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GRUPAS convida os seus associados para o 13º Congresso Infra que se iniciará amanhã em SP
Publicado em Congressos, Facility Management, Real Estate e Mercado Imobiliário
Com a tag 13º Congresso Infra, Congresso INFRA, INFRA
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Medição de Energia por Telemetria deverá triplicar até 2026
Fonte: revista Infra – Mundo Facility
Acesse aqui a matéria em sua fonte.
Tecnologia da CAS aumenta o volume de informações para as distribuidoras
Ainda pouco utilizada no Brasil, a telemedição do consumo de energia elétrica do consumidor de baixa tensão — sistema que permite a leitura do medidor por telecomunicação — deverá triplicar nos próximos dez anos. Presente na quase totalidade dos clientes de média e alta tensão, como grandes indústrias, shoppings centers e prédios comerciais do país, a tecnologia foi tema de um workshop em São Paulo, organizado pela CAS Tecnologia, empresa que atende 20 das 26 maiores concessionárias de energia do País.
Com um enorme potencial de crescimento, já que hoje apenas 3,5% dos clientes de baixa tensão – como residências, pequenos comércios e indústrias possuem telemedição do consumo de energia elétrica – a perspectiva é que as concessionárias passem a investir cada vez mais neste segmento, como explica o consultor de negócios da CAS Tecnologia, Luiz José Hernandes. “Hoje, as distribuidoras de energia elétrica já monitoram em tempo real o consumo de quase 100% dos grupos de alta e média tensão. Dessa forma, o foco de investimento passou naturalmente a ser o consumidor de baixa tensão”, conta.
Inteligência analítica
Benéfica às concessionárias, a medição inteligente aumenta o volume de informações para as distribuidoras de energia elétrica em até 120 vezes, quando comparada a medição tradicional. Isso porque enquanto a medição tradicional de leitura de consumo é feita apenas uma vez ao mês, com a telemetria esse monitoramento é realizado pelo menos quatro vezes ao dia. Dessa forma é possível fazer a análise de diversos aspectos da distribuição para a cidade, como por exemplo, promover análise contínua da demanda por energia elétrica, prever manutenções, reduzir perdas e custos operacionais, assim como oferecer um melhor serviço à população.
Atenta a essa nova necessidade do mercado, que cada vez mais precisa interpretar diversos dados — sejam eles provenientes da telemetria, Scada, CRM, Field Service, entre outros — a CAS Tecnologia apresentou no workshop sua nova plataforma analítica para o setor de energia, denominada Athena. A solução possui alta capacidade de processar grandes volumes de dados e informações em diversos níveis, desde informações táticas e estratégicas até informações operacionais.
Sua capacidade de avaliação em tempo real dos impactos de uma interrupção ou falha na distribuição sobre a sociedade, permite ao sistema sugerir a prioridade de restabelecimento, considerando a quantidade de clientes atingidos, clientes críticos ou prioritários, penalidades regulatórias e de perda de faturamento. “Toda concessionária de energia elétrica possui um limite de vezes em que ela pode ficar sem fornecer energia para uma determinada região do país. Caso ela descumpra a regulamentação da ANEEL, a companhia pode ser punida com multas pré-estabelecidas. Com a plataforma Athena é possível dar suporte a uma melhor decisão de prioridade de restabelecimento com uma avaliação imediata das perdas de faturamento em função da falta de energia e da quantidade de clientes atingidos pela interrupção, contribuindo para um despacho mais eficiente das equipes de campo para atuar no restabelecimento e, assim, definir quais regiões devem ter prioridade, evitando, por exemplo, que a concessionária seja multada”, diz Hernandes.
Disponível para ser acessada de qualquer browser ou dispositivo móvel, a plataforma também está preparada para fazer análises de riscos e de mercado. Ela permite, por exemplo, conhecer de forma precisa o comportamento da carga e contribuir para uma análise mais efetiva do mercado e do suprimento de energia. Contribui também para a realização de estudos microlocalizados sobre regiões onde a companhia precisa expandir sua rede ou instalar novos transformadores de energia. Com a tecnologia os diretores podem ainda realizar análises estratégicas sobre diferentes unidades regionais negócios, identificando tendências, riscos e oportunidades de melhoria de performance para buscar um melhor serviço ao consumidor.
Publicado em Artigos Diversos, Artigos Tecnicos
Com a tag ANEEL, Medição & Verificação, Telemetria
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Eficiência energética é fundamental na implantação dos sistemas de climatização
Fonte: Procel Info
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Rio Grande do Sul – Apresentar alternativas tecnológicas que permitam otimizar tanto novos projetos como instalações existentes, focando em uma nova forma de analisar os sistemas de climatização. Este foi o tema central do workshop “Eficiência Energética em Sistemas de Climatização”, realizado na quinta-feira (31/03), na sede da Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação (Asbrav), em Porto Alegre. Fruto de parceria da entidade com a empresa Bry-Air Brasil, o evento teve como palestrante o diretor comercial da companhia, Fabio Inocencio.
Em sua explanação, Fabio Inocencio apresentou soluções inicialmente pensadas para as áreas de conforto e sua aplicabilidade em processos, mostrando que de grandes indústrias a pequenos fabricantes, grandes prédios comerciais ou residências, todos os empreendimentos podem contar com soluções viáveis para atender o mais alto grau de controle de contaminação e eficiência energética.
Para tanto, abordou tópicos como normas e regulamentos nacionais e internacionais do setor, tecnologias aplicáveis ao mercado brasileiro, tendências do segmento e, por fim, algumas das soluções da Bry-Air para otimizar a eficiência energética.
O especialista enfatizou que, cada vez mais, as empresas estão trabalhando em processos focados na eficiência energética, procurando adaptar-se a nova realidade dos consumidores, que estão procurando aliar qualidade com custo mais acessível.
* Com inforações da assessoria de imprensa da Asbrav
Convite FM Debate – Abril – ABRAFAC
Publicado em Cursos & Seminarios / Congressos, Entidades & Associações
Com a tag ABRAFAC, Facility Management, FM Debate, Operação & Manutenção
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Eficiência energética x sistemas de condicionamento interno
Notadamente e historicamente o mair consumidor de energia em uma edificação comercial, o sistema de ar condicionado e a preocupação com a eficiência energética vêm sendo debatidos por entidades e profissionais ligados ao setor.
É muito importante, no entanto, que não se atribua esta responsabilidade (por uma maior eficiência) apenas ao projeto, fabricantes e instaladoras (que executam e comissionam), mas também aos responsáveis locais pela Operação e Manutenção destes sistemas.
Se mal operado, até mesmo um bom projeto de climatização poderá desempenhar negativamente, desperdiçando energia e água, além de não proporcionar os níveis mínimos de conforto e qualidade para o ambiente de trabalho.
Importante também ressaltar que a boa e adequada Operação & Manutenção não dependerá apenas de bons profissionais, mas de “bons e bem treinados profissionais”, o que deixa claro a posição e responsabilidade de chefes, supervisores e gerentes da área, pois caberá à eles a responsabilidade de reter e difundir o conhecimento interno sobre:
- O projeto – Como deverá operar o sistema segundo o projeto
- A operação – Lógicas funcionais e parâmetros de operação
- A manutenção – Atividades de campo e de controle
Estima-se hoje algo próximo de 80% a contribuição e por que não dizer, o peso, de custos operacionais no ciclo de vida de uma edificação comercial (OPEX), sendo muito importante que procedimentos sejam estabelecidos e seguidos e que metodologias e planos de medição e verificação sejam também implantados e seguidos.
Afinal, quem não monitora…..não gerencia!
Publicado em Artigos do Autor, Comentarios do Bloggeiro, Eficiência Energética, Uncategorized
Com a tag Ar Condicionado, Operação & Manutenção
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Números do mercado imobiliário seguem em queda
Fonte: Revista Infra – Mundo Facility
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Segundo indicadores ABRAINC-Fipe, esses são reflexos da crise econômica
Os Indicadores ABRAINC-Fipe, que trazem dados nacionais do mercado imobiliário, registraram o lançamento de 19.390 unidades no período de novembro de 2015 a janeiro de 2016, um recuo de 14,8% face ao mesmo período do ano anterior. Considerando o acumulado de 2016 (janeiro), os lançamentos totalizaram 1.697 unidades, volume 4,3% superior ao observado no primeiro mês de 2015.
As vendas somaram 24.293 unidades, uma queda de 16,6% na comparação com as vendas do mesmo trimestre no ano anterior. Esse patamar representa também diminuição de 21,8% frente ao que foi vendido no mesmo período de 2015.
Entre novembro de 2015 e janeiro 2016 foram entregues 27.869 unidades, recuo de 39,2% frente ao número de unidades entregues no mesmo período do ano anterior. No que se refere ao acumulado do mês de janeiro, as entregas somaram 7.366 unidades e tiveram recuo de 25,2% ao observado na mesma base de 2015.
Renato Ventura, vice-presidente executivo da ABRAINC, afirma que o acréscimo no número de unidades lançadas se concentra mais no segmento de moradias de baixa renda. “Ainda assim, todo o estudo mostra um cenário em que a instabilidade política tem atrapalhado muito o país, e como consequência, o mercado imobiliário, que necessita da confiança das pessoas na economia para tomar a decisão de compra”, afirma ele.
Os dados das 19 empresas participantes do estudo mostram também que o mercado disponibilizou 111.674 unidades para compra ao final de janeiro. No trimestre compreendido entre novembro/15 e janeiro/16 foi vendido o equivalente a 19,3% da oferta do período, percentual que representa uma queda de 3,5 pontos percentuais face ao observado no trimestre encerrado em janeiro de 2015. Com isso, estima-se que a oferta atual se esgotaria em cerca de 15,5 meses.
Distratos
O indicador de distratos revela que, no acumulado de 2016 (janeiro), o total de unidades distratadas foi de 2.804, número 26% inferior aos distratos observados em janeiro/2015. Já, entre novembro/15 e janeiro/16, foram distratadas 11.854 unidades, um aumento de 6,9% frente ao número absoluto de distratos no mesmo trimestre do ano anterior.
Se considerados os distratos como proporção das vendas por safra de lançamento, a taxa de distratos das unidades vendidas no primeiro trimestre de 2014 apresenta o índice mais elevado da série histórica: 15,7%.
“Quando os números de distratos de imóveis são comparados por safra, podemos fazer um acompanhamento desse indicador de forma mais consistente, já que o setor imobiliário é cíclico”, explica o vice-presidente executivo da ABRAINC.
Renato Ventura ressalta que o acréscimo de distratos, referente ao trimestre deste estudo comparado ao do período anterior, é explicado pela conjuntura desafiadora de nossa economia, a qual difere da anterior quando da aquisição do imóvel na planta foi efetuada. “No entanto, analisamos também queda no montante por safra, no comparativo de um ano ao outro, o que afirma a tendência de queda no número absoluto. A nova geração de compras enfrenta outro cenário”.
O estudo
Os Indicadores ABRAINC-Fipe são elaborados pela Fipe com informações de empresas ABRAINC que atuam em todo o país. O estudo, lançado em agosto, vem sendo construído pela Fipe desde janeiro de 2014, é o primeiro conjunto de indicadores do setor imobiliário obtidos nacionalmente.
Para a composição dos Indicadores são consideradas informações sobre lançamentos, vendas, entregas, oferta final, distratos e inadimplência do mercado primário de imóveis residenciais e comerciais. Divulgados mensalmente, os números são referentes ao último trimestre consolidado (novembro e dezembro/15 a janeiro/16).
Os dados que compõem os Indicadores são fornecidos à Fipe mensalmente pelas empresas associadas à Abrainc. Após compilar os dados, é feita cuidadosa verificação para garantir a consistência das informações e, se for o caso, as empresas são contatadas para eventuais ajustes ou validação. Em seguida, com os dados validados, os Indicadores Abrainc-Fipe são calculados e, posteriormente, disponibilizados.
Publicado em Artigos Diversos, Real Estate e Mercado Imobiliário
Com a tag ABRAINC-Fipe, Mercado Imobiliário & Negócios, Revista Infra
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RBM 5 KPI – Indicadores de Gestão da Manutenção Brasileira e de Facilities – Pesquisas em Andamento
Segue abaixo a chamada da REDE MANUTENÇÃO para as pesquisas em andamento:
Bom dia,
2016 é um ano de muitos e enormes desafios para as empresas brasileiras. Tempos duros mas também de aprendizado.
Ter a gestão na ponta dos dedos é hoje, mais que nunca na história deste país, uma questão de sobrevivência.
A RBM – Rede Brasileira de Manutenção segue em sua missão de buscar e disponibilizar informações fidedignas e úteis para a tomada de decisão de quem lida com a gestão de Indicadores no seu dia a dia.
Neste mês de Março estamos dando continuidade às pesquisas que são fundamentais para dar a nossos gestores as informações preciosas de posicionamento, de comparação, de tendências e de ajustamento em que as áreas de Manutenção e Facilities mais estão sendo pressionadas.
Responda a cada pesquisa abaixo e obtenha seu Relatório Flash na hora. O Relatório Completo lhe é entregue gratuitamente assim que a pesquisa é encerrada (o período de coleta de participações varia de 15 dias a 3 meses). É a forma que temos de agradecer e retribuir a quem nos ajuda a manter o maior banco de dados de Inteligência em Gestão da Manutenção e Facilities da América latina.
Os dados particulares informados são mantidos em absoluto sigilo, como sempre acontece desde 2009 quando começamos este trabalho.
As pesquisas que estão rodando são:
CUSTOS NA MANUTENÇÃO BRASILEIRA: https://custosnamanutencao2016.questionpro.com
TERCEIRIZAÇÃO NA MANUTENÇÃO: https://terceirizacao2016.questionpro.com
QUADRANTE MÁGICO DA MANUTENÇÃO: https://posicionamentodamanutencao.questionpro.com
PRÁTICAS DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA: https://praticasdepreventiva2016.questionpro.com
GRADE PARA PROFISSIONAIS DE FACILITIES: https://gradeprofissionaldefacilities.questionpro.com
Responda agora a cada uma das pesquisas e garanta seus relatórios gratuitos.
A pesquisa SALÁRIOS NA MANUTENÇÃO foi encerrada e tivemos mais de 3200 participações. Estamos fechando a compilação dos dados e o Relatório Completo será entregue aos participantes, de forma 100% gratuita, na segunda quinzena de abril.
Se tiver alguma sugestão de pesquisa que creia ser de interesse da comunidade, me envie e.mail com sua observação. Estamos sempre em busca de melhorias em nosso trabalho.
Aproveito este e.mail para lhe convidar a estreitarmos nossos contatos, informações e opiniões através dos artigos que publico periodicamente no meu Blog no www.manutencao.net e no Pulse do LinkedIn.
Desejo-lhe uma semana de muito trabalho, com grandes realizações.
Abraços
Paulo Walter
Publicado em Pesquisas
Com a tag Operação & Manutenção, Paulo Walter, Rede Brasileira de Manutenção
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Primeira resolução de reúso de água não potável
Fonte: Revista Infra – Mundo Facility
Acesse aqui a matéria em sua fonte.
Resolução deve ser aprovada nos próximos dias, segundo informações divulgadas no Fórum Água
O Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) realizou a primeira edição do Fórum Água 2016, para debater os principais desafios enfrentados pelo setor empresarial na gestão dos recursos hídricos e oportunidades. Durante o evento, Monica Porto, secretária adjunta de saneamento e recursos hídricos do estado de São Paulo, informou que nos próximos dias pode ser aprovada a primeira norma de reúso de água não potável em São Paulo. A resolução está sendo finalizada em nível técnico e tramitando entre as procuradorias jurídicas e as Secretaria da Saúde e do Meio Ambiente.
Marina Grossi, presidente do CEBDS, realizou a abertura do Fórum Água 2016. Dividido em três painéis, o evento realizado no Hotel Estamplaza, em São Paulo, discutiu infraestrutura verde, reúso e redução de perdas na distribuição, além do papel do setor financeiro na gestão hídrica das empresas.
Na sequência, Benedito Braga, presidente do Conselho Mundial da Água, falou sobre a importância da segurança hídrica. “Ela é fundamental para a segurança em todos as outras áreas: alimentar, energética, de saúde da população e assim sucessivamente. É uma questão que diz respeito à todas as pessoas. Precisamos estar bem articulados entre governo, empresas e sociedade civil”, afirmou Braga.
O primeiro painel “Infraestrutura verde: uma solução de múltiplos atores”, mediado pela jornalista Flávia Oliveira, comentarista da Globonews e colunista do jornal O Globo, contou com a participação de Simone Veltri, gerente de relações socioambientais da Ambev e presidente da Câmara Temática de Água do CEBDS, Antônio Félix Domingues, gerente geral de articulação e comunicação da Agência Nacional de Águas (ANA), e Samuel Barreto, gerente nacional de Água da The Nature Conservancy (TNC).
“Não tenho dúvidas que a abordagem de investir em infraestrutura verde é inovadora. A iniciativa demonstra que a água está sendo usada cada vez mais como recurso financeiro e não só natural, pelas empresas. A água faz parte do nosso negócio, é fundamental, há mais de 20 anos. Exatamente por ter esse peso, essa importância é que conseguimos reduzir mais de 40% do nosso consumo de água nas operações nos últimos 13 anos ”, disse Simone Veltri, em relação ao cenário do Brasil para o desenvolvimento de projetos de infraestrutura verde. Ela ainda completou que, por meio da CEBDS, as concorrentes tornam-se aliadas nesse processo: “Quando o trabalho é água, as empresas querem a mesma coisa. O mundo tem muito a ganhar e a sociedade principalmente”, disse.
Felix, concorda que prover uma oferta de ambiente melhor entre as empresas é uma iniciativa muito importante. Além disso, apontou também que é um grande desafio inserir projetos de infraestrutura verde, de uma forma contundente, na agenda do governo. Segundo ele é preciso chamar a atenção dos políticos para os prejuízos existentes, assim como convidar a sociedade para participar do debate. “É preciso agendar esse trabalho de água, de recuperação, de prevenção, na agenda dos políticos, nós temos que estar em todo lugar”.
Com o tema “Reúso e redução de perdas na distribuição: mais eficiência no setor de saneamento”, o segundo debate contou com a presença de Monica Porto, secretária adjunta de saneamento e recursos hídricos do estado de São Paulo, Lina Adani, gerente de controle de perdas e sistemas da SANASA, e Ruddi de Souza, diretor geral da Veolia Water Technologies.
Lina falou sobre o uso racional da água e o problema de legislação no Brasil. “Capacitação não custa caro, falta uma política traficaria adequada”. Já Monica Porto discutiu a questão do problema de localidade dos esgotos para reúso, além dos desafios vividos atualmente.
“O século XXI nos propõe um desafio enorme e muito diferente do que a gente já viveu até hoje. A questão da água passa a ser um pouco vulnerável e temos uma necessidade gigantesca de segurança hídrica”, afirmou Monica Porto. Ela também informou que, em breve, São Paulo deve aprovar a primeira norma de reúso de água não potável para uso em lavagem de carros, trens, ônibus, produção de concreto e etc. A resolução está finalizada em nível técnico e tramitando entre as procuradorias jurídicas e algumas secretarias.
De acordo com Souza, até pouco tempo a água era um recurso considerado infindável, que estava disponível e que podia ser usado com um custo relativamente barato de processamento, com tarifas vulneráveis. “Agora a população cresceu, o clima está mudando e as condições de água decaindo. Quando isso começa a afetar a disponibilidade de água para o usuário final a preocupação vem. A primeira iniciativa foi a interligação dos reservatórios, a gestão de todo esse complexo sistema de atendimento, pois não podemos continuar vivendo numa restrição eterna de consumo”, declarou.
Segundo Mario Pino, gerente de desenvolvimento sustentável da Braskem, o assunto é uma das preocupações da sociedade, em nível internacional. “Em alinhamento com o ODS 6, que visa garantir disponibilidade e manejo sustentável da água e saneamento para todos, surgiu o Movimento de redução de perdas de água na distribuição, iniciativa da rede brasileira do Pacto Global, liderado pelas empresas Sanasa e Braskem. O movimento visa mobilizar governo, empresas privadas e sociedade no processo de redução de perdas de águas na distribuição, que são em média da ordem de 40% no Brasil”, afirmou.
Para finalizar as apresentações, Gustavo Pimentel, diretor administrativo da SITAWI – Finanças do Bem, Maria Eugênia Taborda, gerente de sustentabilidade do banco Itaú, e Percy B. Soares Neto, coordenador da rede de recursos hídricos da Confederação Nacional da Indústria (CNI), participaram do último painel “Alavancando soluções mais eficientes no uso da água: o papel do setor financeiro”.
O tema água tem sido tratado no CEBDS de forma mais profunda há cerca de dois anos, tanto para poder levar a questão à Conferência do Clima – apresentando a relação entre mudança do clima e água, como também pela questão dos ODSs, visto que a água hoje está na pauta global, graças à crise hídrica de São Paulo.
“Começamos a perceber que as empresas tinham muito o que mostrar, como reúso de água, novas tecnologias, aproveitamento, e tem muito a compartilhar com governo brasileiro e com a sociedade”, concluiu Marina Grossi.
O Fórum Água é promovido pelo CEBDS em parceria com as empresas Ambev, Brasken e Veolia.
Publicado em Brasil, Leis, Sustentabilidade
Com a tag Água de Reuso, CEDBS, Fórum Água 2016
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