Itajaí, em SC, investe em energia solar em seus espaços públicos

Fonte: Engenharia Compartilhada

Acesse aqui a matéria em sua fonte.

Com cerca de 200 mil habitantes, a cidade de Itajaí vem sendo um exemplo no investimento em sustentabilidade, em especial em energia renovável. Além dos projetos ambientais desenvolvidos em seu porto e na rede escolar, o município aposta em paradas de ônibus ecológicas.

Fabricado com “madeira plástica”, a estrutura é composta por garrafas PET, sacolas, resquícios de material de informática e 20% de casca de arroz. Além do material totalmente reciclado, os pontos têm lâmpadas de LED com sensor, que são abastecidas por energia solar.

Por meio desse sistema, a iluminação tem autonomia para quatro dias sem sol. A implantação integra um programa de reurbanização do município, que inclui a construção de ciclovias e de calçadas adaptadas.

Atualmente, a cidade já possui 22 pontos de ônibus ecológicos. Além disso, a cidade acaba de inaugurar uma usina solar fotovoltaica. Instalada no prédio público Centreventos, serão produzidos sete mil kWh por mês, gerando uma economia de mais de quatro mil reais mensais.

Os 224 painéis fotovoltaicos, com 250 watts cada um, serão capazes de fornecer um terço do consumo mensal do espaço de eventos. “Esse será o primeiro prédio público a ser abastecido com energia ‘limpa’. Quando a usina produzir energia que não for consumida no Centreventos irá para a rede da Celesc como carga suplementar, e retornará em desconto no consumo de energia do mês seguinte”, explica o secretário de Obras, Tarcízio Zanelato.

Também está previsto nos planos da prefeitura instalar placas solares no Morro da Cruz, o ponto mais alto de Itajaí. O projeto está previsto para 2016 e promete atender 100% da iluminação pública da região.

Publicado em Brasil, Cidades, Eficiência Energética, Sustentabilidade | Com a tag , , | Deixe um comentário

Bright facades and trees against heat and smog

Fonte (Source): PHYS.org

Por (By): Monika Landgraf

Acesse aqui a matéria em sua fonte.

brightfacade

Model temperature calculations for the city of Stuttgart. Due to its location in a basin, the city is highly interesting for model calculations of urban climate. Credit: Joachim Fallmann, KIT

Cities represent “heat islands” within their surroundings, which are characterized by many heat sources and small air flows. In southern Europe, bright buildings produce relief and provide for a cooler urban climate. Simulation calculations of KIT researchers for the city of Stuttgart as an example, however, reveal that such measures for enhancing cooling may adversely affect air quality on the ground. The solution of the researchers: Bright facades for cooling and planting of certain types of trees to reduce pollutant concentration.

Scientists of the Atmospheric Environmental Research Division of the Institute of Meteorology and Climate Research (IMK-IFU) of Karlsruhe Institute of Technology (KIT), Garmisch-Partenkirchen, have developed a new simulation strategy that considers both temperature development in cities and transport of pollutants. With the heat wave of 2003 being used as an example, the urban climate of Stuttgart was simulated under various conditions. “Due to its location in a basin, the city of Stuttgart is very interesting for model calculations of urban climate,” Joachim Fallmann of IMK-IFU explains. He was involved in the model development.

Fallmann simulated various scenarios, such as enhanced reflection of radiation as a result of a changed color of the buildings in Stuttgart. White-colored houses are traditionally applied to prevent urban heating in the Mediterranean area. Joachim Fallmann explains this effect that is called albedo: “The brighter the buildings and surfaces in a city are, the smaller is the heating rate, because short-wave radiation is reflected and the material is not heated up. This is referred to as a high albedo. Typical grey high-rise buildings, by contrast, have a small albedo and may be considered heat collectors. “The new model approach confirmed that brighter buildings are really suited for counteracting the .

As regards air quality, however, this strategy is associated with a surprising drawback: “When it cools down, vertical mixing of the air decreases. Fine dust and pollutants, such as nitrogen oxides, remain closer to the ground and are more concentrated than in a warmer city.” Hence, the cooling effect is associated with a serious drawback in particular for the population of cities with strong primary pollution sources, such as industry districts or very dense traffic. For other, so-called secondary pollutants, this effect is positive: “When it is cooler, less ozone is formed, which may be harmful for the respiratory tracts on the ground.” Hence, atmosphere chemistry and heat development in a city have to be analyzed together.

Greening of cities is a strategy to compensate the effect of reduced air transport. Trees absorb CO2 and may even bind  on the surface. But according to Joachim Fallmann, the details are of decisive importance again: “The right trees have to be used. Poplars, oak trees, and sycamore trees produce biogenous substances, such as pollen, which may act as precursors of ozone formation.” A tree with a positive effect on  is the maple tree.

The model of IMK-IFU is an important tool to analyze these complex relationships in detail. In the end, every city has to be analyzed individually according to Joachim Fallmann: “Conditions in Stuttgart differ considerably from those in Munich, where the Alps often supply fresh air. It is our objective to refine the simulation model, such that it can be used to reliably test tailor-made solutions for the different cities.”

Read more at: http://phys.org/news/2015-05-bright-facades-trees-smog.html#jCp

Publicado em Artigos Tecnicos, Mundo, Sustentabilidade | Com a tag , , , , , , , , | Deixe um comentário

RICS divulga curso: Introdução à Gestão e Implementação do BIM

Introdução à Gestão e Implementação do BIM

O curso explora o processo de gestão e implementação do BIM, trazendo os principais conceitos, tendências globais e aplicação no mercado. O participante desenvolverá ampla compreensão sobre como lidar de forma eficaz com os desafios sob a ótica de processos, pessoas e tecnologia.

Data: 8 e 10 de junho de 2015
Horário: 19h às 22h30
Facilitadores: Claudia Campos e Marcus Granadeiro
Local: Centro de Treinamentos Station (Av. Dr. Cardoso de Melo, 1491 – São Paulo/SP)

Investimento:
R$ 600,00 para Membros RICS
R$ 750,00 público geral

Inscreva-se!

Publicado em Cursos & Seminarios / Congressos, Facility Management | Com a tag , , , | Deixe um comentário

Energias renováveis e geração distribuída são temas de palestra com foco na construção de cidades inteligentes

Fonte: Jornal do Oeste

Acesse aqui a matéria em sua fonte.

Imagine uma cidade que gera localmente – por meio de fontes renováveis – parte da energia consumida, não dependendo somente das grandes hidrelétricas. E que tenha, em suas residências e estabelecimentos, medidores que permitam gerenciar o consumo em tempo real, gerando economia de recursos. Muito mais do que uma possibilidade, esse ‘paraíso’ da produção descentralizada de energia é uma necessidade cada vez mais forte. É o que defende um dos maiores especialistas mundiais no assunto, Claudio Lima (foto), coordenador técnico do Programa de Redes Elétricas Inteligentes (Smart Grid), do governo federal, e presidente da AGX Energia (EUA).

Claudio Lima esteve em Curitiba na semana passada, com a palestra “Intersecção entre Smart City, Smart Grid e Geração Distribuída nas Cidades”, durante o Smart City Business America Congress & Expo, que teve o apoio do Sebrae/PR e do Sistema Fecomércio Sesc Senac PR. A produção e consumo local de energias, aliados à medição ‘inteligente’, em tempo real, é a base do Smart Grid, um conceito de redes ‘inteligentes’, que defende a descentralização da produção de energia, com cada consumidor podendo produzir e armazenar ou vender o excedente.

“Os projetos de iluminação pública hoje são muito verticais, não desenvolvem o potencial. É preciso ter uma visão de sinergia. No poste de iluminação, conectar outros serviços, como sensores, câmeras, carregadores de veículos elétricos”, detalha o especialista. Embora tratem de cidades, os conceitos também são aplicáveis às micro e pequenas empresas.

Segundo o diretor de Operações do Sebrae/PR, Julio Cezar Agostini, a entidade vem trabalhando em projetos de eficiência energética e energias renováveis. Um deles é o Programa Oeste em Desenvolvimento, em parceria com Coordenadoria das Associações Comerciais e Empresariais do Oeste do Paraná (Caciopar), Itaipu Binacional e Fundação Parque Tecnológico Itaipu (PTI), Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) e Associação dos Municípios do Oeste do Paraná (Amop).

“Foram mais de 100 unidades agroindustriais mapeadas e, agora, estão sendo desenvolvidas modelagens de uso de energias renováveis, para que elas se apropriem. O Claudio Lima foi contratado para fazer esse estudo”, informa o diretor do Sebrae/PR, que acompanhou em Curitiba a edição de três dias do Smart City, no Expo Unimed. Claudio Lima também está trabalhando com o Sebrae/PR e a Prefeitura de Curitiba em um plano para incorporar conceitos de energias renováveis ao longo da Linha Verde, na Capital. “Esse é um dos temas prioritários no Sebrae/PR. Também temos negociações em andamento em Maringá e na Região dos Campos Gerais”, conta Julio Agostini.

E no turismo, essas temáticas impactam na atividade? O coordenador estadual de Turismo do Sebrae/PR, Aldo Cesar Carvalho, recorda que um dos pilares da competitividade no turismo é a sustentabilidade, não só ambiental, mas, também, sociocultural. “O Sebrae/PR considera muito essa premissa da sustentabilidade. É uma tendência que os empreendimentos de turismo, na modalidade que for, busquem esse tipo de consumidor, cada vez mais sensível a essas questões.” De acordo com Aldo Carvalho, adequações visando o reuso de água, eficiência energética e tratamento de resíduos são diferenciações dos empreendimentos num mercado tão competitivo.

Publicado em Brasil, Eficiência Energética, Sustentabilidade | Com a tag , , , , , | Deixe um comentário

ABRAFAC – Save the date – World FM Day (10/06/2015)

Save the date FM Awards

Publicado em Facility Management | Com a tag , | Deixe um comentário

ABRAFAC – Save the date – FM Debate (10/06/2015)

Save the date FM debate

Publicado em Facility Management, Palestras | Com a tag , | Deixe um comentário

Sétimo Congresso Data Centers apresenta debates voltados para o desenvolvimento do setor

Fonte: PROCEL Info

Acesse aqui a matéria em sua fonte.

Com foco nos profissionais que atuam em ambientes corporativos, diretores, gerentes e analistas de TI, engenheiros, consultores e usuários finais, o 7° Congresso Data Centers, assim como nas últimas edições, contará com a presença de alguns dos maiores experts no setor de data centers. Na ocasião, os participantes terão a oportunidade de discutir o crescimento do mercado de data centers no País, novas tecnologias, segurança na rede, entre outros. O evento será realizado hoje, no hotel Word Trade Center, em São Paulo.

“O evento já é consolidado como o ambiente ideal para a atualização desses profissionais quanto às tendências mundiais para o mercado de data centers”, afirma Mônica Carpenter, diretora da Aranda Eventos, empresa organizadora do encontro.

Um dos grandes destaques da programação do Congresso Data Centers deste ano é a participação de Wilson Laia, da Digiage Technologies, que fará em sua apresentação uma nova abordagem para a classificação de data centers. Laia discutirá a metodologia adotada pelo IDCA (International Data Center Authority) para a classificação de data centers. O IDCA vê o data center como um ecossistema e trata sua infraestrutura em escala ampla, em profundidade e detalhes sobre o propósito do data center, sua disciplina e organização.

Outro tema que será abordado no Congresso será a crise no gerenciamento da infraestrutura dos data centers. Quem falará sobre o tema é Keith Klesner, do Uptime Institute. Na oportunidade, Klesner ajudará os profissionais do setor a identificar os sinais de alerta que podem evitar uma crise iminente em data centers, bem como a começar a aplicar as melhores práticas de gerenciamento da infraestrutura para reduzir os riscos de parada e obter um desempenho eficiente a longo prazo.

Rodrigo Alonso, da Athie I Wohnrath, também fará sua apresentação no evento com foco em facilities para data centers com até cinco racks. Ele abordará os aspectos particulares e críticos da infraestrutura física de data centers de pequeno porte para operar com alto nível de desempenho e confiabilidade.

A discussão sobre sistemas UPS, componentes críticos que compõem a infraestrutura de distribuição elétrica de data centers, ficará a cargo de José Roberto Borsoi, da Innovative Aceco. O executivo abordará aspectos de projeto, otimização de operação, confiabilidade, rotinas de manutenção e testes em um momento em que o racionamento de energia é uma realidade, com o objetivo de instruir o profissional para a preparação de seu data center nesse cenário, garantindo um sistema UPS eficiente.

Ainda voltado para o cenário atual ligado à crise no setor elétrico, Gustavo Malagoli Buiatti, da Alsol Energias Renováveis, falará ao público sobre questões ligadas à quantidade de energia elétrica que os data centers utilizam para operar. Por meio de um estudo de caso, Buiatti mostrará em sua apresentação a viabilidade de uso de cogeração por meio de módulos fotovoltaicos com capacidade de geração de 450MWh/ano para alimentar parte do consumo de um data center.

Já entre os subsistemas que formam a infraestrutura física do data center, o cabeamento de telecomunicações e redes é parte essencial. Há normas que especificam sistemas de cabeamento estruturado específicos, topologias, meios físicos, entre outros. Flávio Marques, da Furukawa, revisará essas topologias normalizadas, discutirá as alternativas e apresentará seus benefícios e limitações nestes ambientes de missão crítica.

Por fim, Marcos Santamaria Alves Corrêa, da Tosi, encerrará o dia de palestras falando sobre climatização, os diversos modelos de climatizadores presentes no mercado e sobre técnicas mais eficientes e as tendências do setor.

* Com informações da assessoria de imprensa

Publicado em Eficiência Energética, Sustentabilidade | Com a tag , , , , , , , | Deixe um comentário

Impermeabilização deve vir contemplada no projeto

Fonte: Engenharia Compartilhada

Acesse aqui a matéria em sua fonte.

Impermeabilização deve vir contemplada no projeto

Infiltrações, carbonatações e desplacamentos estão entre as patologias mais comuns quando o isolamento de paredes e lajes apresenta problemas

Patologias com origem em erros no projeto de impermeabilização são mais comuns do que se imagina. Quem garante é a engenheira civil Virginia Pezzolo, com vasta experiência no assunto e que recentemente participou do webseminário organizado pela e-Construmarket, intitulado“Patologias decorrentes de falhas na impermeabilização”. “Vários fatores influenciam na impermeabilização. Desde climáticos e ambientais, passando por outros projetos envolvidos na construção, como o arquitetônico, o hidráulico e o elétrico. O paisagismo também tem grande influência”, resume.

Infiltrações, carbonatações e desplacamentos estão entre as patologias mais comuns quando a impermeabilização apresenta problemas. Por isso, em sua palestra, Virginia Pezzolo listou os cuidados que se deve ter para que o projeto não deixe espaço para falhas. “Ele precisa resistir às degradações devidas às influências climáticas, térmicas, químicas e biológicas; resistir às pressões hidrostáticas de percolação, coluna d’água, gases ou atmosféricas; apresentar aderência, flexibilidade, resistência, estabilidade físico-mecânica e vida útil compatíveis com as solicitações previstas no projeto, além de atender premissas da Norma de Desempenho (ABNT NBR 15575) e de certificações Acqua e LEED, se assim for requerido”, explica.

A primeira norma de impermeabilização no Brasil surgiu em 1975, motivada pelas obras do metrô de São Paulo. Atualmente, os projetos devem seguir a ABNT NBR 9575/10 (Impermeabilização – Seleção e Projeto). A norma interage com outras normas técnicas, principalmente nos quesitos que envolvem projetos hidráulicos e elétricos. Também precisa levar em consideração os sistemas construtivos da obra. “A estrutura influencia diretamente no projeto de impermeabilização. Alvenaria convencional, concreto ou drywall pedem projetos diferenciados”, diz Virginia Pezzolo.

Pontos críticos

A engenheira civil revela que há também projetos especiais que exigem impermeabilizações específicas. “Em uma cozinha industrial, onde o piso ficará exposto a ácidos láticos e gorduras, o projeto precisa atender a resistência química à ação destes elementos altamente corrosivos. Da mesma forma, em uma cidade como São Paulo, onde a chuva tem acidez por causa da poluição, os revestimentos também exigem impermeabilização diferenciada”, afirma. Incluem-se no rol de projetos especiais de impermeabilização obras como câmaras frigoríficas, lagoas de efluentes industriais, caixas d’água, heliportos, áreas industriais sujeitas a derramamento de produtos químicos e áreas expostas às ações de ozônio ou gases.

As normas técnicas brasileiras de impermeabilização, incluindo os produtos impermeabilizantes, são regidas pelo CB-22 da ABNT. No entanto, quando usados materiais importados sem norma vigente no país, Virginia Pezzolo comenta que não há empecilho em se utilizar normas internacionais. Atualmente, além de materiais cada vez mais eficientes, há equipamentos que detectam patologias provenientes de problemas com a impermeabilização. Juntas de dilatação, ralos, ar-condicionado e áreas com paisagismo estão entre os pontos frágeis e mais propensos a patologias. “Um ralo com falhas na impermeabilização para escoar a água é um caminho livre para a carbonatação, mesmo em obras jovens”, alerta a engenheira.

Assista a palestra de Virginia Pezzolo

Patologias decorrentes de falhas na impermeabilização

Entrevistada

Engenheira civil Virginia Pezzolo, graduada pela Escola de Engenharia Mauá-SP e sócia-gerente e responsável técnica da Proassp Assessoria

Contato

proassp@proassp.com.br

Créditos fotos: Divulgação

Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330

Publicado em Artigos Tecnicos, Normas Técnicas | Com a tag , , , , , , , | Deixe um comentário

ALERTA DO ACERVO ABNT – ABNT/CB-003 – PUBLICAÇÃO DE NORMA

A ABNT publicou, em 22.05.2015, a norma ABNT NBR 5419-4:2015 – Proteção contra descargas atmosféricas – Parte 4: Sistemas elétricos e eletrônicos internos na estrutura , que cancela a norma ABNT NBR 5419:2005.

Para detalhes sobre a norma publicada ou sua aquisição Clique Aqui

Para consulta ao catálogo de normas ABNT, ISO, IEC, DIN, AFNOR, BSI, CEN, ASTM, IEEE, NFPA, AMN ou JISC visitehttp://www.abnt.org.br/catalogo.

Atenciosamente.
Gerência de Editoração e Acervo
ABNT/GEA

Publicado em Normas Técnicas | Com a tag , , | Deixe um comentário

China vai instalar primeira fábrica de painéis solares do Brasil

Fonte: Engenharia Compartilhada

Acesse aqui a matéria em sua fonte.

China vai instalar primeira fábrica de painéis solares do Brasil

Na última terça-feira (19), a empresa Apex e o grupo chinês BYD assinaram um acordo de investimentos para a instalação da primeira fábrica de painéis solares fotovoltaicos no Brasil. Serão investidos R$ 150 milhões.

Com a meta de produzir 400 MW de painéis solares por ano, o acordo foi firmado no Palácio do Planalto com a presença do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang. A ponte de negociações entre os Brasil e China foi feita pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro.

“Traremos uma tecnologia de ponta, chamada de double glass, que significará painéis solares fotovoltaicos com maior eficiência e durabilidade em relação aos painéis convencionais. Com isso, a geração limpa e descentralizada será cada vez mais competitiva no Brasil”, afirma o diretor de relações governamentais da BYD Brasil, Adalberto Maluf.

As negociações no mercado brasileiro tiveram início em 2011. “É comum uma empresa levar até três anos para aplicar o recurso. É uma decisão que envolve cifras vultosas. Neste caso específico, muito além do dinheiro, o investimento representa um avanço tecnológico para o Brasil, inaugurando uma nova frente de produção energética”, afirma David Barioni, presidente da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).

Além da fábrica, será instalado também um centro de pesquisa e desenvolvimento com foco em estudos e tecnologias para veículos elétricos, baterias, smart grid, energia solar e iluminação.

Os dois grandes empreendimentos serão construídos em Campinas, interior de São Paulo. Lugar onde o mesmo grupo chinês investiu R$ 100 milhões, em 2014, na instalação de uma fábrica de ônibus elétricos.

“Creio que o nosso compromisso com a tecnologia e a inovação em tudo o que fazemos, trará aos brasileiros uma alternativa em energia renovável para enfrentar os desafios futuros, e viver uma vida mais saudável e mais gratificante”, afirma a vice-presidente sênior da BYD, Stella Li. O Grupo BYD pretende investir um  bilhão de reais no Brasil até 2017.

Publicado em Brasil | Com a tag , , , , , | Deixe um comentário