Certificações vão garantir eficiência, qualidade e transparência à ALMT

Fonte: Folha MT

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Os serviços relativos aos processos legislativos e ao consumo enérgico da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) estão em processo de certificação de qualidade e economia pelos selos ISO 9.001 e ISO 50.001. Os dois certificados garantirão que a Casa de Leis segue padrões internacionais de qualidade e de sustentabilidade e ainda darão mais transparências sobre os trabalhos do Poder Legislativo estadual.

A busca pela eficiência e eficácia teve início ainda em 2015, com a sistematização de alguns processos internos na Assembleia. O Sistema de Gestão de Qualidade está em implantação por meio da Secretaria de Serviços Legislativos, que está normatizando três áreas de apoio ao Plenário. São elas: Protocolo e Encaminhamento de Proposições, o Controle de Tramitação de Proposições e a Emissão de Autógrafo.

Para o Sistema de Gestão Energético (SGE), que atende às prerrogativas de economicidade e sustentabilidade, os objetivos são reduzir custos, desenvolver e aplicar programas de eficiência energética e adotar tecnologias inovadoras para seus edifícios e instalações.

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A importância e os desafios da inserção de novas fontes de energia na matriz elétrica brasileira, por Fernando Mano

Fonte: Procel Info

Por: Fernando Mano (CPFL)

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Desde a instalação da primeira turbina eólica na cidade de Fernando de Noronha em 1992 até hoje, um longo e profícuo caminho se desdobrou diante das novas fontes renováveis de geração no Brasil. Em 2003, ano seguinte à criação do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), o País possuía módicos 22 MW na matriz energética representada pelas eólicas. Não havia inserção de energia solar e era pequena a participação de PCHs e usinas a biomassa. As grandes hidrelétricas com reservatórios eram predominantes, com diminuta presença das térmicas a combustível fóssil e nuclear na matriz.

De lá para cá, o setor elétrico mudou, a sociedade se tornou mais exigente em relação ao desenvolvimento sustentável das atividades econômicas, e o Brasil aprendeu que a melhor estratégia para garantir confiabilidade e segurança energética seria a diversificação da sua matriz elétrica. Ao final de 2015, as energias renováveis já representavam 9,8% da matriz elétrica brasileira, com uma perspectiva vigorosa de crescimento — tal número não considera a expansão dos projetos de mini e microgeração distribuída que assistimos hoje.

O fenômeno observado no mercado brasileiro também se verifica em nível global, impulsionado pelos esforços dos países em promover ações de combate às mudanças do clima e de incentivar negócios relacionados à economia de baixo carbono. Dados da publicação “BP Statistical Review of World Energy, June 2016” mostram que a geração de energia proveniente de fontes renováveis, sem considerar grandes hidrelétricas, cresceu 15,2% em 2015 sobre o ano anterior, em escala mundial. Disto, a geração eólica apresentou crescimento de 14,8% e a solar, 32,6% no mesmo período. Com a assinatura do Acordo de Paris, ao final de 2015, a tendência é que o avanço das renováveis se acentue, com o desenvolvimento, inclusive, de novas fontes de financiamento específicas para estes tipos de empreendimento, como os green bonds.

No caso brasileiro, as fontes alternativas têm crescido de forma expressiva principalmente no Nordeste. Na primeira semana de setembro de 2016, por exemplo, cerca de 50% da carga na região foi atendida pelas usinas eólicas. Outro exemplo dessa mudança estrutural na matriz foi observada em 10/10/2016, quando a geração eólica chegou a apresentar uma variação horária de 1080 MW médios. Esta situação traz um importante desafio ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) dado que se observam grandes variações na geração eólica ao longo do dia, condição em que o operador não havia se defrontado quando a grande parte do parque gerador era oriundo de fonte hidráulica.

Adicionalmente, observamos nos últimos anos o aumento de hidrelétricas a fio d’água no País por questões ambientais, o que tem contribuído para diminuir significativamente a capacidade de armazenamento dos nossos reservatórios. De 2001 até hoje, essa capacidade caiu de 7 para 4 meses. A título de ilustração do impacto das tecnologias fio d’água, a hidrelétrica Belo Monte deve gerar 11.000 MW médios no período úmido e 950 MW médios no período seco, variação esta que deverá ser compensada com uso dos reservatórios do sistema, despacho térmico e das demais fontes renováveis que possuem sazonalidade complementar ao perfil de geração de Belo Monte.

As novas fontes variáveis, como eólicas e solar, e o aumento da participação das hidrelétricas a fio d’água ampliarão o nível de intermitência na matriz elétrica e trarão consigo desafios para a operação e planejamento do Sistema Interligado Nacional. O setor elétrico brasileiro precisará aprender a lidar com a intermitência destas fontes de geração de energia para garantir a segurança energética do País.

Neste contexto, estudos de como lidar com a inserção da intermitência na matriz devem ser conduzidos de modo a permitir que a expansão das fontes renováveis no Brasil ocorra de forma planejada e sem barreiras ou imprevistos indesejados, contribuindo para a segurança energética e para a qualidade do fornecimento de energia aos consumidores.

Algumas soluções para este novo paradigma para o setor elétrico já vêm sendo discutidas e implantadas no mundo, em diferentes estágios de maturidade: (i) complementação com fontes controláveis de geração, como produção termelétrica convencional despachada na base ou usinas termelétricas de partida rápida; (ii) tecnologias de armazenamento de energia; (iii) gerenciamento de demanda, (iv) desenvolvimento de modelos computacionais de previsão e otimização dos recursos energéticos, dentre outras.

O aumento da intermitência na matriz brasileira exigirá a complementação da geração de energia com outras fontes controláveis e despacháveis para garantir o fornecimento quando a produção das usinas intermitentes diminuírem de forma brusca, seja por um período sazonal ou ao longo do dia. Neste contexto, a inserção de termelétricas despachada na base pode auxiliar na confiabilidade do sistema, atendendo a carga em longos períodos (sazonal, anual ou plurianual) e liberando a geração hidráulica controlável (com reservatórios de acumulação) para assumir o atendimento das variações de carga com a modulação de despacho.

Uma segunda forma de complementação térmica para compensar as bruscas oscilações de geração seria a maior participação de termelétricas de partida rápida, com contratos de gás natural mais flexíveis. Para isto, serão necessárias adequações na regulação do gás, alinhadas à exigência de despachos térmicos mais aderentes à complementação das fontes intermitentes. As atuais estruturas contratuais de gás, com elevados índices de take/ship-or-pay, inviabilizam a existência de térmicas que tenham a flexibilidade operativa para este fim.

No campo do armazenamento, o desenvolvimento de baterias de alta eficiência e baixo custo vem avançando rapidamente em diferentes partes do mundo. Nos EUA por exemplo, a capacidade de armazenamento de energia em baterias tem a expectativa de chegar a 1,1 GW em 2019, de acordo com informações do Departamento de Energia americano. Em paralelo, previsões de mercado sinalizam que o custo de armazenamento por kWh das baterias de íon de lítio irá cair na próxima década, passando dos US$ 315 atuais para US$ 100, em 2025, segundo estudo da KPMG. No Brasil, a Chamada de Projeto de P&D Estratégico nº 021/2016 da Agência Nacional de Energia Elétrica, voltada para o estudo de novas tecnologias de armazenamento de energia, conta com a participação de 97 empresas.

Em termos de gerenciamento de demanda, modelos de cobrança e tarifas diferenciadas dependendo do horário de utilização abrandariam a necessidade de adição de novas capacidades de oferta para atendimento dos picos de consumo. Uma inciativa do regulador nesta direção é a criação de tarifa branca para o consumidor residencial, que reflete o sinal tarifário diferenciado ao longo do dia. Um modelo tarifário estruturado de forma mais aderente à variação da oferta e demanda na escala horária teria a capacidade de distribuir o consumo de energia de forma mais uniforme ao longo do dia, com efeito benéfico para os consumidores brasileiros na forma de tarifas mais justas conforme o perfil de consumo.

Por último, mas não menos importante, a melhor compreensão das características intrínsecas da variabilidade e das incertezas associadas às fontes intermitentes na produção de energia se tornará cada vez mais importante para o planejamento da operação do SIN. No caso brasileiro, os esforços na descrição estatística dos regimes de ventos e na melhoria das previsões proporcionarão maior confiabilidade para explorar as vantagens de uma matriz elétrica mais diversificada, permitindo o planejamento antecipado e ao menor custo de geração.

Neste sentido, os agentes do setor vêm desenvolvendo, em parceria com o ONS, um projeto de P&D específico para este tema, o SMART-SEN: trata-se de um modelo de simulação do sistema elétrico nacional com a presença de geração renovável intermitente, cujo objetivo é estudar os impactos da inserção crescente destas novas tecnologias de geração renovável na matriz brasileira.

Em suma, para que a crescente participação de fontes renováveis aconteça de forma equilibrada e sem sobressaltos, é preciso avaliar os impactos da inserção da intermitência na matriz e estudar alternativas que permitam aproveitar de forma eficiente a sinergia entre as diferentes fontes de geração. Assim, serão necessárias constantes adaptações nos modelos operacionais para capturar as características individuais e complementares destas fontes, otimizar os recursos energéticos e prover maior eficiência econômica nos custos de operação. Ao viabilizar de forma segura e consistente o aumento das renováveis na matriz, o setor elétrico brasileiro dará uma importante contribuição para mitigar os impactos ao meio ambiente, em linha com os compromissos internacionais assumidos pelo País para o desenvolvimento econômico sustentável.

* Fernando Mano é presidente da CPFL Geração

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França inaugura primeira estrada solar do mundo

Fonte: Deutsche Welle

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A França inaugurou no final de dezembro de 2016 a primeira estrada solar do mundo. A rodovia é pavimentada com painéis solares capazes de fornecer energia para a iluminação pública de Tourouvre, pequena cidade de 5 mil habitantes no noroeste do país, na região da Normandia.

O trecho de um quilômetro coberto com 2,8 metros quadrados de painéis solares revestidos de resina foi ligado à rede de energia elétrica local, segundo anunciou a ministra do Meio Ambiente francesa, Ségolène Royal.

“Este novo uso da energia solar aproveita grandes extensões de infraestrutura rodoviária já em uso para produzir energia sem ocupar novos espaços”, disse Royal por meio de um comunicado.

A ministra anunciou um plano de quatro anos para o “desenvolvimento das estradas solares”, com projetos iniciais na Bretanha, no oeste, e em Marselha, no sul do país.

Uma média de 2 mil carros trafega pela estrada em Tourouvre diariamente, testando a resistência dos painéis para o projeto desenvolvido pela empresa de engenharia civil francesa Colas, uma subsidiária do gigante da construção Bouygues.

A ideia, que também está sendo explorada na Alemanha, Holanda e Estados Unidos, é que as estradas sejam ocupadas por carros em apenas 20% do tempo, oferecendo vastas extensões de superfície para absorver os raios solares.

Na Alemanha, a inovação energética está em fase de testes num trecho de 150 metros perto da cidade de Colônia, no oeste do país. Nos Estados Unidos, o estado do Missouri trabalha na instalação de painéis numa pequena área perto da famosa Route 66, a estrada que atravessa o país.

A Colas diz que, em teoria, a França poderia se tornar independente de energia não renovável pavimentando apenas um quarto dos seus milhões de quilômetros de estradas com painéis solares.

Críticas à “estrada solar”

O projeto foi alvo de críticas de diversas organizações ambientalistas que consideram seu custo, de 5 milhões de euros, exagerado para a quantidade de energia que pode produzir.

“Sem dúvida é um avanço técnico, mas para desenvolver as energias renováveis há outras prioridades do que este brinquedo que sabemos que é muito caro, mas não funciona bem”, disse ao jornal Le Monde o vice-presidente da Rede para a Transição Energética (CLER), Marc Jedliczka.

O preço do quilowatt produzido nesta via solar chega a 17 euros, frente aos 1,3 euros para a geração de em uma instalação fotovoltaica – que produz volts de energia por meio da luz solar – em um telhado. Os especialistas destacam que as instalações inclinadas são mais eficientes na hora de produzir eletricidade, uma desvantagem desta iniciativa, pois está em posição horizontal.

Os responsáveis pelo projeto sustentam que o trecho inaugurado hoje é uma prova de que o preço da infraestrutura diminuirá à medida que aumente a demanda, o que barateará também o custo da energia produzida. Em 2020, disseram, o preço do quilowatt produzido em uma estrada solar será similar ao de outra usina de energia solar.

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Economia de energia com usina solar fotovoltaica pode chegar a 12%

Fonte: Brasil Energia

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A economia de energia com instalação de placas solares fotovoltaicas pode chegar a aproximadamente 12% com retorno sobre o investimento em cerca de 7,5 anos, segundo estudo de caso que compõe tese de mestrado apresentada no Centro Técnico Científico da PUC-Rio (CTC/PUC-Rio). Segundo o estudo, a economia de energia considera todas as restrições de sombra e uma vida útil de 25 anos para as placas solares.

A tese de mestrado “Análise da Inserção de Geração Solar Fotovoltaica em Grandes Consumidores do Rio de Janeiro” foi defendida pelo aluno de Mestrado Profissional em Engenharia Urbana e Ambiental Pedro Comarella Nogueira, que é economista, e sob orientação do professor Reinaldo Castro Souza, do Departamento de Engenharia Elétrica do CTC/PUC-Rio.

O trabalho considerou o prédio do Ministério da Fazenda, localizado no Centro do Rio de Janeiro, como base de seu estudo, tendo como foco clientes de média ou alta tensão, cuja curva de consumo coincide com a curva média de radiação solar.

O aluno desenvolveu um projeto integral que considerou a implantação de placas solares no prédio do Ministério da Fazenda e análise de 12 cenários econômicos diferentes, tendo como variáveis o câmbio, que utilizou como parâmetro a cotação do euro a R$ 4,50, taxas de inflação, taxas de desconto (ou taxa mínima de retorno exigida pelo investidor), adoção ou não de crédito para investimento inicial, entre outros, a fim de confirmar a viabilidade econômico-financeira da iniciativa.

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Calculating economics of HVAC systems

Fonte (Source): Consulting Specifying Engineers

Por (By): Paul A. Dvorak, PE, LEED AP BD+C; Mortenson Construction, Minneapolis

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Learning objectives

  • Interpret the various factors that determine the capital and operating costs of HVAC systems.
  • Estimate the lifecycle cost of HVAC systems via economic studies.
  • Recall that commissioning, recommissioning, and retro-commissioning play into the overall cost of HVAC systems.

The economics of HVAC systems include capital costs and operating costs. The operating cost comprises energy consumption, maintenance and repair, recommissioning, replacement, and asset preservation. Lifecycle analysis factors in escalation and time cost of money over the study’s period of time.

Educating the owner to understand the economics of HVAC systems is paramount to delivering an exceptional experience. The engineer should take the time to gather the owner’s requirements, establish a method of decision making, and present HVAC system options in an effective manner.

Most building owners understand HVAC systems in terms of thermal comfort and that these systems cost money to operate. Some building owners understand that HVAC systems have a greater impact on the building asset value by regulating moisture, temperature, air pressure, and particulate filtration. Even fewer understand how much the HVAC systems impact their bottom line. It is the role of the engineering team to educate the owner’s team on the economic impacts of HVAC systems. 

Engineering economics

Numerous articles and books have been written to guide engineers through the mathematical representation of HVAC economic analysis. Before we dig into the indirect cost impacts, we must review some of the basic concepts of the engineering economic process.

Lifecycle cost (LCC) = first cost + maintenance and repair + energy + water + replacement – salvage value

Often, engineers are asked to determine the best option between one or more HVAC system options. There are several ways to represent the results when comparing the lifecycle costs of two or more options. Simple payback, net savings, savings-to-investment ratio (SIR), adjusted internal rate of return (IROR), and discounted payback are all methods to measure an HVAC option’s economic performance over time.

Simple payback (years) = (first cost difference) ÷ (annual operating savings cost difference)*

Lifecycle payback (years) = (first cost difference) ÷ (annual operating savings cost difference)**

Net savings ($) = HVAC base option LCC – HVAC option 1 LCC

SIR = (option 1 net savings) ÷ (option 1 first cost increase)

Adjusted IROR = (average annual operating cost savings)** ÷ (initial investment) 

* Does not factor in the time cost of money or maintenance/repair, replacement, or salvage value

** Accounts for time cost of money and maintenance/repair, replacement, and salvage value

What is deemed important?

It is the design professional’s responsibility to understand what is important to the building owner. An owner that has experience with the construction process will provide the owner’s project requirements (OPR) document. Included within the OPR may be the minimum LCC payback and/or adjusted IROR. In the event the owner does not provide an OPR, the engineer will need to survey the stakeholders to gather the project requirements.

The economics of HVAC systems can be broken into two distinct buckets: capital expenditures (CAPX) and operating expenditures (OPEX). Building owners have varying expectations regarding the overall economic impact of HVAC systems. It is safe to say all owners care about CAPX; however, not all owners understand the impact of CAPX on the OPEX. Figure 3 shows the capital construction costs of a new office, hospital, and data center. Figure 4 shows the operating costs of the different energy-consuming systems for an office, hospital, and data center. Figure 5 is a summary sheet for the lifecycle cost analysis (LCCA) of a replacement central utility plant for a health care campus.

There is a balance between CAPX and OPEX for each project. Owners often have a threshold for spending CAPX to gain OPEX. The engineer will need to understand this balance and help the owner make decisions that align with the OPR. 

Energy code

At a minimum, the design professional must comply with the adopted local
energy code
.

The HVAC systems that meet the energy code are considered the base option. The energy code has evolved and become more stringent so that

brick-and-mortar and HVAC systems have become more interdependent. Simply using R-values without defining the construction materials when performing the energy model will not account for the floor, roof, columns, and envelope material characteristics.

The thermal mass, vapor barrier, and envelope leakage will affect the capacity, configuration, and performance of HVAC systems. Modeling of the HVAC system’s energy consumption and peak demand should not omit the correct brick-and-mortar elements. An HVAC system that does not respond to the material characteristics of a building will underperform. An underperforming HVAC system will have an impact on energy consumption, premature equipment failure, and occupant discomfort.

The right size?

Engineers spend time evaluating the building envelope construction, codes/standards, and OPR impacts to select the appropriate HVAC system configuration. In the early program/schematic design phase, engineers often will use rules of thumb to establish air handling system airflow, chiller plant capacity, and heating plant capacity. As the design of the building program progresses, engineers can start to develop block loads and room-by-room heating/cooling calculations.

Often, the initial HVAC equipment sizes are adjusted to satisfy the engineering-calculated heating/cooling peak demand. At this point, engineers will consider any diversity in operating the HVAC systems to represent real-life occupancy and program schedules. Once again, the HVAC equipment and distribution systems’ capacities can be adjusted. At the end of the design-development phase, updated equipment selections are made and finalized.

So what does this have to do with the economics of HVAC systems? The most direct answer is when the design process is accelerated or altered to omit the refinement of the HVAC systems, the system capacities may end up significantly oversized because they were selected on rule-of-thumb calculations and never adjusted for the refined load calculations and diversity of operation. The impact on the CAPX budget can be significant. The impact on OPEX will be problematic due to the operating limitations of the HVAC equipment. Short-cycling and unsatisfied hours of operation or underperformance of the HVAC system can create early equipment failure, inefficient operation (increasing operating expenses), and occupant discomfort. To assume this oversizing is a safety factor is not a prudent assumption.

Energy-conservation incentives

Utility energy-conservation incentive programs should not be overlooked.

Incentive programs often employ third-party engineers to evaluate annual energy cost savings of HVAC options. In some utility territories, LCC payback calculations are performed by the local utility company or a third-party engineer hired by the local utility company.

The engineer should check with local natural gas and electric utility providers to see if their project qualifies for an incentive program. In recent years, incentives as large as $1 million have been paid to owners for implementation of energy-saving measures. Factoring these incentives into LCC analysis could make the difference in selecting a more efficient solution.

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Edição 36 da Radar Magazine (jan/ fev) já em distribuição.

O Grupo Radar acaba de iniciar a distribuição da mais recente edição de sua revista Radar Magazine (Edição 36), que aborda a importância do Facility Management no Brasil.

Clique aqui para ler a revista diretamente no site do Grupo Radar.

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A importante atuação dos facilities na gestão das empresas. Novas colunas, “Ponto de Vista” e “Gente que Sabe”, além da seção Life Style.

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A síndrome do “massacre da serra elétrica…”

É realmente curioso que grande parte da geração hoje em atuação no mercado de gestão e manutenção não deixe de ter ao menos ouvido falar sobre thrillers de terror como “sexta-feira 13”, “o massacre da serra elétrica”, entre tantos outros…

Não é difícil entender o por que, uma vez que a internet e as TVs pagas continuam a mostrar vários destes filmes com certa frequencia.

No entanto, escrevo este post não com a intenção de abordar tais “obras”, mas sim, a aparente síndrome deixada por elas….

Me refiro especificamente a tendência de “ceifarmos” rapidamente os supostos problemas ou motivos de nossa frente, como se isto as vezes resolvesse tais situações…

Vejam que amarguramos há algum tempo uma crise econômica que invadiu as nossas operações, cortando ou postergando (sem nenhuma luz no fim do túnel) investimentos, assim como, em muitos casos, exigindo reduções imediatas (!!).

Normalmente (nas reduções imediatas!!), este será um momento em que muitos “reviverão” a figura de um “Jason” ou de um “Mike Myers”, “eliminando” pessoas que julguem como excedente em seus quadros…

Entretanto, assim como nos filmes (sexta-feira 13 partes 1, 2, 3, 4….1000), o vilão volta a aparecer, torturando os demais integrantes daquele cenário, fato este que também ocorre em nossas operações. Particularmente, considero este período como o mais perigoso, pois quase sempre enfrentamos uma retração absurda, comandada pelo pavor… É neste momento onde se exercita com maior frequencia a “GESTÃO MÍOPE”, ou seja, aquela que não enxerga com clareza!

Muitas vezes, o simples ato de reduzir quadros não significará a redução de custos no médio ou longo prazo, assim como necessariamente não significará a “manutenção” ou mesmo melhora nos índices de qualidade.

É preciso que se analise com CRITÉRIO o momento e a sua operação, identificando os pontos que o incomodam ou que afetam a sua corporação e reavaliando a melhor forma de combatê-los, seja através de uma mudança de processos, de uma reestruturação ou reengenharia, ou até mesmo através de algum pequeno investimento que se transforme em resultado positivo no médio e longo prazo.

Diziam “os antigos”, como se referia um amigo meu, que é na crise que se deve aproveitar para se reestruturar e se preparar para voltar a crescer!!!

Enfim, iniciamos o ano de 2017, um ano de recuperação, sendo importante que repensem os seus problemas e os seus resultados…

Deixo aqui para vocês algumas perguntas para uma simples reflexão e análise…

  • Existem métricas em sua organização?
  • Existem sistemas informatizados de gestão, incluindo painéis de controles e resultados (dashboards)?
  • Existe um mapeamento de seus problemas, suas causas e efeitos?
  • Existem análises de volumes (volumetria) e tendências?
  • Existem controles efetivos de manutenção, assim como análises qualitativas?
  • Existem mapeamentos de atividades dentro de sua estrutura?
  • Trabalha-se a Gestão do Conhecimento?
  • Existem estudos sobre a produtividade de colaboradores e departamentos?
  • Existem metas claras, principalmente que detalhem algum plano de melhoria e crescimento?

Um Feliz 2017!!!

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No Brasil, crescimento corre risco em 2017 após dois anos de recessão

Fonte: O Globo – Economia

Por: Lucianne Carneiro

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A economia brasileira corre o risco de ficar estagnada em 2017. O mercado prevê expansão de apenas 0,50% este ano, mas já há quem estime estabilidade, uma projeção nada animadora após recessão que representa perda acumulada de mais de 7% nos dois últimos anos.

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Aplicativo mede a geração de energia solar de telhados no Rio

Fonte: O Dia Online

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Rio de Janeiro – O Instituto Pereira Passos (IPP) criou um aplicativo online Mapa Solar Rio, que mede a capacidade de geração de energia solar dos telhados da capital fluminense. A iniciativa foi feita em parceria com a Secretaria estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços (Sedeis) e a Empresa de Pesquisa Energética (Epe) com apoio da GIZ, fundação de cooperação técnica da Alemanha com importante atuação na área energética.

Em pesquisa inédita no país, o IPP conseguiu mapear o potencial de geração de energia de 1,5 milhão de telhados da capital e disponibilizou os dados na internet. Com esse estudo, descobriu que o potencial de geração de energia solar nas áreas mapeadas é maior do que o consumo residencial.

O mapeamento faz parte do Programa Rio Capital da Energia e tem o objetivo de informar à população sobre o potencial de economia nas contas de energia com a instalação de equipamentos fotovoltaicos, que geram e armazenam a energia solar transformada em eletricidade, como por exemplo, minigeradores. Desde 2013, qualquer brasileiro pode conectar equipamentos fotovoltaicos à rede de energia e receber créditos pela energia excedente gerada. Além de reduzir danos ao meio ambiente causado, especialmente, pelas termelétricas.

Felipe Mandarino, geógrafo do instituto, diz que o aplicativo permite que o carioca conheça a capacidade de geração de energia da sua residência. “E vai além, ao trazer as informações necessárias para transformar informação em ação, com uma coletânea de textos e links para instituições e empresas do setor que podem ser utilizadas para instalação de painéis fotovoltaicos”, explica.

O geógrafo conta que o mapeamento divulgou o valor estimado da dimensão do potencial do Rio, mas que nem todas as casas são capazes de produzir a energia. “Nem todos os telhados são viáveis para instalação de painéis de geração de energia solar, seja por conflito com outros usos ou por questões como tombamento do imóvel”, disse.

Segundo Mandarino, a Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro tem um projeto para instalação de painéis fotovoltaicos em sua sede, na Gávea, em um contexto de ações que visam melhorar a eficiência energética. O projeto pode ser acessado pelo site portalgeo.rio.rj.gov.br/mapasolarrio/

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Os riscos do baixo crescimento em 2017

Fonte: Valor Online

Por: Sergio Lamucci

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A tão esperada recuperação da economia ficou para este ano, e a aposta predominante é num PIB bastante fraco em 2017, com crescimento na casa de 0,5%. O risco de variação zero ou mesmo de nova retração não é desprezível. No mercado de trabalho, a expectativa é que a deterioração continue ao longo de boa parte do ano. A taxa de desemprego, hoje um pouco abaixo de 12%, pode superar 13%. Com a demora da retomada, uma ameaça é a economia voltar a afetar o quadro político, dificultando o avanço da agenda de reformas no Congresso.

Outro problema é complicar a já difícil situação fiscal, ao adiar a melhora da arrecadação. As estimativas para 2017 são pouco animadoras. No entanto, os analistas esperam que a economia ganhe força ao longo do ano, em especial a partir do segundo semestre. O Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), por exemplo, projeta crescimento de 0,3% na média de 2017, mas espera que o PIB cresça no quarto trimestre 0,7% em relação ao trimestre anterior, feito o ajuste sazonal, o equivalente a um pouco mais de 2,8% em termos anualizados.

Não é nenhum número assombroso, mas mostra que a economia pode terminar o ano de fato num ritmo um pouco mais forte, o que tenderia a deixar uma herança estatística (o “carry over”, em economês) razoável para 2018. Para este ano, o quadro é o inverso: o PIB padece de uma herança bastante negativa de 2016, estimada pela Tendências Consultoria Integrada em -0,7%. Isso quer dizer que, se o PIB não crescer nada em comparação com o quarto trimestre do ano passado, a economia encolherá 0,7% em 2017. Esse fator ajuda a explicar em parte as projeções de uma economia tão fraca neste ano. Economia fraca pode contaminar política e afetar ajuste fiscal A esperada aceleração do ritmo de corte dos juros a partir deste mês deverá dar um impulso à atividade. Com o recuo da inflação e grande ociosidade na economia, tudo indica que o Banco Central (BC) vai intensificar a redução da Selic, podendo levar a taxa dos atuais 13,75% para menos de 10% ao ano até dezembro. Juros menores vão contribuir para melhorar a situação financeira de famílias e empresas, desanuviando pelo menos um pouco as perspectivas para o consumo e o investimento.

O desempenho da economia, contudo, tem decepcionado, frustrando as projeções de boa parte dos analistas. A retomada não só não ocorreu no terceiro trimestre de 2016 como também não se concretizou nos últimos três meses do ano passado. O Ibre projeta retração do PIB de 0,5% em relação ao terceiro trimestre, na série com ajuste sazonal, enquanto a Tendências estima uma queda menor, de 0,2%. Endividadas, famílias e empresas estão empenhadas em reduzir os seus débitos, o que adia a recuperação. Os governos de todas as esferas estão numa situação fiscal difícil e o programa de concessões em infraestrutura está muito longe de deslanchar. As exportações tampouco puxarão o PIB. Nesse ambiente, não se pode descartar uma queda do PIB também no primeiro trimestre de 2017, ainda que a ritmo mais modesto, “se a atividade seguir se recuperando de forma tão lenta”, como dizem os analistas da MCM Consultores Associados.

Nesse cenário, a inflação tenderia a cair com mais força, abrindo espaço para “uma relevante intensificação do ritmo de cortes da Selic”, escrevem eles. O problema, adverte a MCM, é que há o risco de a “demora na reação da economia contaminar o ambiente político”. Nesse caso, a contaminação da política pode debilitar ainda mais a economia, “reiniciando o círculo vicioso que prevaleceu no país até recentemente”. Foi o que ocorreu no segundo mandato de Dilma Rousseff, interrompido pelo impeachment. Na breve segunda gestão de Dilma, os números cada vez piores da atividade intensificavam a crise política, o que por sua vez contribuía para afundar ainda mais a economia. Se a fraqueza da atividade contaminar o ambiente político, já marcado pelas incertezas relacionadas à Operação Lava-Jato, o andamento das reformas no Congresso pode ser afetado, em especial a da Previdência.

Caso os congressistas aprovem uma versão muito diluída da proposta apresentada pelo governo, aumentarão as incertezas quanto à situação fiscal no longo prazo, além de tornar inviável em poucos anos o cumprimento do projeto que limita a expansão dos gastos. Nesse cenário, a percepção sobre o risco Brasil tenderia a piorar, pressionando o câmbio e tirando espaço para o BC cortar os juros com mais força. A recuperação da atividade, mesmo que gradual, ficaria ameaçada. O desemprego, que hoje afeta mais de 12 milhões de pessoas, demoraria ainda mais tempo para começar a cair. Esse não é, contudo, o panorama central com que trabalham os analistas. A MCM aposta em retomada modesta ao longo do ano, apoiada “pela queda dos juros, pelo avanço gradual das reformas e pela existência de alguns sinais encorajadores no setor industrial”. A consultoria, porém, reconhece que é elevada a probabilidade de ter de revisar para baixo as suas projeções para a atividade econômica, que contemplam uma expansão do PIB de 0,9% neste ano. “E as chances de materialização de um cenário B, mais crítico, de desalento e estagnação, cresceram nas últimas semanas”, dizem os analistas da MCM. Economista-chefe da JGP Gestão de Recursos, Fernando Rocha aponta outro problema do crescimento baixo – o impacto sobre a situação fiscal. “Em primeiro lugar, ficará difícil atingir o déficit primário de R$ 139 bilhões projetado no Orçamento de 2017 para o setor público consolidado.

Com o menor crescimento, a arrecadação de impostos tenderá a se reduzir”, diz ele, que espera variação zero para o PIB neste ano. Rocha lembra ainda que, com uma economia mais fraca, a dívida aumenta mais em comparação com o PIB, “a variável-chave que analistas e agências de classificação de risco olham para determinar se o país é solvente ou não”. Rocha diz também que, no quadro em que surgiu o governo Michel Temer, o crescimento ajudaria “a lubrificar as relações políticas e sociais, evitando atritos maiores”. Se conseguir retomar a expansão da economia, ficará mais fácil aprovar as reformas e aumentar a probabilidade de um ciclo virtuoso, afirma o economista. Sem crescimento, a situação política, já complicada pela Lava-Jato, pode se agravar. Sergio Lamucci é repórter.

O titular da coluna, Antonio Delfim Netto, volta a escrever no dia 9. E-mail: sergio.lamucci@valor.com.br

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