamento de um motor elétrico depende de vários fatores, dentre eles a especificação correta — tensão, frequência, potência, fixação, dimensionamento, número de pólos e grau de proteção. E para quem mantém motores antigos em funcionamento, são vários os riscos, inclusive de desencadear desgastes elétricos e gerar queimas. São vários os tipos de queimas de enrolamento, que podem ser ocasionados devido ao tempo de vida do motor e gerar explosões ou até mesmo incêndio em sua indústria:

Falta de fase

A falta de fase pode acontecer devido a queima de um fusível, ao rompimento de um cabo alimentador, a queima de uma fase do transformador de alimentação, ao mau contato nos terminais de uma fase do transformador, ao mau contato em conexões, em chave, contator ou disjuntor.

Sobreaquecimento

Já o sobreaquecimento pode ocorrer devido ao excesso de carga na ponta do eixo permanente ou eventual, ou ainda por causa da sobretensão ou subtensão na rede de alimentação. Outros motivos que podem gerar o sobreaquecimento são os cabos de alimentação muito longos ou muito finos, o excessivo número de partidas em tempo curto, a conexão incorreta dos cabos de ligação do motor e ainda a ventilação deficiente — tampa defletora danificada ou obstruída, sujeira sobre a carcaça, temperatura ambiente elevada, entre outros.

Rotor travado

O travamento do rotor pode acontecer devido ao bloqueio do eixo da carga, a excessiva dificuldade na partida do motor, a elevada queda de tensão, a inércia ou ao torque de carga muito elevado.

Pico de tensão

As possíveis causas do pico de tensão, também gerado pelo desgaste elétrico do motor, são a oscilação violenta na tensão devido a descargas atmosféricas, o surto de manobras de banco de capacitores, ou ainda o motor acionado por inversor de frequência com alguns parâmetros incorretos, como a amplitude do pulso de tensão, rise time, dV/dt, distância entre pulsos e frequência de chaveamento.

2- Risco de circuito elétrico

O curto-circuito é um fenômeno que se deve ao momento em que a corrente elétrica mais forte passa por um circuito que sofre uma queda e cria uma descarga elétrica, que pode danificar o mesmo circuito. Normalmente ocorre devido a falta ou a queda de tensão gerando uma sobrecarga elétrica no motor, criando um contato entre as fases do circuito. Quanto mais antigo for o motor elétrico, maiores as chances dele perder a isolação elétrica ao longo do tempo, o que vai ocasionar o superaquecimento dos fios e permitir o encontro do cobre, ou seja, o curto circuito.

Curto na saída ou interior da ranhura

As possíveis causas do curto-circuito na saída da ranhura são a falha do esmalte de isolação do fio, do verniz de impregnação ou do material isolante, que impede que a corrente elétrica flua desordenadamente pelos enrolamentos. Já o curto-circuito no interior da ranhura pode acontecer devido a contaminação interna do motor, as rápidas oscilações na tensão de alimentação e a degradação do material isolante por ressecamento devido o motor operar com alta temperatura.

Curto entre fases

Já o curto-circuito entre fases pode acontecer por uma contaminação interna do motor, pela degradação do material isolante por ressecamento, ocasionada por excesso de temperatura ou mesmo pela falha do material isolante. Tudo isso provocado pelo grande tempo de uso do motor que desencadeia os desgastes.

Curto entre as espiras

O curto-circuito entre as espiras ocorre devido a contaminação interna do motor, a falha do esmalte de isolação do fio, a falha do verniz de impregnação ou até mesmo as rápidas oscilações na tensão de alimentação.

3- Risco de contato

Outro risco de manter motores elétricos antigos em funcionamento é para os operários da indústria que operam os equipamentos. Motores sem a devida proteção, arranjo físico inadequado, ambientes de calor excessivo, com probabilidade de incêndio, explosão e choques devido a curtos-circuitos são alguns dos riscos de contato entre o funcionário da indústria e os motores com vida útil vencida.

4- Maior custo a longo prazo

São bem altos os custos da energia elétrica no Brasil. Tendo em vista essa realidade, as empresas têm de se esforçar para poupar eletricidade e reduzir gastos. Diminuir o consumo de energia e consequentemente pagar menos por isso sempre foi uma grande preocupação dos países desenvolvidos e um grande desafio para os subdesenvolvidos. Os empresários precisam agir e priorizar a substituição de motores elétricos antigos por novos. Se toda a indústria passa a consumir menos energia, o setor gastará menos e as companhias energéticas não precisarão acionar as termelétricas para suprir a alta demanda.

A Lei 10.295/2001 complementada pela Portaria 553/2005 determina a obrigatoriedade de níveis mínimos de rendimento para motores elétricos trifásicos de 1 a 250 CV — a grande maioria do parque industrial brasileiro — fabricados a partir de dezembro de 2009 ou comercializados a partir de junho de 2010. A legislação serve apenas para novas aquisições e não vale para o parque industrial já instalado. Ainda assim, a indústria deve se conscientizar de que a prática de reparar continuamente motores antigos e queimados, e usá-los sem pensar na substituição por novos, só faz aumentar os gastos com o consumo de energia.

5- Menor eficiência energética

A eficiência energética está diretamente ligada à economia de energia e pode ser atingida por meio da troca de motores elétricos antigos e recondicionados por novos. De acordo com a Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a idade média das máquinas do nosso parque industrial é de 20 anos. Praticamente o quádruplo de países desenvolvidos como a Alemanha que tem média de 5 anos. O brasileiro tem a cultura de ajustar e tentar recuperar os equipamentos, e isso só diminui a eficiência energética dos processos.

Os desgastes mecânico e elétrico fazem os motores perderem fator de serviço — potência que o motor entrega. Em média o fator de serviço de um motor novo é 25% maior do que o antigo. Lembrando que quanto mais manutenções forem feitas, menor será o rendimento do motor, que perde 5% de potência cada vez que é rebobinado, em caso de queima, por exemplo. Além disso, um motor novo é menor, mais leve e tem uma mecânica mais eficiente que um antigo. Substituir os motores elétricos antigos é garantia de maior eficiência e incremento da lucratividade.

Os programas de incentivo a troca de motores elétricos antigos são feitos por meio de um sistema de bônus, com o objetivo de reduzir os gastos com energia. A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) oferece o Programa Cemig Troca Seu Motor, com bônus de até 40% na compra de um motor elétrico novo, mais eficiente e econômico. Para aderir ao incentivo, empresários devem substituir os motores sob orientação da Cemig, comprando o novo, instalando e descartando o antigo. Depois de comprovada essas etapas, será feito o ressarcimento e obrigatoriamente, todos os motores substituídos deverão ser encaminhados para descarte.

Vale lembrar que esses equipamentos têm uma média de vida útil superior a 15 anos, mas se os motores elétricos antigos não forem substituídos podem comprometer a produtividade e competitividade das indústrias.

Agora que você já sabe os riscos de manter motores elétricos antigos em funcionamento, compartilhe a informação nas redes sociais para atualizar outros empresários sobre a importância da aquisição de novos equipamentos.

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Certificações vão garantir eficiência, qualidade e transparência à ALMT

Fonte: Folha MT

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Os serviços relativos aos processos legislativos e ao consumo enérgico da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) estão em processo de certificação de qualidade e economia pelos selos ISO 9.001 e ISO 50.001. Os dois certificados garantirão que a Casa de Leis segue padrões internacionais de qualidade e de sustentabilidade e ainda darão mais transparências sobre os trabalhos do Poder Legislativo estadual.

A busca pela eficiência e eficácia teve início ainda em 2015, com a sistematização de alguns processos internos na Assembleia. O Sistema de Gestão de Qualidade está em implantação por meio da Secretaria de Serviços Legislativos, que está normatizando três áreas de apoio ao Plenário. São elas: Protocolo e Encaminhamento de Proposições, o Controle de Tramitação de Proposições e a Emissão de Autógrafo.

Para o Sistema de Gestão Energético (SGE), que atende às prerrogativas de economicidade e sustentabilidade, os objetivos são reduzir custos, desenvolver e aplicar programas de eficiência energética e adotar tecnologias inovadoras para seus edifícios e instalações.

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A importância e os desafios da inserção de novas fontes de energia na matriz elétrica brasileira, por Fernando Mano

Fonte: Procel Info

Por: Fernando Mano (CPFL)

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Desde a instalação da primeira turbina eólica na cidade de Fernando de Noronha em 1992 até hoje, um longo e profícuo caminho se desdobrou diante das novas fontes renováveis de geração no Brasil. Em 2003, ano seguinte à criação do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), o País possuía módicos 22 MW na matriz energética representada pelas eólicas. Não havia inserção de energia solar e era pequena a participação de PCHs e usinas a biomassa. As grandes hidrelétricas com reservatórios eram predominantes, com diminuta presença das térmicas a combustível fóssil e nuclear na matriz.

De lá para cá, o setor elétrico mudou, a sociedade se tornou mais exigente em relação ao desenvolvimento sustentável das atividades econômicas, e o Brasil aprendeu que a melhor estratégia para garantir confiabilidade e segurança energética seria a diversificação da sua matriz elétrica. Ao final de 2015, as energias renováveis já representavam 9,8% da matriz elétrica brasileira, com uma perspectiva vigorosa de crescimento — tal número não considera a expansão dos projetos de mini e microgeração distribuída que assistimos hoje.

O fenômeno observado no mercado brasileiro também se verifica em nível global, impulsionado pelos esforços dos países em promover ações de combate às mudanças do clima e de incentivar negócios relacionados à economia de baixo carbono. Dados da publicação “BP Statistical Review of World Energy, June 2016” mostram que a geração de energia proveniente de fontes renováveis, sem considerar grandes hidrelétricas, cresceu 15,2% em 2015 sobre o ano anterior, em escala mundial. Disto, a geração eólica apresentou crescimento de 14,8% e a solar, 32,6% no mesmo período. Com a assinatura do Acordo de Paris, ao final de 2015, a tendência é que o avanço das renováveis se acentue, com o desenvolvimento, inclusive, de novas fontes de financiamento específicas para estes tipos de empreendimento, como os green bonds.

No caso brasileiro, as fontes alternativas têm crescido de forma expressiva principalmente no Nordeste. Na primeira semana de setembro de 2016, por exemplo, cerca de 50% da carga na região foi atendida pelas usinas eólicas. Outro exemplo dessa mudança estrutural na matriz foi observada em 10/10/2016, quando a geração eólica chegou a apresentar uma variação horária de 1080 MW médios. Esta situação traz um importante desafio ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) dado que se observam grandes variações na geração eólica ao longo do dia, condição em que o operador não havia se defrontado quando a grande parte do parque gerador era oriundo de fonte hidráulica.

Adicionalmente, observamos nos últimos anos o aumento de hidrelétricas a fio d’água no País por questões ambientais, o que tem contribuído para diminuir significativamente a capacidade de armazenamento dos nossos reservatórios. De 2001 até hoje, essa capacidade caiu de 7 para 4 meses. A título de ilustração do impacto das tecnologias fio d’água, a hidrelétrica Belo Monte deve gerar 11.000 MW médios no período úmido e 950 MW médios no período seco, variação esta que deverá ser compensada com uso dos reservatórios do sistema, despacho térmico e das demais fontes renováveis que possuem sazonalidade complementar ao perfil de geração de Belo Monte.

As novas fontes variáveis, como eólicas e solar, e o aumento da participação das hidrelétricas a fio d’água ampliarão o nível de intermitência na matriz elétrica e trarão consigo desafios para a operação e planejamento do Sistema Interligado Nacional. O setor elétrico brasileiro precisará aprender a lidar com a intermitência destas fontes de geração de energia para garantir a segurança energética do País.

Neste contexto, estudos de como lidar com a inserção da intermitência na matriz devem ser conduzidos de modo a permitir que a expansão das fontes renováveis no Brasil ocorra de forma planejada e sem barreiras ou imprevistos indesejados, contribuindo para a segurança energética e para a qualidade do fornecimento de energia aos consumidores.

Algumas soluções para este novo paradigma para o setor elétrico já vêm sendo discutidas e implantadas no mundo, em diferentes estágios de maturidade: (i) complementação com fontes controláveis de geração, como produção termelétrica convencional despachada na base ou usinas termelétricas de partida rápida; (ii) tecnologias de armazenamento de energia; (iii) gerenciamento de demanda, (iv) desenvolvimento de modelos computacionais de previsão e otimização dos recursos energéticos, dentre outras.

O aumento da intermitência na matriz brasileira exigirá a complementação da geração de energia com outras fontes controláveis e despacháveis para garantir o fornecimento quando a produção das usinas intermitentes diminuírem de forma brusca, seja por um período sazonal ou ao longo do dia. Neste contexto, a inserção de termelétricas despachada na base pode auxiliar na confiabilidade do sistema, atendendo a carga em longos períodos (sazonal, anual ou plurianual) e liberando a geração hidráulica controlável (com reservatórios de acumulação) para assumir o atendimento das variações de carga com a modulação de despacho.

Uma segunda forma de complementação térmica para compensar as bruscas oscilações de geração seria a maior participação de termelétricas de partida rápida, com contratos de gás natural mais flexíveis. Para isto, serão necessárias adequações na regulação do gás, alinhadas à exigência de despachos térmicos mais aderentes à complementação das fontes intermitentes. As atuais estruturas contratuais de gás, com elevados índices de take/ship-or-pay, inviabilizam a existência de térmicas que tenham a flexibilidade operativa para este fim.

No campo do armazenamento, o desenvolvimento de baterias de alta eficiência e baixo custo vem avançando rapidamente em diferentes partes do mundo. Nos EUA por exemplo, a capacidade de armazenamento de energia em baterias tem a expectativa de chegar a 1,1 GW em 2019, de acordo com informações do Departamento de Energia americano. Em paralelo, previsões de mercado sinalizam que o custo de armazenamento por kWh das baterias de íon de lítio irá cair na próxima década, passando dos US$ 315 atuais para US$ 100, em 2025, segundo estudo da KPMG. No Brasil, a Chamada de Projeto de P&D Estratégico nº 021/2016 da Agência Nacional de Energia Elétrica, voltada para o estudo de novas tecnologias de armazenamento de energia, conta com a participação de 97 empresas.

Em termos de gerenciamento de demanda, modelos de cobrança e tarifas diferenciadas dependendo do horário de utilização abrandariam a necessidade de adição de novas capacidades de oferta para atendimento dos picos de consumo. Uma inciativa do regulador nesta direção é a criação de tarifa branca para o consumidor residencial, que reflete o sinal tarifário diferenciado ao longo do dia. Um modelo tarifário estruturado de forma mais aderente à variação da oferta e demanda na escala horária teria a capacidade de distribuir o consumo de energia de forma mais uniforme ao longo do dia, com efeito benéfico para os consumidores brasileiros na forma de tarifas mais justas conforme o perfil de consumo.

Por último, mas não menos importante, a melhor compreensão das características intrínsecas da variabilidade e das incertezas associadas às fontes intermitentes na produção de energia se tornará cada vez mais importante para o planejamento da operação do SIN. No caso brasileiro, os esforços na descrição estatística dos regimes de ventos e na melhoria das previsões proporcionarão maior confiabilidade para explorar as vantagens de uma matriz elétrica mais diversificada, permitindo o planejamento antecipado e ao menor custo de geração.

Neste sentido, os agentes do setor vêm desenvolvendo, em parceria com o ONS, um projeto de P&D específico para este tema, o SMART-SEN: trata-se de um modelo de simulação do sistema elétrico nacional com a presença de geração renovável intermitente, cujo objetivo é estudar os impactos da inserção crescente destas novas tecnologias de geração renovável na matriz brasileira.

Em suma, para que a crescente participação de fontes renováveis aconteça de forma equilibrada e sem sobressaltos, é preciso avaliar os impactos da inserção da intermitência na matriz e estudar alternativas que permitam aproveitar de forma eficiente a sinergia entre as diferentes fontes de geração. Assim, serão necessárias constantes adaptações nos modelos operacionais para capturar as características individuais e complementares destas fontes, otimizar os recursos energéticos e prover maior eficiência econômica nos custos de operação. Ao viabilizar de forma segura e consistente o aumento das renováveis na matriz, o setor elétrico brasileiro dará uma importante contribuição para mitigar os impactos ao meio ambiente, em linha com os compromissos internacionais assumidos pelo País para o desenvolvimento econômico sustentável.

* Fernando Mano é presidente da CPFL Geração

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França inaugura primeira estrada solar do mundo

Fonte: Deutsche Welle

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A França inaugurou no final de dezembro de 2016 a primeira estrada solar do mundo. A rodovia é pavimentada com painéis solares capazes de fornecer energia para a iluminação pública de Tourouvre, pequena cidade de 5 mil habitantes no noroeste do país, na região da Normandia.

O trecho de um quilômetro coberto com 2,8 metros quadrados de painéis solares revestidos de resina foi ligado à rede de energia elétrica local, segundo anunciou a ministra do Meio Ambiente francesa, Ségolène Royal.

“Este novo uso da energia solar aproveita grandes extensões de infraestrutura rodoviária já em uso para produzir energia sem ocupar novos espaços”, disse Royal por meio de um comunicado.

A ministra anunciou um plano de quatro anos para o “desenvolvimento das estradas solares”, com projetos iniciais na Bretanha, no oeste, e em Marselha, no sul do país.

Uma média de 2 mil carros trafega pela estrada em Tourouvre diariamente, testando a resistência dos painéis para o projeto desenvolvido pela empresa de engenharia civil francesa Colas, uma subsidiária do gigante da construção Bouygues.

A ideia, que também está sendo explorada na Alemanha, Holanda e Estados Unidos, é que as estradas sejam ocupadas por carros em apenas 20% do tempo, oferecendo vastas extensões de superfície para absorver os raios solares.

Na Alemanha, a inovação energética está em fase de testes num trecho de 150 metros perto da cidade de Colônia, no oeste do país. Nos Estados Unidos, o estado do Missouri trabalha na instalação de painéis numa pequena área perto da famosa Route 66, a estrada que atravessa o país.

A Colas diz que, em teoria, a França poderia se tornar independente de energia não renovável pavimentando apenas um quarto dos seus milhões de quilômetros de estradas com painéis solares.

Críticas à “estrada solar”

O projeto foi alvo de críticas de diversas organizações ambientalistas que consideram seu custo, de 5 milhões de euros, exagerado para a quantidade de energia que pode produzir.

“Sem dúvida é um avanço técnico, mas para desenvolver as energias renováveis há outras prioridades do que este brinquedo que sabemos que é muito caro, mas não funciona bem”, disse ao jornal Le Monde o vice-presidente da Rede para a Transição Energética (CLER), Marc Jedliczka.

O preço do quilowatt produzido nesta via solar chega a 17 euros, frente aos 1,3 euros para a geração de em uma instalação fotovoltaica – que produz volts de energia por meio da luz solar – em um telhado. Os especialistas destacam que as instalações inclinadas são mais eficientes na hora de produzir eletricidade, uma desvantagem desta iniciativa, pois está em posição horizontal.

Os responsáveis pelo projeto sustentam que o trecho inaugurado hoje é uma prova de que o preço da infraestrutura diminuirá à medida que aumente a demanda, o que barateará também o custo da energia produzida. Em 2020, disseram, o preço do quilowatt produzido em uma estrada solar será similar ao de outra usina de energia solar.

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Economia de energia com usina solar fotovoltaica pode chegar a 12%

Fonte: Brasil Energia

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A economia de energia com instalação de placas solares fotovoltaicas pode chegar a aproximadamente 12% com retorno sobre o investimento em cerca de 7,5 anos, segundo estudo de caso que compõe tese de mestrado apresentada no Centro Técnico Científico da PUC-Rio (CTC/PUC-Rio). Segundo o estudo, a economia de energia considera todas as restrições de sombra e uma vida útil de 25 anos para as placas solares.

A tese de mestrado “Análise da Inserção de Geração Solar Fotovoltaica em Grandes Consumidores do Rio de Janeiro” foi defendida pelo aluno de Mestrado Profissional em Engenharia Urbana e Ambiental Pedro Comarella Nogueira, que é economista, e sob orientação do professor Reinaldo Castro Souza, do Departamento de Engenharia Elétrica do CTC/PUC-Rio.

O trabalho considerou o prédio do Ministério da Fazenda, localizado no Centro do Rio de Janeiro, como base de seu estudo, tendo como foco clientes de média ou alta tensão, cuja curva de consumo coincide com a curva média de radiação solar.

O aluno desenvolveu um projeto integral que considerou a implantação de placas solares no prédio do Ministério da Fazenda e análise de 12 cenários econômicos diferentes, tendo como variáveis o câmbio, que utilizou como parâmetro a cotação do euro a R$ 4,50, taxas de inflação, taxas de desconto (ou taxa mínima de retorno exigida pelo investidor), adoção ou não de crédito para investimento inicial, entre outros, a fim de confirmar a viabilidade econômico-financeira da iniciativa.

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Calculating economics of HVAC systems

Fonte (Source): Consulting Specifying Engineers

Por (By): Paul A. Dvorak, PE, LEED AP BD+C; Mortenson Construction, Minneapolis

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Learning objectives

  • Interpret the various factors that determine the capital and operating costs of HVAC systems.
  • Estimate the lifecycle cost of HVAC systems via economic studies.
  • Recall that commissioning, recommissioning, and retro-commissioning play into the overall cost of HVAC systems.

The economics of HVAC systems include capital costs and operating costs. The operating cost comprises energy consumption, maintenance and repair, recommissioning, replacement, and asset preservation. Lifecycle analysis factors in escalation and time cost of money over the study’s period of time.

Educating the owner to understand the economics of HVAC systems is paramount to delivering an exceptional experience. The engineer should take the time to gather the owner’s requirements, establish a method of decision making, and present HVAC system options in an effective manner.

Most building owners understand HVAC systems in terms of thermal comfort and that these systems cost money to operate. Some building owners understand that HVAC systems have a greater impact on the building asset value by regulating moisture, temperature, air pressure, and particulate filtration. Even fewer understand how much the HVAC systems impact their bottom line. It is the role of the engineering team to educate the owner’s team on the economic impacts of HVAC systems. 

Engineering economics

Numerous articles and books have been written to guide engineers through the mathematical representation of HVAC economic analysis. Before we dig into the indirect cost impacts, we must review some of the basic concepts of the engineering economic process.

Lifecycle cost (LCC) = first cost + maintenance and repair + energy + water + replacement – salvage value

Often, engineers are asked to determine the best option between one or more HVAC system options. There are several ways to represent the results when comparing the lifecycle costs of two or more options. Simple payback, net savings, savings-to-investment ratio (SIR), adjusted internal rate of return (IROR), and discounted payback are all methods to measure an HVAC option’s economic performance over time.

Simple payback (years) = (first cost difference) ÷ (annual operating savings cost difference)*

Lifecycle payback (years) = (first cost difference) ÷ (annual operating savings cost difference)**

Net savings ($) = HVAC base option LCC – HVAC option 1 LCC

SIR = (option 1 net savings) ÷ (option 1 first cost increase)

Adjusted IROR = (average annual operating cost savings)** ÷ (initial investment) 

* Does not factor in the time cost of money or maintenance/repair, replacement, or salvage value

** Accounts for time cost of money and maintenance/repair, replacement, and salvage value

What is deemed important?

It is the design professional’s responsibility to understand what is important to the building owner. An owner that has experience with the construction process will provide the owner’s project requirements (OPR) document. Included within the OPR may be the minimum LCC payback and/or adjusted IROR. In the event the owner does not provide an OPR, the engineer will need to survey the stakeholders to gather the project requirements.

The economics of HVAC systems can be broken into two distinct buckets: capital expenditures (CAPX) and operating expenditures (OPEX). Building owners have varying expectations regarding the overall economic impact of HVAC systems. It is safe to say all owners care about CAPX; however, not all owners understand the impact of CAPX on the OPEX. Figure 3 shows the capital construction costs of a new office, hospital, and data center. Figure 4 shows the operating costs of the different energy-consuming systems for an office, hospital, and data center. Figure 5 is a summary sheet for the lifecycle cost analysis (LCCA) of a replacement central utility plant for a health care campus.

There is a balance between CAPX and OPEX for each project. Owners often have a threshold for spending CAPX to gain OPEX. The engineer will need to understand this balance and help the owner make decisions that align with the OPR. 

Energy code

At a minimum, the design professional must comply with the adopted local
energy code
.

The HVAC systems that meet the energy code are considered the base option. The energy code has evolved and become more stringent so that

brick-and-mortar and HVAC systems have become more interdependent. Simply using R-values without defining the construction materials when performing the energy model will not account for the floor, roof, columns, and envelope material characteristics.

The thermal mass, vapor barrier, and envelope leakage will affect the capacity, configuration, and performance of HVAC systems. Modeling of the HVAC system’s energy consumption and peak demand should not omit the correct brick-and-mortar elements. An HVAC system that does not respond to the material characteristics of a building will underperform. An underperforming HVAC system will have an impact on energy consumption, premature equipment failure, and occupant discomfort.

The right size?

Engineers spend time evaluating the building envelope construction, codes/standards, and OPR impacts to select the appropriate HVAC system configuration. In the early program/schematic design phase, engineers often will use rules of thumb to establish air handling system airflow, chiller plant capacity, and heating plant capacity. As the design of the building program progresses, engineers can start to develop block loads and room-by-room heating/cooling calculations.

Often, the initial HVAC equipment sizes are adjusted to satisfy the engineering-calculated heating/cooling peak demand. At this point, engineers will consider any diversity in operating the HVAC systems to represent real-life occupancy and program schedules. Once again, the HVAC equipment and distribution systems’ capacities can be adjusted. At the end of the design-development phase, updated equipment selections are made and finalized.

So what does this have to do with the economics of HVAC systems? The most direct answer is when the design process is accelerated or altered to omit the refinement of the HVAC systems, the system capacities may end up significantly oversized because they were selected on rule-of-thumb calculations and never adjusted for the refined load calculations and diversity of operation. The impact on the CAPX budget can be significant. The impact on OPEX will be problematic due to the operating limitations of the HVAC equipment. Short-cycling and unsatisfied hours of operation or underperformance of the HVAC system can create early equipment failure, inefficient operation (increasing operating expenses), and occupant discomfort. To assume this oversizing is a safety factor is not a prudent assumption.

Energy-conservation incentives

Utility energy-conservation incentive programs should not be overlooked.

Incentive programs often employ third-party engineers to evaluate annual energy cost savings of HVAC options. In some utility territories, LCC payback calculations are performed by the local utility company or a third-party engineer hired by the local utility company.

The engineer should check with local natural gas and electric utility providers to see if their project qualifies for an incentive program. In recent years, incentives as large as $1 million have been paid to owners for implementation of energy-saving measures. Factoring these incentives into LCC analysis could make the difference in selecting a more efficient solution.

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Edição 36 da Radar Magazine (jan/ fev) já em distribuição.

O Grupo Radar acaba de iniciar a distribuição da mais recente edição de sua revista Radar Magazine (Edição 36), que aborda a importância do Facility Management no Brasil.

Clique aqui para ler a revista diretamente no site do Grupo Radar.

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A importante atuação dos facilities na gestão das empresas. Novas colunas, “Ponto de Vista” e “Gente que Sabe”, além da seção Life Style.

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A síndrome do “massacre da serra elétrica…”

É realmente curioso que grande parte da geração hoje em atuação no mercado de gestão e manutenção não deixe de ter ao menos ouvido falar sobre thrillers de terror como “sexta-feira 13”, “o massacre da serra elétrica”, entre tantos outros…

Não é difícil entender o por que, uma vez que a internet e as TVs pagas continuam a mostrar vários destes filmes com certa frequencia.

No entanto, escrevo este post não com a intenção de abordar tais “obras”, mas sim, a aparente síndrome deixada por elas….

Me refiro especificamente a tendência de “ceifarmos” rapidamente os supostos problemas ou motivos de nossa frente, como se isto as vezes resolvesse tais situações…

Vejam que amarguramos há algum tempo uma crise econômica que invadiu as nossas operações, cortando ou postergando (sem nenhuma luz no fim do túnel) investimentos, assim como, em muitos casos, exigindo reduções imediatas (!!).

Normalmente (nas reduções imediatas!!), este será um momento em que muitos “reviverão” a figura de um “Jason” ou de um “Mike Myers”, “eliminando” pessoas que julguem como excedente em seus quadros…

Entretanto, assim como nos filmes (sexta-feira 13 partes 1, 2, 3, 4….1000), o vilão volta a aparecer, torturando os demais integrantes daquele cenário, fato este que também ocorre em nossas operações. Particularmente, considero este período como o mais perigoso, pois quase sempre enfrentamos uma retração absurda, comandada pelo pavor… É neste momento onde se exercita com maior frequencia a “GESTÃO MÍOPE”, ou seja, aquela que não enxerga com clareza!

Muitas vezes, o simples ato de reduzir quadros não significará a redução de custos no médio ou longo prazo, assim como necessariamente não significará a “manutenção” ou mesmo melhora nos índices de qualidade.

É preciso que se analise com CRITÉRIO o momento e a sua operação, identificando os pontos que o incomodam ou que afetam a sua corporação e reavaliando a melhor forma de combatê-los, seja através de uma mudança de processos, de uma reestruturação ou reengenharia, ou até mesmo através de algum pequeno investimento que se transforme em resultado positivo no médio e longo prazo.

Diziam “os antigos”, como se referia um amigo meu, que é na crise que se deve aproveitar para se reestruturar e se preparar para voltar a crescer!!!

Enfim, iniciamos o ano de 2017, um ano de recuperação, sendo importante que repensem os seus problemas e os seus resultados…

Deixo aqui para vocês algumas perguntas para uma simples reflexão e análise…

  • Existem métricas em sua organização?
  • Existem sistemas informatizados de gestão, incluindo painéis de controles e resultados (dashboards)?
  • Existe um mapeamento de seus problemas, suas causas e efeitos?
  • Existem análises de volumes (volumetria) e tendências?
  • Existem controles efetivos de manutenção, assim como análises qualitativas?
  • Existem mapeamentos de atividades dentro de sua estrutura?
  • Trabalha-se a Gestão do Conhecimento?
  • Existem estudos sobre a produtividade de colaboradores e departamentos?
  • Existem metas claras, principalmente que detalhem algum plano de melhoria e crescimento?

Um Feliz 2017!!!

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