Save the date!! – FM Tactics acontecerá nesta terça, 14 de março

FM Tactics Juntos e Misturados

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O custo do retrabalho…

Cada um sabe aonde aperta o seu próprio calo...”, assim diziam os nossos pais, avós, …, enfim, a quem a nossa geração chamou de “antigos”.

Esta situação ou ponto de vista é praticamente o mesmo quando se trata da questão “retrabalho” em uma empresa, pois o tamanho da “dor de seu calo” dependerá do tamanho do sapato, tipo de forma, se está ou não usando meia grossa, se está inflamado, e assim por diante.

Pois é…, cada segmento poderá e certamente sofrerá um impacto diferenciado, com impactos diretos e/ou indiretos em:

  • Custos operacionais ou de construção
  • Custos administrativos (que nem sempre são computados)
  • prazos
  • Imagem e respeito pelo departamento (quando houver atraso ou desrespeito ao orçamento)
  • Qualidade do local de trabalho para os usuários, envolvendo conforto, produtividade, entre outras

O fato é que, independentemente do segmento ou do tamanho da conta, todos sabemos que estes índices de retrabalho ocorrem; mas o que fazer para combatê-lo??

Para que possamos tentar responder de uma forma mais genérica esta pergunta, teremos de retomar um velho tema abordado por aqui, neste blog…. O PLANEJAMENTO & O CONTROLE DAS ATIVIDADES.

  1. Primeiramente, não se gerencia o que não se mede, inclusive as perdas de produção ou retrabalho, sendo necessário o estabelecimento de métricas e de um processo
  2. Ainda que existam métricas, lembrem-se de verificá-las quanto a sua abrangência, pois em muitos casos, os custos indiretos não são considerados, o que, dependendo de sua representatividade, poderá gerar distorções
  3. A apuração das métricas e resultados para os níveis de serviço devem respeitar um procedimento “sagrado”, ou seja, que deverá ser respeitado e cumprido
  4. Por fim, o cumprimento destes procedimentos sempre demandará pela atribuição de responsáveis, além de sistemas informatizados que os auxiliem

Em resumo, assim como já discutimos no quesito manutenção e operação, o resultado de seu negócio ou operação dependerá do quão cuidadoso, refinado / detalhado, customizado e técnico for o seu planejamento, assim como também dependerá do quão ajustado, sério e constantemente monitorado for o seu processo de avaliação.

Em ambos os casos, a capacitação e o monitoramento serão ferramentas importantes!

Frase de William Edwards Deming:

“Não se gerencia o que não se medenão se mede o que não se definenão se define o que não se entendee não há sucesso no que não se gerencia

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Actis lança companhia de geração solar

Fonte: Valor Online / Empresas

Por: Camila Maia

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A Atlas Renewable Energy, companhia de energia solar que o fundo britânico Actis está lançando na América Latina, tem como meta atingir de 1,3 gigawatt (GW) a 1,5 GW de potência instalada em cinco anos na região. Desse total, de 40% a 50% dos projetos devem ficar localizados no Brasil, disse, ao Valor, Michael Harrington, sócio da Actis responsável pela área de energia em Londres.

A Actis anunciou ontem a compra dos projetos da americana SunEdison na América Latina, incluindo 578 MW em projetos em operação ou construção, além de mais de 1 GW em carteira de projetos em fase de desenvolvimento. Pelo acordo, a Actis vai investir US$ 525 milhões na Atlas. LEIA MAIS EDF inicia nova fase no país com projetos em geração renovável Energia solar e eólica vão mover metrô no Chile Câmbio afeta projetos no setor de energia solar.

Dos projetos já contratados pela SunEdison e que irão para a Atlas, estão dois complexos de geração solar fotovoltaica no Brasil, que foram vendidos pela americana nos leilões de energia de reserva (LER) de 2015: Juazeiro Solar, com 119 MW, e São Pedro 60 MW. Os dois projetos ficam na Bahia. No mais recente boletim sobre expansão da oferta da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de fevereiro, a probabilidade de os dois projetos serem concluídos era classificada como “média”, uma vez que as obras ainda não tiveram início. “Estamos trabalhando para cumprir os prazos dos projetos.

Nosso compromisso é em tentar garantir que sejam executados, implementaremos todos os esforços necessários para isso. O prazo é apertado, mas nossa equipe está se esforçando”, disse Harrington. Esse não é o primeiro investimento da Actis no Brasil. A companhia já investiu na Atlantic Energias Renováveis, que opera 240 MW em energia eólica e tem outros 400 MW em fase de implantação. “Temos sucesso na construção de projetos de energia no Brasil. Já fizemos isso antes com a Atlantic e queremos replicar”, disse. Segundo ele, um dos maiores desafios que a empresa enxerga no Brasil no setor de energia solar é a questão do risco cambial. “Outro aspecto é o conteúdo local para assegurar financiamento. Mas todos os mercados têm suas dinâmicas, somos muito otimistas sobre o Brasil e a América Latina”, afirmou.

A estratégia de crescimento da Atlas vai envolver parcerias em novos projetos, além do desenvolvimento dos que já estão na sua carteira. Os principais mercados para a companhia incluem Brasil, México, Uruguai e Chile. No Brasil, a SunEdison foi assessorada pela Clean Energy Latin America (CELA) para executar a venda dos ativos para a Actis. A SunEdison teve uma passagem turbulenta no Brasil, depois de firmar uma parceria bilionária com a Renova Energia e desfazer o negócio poucos meses depois. A Renova tinha acertado, em meados de 2015, a venda de uma carteira de 2.204 MW em potência em projetos para a SunEdison, montante avaliado em R$ 13,4 bilhões. No fim daquele ano, porém, o negócio foi desfeito, por problemas relacionados à TerraForm Global, veículo liderado pela empresa americana.

A SunEdison chegou a participar de leilões de energia de reserva em parceria com a Renova. A ideia era que uma joint venture formada pelas duas companhias iria desenvolver os cerca de 280 MW de potência em projetos de energia solar vendidos nos leilões de 2014 e 2015. Quando o negócio entre as empresas foi desfeito a Renova ficou com os parques vendidos em 2014, que somavam 119 MW, e a SunEdison ficou com os complexos de Juazeiro e São Pedro.

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Retomada da economia cria folga para governo administrar contas

Fonte: Folha de São Paulo / Economia

Por: Júlio Wiziack

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Sinais de recuperação da atividade econômica em alguns setores levaram o governo a refazer suas contas e criaram uma folga para a administração do Orçamento da União no início deste ano.

Até poucas semanas atrás, a equipe econômica calculava que seria necessário bloquear R$ 50 bilhões do Orçamento em março para garantir a meta fixada pelo governo para este ano.

Agora, a estimativa é que um bloqueio de R$ 30 bilhões será suficiente.

Na avaliação da equipe do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, sinais de retomada da economia se tornaram visíveis com a melhora da arrecadação de impostos na indústria, especialmente nos setores de alimentos, borrachas, plásticos e papelões.

SINAIS

A arrecadação do governo continuou caindo nos últimos meses, mas em ritmo mais lento a cada mês.

Em janeiro, a queda foi de 2,6%, e espera-se melhora em fevereiro.

Internamente, os economistas do governo reviram suas projeções para o crescimento do país neste ano, de 0,5% para 0,7%, voltando a se aproximar da projeção oficial da Fazenda, de 1%, que foi elaborada no ano passado.

A equipe econômica aposta que a confiança dos investidores aumentará com o avanço da reforma da Previdência, essencial para o funcionamento do teto criado no ano passado para manter sob controle os gastos federais.

Apesar dos sinais de resistência da Câmara dos Deputados à proposta de reforma, como mostrou nesta quarta-feira (1) uma enquete feita pela Folha, o governo aposta na aprovação do seu projeto ainda no primeiro semestre, sem mudanças significativas.

META

É com esse cenário otimista que o governo passou a trabalhar ao rever as medidas necessárias para cumprir a meta fiscal deste ano, que é reduzir o deficit nas suas contas para R$ 139 bilhões.

A Fazenda e o Ministério do Planejamento têm até o dia 22 de março para definir o volume de recursos que será preciso contingenciar no Orçamento.

Os recursos bloqueados por meio desse expediente poderão ser liberados ou cortados de forma definitiva mais tarde, dependendo da evolução da arrecadação e das contas do governo ao longo do ano.

As projeções oficiais indicam que o governo só conseguirá equilibrar novamente suas contas em 2019, eliminando o déficit acumulado nos últimos anos e voltando a poupar para reduzir sua dívida.

Mas isso dependerá da aplicação do teto de gastos e da reforma da Previdência.

EVOLUÇÃO

Para o economista Ricardo Volpe, diretor da Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara dos Deputados, um contingenciamento de R$ 30 bilhões no Orçamento “é bem razoável”.

Além da retomada da economia, há a expectativa criada pelo novo programa de repatriação de recursos mantidos ilegalmente no exterior, que está em discussão no Congresso e poderá gerar receita extra de R$ 11 bilhões.

Na primeira fase do programa, no ano passado, a União arrecadou R$ 46,8 bilhões. Parte desse dinheiro foi parar no caixa dos Estados e municípios depois de longa negociação com o governo.

O economista Felipe Salto, do Instituto Fiscal Independente (IFI), ligado ao Senado, mantém sua previsão de um contingenciamento de R$ 39 bilhões, feita com base em uma estimativa de crescimento de 0,46% do PIB neste ano.

Mas ele não exclui a possibilidade de um bloqueio menor, próximo de R$ 30 bilhões. “Um PIB de 1% não é impossível de acontecer”, disse.

PARA ENTENDER

O que é a meta de resultado primário do governo?

É um valor definido pelo governo no Orçamento-Geral da União a cada ano para indicar quanto pretende economizar para pagar os juros da dívida pública.

Com o descontrole dos gastos públicos e a recessão iniciada em 2014, o governo deixou de poupar e passou a acumular deficits primários gigantescos, o que tem feito sua dívida aumentar.

Para que serve o contingenciamento de despesas?

Para adequar o Orçamento aprovado pelo Congresso às receitas e despesas do ano, o governo faz tradicionalmente no início de cada exercício um contingenciamento de despesas, bloqueando recursos.

Teoricamente, ele poderia também elevar suas receitas para cobrir as despesas previstas, mas isso exigiria aumento de tributos, o que o governo atual acha que não deve fazer.

Ao longo do ano, dependendo do desempenho da arrecadação de impostos e das despesas, os valores bloqueados podem ser liberados para gastos dos ministérios ou podem ser cortados definitivamente.

Como isso pode afetar o bolso das pessoas?

Se o governo não cumpre a meta fiscal estabelecida, demonstra descontrole com seus gastos. Um dos efeitos é o aumento da inflação, o que obriga o Banco Central a aumentar os juros para conter os preços.

Para bancos e investidores, isso torna mais atrativo comprar títulos do governo, para financiar a dívida pública em expansão, do que conceder crédito na praça.

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Atenção, Estudante! Competição oferece oportunidade de emprego e viagem a Paris. Saiba como participar!

Fonte: Blog da Engenharia

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Essa é uma dica para quem pensa grande! Que tal participar de uma competição em soluções de eficiência energética e, de quebra, ter a chance de conhecer Paris e receber uma oferta de emprego?

Essa é a proposta do “Go Green in the City”, uma competição global de estudantes que chega a sua sétima edição em 2017 com o desafio de solucionar problemas reais do mundo, promovida pela Schneider Electric, empresa líder em gestão de energia e de automação com foco em sustentabilidade, presente em mais de 100 países.

Doze times finalistas de todos os cantos do mundo serão patrocinados e terão a chance de viajar para a grande final em Paris, se conectar com os colaboradores da empresa e conhecer de perto como é trabalhar lá, além de se engajar em criar soluções verdadeiramente inovadoras.

+ Como participar

A competição é válida para estudantes de engenharia de qualquer lugar do mundo com mais de 18 anos ou profissionais da área com diploma há mais de dois anos, seja de graduação, master ou MBA.

Para participar, é fácil: acesse o site da competição e inscreva a sua sugestão de solução inovadora para desafios no gerenciamento de energia para cidades mais inteligentes. Mas não demore: as inscrições vão só até o dia 12 de maio.

+ Os prêmios

Os 12 finalistas irão ganhar uma viagem para Paris para participar da Cerimônia de Premiação. O time vencedor terá a chance de conhecer duas unidades da Schneider Electric pelo mundo, além de receber uma oferta de emprego. Saiba mais no site e confira o regulamento completo.

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Fábrica da GM em Joinville comemora quatro anos

Fonte: Procel Info

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A fábrica da GM do Brasil em Joinville completa quatro anos de operações na próxima segunda-feira, dia 27 de fevereiro. Referência mundial em sustentabilidade e preservação do meio ambiente, a unidade catarinense da General Motors já produziu mais de 350 mil motores nas versões 1.0 e 1.4 litros, destinados à fábrica da GM em Gravataí (RS). As peças são usadas nos modelos Onix e Prisma. Nestes quatro anos de atividades, a produção atingiu 354.129 unidades (até dezembro de 2016) e 136.276 no acumulado do ano passado.

Em março de 2014, a unidade de Joinville foi a primeira fábrica do setor automotivo da América do Sul a conquistar a certificação internacional de construção sustentável Leadership in Energy and Environmental Design (Leed Gold) e a segunda a receber a certificação entre as fábricas da GM no mundo. Em outubro do mesmo ano, atingiu o status zero resíduo para aterro, reciclando, reusando e convertendo em energia todos os resíduos das suas operações diárias.

A utilização de módulos fotovoltaicos, o uso racional da água e da energia elétrica, tratamento de esgotos por meio de jardins filtrantes e tratamento de água por osmose reversa integram alguns dos processos relacionados à sustentabilidade.

O inédito sistema implantado em Joinville, conta com a instalação de 1.280 módulos fotovoltaicos que ocupam uma área de 2.115 metros quadrados, e gera energia para toda a unidade industrial. A energia gerada por este sistema equivale ao consumo de 220 casas.

A fábrica também reutiliza 26 mil metros cúbicos de água/ano, volume equivalente ao consumo de cerca de 100 residências.

Os jardins filtrantes ocupam uma área de 650 m² do total dos 3.500 m² ocupados pelo sistema de tratamento de efluentes e geram uma expressiva economia de energia elétrica, – superior a 60% se comparado a uma instalação convencional de 124 MWh/ano – deixando de gerar 3,6 toneladas de CO2 por ano, além de o custo de implementação ser bem menor que uma convencional do mesmo porte.

A tecnologia de tratamento de água por osmose reversa produz uma água de excelente qualidade, muitas vezes superior à da água de origem, que permite aplicação industrial irrestrita, com baixa salinidade e condutividade e isenta de micro-organismos. Ele permite o reuso de até 26 mil m³ por ano de água, evitando o consumo de água potável suficiente para abastecer o equivalente ao consumo de 100 casas populares. A água tratada com elevado teor de pureza é utilizada para fins não potáveis, como processo industrial, sanitários, irrigação, jardinagem e lavagem de pisos.

“Atualmente, produzimos veículos com índices de recuperabilidade acima de 95% e de reciclabilidade superior a 85%. Através do aperfeiçoamento contínuo dos processos de produção, a empresa conseguiu reduzir cerca de 63% do consumo de energia elétrica e 75% de água para produzir um carro. Desde a sua implantação, a fábrica de Joinville é referência mundial em preservação do meio-ambiente. Na General Motors, sustentabilidade é item de série”, diz Marcos Munhoz, vice-presidente da companhia.

* Com informações da GM

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Gestão integrada de energia em condomínios industriais está mais prática e funcional

Fonte: Exame.com

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O novo regulamento da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), que trata de questões comerciais do fornecimento de energia elétrica para condomínios industriais, facilita a gestão integrada de energia das empresas, pois apesar de concentrar os serviços em um único CNPJ a responsabilidade é dividida por todas as empresas que utilizam o serviço no local. Na opinião de Antônio Bento, CEO da IBS-Energy, especializada em gestão e soluções em energia, a nova regra facilita o compartilhamento de energia, sem onerar uma única empresa, pois todas se responsabilizam pelo serviço e pagamento da energia. “O CNPJ do condomínio é reconhecido como uma única unidade consumidora, mas as empresas que utilizam o serviço são responsabilizadas, o que não acontecia anteriormente por meio do formato de comunhão de fato, quando somente uma empresa arcava com o ônus ou problemas que pudessem ocorrer”, afirma Bento que avalia ser mais justa esta forma atual.

Segundo Bento, a flexibilização e o compartilhamento da infraestrutura para as empresas do condomínio que podem ser consideradas uma única unidade consumidora oferece uma série de benefícios, até porque possibilita rateio das instalações para melhorar a eficiência energética e garantir redução de custo, como também oferece a oportunidade para a migração ao mercado livre a um número maior de empresas. “Isso porque a legislação exige limite mínimo de consumo para a migração e muitas empresas sozinhas não conseguem alcançar esse volume necessário. De forma coletiva, é possível inserir mais empresas”, explica Bento.

Ele acredita que as novas regras podem atrair um número maior de empresas instaladas em condomínios industriais. A IBS-Energy, que atua há 13 anos no mercado, recentemente, em Manaus, desenvolveu um projeto que envolveu as áreas jurídica e técnica para a constituição do condomínio empresarial, reunindo as contas de todas as empresas em um único CNPJ para as companhias de energia, ainda no formato comunhão, que possibilitou chegar ao volume de demanda que permitisse a migração para o mercado livre. Com esta nova regra, tudo fica mais fácil para esses casos.

Com sede em São Paulo, neste caso específico, a IBS-Energy auxiliou a empresa com relação à fundamentação jurídica da ação ressaltando a necessidade da efetiva migração.

Bento destaca também que, para a atividade industrial, a energia representa um alto custo e diminuição dessa despesa torna-se relevante para operação, criando condições favoráveis, principalmente em épocas de retração econômica.

Sobre a IBS-Energy – Empresa especializada em criar soluções que visam otimizar o gerenciamento de energia, oferecendo várias que vão desde sistemas que garantem melhoria do desempenho técnico e redução de dispêndios com energia a projetos estruturados, auditoria, consultoria personalizada, monitoramento e gerenciamento de energia, reclassificação tarifária, verificação de instalações elétricas, suporte para construção de subestações e linhas de transmissões, entre outros serviços.

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Cuidando de nossos edifícios e sistemas…

Os custos operacionais em uma edificação, seja ela comercial, industrial, hospitalar ou de varejo, têm assumido a sua real importância nos últimos anos e, principalmente, com o agravamento da crise econômica que assolou nosso país, assim como em função da constante necessidade de obtermos melhores resultados.

Durante todo o ciclo de vida útil em um empreendimento, sabe-se que aproximadamente 80% de seus custos podem ser atribuídos à Operação em si, o que inclui os custos com manutenção, operação, aplicação de materiais e insumos e energia / água.

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Custos Operacionais – Ciclo de Vida de um Edifício

De um forma geral, este resultado (relação de custos operacionais) se deve a alguns fatores, tais como o próprio projeto da edificação (sistemas, cargas às quais estejam submetidos, condições ou não de manutenção), a sua condição e histórico de operação (como são operados em relação ao que foram projetados), o estado / a obsolescência da edificação (eu função dos cuidados de manutenção), assim como também em função das  estratégias de O&M e de gestão utilizadas pelos profissionais que estejam a frente destas edificações.

Em outras palavras, esta relacão de custos evoluirá ou involuirá na medida em que a edificação for bem utilizada (uso e ocupação), operada e mantida ao longo de sua vida útil.

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Exemplo da curva da “banheira” – Ciclo de Vida de um Empreendimento ou sistema

Por esta razão, deve-se sempre tratar uma edificação e seus componentes como sistemas vivos, ou seja,  que adquiriram uma “forma de vida (uso e ocupação)” após a sua concepção (projeto considerando uma premissa inicial), tornando-se cada vez mais necessário com que revisem os processos e planos de trabalho envolvidos, buscando por seu melhor desempenho / performance (e resultados) ao longo das diferentes etapas de sua vida útil.

Esta análise contínua também nos auxiliará na identificação de novos investimentos (CAPEX) durante a trajetória do edifício, sempre com o foco no resultado (desempenho, conforto e segurança ao usuário, qualidade e custos na operação).

Já abordamos aqui neste blog um outro aspecto importante que se refere a “retenção do conhecimento“, o que dependerá da forma como o gestor assegurará a documentação de processos e procedimentos (itens que não podem permanecer apenas na “cabeça das pessoas”), assim como o treinamento contínuo das equipes, o que também exigirá a construção de uma matriz de capacitação.

Para concluirmos este tema, resta-nos falar mais uma vez de uma importante ferramenta na identificação de problemas na O&M de sistemas, assim como na implementação de ajustes durante o ciclo de vida: a ferramenta do COMISSIONAMENTO / RETROCOMISSIONAMENTO.

Tido por muitos como uma atividade inerente apenas à entrega de sistemas novos, o retrocomissionamento (atividade de comissionamento executada em sistemas existentes e em operação há algum tempo) contempla justamente a análise dos projetos com vistas ao momento atual do edifício (como está efetivamente sendo utilizado e ocupado), uma vez que o seu objetivo principal é trazer o desempenho de sistemas para a melhor condição possível.

Enfim, não nos faltam ferramentas, literaturas e cursos que preparem os nossos gestores para estes desafios, sendo importante que PLANEJEMOS as nossas Operacões e Manutenções sempre de uma forma estratégica, olhando para os próximos 5, 10, 20 anos da edificação e seus sistemas.

Neste sentido, a A&F Partners Consulting reeditará neste ano de 2017 alguns cursos voltados à esta capacitação de gestores e equipes de comando e supervisão, cursos estes que poderão também ser realizados “in company”.

Convidamos à todos para que conheçam um pouco mais os cursos oferecidos clicando AQUI.

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Pesquisa sobre a CONFIANÇA do profissional de MRO no mercado brasileiro

A RBM (Rede Brasileira de Manutenção lança pesquisa sobre a CONFIANÇA (Pessimismo ou Otimismo) do profissional de MRO e solicita a participação de todos (vejam a chamada a seguir):

Todos os meses fazemos uma pesquisa que visa captar a expectativa (confiança – otimismo ou pessimismo) dos profissionais da área de MRO (Maintenance, Repair, Operation).
Como sempre em nossos levantamentos, há total sigilo e respeito aos dados individuais.
As perguntas são bem objetivas, com um tempo necessário de no máximo 2 minutos para responder ao questionário.
Ao finalizar sua participação será gerado o relatório flash com suas respostas sendo comparadas com a média do mercado, com apresentação gráfica de excelente qualidade

Desde já, eu e toda a comunidade de gestão de ativos, agradecemos por sua colaboração constante.

O link da pesquisa é http://expectativasdamanutencao2017.questionpro.com

Abraços,
Paulo Walter
paulo.walter@manutencao.net

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AEA informa que faltam as últimas vagas para o curso de Gerenciamento de Facilidades em SP

Segundo a AEA, faltam poucas vagas na turma do curso de Gestão de Propriedades que ocorrerá no período de 10 de março a 8 de abril, às sextas feiras (das 14h00 às 22h30) e aos sábados (das 08h30 às 18h30).

Vejam mais detalhes no link abaixo:

http://www.aea.com.br/cursos/curso-de-gerenciamento-de-propriedades/?newsletter

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