Expo Arquitetura Sustentável 2017 exibe inovações, soluções sustentáveis e conteúdo relevante para toda cadeia da construção

Fonte: O Estado de S. Paulo

Por: Dino – Divulgador de Notícias

Acesse aqui a matéria em sua fonte.

Após o sucesso das edições anteriores, a Reed Exhibitions Alcantara Machado apresenta a 3ª edição da Expo Arquitetura Sustentável, mostra de negócios mais democrática do setor da construção e arquitetura sustentável no Brasil. O evento, que acontece de 04 a 07 de abril de 2017, no São Paulo Expo, simultaneamente à Feicon Batimat, maior referência em arquitetura e construção civil para a América Latina, proporciona experiências ao abranger inovações, soluções de sustentabilidade e conteúdo relevante.

O mercado de construção sustentável cresce com rapidez, atendendo às demandas por novas soluções de desenvolvimento sustentável. A construção civil, importante segmento para a consolidação de conceitos de sustentabilidade na sociedade, encontra na Expo Arquitetura Sustentável mostra que reúne todos os modelos de certificações do mercado, integrando toda a cadeia industrial da construção.

“Entendemos que formas de construção sustentáveis devem ser cada vez mais incorporadas aos canteiros de obras. Tivemos uma crise hídrica em São Paulo recentemente. No final de 2015, assistimos a assinatura do Acordo de Paris, uma nova agenda referente as mudanças climáticas. A Expo Arquitetura Sustentável tem esse papel no Brasil, trazer novas formas de construção sustentável. Focando em conhecimentos, produtos e soluções para melhor utilização dos recursos hídricos, em tecnologias fotovoltaica e até mesmo com o reaproveitamento de detritos da construção civil”, comenta Paulo Octávio, Vice-Presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, organizadora do evento.

Durante a Expo Arquitetura Sustentável, o Fórum de Construção e Arquitetura Sustentável e a Alameda das Certificações trarão ao público tendências e conhecimento aprofundado sobre os impactos da sustentabilidade para a construção e toda sociedade. São espaços específicos para visitantes e profissionais que queiram compartilhar e aprofundar todo conhecimento técnico de sustentabilidade.

“Pretendemos com o Fórum de Construção e Arquitetura Sustentável compartilhar conhecimento e ressaltar a importância da sustentabilidade para gerações atuais e futuras. E o segmento da construção e arquitetura tem papel fundamental nisso, pois é parte integrante da sociedade, seja na questão de infraestrutura ou de empreendimentos residenciais e corporativos”, revela Alexandre Brown, diretor da Expo Arquitetura Sustentável.

Na Alameda das Certificações, o visitante tem a oportunidade de conhecer de perto quais as exigências para conquistar a certificação e toda contribuição que lhes dá. “Mais do que cumprir normas e exigências, as certificações são fundamentais para redução de gastos, além de contribuir para reduzir o impacto ambiental da obra“, revela Brown.

O conselho consultivo reforça a credibilidade do evento, com presença de renomados executivos:

Miriam Addor – Presidente da AsBEA (Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura).

Guinter Parschalk – Membro de diferentes organizações de classe, como AsBEA, AsBAI (Associação Brasileira de Arquitetos de Iluminação), IALD (International Association of Lighting Designers) e CBCS (Conselho Brasileiro de Construção Sustentável).

Lourdes Cristina Delmonte Printes – Sócia proprietária e Diretora técnica da LCP Engenharia e Construções Ltda e da LP Engenharia e Consultoria AS.

Maria Luiza Salomé – Diretora Titular Adjunta do DECONCIC ? FIESP, coordena Certificação de Sistemas Evolutivo SIAC – PBQP-H pela Fundação Vanzolini. Consultora Técnica da ANFACER, atua como auditora de Sistemas NBR ISO 9001, Siac, Processo AQUA (alta qualidade ambiental) e de Produto.

Marcos Casado – Diretor Técnico e Comercial na Sustentech Desenvolvimento Sustentável, empresa com cerca de 200 projetos em certificação LEED, AQUA e PROCEL.

Luiz Henrique Ferreira – engenheiro civil com pós-graduação em estratégias para negócios sustentáveis e gestão de empresas inovadoras pelo MIT. Também é fundador do Instituto Casa AQUA e sócio da Inovatech Engenharia.

Mônica Therezinha Bartiê Rossi – Coordenadora e Professora de Pós-Graduação do Senac, Assessora executiva CDHU

Alan Banas – jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo. Atualmente é diretor executivo e Publisher da Editora Nova Gestão e da Revista Green Building.

Nélson Baptista – Consultor da ABRAVA.

Serviço:

3ª Expo Arquitetura Sustentável

Data: entre 04 a 07 de abril de 2017

Horário: terça a sexta das 11h às 20h

Local: São Paulo Expo ? São Paulo/SP ? Brasil

Endereço: Rod. Imigrantes Km1,5 s/n

Informações: www.expoarquiteturasustentavel.com.br

Website: http://www.expoarquiteturasustentavel.com.br

Publicado em Exposições, Feiras, Sustentabilidade | Com a tag , , | Deixe um comentário

Referência mundial em arquitetura verde

Fonte: Procel Info

Por: Tiago Reis

Acesse aqui a matéria em sua fonte.

Inaugurado há pouco mais de um ano, o Museu do Amanhã conquistou nesta quinta-feira (16/03), em Cannes, na França, o prêmio internacional Mipim (Mercado Internacional dos Profissionais Imobiliários), na categoria Construção Verde mais Inovadora. Símbolo da revitalização da região portuária do Rio de Janeiro, a edificação brasileira venceu na final concorrentes como a sede da Siemens, na Alemanha, o edifício residencial 119 Ebury Street, em Londres, no Reino Unido, e a fábrica de bioenergia Värtan, em Estocolmo, capital da Suécia. O Mipim é considerado a principal premiação do setor de projetos imobiliários do mundo.

Idealizado pela prefeitura do Rio de Janeiro em parceria com a Fundação Roberto Marinho e o Banco Santander, o espaço conta com uma estrutura inovadora e revolucionária para esse tipo de construção no Brasil. Projetado pelo renomado arquiteto espanhol Santiago Calatrava, o museu carioca conta com uma série de recursos sustentáveis, como a geração própria de energia elétrica, por meio de placas solares fotovoltaicas, e a utilização de água da Baía de Guanabara no sistema de refrigeração. A sustentabilidade é uma marca do Museu do Amanhã que desde as fases iniciais de projeto se preocupou em ser uma edificação ambientalmente correta.

Diretor presidente do Museu do Amanhã, Ricardo Piquet, destaca que a conquista do Mipim mostra que o trabalho realizado em defesa da sustentabilidade não permanece apenas nas exposições, mas também na arquitetura do prédio e nas atitudes de todos que trabalham no local. Ele destaca que esse prêmio confirma que todas as atitudes adotadas pelo museu estão no caminho certo.

“Estamos muito felizes por mais este reconhecimento. A premiação coroa um esforço constante do Museu do Amanhã em aliar inovação e sustentabilidade. Além de incentivar a discussão sobre assuntos como utilização da energia solar e a recuperação da Baía de Guanabara no nosso dia a dia, a intenção desde o início era incorporar esses temas ao próprio edifício. O resultado mostra que estamos no caminho certo“, comemora Ricardo Piquet.

O Mipim não foi o primeiro prêmio conquistado pelo museu. Em 2016, o espaço venceu o prêmio Leading Culture Destinations Awards, que é considerado o “Oscar dos Museus”, na categoria “Melhor Novo Museu do Ano”. O Amanhã também foi premiado com uma medalha de ouro e duas de bronze no International Design & Communication Awards (IDCA), no Canadá. No ano passado, a construção também foi o primeiro museu brasileiro a receber a certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design ou Liderança em Energia e Projeto Ambiental, em português), concedida pelo Green Building Council, na categoria Ouro, o segundo mais alto nível de classificação do selo.

“Depois de termos conquistado, em 2016, o selo ouro na certificação LEED, este é mais um reconhecimento desse trabalho feito a muitas mãos, que fortalece no país a cultura de práticas sustentáveis de construção. Agradeço a todos que participaram dessa conquista e especialmente à Casa do Futuro, pela busca pela excelência na sustentabilidade. E, especialmente, a cada visitante do Museu do Amanhã que, ao viver a experiência deste museu, tem nos ajudado a projetar uma ponte da cidade com o mundo, e do mundo com seu próprio amanhã”, ressalta o secretário-geral da Fundação Roberto Marinho, Hugo Barreto.

O Prêmio Mipim é uma competição internacional, criada em 1991, que anualmente seleciona os principais e mais importantes projetos já construídos ou em fase de construção em todo o mundo. A premiação é realizada durante a feira Mipim, considerado o maior evento internacional do mercado.

Economia de água e energia são destaques no Amanhã

O Museu do Amanhã possui uma série de requisitos para potencializar a economia de água e energia em sua operação. Todas as medidas, desde o projeto, passando pela construção e funcionamento, foram tomadas para que o espaço tivesse o menor impacto ambiental possível. Segundo Piquet, o museu tem um Plano de Medições e Verificações que privilegia a entrada de luz natural e conta com sistemas de climatização e iluminação de baixo consumo que permitem um consumo de energia 50% menor em comparação com uma estrutura convencional. Além disso, na cobertura existem 48 conjuntos de asas móveis metálicas, que somadas aos 5. 492 painéis fotovoltaicos, se movimentam de acordo com a trajetória do sol produzindo energia. Com a captação de energia potencializada dessa forma, explica o diretor, o sistema é capaz de suprir até 9% do consumo energético do edifício. O conjunto dessas soluções permitem uma economia de cerca de 2.400 megawatts-hora (MWh) de energia elétrica, o suficiente para abastecer 1.200 residências.

Em relação ao uso da água, por ano, são economizados 9,6 milhões de litros. Essa economia é proveniente do reúso da água utilizada em lavatórios, chuveiros e do sistema de ar-condicionado, bem como a água das chuvas recolhida por um sistema de calhas. O museu também conta com uma tecnologia inovadora que usa a água captada da Baía da Guanabara para abastecer os espelhos d’agua e operar o sistema de climatização. Depois de passar por um processo de filtragem de resíduos sólidos, água mais fria do mar, por meio da troca de calor, é utilizada no sistema de climatização reduzindo a demanda de energia e de água tratada. Após o uso no museu, a água, que foi retirada poluída no mar, é devolvida mais limpa ao meio ambiente.

Com mais de 1,5 milhão de visitantes desde a inauguração o Amanhã é, atualmente, o museu mais visitado do Brasil. Para Piquet, a temática da sustentabilidade já faz parte do cotidiano das pessoas e esse grande público mostra que o público tem uma preocupação cada vez maior com o futuro e consequentemente com o meio ambiente.

“O museu convida o visitante a pensar o conceito de sustentabilidade com base em suas próprias experiências cotidianas o que traz para a o estilo de vida de cada um os grandes desafios para frear o colapso do planeta Terra”, conclui o diretor.

Publicado em Artigos Diversos, Eficiência Energética, Sustentabilidade | Com a tag , , , , | Deixe um comentário

Prédios corporativos investem cada vez mais em eficiência energética nos centros urbanos

Fonte: EcoDesenvolvimento

Acesse aqui o artigo em sua fonte.

O mundo começa a se dar conta de que é preciso fazer algo para conter alguns dos problemas causados pelos seres humanos ao planeta e tornar seu habitat mais sustentável. Desenvolver é preciso, mas sem comprometer as futuras gerações e sem esgotar os recursos. E uma das formas encontradas pelo homem foi investir em projetos de eficiência energética, capazes de reduzir a emissão de gases do efeito estufa (GEE) e o consumo de energia.

Centro Empresarial Castelo Branco

É fato que os centros urbanos consomem a maior parte da energia produzida no mundo. De acordo com estudo feito pelo Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS), os edifícios representam uma das principais fontes de consumo de energia, internacionalmente e no Brasil, e são parcialmente responsáveis pelo alto crescimento em consumo energético e emissões de CO2. Já segundo o WRI Cidades Sustentáveis, organização de pesquisa parceira da ONU em iniciativas ligadas a desenvolvimento urbano e sustentabilidade, daqui a uma década e meia, mais ou menos, quase dois terços da população mundial viverão em cidades e, com isso, o consumo de energia deve crescer 33%, provocando, consequentemente, o aumento da emissão de GEE.

Pensando neste quadro mundial preocupante, em abril de 2016, 195 países que integram o UNFCCC (United Nations Framework Convention on Climate Change) – dentre os quais, o Brasil – aprovaram o Acordo de Paris, para reduzir emissões de GEE no contexto do desenvolvimento sustentável. No entanto, bem antes do Acordo de Paris, o Brasil já vinha adotando algumas medidas nessa direção.

Em 2001, o racionamento de energia foi o marco para a promulgação da chamada Lei de Eficiência Energética, que dispõe sobre a Política Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia. Ela foi regulamentada pelo Decreto nº 4059, em dezembro de 2001, que estabeleceu que deveriam ser criados parâmetros referenciais para a eficiência energética em edificações, com “indicadores técnicos e regulamentação específica” para estabelecer a obrigatoriedade dos níveis de eficiência no país.

É fato que construir estruturas eficientes energeticamente é uma das formas mais rentáveis de uma cidade reduzir as emissões de gases de efeito estufa e ainda contribuir para a economia. Este é um dado comprovado pelo WRI, que concluiu em suas pesquisas que para cada um dólar investido, dois dólares são economizados em novos custos de geração e distribuição de energia elétrica.

Follow Energy

Neste somatório de ações em direção a um mundo consciente que consome menos energia, vários prédios corporativos tomaram a iniciativa de adotar sistemas que tornem as edificações mais eficientes em relação ao uso de recursos energéticos. Uma ferramenta que vem sendo bastante utilizada em prédios comerciais e corporativos é o Follow Energy, sistema que faz a gestão e o monitoramento do consumo de energia, água e gás, de uma forma prática, com dados e relatórios que ficam armazenados na “nuvem”, e que são acessíveis ao cliente até por meio do smartphone.

“Vemos no mundo todo empresas implantando projetos sustentáveis e que garantam a eficiência de suas instalações. O Follow Energy se encaixa neste processo ao monitorar e trazer dados e informações relevantes para a gestão, e ao permitir que sejam identificadas oportunidades para o uso eficiente dos recursos”, explica Michael Belém, consultor comercial da ACS, empresa que comercializa o sistema no Brasil e no exterior.

Segundo o gerente comercial da ACS, Alexander Dabkiewicz, só na cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, são mais de 30 prédios comerciais fazendo uso do sistema. “Além permitir a gestão, o sistema também auxilia o administrador na operação do condomínio, como por exemplo, ao monitorar o consumo de água e alertar sobre vazamentos, supervisionando nível de reservatórios para garantir o abastecimento de água no prédio, e até alertando sobre falta de energia e possíveis falhas no acionamento de um grupo gerador” complementa Alexander.

Centro Empresarial Castello Branco, no Rio: redução de custos e rateio

Uma das edificações fluminenses que faz uso do Follow Energy é o Centro Empresarial Castello Branco (foto à esq.), com 31 andares, localizado em uma das principais avenidas do Centro do Rio de Janeiro. O edifício abriga desde agências bancárias e empresas do ramo energético e petrolífero até o Teatro Nelson Rodrigues. Um dos maiores gastos do Centro Empresarial é com energia elétrica e, como na maioria dos prédios corporativos, os sistemas de ar condicionado representam grande parcela deste consumo.

“O objetivo com a implantação da ferramenta de monitoramento de energia era adquirirmos rapidez e acuidade no levantamento de dados sobre o consumo de energia elétrica”, diz José Ayres Fortes Bustamante Filho, gerente de Manutenção Predial do Centro Empresarial Castello Branco.

Através da ferramenta, segundo conta José Fortes, o edifício conseguiu alcançar seu objetivo e reduzir bastante o consumo elétrico. “Vale a pena investir em um sistema de gestão de energia. O valor mensal pago, que é baixo, compensa o que se gastaria em luz. Além disso, a cobrança do rateio de energia entre os locatários ficou mais rápida e com menos erros’”, declara o gerente de manutenção.

Edifício Birmann 21, em São Paulo: gestão sustentável e inteligente

Na capital paulista, outro condomínio corporativo que faz uso do Follow Energy e vem dando exemplo de consumo consciente de energia é o Edifício Birmann 21, em Pinheiros, usuário do Follow Energy e detentor do selo Leed (Leadership in Energy and Environmental Design). A certificação é dada para os “green buildings” ou edifícios verdes, e atesta que o edifício atende a padrões internacionais em gestão de sustentabilidade, como, por exemplo, eficiência energética e otimização de consumo de água.

O Birmann 21, que até final de 2013 ficou alugado exclusivamente para uma empresa, hoje divide seus 26 andares com diversas companhias. Este processo de transição de prédio “monousuário” para “multiusuário”, assim como um novo conceito de gestão do empreendimento, levou a nova administradora, a Cushman & Wakefield, a procurar um sistema que a auxiliasse no controle e gerenciamento dos recursos de água e luz.

“Não seria possível fazer uma gestão sustentável e inteligente de condomínio sem este sistema. Fica inviável controlar as despesas, fazer o rateio e promover um plano de redução de consumo de água e energia sem ele. Realmente temos que concordar com a seguinte frase: ‘não se pode mensurar o que não se controla’”, declara Emerson Melo, property management da Cushman & Wakefield, ŕesponsável pela administração do Edifício Birmann 21.

De acordo o gerente do edifício, por meio dos dados de controle fornecidos pela ferramenta, foi possível montar um plano de gestão para redução dos gastos, uma vez que é possível realizar o mapeamento dos principais pontos de consumo.

“Também temos um painel de monitoramento na administração, onde visualizamos as principais informações do Follow, e analisamos os dados diariamente em busca de alguma distorção”.

Uma das ações recentes foi a possibilidade de identificar os reais consumos do sistema de ar condicionado, otimizando seu uso e proporcionando um rateio de forma correta a todos os locatários. Frente às análises e plano de ação já implantados, Emerson considera que houve uma redução de 15% a 20% no consumo de energia elétrica do condomínio.

Publicado em Artigos Diversos, Eficiência Energética, Facility Management, Sustentabilidade | Com a tag , , , , | Deixe um comentário

Atenção Salvador / BA- Participe do 5º Seminário de Qualidade do Ar de Interiores

Vejam abaixo os eventos em 2017 que envolvem não somente o segmento de AVAC-R, como também os de manutenção e operação, gestão de empreendimentos e facility management.

Ao público de Salvador e região, clique aqui para acessar o site com mais informações.

Participe dos melhores eventos do setor HVAC R_Página

 

Publicado em Cursos & Seminarios / Congressos, Eficiência Energética, Entidades & Associações, Normas Técnicas, Novas Tecnologias, Palestras | Com a tag , , , , , | Deixe um comentário

ABRAFAC lembra aos interessados que o prazo de inscrições

Já estão abertas as inscrições para o Prêmio ABRAFAC – Melhores do Ano, uma tradicional premiação que coroa os melhores trabalhos e atuações em nosso setor (Facility Management), assim como em suas modalidades de serviços relacionadas.

Apesar de não termos no Brasil a cultura de inscrever trabalhos em congressos e premiações em uma quantidade mais significativa, ressaltamos a importância para o profissional e para o crescimento do setor o compartilhamento destas experiências vivenciadas e sucessos obtidos.

Não deixe de inscrever o seu trabalho!! Promova-se e compartilhe o seu conhecimento com o mercado brasileiro!

Clique aqui para acessar o site do prêmio ou clique na figura abaixo.

Premio ABRAFAC 2017

 

 

 

Publicado em Entidades & Associações, Facility Management, Premiação, Premiações | Com a tag , , | Deixe um comentário

ABRAFAC se associa ao programa AASA da ASHRAE

Criado em 1962, o programa AASA (ASHRAE Associate Society Alliance) tem como seu principal objetivo a difusão do conhecimento e a troca de experiências com o engajamento de outras sólidas instituições ao redor do mundo, que atuem em segmentos relacionados a engenharia e às matérias sob o domínio da ASHRAE.

A ABRAFAC – Associação Brasileira de Facilities reúne hoje no Brasil profissionais e empresas que atuam em diferentes operações e segmentos, também focados na obtenção de um melhor desempenho em sistemas e edificações, incluindo as áreas de tecnologia sob o domínio técnico da ASHRAE.

O convite para a nossa associação foi efetuado ainda no final de 2016, através do interface da ASHRAE no Brasil para questões relacionadas ao AASA. A efetivação de nossa associação ocorreu durante a última Conferência de Inverno da ASHRAE, realizada em Las Vegas durante o último mês de janeiro, com a aprovação concedida pelo Comitê Executivo.

Como resultado desta nova Aliança, a ABRAFAC e a ASHRAE iniciarão já em 2017 o compartilhamento de experiências e ações no Brasil, unindo as nossas forças com as demais importantes instituições que já integram este programa em nossa região:

  • ABRAVA – Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento
  • ASBRAV – Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação
  • SBCC – Sociedade Brasileira de Controle de Contaminação

Parceria ASHRAE

Publicado em Brasil, Entidades & Associações, Facility Management | Com a tag , , , | Deixe um comentário

ABRAFAC e USF divulgam a abertura da 1a turma do Curso de Extensão Universitária em Gestão de Facilidades à ser ministrado em Campinas

Iniciou nesta segunda-feira a divulgação do edital emitido pela USF – Universidade São Francisco, com campus nas cidades de Campinas (2), Bragança Paulista e Itatiba, convocando todos os interessados em participar de sua primeira turma do Curso de Extensão Universitária em Gestão de Facilidades.

Conforme poderá ser visto no edital (vide link abaixo), as aulas acontecerão aos sábados, com frequencia quinzenal, na Unidade USF do Cambuí em Campinas.

Clique aqui ou na figura abaixo para acessar o site do Edital e efetuar a sua inscrição.

USF FM Campinas 2017

 

Trata-se de uma iniciativa da ABRAFAC – Associação Brasileira de Facilities, em parceria com a USF – Universidade São Francisco, através de seu comitê interno de educação e com o objetivo de ampliar a difusão do conhecimento e melhorar a formação de jovens em nosso mercado.

Como docentes nesta primeira turma, o curso contará com a participação de vários ícones do mercado em seus respectivos segmentos, sendo um dos principais objetivos levar a abordagem prática do mercado para dentro da sala de aula.

As inscrições estão abertas e mais informações poderão ser obtidas no site acima.

Publicado em Cursos & Seminarios / Congressos, Facility Management | Com a tag , , , , , | Deixe um comentário

Coordenação de Projetos – vejam abaixo o ótimo post criado por Luiz Henrique Ceotto sobre o tema. Vale a pena a leitura!!

Por: Luiz Henrique Ceotto 

(clique sobre o nome para acessar o perfil do Ceotto no facebook, onde o post foi divulgado)

A coordenação de projetos deve ser exercida por profissional qualificado

Muitas empresas e gerentes ainda vêem os processos de coordenação de projetos com conceitos superados e limitados. Algo limitado ao simples agendamento de reuniões técnicas semanais e a cobrança do que ficou combinado. O trabalho é deixado para ser feito nas próprias reuniões onde participam muitos profissionais que nada tem a ver com o assunto, tornando-as longas e enfadonhas, com muita perda de tempo e foco de todos os envolvidos.

Decisões são tomadas sem o envolvimento de quem realmente tem o poder de decisão e são frequentemente invalidadas após muita atividade improdutiva. Essa ineficiência é muito mais comum do que se imagina e muitos profissionais têm dificuldades de encontrar uma saída.

A solução está em considerar o processo de gestão de projetos de forma mais abrangente e organizada. Esse processo tem que ser estruturado levando-se em conta que dois importantes fluxos acontecem em qualquer processo gerencial: o fluxo de informações e o fluxo de decisão. Existem várias possibilidades de solução, muitas vezes criando-se instrumentos simples e tendo um mínimo de disciplina é possível se obter excelentes resultados. Alguns instrumentos são sugeridos a seguir e são unanimidade entre os mais experientes gerentes de projeto:

1- Instrumentos básicos de coordenação de projetos: são instrumentos que devem ser elaborados e padronizados de forma a evitar perdas de tempo com atividades burocráticas que não agregam valor. Desses, os mais importantes são os escopos de cada projeto e os contratos com projetistas. Ambos são documentos que variam muito pouco na relação entre projetistas e incorporadores/construtores e já estão bastante discutidos e disponibilizados pelas associações de projetistas, SECOVI e SINDUSCON. Cada empresa contratante deveria ter seu escopo de projeto e seu contrato padrão previamente definidos e discutidos com seus projetistas, afinal, como existe uma grande fidelização entre projetistas e contratantes, não tem sentido discutir esses assuntos no início de cada novo projeto. Somente o custo e os prazos dos serviços deveriam ser pautados para discussão.

2- Autoridade do coordenador: é fundamental que o coordenador tenha autoridade junto aos projetistas de aceitar ou rejeitar a entrega de qualquer etapa e consequentemente, autorizar ou reter o seu respectivo pagamento. Se feitos diretamente pela empresa contratante (incorporadora ou construtora), a revelia do gerente de projetos, desautorizam-no com conseqüências nocivas no prazo e na qualidade dos trabalhos.

3- Manual de diretrizes: deve especificar de forma explicita as premissas que os projetistas deverão usar no projeto, nas diversas matérias envolvidas e representa a experiência das empresas incorporadora e construtora em empreendimentos anteriores, aplicáveis ao projeto em questão.

4- Matriz de responsabilidade: é um documento que contempla de forma explícita todas as fases de projeto, seus produtos e a responsabilidade de cada um dos envolvidos. Evita que haja superposição ou indefinição de responsabilidades, erro muito comum nesse processo gerencial, deixando de forma clara quem participa quem decide e o que precisa ser entregue em cada etapa.

5- Fluxo de atividades: é um instrumento que define de forma geral o fluxo de atividades contido na matriz de responsabilidades, suas precedências e os prazos esperados. Não deve ser demasiadamente detalhado, pois pode fazer a coordenação de projetos se perder num cipoal de atividades menores perdendo o foco no essencial. Esse fluxo deve ser permanentemente revisado e é um importante instrumento para se avaliar o impacto do atraso de uma atividade no restante das etapas de projeto ou mesmo no seu término. Serve também como instrumento de entendimento da relação cliente-fornecedor interno de toda a cadeia de valor do projeto.

6- Validações (“milestones”): são reuniões formais que validam o conteúdo e as decisões de uma fase de projeto de forma que, ao se passar para uma fase subsequente, não se corra o risco de se voltar atrás em definições tomadas. Esse é um importante fator de atraso onde muitas vezes decisões são tomadas por quem não tem a autoridade necessária para tal.

7- Reuniões de coordenação de projetos: devem ser poucas, específicas e voltadas para decisões que envolvam três ou mais matérias simultaneamente. Devem participar somente os envolvidos, serem curtas, terem atas das decisões tomadas e, acima de tudo, muito claras e resumidas. Os projetistas devem ser estimulados e cobrados para fazerem reuniões de entendimento entre si antecipadamente, sem a necessária presença do coordenador, de forma a trazerem propostas de solução já compatibilizadas, deixando para a reunião somente as decisões necessárias. A não observância desse item tem feito muitos projetistas deixarem para trabalhar interfaces somente nas reuniões, tornando-as improdutivas, demoradas e muitas vezes indecisas.

8- Acompanhamento contínuo do custo das decisões de projeto: esse é o item mais importante do processo da coordenação de projetos e evita sustos tardios onde um empreendimento ultrapassa o valor previamente estipulado nos estudos de viabilidade. Esse item requer estimativas de custo constantes mesmo em fases iniciais de concepção. O custo esperado em cada subsistema da obra deve ser informado previamente aos projetistas como premissa de projeto e contemplados formalmente nos documentos de diretrizes. Devem ser avaliadas o custo de todas as decisões de arquitetura e de engenharia, seu impacto na construtibilidade e no orçamento final do empreendimento.

9- Check-List: todo gerente de projeto deve se munir de um instrumento detalhado de verificação antes de liberar uma etapa de projeto para a respectiva validação. Deve contemplar itens de verificação de diretrizes, das principais interferências entre subsistemas, das normas técnicas e levar em conta também os principais erros que aconteceram no passado. Esse check-list deve ser atualizado após cada projeto onde novos itens poderão ser incorporados ou suprimidos em função de sua maior ou menor ocorrência. Nesse ponto, muitas empresas estão adotando o check-list feito por um projetista de mesma matéria, também conhecido por “peer-review” (revisão por um par). Um profissional que num empreendimento é o projetista pode ser “peer-review” em outro, alternando sucessivamente seu tipo de participação. Com um pequeno acréscimo no custo dos projetos é possível se ter uma verificação bastante especializada evitando-se erros importantes que ponham em risco o sucesso de um empreendimento.

10- Avaliação dos projetistas e do coordenador: no final de cada etapa do projeto os projetistas devem ser avaliados em relação às principais expectativas do contratante. Essa avaliação deve ser conduzida pelo coordenador com a presença do contratante e devem ser avaliados itens como presteza dos serviços, proativade na solução dos problemas, interação com os outros projetistas, cumprimento de prazos, qualidade na apresentação dos projetos e especificações, etc. Esse é um dos principais instrumentos de melhoria contínua do nível dos projetistas e que infelizmente, tem sido pouco usado pelas empresas contratantes.

11- Experiência do coordenador: A coordenação de projetos deve também ser exercida por profissional qualificado e esse é um ponto que as empresas contratantes devem ter máximo cuidado. A atividade de coordenação é muitas vezes terceirizada sem o devido cuidado e muito mal remunerada. É comum se confundir erradamente a elaboração do projeto executivo de arquitetura e da compatibilização entre os projetos como a da própria coordenação. Embora importantes, essas duas atividades são partes do processo de coordenação e não podem ser confundidas com o escopo da coordenação em si. O gerente deve ter um bom conhecimento do processo construtivo adotado e ter experiência de obra.

Entretanto, por melhor que sejam os gerentes, projetistas, consultores e o processo de coordenação, tudo pode dar errado se o incorporador não souber o que quer e os objetivos a serem atingidos.

Publicado em Artigos Tecnicos, Qualidade | Com a tag , , , | Deixe um comentário

Maturidade profissional não está ligada à idade

Fonte: Catho – Carreira e Sucesso

Acesse aqui a matéria em sua fonte.

Já não é novidade que, no contexto corporativo, as pessoas são julgadas e avaliadas muitas vezes mais pelo lado comportamental do que pelo técnico. E uma grande parcela das atitudes e postura dos profissionais é relacionada à maturidade, que não necessariamente está ligada ao tempo atuando em uma empresa ou no mercado como um todo.

“A experiência profissional contribui para a maturidade, mas não tem uma relação direta. Tanto que hoje existem profissionais muito jovens, de 20 a 25 anos, com responsabilidades de gestão e nível de comprometimento grande com as empresas onde atuam”, relata Mariana Almeida, gerente de RH da Mega Sistemas Corporativos.

Pessoas com baixa maturidade passam uma imagem para a empresa que pouco contribui para seu crescimento – cargos de gestão ou de tomadas de decisão, por exemplo, acabam ficando mais distantes.

“As mentiras, comportamentos infantilizados, egocentrismo, falta de foco, extrema competitividade em atividades que não são essência do trabalho e brincadeiras inapropriadas no ambiente de trabalho são algumas das características associadas à baixa maturidade profissional”, aponta Henrique Veloso, especialista em gestão de pessoas.

A imaturidade pode fazer com que o profissional se acomode demais na empresa, e permaneça por muito tempo estagnado em determinada função, mas também pode provocar a instabilidade do indivíduo, fazendo com que mude de emprego constantemente.  “Não encarar os problemas de frente e fugir das responsabilidades não colabora nem um pouco com o desenvolvimento profissional, que é consequência da imaturidade”,  conta Mariana.

Como atingir a maturidade

Ser autocrítico é fundamental para encontrar uma postura equilibrada e madura perante o contexto da organização onde atua. A inteligência e o controle emocional bem desenvolvidos são o espelho de um profissional maduro, e saber driblar e superar situações de pressão, cobrança e de conflitos é prova de que o sujeito é bem preparado.

Uma postura madura geralmente contagia e engaja os colegas de equipe, e leva, muitas vezes, o profissional a caminho de um cargo de liderança – a empresa geralmente valoriza e enxerga a maturidade de um funcionário, e abre espaço para que se desenvolva como gestor.

“Ser maduro profissionalmente permite saber lidar com as diferenças entre os indivíduos, saber se comunicar melhor, ou seja, dar e receber feedbacks sobre o trabalho, trabalhar em equipe, reconhecer falhas e aprender com elas. A maturidade também colabora para encarar situações desconhecidas e de pressão, permitindo lidar melhor com o estresse ocupacional”, opina Veloso.

Publicado em Artigos Diversos, Recolocação Profissional | Com a tag , , | Deixe um comentário

Eficiência energética para atender a demanda de consumo de energia

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

Por: Heverton Bacca Sanches, com Antonio Cesar Germano Martins, Fernando Pinhabel Marafão, Flávio Alessandro Serrão Gonçalves e Helmo Kelis Morales Paredes*

Acesse aqui a matéria em sua fonte.

O Brasil por meio do Ministério de Minas e Energia, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e outros, conhece as características e números do consumo energético nos seus setores residencial, predial público e comercial, industrial e de transportes. Porém, necessita de ações mais efetivas para melhorar a eficiência energética e, consequentemente, aproximar a produção com a demanda, sem os vultosos investimentos necessários para se construir grandes instalações de produção de energia.

No Brasil, segundo o relatório Resultados Procel 2015, a economia de energia, em 2014, foi de 10,517 bilhões de kWh, alcançando a marca de 2,2% de todo o consumo nacional de energia elétrica no período. Isto equivale ao consumo de energia anual de aproximadamente 5,25 milhões de residências brasileiras, ou 1,425 milhão de toneladas equivalentes de dióxido de carbono. Isso corresponde às emissões proporcionadas por 489 mil veículos durante um ano ou ainda a energia fornecida por uma usina hidrelétrica com capacidade de 2.522 MW. Como comparação, a Usina Hidroelétrica de Paulo Afonso IV no rio São Francisco possui uma capacidade instalada de 2.460 MW.

Considerando o clima e a localização privilegiada do Brasil, o estímulo ao uso de sistemas solares poderia ajudar significativamente na diminuição do consumo de energia elétrica no aquecimento de água. Além disto, seria interessante seguir a tendência mundial de crescimento no uso de sistemas de mini e microgeração de energia distribuída, em especial às fotovoltaicas.

Sugerir o uso de sistemas de controle da iluminação com melhor aproveitamento da iluminação natural, automação por meio de sensores de iluminação e dimerização, e principalmente a troca das instalações para a tecnologia Light Emission Diode (LED) podem levar a ótimos resultados, não só nas residências como nos prédios comerciais, públicos e até mesmo nas indústrias.

Projetos arquitetônicos com melhor circulação ou aproveitamento do ar natural, áreas verdes em telhados e nos arredores das construções, isolamento térmico, sistemas de climatização mais eficientes com variação de velocidade (tecnologia inverter), bem como o estudo e implementação de sistemas de troca de calor, podem ajudar na melhora da eficiência no quesito condicionamento de ar.

Na indústria percebe-se que ainda existem oportunidades principalmente nos sistemas motrizes, ou seja, pela utilização de motores elétricos com maior rendimento, cálculo mais adequado das cargas que esses motores acionam e a utilização de inversores de frequência e soft-starters, por exemplo.

No setor de transportes, o Brasil adotou políticas de estímulo ao desenvolvimento da eficiência dos veículos novos por Ciclo Otto e da tecnologia Flexfuel que permite o uso de gasolina ou álcool no mesmo motor. Porém, é importante iniciar um projeto de estímulo ao desenvolvimento e adoção de veículos híbridos e elétricos, principalmente pelo fato dos números do transporte individual serem elevados no país. Além disto, deve-se trabalhar no sentido de se incentivar o uso de transportes coletivos. É importante ainda que o país estimule o desenvolvimento dos modais hidroviários e ferroviários, não só para o transporte coletivo, mas também para o de carga, o que poderia refletir diretamente no consumo do diesel.

Pode-se verificar que existem grandes oportunidades para se investir na melhoria da eficiência energética como meio de se atender a demanda e diminuir a pressão pela instalação de grandes empreendimentos no setor de geração de energia.

* Heverton B. Sanches é aluno de pós-graduação da Unesp-Sorocaba. Antonio Cesar G.Martins, Fernando P. Marafão, Flávio A. S. Gonçalves e Helmo K. M. Paredes são professores da Unesp-Sorocaba.

Publicado em Artigos Diversos, Eficiência Energética, Sustentabilidade | Com a tag , , , , , , , | Deixe um comentário