ASBRAV divulga o 4º Seminário Internacional de Qualidade do Ar de Interiores em Abril, no Recife

Vejam abaixo a chamada. Para mais informações, basta clicar na imagem (link).

4o QAI

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Tratamento de esgotos de uma forma sustentável

As vezes pode parecer uma coincidência e ontem foi um destes dias…

Pude assistir a uma reportagem no canal Globonews sobre uma estação de tratamento de esgotos no município de Araruama, situado na Região dos Lagos – RJ, que instituiu um sistema de parceria com uma empresa local e vem desenvolvendo um maravilhoso trabalho em seu sistema de tratamento de esgotos, produzindo adubo e água residual adequada ao descarte.

Fiquei fascinado, não pelo sistema em si, sobre o que já havia tomado conhecimento, mas principalmente pela sistemática do negócio e pela visão destes verdadeiros empreendedores.

Em outras palavras, fiquei fascinado pelo bom trabalho em prol da natureza e da humanidade!

A coincidência à qual me refiro aconteceu no período da tarde, quando recebi por e-mail, de uma amiga e excelente profissional que conheço há anos o material que acabara de ver na Globonews.

Resolvi então compartilhar com vcs esta bela experiência…

Seguem abaixo os links para que possam assistir a reportagem, assim como para se ter acesso a um material sobre o sistema Wetland.

Assista aqui a reportagem: https://www.youtube.com/watch?v=euV59pPw82g

Acesse aqui o material:  http://www.fbds.org.br/Apresentacoes/Controle_Qualid_Agua_Wetlands_ES_out06.pdf

Bom proveito!!

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Simplesmente brilhante!!!!…. Para quem pôde assistir ontem a entrevista do ex-presidente FHC na Globonews

Fonte: Jornal O Globo

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Corrupção na Petrobras é ‘uma mocinha de muito poucos anos, quase um bebê’, diz FH

Ex-presidente ressaltou que o escândalo que acontece na estatal não ‘é uma senhora idosa’, como disse a presidente Dilma Rousseff

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse na noite desta quinta-feira, em entrevista ao programa “Diálogos”, da Globonews, que o atual escândalo de corrupção na Petrobras ‘é uma mocinha de muito poucos anos, quase um bebê’. Na segunda-feira, em entrevista coletiva, a presidente Dilma Rousseff (PT) afirmou que a corrupção no Brasil ‘é uma senhora bastante idosa’, ao rebater as acusações do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de que o mal está no Executivo, e não no Legislativo.

O ex-presidente afirmou que a organização criada na estatal é algo novo, dos governos petistas.

— Ouvi a presidente dizer que a corrupção ‘é uma senhora idosa’. Mas o que é isso? É a conduta errada de pessoas. Nós não estamos discutindo no Brasil que A, B ou C fizeram alguma corrupção. Nós estamos dizendo que uma organização que junto com funcionários nomeados pelo governo, da Petrobras , sustentação por parte de governo, por parte de partidos, ligação com empresas para formar um caixa para ser usado na política, isso é fato novo, digamos. Tem algo disso no mensalão — disse FH.

— Getúlio (Vargas) nunca organizou um sistema para se manter no poder às custas dos cofres públicos, que é o que está acontecendo hoje. Você acha que esse sistema pode ser organizado sem os partidos? Você acha que os governos não percebem? Eu não estou acusando, porque eu não tenho nenhuma prova, mas não posso imaginar que todo mundo seja ingênuo. Em Brasília, todo mundo falava do que acontecia com a Petrobras. (esse sistema) isso é fato novo. Não é a corrupção da senhora antiga. É uma corrupção de uma mocinha de muito poucos anos, um bebê, quase — acrescentou.

O tucano disse que a atual crise do governo é econômica, de condução política, social e moral.

— Essa (crise) de hoje é um conglomerado de crises.

Segundo ele, o grande problema do governo Dilma é de credibilidade.

— Não é questão de popularidade, é de credibilidade. No meu governo, eu perdi a popularidade mas não a credibilidade. Fui até o fim com maioria no Congresso, apoio dos setores de investimento e recuperei.

Segundo FH, o Brasil vive um momento de cooptação política, e não de coalizão. Defendendo a reforma política, o tucano acrescentou que hoje o país tem poucos partidos de fato no Congresso.

— Nós não vivemos mais no regime de coalizão, e sim o de cooptação. Na coalizão, você junta dois ou três partidos que são diferentes, mas tem um programa, uma sustentação, legitimação. A partir de certo momento, isso foi desaparecendo. Começou com a crise no mensalão. Em vez do presidente Lula fazer aliança com o PMDB, fez aliança dispersa que não deu muito certo. Agora, o que está acontecendo no Congresso? Vinte e poucos partidos no Congresso, 30 no Brasil, 39 ministérios. É receita pro fracasso. E não são partidos. Alguns são, poucos, dois, três, quatro. O resto são aglomerados de pessoas que se juntam para ter um pedaço do orçamento.

Leia mais sobre esse assunto em  http://oglobo.globo.com/brasil/corrupcao-na-petrobras-uma-mocinha-de-muito-poucos-anos-quase-um-bebe-diz-fh-1-15648967#ixzz3Uv1Dg6wW

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NFPA 90A: a proteção contra incêndio em sistemas de ar condicionado e ventilação

Fonte: Equipe TARGET

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Ventilação e ar condicionado

A NFPA 90A – Standard for the installation of air-conditioning and ventilating systems é essencial para fornecer proteção contra incêndio em instalação de ar condicionado e sistemas de ventilação em edifícios. Essa norma deve ser usada como um tratamento aprovado pela indústria de Heating, Ventilation and Air Conditioning (HVAC) para proteger a vida e a propriedade do fogo, fumaça e gases resultantes de situações de incêndio ou similares.

Aborda todos os aspectos da construção, operação e manutenção de ar condicionado e sistemas de ventilação – incluindo filtros, dutos e equipamentos relacionados. Com o uso dessa norma, designers, empreiteiros e gerentes poderão ganhar maior garantia na proteção contra incêndios, utilizando as suas mais recentes disposições.

Os seus requisitos são usados para evitar a migração de fumaça e reduzir o potencial de incêndios em sistemas de ar forçado em edifícios que muitas vezes chegam a mais de 25 mil m³ ou nos tipos III, IV, V de construção ao longo de três andares de altura. Também se aplica a outros edifícios e estruturas não abrangidos por outras normas NFPA aplicáveis.

A NFPA 90A deve ser usada em sistemas de climatização, componentes e distribuição de ar, na integração de um sistema de ventilação e ar condicionado, na construção de edifício para o controles incluindo fiação, controle manual, amortecedores de fumaça, e detecção de fumaça para controle automático O teste de aceitação da norma desempenha um papel integral no fornecimento adequado de proteção contra incêndio em edifícios.

Conteúdo

Capítulo 1 Administração

1.1 Escopo

1.2 Objetivo

1.3 Aplicação

1.4 Retroatividade

1,5 Equivalência

Capítulo 2 Publicações referenciadas

2.1 Geral

2.2 Publicações NFPA

2.3 Outras publicações

2.4 Referências obrigatórias para as seções

Capítulo 3 Definições

3.1 Geral

3.2 Definições oficiais da NFPA

3.3 Definições gerais

Capítulo 4 Sistemas de HVAC

4.1 Requisitos gerais para os equipamentos

4.2 Componentes do sistema

4.3 Distribuição de Ar

4.4 Materiais

Capítulo 5 Integração de sistemas da ventilação e ar condicionado com a construção civil

5.1 Equipamento de movimentação de ar em salas

5.2 Construção civil

5.3 Penetração – proteção das aberturas

5.4 Abafadores de fogo amortecedores, de fumaça e de teto

Capítulo 6 Controles

6.1 Fiação

6.2 Manual de controle

6.3 Abafadores de fumaça

6.4 Detectores de fumaça de controle automático

Capítulo 7 Testes de aceitação

7.1 Geral

7.2 Abafadores de fogo, de fumaça e de teto

7.3 Controles e sistemas operacionais

Anexo A Materiais explicativos

Anexo B Manutenção

Anexo C Referências informativas

Índice

FONTE: Equipe Target

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Câmara de Comércio Brasil-Alemanha e COPPE oferecem curso de eficiência energética no RJ

Fonte: PROCEL Info

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Em meio ao risco de abastecimento de energia elétrica devido a atual crise hídrica, a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha do Rio de Janeiro (AHK-RJ), em parceria com a COPPE-UFRJ, oferecem o curso “Gestão de Projetos de Eficiência Energética: European Energy Manager – EUREM“.

Desenvolvido por engenheiros alemães, e ministrado para milhares de alunos no mundo inteiro, a metodologia foi adaptada à realidade brasileira. O curso é direcionado principalmente a profissionais técnicos, que em suas empresas já estejam envolvidos com o tema da energia ou que pretendam adquirir conhecimentos para implantar projetos nessa área, além de capacitar os alunos para atender as exigências das chamadas públicas do Programa de Eficiência Energética (PEE), da ANEEL.

O Curso European Energy Manager também vai permitir aos participantes adquirir conhecimentos técnicos que visam otimizar a gestão da utilização da energia e, com isso, assegurar a competitividade da empresa; realizar uma adaptação às alterações que em médio prazo irão surgir no mercado de energia e contribuir de forma ativa para a proteção atmosférica e gestão ambiental.

Com aulas de terça à quinta, o curso terá duração de quatro meses e serão realizadas na cidade do Rio de Janeiro. As inscrições vão até 25 de março e as aulas começam no dia 31 de março.

Mais informações sobre o curso, podem ser obtidas clicando aqui

Serviço

Curso “Gestão de Projetos de Eficiência Energética: European Energy Manager – EUREM“

Inscrições: Até 25 de Março

Início das aulas: 31 de Março de 2015

Dia e horário: Terças à quintas das 18h30 às 22h

Local: Sede da Firjan – Avenida Graça Aranha, número 1, Centro, Rio de Janeiro.

Duração: Quatro meses de aulas + Energy Concept/Projeto de Conclusão

Valor: R$ 2.500, ( Parcelado em até 5 vezes)

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Que fim levou o Aquífero Guarani, o super reservatório de água brasileiro?

Fonte: Engenharia Compartilhada

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GIZMODO

“Onde foi parar o Aquífero Guarani quando a gente mais precisa dele?”

Essa foi a pergunta que um amigo me mandou, um mês atrás, quando o Gizmodo publicou uma reportagem em parceria com o TAB UOL sobre a crise hídrica em São Paulo (se você não sabe do que estou falando, dê uma olhadaaqui). Pois é. Há dois grupos de pessoas obcecadas com o Aquífero Guarani: os estudantes de ensino médio e as pessoas acima de 35 anos.

Os estudantes de ensino médio sabem que, uma hora, o Aquífero Guarani vai cair no vestibular. E o vestibular é feito, basicamente, por pessoas com mais de 35 anos que passaram os últimos anos da década de 90 e os primeiros dos anos 2000 ouvindo sobre as maravilhas do Aquífero Guarani. Ele seria mais uma prova de que o Brasil (e seus vizinhos) foram agraciados pela mãe natureza com aquele carinho de quem leva leite na cama para você dormir mais tranquilo toda noite (mesmo quando você é casado e tem filhos).

Mas… o que raios mesmo é o Aquífero Guarani e qual o papel dele na atual (e talvez nas futuras) crises de falta de água? Aos fatos, senhoras e senhores. Porque você que não é estudante de ensino médio e tem menos de 35 anos também vai gostar de saber algumas coisas.

O que é o Aquífero Guarani? 

Ele é uma gigantesca caixa d’água subterrânea que se espalha por um milhão de quilômetros quadrados em quatro países: Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. É grande, muito grande. O território que ele ocupa é equivalente a duas Franças.

Sua capacidade também é impressionante. Ele tem 37 mil quilômetros cúbicos de água. O quanto é isso em número de gente? Um quilômetro cúbico é equivalente a um trilhão de litros de água. Então, vem comigo. Respire fundo.

O Aquífero Guarani tem 37 mil vezes um trilhão de litros de água. Para um ser humano normal, é praticamente impossível captar a magnitude disso. Mas talvez ajude dizendo que o Aquífero Guarani tem (pausa dramática)…

… a capacidade de 40 mil sistemas cantareiras. Dá para abastecer a população mundial, com muitas sobras.

E por que ele não é usado QUANDO A GENTE MAIS PRECISA DELE? 

É hora de derrubar algumas premissas. Ele é usado, sim. No Estado de São Paulo, por exemplo, 65% das cidades são abastecidas com águas subterrâneas (inclusive do Aquífero). Várias cidades do interior de São Paulo, como Ribeirão Preto, já usam os recursos do Aquífero. É por isso que a seca nessas regiões, embora severa, não teve um impacto gigantesco.

Só que há alguns problemas em usar o aquífero. Primeiro que a água não pertence a apenas um país, mas a quatro. Tem de ter muita cautela. Se você tirar muito aqui, a Argentina vai reclamar (com razão). Afinal, a água não fica parada. Ela vai e vem, vai e vem, se movimentando com aquele balanço gostoso das profundezas da terra.

Por isso, a exploração do Aquífero precisa ser coordenada entre os quatro países, o que não é muito fácil. Houve avanços relevantes nos anos 2000, com acordos bem importantes assinados. Mas, você sabe, o acordo é só o começo de alguma coisa. O que pega é a aplicação.

São países com água, empresas que tiram água, empresas e pessoas que precisam de água. Além disso, em alguns países a água subterrânea não está sob administração nacional, mas dos Estados. É muita gente envolvida. Não estamos falando de biribinha, mas daquele líquido que nos permite viver de boas nesse planeta.

A segunda é que nem sempre é fácil tirar essa água. A imagem de caixa d’água ajuda a entender o que o Aquífero é, mas também engana. O reservatório não é uma obra de engenharia, mas um buraco irregular cheio de água embaixo da terra. Como engenheiros, geógrafos e mais um monte de gente não se cansam de dizer, não basta ter o recurso: é preciso conseguir explorá-lo e saber usá-lo. Isso serve tanto para água quanto para petróleo (embora água seja muito mais importante que petróleo). Por isso que há projetos pilotos em andamento, nos países onde ele está, para pesquisar mais o aquífero e entender o quanto ele pode ser usado. São Paulo, de certa forma, faz parte dessa iniciativa.

Apesar desses obstáculos, o Aquífero já vem sendo utilizado – como eu falei, uma parte do interior de São Paulo já o usa legalmente. Atenção para o legalmente, porque isso tem a ver com o próximo ponto.

Posso abrir um poço de água e usar minha cota do Aquífero? 

Não. Poço artesiano é coisa séria. Imagine se todo mundo sair por aí abrindo poço de água. Primeiro, nem toda a água do Aquífero tem a mesma qualidade. Segundo que um poço não é só um ponto de extração de água – também é mais um ponto em que a água debaixo da terra entra em contato com o mundão daqui de cima. E aí é que mora o perigo.

O Aquífero Guarani é abastecido por chuvas. Essa chuva entra por fendas na terra, por fendas em lagos, por rios. Ele tem vários pontos de entrada — por isso que ficou tão grande (tem a ver com tipos de rochas também, mas isso é papo de geólogo e, confesso, ainda não cheguei naquele nível de admirar a beleza de uma rocha. Mas eu chego lá um dia, espero).

Em algumas regiões do interior de São Paulo, já há suspeitas de contaminação em trechos do aquífero por defensivos agrícolas. Nada sério — mas pode ficar sério. Afinal, são muitos pontos de entrada.

Por isso que os governos entram no jogo. Eu sei, eu sei. A gente anda de bode com TODO E QUALQUER GOVERNO (com alguma razão). Mas algumas coisas não tem jeito mesmo. O governo precisa regular a exploração para que esse enorme potencial não se esvaia por ai.

Você pode falar com a empresa de água que abastece sua cidade e se informar sobre como abrir um poço. Há várias por aí – e a Sabesp, a mais famosa, é apenas uma delas. Ribeirão Preto, por exemplo, tem sua própria companhia de abastecimento de água. Campinas também.

Se quiser abrir um poço, faça a coisa certa. Se informe sobre como fazer e deixe tudo regularizado. E, se os governos aprontarem, coloque a boca no mundo. Governos não podem brincar com água. Se tem um lado bom dessa crise é, que finalmente, estamos levando a menina água a sério.

Imagem: Parque Curupira, em Ribeirão Preto (Leandro Maranghetti Lourenço/Wikipedia)
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Combate ao Desperdício de Energia será o tema do 12º COBEE

Fonte: PROCEL Info

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As recentes mudanças no sistema elétrico brasileiro e o risco de racionamento devido à crise hídrica e os baixos níveis dos reservatórios das hidrelétricas tem chamado a atenção de vários setores da sociedade brasileira. Num momento de alta das tarifas de energia e risco de racionamento as formas de reduzir o consumo e o desperdício ganham destaque.

Pegando esse gancho, a décima segunda edição do Congresso Brasileiro de Eficiência Energética – COBEE terá como tema principal em 2015 o combate ao desperdício de energia.

O evento, promovido pela Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco), será realizado entre os dias 25 e 26 de agosto, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, e vai abordar, por meio de palestras, seminários e exposições, os impactos dos aumentos dos custos de energia elétrica, combustível e gás, a escassez de água e o baixo volume dos reservatórios.

Também será realizada durante a COBEE mais uma edição da ExpoEficiência. Uma das principais feiras do setor, vai apresentar aos participantes uma série de produtos, serviços e soluções voltados para a eficiência energética.

Interessados em participar da 12º COBEE podem realizar a inscrição pelo site http://adtevento.com.br/2015/cobee/sis/inscricao/index.asp . Para mais informações, os interessados podem entrar em contato com o telefone (11) 3549-4525 ou pelo e-mail eventos@abesco.com.br .

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Abertas inscrições para V Prêmio de Sustentabilidade Ambiental do Sistema FIEPE

Fonte: A Voz da Vitória

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Pernambuco – O Prêmio de Sustentabilidade Ambiental do Sistema FIEPE, que anualmente presta homenagem às industriais instaladas em Pernambuco com projetos ambientais que se destacaram, chega a sua quinta edição. As inscrições gratuitas começam dia 10 de março e vão até 10 de julho. Todas as indústrias pernambucanas de qualquer segmento e porte podem participar, enviando seus projetos para o e-mail: produtoseservicos@fiepe.org.br.

O objetivo da premiação é reconhecer publicamente as ações que apresentarem resultados significativos para a melhoria da qualidade do meio ambiente, entre elas reaproveitamento, redução de consumo e controle de poluição, que agregam valor ao negócio refletindo na condição social da empresa e de seu entorno. O prêmio também tem a pretensão de mostrar à sociedade a preocupação e o empenho da indústria pernambucana na melhoria da qualidade ambiental, além de estimular a conscientização das empresas para a preservação e qualidade do meio ambiente.

Para a edição 2015 foi incluída a temática Responsabilidade Socioambiental, além dos projetos já avaliados em edições passadas como: Água, Eficiência Energética, Emissões Atmosféricas, Efluentes Líquidos e Resíduos Sólidos. A Cerimônia de Premiação, quando serão conhecidas as empresas vencedoras, acontecerá dia 27 de outubro na sede da FIEPE, no Recife. As homenageadas receberão troféu e certificado, e serão amplamente divulgadas nos canais de comunicação do Sistema FIEPE. 

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Crise acelera projetos de eficiência energética

Fonte: Valor Online – SP

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Gonçalves Junior, diretor da Sunlution, especializada em micro e mini geração distribuída a partir de fontes solar e eólica, prevê receita de R$ 40 milhões este ano A campanha de redução do consumo de energia lançada hoje pelo governo, o risco de escassez de oferta no sistema elétrico nacional e o aumento expressivo das tarifas de energia devem elevar o volume de negócios de produtos e serviços de eficiência energética e geração distribuída este ano.

A Associação Brasileira de Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco) prevê um crescimento de 100% do faturamento das companhias do setor em 2015, em relação ao ano passado, cuja estimativa é que tenha ficado em R$ 1 bilhão. A entidade também projeta um aumento de 50% dos negócios dos fabricantes de equipamentos eficientes, no mesmo período. A diferença de projeção entre os dois segmentos se explica pela defasagem de tempo entre a contratação da empresa para a realização do diagnóstico energético e a aquisição dos equipamentos.

O diagnóstico energético e o desenvolvimento do projeto de eficiência são feitos pelas “escos”, como são chamadas as empresas de serviço de conservação de energia. Segundo o presidente da Abesco, Rodrigo Aguiar, ainda não é possível estimar qual o potencial de economia de energia, a partir do programa de racionalização do consumo em desenvolvimento pelo governo. Ele, porém, estima que há um potencial de 50 terawatts-hora (TWh) por ano – o equivalente a 10% do consumo total do país – em um prazo de três a cinco anos.

A antecipação desse número dependerá da urgência na implantação das ações, nos estímulos a consumidores que adotarem medidas e da quantidade de chuvas que ocorrer ao longo deste ano. Segundo Aguiar, as indústrias estão tirando da gaveta projetos de eficiência energética que antes não eram viáveis economicamente. A entidade também assinou neste mês um convênio com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit) e o Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem (Sinditêxtil) para promover projetos de eficiência energética entre as empresas do setor. A parceria prevê contratos de serviços e condições especiais para a avaliação e execução dos potenciais de economia de energia e água nos processos industriais e acesso às linhas de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Na área de geração distribuída, a expectativa de aumento de volume de negócios é semelhante. A Sunlution, especializada na instalação de micro e mini geração distribuída a partir de fonte solar e eólica, criada há pouco mais de um ano, prevê faturar R$ 40 milhões, com fornecimento de 5 megawatts (MW) de soluções de energia solar este ano. No início do ano, a Sunlution firmou parceria com a multinacional Hanergy America Solar Solutions para a utilização de tecnologia solar de filme fino nos projetos fornecidos no Brasil. Segundo a Sunlution, a tecnologia de filmes finos consegue obter 100 Watts por metro quadrado, 40% a mais do que as tecnologias convencionais.

Entre os projetos em desenvolvimento pela Sunlution no Brasil estão mochila e guarda-sol com placas fotovoltaicas flexíveis. “Ainda não conseguimos identificar todo o potencial desse mercado. Mas acreditamos que ele seja grande”, afirmou Orestes Gonçalves Junior, economista com experiência no setor elétrico e sócio-diretor da companhia. A microgeração distribuída responde por 1,03% da matriz elétrica nacional, de acordo com o Departamento Nacional de Aquecimento Solar (Dasol) da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava).

A entidade encaminhou, em fevereiro, ofícios à presidente Dilma Rousseff e à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) com propostas para estimular o uso de sistemas de aquecimento solar. Segundo o presidente do Dasol, Luís Augusto Mazzon, a utilização de aquecedores solares de água, no lugar do chuveiro elétrico, para uma instalação residencial, gera economias mensais superiores a 30% em média na conta de luz.

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Últimos dias para a inscrição no Curso de Gestão em Operação & Manutenção – SP!!

Agora faltam poucos dias para fecharmos as inscrições para o novo Curso!!!

Conforme vem sendo divulgado, a A&F Partners Consulting realizará neste 2015 a sua turma do curso de Gestão em Operação & Manutenção na cidade de SP.

Faltam apenas 23 dias para o Curso e poucos dias para o encerramento das inscrições!!

Aos interessados, segue abaixo o folder com as informações e o link (basta clicar no folder / na imagem abaixo) para que sejam direcionados ao site de inscrições.

Nos veremos lá!!

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